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O projeto "Correnteza: Sementes de Cuidados em Tempos de Emergência" propõe a circulação do espetáculo teatral "Correnteza" por duas cidades do estado do Rio Grande do Sul e duas cidades do estado de Minas Gerais que foram severamente impactadas por eventos climáticos extremos (enchentes e inundações). O espetáculo "Correnteza" aborda a temática das emergências climáticas de forma poética e acessível para crianças e jovens. Através da história de personagens que enfrentam uma enchente, a peça explora temas como vulnerabilidade, solidariedade, resiliência e a relação do ser humano com a natureza. As quatro apresentações por cidade permitirão um maior alcance de público e a possibilidade de agendamento com escolas e instituições locais, garantindo que o maior número possível de crianças e jovens tenha acesso à experiência teatral. A escolha das cidades, todas com histórico de desastres climáticos, potencializa a identificação do público com a temática e a urgência da mensagem.
Correnteza Sinopse: Em meio a uma enchente devastadora que cobriu a cidade, três sobreviventes encontram refúgio no único lugar que resta: a copa de uma árvore. Um avô, sua neta e uma pessoa desconhecida compartilham o diminuto espaço enquanto a correnteza sobe. Isolados do mundo, eles dividem desalentos e pequenas alegrias do viver, debatem sobre a situação do instante e confrontam a fragilidade da vida. Entre o medo da morte e a esperança do resgate, Correnteza revela a força dos laços humanos quando tudo ao redor ameaça desaparecer, mas há sempre uma esperança. História: A proposta é trazer a poesia e o imaginário da criança, que fala da força da natureza e a intensidade de sua relação conosco, humanos, a partir do acontecimento assombroso e delicado que ocorreu com uma menina, seu avô e uma pessoa desconhecida, que foram levados pela correnteza… O avô, a menina e a estranha sobreviveram agarrados, suportados por uma árvore que lhes serviu de morada durante três dias! Como sobreviveram? Como eram as relações entre eles? Como eram as relações com a árvore? Como se sentavam? Dormiam? Faziam suas necessidades primárias, como xixi e cocô (ops!). Como se alimentavam? Suas emoções, como o medo, as incertezas, a tristeza… como conseguiram sobreviver? Como traziam a alegria de viver pra conseguir sobreviver?Certamente tiveram que se apoiar um ao outro, dando forças, um ao outro, acolhendo e aninhando… inventando histórias… para passar o tempo… para passar o medo, a angústia… o frio…Enfim, falar de natureza, de relação humana, de sobrevivência, de amor, de apoio e acolhida desta mesma natureza, mesmo quando ela se volta contra si e contra nós - ainda assim, uma árvore os suporta!Cristiane Paoli QuitoDireção
O projeto "Correnteza" é estruturado em uma ação principal e um conjunto de atividades formativas e interativas de "Ecologia Lúdica", todas concebidas para maximizar o impacto pedagógico e a sensibilização do público infantojuvenil.1. Objetivo Geral: Apresentação do Espetáculo "Correnteza"Circular com o espetáculo teatral "Correnteza" por dois estados brasileiro (Rio Grande do Sul e Minas Gerais), com a realização total de vinte apresentações, sendo realizadas cinco apresentações em cada cidade. As cidades visitadas são: Porto Alegre (RGS); Canoas (RGS); Juiz de Fora (MG) e Ubá (MG). 2. Objetivo Específico. 2.1 Realizar 20 apresentações do espetáculo infantil "Correnteza" sendo: 4 apresentações a preços populares e 1 apresentação gratuíta como contrapartida social, somando 5 apresentações em cada cidade visitada. 2.2 Realizar um conjunto de atividades formativas: a) Produzir o material didático "O que aprendemos em cima da árvore" (Cartilha em formato e-book);b) Entregar para cada pessoa que assistir a peça um envelope "Raízes que Seguram o Chão" com sementes nativas;c) Fomentar a responsabilidade ecológica através da conexão Digital: "Mapa do Tesouro Verde" (QR Code para mapa interativo);d) Realizar a Oficina de atividades lúdicas "A Mochila do Vovô" com o elenco do espetáculo.e) Realizar a ação Mobilização: "Ingresso Verde". Ação de troca de materiais recicláveis (plástico, papel, metal) ou mudas de plantas por incentivos (adesivos temáticos ou pequenos descontos em produtos relacionados ao projeto, se houver).
As enchentes recentes que causarm a maior catástrofe natural da história do Rio Grande do Sul, e de Minas Gerais, afetaram mais de dois milhões, causando a morte de centanes pessoas, deixando milhares de desabrigados e desalojados. Quais os alertas e impactos significativos tais eventos nos mostra. O desejo de contar essa história através do teatro, com o olhar linguagem lúdica, surgiu de dois motivos. Ao assistir a reportagem em que o menino conta sobre o evento ocorrido e como sobreviveu, causou um impacto tão profundo, e a necessidade transformar a dor e a coragem em arte. O segundo motivo como uma alerta e concientização aos desafios das emergencias climáticas A relevância e pertinência do projeto "Correnteza" são inquestionáveis, especialmente no contexto atual de intensificação das emergências climáticas e da necessidade urgente de letramento ambiental, particularmente para as novas gerações. Para fundamentar essa relevância, podemos nos apoiar em três pilares essenciais:1. O Cenário das Emergências: Impactos e Riscos no Estado do Rio Grande do Sul e de Minas GeraisAs emergências climáticas não são mais uma ameaça distante, mas uma realidade presente e devastadora, especialmente em estados urbanizados como São Paulo. O projeto atua diretamente na conscientização sobre os impactos e riscos iminentes, focando nas cidades que já sofreram com a fúria das águas.As emergências climáticas não são mais previsões para o futuro; elas são a realidade do presente, especialmente em estados recentemente tão afetados pelas enchentes.As cidades selecionadas para a circulação do espetáculo são exemplos claros dessa realidade:Porto Alegre e Canoas (2024): O maior acumulado de chuva da história do Brasil, com 700 mm em 5 dias, resultou em um dos eventos mais letais do estado, com 185 óbitos e mais de 10.300 pessoas desabrigadas e desalojadas.Juiz de Fora e Ubá (2022): Inundações severas que destruíram infraestruturas e afetaram bairros inteiros, que resultaram em 72 mortes e 8500 pessoas desabrigadas e desalojadasEsses eventos demonstram a vulnerabilidade das populações, com destaque para a vulnerabilidade infantil, onde crianças são as mais afetadas, sofrendo interrupção da educação e traumas psicológicos profundos, como o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). O projeto se torna um instrumento vital para abordar essas questões de forma sensível e educativa.Segundo o UNICEF, "crianças são as mais afetadas por desastres climáticos, pois dependem de adultos para proteção, têm sua educação interrompida e sofrem traumas psicológicos profundos (TEPT) após perderem bens e referências."2. A Rede de Prevenção e Alertas: O Elo Fraco da Percepção de RiscoOrganizações como o IPCC e o CEMADEN alertam para a urgência da adaptação e a importância do "alerta antecipado". No entanto, a tecnologia de alerta, como o Sistema 40199 da Defesa Civil, esbarra na falta de uma "cultura de autoproteção" na população. O projeto "Correnteza" atua diretamente nesse "elo fraco", traduzindo informações técnicas em uma linguagem acessível e emocionalmente engajadora para crianças e jovens.Eles enfatizam que o 'alerta antecipado' salva vidas, mas o alerta só funciona se a população souber como reagir.A Defesa Civil de SP utiliza o envio de SMS para alertas, mas estudos indicam que muitas pessoas não sabem como agir ao receber a mensagem. 3. A Arte como Agente de Conscientização e TransformaçãoA arte, e em particular o teatro, possui uma capacidade única de transcender a frieza dos dados e tocar o sistema límbico, responsável pelas emoções e memória. Enquanto relatórios técnicos informam, a arte transforma."Enquanto os dados científicos apelam para o córtex pré-frontal (lógica e números), a arte atinge o sistema límbico (emoções e memória).O espetáculo "Correnteza" e suas atividades complementares:Quebram a indiferença: Criam um "espaço seguro" para sentir o medo e a esperança sem a paralisia por saturação de notícias.Geram empatia: A enchente no palco não é estatística, mas a vivência de personagens, permitindo uma identificação imediata.Simulam a realidade: O palco se torna um "laboratório de existência", onde crianças vivenciam o perigo simbolicamente, aprendendo sobre solidariedade e resiliência.Traduzem conceitos: A arte traduz a abstração da "Mudança Climática" para o concreto de "Cuidado e Proteção", como a imagem dos personagens na árvore, que simboliza a vulnerabilidade e a força dos laços sociais.Nas palavras da diretora Paoli Quito: "A arte atua aqui como um dispositivo de tradução. Ela traduz o conceito abstrato de 'Mudança Climática' para o conceito concreto de 'Cuidado e Proteção""Humanização dos Dados: No palco, o número '700 mm de chuva' deixa de ser uma estatística e vira o medo de uma neta e a sabedoria de um avô. A arte coloca um rosto na tragédia, gerando empatia."Em suma, o projeto "Correnteza" não é apenas um espetáculo, mas uma ferramenta de sensibilização cultural, social e ambiental, que utiliza a potência estética do teatro para promover o letramento climático, transformar a ecoansiedade em ação comunitária e fortalecer a resiliência das comunidades mais afetadas. Sua pertinência é amplificada pelo foco nas infâncias e juventudes, que são o futuro e os mais vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS AÇÕES/ATIVIDADESO projeto "Correnteza" é estruturado em uma ação principal e um conjunto de atividades formativas e interativas de "Ecologia Lúdica", todas concebidas para maximizar o impacto pedagógico e a sensibilização do público infantojuvenil.1. AÇÃO PRINCIPAL: Apresentação do Espetáculo "Correnteza"2. ATIVIDADES FORMATIVAS: Ecologia LúdicaEste conjunto de atividades complementares foi cuidadosamente desenhado para aprofundar a experiência do público, estendendo a mensagem do espetáculo para além do palco e incentivando a ação prática e a reflexão contínua.a. "O que aprendemos em cima da árvore" (Cartilha em formato e-book)O que é: Produção e distribuição de uma cartilha em formato e-book, inspirada no espetáculo "Correnteza".Apresentação: Esta cartilha digital convida as crianças a uma jornada de aprendizado com os personagens do espetáculo – o Avô, a Neta e uma pessoa desconhecida – que se refugiam na copa de uma árvore durante a enchente. De forma lúdica e didática, o e-book abordará as causas das enchentes, como as mudanças climáticas influenciam esses eventos, medidas de autoproteção e, crucialmente, a importância da união e da solidariedade comunitária como "boia de salvamento" em tempos de crise. O formato e-book permite acessibilidade ampla, interatividade (com links, vídeos curtos ou animações) e sustentabilidade, evitando o uso de papel. Será uma ferramenta pedagógica valiosa para escolas e famílias, aprofundando o letramento climático.b. "Raízes que Seguram o Chão" (Entrega de sementes nativas)O que é: Entrega de um envelope de sementes nativas (Girassol ou Ipê) junto ao programa do espetáculo.Apresentação: Esta ação simbólica e prática transforma o espectador em um agente ativo de mudança. Enquanto a "Correnteza" no palco provoca reflexão sobre perdas e vulnerabilidades, a semente oferecida ao público representa a capacidade de reconstrução e esperança. Ao plantar sua semente, a criança estabelece uma conexão real e tangível com a natureza, compreendendo que ações individuais, como o plantio de árvores, contribuem para a proteção do solo, a absorção de água e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. A escolha do Girassol (luz e esperança) ou do Ipê (força e natividade) reforça a mensagem de resiliência e o potencial de um futuro mais verde. A ação estende a mensagem da peça para o ambiente doméstico e comunitário, incentivando o cuidado com o meio ambiente.c. Conexão Digital: "Mapa do Tesouro Verde" (QR Code para mapa interativo)O que é: Um QR Code impresso no programa do espetáculo que direciona para um mapa interativo de plantio online.Apresentação: Esta atividade cria uma ponte inovadora entre a experiência teatral e a tecnologia sustentável. As famílias que receberam as sementes na atividade "Raízes que Seguram o Chão" são incentivadas a registrar o local onde plantaram suas "Sementes de Esperança" em um mapa digital colaborativo. O resultado será a visualização de uma verdadeira "floresta virtual" formada pelos pontos de plantio dos espectadores de "Correnteza" em todo o estado. Este mapa não apenas celebra as ações individuais, mas também demonstra visualmente que a soma de pequenos gestos pode gerar um impacto real e significativo no clima e na paisagem das cidades, reforçando a ideia de comunidade e responsabilidade ambiental compartilhada.d. Atividade Prática: Oficina com o Palhaços sem Fronteiras "A Mochila do Vovô"O que é: Workshop lúdico conduzido por artistas do elenco do espetáculo, utilizando jogos e elementos encontrados na mochila do personagem Avô.Apresentação: Baseada na sabedoria e resiliência do personagem do Avô, esta oficina é uma experiência prática e divertida que ensina crianças e adultos a identificar sinais de risco na natureza e a preparar uma "mochila de afetos e urgências". Através de jogos lúdicos e dinâmicas interativas, os participantes aprenderão sobre itens essenciais para situações de emergência, mas também sobre a importância de "afetos" – como a solidariedade, o apoio mútuo e a calma – como recursos valiosos. A parceria com Palhaços sem Fronteiras garante uma abordagem leve, empática e eficaz para a educação ambiental e a autoproteção familiar, transformando o aprendizado em uma experiência memorável e menos traumática.e. Mobilização: "Ingresso Verde"O que é: Ação de troca de materiais recicláveis (plástico, papel, metal) ou mudas de plantas por incentivos (adesivos temáticos ou pequenos descontos em produtos relacionados ao projeto, se houver).Apresentação: O projeto transforma o teatro em um ponto de mobilização para a cidadania ambiental. Esta ação incentiva o público a dar um destino correto aos seus resíduos antes de entrar para a sessão, ou a contribuir com o plantio de mudas. Quem participa da troca recebe um "selo de Guardião da Correnteza", um reconhecimento simbólico que valoriza a ação individual e coletiva. Esta iniciativa não só promove a logística reversa e a reciclagem, mas também conecta o ato de ir ao teatro a um gesto concreto de despoluição dos rios e cidades, reforçando a mensagem de que cada um pode fazer a sua parte para um ambiente mais saudável.
Baseado em uma história real[1]: Relato de um menino que sobreviveu após a casa em que estava ter sido arrastada pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Pietro mora em Cruzeiro do Sul, no Vale do Taquari, uma das regiões mais afetadas pelas fortes chuvas no estado, e contou como lutou pela vida junto com seus avós. Na terça-feira (7), Pietro e seus avós foram para a casa de dois andares do vizinho para escapar da inundação, que subia em seu bairro. “Na quarta-feira, a água já estava no segundo piso e subimos para o telhado para acenar para os bombeiros, mas nada”, lembrou o menino. Mais tarde, a força da água arrastou a casa onde eles estavam. “A gente pulou para uma árvore, o vô, eu e a vó. Eu e o vô conseguimos nos segurar na árvore, só que a vó estava segurando em um galinho, o vô pulou e puxou ela para cima e nós aguentamos”, disse Pietro. “Depois de quatro horas, de tanta casa e coisa batendo na nossa árvore quebrou para baixo. Eu pulei, o vô também. O vô tentou segurar a vó, só que não deu”, lamentou. O menino chegou a se afogar, mas foi salvo pelo avô. “Fiquei mais ou menos 1 minuto debaixo da água, tomei dois gole de água. Não me apavorei muito, raspei esse meu pé aqui. O vô me puxou para cima”, contou. Eles conseguiram se segurar em uma árvore e aguardaram por resgate durante dias. “A gente conseguiu ficar três dias e três noites e umas 14 horas lá, sem beber e sem comer”, concluiu. “Este menino é o representante de muitos bravos gaúchos guerreiros que lutaram com todas as suas forças para viver” [1] Menino sobrevive em cima de árvore após ser arrastado pela água no RS: “3 dias sem comer” - Guiame
DAS AÇÕES AFIRMATIVAS PARA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E DAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE O projeto assume o compromisso de que todas as 20 apresentações da circulação, seja em teatro ou espaço público das cidades visitadas que ofereçam medidas de acessibilidade, de modo a contemplar: a) Como medidas de acessibilidade arquitetônica: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas aos locais onde se realizam as atividades culturais e a espaços acessórios, como banheiros, áreas de alimentação, circulação, palcos e camarins; criação de vagas reservadas em estacionamento; previsão de filas preferenciais devidamente identificadas; b) Como medidas de acessibilidade comunicacional: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual ao conteúdo dos produtos culturais gerados pelo projeto, pela iniciativa ou pelo espaço, com reserva de espaços para pessoas surdas, preferencialmente na frente do palco onde se localizam os intérpretes de libras; c) Contratação de um profissional de libras para todas as sessões do espetáculo. d) Também como medidas de acessibilidade comunicacional garantida pela iniciativa do projeto e do teatro onde ocorrem as apresentações, garantimos a reserva de espaços para pessoas surdas ou ensurdecidas, preferencialmente na frente do palco onde se localizam os intérpretes de libras; e) Legendas para pessoas surdas e ensurdecidas em todo material de vídeo, teaser e nos materiais publicitários do projeto;
1) GRATUIDADE; O projeto, em todas suas ações e produtos culturais, se enquadra Instrução Normativa MINC nº 10/2023, em seu artigo IV nos seguintes itens: a) 30% gratuidade de ingressos em todas as apresentações; b) Ingressos a preços populares de R$ 40,00, sendo R$ 20,00 reais meia entrada;c) 1 apresentação 100% gratuíta em cada cidade visitada, destinada à intituições sociais, ONGs, ou estudantes de escola pública, integrando as ações de contrapartidas sociais. c) 100% de gratuidade para as atividades formativas. ACESSIBILIDADE: DAS MEDIDAS DE DESCONCENTRAÇÃO TERRITORIAL Em conformidade ao artigo 15º, da mesma instrução normativa, destacamos: a) - Realização de 16 apresentações do espetáculo "CORRENTEZA” como ação de democratização do acesso à fruição e à produção artística e cultural em dois estados brasileiros, atendendo, com quatro cidades contempladas. b) - Realização de 4 apresentações do espetáculo "CORRENTEZA” como ação de Contrapartida Social garantindo a democratização do acesso à fruição e à produção artística e cultural em dois estados brasileiros, atendendo, com quatro cidades contempladas.
DIREÇÃO ARTÍSTICA – Cristiane Paoli QuitoCOORDENADOR GERAL E DRAMATURGO – Paulo WilliamsCENÓGRAFA E ILUMINADORA – Marisa BentivegnaFIGURINISTA – Cláudia Schapira ATRIZ – Aline MorenoATRIZ – Iris YazbekATOR - Rodrigo Veloso CURRÍCULOS DA EQUIPEDIREÇÃO ARTÍSTICA – Cristiane Paoli Quito Mestre em Artes Cênicas pela ECA USP. Atua como diretora, dramaturgista e pesquisadora das artes cênicas com ênfase em teatro e dança.Atualmente é diretora da Cia. Nova Dança 4, além de outras companhias de dança e teatro da cidade de São Paulo. Foi o professora da Escola de Arte Dramática-EAD/ECA/USP, por mais de duas décadas, onde lecionava as disciplinas de Improvisação, Interpretação e Práticas de Montagem.Como pesquisadora e encenadora desenvolve sistemas que investigam, auxiliam e oferecem autonomia a capacidade criativa do criador-intérprete. Articulaintersecções entre as linguagens: teatro, dança, palhaço, circo, música. Iniciou suas atividades teatrais pelas mãos de Antonio Januzelli, em 1977. Suaformação é resultante de encontro com profissionais como Philippe Gaulier, Maria Helena Lopes, Francesco Zigrino, Tica Lemos, Neide Neves, Lu Favoretto, Rose Akras, Steve Paxton, Lisa Nelson, entre outros. Recebeu importantes prêmios, como Shell, APCA, FEMSA e Governador do Estado da Cultura. No ano de 2017, recebeu mais um prêmio APCA, pela direção e dramaturgia dos espetáculos História de Alexandre e Skellig, além do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, pelos mesmos trabalhos.COORDENADOR GERAL E DRAMATURGO – Paulo WilliamsEscritor, Dramaturgo, Diretor e Produtor Teatral. Mestre em Literatura pela PUC-SP. Especialização em Economia Criativa pelo Senac-DF. Bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Arte. Parecerista de projetos culturais em diversos editais no Estado de São Paulo. Professor formador em diversas oficinas de gestão cultural e escrita criativa no Estado de São Paulo. Atua há mais de 20 anos no mercado cultural, como diretor da produtora Tecelagem da Arte com a qual produziu os espetáculos: Almarrotadas, (2022), Ay Carmela (2021), Nonada (2019), Monóculo (2009-2018), Travessia (2006- 2019). Atuou como gestor cultural na Fundação Cultural de Jacareí (2015) Foi Diretor Cultural do Espaço Cultural Carlos Guedes (2014-2016).ATRIZ – Aline Moreno é atriz, palhaça, professora, fundadora e diretora executiva da Organização Palhaços Sem FronteirasBrasil. Formada pelas Escolas Célia Helena (São Paulo), Escuela Internacional de Teatro Berty Tovías (Espanha) e ESLIPA (Escola Livre de Palhaços). Desde 2005 trabalha profissionalmente como atriz, atuou nas companhias Cia Le Plat du Jour, Cia. Cromossomos e foi articuladora da Rede de Palhaças do Brasil. Como professora ministra oficinas sobre jogos e palhaçaria e faz parte da equipe pedagógica da Casa 11 e foi professora Projeto FOLIA na fábrica decultura Vila Nova Cachoeirinha. Com a organização Palhaços Sem Fronteiras coordenou e atuou em diversos projetos ao redor do mundo, tendo como foco a América Latina. Nestes projetos atua como defensora dos direitos humanos por meio das artes circenses em parceria com outras organizações da área humanitária, atuando em regiões de crises humanitárias, desastres ambientais e com populações em situação de alta vulnerabilidade socioeconômica. ATRIZ – Iris Yazbek é atriz, bacharel em Comunicação e Artes do Corpo pela PUC - SP em 2002, com habilitação em Teatro e Performance. Especializou-se em Teatro Físico e Mímica Contemporânea na Cia Luis Louis. Pós graduada pela PUC-SP em TKV (Técnica Klaus Viana), módulo I (2016). Atuou espetáculos:DE ONDE VEM O DINHEIRO (2023), dirigido por Pedro Garrafa; ENCASULADOS (2023-2018), dirigido por Gustavo Kurlat; ALMARROTADAS (2023-2016), dirigido por Paulo Williams; PROCURANDO LUIZ (2022-2014), dirigido por Gustavo Kurlat; MONÓCULO (2015-2018), dirigido por Paulo Williams; NONADA - amores do sertão (2015), dirigido por Paulo Williams; BRASIL DEPORTADO (2003-2001), dirigido por Luis Louis; QUEM NUNCA (2008-2006), dirigido por Renata Melo com o Núcleo Experimental de Teatro do Sesi; O MENINO E O BURRINHO (2009-2007), adaptação de poemas de Cecília Meireles e direção de Bia Borin, 2007, RUAS DE BARROS (2015-2009), poesias de Manoel de Barros e dramaturgia e direção de Frederico Foroni; O CONTO DO ANJO CAÍDO(2012-2011), pela Cia. Bonecos Urbanos; DE ONDE VÊM AS HISTÓRIAS DE CLARICE (2015- 2012), direção Calixto de Inhamuns; NEM SONHANDO (2012), direção de Pedro Garrafa. Foi indicada ao prêmio FEMSA - Coca Cola na categoria Melhor Atriz, 2008 e 2014.ATOR - Rodrigo Veloso é Ator, Palhaço, Diretor teatral, Professor de teatro e Mestre em História pela Université Paris IV Sorbonne. Formado em teatro pelo Atélier Théâtre du Quartier Latin e LISPA – Escola Internacional de Artes Performativas de Londres. Foi estagiário de Ariane Mnouchkine na sede do Théâtre du Soleil onde do processo de criação do espetáculo Macbeth em 2014. Seu primeiro projeto de direção foi contemplado pela bolsa do Latin American Theater Festival de Londres. Como ator se apresentou em festivais na França, Grécia e Inglaterra e, com o espetáculo Tropa, do Grupo Laje, foi um dos grupos convidados do Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte. Trabalhou com o diretor Jorge Tackla na premiada ópera Dom Quixote, coprodução do Theatro SãoPedro e Theatro Municipal do RJ. Em 2025 fez parte do elenco de El Grand Clownbaret, vencedor do prêmio de melhor espetáculo circense do Troféu Picadeiro 2025. Particioua de diversos projetos audiovisuais entre eles a segunda temporada da série NATUREZA MORTA pela Kinoscópio Filmes – Prime Video, a minissérie SENNA pela Gulanne/ Netflix e a série SHAKESPEARE ATRAPALHADO da Prosperidade Filmes/TV Cultura. É integrante do Grupo Laje e membro da ONG Palhaços Sem Fronteiras Brasil. CENÓGRAFA E ILUMINADORA – Marisa BentivegnaIluminadora e cenógrafa paulistana, estreou no Teatro profissional em 1990. Formada na Fundação Armando Alvares Penteado - FAAP - em Publicidade e Propaganda e na Escola de Belas Artes de São Paulo no curso de Desenho Industrial. Atualmente é integrante da Companhia Hiato, dirigida por Leonardo Moreira, como cenógrafa e iluminadora, e no ano de 2015 teve um cenário criado para esta companhia para o espetáculo O JARDIM, selecionado para representar o Brasil na Quadrienal de Praga na República Tcheca. Também é integrante da Banda Mirim como diretora técnica, cenógrafa e iluminadora desde 2004, coletivo premiado em 2015 com o Prêmio Governador do Estado na categoria Arte para Crianças. Tem ainda como parceiros de criação os diretores Cristiane Paoli Quito, Nelson Baskerville, Marcelo Romagnoli e Kiko Marques, entre outros. Em 2019 foi uma das dez artistas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga com o cenário do espetáculo ENQUANTO ELA DORMIA.FIGURINISTA – Cláudia Schapira é figurinista, atriz, dramaturga e diretora. Formada pela escola de arte dramática da Usp, trabalha desde 1984 em diversas áreas da cena teatral. Atriz-mc, diretora, dramaturga, figurinista e livre pesquisadora, tem atuado nessas atividades com diferentes coletivos de teatro e artistas de renome. Desde 2000, é uma das fundadoras e diretoras do núcleo bartolomeu de depoimentos de teatro, ao lado de Eugenio Lima, Roberta Estrela D’alva, Luaa Gabanini, e Mariza Dantas, com quem realiza uma pesquisa continuada desenvolvendo a linguagem que o grupo cunhou de teatro hip-hop e onde é seu maior campo de atuação. Desenvolve um trabalho como figurinista que caminha lado a lado com a sua trajeitoria de dramaturga e diretora e com a mesma relevância. Atualmente Integra também o Manifestu Impromptu, coletivo de audiovisual, ao lado de Tatiana Lohmann, Azul serra e Bianca Turner, com o qual já realizou dois seriados como roteirista para o itaú cultural e neste momento desenvolve o primeiro roteiro de ficção.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 31/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.