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PRONAC 261511Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Anahí, o lobisomem e a última flor

LUIZ PAULO DE MEDEIROS BARRETO 05402566763
Solicitado
R$ 107,0 mil
Aprovado
R$ 107,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de Formas Animadas Mamulengo Bonecos e Cong
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-08-01
Término
2026-11-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Montagem do espetáculo infantil inédito de Teatro de Sombras "Anahí, o lobisomem e a última flor". A proposta visa 8 apresentações presenciais, distribuídas entre uma temporada de estreia e uma circulação, seguidas de mediações culturais no palco com o objetivo de desmistificar os mecanismos cênicos junto ao público. O objeto inclui também infraestrutura de acessibilidade (visual, auditiva, para pessoas com dificuldades de locomoção e neurodivergentes).A peça nos conta a jornada de uma menina indígena em busca de uma flor para curar seu irmão, que se tornou um lobisomem. Ao longo do caminho, ela se depara com diversas dificuldades por conta da degradação do meio ambiente. O espetáculo terá como temas principais o amor fraternal e a preservação ambiental. A devastação é o estopim para que Anahí parta nessa jornada, já que tal flor costumava ser abundante onde vive. Porém, agora é artigo raríssimo.Classificação indicativa: livre.

Sinopse

Os produtos previstos no projeto "Anahí, o lobisomem e a última flor" são:• Espetáculo Teatral "Anahí, o lobisomem e a última flor": Trata-se de um espetáculo inédito de Teatro de Sombras voltado para o público infantil. A narrativa acompanha a jornada de Anahí, uma menina indígena que precisa deixar sua aldeia e partir em busca de uma flor mágica — outrora abundante, mas agora rara devido à degradação ambiental — para curar seu irmão, que se transformou em um lobisomem. Ao longo dessa jornada, ela se depara com diversas dificuldades geradas pela devastação do meio ambiente. Ao voltar, encontra sua mãe também ferida. Ao não querer escolher entre os dois, ela chora. Sua lágrima de amor faz a flor se duplicar, curando ambos. A encenação é não-verbal, fundamentada em trilha sonora original e artes visuais, com a iluminação operada pelos próprios atores de dentro da cena.• Mediação Cultural (Visita ao Palco): Atividade interativa realizada após as 8 apresentações, na qual o público é convidado a subir ao palco para conhecer os bastidores e os mecanismos do espetáculo. O objetivo é desmistificar a criação teatral, permitindo o contato direto com as silhuetas articuladas e os refletores artesanais operados pelo elenco.• Espaço de Regulação Sensorial: Serviço de acessibilidade atitudinal destinado ao acolhimento de pessoas neurodivergentes (como autistas e pessoas com TDAH). O ambiente conta com redução de estímulos sensoriais bruscos e suporte de profissional capacitada.• Sessões com Audiodescrição: Recurso de acessibilidade comunicacional previsto para 50% das apresentações, visando garantir a fruição do conteúdo por pessoas cegas ou com baixa visão.• Classificação Indicativa: A proposta possui classificação Livre. Porém, seu público-alvo principal são crianças de 5 a 12 anos, estudantes da rede pública.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Realizar montagem, temporada de estreia e circulação do espetáculo inédito de Teatro de Sombras "Anahí, o lobisomem e a última flor" em equipamentos culturais na cidade do Rio de Janeiro, porém, fora do eixo Zona Sul, de modo a contribuir para a democratização do acesso e o fortalecimento do teatro infantil.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:• Realizar 1 (um) processo de montagem artística, que inclui o processo de criação, ensaios e a confecção de cenografia, silhuetas articuladas e refletores específicos para a técnica de sombras. • Realizar 1 (uma) temporada de estreia com 4 (quatro) apresentações em teatro no Centro ou na zona norte da cidade do Rio de Janeiro; • Realizar 1 (uma) circulação com 4 (quatro) apresentações gratuitas em diferentes espaços distribuídos pelas zonas norte, oeste e sudoeste da cidade do Rio de Janeiro, garantindo o alcance territorial da produção; • Promover 8 (oito) sessões de mediação cultural, realizadas após cada apresentação, consistindo em convidar o público para subir ao palco e conhecer os bastidores, refletores e mecanismos cênicos utilizados; • Garantir a acessibilidade plena através das seguintes metas: ◦ Execução de 50% das sessões com audiodescrição para público cego ou com baixa visão; ◦ Manutenção de uma narrativa não-verbal (sem falas), assegurando acessibilidade para pessoas surdas; ◦ Implementação de salas de regulação sensorial em todas as apresentações para acolher pessoas neurodivergentes; • Estimular a reflexão socioambiental e o resgate da cultura indígena e do folclore brasileiro para um público estimado de 1.600 pessoas ao longo do projeto; • Pesquisar e explorar inovação tecnológica nas artes cênicas por meio do uso de refletores construídos especificamente para o espetáculo e operados pelos próprios atores de dentro da cena.

Justificativa

A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para o projeto "Anahí, o lobisomem e a última flor" devido à sua alta complexidade técnica e ao forte compromisso com a democratização do acesso. Como a proposta prevê a circulação gratuita por áreas periféricas da cidade do Rio de Janeiro e a implementação de medidas robustas de acessibilidade (como audiodescrição e sala de regulação sensorial), o incentivo fiscal garante a viabilidade financeira de uma obra que não visa lucro comercial imediato, mas sim impacto social e educativo.O projeto enquadra-se nas finalidades do Art. 1º nos seguintes incisos:• Inciso II: Por estimular a regionalização e a produção cultural brasileira com a valorização de recursos humanos locais, ao circular por diversos territórios da cidade com uma equipe de profissionais cariocas e/ou residentes na cidade;• Inciso III: Por apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus criadores, especificamente a linguagem técnica do Teatro de Sombras;• Inciso IV: Por proteger as expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira, ao resgatar e difundir a cultura indígena e reinterpretar o folclore nacional (lenda do lobisomem);• Inciso VIII: Por estimular a difusão de bens culturais formativos, promovendo a reflexão socioambiental e a mediação cultural junto ao público infantil.Quanto aos objetivos previstos no Art. 3º, a proposta alcançará:• Inciso I: O incentivo à formação artística e cultural por meio da pesquisa estética do projeto e das mediações pós-espetáculo. Estas servirão como uma forma de mostrar às crianças a estrutura por trás do espetáculo, de modo a gerar nelas o desejo e o interesse de experimentar a técnica, de forma mais simples, em suas próprias casas ou com amigos, seja como brincadeira ou como expressão artística;• Inciso II: O fomento à produção de espetáculos teatrais, realizando a montagem, temporada de estreia e circulação de uma obra inédita;• Inciso IV: O fomento ao conhecimento de bens e valores culturais mediante a distribuição gratuita de ingressos durante a circulação e demais estratégias de democratização de acesso.Aproveitamos ainda para destacar algumas características importantes do projeto que tornam a sua aprovação fundamental para a sua realização.A proposta atende a uma demanda por conteúdos que valorizem as matrizes culturais nacionais, promovendo o pensamento crítico socioambiental nas crianças. A urgência do tema ecológico, motor da jornada heróica de nossa protagonista, é abordada de forma lúdica, fazendo com que as crianças percebam a degradação ambiental como um sério problema. Este projeto é uma retomada e aprofundamento de uma pesquisa em Teatro de Sombras iniciada no início de 2014, a partir de uma oficina de vivência com a Cia. Teatro Lumbra, do Rio Grande do Sul e referência nacional nesta linguagem que possui poucos expoentes na cidade do Rio de Janeiro, feita por Luiz Paulo Barreto, idealizador do projeto. A técnica utilizada — onde o elenco controla a iluminação internamente via refletores artesanais — é fruto de sua expertise, já que, além de ator, também trabalha como iluminador e técnico de iluminação. Esta experimentação estética amplia as possibilidades da linguagem visual, oferecendo um espetáculo de alta qualidade que prescinde de falas, tornando-o acessível a diversos públicos.Além disso, o projeto destaca-se pela promoção da diversidade e equidade. A equipe é liderada, principalmente por mulheres, com destaque para Leticia Guimarães (diretora que está no espectro autista), Tamires Nascimento (produtora negra), Mel Xakriabá (atriz indígena e mãe atípica) e Bruna Saraiva (compositora negra e LGBTQIAPN+), assegurando protagonismo a grupos historicamente minorizados na criação e gestão. Esta composição garante uma perspectiva plural e sensível na abordagem das temáticas propostas. A viabilidade técnica é sustentada pela sólida trajetória da equipe, com vasta experiência em produções no cenário carioca. Leticia Guimarães, por exemplo, tem vasta experiência em direção de espetáculos para crianças e adolescentes, acumulada ao longo de anos trabalhando no Museu da Vida/Fiocruz. Mel Xakriabá é contadora de histórias, especializada na cultura indígena; enquanto Luiz Paulo Barreto contribuirá para a eficiência da linguagem do Teatro de Sombras com o seu conhecimento acerca da iluminação cênica. A estratégia de circulação por áreas periféricas da cidade do Rio de Janeiro (zonas norte, oeste e sudoeste), visa romper barreiras geográficas e econômicas, descentralizando a fruição da produção artística. Por fim, as medidas de acessibilidade atitudinal (espaço de regulação sensorial para neurodivergentes) e comunicacional (audiodescrição) alinham o projeto à Lei Brasileira de Inclusão, garantindo que o direito à cultura seja exercido plenamente por todos os cidadãos, combatendo o capacitismo e promovendo a inclusão efetiva.

Estratégia de execução

Para complementar a avaliação da proposta "Anahí, o lobisomem e a última flor", destacam-se os seguintes pontos que reforçam sua viabilidade e relevância:• Expertise Técnica e Pesquisa: O projeto não é apenas uma montagem isolada, mas a retomada de uma pesquisa em Teatro de Sombras iniciada em 2014 pelo idealizador Luiz Paulo Barreto. A técnica de iluminação autogerida (coreografia da luz) é fruto de sua experiência acumulada ao longo de sua trajetória como iluminador. A diretora Leticia Guimarães possui vasta experiência na criação de espetáculos destinados ao público infanto-juvenil, aculada ao longo dos 20 anos em que trabalhou no Museu da Vida/Fiocruz. Assim como Mel Xakriabá que, em sua atividade como contadora de histórias, lida diretamente e cotidianamente com este público.• Vínculo Afetivo e Territorial: A escolha dos locais de circulação combina a meta de descentralização com a trajetória pessoal da equipe. Leticia Guimarães, Luiz Paulo e Mel Xakriabá residem na Tijuca (zona norte); Luiz e Leticia iniciaram sua carreira na Ilha do Governador (zona norte); e Bruna Saraiva (trilha sonora) é "cria" de Bangu (zona oeste), o que potencializa a mobilização local e a formação de plateia nesses territórios.• Representatividade e Protagonismo: A equipe é composta por uma hierarquia criativa diversa e com forte protagonismo feminino: a diretora Leticia Guimarães está no espectro autista, a atriz e dramaturga Mel Xakriabá é indígena e mãe atípica (seu filho está no espectro autista), a diretora de produção Tamires Nascimento é negra e Bruna Saraiva, compositora da trilha, é negra e LGBTQIAPN+. Esse recorte assegura uma perspectiva plural e sensível no tratamento das temáticas indígena e neurodivergente.• Universalidade da Linguagem: A opção estética pela narrativa não-verbal é um posicionamento político que busca uma "linguagem universal", facilitando a compreensão integral da obra por crianças de qualquer origem, estrangeiros e, fundamentalmente, por pessoas surdas, sem depender exclusivamente de tradução externa.• Acessibilidade Atitudinal Especializada: Além da infraestrutura física, o projeto oferece suporte especializado no Espaço de Regulação Sensorial, contando com a expertise de Leticia Guimarães e Mel Xakriabá, esta última é pesquisadora de práticas de acessibilidade para neurodivergentes.

Especificação técnica

1. Espetáculo Teatral: "Anahí, o lobisomem e a última flor"• Duração: aprox. 50 minutos (estimativa para o público-alvo de 5 a 12 anos).• Material: Utilização de refletores artesanais (110 e 220v) desenvolvidos especificamente para a técnica de sombras, operados manualmente pelo elenco de dentro da cena; silhuetas articuladas ou não serão confeccionadas em papel cartão, filme para raio-X ou acetato, conforme a necessidade; figurinos e cenografia leves, facilitando o transporte e a adaptação a diferentes espaços (teatros, arenas ou salas de aula).* Para sua execução, o espetáculo necessita de um espaço vedado, ou seja, com muito pouca ou nenhuma entrada de luz.2. Mediação Cultural (Visita ao Palco)• Duração: 15 a 30 minutos (realizada imediatamente após cada apresentação).• Material: Acesso direto ao aparato técnico do espetáculo (refletores, silhuetas e estrutura de tela).• Dinâmica: Os atores Luiz Paulo Barreto e Mel Xakriabá conduzem o público por uma "desmistificação" da técnica, permitindo que as crianças toquem nos materiais e compreendam a mecânica por trás das imagens projetadas.3. Espaço de Regulação Sensorial• Duração: Disponível durante todo o período de permanência do público no teatro.• Material: Abafadores de ruído, recursos táteis (mapas e objetos com texturas), pictogramas de comunicação alternativa, iluminação dimerizável e mobiliário confortável para acolhimento de pessoas neurodivergentes (autistas e TDAH).4. Acessibilidade Comunicacional (Audiodescrição)• Duração: Simultânea ao espetáculo (aprox. 50 minutos).• Material: Roteiro de audiodescrição previamente elaborado. Rede wifi do local. A audiodescrição será feita através de uma live, que a pessoa cega acessará no próprio aparelho celular, e ouvirá utilizando seus próprios fones. A tradutora ficará na cabine técnica.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICAAs atividades do projeto serão realizadas prioritariamente em equipamentos culturais que ofereçam infraestrutura adequada para a locomoção de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. As medidas incluem: • Escolha de locais que possuam banheiros adaptados e rampas de acesso; • Garantia de acesso para cadeirantes tanto à plateia quanto ao palco, facilitando a participação plena deste público. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOO projeto prevê medidas transversais para garantir a compreensão da obra por diversos públicos, alinhando-se à Lei Brasileira de Inclusão: • Audiodescrição: Realização de 50% das sessões com audiodescrição para atender o público cego ou com baixa visão; • Linguagem Visual: O espetáculo é não-verbal (sem falas), fundamentado em imagens e trilha sonora, o que permite a compreensão plena por pessoas surdas sem a necessidade estrita de intérprete de Libras; • Mediação Cultural: Após todas as apresentações, TODO O PÚBLICO será convidado ao palco para conhecer e tocar nos refletores, silhuetas e mecanismos cênicos; • Espaço de Regulação Sensorial: Disponibilização de uma sala específica para o acolhimento de pessoas neurodivergentes (autistas e TDAH), com redução de estímulos sonoros e luminosos bruscos e suporte de profissional capacitada; • Divulgação Acessível: Materiais de comunicação digital e física contarão com medidas de acessibilidade.

Democratização do acesso

A estratégia de distribuição, formação e ampliação de público está fundamentada na descentralização geográfica, na acessibilidade financeira e em algumas ações complementares. • Temporada de Estreia (4 sessões): Realizada em teatro localizado no Centro ou na zona norte carioca, com a prática de ingressos a preços populares para facilitar o acesso de diferentes estratos sociais; • Circulação (4 sessões): Realizada de forma 100% gratuita em equipamentos culturais situados nas zonas norte , oeste e sudoeste da cidade do Rio de Janeiro;• Reserva de Ingressos: Entrega de 10% da carga de ingressos da temporada de estreia para programas de formação de plateia e instituições parceiras.Além das apresentações, o projeto oferece as seguintes ações para aprofundar o contato do público com o bem cultural: • Mediação Cultural (Visita ao Palco): Em todas as 8 sessões, o público será convidado a subir ao palco após o espetáculo para conhecer os bastidores, as silhuetas e os refletores artesanais, desmistificando a técnica do Teatro de Sombras; • Debates e Rodas de Conversa: Promoção de encontros pós-espetáculo para debater temas ligados ao espatáculo e sua construção, mediante disponibilidade e interesse do público e do local;• Linguagem Universal: A opção por uma narrativa não-verbal elimina barreiras linguísticas e auditivas, tornando a obra plenamente compreensível para crianças de diversas idades, estrangeiros e pessoas surdas; • Tecnologia e Divulgação: Uso de QR Codes em materiais de divulgação física e digital para fornecer audiodescrição e descrição de imagens, garantindo que a informação sobre o projeto alcance pessoas com deficiência visual desde a fase de divulgação.

Ficha técnica

ATIVIDADES DO PROPONENTE: Luiz Paulo Barreto• Idealização, Pesquisa e Escrita do projeto, a partir de seu interesse pelo teatro de Sombras.• Atuação e Operação Técnica: Luiz Paulo integra o elenco do espetáculo e, simultaneamente, realiza a operação da iluminação de dentro da cena. Ele utilizará refletores artesanais desenvolvidos especificamente para a linguagem das sombras, técnica na qual possui expertise.• Mediação Cultural: Participará ativamente das 8 sessões de mediação após as apresentações, revelando ao público os mecanismos cênicos e os equipamentos utilizados.Abaixo, segue seu currículo resumido:Luiz Paulo Barreto é ator, iluminador e músico. Com 21 anos de carreira, fez parte da Cia. Tentáculos Espetáculos por 8 anos, tendo atuado nos espetáculos “Nariz!”, “Além as estrelas são nossa casa”, “Aproximação à Natureza Morta” e “Dois amores e um bicho “, todos dirigidos por Guilherme Delgado. Outros trabalhos são: “Kaspar” (2012), “Minha Nossa” (2012), “Vermelho Amargo” (2013/15), “O problemão da Banda Infinita” (2017/19) e “O rapaz da rabeca e a moça Rebeca” (2015/...). Está no elenco da websérie “Invasores”, (2022), disponível em plataformas online. Como iluminador, foi técnico de luz do Teatro Copacabana Palace entre 2022 e 2024. Além disso, participou de 2 edições do SESC Palco Giratório, acompanhando os espetáculos “Finita”, de Denise Stutz (2017); e “À salto alto”, do Circo No Ato (2018); e assinou a criação de luz dos seguintes espetáculos: "Navalha na Carne"; "Quem? - Um musical de auto-ficção", da Cia. Piegas de Teatro; “Bendegó” e “O som e a fúria”, da Definitiva Cia de Teatro; “Cartas portuguesas” e “Ernesto Nazareth e seu tempo”, do grupo Seis Marias e Meia; “O Sósia” e “Papai está na Atlântida”, da Cia. Tentáculos; “Por trás do Sonho”, da Musa Cia. Teatral; “A Sereníssima República”, solo de Gustavo Ottoni; e “Cinema Orly”.CURRÍCULO RESUMIDO DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES:• Leticia Guimarães (Direção): Atriz, cantora, diretora, educadora e co-fundadora do coletivo Buraco Show, participando da criação, direção e atuando em todos os espetáculos produzidos, desde 2012. Trabalhou por mais de 10 anos no Museu da Vida/Fiocruz, criando peças para o público infanto-juvenil. Graduada em Direção Teatral pela UFRJ, dirigiu os espetáculos “Kabaret Karioka”, do Teatro de Anônimo; “Cidadela”, “O rapaz da rabeca e a moça Rebeca”, “O problemão da banda infinita”, "O alienista" , solo de Gustavo Ottoni , e dirigiu e atuou no show “Piano bar pra vender cerveja” e no solo "Filosofia de um par de botas". Também assinou a direção da websérie "Invasores", que recebeu 7 indicações no Rio WebFest 2022, e atuou nos espetáculos "Lição de Botânica" , "Pequenas Imperfeições" , "Aprendiz de Feiticeiro" , "Pet Shop" , "O rapaz da rabeca e a moça Rebeca" , "É o fim da picada!" , "O problemão da Banda Infinita" e "Cidadela". Sua perspectiva como pessoa no espectro autista contribui para a sensibilidade estética e a curadoria da acessibilidade sensorial do projeto.• Mel Xakriabá (Dramaturgia e Elenco): Formou-se como atriz em 2008, na Escola de Teatro Leonardo Alves. Ao longo de sua carreira, acumulou passagens pelo Centro de Teatro do Oprimido, pelo Centro de Estudos Artístico Experimental, além de compor Coletivos como Vento Sutil e Experimentalismo Brabo. Há treze anos, desenvolve um trabalho com ênfase na divulgação das culturas indígenas, através da contação de histórias. Desde 2017, atua como pesquisadora e divulgadora de práticas de acessibilidades, especialmente na construção de narrativas com crianças e adultos neurodivergentes.• Tamires Nascimento (Direção de Produção): Produtora cultural e atriz, formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), com atuação profissional no teatro desde 2004. Desde 2009, atua na produção cultural no Rio de Janeiro, acumulando ampla experiência na elaboração, gestão e execução de projetos via editais de cultura e leis de incentivo. Em 2017, fundou a Tamires Nascimento Produções, consolidando sua atuação na realização de projetos autorais e na produção da Definitiva Cia. De Teatro, companhia que coordena há 17 anos.• Arlete Rua (Direção de Arte): Cenógrafa, figurinista, aderecista e pintora de arte. Bacharel em Artes Cênicas no ano de 2010 pela UNIRIO. Recentemente, assinou a direção de arte dos espetáculos “Memórias da superfície” e “3 histórias encontram um rio”. Como figurinista, criou para os espetáculos “Como nos livros”, “O Anorak”, “Furdunço no Fiofó do Judas – uma opereta popular apimentada por Marinês”, “Bendegó” e “O som e a fúria”. Trabalhou, ainda, como aderecista de figurino na ópera “O Quebra-Nozes – com orquestra sinfônica e ballet do Theatro Municipal”; e como figurinista assistente e responsável pela prótese corporal no espetáculo “A baleia”.• Bruna Saraiva (Trilha Sonora): Arranjadora, compositora e multi-instrumentista. Graduada em Arranjo em Música Popular Brasileira na UNIRIO. No teatro musical, atuou como violonista nos musicais Tom Jobim Musical (2024), Morte e Vida Severina (2024). Como guitarrista, é integrante da Orquestra Mil Tons e atuou em musicais como Cabaré Incoerente: A Guerra dos Bichos (2024) e Cabaré Melanina do Gláucio Gil (2025). É diretora artística/musical e violonista no projeto Avarandadas e da Orquestra Popular Pixinguinha. Realizou o trabalho de diretora assistente musical em ’Djavanear: um tanto flor, um tanto mar', onde atuou também como instrumentista. Além disso, trabalhou como assistente de Maíra Freitas, nas trilhas das peças “Entre serpentinas e lágrimas”, “Mãe Arrependida” e “Três Mulheres Altas”.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 31/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.