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PRONAC 261518Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A Mineração no Brasil: Riqueza que influenciou a Cultura

COMPANHIA DA FOTO, PROJETOS E PRODUCOES CULTURAIS E SOCIAS LTDA
Solicitado
R$ 1,09 mi
Aprovado
R$ 1,09 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-06-01
Término

Resumo

A proposta consiste na criação de um Livro histórico e artístico que demonstrará como a mineração moldou culturas, hábitos, lugares e modos de vida nas regiões mais impactadas. A obra contará com um projeto gráfico que valoriza e resgata essa história fundamental para compreender o Brasil atual, visando revelar como a mineração influenciou saberes, artes e expressões culturais locais, impactou a economia no período colonial, a expansão urbana e o surgimento de novas cidades, imprimindo assim uma identidade que influencia até hoje nas artes contemporaneas e no turismo cultural. O lançamento contará com rodas de conversa, encontros para debates e oficinas de artes visuais, que transformam matérias-primas da mineração em possibilidades criativas.

Sinopse

Produto Principal – LivroO projeto consiste na criação de um livro histórico, humanístico e cultural, com tiragem de 3.000 exemplares, que resgata a trajetória da mineração no Brasil desde o período colonial. A obra destaca o saber técnico trazido pelos africanos escravizados e suas influências na arte, no patrimônio, na educação e na formação da cultura das regiões mineradoras, oferecendo uma perspectiva ampla sobre como a mineração contribuiu para a construção da identidade cultural brasileira.Produto Secundário – Oficinas de Artes VisuaisSerão realizadas cinco oficinas de artes visuais em escolas e universidades nas cidades de Brasília, Belo Horizonte, Ouro Preto, Salvador e Mariana, com turnos de duas horas cada. As oficinas envolverão aproximadamente 750 participantes (cerca de 150 por cidade) e têm como objetivo inspirar os alunos a utilizarem matérias-primas e insumos da mineração de forma criativa e prática na produção artística. A atividade estimula novas linguagens, experimentações, oportunidades criativas e soluções para desafios socioambientais, integrando arte, ciência e sustentabilidade.Produto Secundário – Encontros/DebatesO projeto realizará cinco encontros com professores, gestores, jovens protagonistas, fazedores culturais e empreendedores locais, durante o lançamento do livro. Cada encontro terá cerca de 250 participantes, totalizando aproximadamente 1.250 pessoas, e tem como objetivo promover debates e diálogos comunitários sobre criatividade, pertencimento e identidade cultural. As atividades destacam o papel da mineração na formação da cultura regional e brasileira, fortalecendo o engajamento social e a reflexão crítica sobre a história e o futuro das regiões mineradoras.

Objetivos

OBJETIVOSOBJETIVO GERALO objetivo central é resgatar e narrar uma parte relevante da história do Brasil, mostrando como a mineração moldou a cultura das localidades em que atuou, influenciando a arte, os modos de vida e as expressões culturais nos principais estados mineradores do país.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:PRODUTO PRINCIPAL: LIVRO - O projeto consiste na criação de um livro histórico, humanístico e cultural, com tiragem de 3.000 exemplares, que resgata a trajetória da mineração no Brasil, desde a colonização e o saber técnico trazido pelos africanos escravizados até suas influências na arte, no patrimônio, na educação e na formação da cultura das regiões mineradoras.PRODUTO SECUNDÁRIO: OFICINA _ Realizar 05 (cinco) oficinas de artes visuais, em escolas e/ou universidades, uma por cidade (Brasilia, Belo Horizonte, Ouro Preto, Salvador, Mariana) além de inspirar, propõem usos criativos e práticos de matérias-primas e insumos da mineração na produção artística, estimulando novas linguagens, oportunidades criativas e soluções para desafios socioambientais. Expectativa de 750 pessoas, aproximadamente 150 por cidade, em turnos de oficinas de 2h cada.PRODUTO SECUNDÁRIO: ENCONTRO/DEBATE _ Realizar 05 encontros com professores, gestores, jovens protagonistas, fazedores culturais e empreendedores locais, durante o lançamento do livro, promovendo debates e diálogos comunitário sobre criatividade, pertencimento e identidade cultural, destacando o papel da mineração na formação da cultura da região e do Brasil. Expectativa de atender 1.250 pessoas, sendo aproximadamente 250 por cidade.

Justificativa

A história da mineração no Brasil remonta ao final do século XVII, quando os bandeirantes descobriram ouro nas regiões de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Esse achado transformou profundamente o Brasil colonial: milhares de pessoas migraram para as áreas mineradoras, criando vilas e cidades que se tornaram centros culturais e econômicos.Mais do que gerar riqueza, a mineração deixou marcas profundas na cultura brasileira. Foi nesse contexto,do ciclo do ouro e do diamante, que floresceu a arte barroca, sobretudo em Minas Gerais, com igrejas ricamente decoradas e com esculturas e talhas em ouro de artistas como Aleijadinho, que traduziram em pedra e madeira a fé e o cotidiano do povo minerador, além do pintor e dourador Manoel da Costa Ataíde, que imprimiu seu estilo na pintura dos forros das igrejas introduzindo rostos e traços mestiços em anjos e na própria virgem maria . A religiosidade popular também se intensificou, com festas como o Congado e a Folia de Reis, que misturam tradições africanas, indígenas e europeias.A vida nas minas, marcada por trabalho duro e desigualdade, impactou a música, a literatura e até o modo de falar. Expressões, sotaques e costumes típicos das regiões mineradoras ainda ecoam na cultura brasileira. A mineração não foi apenas uma atividade econômica: foi um movimento que moldou identidades, criou símbolos e deixou um legado artístico e social que permanece vivo até hoje.Diante desse contexto, o projeto propõe a realização de um livro de caráter histórico, humanístico e cultural, que resgata a história da cultura mineradora no Brasil — um dos segmentos mais relevantes e impactantes do país. A obra terá um olhar voltado ao aspecto cultural da mineração, desde a colonização, com a sabedoria dos africanos escravizados trazidos para minerar — conhecedores das técnicas do ofício — até as influências desse setor na arte, na educação, no patrimônio e nas expressões culturais das regiões em que mais se fez presente. O livro busca, assim, demonstrar o impacto da mineração na conformação cultural do povo brasileiro.O lançamento do livro será acompanhado de encontros com debates e oficinas em cada território de realização, reunindo professores, gestores públicos, jovens protagonistas, fazedores culturais, empreendedores criativos e colaboradores locais. Os debates, que coincidirão com o lançamento, abordarão a interseção entre criatividade, cultura, pertencimento e identidade, destacando o papel da mineração na construção de uma identidade cultural vibrante e singular.Esses encontros se configuram como ações de sensibilização e mobilização comunitária em torno da obra, integrando a dimensão antropológica e artística do segmento econômico e ampliando seu alcance para além da leitura. Já as oficinas, realizadas em escolas e universidades, terão como missão propor caminhos práticos e criativos de uso de matérias-primas e insumos da mineração na composição artística, expandindo possibilidades expressivas e gerando alternativas para desafios socioambientais contemporâneos.Assim, o projeto articula história, arte, educação e participação social, reafirmando a importância da mineração não apenas como vetor econômico, mas como força que moldou e segue moldando a identidade cultural brasileira.SOBRE ENQUADRAMENTO NO ARTIGO 1º - LEI nº 8.313/91:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.SOBRE ENQUADRAMENTO NO ARTIGO 3º - LEI nº 8.313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

Especificações Técnicas – Livro Cultural Tema: A Mineração no Brasil: Riqueza que influenciou a CulturaTiragem - 3.000 exemplaresFormato● Tamanho: 21 × 28 cm (formato próximo ao A4)● Indicado por permitir melhor aproveitamento de imagens, gráficos e documentos históricos. Margens e Diagramação● Margem interna: 3 cm (facilita a leitura em livros de consulta).● Margens externas: 2,5 cm.● Topo/Rodapé: 2 cm.● Espaçamento: 1,4 a 1,5 entre linhas.● Fonte principal (texto): Garamond ou Minion Pro, 12 pt (legível e confortável para textos extensos).● Fonte títulos e subtítulos: Sans serif elegante (ex.: Myriad Pro ou Helvetica Neue).● Notas de rodapé: Garamond ou Times New Roman, 10 pt.● Alinhamento: Justificado, com hifenização automática para fluidez Paginação● Numeração iniciando na introdução.● Páginas pré-textuais (sumário, agradecimentos, etc.) em algarismos romanos minúsculos (i, ii, iii...).● Cabeçalhos:o Lado par → título do livro.o Lado ímpar → título do capítulo.● Quantidade total de páginas: 200.Papel● Miolo: papel offset 120 g, impressão 4x4 cores, padrão escala em offset.● Guarda: papel offset 180 g, 1 cor, tinta Pantone.● Capa: papel couché fosco design 170 g, 4x0 cores, com laminação BOPP fosca.● Sobrecapa: papel couché fosco design 170 g, 4x0 cores, com laminação BOPP fosca.● Papelão: cinza nº 15, sem impressão, formato 441 × 286 mm. Encadernação● Capa dura com sobrecapa: indicada para edições especiais, colecionáveis ou de circulação institucional.● Lombada: 16 mm.● Acabamento: alceamento, costura + hotmelt, cabeceado, refile trilateral.● Laminação BOPP fosca na capa e sobrecapa.● Inserção manual da sobrecapa.● Shrink individual e entrega em caixa de papelão. Capa● Resolução: mínimo 300 dpi.● Elementos obrigatórios:o Título e subtítulo em destaque.o Nome(s) do(s) autor(es) / organizador(es).o Imagem ou ilustração simbólica da mineração (ex.: ouro, pedras, igrejas coloniais, ferramentas).● Contracapa: sinopse, mini bio do(s) autor(es), logomarca da editora (quando aplicável).● ISBN + código de barras. Versão Digital (eBook)● Formatos: EPUB (padrão internacional e acessível) e MOBI (para Kindle).● Layout: refluído/adaptável a diferentes telas (computadores, tablets, celulares e e-readers).● Recursos de acessibilidade (EPUB): leitura em voz alta por softwares, ajustes de fonte, contraste, espaçamento e navegação facilitada.● Sumário interativo e hiperlinks para notas, referências e imagens.● Extras digitais: possibilidade de galeria multimídia (vídeos, áudios ou imagens adicionais via QR Code). Extras Recomendados● Prefácio ou Introdução acadêmica assinada por especialista em história/cultura.● Glossário de termos técnicos e culturais ligados à mineração.● Apêndice documental: cartas, registros, mapas e documentos históricos.● Índice onomástico e temático: fundamental em obras de referência cultural.● Referências bibliográficas no padrão ABNT ou Chicago.METODOLOGIA DAS OFICINAS Local: O projeto será desenvolvido em 05 (cinco) cidades brasileiras: Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Ouro Preto (MG), Salvador (BA) e Mariana (MG), contemplando diferentes contextos culturais e educacionais. A sede administrativa do projeto é em São Paulo – SP.Seleção: Processo seletivo articulado com os ecossistemas criativos e culturais locais, com política afirmativa de acesso para grupos minorizados.Público-Alvo: Artistas, empreendedores criativos e jovens protagonistas, definidos conforme critérios do patrocinador.Número de turmas por cidade: 1Participantes por turma: 150Total de participantes: 750 (aproximadamente 150 por cidade)Duração e formato: 05 encontros e 2 horas presencial cada um. Abordagens metodológicas: Aulas expositivas e práticas presenciaisObjetivos formativos:Promover autonomia criativa, visão estratégica e enraizamento territorial.Desenvolver competências para a criação artística. Metodologia:O projeto será desenvolvido de forma integrada e imersiva, utilizando estratégias lúdicas, sensoriais e práticas. A metodologia inclui:Preparação e ambientaçãoApresentação do conceito de mineração e sua importância histórica, econômica e social, conforme o manual.Introdução às diferenças entre jazida e mina e às etapas da atividade mineradora: prospecção, pesquisa, planejamento de lavra, delineamento, produção, beneficiamento e recuperação ambiental.Contextualização da mineração na transição energética, destacando minerais essenciais para tecnologias limpas, como lítio, cobalto, níquel, cobre e terras raras.Exploração e identificação de minerais e rochasAtividade prática baseada nas sugestões do manual, onde os alunos identificam minerais e rochas presentes em objetos do cotidiano (casa, escola, produtos industriais, utensílios domésticos).Uso de fichas, imagens, jogos e recursos audiovisuais para auxiliar no reconhecimento e aprendizagem.Produção criativa e artísticaCriação de peças artísticas a partir de matérias-primas e insumos minerários.Desenvolvimento de soluções criativas para problemas socioambientais utilizando conhecimento mineral.Registro das atividades em portfólios, painéis e apresentações coletivas, promovendo reflexão crítica e conscientização ambiental.Dinâmica lúdica e musicalAplicação de paródias e músicas temáticas , para estimular atenção, memorização e engajamento.Jogos e encenações em circuitos de cenografia, com suporte de tecnologia e mediação de profissionais e artistas.Debate e reflexão finalDiscussão guiada sobre a aplicação dos minerais na vida cotidiana e na sociedade.Conexão entre mineração, cultura e sustentabilidade, promovendo diálogo e análise crítica, reforçando os objetivos do manual.Avaliação:Participação e engajamento durante as atividades.Qualidade e criatividade das produções artísticas.Registros das atividades (portfólios, painéis, apresentações).Capacidade de refletir sobre a relação entre mineração, cultura e sociedade. METODOLOGIA – ENCONTROS / DEBATESBase: A metodologia foi estruturada com base nos princípios de mediação cultural, participação comunitária e diálogo crítico, que enfatiza a integração entre aprendizagem, cultura e contexto social.Local: Cada encontro será realizado em uma das cinco cidades do lançamento do livro: Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Ouro Preto (MG), Salvador (BA) e Mariana (MG). A sede administrativa do projeto permanece em São Paulo – SP.Seleção: Participantes convidados e selecionados de acordo com relevância para o ecossistema cultural local, contemplando diversidade, inclusão e protagonismo juvenil.Público-Alvo:Professores e educadoresGestores culturais e comunitáriosJovens protagonistasFazedores culturaisEmpreendedores locais Número de encontros e participantes:5 encontros, um por cidade250 participantes por encontroTotal de 1.250 participantes Duração e formato: Cada encontro terá aproximadamente 2 horas, combinando apresentações, debates e atividades práticas de mediação cultural.Objetivos formativos:Estimular a reflexão sobre criatividade, pertencimento e identidade cultural.Destacar o papel histórico e social da mineração na formação cultural regional e nacional.Promover diálogo comunitário e construção coletiva de conhecimento. Metodologia:Abertura e contextualizaçãoApresentação do projeto e do livro, ressaltando a trajetória histórica da mineração no Brasil.Breve contextualização sobre o papel cultural, social e econômico da mineração, seguindo princípios do Manual do Professor.Painéis temáticos e debates guiadosDiscussão sobre temas centrais: criatividade, identidade cultural, sustentabilidade e inovação a partir de recursos minerais.Participação ativa dos convidados, com perguntas e troca de experiências.Mediação de especialistas em cultura, educação e mineração para garantir profundidade e relevância das discussões.Atividades interativasUtilização de recursos audiovisuais, apresentações e registros em painéis colaborativos.Síntese e registro dos resultadosProdução de um relatório sintético com as principais contribuições, insights e recomendações.Avaliação:Participação e engajamento do público.Qualidade e profundidade das discussões.Registro e sistematização das contribuições para o relatório final.

Acessibilidade

RESPONSABILIDADE SOCIAL - ACESSIBILIDADE PRODUTO PRINCIPAL – LIVRO MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não se aplica. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Além da versão impressa, o livro será disponibilizado em formato digital acessível (ePub), que permite a leitura em voz alta por softwares leitores de tela, ajuste de fonte, contraste e ampliação de caracteres, bem como navegação por capítulos e marcadores. O e-Pub, por sua flexibilidade, facilita a leitura em diferentes dispositivos (computadores, tablets, celulares e e-readers), garantindo autonomia e inclusão para pessoas com deficiência visual parcial ou total. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: não se aplica. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS e/ou NEURODIVERGENTES: O formato e-Pub também beneficia leitores com dislexia, TDAH ou outras condições, por permitir ajustes personalizados de leitura (como escolha de fontes específicas, espaçamento entre linhas e destaque de trechos), promovendo maior conforto cognitivo e acessibilidade. PRODUTO SECUNDÁRIO – OFICINA MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: observadores a acessibilidade do local escolhido para o desenvolvimento das atividades, considerando acesso por rampas e/ou elevadores e sinalização adequada. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição, caso seja identificada a necessidade no ato da inscrição do beneficiário. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras, caso seja identificada a necessidade no ato da inscrição do beneficiário. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS e/ou NEURODIVERGENTES: abafadores e guia de previsibilidade, caso seja identificada a necessidade no ato da inscrição do beneficiário. PRODUTO SECUNDÁRIO – ENCONTRO/DEBATES MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: seleção de espaços que assegurem acessibilidade plena, com rampas, elevadores, banheiros adaptados e sinalização tátil e visual. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: material de apoio em formato digital acessível (e-Pub e PDF acessível), além de audiodescrição para as falas e materiais visuais, caso seja demandado.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de Libras e legendagem simultânea, mediante solicitação dos participantes no ato da inscrição. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS e/ou NEURODIVERGENTES: disponibilização de guia de previsibilidade, linguagem simplificada em materiais de apoio e apoio de mediadores quando necessário.

Democratização do acesso

DAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - Art. 42 - IN nº 29/2026O projeto cumpre integralmente o que propõe o Artigo 42 da IN nº 29/2026 uma vez que todas as ações previstas contemplam a gratuidade de acesso integral, com estímulo especial para a participação de alunos e professores de escolas públicas, universidades. Declaramos que serão ainda respeitadas as cotas de 10% estimadas para patrocinadores e para distribuição promocional em ações de divulgação do projeto. DAS MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO - Art. 42 - IN nº 29/2026Destacamos que as medidas de Ampliação de Acesso estabelecidas nos incisos I e III serão cumpridas a partir da distribuição integralmente gratuita de ingressos e produtos resultantes do projeto, além da realização de oficina como atividade paralela ao produto principal, conforme estabelece o artigo 43 da IN nº 29/2026:II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Parágrafo único. A distribuição de caráter social ou educativo será realizada por meio de órgão ou entidade representativa do grupo ou comunidade ou escolas da rede pública de ensino.

Ficha técnica

Companhia da Foto Projetos e Produções Culturais e Sociais LtdaCoordenadora Físico FinanceiraSomos produtores culturais e podemos desenvolver projetos específicos, com ou sem benefício fiscal, para atendimento de demandas temáticas, comemorativas, de visibilidade ou relacionamento das empresas. Temos projetos próprios com longo histórico de atuação com incentivos fiscais. São mais de 20 anos atuando nessa área, com reputação positiva e forte credibilidade junto a empresas (AES Tietê, Duratex, BRK Ambiental, etc) e proponentes (Aliança Francesa de SP, Sérgio Brito dos Titãs, Maracanã, Museu da Pessoa, etc), entre outros clientes diversos. Na Rouanet, realizamos o espetáculo Tem Um Rio na Biblioteca, montamos a Biblioteca Cede, e tambe´m os espatáculos A Fonte Mágica, O Cofrinho Sabichão entre outros projetos. PESQUISADORES COORDENADORES Regina Helena Alves da SilvaReguba é professora aposentada e pesquisadora do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com trajetória consolidada nas áreas de história urbana, patrimônios culturais, memória social e processos de patrimonialização. Graduada em Ciências Sociais e História pela UFMG, mestre em Ciência Política pela mesma instituição e doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), realizou pós-doutorados em Arquitetura e Urbanismo na UFBA e em Cidades e Culturas Urbanas na Universidade de Coimbra, em Portugal. Orientou dissertações e teses em temas relacionados à patrimonialização, representações urbanas e práticas culturais, coordenou o Programa de História Oral da UFMG, além de ter participado de iniciativas nacionais e internacionais, como o projeto Les Mots de la Ville do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), em Paris. Teve participação na coordenação em projetos de extensão para a área cultural, como o Programa Cidadania Cultural, Pontão de Cultura UFMG foi diretora do Centro Cultural da UFMG. Também atuou como representante da UFMG nos conselhos de Patrimônio Cultural do município de Belo Horizonte e do estado de Minas Gerais.Sua atuação acadêmica também se estendeu para pesquisas sobre memória social, cultura urbana e políticas patrimoniais, articulando história, sociedade e espaço urbano. Nos últimos anos, ampliou sua produção para a interface entre história, sociedade e mineração, coordenando projetos de grande relevância, entre eles Estratégias de Transformação de Brumadinho (2019–2023), Lições Aprendidas na Reparação Socioeconômica de Brumadinho (2024), financiado pela Vale, e o projeto de P&D da Vale sobre Mineração Circular na área de Fomento Socioeconômico (2025). Foi bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq, bolsista da Capes e da Fapemig, além de pesquisadora visitante na Universidade de Jyväskylä, na Finlândia, onde estabeleceu parcerias em pesquisas sobre mineração e seus impactos sociais. Atualmente, é vice-coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial. LUIZ CARLOS VILLALTALuiz é doutor e mestre em História Social e, ainda, licenciado e bacharel em História pela Universidade de São Paulo (USP), é Professor Titular Aposentado de História do Brasil e Prática de Ensino, do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde ingressou em 2002. Desde fins de 2022, atua na referida UFMG como Professor Voluntário, sendo Professor do Corpo Permanente do Programa de Pós-Graduação em História. Fez Pós-Doutorados na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (2016), nos Arquivos Nacionais da Torre do Tombo na Universidade de Lisboa, em Lisboa, respectivamente em 2005 e 2008; e na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, em 2009. Desde junho de 2023, é Pesquisador Sênior da Universidade Estadual do Maranhão, no Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais, em São Luís, onde atua como Professor do Corpo Permanente do Programa de Pós-Graduação em História. Entre 1988 e 2002, foi professor da Universidade Federal de Ouro Preto, em Mariana, tendo sido chefe do Departamento de Educação e diretor do Instituto de Ciências Humanas e Sociais. É, desde 2005, bolsista de Produtividade do CNPq (atualmente, nível 1D) Foi bolsista do Programa Pesquisador Mineiro da FAPEMIG até 2022. Pesquisa sobre a história política e cultural do mundo luso-brasileiro, focalizando especialmente a censura literária, os livros, a imprensa (a partir de 1808), as bibliotecas, as práticas de leitura, as heresias, as apropriações da história e os movimentos de contestação política, de fins do século XVIII ao ocaso do Império do Brasil, e, ainda, sobre a História, o Ensino de História e os Livros Didáticos durante da Ditadura Militar. Dentre suas publicações, destacam-se os livros Usos do livro no mundo luso-brasileiro sob as Luzes (Belo Horizonte: Fino Traço, 2015) e 1789-1808: O Império Luso-Brasileiro e os Brasis (São Paulo: Companhia das Letras, 2000); as coletâneas A Globalização das Luzes (Niterói: Editora da Universidade Federal Fluminense, 2022), co-organizada com Marie-Noëlle Ciccia e Álvaro de Araújo Antunes, História de Minas Gerais: A Província de Minas (2013) e História de Minas Gerais: As Minas Setecentistas (2007), ambas em co-organização com Maria Efigênia Lage de Resende e publicadas pela Editora Autêntica, de Belo Horizonte; e Quatro novelas em Tempos de D. João (Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2008), em co-organização com Lucia Maria Bastos Pereira das Neves. Além disso, tem 64 capítulos de livros e 36 artigos publicados, no Brasil e no exterior. Desde 2002, orientou três monografias de especialização, 23 dissertações de mestrado e 16 teses de doutorado. PESQUISADORES SENIORES Rafael Ivan ChambouleyronRafael é Professor Titular da Universidade Federal do Pará, atuando no curso de graduação em História e no Programa de Pós-Graduação em História. Possui graduação em História pela Universidade Estadual de Campinas (1991), mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo (1994) e doutorado em História pela University of Cambridge (2005). É docente colaborador do Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal do Maranhão e do Máster Universitario en Historia de América Latina. Mundos Indígenas, bem como do Doctorado en Historia y Estudios Humanísticos: Europa, América, Arte y Lenguas, ambos da Universidad Pablo de Olavide, em Sevilha (Espanha). Sua trajetória acadêmica está centrada na História Social da Amazônia, com foco no período colonial (século XVII e primeira metade do século XVIII), atuando nos seguintes eixos de pesquisa: 1) território, ocupação e povoamento da Amazônia colonial; 2) natureza, economia e trabalho na Amazônia colonial; 3) história indígena e processos de territorialização; e 4) circulação de saberes e práticas no mundo atlântico.Publicou diversos trabalhos de referência nacional e internacional, entre os quais se destacam o livro Povoamento e economia na Amazônia colonial (1640–1750) (Editora da UFPA, 2012) e capítulos em coletâneas como História da Amazônia colonial: agentes, territórios e fronteiras (2020). É autor de artigos em periódicos de destaque, como Revista de História (USP), Tempo (UFF), Colonial Latin American Review e Revista Brasileira de História.Foi coordenador de importantes projetos de pesquisa financiados por agências como CNPq e FAPESPA, entre eles: “Território, fronteiras e populações na Amazônia colonial” e “Economia, trabalho e circulação de mercadorias no Grão-Pará setecentista”, que contribuíram para a consolidação do campo de estudos sobre a Amazônia colonial no Brasil. Atualmente, coordena o projeto “Amazônia colonial em rede: povos indígenas, impérios ibéricos e circulação de saberes (séculos XVII–XVIII)”, em cooperação com universidades brasileiras e estrangeiras.Sua atuação também inclui orientação de mestrado e doutorado, produção de material didático-científico e participação em comitês editoriais e científicos de periódicos nacionais e internacionais. Sônia Maria de MagalhãesSônia é Professora Titular da Faculdade de História da Universidade Federal de Goiás e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq (Nível 2). Possui graduação em História pela Universidade Federal de Ouro Preto (1994), mestrado (1998) e doutorado (2004) em História pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Realizou estágio pós-doutoral como bolsista PRODOC na Universidade Federal de Goiás (2006–2007), além de pós-doutorados no Programa de História das Ciências e da Saúde da Casa Oswaldo Cruz (2014) e no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Minas Gerais (2019).Sua produção intelectual tem destaque nos campos da História da Alimentação, História da Saúde e das Doenças e Ensino de História. É autora dos livros Males do sertão: alimentação, saúde e doenças em Goiás no século XIX (2014) e A mesa de Mariana: produção e consumo de alimentos em Minas Gerais (1750–1850) (2004), além de artigos publicados em periódicos como História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Revista Brasileira de História e Varia História. Também organizou coletâneas de referência, entre elas O Diário íntimo de Altino Arantes (1916–1918), Casa de vereança de Mariana: 300 anos de História da Câmara Municipal, Histórias de Goiás: memória e poder, Cristianismos em Goiás, O ensino de História: aprendizagens, políticas públicas e materiais didáticos e A cozinha brasileira e o patrimônio cultural.Atua como docente no Programa de Pós-Graduação em História e no Mestrado Profissional em Ensino de História (PROFHISTÓRIA/UFG), do qual foi vice-coordenadora (2019–2021) e coordenadora (2021–2023). É coordenadora do GT História da Saúde e das Doenças da ANPUH-GO, pesquisadora do projeto internacional DIAITA – Patrimônio Alimentar da Lusofonia e integrante do GHAIA – Grupo de História da Alimentação na Ibero-América.Participou e coordenou projetos financiados por agências nacionais e internacionais, com destaque para “História da alimentação e da saúde em Goiás e Minas Gerais (séculos XVIII–XIX)”, que investigou práticas culturais, regimes alimentares e doenças no interior da América portuguesa; e “Alimentação e patrimônio cultural no Brasil contemporâneo”, projeto vinculado a redes de pesquisa internacionais sobre a circulação de saberes e práticas alimentares no mundo luso-brasileiro. Atualmente desenvolve o projeto “História da alimentação e da saúde na Ibero-América: práticas, discursos e patrimônios”, em colaboração com grupos de pesquisa no Brasil, Portugal e Espanha. Magno Silveira – Designer GráficoMagno Silveira é um profissional com 34 anos de experiência em projetos gráficos editoriais, abrangendo livros infantis, romances, poesia, pesquisas científicas, teses e obras acadêmicas. Sua trajetória inclui trabalhos para a Universidade da Alemanha, Editora Tinta da China em Portugal, e diversas editoras brasileiras, consolidando-o como referência no design editorial.Fundador do Magno Studio em 1991, Magno é designer sênior, ilustrador, bibliófilo e artista plástico, com formação sólida em artes: cursou desenho na Fundação Mineira de Arte (FUMA) e artes plásticas na Fundação Escola Guignard, ambas em Belo Horizonte, além de design gráfico na Universidade Paulista. Sua formação foi complementada por estudos de identidade visual com Alexandre Wollner, decano do design brasileiro, e por experiência na SAO, divisão de design da agência DPZ, São Paulo, em construção de marcas. Atuou como diretor de criação em diversas agências de publicidade e atualmente é Head de Criação da Combrasil Alimentos.Ao longo de sua carreira, Magno desenvolveu projetos que foram reconhecidos nacional e internacionalmente. Seus trabalhos foram expostos na 6ª Bienal de Design Gráfico da ADGBrasil, e conquistou o primeiro lugar em cinco categorias nas 1ª e 2ª Semanas de Artes Gráficas do Vale do Paraíba, São Paulo. A trajetória do designer também foi tema de exposições individuais, como Design e Artes Práticas (1992) e Marcas, Caminhos Criativos (2012), no SESC São Paulo, além de exposições sobre ilustradores de Monteiro Lobato no SESC e no Clube Paulistano, São Paulo, onde atuou como idealizador, curador, designer e responsável pelo conteúdo.Magno também se dedica à pesquisa iconográfica, tendo colaborado com a Editora Globo, Editora do Brasil, Editora Sesi, Editora Tinta da China (Portugal) e Johannes Gutenberg-Universitat Mainz (Alemanha). Em 2021, integrou o júri do Prêmio Jabuti, consolidando sua reputação como especialista de referência no setor editorial.A atuação de Magno Silveira combina excelência técnica, sensibilidade artística e profundo conhecimento do universo editorial, traduzindo-se em projetos gráficos de alta qualidade e relevância cultural. Seu trabalho alia tradição, inovação e compromisso com o design de livros e materiais impressos, reforçando seu papel como um dos principais profissionais do design gráfico no Brasil. JOSÉ GUILHERME RODRIGUES FERREIRA EDITOR Experiência Profissional Diretor de Jornalismo da plataforma multidigital SPRiomais e consultor editorial da start-up SPRio +. Desde 2018. Sócio da Ponto Doc Textos e Imagens, empresa especializada em Assessoria de Comunicação com foco nas áreas científica e tecnológica, sediada em São José dos Campos. A Ponto Doc atua desde 2004, atendendo instituições como a Associação dos Engenheiros do ITA, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Unimed São José dos Campos, UNEP Imagens Diagnósticas, Plani Diagnósticos Médicos por Imagem e Grupo São José Saúde.Editor-chefe do jornal Diário do Comércio (DC) e da revista Digesto Econômico, publicações da Associação Comercial de São Paulo (2004 a 2014). Responsável pela gestão geral das equipes e pela criação de projetos editoriais, colunas e conteúdos culturais. Titular da coluna enogastronômica “Roda do Vinho” e resenhista do Caderno de Cultura do DC. Integrante da equipe vencedora do Prêmio Esso de Melhor Contribuição à Imprensa (2009) pela criação do Museu Virtual da Corrupção (MuCo), que coordenou de 2008 a 2014.Editor da revista eletrônica Maga.Zine e do portal estadao.com (Grupo O Estado de S. Paulo, 2001 a 2004), uma das primeiras revistas eletrônicas de cultura do país. Subeditor da editoria de Geral do Jornal da Tarde (1994 a 2000), com experiência em gestão de estagiários, edição de textos e fechamento de páginas.Diretor da Divisão de Editoração e Jornalismo e editor-chefe do Jornal da USP (Universidade de São Paulo, 1989 a 1994), com responsabilidade pela chefia de reportagem, gestão de equipe e supervisão da gráfica da universidade.Editor de texto dos telejornais Bom Dia São Paulo e SPTV, além de produtor na TV Globo SP (1988 a 1991).Repórter e redator da revista Globo Rural (Editora Globo, 1981 a 1983).Atuou também em veículos como O Estado de S. Paulo (editoria Geral), Agência Folhas, revistas Saúde (Grupo Abril), Interview (Inter Editora) e Cult (Editora Lemos), colaborando nesta última na seção “Turismo Literário”. Foi editor da revista Arte21 e assessor de imprensa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo e da Secretaria de Educação de São José dos Campos.Livros e Projetos Editoriais Autor de Vinhos no Mar Azul – Viagens Enogastronômicas (Editora Terceiro Nome, 2009), vencedor do Gourmand Cookbook Awards (Paris). Autor de O Almofariz de Deméter (Editora Tapioca). Autor do livro de poemas LOCI (produção autoral, 2025). Autor de No céu vagem monstruosas ervilhas gigantes (Editora Dezideias, 1978), e participante das coletâneas de poesia visual Agráfika, Kataloki e Álbum, organizadas por Arnaldo Antunes. Coautor de Atalaia do Norte – Retratos de uma Experiência Amazônica (Univap, 2002). Consultor editorial de Cassiano Ricardo Dexistência (Fundação Cultural Cassiano Ricardo, 2012). Assessor editorial de Ditadura Nunca Mais (Fundação Cultural Cassiano Ricardo, 2016). Projeto editorial e texto de Cassiano – Fragmentos para uma Biografia, de Amilton Maciel Monteiro (Univap, 2003). Editor de Celebrar a História, Construir o Futuro – 50 anos da Facesp (Facesp, 2013). Editor de 1932 – Um Relato Inédito, de José Amaral Palmeira (ACSP/Facesp, 2014). Redator dos textos da exposição Ilustradores de Lobato (SESC São José dos Campos, 2015). Editor e autor da pesquisa de Asas para que te quero – 70 anos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (1950–2020). Coordenador do projeto editorial Várias rotas, um destino (Destination/São José dos Campos, 2024).Formação Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) – 1977 a 1980.Curso de Pós-Graduação em Jornalismo Interpretativo Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.Aluno especial do curso de mestrado do Labjor – Universidade de Campinas (UNICAMP) – 2017/2018.Atuação Artística e Cultural Membro Titular da Academia Brasileira de Gastronomia desde 2009. Membro do Atelier de Gravuras De Etser desde 2010. Pesquisador da história da alimentação, do vinho e de suas conexões literárias. Agência NTZ Direção de comunicaçãoCriada em 2012 em São José dos Campos (SP), a NTZ atua em todo o território nacional, com foco em projetos culturais, esportivos e sociais. Fundada com o propósito de fortalecer a mobilização social como ferramenta de transformação humana, a agência reúne equipe multidisciplinar com ampla experiência em captação de recursos, formatação de projetos e comunicação estratégica.Ao longo de mais de uma década, a NTZ se consolidou como referência na inscrição e acompanhamento de projetos em leis de incentivo, editais públicos e privados, além de desenvolver soluções de marketing e comunicação institucional. A empresa oferece também consultoria para empresas e institutos na definição de políticas de investimento social e ESG, palestras e treinamentos voltados à profissionalização do terceiro setor.Entre os clientes atendidos estão Gerando Falcões, Cinemateca Brasileira, SP Leituras, Instituto Tomie Ohtake, Instituto Baccarelli, Associação Locomotiva, Musicarium, DM Card, Cebrace e diversas entidades esportivas como Vôlei São José, São José Rugby, Basquete e Futebol Feminino.Desde 2012, a agência assumiu consultoria e execução de comunicação em projetos de destaque como a FLIM – Festa Literomusical do Parque Vicentina Aranha, ConSertão (Itinerância Musical no Interior de SP), temporadas da Orquestra Sinfônica de São José dos Campos e diversas ações para instituições como Museu do Folclore, São Paulo Companhia de Dança e Instituto de Música Jacques Klein.Com trajetória sólida e atuação em rede, a NTZ segue contribuindo para o fortalecimento das organizações do terceiro setor, conectando propósito, gestão e impacto social em cada projeto desenvolvido. Claudia Ristori - C TREZE ADM - Empresa especializada em inscrição de projeros e prestação de contas para projetos incentivados. Cláudia de Souza Ristori é uma profissional com sólida experiência no setor cultural, esportivo, audiovisual e social, atuando há mais de dez anos na inscrição de projetos e prestação de contas de projetos incentivados. Fundadora e diretora da C TREZE ADM, empresa criada em 2014, especializada em serviços administrativos de accountability para o terceiro setor, lidera a inscrição, o acompanhamento e a prestação de contas de projetos viabilizados por mecanismos de fomento, como Lei Rouanet, ProAC ICMS e ANCINE, LIE- Lei de Incentivo ao Esporte e LPIE- Lei Paulista de Incentivo ao Esporte. Sua atuação tem contribuído para a otimização de processos administrativos e financeira de projetos, além de fortalecer organizações que geram impacto social e cultural.Formada em Administração pela UNIVAP, pós-graduada em Gestão de Projetos pela FAAP e atualmente cursando o quarto ano de Ciências Contábeis pela UNICESUMAR, Cláudia alia formação acadêmica consistente a uma prática profissional marcada pela seriedade e pelo dinamismo. Sua trajetória é marcada pela habilidade em liderar equipes, estabelecer relacionamentos institucionais e desenvolver parcerias estratégicas que garantem o sucesso das iniciativas culturais que acompanha. Como parte de sua atuação no setor cultural, ministrou o curso Prestação de Contas para ProAC ICMS, promovido pela plataforma Cultura e Mercado, compartilhando sua expertise com produtores e gestores culturais, reforçando seu papel como referência no tema.Ao longo de sua carreira, foi responsável por importantes entregas, entre elas a participação na prestação de contas do filme “A Era dos Humanos”, aprovado pela ANCINE, além de diversos projetos culturais no Estado de São Paulo, Ceará, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Também participou de encontros e seminários relevantes, como o Encontro com Produtores Culturais promovido pelo Ministério da Cultura e o Seminário do Terceiro Setor – Giro Filantropia, dente outros, consolidando seu papel como referência no segmento de gestão de projetos incentivados.Além de sua atuação técnica, Cláudia mantém forte vínculo com o universo artístico e social. Foi vencedora do Concurso de Contos de Natal da Revista Opinião em 2009 e participou de concursos musicais e literários, reafirmando seu olhar sensível para a cultura. Seu envolvimento em trabalhos voluntários e sua capacidade de adaptação em diferentes contextos culturais refletem seu compromisso com o desenvolvimento humano e com o fortalecimento das iniciativas do terceiro setor.Profissional completa, Cláudia de Souza Ristori reúne competências em gestão administrativa, contábil e de projetos, comunicação institucional e relacionamento estratégico. Seu trabalho à frente da C TREZE ADM traduz a seriedade e o compromisso com a excelência, sempre com o objetivo de impulsionar o impacto social e cultural de organizações e iniciativas em todo o país.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 31/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.

2027-12-31
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