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PRONAC 261392Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ACERVO REVISTA DO CINEMA BRASILEIRO

INDIANA PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,31 mi
Aprovado
R$ 1,31 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Restauração/Preservação de acervos audiovisuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-08-03
Término
2027-07-03
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

É um projeto de captura, tratamento e disponibilização via plataforma de compartilhamento da coleção de programas da série ?Revista do Cinema Brasileiro?, produzidos pela Indiana Produções e veiculados em tv aberta, a cabo e youtube de 1993 a 2018, totalizando cerca de 1.500 edições. A série acompanha o dia a dia da atividade cinematográfica brasileira, registrando bastidores de filmagem, entrevistas com diretores, elencos e técnicos, lançamentos de filmes, festivais, premiações etc. A coleção é analógica e encontra-se na quase totalidade em formatos antigos e descontinuados de vídeo como U-Matic, Beta, DVCam e Mini-DV e abarca a série editada e o material bruto, totalizando cerca de 3.500 fitas. As fitas serão objetos de processos de higienização, com eventual troca de cartucho, captura digital com feitura de matrizes de preservação digital de alta resolução sem compressão e cópias de difusão, compartilhamento e exibição, tratamento de imagem e som.

Sinopse

Recuperação, digitalização, catalogação e disponibilização dos conteúdos brutos e editados da série Revista do Cinema Brasileiro que esteve no ar por 22 temporadas.

Objetivos

O projeto consiste na digitalização e disponibilização da coleção de fitas do programa de televisão Revista do Cinema Brasileiro, desdobrado nos seguintes produtos associados, expectativa de público, retorno social, retorno econômico e publicações: - revisão, eventual troca de invólucros de guarda e cartuchos, e higienização de 3.500 fitas analógicas de vídeo - montagem de servidor com dois terminais de digitalização para captura, armazenamento e backup em ProRes HQ 2K sem compressão, com downsize para AVI - codec aproximado à arquitetura da mídia magnética analógica (resolução 1280 x 720; bitrate 256 mbps) -, e compatível com transmissão futura em 4K HDR (codecs como HVEC/h.265) e 8K (codec AV1), de 3.500 fitas analógicas de vídeo - armazenamento e backup digital de até 100TB previstos de arquivos digitais audiovisuais - base de dados reunindo a catalogação/indexação de 3.500 fitas analógicas de vídeo - criação de webpage para divulgação, incorporação do banco de dados e embedamento e disponibilização da coleção de fitas digitalizadas - mostra de programas selecionados da coleção na Cinemateca do MAM, com exibição, palestras, debates e publicação de textos. A expectativa de público para a difusão do projeto é múltipla, já que a coleção pode ganhar nova exibição regular, ser consultada de forma remota, ser reutilizada em novas produções e estimular a continuidade do programa, através da retomada ou criação da série. Como número de referência calcula-se cerca de 10.000 acesso/mês para os materiais embedados no sitio de internet, e um aumento significativo de consultas e solicitações junto à Cinemateca. Os principais benefícios são a preservação da coleção, documento único em termos de registro audiovisual da atividade cinematográfica brasileira, representando forma de privilegiada de acesso a sua história recente, e seu tratamento documental em termos de processamento e acesso. O projeto também apresenta programação cultural pouco difundida no Rio de Janeiro e no Brasil, promovendo o interesse por programas audiovisuais de fundo jornalístico, que são raramente acessados, pesquisados e estudados, assim como sua circulação e sua aproximação junto a um público mais amplo, para além dos profissionais da área. O evento irá gerar empregos diretos e indiretos, integrando a cadeia de economia criativa da região do centro da cidade do Rio de Janeiro.

Justificativa

A documentação audiovisual produzida sobre a atividade cinematográfica brasileira sempre foi escassa, pouco difundida e mal preservada. De forma sistemática começou a ser desenvolvida apenas nos anos 1970 do século passado, com a criação do programa Luz & Ação, produzido e irradiado pela TV Cultura de São Paulo, baseado em entrevistas de estúdio com profissionais do setor cinematográfico. E pela constituição do Setor de Rádio e Televisão/SRTV da Embrafilme, que realizava reportagens in loco e as difundia através do programa Cinemateca, irradiado pela antiga TV Educativa do Rio de Janeiro. Descontinuados na década seguinte, e parcialmente inacessíveis na atualidade, a atividade só conheceria iniciativa semelhante, com a criação em 1993 do Revista Banco Nacional de Cinema, logo transformado em Revista do Cinema Brasileiro. Coincidindo com o período conhecido como Retomada do Cinema Brasileiro e com o boom de produção audiovisual associado à criação do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) em 2006, a coleção do Revista do Cinema Brasileiro se tornou o mais importante, abrangente, diversificado e longevo repositório sobre a atividade no país. Com o diferencial de registro de seus vários segmentos e da ampliação territorial de atuação, saindo da dimensão local das iniciativas anteriores, o Revista se tornou o primeiro programa do gênero a imprimir uma percepção efetivamente nacional à cobertura. Como iniciativa exclusiva também exibe um alto grau de raridade, colocando-se como uma prioridade de conservação, por conta da frágil base videomagnética analógica, e conversão ao mundo digital contemporâneo. Tem ainda o grande potencial de reaproveitamento e de estudo e pesquisa, tendo em vista o volume de materiais, o alto grau de ineditismo na atualidade, com destaque para o material bruto, e o interesse cada vez maior por esse passado recente, expresso em séries e documentários sobre a história do cinema, dos profissionais e do audiovisual brasileiros. O público beneficiado será de produtores e realizadores de audiovisuais, assim como jovens e adultos com interesse voltado cinema, preservação e artes em geral. Pretende-se também beneficiar pessoas com deficiências visuais e auditivas, pelo oferecimento de sessões com audiodescrição, Libras e legendagem, garantido o acesso ao conteúdo da programação. A webpage seguirá as recomendações da cartilha de acessibilidade na web (WCAG 2.1) .

Estratégia de execução

O acervo Revista do Cinema Brasileiro é o maior registro dos bastidores e da história do audiovisual brasileiro.

Especificação técnica

- revisão, eventual troca de invólucros de guarda e cartuchos, e higienização de 3.500 fitas analógicas de vídeo - montagem de servidor com dois terminais de digitalização para captura, armazenamento e backup em ProRes HQ 2K sem compressão, com downsize para AVI - codec aproximado à arquitetura da mídia magnética analógica (resolução 1280 x 720; bitrate 256 mbps) -, e compatível com transmissão futura em 4K HDR (codecs como HVEC/h.265) e 8K (codec AV1), de 3.500 fitas analógicas de vídeo - armazenamento e backup digital de até 100TB previstos de arquivos digitais audiovisuais - base de dados reunindo a catalogação/indexação de 3.500 fitas analógicas de vídeo - criação de webpage para divulgação, incorporação do banco de dados e embedamento e disponibilização da coleção de fitas digitalizadas - mostra de programas selecionados da coleção na Cinemateca do MAM, com exibição, palestras, debates e publicação de textos.

Acessibilidade

Ao menos 10% dos programas recuperados e digitalizados contarão com os recursos de acessibilidade libras, audio descrição e legendagem descritiva.

Democratização do acesso

Os conteúdos recuperados e digitalizados serão disponibilizados gratuitamente no youtube do programa, permitindo o acesso de todos.

Ficha técnica

HERNANI HEFFNER (COORDENADOR) Gerente da Cinemateca do MAM. Graduado em Comunicação Social/Cinema pela UFF, começou a carreira profissional na Cinédia em 1986, onde trabalhou com levantamento de fontes e dados e coordenou a restauração de filmes como "Ébrio", "Alô! Alô! Carnaval!" e "Bonequinha de Seda". Ingressou na Cinemateca do MAM-RJ em 1996, passando pela Curadoria de Documentação e Pesquisa, assumindo em 1999 o cargo de Conservador-Chefe e em 2020 o de Gerente da Instituição. Em 2000 passou também a lecionar em diversas universidades e cursos livres como a UFF, Fundação Getúlio Vargas, Fundação de Artes do Paraná, Usina João Donato, Vila das Artes e Puc-Rio. Atuou como pesquisador audiovisual em filmes como "Vala Comum" e "O Contestado - Restos mortais". É autor da pesquisa e do roteiro do vídeo "A lógica do Silêncio", sobre a atuação da censura durante a ditadura civil-militar. Escreveu mais de 100 verbetes para a Enciclopédia do Cinema Brasileiro, assim como dezenas de artigos e textos para catálogos, revistas e livros. Foi Curador do Festival Cine Música, de 2007 a 2014, e da temática preservação da Mostra de Cinema Ouro Preto - CineOP, de 2012 a 2016, assim como de inúmeras mostras para instituições como o CCBB, Caixa Cultural e SESC, e de exposições sobre cinema no MAM-RJ. É o idealizador da série /lost+found, sobre preservação audiovisual, lançada em 2022. MARCO ALTBERG (DIRETOR) Começou como assistente de direção com os diretores do Cinema Novo. Com 21 anos de idade realizou seu primeiro documentário, “Noel Nutels”, representante do Brasil nos Festivais Internacionais de Lyon e Oberhausen. Dirigiu os longas “Prova de Fogo”, “Aventuras de Um Paraíba”, “Sombras de Julho” e “Fonte de Saudade”, ganhadores de vários prêmios nacionais e internacionais. Nos anos 90 lançou a série “Revista do Cinema Brasileiro”. Produziu e dirigiu várias séries de ficção para a tv, como “Joana e Marcelo” e ”Mangueira, Amor à Primeira Vista”. Produziu a série documental “Quarta Parede”, a série “Rondon: Amor, Ordem e Progresso”, os longas documentais “Panair do Brasil”, “Baía dos Pesadelos”, “Belo Monte: um mundo onde tudo é possível”, “Marcia Haydée: Uma Vida pela Dança”, “Ailton Krenak: O Sonho da Pedra”. Marco foi fundador e Presidente da ABD, fundador e Presidente da ABRACI. Foi um dos criadores do CANAL BRASIL. Fundador da ABPITV, como CEO da Indiana Produções produziu o longa-metragem de animação “As Aventuras do Pequeno Colombo”, o longa de ficção “Erasmo Carlos: Minha Fama de Mau”, a série de ficção “Dependentes”, o longa de ficção “Jardim dos Girassóis” e “Deixa a Vida Me Levar”, cinebiografia de Zeca Pagodinho em fase de pré-produção. MYRIAM PORTO (GERENTE DE PRODUÇÃO) Jornalista e produtora executiva com grande experiência em televisão e produção independente para TV e cinema, com MBA em Comunicação Digital na Universidade Federal Fluminense. Foi diretora de produção Artística da TV Brasil de novembro de 2014 a maio de 2016, e gerente executiva de TV desde 2009, responsável pela gestão dos programas na área de entretenimento do Canal Em 2019 atuou como diretora de produção da série Dependentes, produzida pela Indiana Produções e exibida pelo Canal Futura, e como produtora executiva da série infantil Musicópolis, uma parceria da Hara Produções com o grupo Giramundo de bonecos. Atualmente é responsável pela coordenação de produção do Canal Like MARCELO GOULART (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO) Foi produtor e repórter do programa Revista do Cinema Brasileiro e das séries “Curta Tv” (Tv Brasil), “Arte do Cinema” e “TecArt” (Arte 1). Também foi produtor de finalização dos longas “Minha Fama de Mau”, “As aventuras do pequeno colombo”, “Marcia Haydée, uma vida na dança”, “Ailton Krenak: o sonho da pedra”, Baía dos Pesadelos e Belomonte: um mundo onde tudo é possível (ambos de Alexandre Bouchet) e do longa em pós-produção Jardim dos Girassóis. Também trabalhou na produção das séries Dependentes (Canal Futura, 2019), Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (Canal Brasil, 2015) entre outras. PEDRO SERRA (EDITOR / INDEXADOR) Editor, Músico e DJ. No audiovisual, editou os clipes Reza Vela (O Rappa), A Rita (Gilberto Gil), Amanhã não se sabe (LS JACK), entre outros, e também os dvds Móveis Coloniais de Acaju "Ao Vivo no Ibirapuera", Monarco "Memória do Samba", Djavan "Milagreiro ao Vivo", entre outros. De 2008 a 2016 foi editor da série “Revista do Cinema Brasileiro”. Também fez a montagem do documentário 'Entre Janelas e Espelhos: As Artes da Fotografia', e dos programas de TV 'A Arte do Cinema' e Cantautoras: o Canto Autoral da Mulher Brasileira. Foi um dos editores do filme "A História do Rock Brasileiro em Imagens" (co-edição) - de Bernardo Palmeiro – exibido no Festival do Rio. * Entre outros a serem selecionados e contratados.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 26/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.