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Execução e circulação do projeto Menopausa Sem Vergonha Itinerante, uma palestra-espetáculo em formato de monólogo teatral seguido de roda de conversa. A obra aborda de forma acolhedora e informativa os ciclos femininos, da menarca a menopausa, com duração total de 90 minutos por sessão. O projeto prevê a realização de 05 apresentações gratuitas nos municípios de: Bagé, Pelotas, Santa Maria, Passo Fundo e Caxias do Sul, municípios de diferentes regiões do Rio Grande do Sul, visando a descentralização cultural e a democratização do acesso à informação para mulheres e pessoas com útero. A iniciativa contempla ainda a distribuição de cartilha impressa. A versão digital será desenvolvida com design para atender pessoas com baixa visão. As apresentações contarão também com intérprete de Libras em todas as sessões.
Palestra-espetáculo em formato de monólogo teatral, seguida de roda de conversa, que aborda de forma acolhedora e informativa os ciclos femininos da menarca a menopausa, com duração total de 90 minutos por sessão. O espetáculo percorrerá cinco cidades do interior do Rio Grande do Sul (Bagé, Pelotas, Santa Maria, Passo Fundo e Caxias do Sul). A iniciativa contempla ainda a distribuição de cartilha informativa impressa e digital.A concepção cênica minimalista e adaptável, sob a estética do “Teatro Essencial”, integra facilmente a montagem a diferentes espaços, como escolas, praças e centros culturais de pequeno porte, otimizando os custos logísticos e técnicos da itinerância.O público prioritário é composto por mulheres e pessoas com útero, acima de 40 anos, em fase de climatério ou menopausa, com classificação indicativa etária a partir de 14 anos.
Objetivo GeralUtilizar as artes cênicas como ferramenta de transformação social e promoção de saúde, fomentando o diálogo sobre climatério e a menopausa. O projeto visa democratizar o acesso à informação qualificada, combater estigmas geracionais e fortalecer o protagonismo de mulheres e pessoas com útero, integrando o entretenimento cultural ao bem-estar e à educação em saúde.Objetivos EspecíficosA) Circulação Estadual: Realizar turnê com apresentações gratuitas do monólogo Menopausa Sem Vergonha, em cinco municípios de diferentes regiões do interior do Rio Grande do Sul: Bagé, Pelotas, Santa Maria, Passo Fundo e Caxias do Sul, descentralizando a oferta cultural.B) Ação Educativa: Promover 05 rodas de conversa (uma após cada apresentação do monólogo), mediadas pela atriz/autora e profissionais convidadas, estimulando a troca de experiências e o acolhimento comunitário.C) Democratização da Informação: Produzir e distribuir gratuitamente cartilhas impressas e digitais, com conteúdo técnico-científico simplificado sobre climatério, menopausa e autocuidado.D) Registro e Memória: Produzir um mini-documentário legendado de aproximadamente 10 minutos, registrando a circulação, os debates e os depoimentos do público, visando a salvaguarda da memória do projeto e sua difusão em plataformas digitais.E) Inclusão e Acessibilidade: Garantir acessibilidade comunicacional (Libras) nas atividades presenciais e oferecer gratuidade total de ingressos, assegurando o acesso de amplo a todos os públicos.
O projeto Menopausa Sem Vergonha Itinerante surge da urgência de ocupar os palcos com um tema historicamente silenciado e cercado de estigmas: a transição para a menopausa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a estimativa é que 1,2 bilhão de mulheres estarão nesta fase até 2030. No cenário brasileiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que quase 29 milhões de mulheres e pessoas com útero estão atualmente no climatério. Apesar da magnitude desses números, 80% desse público é impactado negativamente na sua saúde mental, física e nas relações pessoais e profissionais, pela falta de informação.A proposta justifica-se pela utilização do teatro como ferramenta de saúde pública e transformação social. Ao circular pelas cinco cidades do interior do Rio Grande do Sul, o projeto descentraliza o acesso à cultura e rompe tabus, oferecendo informações acessíveis por meio de uma narrativa sensível e inclusiva. A expressão "pessoas com útero" é adotada de forma estratégica para garantir o acolhimento de homens trans e pessoas não binárias, assegurando que o direito à cultura e à informação alcance a todos que vivenciam este processo biológico.Culturalmente, o projeto fortalece o protagonismo feminino e o circuito artístico gaúcho, transformando o palco em um espaço de acolhimento e empoderamento. Ao unir o entretenimento à reflexão sobre o envelhecimento e o autocuidado, o monólogo Menopausa Sem Vergonha fomenta a busca por uma sociedade mais informada e sensível às questões de gênero e saúde integral.Impacto e Alinhamento com a Agenda 2030 (ONU)O projeto transcende a esfera artística ao alinhar-se estrategicamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, reforçando seu compromisso com a transformação social:ODS 3 _ Saúde e Bem-Estar: Através da arte-educação, o espetáculo atua como agente promotor de saúde, democratizando o acesso a informações vitais sobre o climatério e a menopausa, combatendo o isolamento social e fomentando o bem-estar emocional.ODS 5 _ Igualdade de Gênero: A proposta assegura o protagonismo feminino em todas as suas etapas e atua no combate aos estigmas do envelhecimento, promovendo o empoderamento e a equidade no acesso à informação qualificada para mulheres e pessoas com útero.ODS 10 _ Redução das Desigualdades: Ao descentralizar a cultura e oferecer gratuidade total, o projeto remove barreiras geográficas e socioeconômicas, garantindo que o conhecimento e a arte alcancem populações historicamente negligenciadas.
O Movimento Menopausa Sem Vergonha, vem, desde 2020, levando informação e conhecimento, de forma contínua, sobre um tema ainda cheio de mitos e tabus: a menopausa. No instagram do Movimento, @menopausasemvergonha, estão disponíveis, de forma gratuita, mais de 60 lives, com profissionais de diversas áreas da saúde da mulher, abordando temas como: reposição hormonal, saúde mental, saúde sexual, osteoporose, saúde cardiovascular, além de conteúdos autorais produzidos por sua idealizadora, abordando temas relacionados à saúde, climatério, menopausa e envelhecimento feminino.A forma como Márcia Selister, criadora do movimento, se comunica com as mais de 17 mil seguidoras, faz com que reflexões importantes sejam trazidas à público com leveza e empatia. A partir dessa atuação consistente e do posicionamento público qualificado sobre o tema, Márcia passou a ser convidada para programas de televisão e espaços de debate que discutem saúde da mulher e envelhecimento, ampliando o alcance da pauta para diferentes públicos.O movimento também assumiu protagonismo na construção de políticas públicas, atuando junto à Câmara Municipal de Porto Alegre e à Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, contribuindo para a criação da 1ª e 2ª Semana Municipal do Climatério e da Menopausa e para a formulação de Leis de Atenção às Mulheres e pessoas com útero no Climatério e na Menopausa, a nível estadual e municipal.Essa trajetória demonstra não apenas a relevância social e cultural do projeto, mas também sua capacidade de mobilização, incidência pública e formação de público, consolidando uma rede ativa de diálogo entre cultura, saúde e cidadania.O perfil do Movimento Menopausa Sem Vergonha constitui um canal público, gratuito e de acesso universal e sem cobrança de assinatura. Todas as ações digitais são disponibilizadas de forma aberta, reafirmando o compromisso do projeto com a democratização da informação e o acesso amplo à cultura e à educação em saúde da mulher.
O produto cultural consiste em um espetáculo teatral em formato de monólogo, seguido de roda de conversa mediada. A duração total é de aproximadamente 90 minutos, sendo cerca de 45 minutos de apresentação cênica e 45 minutos de conversa com o público. A concepção cênica é minimalista e adaptável, baseada na estética do Teatro Essencial, permitindo a realização em diferentes tipos de espaços, como teatros, centros culturais, escolas, universidades e espaços comunitários. O espetáculo requer estrutura técnica básica de som e iluminação, com figurino e elementos cênicos portáteis. A ação é acompanhada da distribuição de material educativo impresso e digital como apoio informativo ao público.
O projeto cumpre integralmente a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), garantindo condições de acessibilidade física e comunicacional em todas as etapas da circulação.Acessibilidade Física:As apresentações priorizam espaços que possuam infraestrutura acessível (rampas, banheiros adaptados e assentos reservados), conforme a norma ABNT NBR 9050. Em locais onde a infraestrutura for limitada, a produção executiva atuará na sinalização e reserva de espaços prioritários para cadeirantes, pessoas idosas (conforme o Estatuto da Pessoa Idosa) e pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade Comunicacional:As apresentações contarão com tradução e interpretação simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais). O profissional será posicionado em local estratégico com iluminação que garanta a visibilidade plena dos sinais. Adicionalmente, o material gráfico de apoio, cartilhas, na versão digital, será desenvolvido com design inclusivo, utilizando fontes de fácil leitura e alto contraste para atender pessoas com baixa visão.
O Projeto Menopausa Sem Vergonha Itinerante, promove a democratização do acesso à cultura por meio da gratuidade total de suas apresentações, visando eliminar barreiras socioeconômicas. A iniciativa prioriza a descentralização cultural, levando o espetáculo a cidades do interior para alcançar mulheres em situação de vulnerabilidade, utilizando a arte como ferramenta de transformação social e disseminação de informações sobre saúde feminina.
A instituição proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, gestão administrativa e financeira dos recursos incentivados, contratação e acompanhamento da equipe técnica. Caberá ainda a articulação com os municípios e parceiros locais, o acompanhamento da circulação do espetáculo e das ações formativas, bem como a organização dos registros, relatórios e da prestação de contas junto ao Ministério da Cultura. Leandro Selister - ProponenteBacharel em Fotografia pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2002), onde também atuou como professor (2006). Foi criador e editor do site Artewebbrasil (2000-2009) e curador da Micro Galeria de Arte Acessível do StudioClio em Porto Alegre, juntamente com Blanca Brites. Entre 2009 e 2012, criou a disciplina de Design de Superfície e lecionou na FAI - Faculdade do Imigrante, em Caxias do Sul, no curso de Design de Interiores. Participa de júris de seleção e premiação em Salões de Arte e Fotografia. Vive e trabalha em Porto Alegre, onde atua em escritório próprio, participa de mostras nacionais e internacionais e ministra cursos de fotografia com celular. Em 2024 e 2025, integrou a produção da 1ª e 2ª Semana Municipal do Climatério e da Menopausa, pioneira no Brasil, trazendo debates, arte e informação para desconstruir mitos e tabus sobre o tema.Márcia Selister - Atriz, autora e direção artísticaMárcia Selister é atriz, dramaturga e diretora artística com sólida trajetória nas artes cênicas e comunicação cultural. Graduada pela UFRGS e com formação teatral pela Casa de Teatro de Porto Alegre, destaca-se pela criação e atuação no monólogo "Menopausa Sem Vergonha", obra com a qual realizou mais de 30 apresentações entre 2022 e 2025, atingindo um público presencial superior a 2.300 pessoas em diversos estados brasileiros. Fundadora e Presidenta do Instituto Menopausa Sem Vergonha, sua prática artística intercala o teatro com ações formativas e políticas públicas. Possui especialização em Gestão de Pessoas (FSG) e formações complementares em Yoga e Dançaterapia, competências que aplica na intersecção entre movimento consciente, saúde e protagonismo feminino. Acumula experiência em gestão cultural, direção de projetos autorais e democratização do acesso à cultura através de apresentações em espaços públicos e instituições sociais.Luciana Côrte Real - Intérprete de LibrasPós-graduada em Tradução e Interpretação de Língua Brasileira de Sinais (UNÍNTESE), formada Tradutora/Intérprete de Língua Brasileira de Sinais (ULBRA), possui certificação do Exame Nacional de Proficiência em LIBRAS (PROLIBRAS), tanto na modalidade de Ensino da Libras, quanto na modalidade da Tradução e Interpretação da Libras. Tem vasta experiência, atuando na área desde 2011. Atua com assessoria linguística, traduções e interpretações de diferentes áreas do conhecimento e níveis de ensino, assim como em congressos, seminários, palestras, cursos, na mídia, entre outros. Comunicadora Social e fundadora da empresa INTERPRETARE – Assessoria e Comunicação, empresa referência na área, que presta consultoria a empresas, instituições, órgãos públicos, etc. pertinente a questões de acessibilidade e inclusão das pessoas com deficiência.QG Comunica - Assessoria de ImprensaDiretora Queli Giuriatti - Jornalista formada pela Unisinos e especialista em Consumo e Comunicação pela Pucrs. Há 25 anos no mercado da comunicação, é uma profissional híbrida que atua como assessora de imprensa e produtora de conteúdo. Fundou em 2012, a QG Comunica após anos atuando como repórter na imprensa gaúcha, em jornais como Zero Hora, NH, VS e Diário de Canoas. Editou a revista Versatille e fez brand content para as marcas Tanara, Lojas Pompéia e Picadilly. Lecionou como professora convidada em pós-graduações no Senac Porto Alegre, Senac Pelotas, UPF e UniRitter, por acumular amplo conhecimento em comportamento de consumo. Letícia Winck - Divulgação e Gestão de redes sociaisLetícia Winck é estrategista de comunicação, fundadora da Vitall Inteligência Aplicada (desde 2013), com atuação em branding, marketing digital e gestão estratégica de comunicação para pequenas e médias empresas, além de assessoria e cobertura de eventos corporativos e projetos culturais. É especialista em Marketing Digital (ESPM) e pós-graduada em Comunicação e Assessoria de Imprensa (Uniritter). Entre os principais trabalhos, atua como co-produtora e responsável pela comunicação da Jornada Casa Cerâmica (cinco edições, com projeto aprovado via Lei Paulo Gustavo), desenvolveu estratégia e cobertura da Semana Municipal do Climatério e da Menopausa pelo Movimento Menopausa Sem Vergonha, participou como direção de criação (Agência PFC) na Feira do Livro de Porto Alegre (69ª e 70ª edições) e elaborou plano piloto de comunicação interna para a equipe de Manutenção do Banrisul/Instituto Caldeira, além de ministrar capacitações online para ceramistas sobre posicionamento e redes sociais.Ricardo Ara - Registro audiovisualTrabalha com imagens e o ato de contar histórias através delas, dedicando-se à projetos que desejam documentar suatrajetória e compartilhar suas narrativas. Foi na graduação em comunicação social, cursando jornalismo, o momento em que se pôs a ouvir e contar histórias. Após trabalhar com as palavras escritas, dedica-se aos estudos da imagem e recorre à fotografia comopercurso narrativo na investigação de temas cotidianos e reflexões atemporais, produzindo trabalhos autorais e participando de exposições, festivais e publicações de arte. Atua em parceria com pessoas, produtoras e agências, contribuindo na criação de conteúdo. Já realizou a direção de fotografia de documentários, campanhas publicitárias e campanha política, conteúdos institucionais e projetosautorais. No processo audiovisual atua também como colorista. Como fotógrafo still realiza ensaios documentais e constrói narrativas visuais unindo sensibilidade, técnica e criatividade.Juliano Ambrosini - Registro AudiovisualMontador, diretor, documentarista e realizador audiovisual. Juliano Ambrosini atua profissionalmente no audiovisual desde 1997, com ampla experiência na realização de vídeos publicitários, institucionais, documentários e projetos culturais. Ao longo de sua carreira, participou de todas as etapas do processo audiovisual, da concepção à finalização, atuando de forma integrada como montador, diretor e realizador. Possui sólida experiência em trabalhos para grandes marcas, instituições públicas e privadas, organizações do terceiro setor e projetos culturais, atuando em parceria com agências de publicidade, produtoras e equipes criativas estruturadas. Realizou campanhas publicitárias, vídeos institucionais, cases, filmes de marca e conteúdos estratégicos, dialogando diretamente com as áreas de criação, atendimento, planejamento e direção geral. Atuou em diferentes mercados, como cultura, educação, políticas públicas, terceiro setor, música, artes visuais e agronegócio, desenvolvendo conteúdos que aliam clareza de comunicação, qualidade técnica e consistência narrativa. Em campanhas institucionais e governamentais, foi responsável pela direção de filmes baseados em histórias reais, com linguagem humanizada e forte aproximação com o documentário. No campo do cinema e do documentário, construiu uma trajetória autoral marcada pelo interesse em território, memória e realidades sociais. Dirigiu o documentário Olhares da Cidade, que abordaquestões de território, pertencimento e memória coletiva.Renata Selister Piccoli - Designer de ModaDiretora criativa e designer de moda com formação internacional (Arts University Bournemouth e Instituto Marangoni, Milão) e mais de 15 anos de experiência na direção de coleções, criação de figurinos, construção de marcas e desenvolvimento de linguagens visuais. Fundadora e Diretora Criativa da Marca ESENCO INSPIRA.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 31/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.