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O Festival Violões do Paraná (FEVIP) é um evento itinerante interinstitucional dedicado à música erudita instrumental para violão, o qual reúne docentes e alunos de universidades públicas no Paraná em ações artísticas e formativas. Em sua terceira edição - denominada III Festival Violões do Paraná (III FEVIP), realizará atividades musicais gratuitas como concertos, masterclasses, palestras e atividades acadêmicas. O evento promove formação especializada, intercâmbio institucional e democratização do acesso à música de concerto.
OBJETIVO GERALPromover a difusão da música erudita instrumental para violão no Estado do Paraná, por meio da realização de um festival artísticoacadêmico que integre formação especializada, intercâmbio entre instituições públicas de ensino superior, circulação de repertório de concerto e ampliação do acesso da sociedade à música instrumental, contribuindo para a formação de músicos e para a formação de público para a música de concerto.OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 10 concertos públicos gratuitos dedicados à música erudita instrumental para violão.Promover a formação artística de estudantes de música por meio de 06 masterclasses, 02 oficinas, 02 palestras e práticas coletivas orientadas por docentes especialistas.Estimular a formação de plateia para a música de concerto por meio da oferta de apresentações abertas ao público e ações educativas.Incentivar o intercâmbio artístico e acadêmico entre docentes e discentes das universidades públicas participantes.Difundir repertório da tradição violonística de concerto, contemplando diferentes períodos históricos e abordagens interpretativas.Promover a prática de música de câmara e a formação de uma orquestra de violões durante o Festival.Ampliar o acesso de estudantes e da comunidade à produção artística e acadêmica desenvolvida nas universidades públicas.Fortalecer a rede de cooperação entre instituições de ensino superior dedicadas à formação musical no Estado do Paraná.
O Festival Violões do Paraná constitui iniciativa de natureza artístico-acadêmica dedicada à valorização, difusão e formação em música erudita instrumental para violão, reunindo docentes, pesquisadores, intérpretes e estudantes vinculados a instituições públicas de ensino superior de música no Estado do Paraná. O projeto dá continuidade a um movimento interinstitucional iniciado em 2024 por universidades paranaenses que reconhecem o papel estruturante da produção musical acadêmica na formação artística, na preservação do patrimônio cultural e na ampliação do acesso da sociedade aos bens culturais.Nesse contexto, o FEVIP se insere plenamente nos objetivos da política pública de incentivo à cultura estabelecida pela Lei nº 8.313/91, especialmente ao contribuir para o cumprimento das finalidades previstas no art. 1º, incisos I, II e III, que tratam, respectivamente, da promoção, proteção e valorização das expressões culturais nacionais; da democratização do acesso às fontes da cultura e do pleno exercício dos direitos culturais; além da valorização e difusão das manifestações artísticas e culturais. Ao promover concertos públicos gratuitos, atividades formativas e ações educativas, o projeto amplia o contato da população com a música de concerto e instrumental, tradicionalmente restrita a circuitos especializados, favorecendo a formação de público e o acesso qualificado da comunidade à produção artístico-musical universitária.A iniciativa também dialoga diretamente com as diretrizes estabelecidas no art. 3º da referida lei, especialmente em seus incisos I, II, III e IV, ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor artístico, incentivar a formação de artistas e técnicos na área cultural, promover a circulação de obras e repertórios da música violonistica instrumental e contribuir para o desenvolvimento da consciência cultural da sociedade. A realização de masterclasses, oficinas, palestras e práticas coletivas conduzidas por professores especialistas constitui importante mecanismo de qualificação técnica e pedagógica de jovens músicos, fortalecendo a formação profissional na área da performance instrumental.Adicionalmente, o projeto promove intercâmbio musical e acadêmico entre instituições públicas de ensino superior em música, ampliando a circulação de repertórios erudito e instrumental e consolidando redes de cooperação entre docentes e discentes. Essa articulação institucional fortalece o papel das universidades como centros produtores e difusores de cultura, em consonância com o princípio constitucional de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.O caráter itinerante do FEVIP também contribui para a descentralização da oferta cultural dentro do Estado do Paraná, permitindo que diferentes comunidades tenham acesso a programação artística de elevada qualidade técnica. Ao sediar a terceira edição do evento, a Universidade Estadual de Londrina reafirma sua vocação como polo de produção cultural e formação artística, promovendo o encontro entre universidade e sociedade e ampliando o alcance social da música de concerto.Dessa forma, o III FEVIP consolida-se como iniciativa relevante para o fortalecimento da música erudita instrumental no Brasil, articulando formação especializada, produção artística e democratização do acesso cultural, em plena consonância com os princípios e objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313/91.
Plano Pedagógico: Masterclass de Violão1. Informações Gerais- Título: “Masterclass de Violão”- Público-alvo: Violonistas de diferentes níveis (alunos de cursos livres, graduação, pós-graduação ou profissionais).- Número de participantes ativos: de 15 a 20 alunos em cada sala para cada professor - Total de vagas: 120 - Número de ouvintes: Livre (limitado à capacidade do local).- Carga horária total: 4 horas distribuídas em 2 dias.- Pré-requisitos: domínio básico da leitura de partituras e conhecimento da notação do braço do violão.- A masterclass difere de uma aula tradicional por focar na “performance pública”, no “refinamento interpretativo” e na “troca de experiências” em grupo.2. JustificativaA masterclass surge da necessidade de aprofundar conhecimentos técnicos e interpretativos no violão, indo além do aprendizado tradicional em sala de aula. Este tipo de encontro visa criar um espaço de imersão onde o participante poderá vivenciar a música de forma intensa, recebendo feedback direto de um profissional experiente (professor). A troca de experiências entre os participantes e o professor enriquece o aprendizado coletivo e individual, promovendo o desenvolvimento artístico e a atualização de repertórios e técnicas.3. EmentaEstudo da performanceviolonística em diferentes níveis. Aplicação de aspectos técnicos (produção sonora, digitação, dinâmica) e musicais (fraseado, agógica, caráter musical) à performanceviolonística. Preparação para o palco e gerenciamento da ansiedade quando emperformance pública.4. ObjetivosObjetivo GeralProporcionar aos participantes uma experiência de aprofundamento técnico e musical, desenvolvendo habilidades interpretativas, criativas e analíticas ao violão, através da exposição de conceitos e da prática orientada na qual são fornecidas ferramentas técnicas e interpretativas para que desenvolvam uma expressão artística própria e consciente.Objetivos Específicos- Diagnosticar e corrigir vícios técnicos que comprometem a fluênciada execução musical.- Explorar diferentes possibilidades de digitação (mão direita e esquerda) para otimização dos movimentos bimanuais.- Desenvolver a escuta crítica e a capacidade de autoavaliação.- Compreender o estilo e o contexto histórico das obras trabalhadas.- Proporcionar experiência de performance em um ambiente estimulante e construtivo. 5. Conteúdo Programático 5.1Elementos de Técnica a Serviço da Música- Mão direita: produção do som; ponto de contato da unha com a corda, variações tímbricase dinâmicas do som.- Mão Esquerda: independência de movimento dos dedos, ligados e mudanças de posição.- Postura com o violão e Ergonomia: análise da postura corporal do aluno e ajustes do esforço para evitar distúrbios osteomusculares e fadiga excessiva. 5. 2 Elementos de Interpretação e Estilo musical- Fraseado Musical: construção de frases, pontos de tensão e relaxamento na estrutura musical.- Agógica: uso expressivo do rubato e do rigor rítmico.- Obras Polifônicas: condução de vozes contrapontísticas no violão.- Música Contemporânea: notações especiais e técnicas estendidas (se aplicáveis ao repertório). 5.3Elementos de Performance e Experiência no Palco- Elementos Gestuais e Comunicação: como o movimento corporal influencia a sonoridade e a comunicação com a plateia.- Ansiedade no palco: técnicas de respiração/concentração antes e durante a execução.- Ações de Etiqueta em Palco: entrada (cumprimento ao público, ajustes do apoio/suporte do violão, etc) e saída (aplausos, agradecimentos, etc). 6. MetodologiaA masterclass será conduzida de forma dialógica e prática, alternando momentos de performance individual com intervenções didáticas.Os participantes tanto poderão tocaras obras por completo, sem interrupções, ou o professor pode fazer intervenções pontuais para trabalhar trechos específicos com o aluno.Poderá ser realizada discussão em grupo sobre soluções para problemas comuns encontrados nas peças.No último dia, os participantes podem tocar novamente aplicando os conceitos aprendidos.7. Recursos Didáticos - Espaço: sala com boa acústica, cadeiras para os alunos e iluminação adequada para partituras.- Equipamentos: estante de partitura, banquinho para apoio do pé (ou suporte para violão), violão de reserva do professor para demonstrações.- Materiais de Apoio: projetor multimídia (para exibir partituras ou vídeos de referência), quadro pautado.- Partituras: os alunos deverão levar duas cópias da obra que irão trabalhar (uma para si e uma para o professor realizar anotações). 7. AvaliaçãoA avaliação na masterclass é contínua e formativa, podendo conter alguns dos seguintes itens:- Autoavaliação:após tocar, o aluno é convidado a comentar sua própria performance (pontos fortes e a melhorar).- Feedback da Plateia: discussão mediada onde os ouvintes oferecem impressões respeitosas.- Feedback do Professor: síntese final do professor, destacando os avanços e apontando caminhos para o estudo individual pós-masterclass. 8. Cronograma Sugerido (para 2 dias) - Quarta-feira | 09:00| Abertura | Apresentação do professor, dos alunos e da dinâmica do curso. | 09:30 |Performances individuais + Intervenções focadas em Técnica e Produção de Som. | 10:00 Performances individuais + Intervenções focadas em Interpretação e Fraseado. |- Quinta-feira|09:00| Foco na Performances + Ansiedade de palco. | 09:30 |Masterclass Temática: uma obra significativa do repertorio violonístico- aula expositiva e prática com todos alunos. |10:00 | Aplicação dos conceitos. Performance sem interrupções. |10:30 Encerramento, troca de experiências e orientações para estudos futuros. Oficina de Violão em Música de CâmaraA oficina propõe o desenvolvimento da prática camerística aplicada a duos, trios e quartetos de violões, bem como à formação de violão com quarteto de cordas, com foco na escuta ativa, integração sonora e construção coletiva da interpretação.Serão abordados fundamentos da música de câmara, incluindo sincronização rítmica, equilíbrio sonoro, articulação, fraseado e comunicação musical entre os integrantes. A oficina também contempla técnica aplicada ao contexto camerístico.Por meio de ensaios orientados e atividades práticas, os participantes vivenciarão estratégias eficientes de estudo em grupo e preparação para performance, culminando em apresentação final comentada.Público-alvo: violonistas de nível intermediário a avançado e formações camerísticas pré-estabelecidas ou organizadas no início da oficina. Vagas: 120Carga horária: 4 horas.Resultados esperados:• Aprimoramento da escuta e da integração musical• Desenvolvimento da autonomia em ensaios coletivos• Consolidação de critérios interpretativos em grupo• Experiência prática de performance camerística
O III Festival Violões do Paraná – FEVIP 2026 adotará medidas estruturadas de acessibilidade física, comunicacional e de conteúdo, em conformidade com as diretrizes estabelecidas pela Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência) e com as orientações da Instrução Normativa vigente do Ministério da Cultura para projetos incentivados.No que se refere à acessibilidade física, as atividades serão realizadas em espaços culturais e institucionais que possuam infraestrutura adequada para o atendimento de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo acesso por rampas ou elevadores, circulação em áreas adaptadas e disponibilidade de assentos reservados. A organização do evento também garantirá atendimento prioritário e apoio da equipe de produção para assegurar a adequada fruição das atividades por todos os públicos.No campo da acessibilidade comunicacional, o projeto prevê a disponibilização de intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) em atividades selecionadas da programação, especialmente nos concertos de maior público. Os materiais de divulgação digital e institucional serão produzidos com linguagem clara e estrutura acessível, priorizando descrição textual adequada das atividades, a fim de ampliar o acesso às informações por diferentes públicos.Considerando também a acessibilidade de conteúdo e a segurança sensorial dos espectadores, o projeto adotará diretrizes de produção cênica que evitem o uso de estímulos visuais potencialmente prejudiciais, tais como luzes estroboscópicas ou sequências de iluminação com efeitos intensos de intermitência que possam desencadear desconforto ou crises em pessoas com epilepsia fotossensível ou outras condições neurológicas sensíveis a estímulos luminosos. O controle da intensidade sonora em sistema amplificado de som também obedecerá as normas locais relativas à poluição sonora.Além disso, o projeto adota postura inclusiva no âmbito pedagógico e artístico, incentivando a participação de pessoas com deficiência nas atividades formativas, com adequações metodológicas quando necessário, reforçando o compromisso institucional com a ampliação do acesso às práticas musicais e à fruição cultural.Dessa forma, o III FEVIP busca garantir condições efetivas para que diferentes públicos possam acessar e usufruir das atividades culturais propostas, promovendo um ambiente inclusivo, seguro e socialmente acessível.
O III Festival Violões do Paraná (FEVIP 2026) adota como princípio estruturante a democratização do acesso aos bens culturais, em consonância com as diretrizes estabelecidas pela Lei nº 8.313/91 e com as orientações da Instrução Normativa vigente do Ministério da Cultura para projetos incentivados.Nesse sentido, o projeto assegurará acesso amplo às atividades artísticas e formativas por meio da realização de concertos públicos gratuitos, permitindo que a comunidade em geral tenha contato com repertório da música erudita instrumental, tradicionalmente restrito a circuitos especializados. A gratuidade das apresentações amplia significativamente a participação da população e contribui para a formação de plateia para a música de concerto. Neste sentido a programação incluirá a realização de 4 (quatro) recitais didáticos realizados em pelo menos 4 escolas públicas de nível Básico e Médio da cidade de Londrina/PR.Além das apresentações abertas ao público, o projeto prevê a participação de estudantes de cursos de música de instituições públicas de ensino superior e de escolas de música da região, promovendo intercâmbio artístico e acadêmico e fortalecendo a formação de jovens músicos.A estratégia de divulgação incluirá canais institucionais das universidades participantes, redes sociais, imprensa local e parcerias com instituições culturais e educacionais da região, buscando alcançar públicos diversos e ampliar o alcance social do projeto.Ao promover concertos gratuitos, ações educativas e atividades formativas abertas à comunidade, o III FEVIP contribui para a ampliação do acesso da sociedade aos bens culturais, para a formação de público e para o fortalecimento da presença da música de concerto no cenário cultural regional.
Rafael Iravedra - Professor Nasceu na cidade de La Plata, Argentina. É Mestre e Doutor em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Ministrou cursos e masterclasses em diversas universidades e festivais na América e na Europa. Como solista, apresentou-se em salas da Argentina, Brasil, Colômbia, México, Estados Unidos, Espanha, França, Bélgica, Alemanha e Portugal. Realizou doutorado sanduíche na Universidade de Aveiro (Portugal) e estágio de pós-doutorado na UFRGS. Atualmente é professor da Escola de Música e Belas Artes do Paraná (UNESPAR) e professor colaborador da Maestría en Interpretación de Música Latinoamericana de los Siglos XX y XXI da Universidad Nacional de Cuyo (Argentina). Paulo Lopes - Professor Doutor em Educação pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Mestre em Artes pela Universidade de São Paulo (USP) desde 2010, onde foi bolsista do Programa PAE e possui graduação em Música pela mesma instituição (2006). Foi professor de Canto Coral e Violão no- Conservatório Estadual Padre José Maria Xavier até o final de 2007. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em ensino Musical, Violão Erudito, Regência Coral e demais áreas de ensino de teoria musical. É professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM) desde 2008, atuando nas áreas de Regência Coral, Violão e disciplinas teóricas. Ocupou a coordenação do curso de Graduação em Música da UEM de 2014 a 2016, atuou como coordenador geral da UNATI (Universidade Aberta à Terceira Idade) de 2016 a 2020, e atuou como coordenador adjunto do Curso de Graduação em música agosto de 2023 a julho de 2025. Atua como diretor artístico dos grupos corais: Coral Infantojuvenil da UEM, Coral da UNATI (Universidade Aberta da terceira Idade). Atua ainda como professor, regente e diretor artístico da Orquestra de violões da UEM. NATANAEL FONSECA - Professor Mestre em Violão Erudito pela Universidade de Aveiro – Portugal. É também violista da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina desde 1991 e da Orquestra de Câmara Solistas de Londrina, com a qual participou da gravação de cinco discos e de diversas turnês. Destaque para o Festival de Verão de Varna, que ocorreu em 2010, na Bulgária. Apresentou-se de recitais de violão em Portugal e Espanha, e como solista nos concertos para violão e orquestra de Mário Castelnuovo Tedesco, Heitor Villa-Lobos e Anton Garcia Abril com a Orquestra Sinfônica da UEL e dos concertos de A. Vivaldi e J.L. Krebs com a Solistas de Londrina.Desenvolve intenso trabalho pedagógico, coordenando oficinas de musicalização no projeto Orquestrando o Futuro, fruto de uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação de Londrina.Inácio Rabaioli - Coordenador Geral Bacharel em Música (Violão) pela Universidade Federal de Santa Maria, onde estudou com os violonistas Álvaro Pierri e Eduardo Castañera. É mestre em Música (Educação Musical) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor em Música (Performance) pela Universidade de Aveiro. Desde 1991 é professor de violão no curso de Licenciatura em Música da Universidade Estadual de Londrina. Ao longo de sua carreira tem se dedicado ao ensino e performance do violão. Atua também na editoração de partituras musicais e na realização de arranjos/transcrições/composições para violão. Atualmente, desenvolve pesquisa acadêmica em biomecânica da performance violonística, ministra palestras sobre este tema e coordena o IIIº Festival de Violões do Paraná (FEVIP/2026).Gabriel Navia - Professor Violonista e pesquisador, Mestre em Performance Musical e Doutor em Teoria e Análise Musical pela University of Arizona. Premiado em concursos no Brasil e nos Estados Unidos, já se apresentou como solista e camerista com grupos como o Arizona Contemporary Ensemble, Southern Arizona Symphony Orchestra e a Orquestra Sinfônica da USP. Sua produção acadêmica concentra-se no estudo de repertórios tonais dos séculos XIX a XXI, abrangendo a música de concerto e a música popular. Atualmente, é professor associado na UNILA e editorchefe da Musica Theorica, revista da Associação Brasileira de Teoria e Análise Musical (TeMA).Flávio Apro - Professor Renomado violonista, pesquisador e professor. Mestre pela UNESP e Doutor pela USP, foi discípulo da lendária Adolfina Raitzin. Pesquisador notável em Performance Musical, lançou livros e o CD “Francisco Mignone” no México. Professor efetivo na UEM, é pesquisador visitante nos EUA e Hungria. Gravou diversos CDs para o selo Brilliant Classics, incluindo "The Brazilian Guitar". Apresenta-se em salas de concerto do Brasil, Américas, Europa e Ásia.Fabio Scarduelli – Professor Violonista, professor e pesquisador; Mestre e Doutor em Música pela UNICAMP, onde foi também professor e pos-doc. Gravou dois discos solo: Música Paulista para Violão com a primeira integral para violão solo de Almeida Prado; e OBRAS BRASILEIRAS PARA VIOLÃO, estreando obras de Sérgio Vasconcellos Corrêa, Milton Nunes, Felipe de Almeida Ribeiro e Pedro Cameron. Mantem intensa carreira como concertista e pesquisador. Atuou como convidado em diversos festivais, realizando concertos, palestras e masterclasses. Destaca-se a participação como convidado no Koblenz International Guitar Festival na Alemanha em 2018, 2019, 2023, 2024 e 2025, onde foi membro do Juri do concurso, ministrou palestras e masterclass. Atualmente é professor da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, em Curitiba. É também professor no Programa de Pós-graduação em Música da UNICAMP desde 2010.Egon Eduardo Sebben - Professor Licenciado em Música pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (2006) e Mestre (2009) e Doutor (2017) em Educação pela mesma instituição. É professor adjunto do curso de Licenciatura em Música da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), ministrando as disciplinas de Prática Instrumental em Grupo I e 2 - Violão; e Tecnologia, Música e Educação. Coordenador do curso de Licenciatura em Música da UEPG de 2017 a 2021 e Chefe do Departamento de Artes da UEPG, gestão 2021-2023. Atualmente é chefe do Departamento de Música da UEPG (gestão 2026-2028). Coordena a Linha de Pesquisa “Música, Tecnologias, Educação e Sociedade”, desenvolvendo pesquisas sobre formação de professores, tecnologias digitais aplicadas à música e desenvolvimento de práticas musicais na escola.Danilo Bogo - ProfessorGraduado em violão pela UNESPAR/EMBAP, Mestre em Interpretação pela Universidade de Montreal (Canadá) e Doutor em Musicologia pela UFPR. Entre 2005 e 2007 atuou junto ao Quarteto de Violões da EMBAP. Suas pesquisas na área de pedagogia instrumental dedicam-se ao desenvolvimento da leitura à primeira vista no violão. Além de pesquisador e violonista, desenvolve intenso trabalho como compositor, escrevendo obras para formações diversas. Nesse âmbito destaca-se a junção entre música e tecnologia desenvolvida junto ao coletivo Contackte - o qual é membro fundador. Atualmente, é técnico do curso de Música da UNILA, conciliando atividades artísticas, acadêmicas e pedagógicas.Alexandre Aguiar - ProfessorMestre em Music Performance pela Marshall University (EUA) e Doutor em "Práticas Interpretativas - Violão" pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre-RS). Atua como professor da UNILA (Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Foz do Iguaçu-PR) desde 2012, onde ministra disciplinas como “Violão”, “Laboratório de Execução Instrumental” e “Didática do Instrumento”. Também atuou como professor em festivais de música como o Festival de Música de Cascavel (Cascavel-PR), Festival de Cuerdas (Hohenau-Paraguai) e Curso Internacional de Verão de Brasília (CIVEBRA, Brasília-DF). Possui atividade como solista e camerista, tendo já participado de diversos duos, trios e quartetos em diferentes formações instrumentais. Dentre estes, destacam-se a atuação nos quartetos de violão Quadrivium (Porto Alegre-RS) e Fronterizo (Foz do Iguaçu-PR/Ciudad del Este-PY), além do grupo de salsa Herencia Latina (Foz do Iguaçu-PR, tocando violão tenor). É criador e atual coordenador do projeto de extensão “Ciclo Sonoro”, que visa fomentar a atividade musical em Foz do Iguaçu e região através de recitais, palestras, oficinas e masterclasses com músicos convidados de diversos países. A insituição proponente realizará a coordenação admnistrativo financeira do projeto.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 30/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.