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O Sabores da Malha é um projeto cultural a ser realizado em junho de 2026, integrado à programação oficial do Festmalhas em Jacutinga/MG. Com entrada gratuita, tem como objetivo central a preservação, valorização e transmissão da cozinha mineira como patrimônio imaterial.O projeto estrutura um Circuito Gastronômico, desenvolvido prioritariamente por meio de oficinas formativas e sessões de cozinha-show, que reunirão bares, restaurantes, cozinheiros tradicionais, produtores e empreendedores criativos. Nessas atividades, os participantes compartilharão receitas, modos de fazer, saberes e narrativas locais, promovendo a transmissão de conhecimentos culturais e a salvaguarda da memória alimentar _ reconhecendo e valorizando a culinária mineira. Como legado cultural permanente, esse processo resultará na elaboração de um livro digital de receitas e relatos, fruto de trabalho editorial cuidadoso, voltado ao fortalecimento da identidade local e do patrimônio cultural imaterial.
Legado para o Patrimônio Cultural Imaterial com a produção do livro de receitas do festival, registrando as principais receitas e causos da região. Haverá exemplares impressos para entrega nas escolas e órgãos públicos, mas será também amplamente divulgado nas redes sociais.
Os objetivos do 1º Festival Gastronômico Cultural de Jacutinga _ Sabores da Malha estão orientados à preservação, valorização e transmissão do patrimônio cultural imaterial, tendo a gastronomia tradicional mineira como eixo central. Por meio de ações formativas, oficinas, práticas demonstrativas e produção de memória, o projeto busca promover a salvaguarda de saberes, modos de fazer e narrativas locais, articulando cultura, identidade e economia criativa, em consonância com as diretrizes do PRONAC. 4.1 Objetivo geral Realizar, em três finais de semana entre 6 e 22 de junho de 2026, durante o Festmalhas Jacutinga 2026, o 1º Festival Gastronômico Cultural de Jacutinga _ Sabores da Malha: onde a mesa encontra o tear, como um eixo gastronômico-cultural integrado, gratuito, acessível e sustentável, voltado à valorização da identidade local, os saberes e do patrimônio imaterial e ao fortalecimento da comunidade e dos agentes do meio gastronômico por meio de oficinais e do cozinha-show, em consonância com as diretrizes do PRONAC e a agenda do FESTMALHAS 2026. 4.2 Objetivos específicos a) Estruturar um eixo gastronômico-cultural permanente dentro do Festmalhas, capaz de articular gastronomia, cultura, moda em malha e turismo em uma mesma narrativa curatorial, tornando o festival uma referência no calendário da cidade.b) Valorizar a culinária regional e os saberes tradicionais, reconhecendo e divulgando pratos típicos, modos de fazer, ingredientes locais e histórias de cozinheiras, cozinheiros, produtores rurais, bares, restaurantes e empreendimentos de alimentação de Jacutinga e entorno.c) Oferecer oficinas, rodas de conversa e ações formativas voltadas a empreendedores, trabalhadores do comércio, produtores culturais, jovens e demais interessados, abordando temas como atendimento ao turista, identidade visual, redes sociais para gastronomia, cultura alimentar, memória, sustentabilidade e políticas culturais.d) Ampliar o tempo de permanência dos visitantes em Jacutinga e incentivar o consumo responsável e qualificado de produtos e serviços locais (alimentação, hospedagem, comércio e serviços), contribuindo para o fortalecimento da economia criativa e do turismo de experiência no município.e) Implementar ações de acessibilidade e democratização do acesso, garantindo que pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos, crianças e públicos em situação de vulnerabilidade possam usufruir da programação, por meio de estrutura física adequada, mediação, comunicação acessível e atividades gratuitas.f) Incentivar práticas de sustentabilidade ambiental no contexto do festival, estimulando a redução do uso de descartáveis, o manejo adequado de resíduos, o combate ao desperdício de alimentos, o uso de materiais biodegradáveis sempre que possível e a sensibilização do público e dos expositores.g) Produzir registro e material fotográfico e conteúdos digitais acessíveis, de forma a documentar o processo, comprovar o cumprimento das metas, ampliar o alcance do projeto para além dos dias de realização e gerar memória para futuras edições e políticas públicas.i) Consolidar o "Sabores da Malha" como modelo replicável em edições futuras do Festmalhas e em outros eventos do município, fortalecendo a perenidade do eixo gastronômico-cultural e contribuindo para o posicionamento de Jacutinga como destino de moda, gastronomia e cultura.j) Legado para o Patrimônio Cultural Imaterial com a produção do livro de receitas do festival, registrando as principais receitas e causos da região. Haverá exemplares impressos para entrega nas escolas e órgãos públicos, mas será também amplamente divulgado nas redes sociais.
Jacutinga, localizada no Sul de Minas Gerais, consolidou-se nas últimas décadas como referência nacional em malharias, atraindo um fluxo expressivo de visitantes de diferentes estados, motivados principalmente pelo turismo de compras. O Festmalhas, evento tradicional do calendário local, é um dos principais vetores desse movimento, projetando a cidade no cenário regional e nacional.Apesar desse reconhecimento como polo de moda em malha, o potencial de Jacutinga para se afirmar também como destino de experiências culturais e gastronômicas ainda se encontra em processo de estruturação. Em muitos casos, a vivência do visitante se restringe à compra de produtos nos pavilhões, com pouca mediação organizada que conecte moda, comida, memória, cultura e hospitalidade local em uma narrativa integrada.O 1º Festival Gastronômico Cultural de Jacutinga _ Sabores da Malha: onde a mesa encontra o tear surge justamente para preencher esse vazio de curadoria e estruturação cultural, criando um eixo gastronômico-cultural permanente dentro do Festmalhas, capaz de: promover de forma relevante a cultura local ao enfatizar as tradições culinárias e a salvaguarda desses saberes; com ênfase na permanência e compartilhamento de receitas que representam o convívio das pessoas com o sentimento histórico e sociocultural dos alimentos _ ratificando na região de Jacutinga o ideal de pertencimento e identidade mineira como produto cultural legítimo e atrativo; transformar os valores tradicionais em produto cultural efetivo e presente na identidade do FESTMALHAS e de JACUTINGA;valorizar a culinária regional, as cozinheiras e cozinheiros, bares, restaurantes, produtores rurais e empreendedores criativos da cidade e do entorno;fortalecer a economia criativa local, articulando as cadeias da moda, da gastronomia, do turismo e da produção cultural. Além desse recorte econômico e turístico, o projeto se justifica pela sua aderência às diretrizes do PRONAC, ao propor um conjunto de ações gratuitas, acessíveis e descentralizadas, com foco em: transmissão de saberes tradicionais com a integração de práticas culturais materiais e imateriais;democratização do acesso à cultura, por meio de programação aberta ao público, sem cobrança de ingresso, e com atenção a públicos em situação de vulnerabilidade social;acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, contemplando estrutura adequada, recursos de mediação e ações de acolhimento;sustentabilidade ambiental, ao incentivar boas práticas no uso de materiais, manejo de resíduos e redução de desperdícios na área de alimentação;formação de público e qualificação da cadeia produtiva, com oficinas, rodas de conversa e ações formativas voltadas para empreendedores, trabalhadores do comércio, produtores e artistas;registro, memória e transparência, por meio de documentação audiovisual e relatórios que permitam avaliar impactos e replicar boas práticas em futuras edições. Sob o ponto de vista simbólico e identitário, o festival também responde à necessidade de reconhecer e valorizar a cultura alimentar local como parte do patrimônio cultural de Jacutinga. Receitas de família, modos de fazer, saberes do campo, formas de receber e servir compõem um repertório que, muitas vezes, permanece invisível frente à força da marca "malhas". Ao articular o mote "Sabores da Malha: onde a mesa encontra o tear", o projeto explicita essa conexão entre o trabalho têxtil, a vida cotidiana e a gastronomia afetiva, fortalecendo a autoestima da comunidade e oferecendo uma narrativa mais completa da cidade para visitantes e moradores.Por fim, o festival se justifica como estratégia de longo prazo: a edição de 2026 inaugura um modelo replicável em futuras edições do Festmalhas, com potencial para se tornar referência em festivais gastronômico-culturais integrados a grandes eventos de moda e comércio, contribuindo para o posicionamento de Jacutinga no mapa cultural por sua riqueza imaterial e cultural através da reconhecida gastronomia de Minas Gerais.
O conjunto de produtos culturais gerados pelo 1º Festival Gastronômico Cultural de Jacutinga – Sabores da Malha envolve tanto experiências presenciais, vividas durante os três finais de semana do evento, quanto produtos registrados em formato digital e documental, que permanecem após o término do festival. 10.1 Produto cultural principal – o festival em siO produto central é a realização do festival gastronômico-cultural integrado ao Festmalhas 2026, compreendendo:Circuito Gastronômico “Sabores da Malha” em área estruturada, com participação de bares, restaurantes, cozinheiras tradicionais, produtores rurais e empreendedores criativos com foco na preservação do patrimônio cultural imaterial;Cozinha-show com pelo menos 12 sessões de demonstrações culinárias, bate-papos e apresentações de receitas acessíveis ao público;Oficinas de Gastronomia, Formação e capacitação – dos agentes do interior de Minas Gerais (JACUTINGA e entorno) sobre a relevância da gastronomia mineira, no intuito de valorizar e salvaguardar os sabes tradicionais e como meio assertivo de economia criativa;Oficinas formativas (no mínimo 6) em temas ligados à gastronomia, atendimento ao turista, comunicação e sustentabilidade;Rodas de conversa (mínimo 3) sobre turismo, moda, gastronomia, políticas culturais e desenvolvimento local;Feira de produtos regionais e criativos, integrando cadeia agroalimentar e economia criativa ao contexto do Festmalhas.Esse conjunto de atividades configura um produto cultural complexo e integrado, que combina fruição, formação em se tratando da prevalência de um Patrimônio Cultural Imaterial, perpassando pela convivência e fortalecimento da identidade local, com a valorização e visibilidade dos agentes culturais e cozinheiros tradicionais envolvidos. 10.2 Produtos digitais e audiovisuaisAlém da experiência presencial, o projeto prevê a produção de produtos digitais e audiovisuais, entre eles:1ª Edição do livro de receitas produzido pelo festival, tornando-se uma espécie de obra coletiva, reunindo receitas, causos e detalhes do festival. Terá exemplares impresso para entrega nas escolas e órgãos públicos, mas será também amplamente divulgado nas redes sociais. Banco de imagens fotográficas - Registro fotográfico profissional das principais atividades, contemplando:circuito gastronômico;oficinas e rodas de conversa;público participante;bastidores e elementos de identidade visual. Essas imagens poderão ser utilizadas em relatórios, redes sociais, materiais institucionais da Prefeitura, do Festmalhas, dos parceiros e patrocinadores, sempre com os devidos créditos.Vídeos curtos para redes sociais - Produção de peças em formato adequado a redes sociais (reels, stories, vídeos curtos), com:cenas do cotidiano do festival;depoimentos de participantes, expositores e artistas;trechos de apresentações, oficinas e cozinha-show. Os vídeos serão editados com legendas e linguagem acessível, podendo ser divulgados durante e após o evento, ampliando o alcance do projeto. 10.3 Relatório de memória e resultados - será produzido um relatório de memória e resultados, em formato digital (PDF), contendo:síntese do projeto e dos objetivos;registro das principais atividades realizadas;dados quantitativos (estimativa de público, número de expositores, oficinas, apresentações, etc.);destaques qualitativos (impactos percebidos, depoimentos, boas práticas);registro de ações de acessibilidade, democratização do acesso e sustentabilidade;galeria selecionada de fotos;créditos de equipe, parceiros e patrocinadores. Esse relatório será encaminhado ao Ministério da Cultura, à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, à Prefeitura de Jacutinga, ao Festmalhas e aos patrocinadores, funcionando como instrumento de transparência, prestação de contas e planejamento de futuras edições. 10.4 Potencial de reutilização e desdobramentos - Os produtos gerados – em especial o banco de imagens e o relatório de memória – poderão ser utilizados em:apresentações do festival em eventos de turismo e cultura;ações educativas em escolas e instituições culturais do município;divulgação em sites oficiais, redes sociais e materiais promocionais de Jacutinga como destino turístico;suporte à ampliação e continuidade do “Sabores da Malha” em futuras edições do Festmalhas.Assim, o produto cultural não se encerra nos dias do evento, mas deixa um rastro de memória e referência, fortalecendo a imagem de Jacutinga e a possibilidade de expansão do projeto nos próximos anos.
A acessibilidade é entendida, no 1º Festival Gastronômico Cultural de Jacutinga – Sabores da Malha, como princípio estruturante, abrangendo dimensões física, comunicacional, programática e atitudinal, de forma alinhada às políticas de inclusão e às boas práticas em eventos culturais. 8.1 Acessibilidade física e arquitetônicaA área destinada ao festival, integrada ao Festmalhas 2026, será organizada de modo a:Garantir circulação ampla e desobstruída, com corredores livres entre as barracas e tendas, permitindo a passagem de cadeiras de rodas, carrinhos de bebê e pessoas com mobilidade reduzida;Evitar degraus, desníveis bruscos e obstáculos; quando forem inevitáveis, serão usadas rampas com inclinação adequada ou soluções equivalentes;Disponibilizar banheiros químicos acessíveis, devidamente sinalizados e posicionados em locais de fácil acesso;Prever espaços reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida em frente ao palco/cozinha-show, permitindo visibilidade adequada e circulação segura;Organizar o posicionamento de mesas, cadeiras e mobiliário de forma a evitar “gargalos” e barreiras físicas, respeitando rotas de fuga e normas de segurança.Sempre que possível, serão utilizados pisos nivelados e, se o terreno for irregular, haverá atenção especial à disposição das estruturas para minimizar riscos de queda e dificuldade de locomoção. 8.2 Acessibilidade comunicacionalNa comunicação visual e nos materiais informativos, o festival adotará práticas que facilitem a compreensão por públicos diversos:Uso de fonte legível em tamanho adequado, com bom contraste entre texto e fundo em peças impressas e digitais;Linguagem clara, objetiva e sem excesso de jargões, priorizando informações essenciais (datas, horários, local, gratuidade, orientações básicas);Sinalização interna do espaço com pictogramas e ícones de fácil reconhecimento para indicar banheiros, acessos, área de apresentações, cozinha-show, ponto de informações e saídas de emergência;Produção de conteúdos digitais com legendas em vídeos e atenção à descrição básica de imagens, de forma a ampliar a acessibilidade;Sempre que possível, presença de profissional de Libras em momentos-chave da programação (aberturas, rodas de conversa, partes das oficinas e/ou cozinha-show), de acordo com a disponibilidade orçamentária e operacional.O ponto de informações do festival contará com equipe orientada para orientar o público com clareza, inclusive indicando os serviços acessíveis disponíveis. 8.3 Acessibilidade programática e atitudinalA programação será pensada para receber públicos de diferentes idades e condições, com:Atividades em horários variados (tarde e noite), permitindo que pessoas com diferentes rotinas de trabalho possam participar;Duração razoável de oficinas, rodas de conversa e apresentações, evitando esforços excessivos de permanência em pé;Conteúdos que considerem diversidade de perfis (jovens, idosos, famílias, trabalhadores do comércio, turistas, moradores locais).A equipe de produção, recepção, segurança e apoio será orientada quanto à postura de acolhimento e respeito às pessoas com deficiência, idosos, gestantes, crianças e demais públicos, incluindo:Atendimento prioritário quando necessário;Disposição para auxiliar na locomoção dentro do espaço, quando solicitado;Cuidado com filas, aglomerações e empurrões em áreas de maior fluxo.Essas orientações serão reforçadas em reunião de equipe e registradas em briefing operacional. 8.4 Acessibilidade econômicaEmbora não substitua políticas públicas específicas, o festival contribui para a acessibilidade econômica ao:Oferecer acesso totalmente gratuito à programação artístico-cultural, às oficinas, às rodas de conversa e à cozinha-show;Incentivar, em diálogo com expositores, a existência de opções de alimentação a preços acessíveis, garantindo que o espaço não se torne exclusivo de uma faixa de renda mais alta;Articular, quando possível, com escolas e serviços socioassistenciais, a participação de públicos em situação de vulnerabilidade, garantindo que também possam usufruir da experiência cultural e formativa.
A democratização do acesso é um eixo central do 1º Festival Gastronômico Cultural de Jacutinga – Sabores da Malha, garantindo que a experiência cultural, formativa e de convivência proporcionada pelo projeto seja ampla, gratuita e inclusiva, tanto para quem já frequenta o Festmalhas quanto para públicos que, muitas vezes, ficam à margem de atividades culturais estruturadas. 9.1 Gratuidade da programaçãoTodas as atividades propostas pelo festival serão totalmente gratuitas para o público, incluindo:acesso à área gastronômico-cultural e às apresentações artísticas;participação nas cozinhas-show;participação em oficinas e rodas de conversa (respeitada a capacidade dos espaços);fruição dos espaços de convivência, áreas de circulação e ações educativas.A gratuidade é uma condição essencial para que pessoas de diferentes faixas de renda, incluindo aquelas em maior vulnerabilidade, possam usufruir de atividades de qualidade, em diálogo com a política cultural estadual. 9.2 Ampliação de público e alcance socialO festival aproveita o fluxo natural de visitantes do Festmalhas e, ao mesmo tempo, desenvolve estratégias para garantir que o projeto:não se restrinja aos turistas de compras, mas seja apropriado também pela população local;incentive a presença de famílias, jovens, idosos e trabalhadores do comércio, que muitas vezes têm pouco acesso a programação cultural em outros momentos do ano;valorize moradores de bairros mais afastados, estimulando sua participação a partir da divulgação em escolas, unidades de saúde, CRAS e outras portas de entrada da política pública.Quando possível, serão organizadas ações específicas (convites institucionais, divulgação segmentada, parcerias com transporte coletivo do município, etc.) para estimular a presença de públicos diversos, especialmente aqueles que têm menor acesso usual a atividades culturais. 9.3 Articulação com escolas, instituições e serviços públicosPara ampliar o alcance social, o projeto buscará parcerias com:escolas da rede pública e privada de Jacutinga (visitas orientadas, divulgação de oficinas para estudantes, participação em ações educativas de gastronomia e cultura);serviços socioassistenciais (CRAS, CREAS e programas municipais), com foco em famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade social;grupos da terceira idade e associações comunitárias, incentivando a participação de idosos em atividades compatíveis com seus interesses e necessidades.Essa articulação será feita durante a fase de pré-produção, com visitas, reuniões e envio de materiais informativos, de modo a integrar o festival à rede institucional da cidade e não apenas ao público espontâneo do Festmalhas. 9.4 Diversidade de linguagens e formatosA democratização do acesso também se expressa na diversidade de linguagens e formatos da programação:atividades de fruição (intervenções culturais, cozinha-show);atividades de formação e troca (oficinas, rodas de conversa, cozinha-show);atividades de convivência (áreas de alimentação e descanso, encontros informais);conteúdos digitais que podem ser acessados posteriormente por quem não pôde comparecer presencialmente.Essa diversidade permite que pessoas com interesses, idades e tempos disponíveis distintos encontrem formas de se envolver com o festival. 9.5 Acesso digital e alcance ampliadoAlém do público presencial, a democratização do acesso será reforçada por meio de:registro audiovisual das principais atividades;publicação de fotos, relatos e conteúdos em redes sociais e canais institucionais da Prefeitura, do Festmalhas e dos parceiros;atenção à acessibilidade digital, com legendas em vídeos e linguagem clara nas publicações.Dessa forma, pessoas que não puderem comparecer aos dias de realização – por motivos de trabalho, deslocamento, saúde ou outros fatores – ainda poderão acessar parte da experiência do festival, ampliando o impacto cultural do projeto. 9.6 Equilíbrio entre vocação turística e direito à culturaPor fim, a democratização do acesso no “Sabores da Malha” busca equilibrar dois aspectos:a vocação turística e econômica de Jacutinga como polo de malhas e destino de visitantes;o direito à cultura da população local, que passa a ter um festival gastronômico-cultural estruturado, gratuito e recorrente.Ao integrar esses dois campos, o projeto contribui para que a cidade seja reconhecida não apenas como local de consumo, mas como território vivo de cultura, memória, sabores e encontros, acessível a todos.
Direção Executiva e Responsável pela Execução do Projeto Rogério Antônio Rosa – Diretor ExecutivoProfissional responsável pela coordenação geral da execução do 1º Festival Gastronômico Cultural de Jacutinga – Sabores da Malha, atuando desde o planejamento e pré-produção até a realização dos 3 finais de semana de festival e a fase de pós-produção. É o principal ponto de articulação entre equipe técnica, fornecedores, artistas, poder público e parceiros institucionais, garantindo o cumprimento do cronograma, das metas e das obrigações assumidas junto à Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e aos patrocinadores. Supervisiona a execução de todas as etapas do projeto, centralizando a tomada de decisão executiva e a coordenação geral das ações.Oficinas de Gastronomia, Cozinhas-Show e Ações Formativas Rogério Fernando Pinheiro – Oficineiro e EducadorBacharel em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi, desenvolve oficinas culturais com foco em mediação de saberes e valorização da cultura popular. Atua com metodologias voltadas à inclusão, teatro comunitário, literatura de cordel, dança e contação de histórias, com experiência em ações educativas para públicos diversos. No projeto, integra a frente de oficinas e ações formativas, contribuindo para a dimensão educativa e participativa do festival, aproximando o público dos conteúdos culturais e temáticos propostos.Coordenação Gastronômica / Chef de Cozinha NIVALDO APARECIDO DA SILVA – Coordenação Gastronômica e das oficinas de gastronomiaÉ chef de cozinha com sólida formação acadêmica e ampla experiência em gastronomia contemporânea e culinária regional mineira. Possui Bacharelado em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi, Tecnólogo em Cozinha Profissional pelo Senac/SP e Curso Técnico em Cozinha pela Escola de Hotelaria e Turismo. Complementa sua formação com especializações em cozinha internacional, confeitaria avançada, panificação artesanal, cozinha mineira contemporânea e gestão de restaurantes e custos.Atuou como Chef Executivo em restaurantes de destaque, como o Restaurante Sabor Mineiro (2019–2025) e o Montanha Gourmet, em Monte Verde/MG, desenvolvendo cardápios autorais com foco em ingredientes locais, valorização da culinária mineira e técnicas contemporâneas, além de gestão de equipes e controle de custos. Possui experiência em festivais gastronômicos regionais e reconhecimento em publicações especializadas da Serra da Mantiqueira.Coordenação de Comunicação Kely Cristina Pereira – Coordenação de ComunicaçãoBacharel em Jornalismo, com experiência em comunicação cultural e cobertura de festivais. Atua como jornalista e apresentadora de eventos caipiras e de viola no Sul de Minas. Responsável pela produção de conteúdos digitais, releases, entrevistas e cobertura ao vivo em rádios, TVs e redes sociais. No projeto, coordena o plano de comunicação, a estratégia de divulgação e a interface com os canais institucionais da Prefeitura, Festmalhas, patrocinadores e demais parceiros.Registro Audiovisual Bruno Rafael de Almeida – FotografiaProfissional especializado em produção audiovisual, com experiência em cobertura de eventos culturais, gravação de shows, edição de vídeos institucionais e fotografia documental. No festival, responde pelo registro audiovisual e fotográfico das atividades, pela produção e pela organização do banco de imagens que subsidiará materiais de memória, comunicação e prestação de contas.Assessoria Jurídica do Projeto Lucas Mendes Ferreira – Assessoria Jurídica (OAB/MG 231.956)Advogado com atuação em direito cultural, contratos, terceiro setor e leis de incentivo. Responsável pela elaboração e análise dos contratos do projeto (fornecedores, artistas e serviços especializados), pela adequação dos instrumentos à legislação vigente e pelo acompanhamento de questões jurídicas relacionadas à execução do festival. Presta suporte à Direção Executiva na formalização de parcerias e obrigações legais, contribuindo para a segurança jurídica do projeto.Contabilidade e Prestação de Contas Gil Mesquista – Contador / Prestação de Contas (CRC/MG nº [informar])Contador com experiência em projetos culturais, associações e entidades do terceiro setor. Responde pela escrituração contábil do projeto, organização dos documentos fiscais, controle da execução financeira e elaboração da prestação de contas junto à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, garantindo transparência, rastreabilidade dos gastos e conformidade com as normas do PRONAC.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 30/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.