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"Maré de Cultura _ Rio Acessível propõe a realização de oficinas formativas gratuitas e acessíveis em Artes Visuais, voltadas à ampliação do repertório estético, da participação cultural e da criação autoral de pessoas com deficiência, familiares e públicos parceiros na cidade do Rio de Janeiro. Desenvolvido ao longo de 10 meses, o projeto articula formação artística, mediação cultural e acessibilidade transversal, contando com visitas mediadas a museus, centros culturais, teatros e espaços de memória como estratégia pedagógica complementar. O percurso culmina em Mostra Cultural acessível e gratuita e na produção de publicação acessível, ambas abertas ao público, fortalecendo a democratização do acesso, a formação de público e a difusão cultural em consonância com o Artigo 18 da Lei Federal nº 8.313/1991."
Maré de Cultura – Rio Acessível propõe uma experiência de formação e vivência cultural em que a cidade do Rio de Janeiro se transforma em território de descoberta, memória, criação e pertencimento. Por meio de oficinas acessíveis e visitas mediadas a museus, centros culturais, teatros e espaços de memória, jovens e adultos com deficiência percorrem diferentes regiões da cidade, ampliando repertórios, construindo vínculos com os bens culturais e fortalecendo sua presença na vida cultural urbana.Ao longo do percurso, cada equipamento cultural torna-se espaço de encontro entre histórias, narrativas e sensibilidades. Obras, exposições e acervos deixam de ser apenas objetos de contemplação para constituírem experiências mediadas, críticas e participativas, nas quais os participantes interpretam, dialogam, produzem sentidos e elaboram novas formas de expressão cultural.Acompanhados por mediadores culturais especializados e familiares, os participantes são reconhecidos como sujeitos ativos da cena cultural da cidade. A proposta promove autonomia, criatividade, ampliação do repertório estético e fortalecimento da autoestima, reafirmando a cultura como campo de cidadania, reconhecimento e participação social.O percurso culmina na realização de Mostra Cultural acessível e gratuita, aberta à comunidade, na qual registros fotográficos, audiovisuais e conteúdos produzidos ao longo da execução são apresentados como expressão coletiva das experiências vividas. A ação se expande ainda por meio de publicação acessível, ampliando a difusão dos processos, registros e aprendizagens desenvolvidos.Mais do que um conjunto de atividades culturais, Maré de Cultura – Rio Acessível inscreve novos sujeitos no espaço simbólico da cidade, reafirmando o direito à cultura como experiência plural, acessível e democrática.
Objetivo Geral"Promover formação artístico-cultural acessível no campo das Artes Visuais, por meio da realização de oficinas gratuitas articuladas a experiências mediadas de fruição cultural, ampliando o repertório estético, a participação cidadã e o acesso qualificado de pessoas com deficiência aos bens culturais da cidade do Rio de Janeiro." Objetivos Específicos• Realizar 40 visitas culturais totalmente gratuitas ao longo de 10 meses, em diferentes regiões da cidade do Rio de Janeiro, ampliando o acesso da população com deficiência aos equipamentos culturais e promovendo a ocupação democrática dos espaços de arte e memória.• Garantir a participação de 320 pessoas com deficiência e acompanhantes, assegurando transporte adaptado gratuito e recursos de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, eliminando barreiras de acesso à fruição cultural.• Desenvolver 10 oficinas de criação artística como contrapartida social gratuita, promovendo formação cultural, experimentação estética e fortalecimento da participação cidadã.• Realizar Mostra Cultural acessível e gratuita, aberta ao público, com capacidade estimada para 300 pessoas, compartilhando os registros e experiências produzidos ao longo do circuito.• Produzir e distribuir gratuitamente publicação acessível (1.000 exemplares impressos + versão digital gratuita), ampliando o alcance das ações e difundindo práticas de mediação cultural inclusiva.• Estruturar e sistematizar metodologia de fruição cultural acessível no campo das Artes Integradas _ Museu e Memória, contribuindo para a ampliação de políticas de democratização do acesso à cultura.
A fruição artística constitui dimensão estruturante do projeto configurando-se como espaço de produção simbólica, reconhecimento social e construção de imaginários coletivos. Contudo, o acesso aos bens culturais no Brasil permanece atravessado por desigualdades estruturais, especialmente no que se refere à participação de pessoas com deficiência nos circuitos culturais e nos espaços de memória das grandes cidades.Maré de Cultura _ Rio Acessível fundamenta-se na compreensão de que a diversidade cultural somente se realiza plenamente quando todos os sujeitos podem não apenas acessar a arte, mas inscrever-se criticamente no tecido simbólico urbano. O projeto organiza um circuito estruturado de difusão cultural no campo das Artes Integradas _ Museu e Memória, realizando 40 visitas mediadas a museus e equipamentos culturais da cidade do Rio de Janeiro, culminando na realização de Mostra Cultural acessível e gratuita aberta ao público e na produção de publicação acessível.Ao contemplar diferentes regiões, a iniciativa amplia a circulação cultural e reafirma o território como espaço plural de produção simbólica. Ao longo de 10 meses, serão promovidas 40 visitas culturais integralmente gratuitas, 10 oficinas de criação artística como contrapartida social, Mostra Cultural com capacidade estimada para 300 pessoas e produção de 1.000 exemplares impressos de publicação acessível, consolidando impacto cultural continuado e legado metodológico.O Rio de Janeiro, reconhecido por sua densidade histórica, institucional e artística, constitui um repositório vivo de patrimônios materiais e imateriais. Entretanto, para parcela significativa da população, tais espaços ainda operam como territórios física e simbolicamente restritos. O projeto atua nesse contexto ao assegurar condições efetivas de fruição estética, permanência qualificada e acessibilidade transversal, transformando a visita cultural em experiência mediada, crítica e compartilhada.Não se trata de ação assistencial ou recreativa, mas de política estruturada de democratização da fruição cultural, alinhada à Lei Federal nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), especialmente no âmbito do Artigo 18, e à Instrução Normativa MinC nº 29/2026. Ao garantir transporte adaptado gratuito, recursos comunicacionais acessíveis — Libras, audiodescrição, braile e leitura fácil — e mediação cultural especializada, a iniciativa consolida a acessibilidade como princípio estruturante da política cultural contemporânea.A Mostra Cultural final configura-se como ato público de visibilização estética e simbólica, colocando a experiência da diversidade no centro do debate sobre arte, cidade e cidadania cultural. A disponibilização gratuita dos registros e da publicação acessível amplia o alcance da ação, transformando o percurso artístico em legado público replicável.O projeto encontra plena consonância com os fundamentos da Lei nº 8.313/1991, especialmente no que se refere:I _ ao estímulo à produção e à difusão cultural, promovendo circulação e fruição de bens culturais no campo das Artes Integradas _ Museu e Memória;II _ à facilitação do acesso aos bens culturais, mediante eliminação de barreiras físicas, comunicacionais e atitudinais;V- à promoção da difusão cultural e à articulação entre agentes públicos e privados, fortalecendo o circuito cultural do município e ampliando a circulação qualificada de bens simbólicos no campo das Artes Integradas _ Museu e Memória.Estruturado com gratuidade integral e acessibilidade concebida como fundamento — e não complemento — da experiência estética, o projeto amplia a presença de públicos historicamente sub-representados nos equipamentos culturais, consolidando a diversidade como princípio estruturante da política cultural contemporânea.Dessa forma, Maré de Cultura _ Rio Acessível consolida-se como iniciativa plenamente alinhada ao Artigo 18 da Lei Rouanet, contribuindo para a democratização efetiva do acesso aos circuitos culturais e para a afirmação da cultura como território de equidade, pluralidade e reconhecimento.
Maré de Cultura – Rio Acessível fundamenta-se na compreensão da cultura como campo de produção simbólica, construção de pertencimento e exercício efetivo da cidadania. Nesse sentido, a cidade do Rio de Janeiro não é entendida como mero cenário, mas como território vivo de memória, narrativas, diversidade e reconhecimento. Garantir o acesso à sua vida cultural significa assegurar a presença ativa de todos os sujeitos no espaço público, especialmente daqueles historicamente afastados dos circuitos institucionais de fruição e legitimação cultural.Ao propor um percurso formativo e cultural acessível em museus, centros culturais, teatros e espaços de memória do Rio de Janeiro, o projeto reafirma a fruição cultural como direito e prática democrática. A iniciativa fundamenta-se no artigo 215 da Constituição Federal, na Lei nº 13.146/2015 e na Lei Federal nº 8.313/1991, especialmente no âmbito do artigo 18, tomando esses marcos não apenas como referências normativas, mas como diretrizes éticas para a democratização dos bens culturais e a consolidação de políticas culturais inclusivas.A proposta estrutura-se a partir da articulação entre formação, vivência cultural e difusão pública. A acessibilidade física, comunicacional e atitudinal é concebida como princípio estruturante da experiência estética, e não como medida acessória. Ao longo da execução, serão realizadas 10 oficinas formativas acessíveis, articuladas a 40 visitas culturais mediadas, além de Mostra Cultural acessível e gratuita, com capacidade estimada para 300 pessoas, e da produção de publicação de registro acessível, com 1.000 exemplares impressos e versão digital gratuita. Desse modo, o projeto estabelece movimento contínuo entre ampliação de repertório, participação cultural, criação e difusão.A mobilização dos participantes ocorrerá por meio de articulação com organizações da sociedade civil, escolas públicas e redes de atendimento à pessoa com deficiência, promovendo diversidade territorial e social. Todas as atividades serão integralmente gratuitas, reafirmando o compromisso com a democratização do acesso, a formação de público e a ampliação do repertório cultural como dimensão de autonomia, reconhecimento e participação cidadã.O projeto mantém natureza estritamente cultural, afastando-se de qualquer caráter assistencial, clínico ou terapêutico. Sua centralidade reside na experiência estética, na formação artístico-cultural e na inserção ativa das pessoas com deficiência na vida cultural da cidade. Ao promover o encontro entre arte, território e diversidade, Maré de Cultura – Rio Acessível contribui para a consolidação de uma política cultural orientada pela equidade, pluralidade e reconhecimento da diferença como dimensão constitutiva da vida urbana.Apresenta-se, assim, como ação estruturada de formação e difusão cultural, com entregas objetivas e mensuráveis: 10 oficinas formativas acessíveis, 40 visitas culturais mediadas, Mostra Cultural pública e produção editorial acessível. Alinhado ao artigo 18 da Lei Federal nº 8.313/1991 e à Instrução Normativa MinC nº 29/2026, o projeto fortalece a formação de público, amplia o acesso aos equipamentos culturais do Rio de Janeiro e consolida práticas replicáveis de inclusão cultural, assegurando impacto qualificado, mensurável e continuado.
Produto principal Curso/Oficina/Capacitação – Artes VisuaisRealização de programa estruturado de formação artístico-cultural acessível, no campo das Artes Visuais, composto por 10 oficinas presenciais gratuitas e acessíveis, articuladas a 40 visitas culturais mediadas a museus, centros culturais, teatros e espaços de memória da cidade do Rio de Janeiro.A proposta será executada ao longo de 10 meses, sendo a fase formativa concentrada entre os meses 2 e 9, período em que serão desenvolvidas as oficinas e as visitas mediadas como parte integrada da metodologia do projeto.O programa promove formação de público, ampliação de repertório estético, leitura crítica de obras e bens culturais, experimentação criativa e fortalecimento da participação de pessoas com deficiência na vida cultural da cidade, assegurando gratuidade integral, acessibilidade transversal e mediação especializada, em consonância com o artigo 18 da Lei Federal nº 8.313/1991 e com a Instrução Normativa MinC nº 29/2026.Público estimado 320 participantes diretos, compreendendo pessoas com deficiência e respectivos acompanhantes.Periodicidade da formação 10 oficinas presenciais ao longo da execução, articuladas a 40 visitas mediadas, com média de 5 visitas por mês entre os meses 2 e 9.Duração médiaOficinas: aproximadamente 2 horas por encontro.Visitas mediadas: aproximadamente 3 horas por atividade.Formato das oficinas e visitasCada oficina contará com:mediação cultural especializada;atividades de leitura de imagem e sensibilização estética;experimentações criativas acessíveis;materiais pedagógicos adaptados;recursos de acessibilidade compatíveis com o perfil do público atendido.Cada visita contará com:mediação cultural especializada;intérprete de Libras;audiodescrição presencial, quando aplicável;materiais em leitura fácil;transporte adaptado gratuito para cada participante com deficiência e um acompanhante;registro fotográfico e audiovisual contínuo.As visitas mediadas integram a metodologia do programa como estratégia de ampliação de repertório, vivência crítica dos espaços culturais e aprofundamento dos conteúdos desenvolvidos nas oficinas. Os serviços de acessibilidade comunicacional e adaptação de conteúdos estão previstos em rubricas específicas de acessibilidade, comunicação e difusão acessível, conforme a normativa vigente.PRODUTO SECUNDÁRIOMostra Cultural Acessível – Culminância PúblicaRealização de evento público gratuito no mês 10 de execução, destinado à apresentação dos registros fotográficos, audiovisuais e conteúdos produzidos ao longo do percurso formativo e das vivências culturais desenvolvidas no projeto.Público estimado 300 pessoas.Estrutura previstalocação de telão para projeção audiovisual;equipamentos de sonorização;locação de mobiliário;participação de palestrante convidado(a);profissionais de apoio à acessibilidade;intérprete de Libras;audiodescrição;transporte adaptado para participantes.A Mostra consolida o projeto como ação pública de difusão cultural e formação de público, proporcionando gratuidade integral, visibilidade às experiências desenvolvidas e ampla participação comunitária.PRODUTO SECUNDÁRIO – EDITORIALPublicação de Registro AcessívelProdução de 1.000 exemplares impressos de publicação acessível, reunindo:registros fotográficos das atividades;sistematização metodológica;diretrizes de mediação cultural inclusiva;indicadores e resultados do projeto.Também será disponibilizada versão digital acessível gratuita, ampliando o alcance público dos conteúdos produzidos.A impressão e a adaptação editorial para acessibilidade integram os custos previstos no orçamento, em conformidade com a regulamentação aplicável.ATIVIDADES FORMATIVASSerão realizadas 10 oficinas presenciais gratuitas, conduzidas pela equipe de mediação cultural prevista na planilha orçamentária.As oficinas dialogam diretamente com as experiências vivenciadas nas visitas culturais e contemplam:produção de registros visuais;exercícios de composição estética;narrativas sobre cidade, memória e pertencimento;experimentações expressivas acessíveis;leitura e interpretação de obras e acervos culturais.Público estimado Até 100 participantes por ciclo de atividade, com prioridade para pessoas com deficiência, familiares e estudantes da rede pública.Duração 2 horas por encontro.Os materiais pedagógicos e de consumo necessários estão previstos nas rubricas correspondentes do orçamento.AÇÕES DE DIFUSÃO AMPLIADAComo estratégia complementar de democratização do acesso e ampliação do alcance cultural, o projeto prevê:disponibilização gratuita dos registros audiovisuais em plataformas digitais institucionais, em formatos acessíveis, incluindo Libras, legendagem descritiva e audiodescrição;distribuição gratuita da publicação acessível, em versão impressa e digital;compartilhamento dos conteúdos produzidos com escolas públicas, bibliotecas, organizações da sociedade civil e instituições culturais parceiras do Rio de Janeiro;divulgação institucional em redes públicas e canais digitais do proponente, ampliando a visibilidade da iniciativa e fortalecendo a difusão cultural.As medidas asseguram continuidade de acesso aos conteúdos produzidos, ampliando o impacto cultural para além da participação presencial.PÚBLICO PRIORITÁRIOAs ações atenderão prioritariamente:pessoas com deficiência;estudantes da rede pública de ensino;comunidades com menor acesso aos equipamentos culturais institucionais;organizações da sociedade civil que atuam na promoção da inclusão social.A mobilização será realizada por meio de articulação com redes públicas e instituições parceiras, garantindo equidade no acesso às atividades propostas.ACESSIBILIDADEA acessibilidade constitui princípio estruturante e transversal do projeto, assegurada desde o planejamento até a difusão dos conteúdos, em conformidade com a Lei Federal nº 8.313/1991, com a Instrução Normativa MinC nº 29/2026 e com a Lei nº 13.146/2015.Serão garantidos:intérprete de Libras nas oficinas, visitas mediadas e Mostra Cultural;audiodescrição presencial e nos registros audiovisuais, quando aplicável;materiais em leitura fácil;versão digital compatível com leitores de tela;transporte adaptado gratuito para cada participante com deficiência e um acompanhante.Os serviços e insumos de acessibilidade comunicacional, adaptação editorial e recursos de difusão acessível estão previstos nas rubricas orçamentárias correspondentes, conforme os parâmetros estabelecidos na normativa vigente.
ACESSIBILIDADEA acessibilidade constitui princípio estruturante e transversal do projeto, integrada desde o planejamento do circuito artístico até a realização da Mostra Cultural final. As ações são concebidas para garantir fruição estética, permanência qualificada e igualdade de condições de participação de pessoas com deficiência nos espaços expositivos da cidade, em conformidade com a Instrução Normativa MinC nº 29/2026 e com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015).1. Circuito de Difusão – Visitas MediadasAcessibilidade ArquitetônicaTodos os museus, centros culturais, teatros e espaços expositivos integrantes do circuito serão previamente avaliados quanto às condições de acessibilidade física, proporcionando circulação segura e autônoma por meio de rampas, elevadores, sanitários adaptados, áreas reservadas e sinalização tátil, eliminando barreiras arquitetônicas.Acessibilidade ComunicacionalDurante todas as visitas serão disponibilizados:● Intérprete de Libras;● Audiodescrição presencial;● Versões em leitura fácil;● Conteúdos digitais compatíveis com leitores de tela. Esses recursos garantem compreensão integral das obras e exposições, promovendo fruição artística plena.Mediação Cultural EspecializadaProfissionais capacitados em acessibilidade e Artes Integradas – Museu e Memória conduzirão as visitas mediadas, adaptando abordagens, linguagens e dinâmicas de interação, promovendo participação ativa, crítica e sensível dos participantes nos processos de interpretação das obras.Transporte AcessívelSerá disponibilizado transporte adaptado gratuito para participantes e acompanhantes, garantindo deslocamento seguro, confortável e em igualdade de condições de acesso aos equipamentos culturais.2. Mostra Cultural AcessívelA Mostra Cultural de culminância do projeto incorpora recursos de acessibilidade:● Intérprete de Libras;● Audiodescrição;● Espaço com circulação acessível;● Materiais informativos acessíveis;● Recepção assistida. A Mostra configura-se como ação pública de difusão artística inclusiva, promovendo visibilidade e participação plena nos espaços de exibição.3. Difusão e Disponibilização AcessívelOs registros audiovisuais e a publicação resultante do projeto serão disponibilizados gratuitamente em formatos acessíveis, incluindo legendas descritivas, Libras e audiodescrição, ampliando o alcance cultural da iniciativa e garantindo acesso continuado aos conteúdos produzidos.4. CONTRAPARTIDA SOCIALComo medida complementar de democratização do acesso e ampliação da formação de público, o projeto realizará oficinas gratuitas de sensibilização artística voltadas a pessoas com deficiência, familiares e comunidade, em articulação com instituições parceiras.As oficinas terão caráter introdutório e experiencial, abordando noções básicas de fruição estética, mediação cultural e leitura de obras no campo das Artes Visuais, preparando os participantes para uma participação mais qualificada no circuito artístico proposto.Serão integralmente gratuitas e contarão com recursos de acessibilidade comunicacional, incluindo intérprete de Libras, materiais em leitura fácil e adaptação metodológica conforme as necessidades do público.As atividades serão registradas e poderão compor os materiais de difusão do projeto, ampliando seu alcance social e cultural.
O projeto Maré de Cultura – Rio Acessível estrutura-se como ação de democratização efetiva do acesso aos bens culturais, assegurando gratuidade integral e condições concretas de participação de públicos historicamente sub-representados nos equipamentos culturais da cidade do Rio de Janeiro.Ao longo de 10 meses, serão realizadas 40 visitas culturais mediadas e integralmente gratuitas, garantindo a participação direta de 320 pessoas com deficiência e acompanhantes, com oferta de transporte adaptado gratuito, mediação especializada e recursos de acessibilidade arquitetônica e comunicacional. As visitas contemplarão diferentes regiões do município, ampliando a circulação cultural e fortalecendo o reconhecimento do território como espaço plural de produção simbólica.A mobilização dos participantes ocorrerá por meio de articulação com organizações da sociedade civil, escolas públicas e redes de atendimento à pessoa com deficiência, priorizando públicos com menor acesso aos circuitos culturais institucionais e reafirmando o compromisso do projeto com a equidade no acesso às políticas culturais.Como desdobramento público da ação, será realizada Mostra Cultural acessível e gratuita, com capacidade estimada para 300 pessoas, aberta à comunidade em geral, ampliando o alcance social da proposta e promovendo visibilidade à diversidade no espaço cultural.A iniciativa contará ainda com a produção de publicação acessível, com tiragem de 1.000 exemplares impressos e disponibilização de versão digital gratuita, promovendo difusão ampliada dos conteúdos produzidos e consolidando legado cultural de caráter replicável.Em consonância com a Lei Federal nº 8.313/1991, especialmente no âmbito do artigo 18, e com a Instrução Normativa MinC nº 29/2026, a proposta combina gratuidade integral, acessibilidade transversal e estratégias estruturadas de formação de público, configurando-se como ação de difusão cultural orientada pela universalização do acesso aos bens culturais.Dessa forma, o projeto não apenas viabiliza o acesso físico aos equipamentos culturais, mas assegura também acesso simbólico, cognitivo e comunicacional, reafirmando a cultura como direito coletivo e instrumento de participação democrática. Outras Medidas de Ampliação de AcessoPara ampliar o alcance e a fruição das ações, o projeto Maré de Cultura – Rio Acessível disponibilizará transporte adaptado gratuito para cada participante com deficiência e um acompanhante durante as 40 visitas mediadas realizadas ao longo da execução, bem como para a Mostra Cultural final, garantindo deslocamento seguro, acessível e em igualdade de condições, em conformidade com o inciso II do artigo 42 da Instrução Normativa MinC nº 29/2026.Todos os registros das atividades — fotografias, vídeos, depoimentos e demais conteúdos produzidos durante as visitas culturais e a Mostra — serão disponibilizados gratuitamente no site oficial do proponente, em formatos acessíveis, incluindo Libras, legendagem descritiva e audiodescrição, permitindo acesso livre e ampliando significativamente a difusão cultural, nos termos da IN MinC nº 29/2026.O projeto permitirá, mediante autorização prévia dos participantes, a captação e a veiculação das imagens das atividades em redes públicas, plataformas digitais e contextos educativos, promovendo visibilidade, reconhecimento do protagonismo cultural das pessoas com deficiência e valorização das experiências produzidas ao longo da execução.Além disso, será produzida e distribuída gratuitamente publicação acessível de registro e sistematização metodológica, em versão impressa e digital acessível, reunindo relatos, diretrizes de mediação cultural inclusiva e boas práticas desenvolvidas no projeto, assegurando legado pedagógico e cultural de ampla circulação.Dessa forma, o projeto assegura não apenas a participação direta de pessoas com deficiência nos circuitos culturais da cidade, mas também amplia, de maneira estruturada, o acesso, a visibilidade e a difusão cultural para a sociedade em geral, reafirmando a cultura como direito coletivo e instrumento de inclusão simbólica.
Ficha TécnicaO Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural é o proponente responsável pela concepção, planejamento, implantação e execução de todas as etapas deste projeto cultural. A entidade assumirá integralmente a gestão administrativa, técnica e financeira, conforme determina a Instrução Normativa vigente da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91).Declara-se, para os devidos fins, que não haverá delegação das atividades técnico-financeiras nem de gestão a terceiros, sendo vedada qualquer forma de intermediação. A responsabilidade total pela execução do projeto, incluindo a prestação de contas junto à Secretaria Especial da Cultura, será exercida exclusivamente pelo Instituto Olga. Corpo técnicoCOORDENAÇÃO GERAL/PEDAGÓGICATheofila Lima Profissional com mais de 15 anos de atuação no setor cultural, com sólida experiência em coordenação, produção executiva e gestão de projetos artísticos. Licenciada em Teatro e com formação em Administração, reúne competências técnicas, pedagógicas e administrativas. Atuou na coordenação de equipes, planejamento pedagógico, logística, cronogramas e gestão financeira de projetos, incluindo execução e prestação de contas de editais públicos (Lei Aldir Blanc). Possui trajetória consolidada em instituições culturais, companhias de teatro e organizações sociais. Perfil estratégico, articulador e com forte capacidade de liderança e gestão de processos culturais Demais profissionais envolvidos/prestadores de serviços: a contratar.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 30/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.