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O projeto "Ainda estou por aqui: montagem de espetáculo de dança contemporânea’" propõe a criação e circulação de um espetáculo inédito de dança contemporânea em Caxias do Sul/RS, cidade reconhecida por sua tradição artística e formativa. A proposta contempla todas as etapas do processo criativo — concepção, ensaios, criação de trilha sonora, figurinos e cenografia —, culminando em dois ensaios abertos e em uma circulação inicial em Caxias do Sul e municípios vizinhos. Como contrapartida, serão oferecidas dez oficinas seguidas de rodas de conversa sobre profissionalização na dança, conduzidas pelos bailarinos e pela direção da Escola Na Ponta do Pé. O projeto visa promover o aperfeiçoamento técnico e artístico de bailarinos adultos e jovens, fortalecer o campo da dança contemporânea local e ampliar o acesso da comunidade à produção cultural.
Espetáculo de dança “Ainda estou por aqui”.Resultado de um processo coletivo de pesquisa e criação conduzido pela Escola Na Ponta do Pé, o espetáculo situa-se no campo da dança contemporânea e investiga corpo, movimento e presença como formas de expressão e de construção de sentidos no mundo atual. O ponto de partida é o corpo como território de memória e transformação. A dramaturgia do movimento emerge de improvisações dirigidas, laboratórios corporais e composições coletivas que exploram relações entre corpo, espaço, tempo e emoção, alternando dinâmicas de contenção e expansão que revelam estados de escuta, tensão e liberdade. Trilha sonora original, figurinos e iluminação compõem uma atmosfera sensorial e imersiva. O trabalho também é um dispositivo de profissionalização: os artistas vivenciam todas as etapas de construção de uma obra — da pesquisa de movimento à montagem técnica e ao diálogo com o público — consolidando um espaço de formação continuada para bailarinos adultos e jovens. Duração aproximada: 40 minutos. Classificação: livre.Subprodutos da montagem – Ensaios abertos e pré-estreia.O projeto integra dois ensaios abertos durante o processo criativo: o primeiro em sala de ensaio (até 20 pessoas), com foco pedagógico, e o segundo em espaço alternativo (até 50 pessoas), como etapa preparatória para a apresentação pública. Ambos contam com mediação da equipe artística, permitindo ao público acompanhar o desenvolvimento da obra e compreender as escolhas criativas. A pré-estreia pública ocorre em espaço fechado, com infraestrutura técnica completa e recursos de acessibilidade, marcando a conclusão do ciclo de criação.Produto secundário – Oficinas formativas + rodas de conversa “A dança como profissão”.Serão realizadas duas oficinas gratuitas (4h cada), ministradas por integrantes do elenco e pela direção artística, voltadas a estudantes, professores e artistas da região. Os encontros abordam técnica e criação em dança contemporânea, consciência corporal e princípios compositivos, articulados a rodas de conversa sobre trajetórias profissionais, formação continuada, mercado e políticas culturais. Produto secundário – Catálogo impresso e digital (acessível).O catálogo reúne registros fotográficos do processo (ensaios, oficinas, rodas e pré-estreia), textos explicativos, entrevistas e créditos, funcionando como documento de memória e difusão pública do projeto. Será disponibilizado gratuitamente em versão impressa e digital (PDF acessível), com legendas e descrição textual de imagens quando aplicável, ampliando o alcance do trabalho para além da experiência presencial.
Objetivo Geral: Realizar a montagem e pré-estreia do espetáculo de dança "Ainda Estou por Aqui" em Caxias do Sul/RS, promovendo a profissionalização de bailarinos, o aprimoramento técnico e artístico da equipe envolvida e a democratização do acesso à produção cultural na área da dança. Objetivo Específico 1: Desenvolver a concepção artística e técnica do espetáculo "Ainda Estou por Aqui", incluindo pesquisa de movimento, composição coreográfica, criação de trilha sonora e figurinos originais.Objetivo Específico 2: Realizar uma seleção de elenco aberta, com pelo menos duas rodadas de audição, oferecendo oportunidades de trabalho para seis talentos na dança, sendo dois bailarinos titulares e quatro bailarinos substitutos.Objetivo Específico 3: Envolver um elenco de bailarinos em processo de aperfeiçoamento profissional, com acompanhamento técnico e artístico contínuo ao longo de 9 meses.Objetivo Específico 4: Realizar dois ensaios abertos e uma circulação inicial em Caxias do Sul, com ações de mediação cultural e acessibilidade, e público mínimo de 20 pessoas no primeiro ensaio, 50 pessoas no segundo ensaio e de até 400 pessoas por espetáculo na fase de circulação.Objetivo Específico 5: Oferecer dez oficinas formativas de dança voltadas a estudantes e à comunidade local a fim de gerar reflexão sobre o fazer artístico, seguidas de rodas de conversa sobre "a dança como profissão", para um público médio de 50 pessoas.Objetivo Específico 6: Criar materiais de registro e difusão (vídeo, catálogo digital e conteúdos educativos) para ampliar o alcance do projeto e valorizar a produção local.
Com 31 anos de atuação contínua, a Escola Na Ponta do Pé consolidou-se como referência na formação em dança na região de Caxias do Sul, participando de festivais nacionais e formando gerações de bailarinos. Ao longo de sua trajetória, a escola tornou-se um importante espaço de aprendizado e difusão artística, comprometido com o desenvolvimento técnico e expressivo de seus alunos. No entanto, ainda há uma lacuna entre a formação escolar em dança e a profissionalização dos artistas que desejam seguir carreira, especialmente no campo da dança contemporânea, onde as oportunidades de criação, experimentação e inserção profissional são mais restritas.É nesse contexto que o projeto aqui proposto se insere, como uma proposta de aperfeiçoamento artístico e técnico voltada a bailarinos e bailarinas em transição para a atuação profissional. A iniciativa busca oferecer um ambiente de criação e aprendizagem que dialoga com as condições reais de produção de um espetáculo profissional, permitindo que os participantes vivenciem todas as etapas do processo criativo — da pesquisa corporal à montagem cênica. Além de gerar oportunidades de trabalho e aprimoramento a artistas locais, o projeto contribui para a consolidação da dança contemporânea como campo de pesquisa e linguagem viva no cenário cultural do interior do Rio Grande do Sul.A montagem e pré-estreia do espetáculo propõem-se também como uma ação de fortalecimento do ecossistema cultural de Caxias do Sul, ao conectar artistas locais, técnicos, educadores e público em torno de um mesmo processo de criação. A proposta prevê a realização de oficinas formativas e ensaios abertos, aproximando a comunidade da prática artística e estimulando o diálogo entre formação, produção e fruição cultural. Dessa forma, o projeto estimula o desenvolvimento profissional dos bailarinos e amplia o acesso da população às artes cênicas, contribuindo para a formação de novos públicos e para a valorização da dança enquanto expressão coletiva e transformadora.O projeto se enquadra no que determina o Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao estimular a produção e a difusão de bens culturais, apoiar a valorização das manifestações artísticas e proteger as expressões culturais formadoras da identidade brasileira. Sua execução promove a criação de um bem cultural inédito — um espetáculo de dança contemporânea —, mobilizando profissionais de diferentes áreas artísticas e técnicas e garantindo que o resultado seja compartilhado de forma gratuita com a comunidade. Além de fortalecer o segmento da dança, o projeto contribui para o reconhecimento do trabalho artístico como componente essencial da economia criativa, da educação estética e da diversidade cultural do país.Em consonância com o Art. 3º da mesma lei, o projeto estimula a produção e difusão da cultura por meio de um processo colaborativo que envolve artistas, professores e técnicos, e assegura o livre acesso às fontes da cultura por meio de atividades abertas e ações formativas. Também atende ao princípio da democratização e da acessibilidade dos bens culturais, uma vez que prevê recursos de acessibilidade física e comunicacional e a distribuição gratuita dos ingressos. Ao articular criação, formação e fruição, a proposta reforça o papel da Lei de Incentivo à Cultura como instrumento fundamental para viabilizar projetos que unem excelência artística, impacto social e desenvolvimento humano.A utilização do mecanismo de incentivo é, portanto, imprescindível para que o projeto alcance sua finalidade última: fortalecer o setor da dança, qualificar profissionais e ampliar o acesso da sociedade à arte como direito cultural. Por meio do investimento em etapas de criação, formação e difusão, a proposta contribui para o desenvolvimento cultural sustentável de Caxias do Sul e para a consolidação da dança contemporânea como linguagem de expressão, pertencimento e futuro.
Os deslocamentos previstos no orçamento referem-se ao transporte do diretor artístico e coreógrafo Wald Oliveira entre os municípios de Pomerode/SC e Caxias do Sul/RS, onde será realizada a execução do projeto. Considerando a natureza formativa e processual da montagem do espetáculo “Ainda estou por aqui”, a presença do diretor artístico será necessária ao menos uma vez por mês durante toda a duração do projeto, em especial no período de ensaios e criação coreográfica, garantindo a orientação técnica e estética do elenco. Esses deslocamentos incluem viagens terrestres (ou eventualmente aéreas, conforme cronograma e disponibilidade logística) e, quando necessário, hospedagem de curta duração para acompanhamento presencial de ensaios, reuniões de planejamento e realização das ações formativas e da pré-estreia. Os custos correspondentes a passagens, deslocamentos internos e hospedagem encontram-se devidamente previstos no orçamento, respeitando os parâmetros de economicidade e compatibilidade com o porte do projeto. Todas as despesas relacionadas à locomoção e estadia têm caráter estritamente técnico e estão vinculadas às funções exercidas pelo diretor artístico, essenciais para a coerência e a qualidade do espetáculo.
O projeto “Ainda estou por aqui” tem como produto principal a montagem e pré-estreia de um espetáculo inédito de dança contemporânea, desenvolvido pela Escola Na Ponta do Pé, em Caxias do Sul/RS. A proposta abrange todas as etapas do processo criativo e de produção — da pesquisa de movimento à apresentação pública —, além de ações complementares de formação e difusão cultural que resultam em dois produtos secundários: oficinas formativas com rodas de conversa e um catálogo impresso e digital acessível. Todas as atividades serão gratuitas e abertas ao público.O espetáculo de dança contemporânea “Ainda estou por aqui” constitui o núcleo artístico e pedagógico do projeto. A obra tem duração aproximada de 40 minutos e será apresentada em espaço fechado, com capacidade para até 400 espectadores e infraestrutura adequada de palco, som, iluminação e acessibilidade. A criação se apoia em pesquisa corporal, improvisação dirigida e composição coreográfica coletiva, conduzida pelo diretor artístico Wald Oliveira em parceria com a equipe da Escola Na Ponta do Pé. O processo envolve duas bailarinas principais e oito bailarinos (quatro titulares e quatro suplentes), selecionados por audições abertas. Os ensaios serão realizados ao longo de nove meses, três vezes por semana, com períodos integrais aos finais de semana, em sala de ensaio com piso adequado à prática de dança e estrutura de som e iluminação básica para o desenvolvimento das sequências coreográficas. A proposta estética adota elementos da dança contemporânea e explora o corpo como território de memória e transformação, em diálogo com música, espaço e luz. A trilha sonora será original e inédita, composta especificamente para o espetáculo, mesclando sonoridades eletrônicas e percussivas com texturas acústicas. O figurino será criado especificamente para o espetáculo, de maneira a favorecer o movimento e a expressividade corporal. O cenário, também criado para o espetáculo, terá concepção minimalista e modular, de modo a permitir fácil adaptação a diferentes espaços, com foco na valorização do gesto e da presença cênica. O espetáculo contará com espaço cênico que deverá possuir dimensões mínimas de 10 x 8 metros, com piso nivelado e liso (preferencialmente linóleo de dança), sonorização estéreo e iluminação com pelo menos 16 refletores convencionais ou LED. A pré-estreia pública marcará a conclusão do processo criativo, após dois ensaios abertos realizados com plateias reduzidas (20 e 50 espectadores, respectivamente), de caráter pedagógico e formativo.Como produto secundário, o projeto inclui duas oficinas formativas de dança contemporânea, com carga horária de 4 horas cada, ministradas por integrantes do elenco e pela direção artística. As oficinas são voltadas a estudantes, professores e artistas da região, e têm como objetivo promover o aperfeiçoamento técnico e o desenvolvimento criativo dos participantes, reforçando o caráter de profissionalização do projeto. A metodologia baseia-se em práticas de consciência corporal, exercícios de improvisação e princípios compositivos da dança contemporânea, articulados à reflexão crítica sobre o fazer artístico. Cada oficina será seguida de uma roda de conversa com o tema “A dança como profissão”, abordando temas como carreira, sustentabilidade de grupos de dança, políticas culturais e formação continuada. As atividades ocorrerão em espaços acessíveis e contarão com intérprete de Libras e materiais de apoio em formato digital acessível.O segundo produto secundário é o catálogo impresso e digital, composto por até 50 páginas que reunirão os registros das etapas de criação, ensaios, oficinas e pré-estreia. O material incluirá textos explicativos, entrevistas com a equipe e créditos técnicos, funcionando como documento de memória e difusão do projeto. A edição digital será disponibilizada gratuitamente em formato PDF acessível, com contraste adequado, fontes ampliadas e compatibilidade com leitores de tela. A versão impressa, produzida em tiragem reduzida, será distribuída gratuitamente entre instituições culturais, escolas de dança e bibliotecas públicas da região.O projeto pedagógico que orienta o conjunto das ações parte da integração entre criação artística e formação técnica, estimulando a autonomia, o senso crítico e o trabalho colaborativo. O aprendizado se dá pela experiência prática do processo criativo e pela troca de saberes entre profissionais experientes e jovens bailarinos, consolidando uma metodologia de formação continuada que alia excelência artística, inclusão e democratização do acesso à cultura.
O projeto “Ainda estou por aqui”, concebido pela Escola Na Ponta do Pé, adota a acessibilidade como princípio transversal em todas as suas etapas — da concepção à apresentação pública —, garantindo que o espetáculo e as atividades formativas sejam plenamente fruídas por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A proposta compreende a acessibilidade não apenas como obrigação legal, mas como dimensão ética e pedagógica, alinhada ao compromisso do projeto com a democratização da cultura e a ampliação do direito à participação cultural.A montagem do espetáculo e os ensaios abertos ocorrerão nas dependências da Escola Na Ponta do Pé, que conta com sanitários adaptados e circulação interna livre de barreiras. Esses ambientes serão adequados, sempre que necessário, com sinalização temporária, apoio de equipe técnica e acompanhamento para garantir a segurança e autonomia de participantes e visitantes. A pré-estreia pública, por sua vez, será realizada em espaço cultural alugado para esse fim, escolhido com base em critérios de acessibilidade arquitetônica e conforto para o público. O local a ser definido deverá contar com rampas ou elevadores de acesso, sanitários adaptados, assentos reservados a pessoas com deficiência, idosos e gestantes, além de rotas acessíveis de entrada e saída. Antes do evento, será realizada vistoria técnica para confirmar a conformidade das instalações e dos acessos, assegurando a plena fruição do espetáculo por todos os espectadores.Compreendendo que a acessibilidade também envolve a compreensão e a fruição simbólica da obra artística, o projeto prevê uma série de recursos que garantem o acesso de pessoas com deficiência sensorial ou intelectual. Sempre que identificada a necessidade, as apresentações contarão com intérprete de Libras, facilitando a comunicação entre o público surdo e os artistas durante o espetáculo e nas ações formativas. Serão oferecidos recursos de audiodescrição e legendas descritivas em vídeos e registros audiovisuais, ampliando a experiência de pessoas cegas ou com baixa visão. Materiais de divulgação e comunicação digital — como o catálogo do espetáculo e os conteúdos educativos disponibilizados on-line — serão produzidos em versão acessível, com texto alternativo para imagens, contraste adequado e leitura compatível com softwares leitores de tela, atendendo ao disposto no Art. 42, incisos II e III da IN nº 23/2025. Sempre que possível, os vídeos e teasers de divulgação incluirão legendas.Durante o processo de ensaio e nas oficinas, serão estimuladas práticas de sensibilização e de educação inclusiva, de modo que os bailarinos e a equipe técnica compreendam a importância da acessibilidade e sejam agentes ativos na construção de um ambiente cultural diverso. As ações formativas incluirão a reflexão sobre acessibilidade na dança e sobre a presença do corpo diverso no espaço cênico, aproximando o projeto de uma perspectiva contemporânea de inclusão cultural.
O projeto “Ainda estou por aqui: montagem de espetáculo de dança contemporânea” foi concebido com o compromisso de garantir o acesso universal e gratuito à arte da dança, em consonância com os princípios estabelecidos pela Instrução Normativa MinC nº 23/2025. A democratização do acesso é aqui entendida como a ampliação do direito cultural e da presença da comunidade nos processos criativos, formativos e reflexivos que envolvem o espetáculo. Nesse sentido, todas as atividades — incluindo ensaios abertos, oficinas formativas, rodas de conversa e a pré-estreia do espetáculo — serão inteiramente gratuitas e abertas ao público, sem cobrança de ingressos em nenhuma etapa. A opção pela gratuidade integral reafirma o caráter público e educativo da proposta, que busca aproximar a população da linguagem da dança contemporânea, promovendo o encontro entre artistas, estudantes, educadores e comunidade em geral. Ao eliminar barreiras econômicas de acesso, o projeto assegura que a fruição cultural seja um direito efetivo e compartilhado, alcançando públicos de diferentes idades, formações e contextos sociais.A seleção do local para a circulação inicial do espetáculo dará prioridade a um espaço de fácil acesso e com infraestrutura adequada para receber o público com conforto e segurança. A entrada será livre, mediante retirada antecipada de ingressos gratuitos para controle de público e garantia das condições de acessibilidade. Além da circulação inicial, o projeto incluirá dois ensaios abertos, nos quais a comunidade poderá acompanhar o processo de criação e compreender as etapas que compõem a montagem de um espetáculo profissional. Esses encontros funcionam como experiências de mediação cultural, aproximando o público da prática artística e fortalecendo o vínculo entre a dança e a vida cotidiana.As ações formativas constituem outro eixo central de democratização. Serão oferecidas dez oficinas de dança contemporânea, conduzidas por integrantes do elenco e pela direção artística do projeto, voltadas a estudantes, professores, artistas e interessados em aprofundar o conhecimento sobre o corpo, o movimento e o processo criativo. Essas oficinas serão seguidas de rodas de conversa com o tema “A dança como profissão”, promovendo reflexões sobre a trajetória do bailarino, os caminhos da profissionalização e o papel da arte na formação humana. Além da experiência presencial, o projeto prevê a documentação e difusão digital das atividades, com registro audiovisual e fotográfico das etapas criativas e da pré-estreia. Esse material será disponibilizado gratuitamente em catálogo digital de acesso público, ampliando o alcance das ações e permitindo que escolas, grupos culturais e interessados de outras regiões possam conhecer o processo e os resultados do trabalho.
O projeto “Ainda estou por aqui” será realizado pela Escola Na Ponta do Pé, sob a direção geral de Leandra Dalla Rosa Weiss, com direção artística e coreografia de Wald Oliveira e ensaios conduzidos por Sheila Prezzi. O elenco é formado por duas bailarinas principais e oito bailarinos (quatro titulares e quatro suplentes), selecionados por meio de audições abertas realizadas durante a pré-produção. A equipe técnica e artística atua de forma integrada, garantindo qualidade estética, rigor técnico e coerência pedagógica em todas as etapas da montagem.Direção Geral e Coordenação Administrativa: Leandra Dalla Rosa Weiss. Diretora e professora de ballet da Escola Na Ponta do Pé, iniciou sua trajetória na dança em 1974 sob orientação da professora Margô Dalla Rosa Brusa. Desde então, manteve atuação contínua como bailarina, professora e coreógrafa. Cursou Educação Física, fez diversos cursos como bailarina e professora, e concluiu, em 2024, o curso de formação docente na Escola do Ballet Bolshoi no Brasil. Possui ampla experiência em direção de grupos e montagem de espetáculos, com participação e premiações em festivais estaduais e nacionais. No projeto, é responsável pela gestão geral, coordenação administrativa, supervisão das ações formativas e articulação institucional.Direção Artística e Coreografia: Wald Oliveira. Iniciou seus estudos de Ballet Clássico em 1977, na cidade de Curitiba/PR, e construiu uma trajetória reconhecida nacional e internacionalmente. Trabalhou com grupos e companhias de dança do Brasil e do exterior, criando obras premiadas em diversos festivais. Atuou como bailarino convidado nas aberturas do Festival de Dança de Joinville em 1986 e 1988 e, ao longo de sua carreira, recebeu inúmeras premiações e indicações de melhor coreógrafo nos anos de 1983 a 2008, 2010, 2011, 2013, 2022 e 2023. É diretor artístico do Projeto Wald Oliveira, por meio do qual promove espetáculos, mostras e festivais de dança, e atua como professor e coreógrafo residente no WO Estúdio de Dança e Arte, em Blumenau/SC. No projeto “Ainda estou por aqui”, é responsável pela concepção coreográfica, direção artística e condução criativa do espetáculo, assegurando a coerência estética, a qualidade técnica e a integração entre corpo, música, espaço e luz.Ensaiadora: Sheila Prezzi. Atua há mais de 30 anos na área, dançando desde os 7 anos. Formada em magistério e Pedagogia (UCS 2001), em diversos cursos enquanto bailarina com professores de diversas nacionalidades,e também na área do ballet infantil como parte da formação profissional além de cursar até a sexta série na formação para professores na escola do ballet Bolshoi no Brasil. Participou como bailarina e como coreógrafa em concursos nacionais trazendo algumas premiações.Bailarina Principal 1: Pamella Salvador. Bailarina e coreógrafa com mais de 20 anos de experiência na dança. Formada em Dança pelo Conservatório Carlos Gomes (Campinas/SP). Atua como professora e coreógrafa nas modalidades de jazz e contemporâneo, com trajetória marcada por participações em festivais e espetáculos nacionais. No projeto, interpreta papel principal e colabora na orientação técnica do elenco.Bailarina Principal 2: Victoria Bellei Borges. Bailarina clássica, com experiência profissional em diversas companhias, tais como Escola Dora Ballet, o Núcleo Artístico Ballet Margô, o Conservatório Brasileiro de Dança e a Escola de Ballet Dalal Achcar. Responsável pela condução dos ensaios diários, acompanhamento técnico do elenco e apoio direto à direção artística. Atua no refinamento da técnica corporal e na consistência rítmica e expressiva das coreografias. Elenco de Bailarinos. O elenco será composto por oito bailarinos, sendo quatro titulares e quatro suplentes, selecionados por meio de audições abertas realizadas na etapa de pré-produção. A seleção priorizará bailarinos adultos e jovens em processo de aperfeiçoamento técnico e artístico, reforçando o caráter formativo e profissionalizante do projeto. Todos os integrantes participarão dos ensaios, das ações formativas e das apresentações públicas.Além da equipe artística principal, o projeto contará com profissionais responsáveis pelas áreas de cenário e figurino (Cida Soluções), concepção musical e trilha sonora original, fotografia, vídeo e documentação (Micael Oliveira e Vilmar Tissatto), comunicação e divulgação, acessibilidade (Instituto Cocidades e outros) e assessorias jurídica e contábil. Esses profissionais atuarão de forma complementar, garantindo a execução técnica, o registro e a difusão do espetáculo, bem como o cumprimento das normas de acessibilidade, transparência e gestão previstas na Instrução Normativa nº 23/2025.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 08/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.