Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 261424Autorizada a captação total dos recursosMecenato

BRINCANDO DE VIVER

CARLOS HENRIQUE DELICIO
Solicitado
R$ 502,0 mil
Aprovado
R$ 502,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-07-01
Término
2027-06-30
Locais de realização (6)
Goiânia GoiásSão Luís MaranhãoBelém ParáTeresina PiauíPorto Alegre Rio Grande do SulSão Paulo São Paulo

Resumo

O Projeto Brincando de Viver, que se apresenta agora é uma versão aprimorada de suas versões anteriores, constituindo-se por um conjunto de atividades de recreação cênica-hospitalar, realizadas por dupla de artistas, especializados em teatro de formas animadas, música e contação de histórias, os quais, de forma itinerante, percorrendo entre alas e leitos do hospital, entretém crianças em tratamento médico, promovendo-se assim, de forma coadjuvante à medicina, a melhora de seus indicadores de saúde, envolvendo ainda, parentes das crianças internadas, os quais, sentem-se mais confiantes em encontrar um ambiente hospitalar mais humanizado, sendo que tais atividades, pela natureza itinerante, levando histórias, cantos, adereços teatrais etc., transitam também entre equipe, setores e funcionários. Esta versão atual do Brincando de Viver prevê sua implantação de 02 (dois) para 06 (seis) hospitais públicos, ampliando-se assim, consideravelmente, o aumento de seu alcance sociocultural.

Sinopse

O Projeto Brincando de Viver, assim se define: O Projeto Brincando de Viver - trata de um conjunto de atividades de recreação cênica previstas para ocorrer em 06 (seis) hospitais públicos, localizados em uma capital de referência, em cada uma das Regiões do Brasil : Belém/PA (Norte); Teresina/PI (Nordeste); São Luis do Maranhão (Nordeste); Goiânia/GO (Centro-Oeste); São Paulo (Sudeste) e Porto Alegre (Sul), dando continuidade ao trabalho que já realizamos há anos, em três versões do Brincando de Viver. Nesses hospitais, embora sejam atendidas pessoas de todas as idades, o público-alvo desse produto cultural são as crianças de até 14 anos. Contudo, como as atividades de nossas recreacionistas cênicas são itinerantes entre as diversas alas e leitos do hospital, cantando e tocando instrumentos musicais e contando histórias, utilizando adereços cênicos, isso, certamente, acaba por envolver todas as pessoas presentes nos diversos ambientes clínicos. Entre essas atividades e nessa itinerância o TFA (Teatro de Formas Animadas) é a base do trabalho. Neste formato, além de todo um figurino e adereços, a presença de fantoches, máscaras, bonecos, recursos sonoros e a própria performance de nossas recreadoras cênicas, contribuem para a criação de toda uma atmosfera cênica, em todo o hospital. Entendemos que essas atividades - lúdicas e recreativas - às crianças em tratamento médico, contribuem, sensivelmente na melhora de uma série de indicadores de saúde, sendo que diversas pesquisas internacionais apresentam resultados positivos sobre o papel da arte na ressignificação dos afetos, motricidade e cognição de crianças em circunstâncias de tratamento de saúde. Poderíamos, sem dúvida, conceituar o Projeto Brincando de Viver, enquanto uma forma de Medicina da Arte. O Brincando de Viver, nesta proposta, nasce subsidiado por um longo tempo, em suas outras versões, de realizações iniciadas e obtidas na Sociedade Beneficente Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde então, gradualmente, promovemos melhorias contínuas à ação de nossas equipes e atividades de recreação cênica-hospitalar. Essas melhorias envolvem toda a parte administrativa do projeto e a qualificação de fornecedores e em especial a dinâmica e a natureza das atividades diante do encantamento das crianças-pacientes. Destacamos - como o próprio nome Brincando de Viver vem a indicar - a natureza lúdica que a arte provoca no imaginário. Essa abordagem artística envolvida pela ludicidade de suas expressões vem ao encontro do universo simbólico que as crianças possuem em suas emoções e cognição, levando-as a enfrentar a própria realidade em condições intuitivas e felizes. Neste sentido, o teatro por sua vez, entendemos ser uma linguagem geral da arte, ou seja, pode ser feito com elementos de várias outras linguagens da arte que em essência são particulares tais como a música, a arquitetura, a escultura e as artes plásticas. Adotamos esse conceito das artes integradas, ao considerar que possamos enriquecer o Brincando de Viver, teatralmente falando, ao adicionar em suas atividades e formas expressivas, elementos das demais linguagens artísticas, coreografando o "fazer teatral" com outras harmonias. Em síntese, o Brincando de Viver chega ao cotidiano e ambiente hospitalar enquanto uma fonte de amparo, alegrias e confiança. Sentimentos e sensações a fortalecer a luta pela vida. E isso, nas crianças, muitas vezes, surpreendem até aos médicos. Este teor tão afetivo e por que não dizer poético do Projeto Brincando de Viver, cativou de maneira especial os funcionários do patrocinador do projeto, desde suas primeiras versões, ao participarem das apresentações cênico-musicai, enquanto voluntários, sempre há uma semana do natal, tematizando o Brincando de Viver em belas coreografias, sempre abertas ao público, ilustrando resultados que são percebidos pelas pessoas de forma bem valorativa. E assim, todos desejam participar e serem protagonistas no Brincando de Viver. Faz tempo que Brincamos de Viver assim!

Objetivos

Objetivo Geral O Projeto BRINCANDO DE VIVER tem por objetivo o de levar a Artes Cênicas a hospitais públicos visando inovar e cultivar a atmosfera cultural com a finalidade em promover humanização no tratamento e no ambiente hospitalar, através de um conjunto de ações lúdicas e recreativas com as artes cênicas. Objetivos Específicos a) Implantar o Projeto Brincando de Viver em 06 (seis) hospitais públicos. b) Marcar a presença sociocultural do Projeto Brincando de Viver nas Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. c) Realizar o Projeto Brincando de Viver nas cidades de Belém/PA; Teresina/PI; São Luis/MA; Goiânia/GO; São Paulo/SP e Porto Alegre/RGS. d) Tornar a pontualidade semanal do Projeto Brincando de Viver em uma referência afetiva em cada hospital onde for implantado. e) Envolver, em torno de 100 pessoas, no ambiente hospital, em cada dia de atividade, considerando pacientes, familiares e corpo clínico, totalizando-se, 4.000 pessoas/ano a serem beneficiadas. f) Consolidar o Projeto Brincando de Viver no cotidiano de seu patrocinador, qualificando junto de seu apoio financeiro, ações de voluntariado dialógico em prol do projeto, em cada cidade. d) Concluir o projeto, realizando 01 (uma) apresentação institucional do Projeto Brincando de Viver, aberta ao público, expressada pelo elenco cênico-musical dos voluntários do patrocinador.

Justificativa

O Projeto "Brincando de Viver" de acordo com o inciso do Art. 1º. Da Lei 8313/91, está bem enquadrado, em destaque, em seus incisos I, II, III, IV, V, VII e IX, bem como se pretende alcançar, de acordo com o Art. 3º da referida norma, os seus seguintes objetivos: (I) estímulo à participação de artistas locais e regionais; (II) realização de espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; (III) gratuidade para o público infanto-juvenil, através de suas atividades de recreação cênica em hospitais públicos e apresentação em espaço aberto ao público. Para se alcançar suas metas e objetivos, convergentes com os artigos 1º. e 3º. Da Lei 8313/91, o Projeto "Brincando de Viver" depende de recursos financeiros à sua execução. Esses recursos, advindos de patrocínio de empresa privada, direcionado ao projeto, legitimados pela Lei Rouanet, especialmente em seu artigo 18, garante que o projeto encontre meios de sustentação e realização de suas atividades previstas entre os itens de sua descrição e planilha orçamentária. Com esse benefício da isenção fiscal, a empresa patrocinadora, por sua vez, encontra possibilidade de incentivar a realização do projeto, entendendo, ainda, o quanto sua parceria com o projeto, legitimado pelo MINC, também contribui diretamente no investimento de sua imagem social. Além disso, os ganhos organizacionais do patrocinador se estendem para a qualificação de seus recursos humanos, sobretudo por tornar sua participação no projeto em uma forma de se estimular, para além dos aportes financeiros, toda uma cultura de voluntariado dialógico, envolvendo seus funcionários e suas expertises enquanto pontos de apoio no cotidiano do "Brincando de Viver". Neste sentido, a aplicação desta LIC, além de beneficiar, diretamente, seus beneficiários, seu público-alvo, no caso, as crianças de hospitais, amplia ainda seu alcance humano no próprio ambiente de trabalho do patrocinador. Esses organismos de valor agregado MINC/Empresa, conectados através da Lei Rouanet, expressam credibilidade e garantia de execução qualificada e padrões de excelência. Outro aspecto a se destacar quanto à importância da Lei Rouanet para que o projeto se viabilize com qualidade se evidencia desde a elaboração da proposta cultural, seguindo todo um roteiro muito bem definido para a construção de um projeto cultural e as áreas com as quais o projeto está relacionado tais como acessibilidade, democratização de acesso, objetivos, missão, metodologia, cronograma de execução, orçamento entre outros tópicos. Neste sentido o projeto chega aos seus beneficiários bem orientado, capacitando, inclusive, seus proponentes, a pensar e realizar a arte de uma forma também executiva. Inclusive, em tempo, e concomitante, à elaboração dessa proposta, com seu orçamento prévio em referência, apresentamos ao patrocinador o Relatório dos Impactos Econômicos da Lei Rouanet, para que em sua análise se consolide sua motivação de patrocínio. Para tanto, em 13/01/26, na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, estivemos presentes no evento enriquecedor de informações na dimensão específica da economia, geração de postos de trabalho que - ao ser adicionado aos benefícios sociais da Lei Rouanet - nos ilustrou todo um cenário de seu potencial e seus resultados positivos, francamente em crescimento. Neste sentido, a Lei Rouanet, vem a atender a necessidade do Projeto "Brincando de Viver", tanto em sua legitimação cultural capaz de ser patrocinado pela iniciativa privada quanto no roteiro e processo que envolve desde a sua proposta, orientada pelo SALIC, até a sua construção metodológica, com excelência. Concluindo, a necessidade financeira do Projeto "Brincando de Viver", ao vir a ser legitimado pela Lei Rouanet, é reforçada também pela carência acentuada em hospitais os quais, dependem de iniciativas para as quais não dispõem de recursos econômicos. No caso específico do patrocinador do Projeto "Brincando de Viver" - o Banco Daycoval S\A, já ciente e acordado com o projeto, sua matriz e CNPJ está inscrito em São Paulo, contudo, em todas as cidades citadas no campo Locais de Realização, o Daycoval tem agência local, interagindo com empresas da região e fortalecendo negócios, iniciativas e empreendedorismo. Esses escritórios locais acabam também se constituindo em núcleos de apoio local ao Projeto Brincando de Viver, assinando sua identidade, marcando a presença do patrocinador em sua parceria com o MINC nas ações socioculturais do Projeto "Brincando de Viver" na comunidade local.

Estratégia de execução

O Projeto Brincando de Viver - Neste projeto, tais atividades, por serem coletivas, acabam naturalmente a serem enriquecidas pelo compartilhar de dons, motivos, habilidades e circunstâncias humanas presentes. Nos hospitais, por exemplo, onde as atividades do produto "Brincando de Viver" serão realizadas, o alcance do projeto se estende facilmente para todo o público interno hospitalar, que são todos os pacientes, seus familiares e equipe administrativa e clínica, já que a itinerância de nossas duplas de recreadoras cênicas, leva cantos, adereços, contação de histórias e cenas teatrais, em todos os seus ambientes, constituindo-se em um diferencial, um contraste positivo dessa presença e atuação artística num ambiente onde vida e morte são faces de seus cotidiano. Em outras, palavras, o Brincando de Viver, nos hospitais, ressignifica esse "Brincar de Viver", mesmo em momentos tão adversos. Assim, o Brincando de Viver é amável e esperançoso. No final de cada dia de atividades, cada integrante da dupla de recreação, nos faz um relatório das atividades realizadas naquele dia, quantas pessoas foram envolvidas e situações humanas em destaque. Esses relatórios digitais editáveis se apresentam com o título: Como Brinquei de Viver Hoje. Eles apresentam seus dados objetivos e quantitativos, porém, sua redação é desenvolvida quase num formato de crônica. E o fato cada integrante de uma mesma dupla elaborar seu relatório próprio, acaba por ampliar nossa percepção de como suas atividades estão sendo realizadas, de acordo com a missão do projeto e a resposta interna dos hospitais. Em tais relatórios, orientamos, é importante citar sempre o primeiro nome de pacientes e familiares envolvidos num dia de atividades. Isso torna o relatório mais vivo! Contudo, atentos à LGPD, nossa equipe de trabalho nos hospitais está comunicada em jamais fotografar pacientes e/ou outros setores do hospital, sem prévia anuência em casos específicos, bem como, mesmo que alguma imagem seja autorizada, jamais postá-la em redes sociais particulares. As raríssimas imagens que essas instituições publicam, geralmente, são apenas para suas intranets e/ou publicações internas. Sobre a regionalização do Projeto Brincando de Viver, ao escolhermos 01 cidade-capital das Regiões: Norte; Centro-Oeste; Sudeste; Sul e 02 cidades da Região Nordeste, desejamos tornar essas localidades em polos de referência do Projeto Brincando de Viver. Nessas cidades onde o Brincando de Viver será implantado (Belém/PA; Teresina/PI; São Luis/MA; Goiânia/GO; São Paulo/SP e Porto Alegre/RGS, em todas elas o patrocinador do projeto - o Banco Daycoval - têm agência local, facilitando-se assim, que tenhamos entre o seus colaboradores, voluntários dispostos a acompanhar as duplas profissionais de recreadores, intensificando-se assim as ações do Brincando de Viver nos hospitais. É dessa forma que pretendemos também ampliar o alcance sociocultural do projeto, preservando seus profissionais selecionados, bem como envolvendo outros públicos atuantes, consolidando este formato tão genuíno do Brincando de Viver: A arte chegando aos hospitais, através de iniciativa de empresa privada, recebendo do MINC, acompanhamento durante todo o período de execução.

Especificação técnica

No Projeto Brincando de Viver - suas atividades de recreação cênica são realizadas durante 04 horas por semana em cada um dos 06 (seis) hospitais, onde nossas duplas de recreacionistas cênicas percorrem alas e leitos, entretendo as crianças em tratamento, bem como envolvendo todos os ambientes do hospital, promovendo, sobretudo sua humanização para funcionários, pacientes e seus familiares. Para a realização dessas atividades da dupla de educadoras especializadas em teatro e música, utilizamos os mais diversos tipos de objetos de Teatro de Formas Animadas tais como (fantoches, bonecos, brinquedos, instrumentos musicais primitivos, máscaras etc., para que a itinerância artística alinhe histórias, cantos, narrativas e expressões em sintonia com os recursos materiais que venham a coreografar o trabalho. Em versões anteriores do Brincando de Viver, esta forma artística obteve respostas positivas das crianças-pacientes e do hospital como um todo, tornando o seu cotidiano mais colorido, divertido, feliz. Enquanto parte integrante do Plano Pedagógico do Brincando de Viver, realizaremos 01 (reunião) mensal, através do ambiente Zoom, com as recreadoras, para compartilhar os resultados cotidianos do trabalho nos hospitais, avaliando e propondo melhorias contínuas nas atividades artísticas em realização. Em cada hospital vamos realizar em torno de 200 (duzentas) horas de trabalho por ano, totalizando, no projeto como um todo, 1.200 horas de trabalho, beneficiando, sobretudo crianças de até (quatorze anos). Muito embora, como citamos anteriormente, o projeto envolve todos os ambientes do hospital e assim pessoas de todas as idades. Por semana, dimensionamos em 100(duzentos) o número de pessoas envolvidas diretamente, em cada hospital. Projetamos 800/mês e 8.000/ano. As oficinas de capacitação do Projeto Brincando de Viver terão seu conteúdo programático focado em recreação cênica-hospitalar, princípios de medicina da arte, teatro de formas animadas e contação de histórias. Tais oficinas, além de promover a melhoria técnica de grupo de trabalho, ao compartilhar seus saberes, também poderão contribuir para o desenvolvimento estético e de formação dos voluntários do Projeto Brincando de Viver, das mais diferentes regioes, onde estiverem localizados, sobretudo nas cidades dos hospitais beneficiados, para que o projeto receba apoios transversais à sua realização. Na matriz do Projeto Brincando de Viver, em espaço cedido pelo seu patrocinador, deveremos também realizar as mesmas oficinas de capacitação presencialmente, com o mesmo objetivo de se inspirar ações voluntárias, de acordo com as expertizes do voluntários participantes. Dessa forma, como evidenciamos acima, as ferramentas online serão marcantes no Projeto Brincnado de Viver, conectando equipes, pessoas e localidades para intergrar comunicação entre seus diversos stakeholders. Nos hospitais, todos os materiais que forem utilizados nas atividades recreativas itinerantes, serão escolhidos de acordo com as normas de higiene e segurança requeridos e serão também guardados em locais apropriados tais como nas brinquedotecas para uso exclusivo das duplas de recreação cênica. No cotidiano do projeto nos hospitais não existe nenhum procedimento que cause dano ou desconforto ambiental. Seus fornecedores serão todos especialistas às areas correlatas de suas atividades, além de serem pessoas jurídicas, cientes e correspondentes da missão que o Projeto Brincando de Viver lhes confiar. Por fim, deveremos zelar com todo esmero cada ação, atividade, otimização do tempo, qualificação estética e atitudes socioculturais para que o Brincando de Viver, nesta sua nova forma ampliada venha a se tornar uma referência devidamente realizada, fundamentando um possível modelo a ser estendido a outros hospitais públicos que desejarem customizar à sua realidade um Brincando de Viver.

Acessibilidade

As condições de Acessibilidade Física para a execução do Projeto Brincando de Viver, por tratar da realização de atividades de recreação cênica em hospitais públicos, já encontra e segue todo um protocolo de segurança e de acessibilidade ao seu público: (crianças-paciente em tratamento médico e seus familiares acompanhantes). Quanto à acessibilidade física, nesses hospitais, é garantida aos seus beneficiários (pacientes-familiares) toda uma tecnologia e arquitetura pensada para todos os procedimentos médicos ligados à saúde. Entre esses procedimentos estão também aqueles a garantir a acessibilidade de conteúdo (comunicação alternativa) àqueles pacientes que assim necessitar. Neste sentido, o Hospital Beneficente Israelita Albert Einstein é uma referência brasileira com esses cuidados, bem como é de onde partimos na concepção do Brincando de Viver. Esses procedimentos são tão rigorosos que inclusive a nossa equipe de trabalho (recreadoras cênicas) nesses hospitais é orientada e apoiada pela coordenação de enfermagem quanto à itinerância e atividades possíveis entre alas e leitos hospitalares, garantindo que o trabalho de nossas recreadoras cênicas seja feito em local e em condição humana e clínica apropriadas. O Projeto Brincando de Viver, embora encontre nos hospitais essas garantias e procedimentos internos e facilitadores quanto à Acessibilidade Física e de Conteúdo, se dedica, com toda a atenção, em qualificar sua equipe de trabalho, capacitando-os não somente a seguir os protocolos de segurança existente nos hospitais, bem como entender com mais proximidade as circunstâncias de vida de uma criança em tratamento médico, especialmente em suas respostas emocionais. Assim, estendemos à equipe uma série de conteúdos explicativos quanto à psicologia hospitalar, o médico, a doença, o tratamento e o paciente. Dessa forma, nossas duplas de recreação, gradualmente percebem o quanto a arte pode estabelecer laços positivos (emoção, motricidade e cognição) no diálogo com o mundo infantil. O próprio nome do projeto - BRINCANDO DE VIVER - foi pensado para transmitir o acolhimento, a brandura, a esperança, a confiança, a conivência etc. no ambiente de sua realização. Concluindo, estes parâmetros de Acessibilidade (Física e de Conteúdo) norteia a realização das atividades do Projeto Brincando de Viver, visando garantir ao seu público bem-estar físico e emocional bem vivenciados e compreendidos durante sua realização. As pessoas devem guardar instantes importantes em sua memória afetiva.

Democratização do acesso

Respeitando-se os limites do artigo 29 da IN 11/2024, todas as atividades, ações e eventos do Projeto BRINCANDO DE VIVER, serão oferecidos - gratuitamente - aos seus públicos de beneficiários. De acordo com o inciso/medida VI do artigo 30 da IN 11/2024 o BRINCANDO DE VIVER está proposto a realizar Atividades Culturais para o Público Infanto-Juvenil, prioritariamente. O Projeto Brincando de Viver - seguindo perspectivas de Democratização de Acesso - de versões anteriores realizadas - manteremos gratuidade em suas ações culturais aos seus diversos públicos de beneficiários, que são, principalmente, o público infanto-juvenil em hospitais. Para tanto, desejamos ampliar ao máximo o alcance do projeto, seguindo os procedimentos: 1) Nossas experiências anteriores do Brinquedo de Viver nos hospitais onde foi implantado foram bem sucedidas, mas estamos sempre buscando medidas de qualificação e de capacitação de equipe, forma e conteúdo das atividades de recreação cênica para que seu impacto positivo envolva todo o ambiente hospitalar e sua humanização, cultivando-se assim, através da arte, um ponto de cultura expressiva, bem acolhida e reconhecida pelos envolvidos. Destacamos, numa circunstância anterior, pais comentarem assim: "Nunca pensamos que um hospital tivesse algo assim". A presença e as atividades do Brincando de Viver são totalmente gratuitas aos hospitais e aos seus beneficiários (pacientes e familiares). Esses hospitais tem um critério bastante rigoroso quanto a preservação da identidade de seus pacientes e isso delimita a produção e/ou divulgação de imagens. No máximo, com autorização expressa de familiares e responsáveis, uma ou outra imagem, ilustrando que o projeto local pode ser publicado em relatório anual de sustentabilidade social do hospital e do patrocinador, em suas mídias próprias, bem resumidamente. E, em termos de oficinas paralelas, periodicamente, junto da capacitação de nossa equipe de recreacionistas cênicas, vamos envolver funcionários desses hospitais, bem como os voluntários do Brincando de Viver, em oficinas temáticas, falando sobre arte e medicina. Essas oficinas serão presenciais, na matriz do Brincando de Viver, em São Paulo, mas também online, considerando que o Brincando de Viver será realizado em 06 (seis) diferentes cidades, distribuídas uma em cada região do Brasil, locais onde teremos nossas duplas de recreação cênica, e, em especial, os voluntários do Brincando de Viver, que são funcionários do patrocinador do projeto, o Banco Daycoval, o qual possui agências em todos os Estados da União, fator este que poderá enriquecer sensivelmente o alcance do projeto, em nível Brasil, incentivando o compartilhar de saberes e habilidades, capacitando esses voluntários locais a estenderem suas expertises no campo da recreação hospitalar, que é o objeto das oficinas online, em possíveis ações socioculturais em suas cidades locais. 2) Enquanto objetivo institucional do Projeto Brincando de Viver, faremos no final do ano, uma apresentação gratuita aberta ao público, em um amplo espaço, em São Paulo, destacando e demonstrando a existência e os resultados do Projeto Brincando de Viver, resultante de parceria da iniciativa privada e MINC, sendo assim viabilizado pela Lei Rouanet. Esperamos que a apresentação seja assistida por 500 (quinhentas) por pessoas, e que muitas dessas passem a conhecer e a apreciar esse formato dramático-sonorizado. Para a sua realização, procuramos integrar com a maior proximidade possível a equipe de arte-educadoras em (teatro, dança e música) encarregadas de realizar a apresentação pública, com voluntários dialógicos do Brincando de Viver, capacitando-os a participar ativamente da apresentação, compartilhando suas expertises nessas áreas artísticas. Teremos, então, entre esses voluntários dialógicos, aqueles que cantam, dançam, tocam instrumentos e que assim poderão contribuir para que essa apresentação institucional seja bem intensa e colorida ao público. Para essa participação voluntária vamos realizar ensaios e oficinas presenciais e online de capacitação em linguagens do teatro, da dança e da música.

Ficha técnica

PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS E RESPECTIVA FORMAÇÃO ACADÊMICA: Já realizamos primeiras entrevistas e análise curricular dos profissionais a serem contratados enquanto fornecedores no Projeto Brincando de Viver. Contudo, somente a partir da publicação do Brincando de Viver no DOU, quando este for aprovado, é que efetivaremos tais contratações. Adotamos esse procedimento para facilitar a proposição do Brincando de Viver, bem como a redução de expectativas, dando tranquilidade de ação ao Proponente. No entanto, reforçamos que o projeto vai contar com profissionais de excelência, sendo seus Recursos Humanos, a fonte a se garantir que os produtos culturais do Brincando de Viver sejam muito bem realizados. De acordo com as nossas alíneas, teremos a seguinte base de fornecedores, de acordo com detalhamento na Planilha Orçamentária do Projeto Brincando de Viver: Coordenação Geral > Captação de Recursos/Coordenação Geral do Arteludens/Direção Artística Contador > Prestação de Serviços Contábeis. Coordenação Pedagógica > Profissional com formação em Pedagogia e Especialização em Artes terá enquanto missão o acompanhamento e organização dos produtos em suas atividades locais, metodologia e criação de recursos pedagógicos para aplicação nos Produtos Culturais do Brincando de Viver. Consultoria Artística > Profissional especializado em Contação de Histórias. Artistas de Criação > Profissionais das áreas de teatro, música e dança, encarregados de formar o elenco cênico-musical para o concerto institucional de final de ano. Arte Educadores > Profissionais que vão compor as Duplas de Recreação Cênica em nos hospitais beneficiados pelo Projeto Brincando de Viver. E, complementando, a relação de alíneas: Material de Consumo e Equipamento de Tecnologia. RESPONSÁVEL PELA COORDENAÇÃO DO PROJETO BRINCANDO DE VIVER (CURRÍCULO) Carlos Henrique Delicio, dramaturgo, músico, psicólogo, Diretor Executivo da Arteludens e Produtor Cultural, trabalhou em projetos e em instituições importantes do 1o., 2o. e 3o. setores da Economia tais como SESC E SESI/SP; SENAC/SP E SENAC/RJ; Instituto Escola Brasil/Banco Real/Santander; e Banco Daycoval, atuando diretamente na área de responsabilidade social, executando projetos incentivados pela LIC, em nível Brasil. No campo da comunicação foi redator institucional da Rádio Jovem Pan/SP. Na área das artes é autor de peças infanto-juvenis, mesclando as linguagens do teatro com a música, a dança, as artes plásticas e a literatura. Entre as principais realizações, estão: "Beethoven, o Poeta dos Sons"; "Um Conto de Natal"; "O Soldadinho de Chumbo e o Menino Digital"; "Pinocchio e as Árvores Cantantes"; "Luzinhas de Natal"; "Fernão Capelo Gaivota"; "O Cavalo sem Sombra"; "Cinema de Cristal"; "Carta Itinerante"; "A Marionete"; "Knulp - o robô com o coração quase de gente"; "Papéis da Vida"; "O Caminho das Estrelas"; e "Concerto da Felicidade". Enquanto Proponente e executor de outros PRONACs tais como o "Brasil Musicantes"; o "Brincar de Viver"; o primeiro "Brincando de Viver”, “Arteludens" e agora, nesta proposta, sintetizando elementos positivos de todas essas experiências, ao Projeto Brincando de Viver.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 30/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.