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Apresentações musicais para dar visibilidade e voz às orquestras e coros da periferia. O "Festival Música da Quebrada" é um evento em que se apresentarão orquestras provenientes de projetos sociais e/ou áreas de vulnerabilidade com convidados provenientes do cenário da música urbana de periferia. O evento também contará com artistas e instrumentistas convidados, além de outras orquestras de âmbito social.
O conceito do Festival Música da Quebrada parte do encontro simbólico e concreto entre a música de concerto e as expressões culturais das periferias brasileiras. A estética do festival não se limita ao palco ou ao repertório: ela se constrói na ocupação do espaço público, na presença dos corpos periféricos em cena, na mistura de linguagens e na afirmação da periferia como lugar legítimo de criação, excelência artística e inovação cultural.Visualmente e conceitualmente, o festival propõe uma ruptura com a ideia tradicional de concerto. Orquestras e coros formados por jovens de periferia dividem o palco com artistas da cena urbana — do hip hop ao street dance — criando uma experiência estética híbrida, pulsante e contemporânea. A música orquestral dialoga com batidas urbanas, gestos corporais, performances cênicas e narrativas territoriais, traduzindo a complexidade cultural das quebradas em uma linguagem acessível, potente e afirmativa.O Festival Música da Quebrada tem como eixo central a valorização da identidade periférica, evidenciando trajetórias, saberes e estéticas que historicamente estiveram à margem dos grandes circuitos culturais. A presença da Orquestra da Quebrada como anfitriã do evento reforça essa dimensão simbólica: jovens músicos que emergem de projetos sociais assumem o protagonismo artístico, rompendo estigmas e reposicionando a periferia como produtora de cultura de alta qualidade técnica e estética.A proposta estética também se manifesta na criação de ambientes de experimentação e formação de plateia. Concertos didáticos, encontros entre artistas, circulação de novos talentos e o uso de estruturas profissionais de som, luz e cenografia garantem dignidade técnica às apresentações e ampliam o impacto cultural do festival. Trata-se de um espaço onde o rigor artístico convive com a liberdade criativa, e onde o clássico e o urbano não se anulam, mas se fortalecem mutuamente.Assim, o Festival Música da Quebrada se afirma como uma plataforma estética, política e cultural: um território de escuta, visibilidade e criação, onde a periferia não é tema, mas autora — e onde a música se torna ferramenta de diálogo, pertencimento e transformação social.Classificação Indicativa:Livre para todas as idades.
Objetivo GeralPromover o fortalecimento, a valorização e a visibilidade das expressões artísticas oriundas das periferias brasileiras por meio da realização de concertos dentro do "Festival Música da Quebrada", evento que reúne orquestras sociais, artistas da cena urbana e novos talentos, conectando música de concerto, hip hop, street dance e manifestações culturais periféricas em uma programação diversa, formativa e inclusiva.Objetivos Específicos:_ Realizar apresentações musicais de orquestras formadas por jovens de periferia e artistas da cena urbana nacional, promovendo o intercâmbio artístico entre diferentes territórios e linguagens, ao longo de 4 dias._ Realização de 4 concertos didáticos. _ Convidar artistas, potencializando o alcance do festival e o engajamento de jovens públicos nas redes sociais. _ Criar espaços de circulação, visibilidade e experimentação para novos talentos das orquestras brasileiras, priorizando participantes de áreas de vulnerabilidade social. _ Oferecer estrutura profissional para apresentações culturais periféricas, em diálogo com o formato orquestral, fomentando a experimentação musical e a formação de plateia.
O Festival Música da Quebrada é um projeto concebido para promover o acesso democrático à cultura por meio de uma programação diversa e representativa. Todas as atividades previstas _ incluindo concertos, oficinas, seletivas abertas e vivências artísticas _ permitirão que moradores de territórios periféricos tenham acesso a uma experiência cultural de alta qualidade, com infraestrutura profissional e curadoria cuidadosa. A programação garantirá a presença de pessoas que historicamente enfrentam barreiras econômicas, territoriais e simbólicas para o consumo e a produção cultural.O projeto também aposta na democratização do acesso à memória e ao conteúdo por meio da gravação e difusão de um mini-documentário, que registrará bastidores, apresentações e depoimentos dos participantes. Esse material será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais, escolas públicas, plataformas digitais e espaços de formação, ampliando o alcance das ações para além do evento presencial. Ao utilizar a linguagem audiovisual como instrumento de registro e mobilização, o festival contribui para a valorização das narrativas periféricas e o fortalecimento de sua presença no imaginário coletivo.Além disso, o projeto estrutura-se na participação ativa de jovens de periferia, não apenas como público, mas como protagonistas _ seja nas orquestras participantes, nas seletivas de artistas urbanos, nas equipes de produção ou como monitores das atividades. O festival, portanto, gera acesso pleno: à formação, à criação, à circulação, ao pertencimento e à memória cultural.O projeto se enquadra nos seguintes dispositivos da Lei nº 8.313/91, conforme Artigo 1º, Inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Artigo 1º, Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O projeto também dialoga com o art 3º da mesma lei:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:O projeto atende a esses dispositivos ao democratizar o acesso à formação musical erudita.Assim, a utilização do incentivo cultural previsto na Lei nº 8.313/91 é imprescindível para garantir a viabilidade financeira, a democratização do acesso e a continuidade deste relevante projeto cultural e educativo.
No caso dos deslocamentos, eles se darão entre a sede da produtora (Vitória/ES) e Rio de Janeiro, local das apresentações. Sinalizamos 1 trecho na pré-produção (para 1 produtor) e 1 trecho na produção (para 2 produtores, 5 equipe técnica e 11 artistas).
Apresentações MusicaisCerca de 1hora de duração cada apresentaçãoDe 6 a 10 músicas cada apresentaçãoNo mínimo 6 músicos por grupo instrumentalDuração aproximada de cada música, de 3 a 5 minutosClassificação livre.Tradução em librasProgramação acessívelDivulgação acessível
O projeto contempla recursos de acessibilidade voltados para garantir a participação plena de pessoas com deficiência, em consonância com as diretrizes de inclusão cultural e respeito à diversidade de públicos. O Festival foi concebido com atenção à acessibilidade arquitetônica, comunicacional e sensorial, assegurando que todas as etapas do evento – desde o acesso físico até a fruição artística – sejam pensadas para acolher pessoas com diferentes tipos de deficiência.Em primeiro lugar, os espaços onde ocorrerão as apresentações e atividades formativas serão previamente avaliados e adequados com acessibilidade arquitetônica, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e áreas reservadas para cadeirantes e acompanhantes, respeitando as normas da ABNT e da legislação vigente.Além disso, todo o conteúdo do festival – como apresentações, falas institucionais e atividades formativas – contará com a presença de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais), tanto nos momentos presenciais quanto nos conteúdos audiovisuais produzidos, como o mini-documentário. Isso garante o acesso de pessoas surdas aos discursos e experiências oferecidos no evento.Na comunicação do projeto, estão previstos materiais com linguagem acessível e materiais digitais compatíveis com leitores de tela, ampliando o acesso de pessoas com deficiência visual ou baixa visão. Também serão adotadas práticas de mediação cultural inclusiva, voltadas à compreensão e participação ativa de diferentes públicos.Dessa forma, o projeto busca não apenas cumprir exigências legais, mas promover acessibilidade como valor estrutural, garantindo que a cultura seja, de fato, um direito de todos.Ou sejaAspecto arquitetônico Os espaços destinados às atividades do projeto serão escolhidos e preparados de modo a atender integralmente às normas de acessibilidade física estabelecidas pela legislação vigente. As apresentações ocorrerão em locais de fácil acesso ao público, com infraestrutura adequada para pessoas com mobilidade reduzida e usuárias de cadeiras de rodas, incluindo rampas de acesso e sanitários adaptados. Também serão priorizados espaços próximos a pontos de transporte público, com condições seguras de circulação. Os palcos e áreas de apresentação contarão com adaptações ou soluções alternativas que assegurem a participação plena de pessoas com deficiência.Aspecto comunicacional e de conteúdoNo campo da comunicação e do conteúdo, o projeto incorporará práticas de acessibilidade que garantam o amplo acesso às informações e às apresentações. Estão previstas a presença de intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais), o uso de legendas descritivas nos materiais audiovisuais — especialmente quando não disponibilizadas de forma nativa pelas plataformas digitais — e a adoção de uma linguagem clara, objetiva e de fácil compreensão em todas as peças de comunicação.
O projeto adota, em conformidade com os Artigos 46 e 47 da Instrução Normativa nº 23/2025, um conjunto integrado de medidas voltadas à democratização e à ampliação do acesso aos bens culturais, reafirmando seu compromisso com a inclusão social, a formação cultural e o acesso público à cultura.No que se refere à democratização do acesso, até 10% dos ingressos serão destinados à distribuição gratuita promocional pelos patrocinadores, de forma proporcional ao volume de investimento realizado. Outros 10% serão reservados à distribuição gratuita pelo proponente, no âmbito das ações de divulgação do projeto. Adicionalmente, será assegurado um percentual mínimo de 10% para distribuição gratuita com caráter social e educativo, contemplando, entre outros públicos, professores da rede pública de ensino.Quanto às medidas de ampliação de acesso, o projeto prevê a disponibilização, na internet, de registros audiovisuais dos espetáculos, atividades formativas e demais ações, acompanhados de recursos de acessibilidade, como Libras e audiodescrição. Também está prevista a captação e veiculação de imagens das atividades por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos, fortalecendo o alcance territorial e simbólico das ações.Como estratégia adicional de inclusão territorial, os ensaios do projeto serão realizados em espaços localizados em comunidades e áreas de vulnerabilidade social, fortalecendo o vínculo com os territórios, promovendo o acesso direto aos processos criativos e ampliando o impacto social das ações culturais desenvolvidas.Ou seja,O projeto irá prever conforme o Artigo 46 da IN 23/2025 as seguintes medidas de democratização de acesso:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo,incluindo professores de instituição públicas de ensino;Ampliação de acessoO projeto irá prever conforme o Artigo 47 da IN 23/2025 as seguintes medidas de ampliação de acesso:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Eduardo Lucas - COORDENADOR GERAL E PEDAGÓGICOO projeto tem coordenação e direção artística do maestro Eduardo Lucas, uma das referências da formação musical instrumental do Espírito Santo na atualidade. Negro, jovem, teve a oportunidade de se apresentar regendo uma orquestra na Expo Dubai 2022, ao lado de diversos jovens em vulnerabilidade social. É egresso de projetos culturais e sociais. é mestre pela UFRJ e doutorando pela UniRio. Eduardo é do corpo docente da Fames - Faculdade de Música do ES, ministrando as disciplinas de Informática aplicada à música, História e Música, Técnicas e Dinâmicas de ensaio para banda e Oficina de editoração de partituras. Foi maestro do projeto Vale Música, em Serra-ES. Eduardo participou de inúmeros festivais de música, e correlatos no Brasil e no exterior, como: IV, V e VI Seminário de Regência do Conservatório de Tatuí – Regendo a Banda Sinfônica de Tatuí, IV Semana Internacional de Música de Ouro Branco-MG. Nos últimos anos vem desenvolvendo trabalhos editoriais pela sua empresa Tonobooks, onde teve a oportunidade de editar o songbook de choro do compositor Edu Martins, a Rítmica do Brasil do professor Eric Carvalho, A trompa sem mistérios do prof. Ricardo Lepre, Jaceguay Lins: personalidade e obra da prof. Paula Galama, songbook do compositor Maurício de Oliveira, Radamés Gnattali: fantasia brasileira em dois pianos, Acordes na Guitarra do prof. Fábio Calazans, Zabumba Peroá: Notas musicais na Vitória Antiga, songbook das escolas de samba capixaba intitulado Espírito Samba, de sua autoria e outros trabalhos que estão em desenvolvimento.ORQUESTRA RESIDENTEOrquestra da Quebradahttps://www.institutoculturaviva.com/orquestra-da-quebradawww.instagram.com/orquestradaquebradaA Orquestra da Quebrada é um grupo musical desenvolvido pelo Instituto Cultura Viva, em parceria com a Tonobooks Produções e Coreto Produções. No palco, a Orquestra da Quebrada e convidados brindam o público com o que há de mais original na música contemporânea, a partir da junção da formação sinfônica com estilos urbanos. Composta por jovens músicos de diversos bairros da Grande Vitória, a Orquestra da Quebrada tem idealização e regência do maestro Eduardo Lucas, um dos principais nomes da música instrumental do Estado. Com vasta experiência em regência de orquestras e bandas sinfônicas, o maestro Eduardo Lucas explica que busca promover uma união entre a música de orquestra e a potência criativa produzida pela juventude periférica. “Atualmente, a juventude se conecta à música a partir de diferentes ritmos e junções sonoras. Esse concerto da Orquestra da Quebrada busca unir e potencializar a música de orquestra com a batida urbana do beat, do rap, do hip hop. Além disso, esses jovens músicos têm uma força incrível para recriar sons e unir as pessoas”, afirma o maestro. A Orquestra da Quebrada é composta por cerca de 15 músicos, incluindo instrumentos como violinos, violas, oboé, clarinete, violoncelo, contrabaixo, tuba, trompete, trombone e saxofone, entre outros. O grupo reúne jovens da periferia do Espírito Santo em intercâmbio com outros Estados. O projeto é gerido pelo Instituto Cultura Viva e, em suas apresentações, busca integrar elementos da música urbana com o universo orquestral. Já se apresentou ao lado de Só Pra Contrariar e Silva, Conceição Evaristo, Matheus Aleluia, Nelson Ayres, entre outros artistas. “A Orquestra da Quebrada traz em seu DNA a proposta de construir pontes musicais que contemplem a sofisticação do formato da orquestra com a modernidade da linguagem das ruas. Por esse motivo, este concerto será uma oportunidade única para o público do Espírito Santo apreciar grandes artistas do hip-hop atual dividindo o palco com uma orquestra essencialmente jovem”, comenta o maestro Eduardo Lucas.LORENA DALVI Lorena Dalvi é cantora, compositora e produtora cultural, com atuação destacada na cena artística e cultural do Espírito Santo. Graduada em Administração e Mestre em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade Federal do Espírito Santo, Lorena desenvolve sua trajetória profissional conectando produção cultural, música e projetos de impacto social. Cantora com composições lançadas nas plataformas digitais. Paralelamente à carreira musical, exerce funções de produção e gestão em importantes iniciativas culturais do estado. Lorena atua como assistente de produção no Instituto Cultura Viva, onde participa da concepção, organização e execução de projetos culturais voltados à formação artística e inclusão social. Entre suas atuações estão a produção da Orquestra Jovem Capixaba e da Orquestra da Quebrada, iniciativas que promovem formação musical e oportunidades para jovens de comunidades periféricas. Participa do desenvolvimento de diversas iniciativas em áreas de vulnerabilidade social no Espírito Santo, como a Orquestra Jovem Capixaba, a Orquestra da Quebrada, o Festival Coreto, além de ações formativas que incluem aulas de música e atividades esportivas. Seu trabalho é marcado pelo compromisso com a inclusão sociocultural, a formação de novos talentos e o fortalecimento da cultura capixaba. Diego Lyra - Coordenador de Produção Diego Lyra é um talentoso artista capixaba nascido e criado no centro da capital Vitória, no Espírito Santo. Com influência artística da família, Diego demonstrou interesse pela música desde cedo, tornando-se cantor e compositor e seguindo os passos de sua tia Bernadeth Lyra, um grande nome da literatura local e nacional. Multifacetado, Diego é fundador da banda KALIFA SAMBAROCK, que já se apresentou em importantes palcos e eventos no Espírito Santo. Com a banda, dividiu o palco com artistas renomados como Seu Jorge, Martinho da Vila, Sambô, Planta e Raiz, B Negão, Negralha (O Rappa), Orquestra Voadora, Marcio Local, Thiago Correa, Mc Marechal, Forfun, Macucos, Casaca, Jair de Oliveira (Jairzinho) e Pretinho da Serrinha, entre outros.Além de sua participação na banda, Diego é a voz da Orquestra AMMOR - A Maravilhosa e Mágica Orquestra de Rua e já viveu o protagonista no espetáculo musical “Hair – Um sonho de Liberdade”, realizado pela Faculdade de Música do ES – FAMES.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 26/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.