Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Cubo Show é um projeto inovador que transforma um espaço de circulação pública em polo de entretenimento cultural e interação artística. Utilizando um cubo de vidro acusticamente isolado, o público pode vivenciar ensaios musicais, programas de conteúdo ao vivo e apresentações artísticas, acessíveis por totens interativos e transmissão via Wi-Fi exclusiva. A iniciativa promove acesso democrático a tecnologias, explorando novas formas de consumo cultural.
O Cubo Show Festival é um festival cultural temático que transforma um cubo de vidro acusticamente isolado em palco-estúdio para uma programação diária de música, debates e conteúdos formativos sobre direitos culturais e diversidade. Ao longo de 25 dias, o projeto apresenta cerca de 50 ações presenciais entre shows, gravações de podcasts, programas ao vivo, palestras, rodas de conversa, entrevistas e atividades, sempre abertas e gratuitas ao público em circulação.Os shows e apresentações musicais reúnem artistas da cena baiana contemporânea, articulando tradição, inovação e diferentes gêneros (samba, afro, reggae, forró, hip-hop, entre outros), com classificação indicativa livre, voltados a toda a família. Os podcasts e programas ao vivo, gravados com plateia no cubo, tratam de temas como letramento antirracista, políticas culturais, economia da cultura, combate ao racismo, à discriminação de gênero e à intolerância religiosa, bem como pautas LGBTQIAPN, em linguagem acessível a jovens e adultos (classificação etária sugerida: 14 anos).As palestras, aulas abertas e rodas de conversa abordam cultura negra na Bahia, direitos culturais, produção musical e teatral, e experiências de artistas e gestores convidados, funcionando como módulos formativos de curta duração para público geral, estudantes e agentes culturais (classificação 14 anos).As atividades infantis, realizadas em horários específicos, apresentam jogos, contação de histórias, música e brincadeiras que valorizam identidade, respeito à diversidade e direitos culturais, com classificação livre e foco em crianças e suas famílias.Toda a programação tem transmissão de áudio em tempo real por totens com fones e via internet, permitindo que o público acompanhe o conteúdo no espaço do shopping e também a distância, reforçando o caráter formativo e democrático da obra como conjunto de produtos culturais integrados.
Objetivo Geral O Cubo Show tem como objetivo redefinir a experiência cultural ao integrar entretenimento, tecnologia e interatividade em um ambiente acessível e envolvente. Utilizar um cubo de vidro isolado acusticamente, para permitir que o público acompanhe, de forma imersiva, ensaios musicais, programas de rádio ao vivo e apresentações artística, transformando espaços públicos de circulação de pessoal em polos culturais dinâmicos. Como festival cultural temático de música e produção cultural baiana contemporânea, integrando tradição, inovação tecnológica e letramento em direitos culturais em um cubo de vidro acusticamente isolado, o projeto estrutura uma mostra curatorial diversificada que promove diálogo intergeracional, valorização da diversidade e um novo modelo de consumo cultural acessível em espaço de grande circulação. Além de proporcionar acesso diferenciado ao conteúdo artístico, o projeto visa a criar um novo modelo de consumo cultural, ampliando a conexão entre artistas e espectadores por meio de ferramentas digitais e presenciais.Objetivos específicos Apresentar 50 ações curatorializadas (shows, podcasts, programas ao vivo, palestras, atividades infantis, entrevistas) que valorizem a diversidade de música e da cultura baiana, com participação de artistas como Lazzo, Virgínia Rodrigues, Adão Negro (reggae), Armandinho, Targino Gondim, Attooxxa; nomes sugeridos, entre outros. Desenvolver uma programação de podcasts e programas ao vivo com especialistas (como Marília Gil, Adriana Cravo, Manno Góes, Caco Monteiro e Érico Brás) que abordem letramento antirracista, direitos culturais, políticas públicas de cultura, combate à discriminação de gênero e religião e temáticas LGBTQIAPN+. Garantir interatividade digital gratuita por meio de totens com fones, aplicativo e Wi-Fi dedicado, permitindo que o público acompanhe integralmente as ações durante os 25 dias de festival, com qualidade técnica de áudio e acessibilidade. Ampliar a formação de público e o acesso à cultura, alcançando grande número de espectadores em fluxo, com atenção especial a crianças, jovens, pessoas negras, populações de periferia e públicos historicamente vulnerabilizados em seus direitos culturais. Potencializar o impacto estruturante do festival na cena cultural baiana, fortalecendo a economia da cultura local, a visibilidade de artistas baianos e a replicabilidade do modelo para futuras edições e outros territórios. * Solicitamos que esta proposta seja enquadrada como projeto na faixa de renúncia do Art. 18 da Lei de incentivo à cultura - (Lei nº 8.313/91) por tratar-se de música Regional.
O Cubo Show Festival se alinha às diretrizes da Lei Rouanet para festivais estruturantes ao propor uma mostra temática da produção cultural baiana contemporânea, enfatizando música, teatro e direitos culturais, com curadoria especializada e programação diversificada de 25 dias.A proposta dialoga com o Plano Estadual de Cultura da Bahia e com o Plano Nacional de Cultura ao articular democratização do acesso, valorização da diversidade, combate ao racismo e à discriminação e promoção dos direitos culturais em perspectiva cidadã.A curadoria reúne artistas e agentes culturais de relevância na Bahia (como Virgínia Rodrigues, Lazzo, Adão Negro, Armandinho, Attooxxa, Dão, entre outras sugestões) em shows, entrevistas, podcasts, palestras e atividades infantis que trazem um fio de letramento antirracista, direitos culturais, enfrentamento à discriminação de gênero e religião e pautas LGBTQIAPN+. Isso diferencia o Cubo Show de uma simples ação promocional, pois organiza o conteúdo em eixos temáticos, ações formativas e debates, com foco em reflexão crítica e circulação qualificada da produção local.A relação custo-benefício se fortalece pelo volume de ações (50), pela duração (25 dias), pela participação de artistas baianos de diferentes trajetórias e pela ênfase em direitos, diversidade e economia da cultura, gerando impacto formativo, simbólico e econômico que ultrapassa o mero entretenimento de fluxo e pode ser replicado em outras edições e territórios.O Cubo Show surge como uma resposta à necessidade de aproximar artistas e público de maneira dinâmica e acessível, promovendo uma experiência cultural imersiva e interativa. Em um cenário onde a democratização do acesso à cultura se torna cada vez mais relevante, o projeto transforma espaços comerciais, espaços públicos, em verdadeiros centros de entretenimento, inserindo manifestações artísticas no cotidiano dos visitantes ao criar novas oportunidades de conexão entre criadores e espectadores.A estrutura central do Cubo Show - um cubo de vidro acusticamente isolado - permite que ensaios musicais, programas de rádio ao vivo e apresentações artísticas aconteçam sem interferências externas, garantindo qualidade sonora e imersão total na experiência artística. A tecnologia embutida no projeto favorece a acessibilidade do conteúdo, permitindo que o público acompanhe as performances por meio de totens interativos com headphones fixos ou via rede Wi-Fi exclusiva, acessando o áudio em tempo real pelo site oficial do evento (cuboshow.com.br). O cubo de vidro acusticamente isolado, com tecnologia de transmissão em tempo real via totens, aplicativo e Wi-Fi, é utilizado como infraestrutura a serviço do mérito artístico-cultural e da formação, garantindo qualidade técnica e acessibilidade, e não como fim em si mesmo. Esse formato inovador não apenas moderniza a forma como os espetáculos são apreciados, mas também expande o alcance da cultura, atraindo espectadores que talvez não tivessem contato direto com essas manifestações artísticas em seu dia a dia.O Cubo Show representa uma iniciativa diferenciada dentro do cenário cultural ao explorar novas formas de interação e consumo artístico, superando o modelo convencional de espetáculos presenciais. Ao instalar sua estrutura em um ambiente de circulação pública, o projeto desperta a curiosidade, gera engajamento espontâneo e estimula o público a participar ativamente da experiência. Além disso, a proposta inovadora tem um forte impacto midiático, gerando cobertura espontânea na imprensa e potencializando sua visibilidade.Os números planejados reforçam a relevância do Cubo Show como ferramenta de democratização cultural. Durante os 25 dias de evento serão realizadas 50 apresentações, com expectativa de público superior a 300 mil espectadores. Além de transformar a experiência cultural dentro de um centro comercial, o projeto incentiva o diálogo entre diferentes expressões artísticas e tecnologias, consolidando-se como um modelo sustentável e replicável para futuras edições.O impacto do Cubo Show transcende a experiência presencial ao estimular a circulação da cultura em espaços de grande fluxo de pessoas, despertando a curiosidade do público e promovendo acesso democrático às manifestações artísticas. A presença de conteúdos múltiplos amplia a diversidade da programação e oferece alternativas para diferentes perfis de espectadores. Além disso, a proposta é original, tem forte potencial de repercussão midiática, impulsionada pelo caráter inovador da iniciativa.Diante de sua abordagem inovadora, grande impacto midiático e potencial de mobilização pública, o Cubo Show se destaca como uma proposta relevante e merecedora de apoio institucional. O aporte de recursos públicos para sua realização contribuirá diretamente para a ampliação do acesso à cultura, promovendo um evento de caráter inclusivo que une arte, tecnologia e entretenimento cultural em uma experiência única e memorável.O projeto CUBO SHOW Festival, por ser um evento cultural inovador na área de música, enquadra-se nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 que visam a:I: Facilitar o livre acesso às fontes da cultura e pleno exercício dos direitos culturais.II: Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística.III: Apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais e seus criadores.IV: Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade e pluralismo cultural.No Art. 3º, os objetivos alcançados pelo CUBO SHOW são:Realização de festivais de arte, espetáculos musicais e apresentações culturais.Promoção do acesso democrático à cultura por meio de tecnologias acessíveis.Fomento à difusão e circulação de bens culturais para o público geral.Ampliação da interação digital e midiática como forma de engajamento cultural.Esses enquadramentos estão de acordo com as características do projeto que promove experiências imersivas e interativas em espaço público para circulação cultural ampla, acessível e diversificada, conforme previsto na Lei. A proposta também contempla a democratização do acesso, inclusão, acessibilidade e impacto midiático, que são pontos destacados pela norma para aprovação e enquadramento dos projetos culturais no PRONAC.
Informações complementares sobre o Sítio de Internet e Aplicativo CUBO SHOWJustificativa da Criação, Conceito Editorial, Estrutura, Layout e Gestão.a) Conceito EditorialO site e o aplicativo do Cubo Show são ferramentas digitais que ampliam o alcance e a experiência imersiva do projeto, conectando público e artistas mesmo fora do espaço físico do evento. São canais oficiais para:- Acesso remoto e em tempo real ao conteúdo gerado dentro do cubo.- Difusão de experiências culturais inclusivas e acessíveis.- Curadoria de conteúdos artísticos, bastidores e entrevistas.- Promoção da interatividade entre público, artistas e curadores.O conceito editorial está pautado na democratização do consumo cultural, na tecnologia como ponte criativa, e na valorização da arte urbana contemporânea. b) Estrutura FuncionalA estrutura do site e aplicativo contempla os seguintes módulos:Seção: DescriçãoPágina Inicial: Destaques do evento, chamadas diárias e botão de acesso ao áudio ao vivoTransmissão ao Vivo: Canal direto de áudio sincronizado com o cuboProgramação: Calendário atualizado por data e tipo de apresentaçãoArtistas Participantes: Perfil dos artistas, mídias e links externosInteratividade: Comentários em tempo real, votações e envio de perguntas ao vivoAcessibilidade: Funcionalidades para diferentes espectros de limitaçãoDownload do App: Links diretos para instalação em Android e iOSContato e Apoio: Canal de comunicação com equipe e parceiros c) Conceito Visual e LayoutA proposta estética reforça os pilares do projeto: transparência, inovação e fluidez artística.- Paleta de cores: Azul cobalto, branco gelo e neon — remetendo à tecnologia e à modernidade.- Tipografia: Moderna, sem serifas, com alta legibilidade.- Layout: Responsivo, intuitivo e acessível para diferentes faixas etárias.- Elementos gráficos: Formas geométricas inspiradas no cubo e animações suaves que reforçam a noção de imersão.- Design acessível: Contrastes visuais, legenda em vídeos e audiodescrição. d) Gestão e ManutençãoA plataforma do Site e aplicativo do CUBO exige operação contínua em três frentes:1. Gestão de Conteúdo- Equipe editorial atualiza programação, perfis de artistas e entrevistas.- Monitoramento de transmissões ao vivo e performance das interações.2. Manutenção Técnica- Servidores com alta disponibilidade e estabilidade para streaming.- Backups automáticos e protocolos de segurança (SSL, antivírus, firewall).- Correções e atualizações de funcionalidades conforme feedback do público.3. Suporte e Experiência- Canal de suporte para atendimento ao usuário.- Coleta de dados analíticos para melhoria contínua.- Acompanhamento da jornada do usuário para ajustes na interface.
FESTIVAL CUBO SHOW – PROGRAMAÇÃO MUSICALEspecificações técnicas: produto composto por um conjunto de shows e apresentações musicais ao vivo, realizados em cubo de vidro acusticamente isolado, instalado em área de grande circulação. Cada apresentação tem duração média de 60 minutos, com até 2 apresentações por dia. O espaço funciona como palco‑estúdio, com sonorização profissional, iluminação cênica, mesa de som, sistema de gravação multipista, microfones, monitores de retorno e conexão de dados para transmissão em tempo real. As atividades internas deste produto incluem: shows, ensaios abertos e performances especiais com artistas da cena baiana contemporânea, que são gravados em áudio de alta qualidade para posterior edição e difusão digital.SÉRIE DE PODCASTS E PROGRAMAS AO VIVOEspecificações técnicas: série de episódios em formato de podcast e programas ao vivo, gravados no cubo em regime de estúdio aberto, com presença de plateia. Cada episódio tem duração aproximada de 30 a 60 minutos e segue roteiro pedagógico e editorial (apresentação, desenvolvimento do tema, interação com público, síntese final). Tecnicamente, utiliza captação dedicada de áudio, gravação multipista, criação de vinhetas e trilhas, edição e disponibilização dos episódios em plataforma digital do projeto. As atividades internas incluem: gravações com convidados da música, teatro e gestão cultural, entrevistas, debates e quadros temáticos sobre letramento antirracista, direitos culturais, economia da cultura, combate ao racismo, discriminação de gênero, religião e pautas LGBTQIAPN.CICLO FORMATIVO – PALESTRAS, AULAS ABERTAS E RODAS DE CONVERSAEspecificações técnicas: produto composto por um ciclo de encontros formativos, com duração média de 60 a 90 minutos cada, voltados a estudantes, agentes culturais e público geral. Cada encontro é estruturado como módulo pedagógico independente, com objetivos, conteúdos e metodologia definidos (exposição dialogada, estudos de caso, momento de perguntas e respostas). As atividades são realizadas no cubo, utilizando microfones para expositores e mediadores, sistema de som, registro de áudio e possibilidade de transmissão ao vivo. As atividades internas abrangem palestras, aulas abertas e rodas de conversa sobre cultura negra na Bahia, direitos culturais, políticas públicas de cultura, economia da cultura e combate a desigualdades.PROGRAMAÇÃO INFANTIL – AÇÕES LÚDICAS E EDUCATIVASEspecificações técnicas: produto direcionado ao público infantil e familiar, composto por sessões de 40 a 60 minutos. Cada sessão é desenhada com projeto pedagógico próprio, com objetivos (autoestima, valorização da identidade, respeito à diversidade, introdução a direitos culturais), conteúdos (histórias, músicas, brincadeiras) e materiais (elementos visuais, recursos sonoros simples). As atividades internas incluem contação de histórias, jogos musicais, pequenas performances e dinâmicas participativas, realizadas no cubo e em seu entorno imediato, com sonorização adequada, microfones para mediação e, quando possível, registro em áudio e/ou vídeo para memória do projeto.PLATAFORMA DIGITAL E TRANSMISSÃO EM TEMPO REALEspecificações técnicas: produto composto pelo sistema de transmissão de áudio em tempo real e pela disponibilização posterior de conteúdos em ambiente digital. Envolve infraestrutura técnica de streaming ligada ao sistema de som do cubo, compressão de áudio em alta qualidade, totens com fones no espaço físico e acesso via Wi‑Fi dedicado, site e/ou aplicativo do festival. As atividades internas incluem: transmissão integral dos shows, podcasts, programas ao vivo, palestras e atividades infantis; organização de uma “páginação” de conteúdos seriados ao longo dos 25 dias; e curadoria de trechos editados para publicação em redes sociais e plataforma própria, compondo um percurso formativo contínuo.
O Cubo Show Festival será realizado em área de circulação ampla no Parque Shopping Lauro de Freitas, que já dispõe de banheiros acessíveis, elevadores, vagas reservadas e rotas sinalizadas para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. A montagem do cubo de vidro e da área de fruição do festival seguirá rotas acessíveis contínuas, com rampas, nivelamento de desníveis, piso antiderrapante, área reservada para cadeirantes e acompanhantes e sinalização clara de acessos, banheiros, saídas de emergência e pontos de apoio. O Diretor de Acessibilidade, em articulação com produção e operações, acompanhará o planejamento e a instalação das estruturas, definindo ajustes (praticáveis, corrimãos, faixas de segurança) e orientando a equipe técnica para garantir circulação segura. A equipe de produção e assistentes estará uniformizada e treinada para identificar pessoas com deficiência, idosos e gestantes, oferecendo apoio à locomoção, orientação espacial e encaminhamento para os melhores pontos de fruição de shows, podcasts, debates e atividades.A sinalização do circuito incluirá referências táteis e visuais em alto contraste nas principais entradas, acessos ao cubo, banheiros e pontos de informação, facilitando a orientação de pessoas com deficiência visual ou baixa visão. A equipe será capacitada pelo Diretor de Acessibilidade para acompanhar, quando solicitado, o deslocamento de pessoas com deficiência visual entre o shopping, os totens interativos, o cubo e áreas de descanso. Os programas, shows e podcasts realizados no cubo, com captação de áudio em alta qualidade e transmissão em tempo real via totens com fones e plataforma digital, também serão usados como recurso de audiodescrição básica de contexto (apresentação de artistas, mediação, leitura de informações essenciais de programação). Parte dos conteúdos de comunicação sonora será formulada em linguagem descritiva, permitindo que o público com deficiência visual compreenda programação, horários e eixos temáticos do festival.Para o público com deficiência auditiva, a programação de shows, programas ao vivo, podcasts com plateia e atividades formativas contará com intérpretes de Libras devidamente identificados, atuando presencialmente no circuito do festival nos momentos de maior fluxo de público. Serão contratados 2 intérpretes de Libras por dia de programação ao vivo no cubo, em regime de revezamento, garantindo cobertura mínima de 4 horas diárias nas faixas de maior circulação e, em dias de programação intensificada (como fins de semana), até 6 horas diárias, organizadas em turnos, assegurando qualidade de interpretação e condições adequadas de trabalho. A presença de Libras será priorizada nas atividades com fala, mediações, debates sobre direitos culturais, diversidade e letramento antirracista, além de apresentações musicais com interação com o público. Conteúdos audiovisuais de divulgação (vídeos para redes sociais e chamadas) terão legendas e, sempre que possível, janela de Libras, garantindo acesso a informações sobre datas, horários, local e temas. A comunicação gráfica e textual utilizará linguagem simples e clara, facilitando a compreensão por pessoas surdas, com deficiência auditiva e diferentes níveis de letramento, e a plataforma digital do festival priorizará conteúdos gravados com legendas.Na acessibilidade de conteúdo, o Cubo Show Festival adotará linguagem simples, inclusiva e não discriminatória em toda a comunicação, coerente com seu foco em direitos culturais, diversidade e combate às discriminações. As mediações de shows, podcasts, debates, palestras e atividades infantis trarão apresentações introdutórias sobre temas, convidados e objetivos, o que favorece a compreensão por pessoas com deficiência intelectual, dislexia, transtornos do espectro autista e outros perfis que demandem maior clareza. O Diretor de Acessibilidade atuará junto a apresentadores, mediadores e curadoria para ajustar formato, ritmo e vocabulário das ações, incluindo retomadas das informações principais. A interatividade tecnológica – totens com fones, transmissão em tempo real via site e Wi‑Fi dedicado – será usada também para divulgar trilhas de áudio com explicações de contexto, sinopses em linguagem simples e versões legendadas de conteúdos selecionados. As equipes de produção, recepção e comunicação receberão treinamento em etiqueta social inclusiva e atendimento a públicos diversos, com abordagem respeitosa de questões de raça, gênero, sexualidade, religião e deficiência.Para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, bem como para pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas utilizados, serão organizados momentos de menor estímulo sonoro e visual, com mediações mais pausadas e explicações reforçadas, sobretudo nas ações voltadas a crianças e famílias. A comunicação do evento, tanto no espaço físico quanto nas redes, priorizará mensagens diretas e materiais gráficos claros, ajudando também quem não domina termos técnicos ou linguagens artísticas específicas. Nas atividades em que forem identificados públicos com necessidade de apoio adicional à compreensão, o Diretor de Acessibilidade poderá propor ajustes de tempo de fala, dinâmica de interação e formatos, orientando mediadores e equipes para garantir escuta, acolhimento e respeito às diferenças. Será estimulada a participação de acompanhantes, familiares e cuidadores, com informação clara sobre o direito à presença desses apoios, reforçando a participação segura e confortável de todos.O Diretor de Acessibilidade atuará em três frentes: planejamento, acompanhamento da realização e avaliação final. No período de pré‑produção (até 30 dias antes do início do festival), estão previstas cerca de 40 horas de trabalho em reuniões com direção geral, produção executiva, comunicação, operação e programação, além de visitas técnicas ao local para validação de rotas acessíveis, sinalização e adaptações. Durante os 25 dias de realização, terá dedicação média de 4 horas por dia, totalizando cerca de 100 horas, combinando presença in loco em dias-chave (abertura, fins de semana, grandes shows, gravações com público) e acompanhamento remoto da implementação das orientações. Após o término da programação, serão aproximadamente 20 horas para avaliação, sistematização das ações de acessibilidade e elaboração de relatório técnico, gerando um total estimado de 160 horas de trabalho ao longo do projeto.
O Cubo Show Festival será integralmente gratuito, sem cobrança de ingressos, tanto para o público que circula presencialmente pelo Parque Shopping Lauro de Freitas quanto para quem acessa os conteúdos pela internet. A entrada nas ações presenciais – shows, podcasts, debates, programas ao vivo e atividades – acontecerá por livre fluxo de público, sem necessidade de credenciamento prévio, garantindo acesso espontâneo de crianças, jovens, adultos, pessoas idosas e famílias de diferentes perfis socioeconômicos.A transmissão em tempo real do áudio de todas as atividades realizadas no cubo será disponibilizada por meio de totens com fones instalados no entorno da estrutura e por conexão Wi‑Fi dedicada, permitindo que o público acompanhe programação mesmo à distância do palco ou em outros pontos de circulação do shopping. Paralelamente, o festival disponibilizará, em plataforma digital e redes sociais do projeto, conteúdos ao vivo e gravados (trechos de shows, podcasts, entrevistas e debates), ampliando o alcance para além do território imediato e garantindo acesso a pessoas que não possam se deslocar até o local.Como medida adicional de democratização, o projeto prevê ensaios abertos e gravações com plateia, em horários de maior circulação, permitindo que o público acompanhe bastidores, processos criativos e montagens de programas, aproximando artistas, técnicos e espectadores. Serão realizadas atividades formativas e de mediação cultural, como rodas de conversa, bate‑papos e ações lúdicas com foco em crianças e jovens, abordando temas como direitos culturais, diversidade, combate ao racismo e respeito às diferenças, sempre em linguagem simples e acessível.A comunicação do festival utilizará estratégias voltadas a diferentes públicos: campanhas em redes sociais, materiais gráficos e sonoros com linguagem clara e inclusiva, divulgação em espaços de grande circulação e articulação com escolas, coletivos culturais e lideranças comunitárias, de forma a atrair públicos historicamente afastados da programação cultural estruturada. Ao combinar gratuidade, fluxo livre, transmissão online, conteúdos gravados de acesso contínuo e ações formativas abertas, o Cubo Show Festival amplia significativamente as possibilidades de fruição, participação e permanência do público, contribuindo para a democratização efetiva do acesso à cultura.
DIRETOR GERAL: Flávio Souza de Souza. Administrador (UNYAHNA, 2003) e pós-graduado em Marketing (UNIFACS, 2004). Sócio fundador da Cidade da Música Entretenimento, especializada em projetos especiais, gestão e consultoria em eventos e agenciamento de artistas, com dezenas de eventos realizados. Foi diretor de eventos da SALTUR (2012/2013), responsável pela coordenação dos eventos e festas populares de Salvador, e diretor de eventos da Camarote Marketing e Promoções (2003–2009), em projetos como Camarote Planeta Othon, Camarote Executivo, Ondina Light, Arraiá da Capitá, Coca Cola Vibe Forte, Forró da Onça, Triângulo Music e Fest Folia.PRODUTOR EXECUTIVO: Augusto Manoel Jobim Soares Filho. Filósofo (UFRJ, 2003) com pós-graduação executiva (IBMEC-RJ, 2003) e 20+ anos de produção cultural. Gerente de projetos incentivados na Camarote Marketing; diretor de produção do Festival de Forró da Chapada; idealizador e coordenador do Festival Música Ilimitada; produtor do Festival Internacional da Sanfona; atuou em projetos como Gil 70, Mova-Brasil, Galpão Cheio de Assunto, Lona Cultural do Piscinão de Ramos, entre outros, com forte experiência em festivais, turnês e projetos incentivados.CURADOR: João Bernardo da Cunha Neto (Jonga Cunha). Advogado (UFBA, 1983), com formações em Comunicação/Jornalismo, Percussão e Radialismo. Fundador do Grupo Eva e seu diretor artístico e de marketing por duas décadas, figura central na consolidação do Axé. Foi diretor e presidente da SALTUR (2005–2011) e dirigiu a Lavagem da Rua 46 em Nova York (2011–2014). É criador do Festival da Língua Portuguesa (FELPO), curador de conteúdo da Casa do Carnaval (2017), apresentador do programa Roda Baiana (Rádio Metrópole, desde 2007), fundador do projeto Alavontê/Mudei de Nome e autor do livro “Por trás dos tambores”, reunindo experiência artística, curatorial e de gestão.COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO: Arthur Franco Amaral. Administrador (CASS Business School, Londres). Mais de 15 anos em produção, promoção e comunicação de eventos. Coordenou comunicação do Festival de Verão Salvador, foi relações públicas e produtor do grupo Toy Room em Londres, produtor geral do Camarote Planeta Band, coordenador de comunicação do Clube do Fogo e sócio da Toca do Cobra, com dezenas de eventos realizados, além de curadoria e produção de eventos na Área Verde do Othon.ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Henrique Franco Amaral. Administrador (Unifacs). Possui mais de 10 anos em produção de eventos. Atuou na produção do Consórcio Rohr Fast Agogô na Copa das Confederações e Copa do Mundo FIFA, foi produtor executivo do Palco 2 do Festival de Verão Salvador, além de experiência em auditoria de processos, gestão comercial e administrativa e atuação contínua na Camarote Marketing.ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Jâmisson Jorge Santana dos Santos (Peu Meurray). Produtor, músico, diretor musical, compositor e artista plástico. Já gravou e tocou com artistas como Marisa Monte, Daniela Mercury, Carlinhos Brown, Margarete Menezes, Caetano Veloso, Lenine, Gal Costa e Lorenzo Jovanotti; tem músicas gravadas por Ivete Sangalo, Arnaldo Antunes, Preta Gil e outros. Criador dos tambores de pneus, é idealizador do Galpão Cheio de Assunto e articulador de iniciativas socioculturais como Roça Moderna e Arrasta-pé Zona Rural.COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO (OPERAÇÃO E LOGÍSTICA): Fagner Vianna de Novaes. Arquiteto e urbanista (UFBA). Sócio-diretor da Árclow, focada em projetos de eventos e ativações de marca. Coordenou projetos de grandes eventos como Afropunk Brasil, camarotes de Carnaval, LAC Climate Week – Semana do Clima da ONU em Salvador, hospitais de campanha na pandemia e o overlay da Arena Fonte Nova nas Olimpíadas Rio 2016, além de dezenas de shows e gravações.COORDEANAÇÃO TÉCNICA (DIRETOR DE ACESSIBILIDADE): Tiago Basto Cardoso. Advogado, com MBAs em Gestão de Projetos e em Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa, mestre e doutorando em Educação. Atuou na gestão do Teatro Vila Velha, foi assessor jurídico da Secretaria de Cultura da Bahia, integrando políticas de fomento, Fundo de Cultura e Fazcultura, e gestor cultural da Fundação Gregório de Mattos, responsável por espaços culturais e pela gestão de recursos da Lei Aldir Blanc, com experiência direta em políticas culturais e acessibilidade.PRODUTOR: Gabriel Dantas Morais. Produtor de eventos e estudante de Estatística (UFBA). Atua com análise de dados e ciência de dados, aplicando ferramentas de estatística e modelagem em projetos de pesquisa e consultoria, além de integrar empresa júnior da área, somando visão analítica à produção cultural.PRODUTORA: Gabriela da Rocha Dantas. Administradora com ênfase em Marketing. Experiência em marketing, merchandising, organização e produção de eventos, coordenação de equipes e planejamento logístico. Atuou em ações promocionais e eventos para marcas como P&G, Danone Baby Nutrition e AMBEV, além de experiências em atendimento, organização de produtos e gestão de agendas e rotinas administrativas.DIRETOR DE PROGRAMAÇÃO: Marcos Paulo da Encarnação Froes. Produtor executivo e técnico com ampla experiência em eventos culturais, musicais e publicitários. Atuou na organização de turnês e shows de artistas como Ivete Sangalo, Gilberto Gil e Caetano Veloso; foi responsável por eventos internacionais na Secretaria de Turismo da Bahia; produziu conteúdo artístico e digital para a Banda EVA; e é produtor executivo da cantora Carla Visi, com atuação no Brasil e exterior, reunindo expertise em produção musical, audiovisual e gestão de programação.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 08/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.