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PRONAC 261615Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cubismo Tcheco e o Modernismo Brasileiro

TERRA A VISTA COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 731,2 mil
Aprovado
R$ 731,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-05-18
Término
2027-01-20
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto tem por objetivo a produção de um livro de arte bilíngue (português/inglês) sobre o Cubismo Tcheco e suas relações com o Modernismo Brasileiro, abordando suas influências estéticas na pintura, arquitetura, design e artes aplicadas. Destinado a estudantes, pesquisadores, profissionais e público interessado, e com tiragem de 500 exemplares, a publicação reunirá pesquisa histórica e conteúdos curatoriais disponibilizados gratuitamente em formato impresso e digital acessível (e-book).

Sinopse

O livro será estruturado em 12 capítulos, compondo um percurso narrativo que alterna análise histórica, crítica estética e documentação visual:Sumário do Livro1. Introdução – O que é o Cubismo Tcheco e por que importa hoje2. Paris–Praga: ponte de vanguardas (1907–1911)3. Pavel Janák e a forma cristalina (O “Prisma e a Pirâmide”)4. Arquitetos e obras-chave (Gočár, Chochol, Hofman, Králíček, Liska)5. Design e mobiliário – Artěl e a cultura material6. Segunda fase (1918–1924) e ecos posteriores7. Obras perdidas e projetos não realizados8. Contraponto brasileiro – Modernismo e traduções do cubismo9. Linha do tempo (1911–1924)10. Ensaios convidados (história da arte, arquitetura e design)11. Glossário e bibliografia comentada12. Créditos e fontes das imagensConteúdos Principais- Textos curatoriais e introdutórios: contextualizam a formação e a singularidade do Cubismo Tcheco, suas diferenças em relação ao Cubismo francês e suas reverberações no Brasil.- Ensaios críticos: contribuições de autores brasileiros e tchecos em torno da arquitetura cubista, do design moderno e das vanguardas latino-americanas.- Biografias ilustradas dos principais artistas e arquitetos tchecos (Janák, Gočár, Chochol, Hofman, Králíček, Liska) e dos modernistas brasileiros (Tarsila, Anita, Di Cavalcanti, Vicente do Rego Monteiro, Lasar Segall e John Graz).- Reprodução dos painéis gráficos e imagens de obras, edifícios e objetos, acompanhadas de legendas detalhadas e créditos institucionais.- Linha do tempo ilustrada, correlacionando marcos do Cubismo Tcheco (1911–1924) e da consolidação do Modernismo Brasileiro (1917–1930).- Ensaio visual e documental com fotografias da montagem e abertura da exposição no Brasil, quando realizada.- Depoimentos e entrevistas com curadores e representantes institucionais do Brasil e da República Tcheca.ARTISTAS RETRATADOSPavel Janák (1882–1956)O teórico do Cubismo arquitetônico.- Autor do ensaio-chave O Prisma e a Pirâmide (1911), que estabeleceu as bases filosóficas e formais do Cubismo arquitetônico.- Projetou edifícios e objetos utilitários com formas cristalinas e inspiração geométrica.- Destaques: Casa Jakubec (Jičín), Casa Fára (Pelhřimov), e elementos do mobiliário produzidos pela empresa Artěl .Josef Gočár (1880–1945)O nome mais icônico do Cubismo tcheco.- Projetou a célebre Casa da Madona Negra (Praga), considerada símbolo do Cubismo arquitetônico mundial.- Trabalhou também em urbanismo e projetos em estilo Art Déco e funcionalismo.- Destaques: Pavilhão de Bohdaneč, Vila Bauer, e diversos projetos de mobiliário cubista. Josef Chochol (1880–1956)O mais radical entre os cubistas tchecos. - Produziu algumas das obras mais ousadas do estilo, com geometrias extremas e pureza formal.- Destaques: Casa Kovařovič, Conjunto de apartamentos em Vyšehrad (Praga), e outras obras com influência construtivista no período pós-Cubismo. Vlastislav Hofman (1884–1964) Artista multidisciplinar: arquiteto, cenógrafo e designer.- Desenvolveu projetos urbanos e arquitetônicos com forte presença cubista.- Destaques: Muro do cemitério de Ďáblice e o Crematório de Ostrava (demolido nos anos 1980).- Também colaborou com escultores e artistas visuais como Otto Gutfreund.Emil Králíček (1877–1930)O criador da famosa Lanterna Cubista de Praga.- Responsável por intervenções cubistas em prédios preexistentes e novos projetos residenciais e comerciais.- Destaques: Casa Diamante (Praga), Villa Benies, e portal da Casa da Caixa Econômica de Karlín. Oldřich Liska (1886–1959) Autor do mais bem preservado interior cubista da Tchecoslováquia.- Embora seu edifício tenha aparência modernista, o interior da igreja protestante em Pečky é totalmente cubista.- Desenvolveu diversos projetos residenciais e religiosos na Boêmia Oriental. Outros Nomes Citados no projeto Além dos nomes centrais acima, incluímos menções a uma rede mais ampla de arquitetos e artistas que participaram do movimento ou foram influenciados por ele:- Otakar Novotný, Antonín Procházka, Otto Gutfreund (escultor), Václav Špála, Josef Čapek e Bohumil Kubišta – ligados à pintura e escultura cubistas.- Rudolf Stockar, líder do ateliê Artěl, responsável pela produção de objetos decorativos e mobiliário cubista.- Ladislav Machoň, Antonín Belada, Jaroslav Syřiště, entre outros – que realizaram obras ou detalhes com elementos cubistas. O projeto destaca ainda:- Obras destruídas e redescobertas.- Projetos não realizados.- Documentação de interiores e objetos de design.- Diálogos entre Cubismo, Gótico, Art Nouveau e Art Déco.ARTISTAS BRASILEIROS NO CONTRAPONTO MODERNISTA AO CUBISMO TCHECOFaremos um contraponto entre o Cubismo Tcheco e o Modernismo Brasileiro, enriquecendo a publicação com uma experiência comparativa e contextualizada. A proposta é evidenciar como uma linguagem estética europeia foi reinterpretada e ressignificada no Brasil, a partir de referências culturais, sociais e territoriais próprias.Os artistas brasileiros não apenas assimilaram as formas do Cubismo europeu, mas transformaram seus princípios à luz das especificidades locais. Esse processo de reinvenção dialoga, de forma instigante, com o que ocorreu na antiga Tchecoslováquia, onde o Cubismo ultrapassou as artes visuais e se expandiu para o design, a arquitetura e o mobiliário — gerando ecos paralelos de inovação formal e apropriação cultural.A seguir, destacamos os principais artistas brasileiros que serão contemplados, com ênfase em suas obras e em sua relevância no processo de recepção, adaptação e transformação do Cubismo no contexto nacional. Tarsila do Amaral (1886–1973)A grande síntese entre vanguarda europeia e identidade brasileira.- Estudou em Paris e teve contato direto com artistas cubistas como Fernand Léger.- Apropriou-se da linguagem cubista para criar um estilo próprio, tropicalizado e profundamente ligado à brasilidade.- Obra-chave: “A Negra” (1923), com forte influência cubista na decomposição do corpo e geometrização das formas.- Síntese do Cubismo, do Fauvismo e do Surrealismo, que resultou no ciclo Pau-Brasil e, depois, no Antropofágico.Anita Malfatti (1889–1964)Pioneira na introdução das linguagens de vanguarda no Brasil.- Estudou nos EUA e na Alemanha; sua exposição de 1917 causou enorme polêmica por apresentar linguagens expressionistas e cubistas ao público brasileiro.- Obra-chave: “A Estudante Russa” (1915–16), com influência cubista na fragmentação da figura.- Sua produção foi duramente criticada por Monteiro Lobato, mas se tornou símbolo do embate entre tradição e modernidade.Di Cavalcanti (1897–1976)O cronista cubista da vida popular brasileira.- Incorporou elementos do Cubismo à representação da vida urbana, das festas populares e da cultura negra.- Foi um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna de 1922.- Obra-chave: “Cinco Moças de Guaratinguetá” (1930), com fisionomias e corpos geometricamente organizados.Vicente do Rego Monteiro (1899–1970)O artista da síntese entre Cubismo e arte indígena.- Viveu em Paris nos anos 1920 e frequentou círculos cubistas.- Desenvolveu uma linguagem que funde o Cubismo à estética marajoara e a motivos da cultura indígena brasileira.- Obra-chave: “A Virgem” (1926) e as ilustrações do livro Legendas Brasileiras.Lasar Segall (1891–1957)Imigrante europeu que levou o Cubismo e o Expressionismo à cena paulista.- Judeu lituano radicado no Brasil, participou da vanguarda europeia antes de se estabelecer em São Paulo.- Obras com forte carga emocional e formalismo cubista.- Obra-chave: “Navio de Emigrantes” (1939) e outras que mesclam planos quebrados e narrativas humanas.John Graz (1891–1980)Suíço-brasileiro com forte atuação no design e nas artes aplicadas.- Participou da Semana de 1922 e introduziu influências cubistas no design de interiores e mobiliário no Brasil.- Relevante como elo entre arquitetura, design e artes visuais – à semelhança dos tchecos.Conteúdo editorialInformações complementares:- Textos curatoriais e ensaios críticos em português e inglês;- Dossiê visual com obras, edifícios e objetos cubistas (fotografias, plantas e croquis);- Biografias de artistas e arquitetos tchecos e brasileiros;- Linha do tempo comparativa entre o Cubismo Tcheco e o Modernismo Brasileiro;- Glossário ilustrado com verbetes técnicos e estéticos;- Referências bibliográficas;- Depoimentos ou entrevistas com especialistas;- Índice remissivo bilíngue; Edição digital acessível e gratuita (e-book) - Formato PDF;- Contraste otimizado e fonte legível;- Hospedagem por 12 meses;- Meta de ao menos 200 downloads no período.Identidade visual e design editorial- Direção de arte inspirada na estética facetada do Cubismo Tcheco;- Tipografias geométricas e modernas (exemplo: Futura, Archivo, Neutraface);- Diagramação que privilegia fluidez, respiro visual e leitura acessível;- Uso de cores editoriais sóbrias, com pontos de contraste visual;- Páginas duplas com destaque para spreads e imagens em página inteira;- Projeto gráfico adaptado para acessibilidade visual (tamanho mínimo de fonte: 12 pt). Sustentabilidade editorial- Impressão com tintas à base d'água;- Papel certificado FSC ou PEFC;- Preferência por fornecedores com certificações ambientais (ISO 14001 ou equivalente);- Redução do uso de materiais plásticos ou derivados de petróleo;- Excedente técnico de impressão doado para uso educativo. O projeto adota práticas de sustentabilidade editorial coerentes com as políticas públicas de cultura e com a responsabilidade ambiental da cadeia produtiva.

Objetivos

.Objetivo geral Produzir um livro de arte bilíngue (português/inglês) sobre o Cubismo Tcheco e suas relações com o Modernismo Brasileiro, ampliando o acesso público ao conhecimento histórico e artístico, por meio de edição impressa, versão digital acessível.Com distribuição 100% gratuita o livro impresso tem as seguintes características gráficas:ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTOTítulo: Cubismo Tcheco e o Modernismo BrasileiroFormato: Livro bilíngue (Português_Inglês)Segmento: Publicação cultural / livro de arte / ensaio visual e curatorialTiragem: 500 exemplares impressos + versão digital acessívelEspecificações gráficas do livro impresso- Formato fechado: 21 x 28 cm - Número de páginas: 240 páginas- Miolo: impressão 4x4 cores, papel couchê fosco 150 g/m², certificado FSC- Capa: capa dura com laminação fosca e verniz UV localizado, papel cartão 2,5 mm com revestimento triplex, orelhas de 8 cm- Encadernação: lombada quadrada com costura em cadernos e cola PUR- Acabamentos de luxo: fita marca-página em cetim, guarda colorida, refilo trilateral- Peso aproximado por exemplar: 1.200 gramasObjetivos específicosDisponibilizar versão digital acessível do livro com meta de ao menos 200 downloads no período de 12 meses.

Justificativa

A proposta cultural atende às finalidades previstas nos seguintes incisos do art. 1º da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - Priorizar o produto cultural originário do País.A proposta visa ainda atender os objetivos descritos nos seguintes incisos do Art. 3°, da lei mencionada acima:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais. O movimento cubista desenvolvido na Tchecoslováquia ocupa um lugar singular na história da arte moderna por ter extrapolado as artes plásticas e se desdobrado na arquitetura, no mobiliário e no design, constituindo uma linguagem estética ampla e articulada. No Brasil, seus princípios dialogaram com o Modernismo, gerando traduções próprias e conexões ainda pouco exploradas em publicações acessíveis ao grande público. Apesar de sua relevância histórica e artística, permanece a lacuna de um recorte abrangente, didático e integrado, capaz de reunir conteúdos curatoriais e contribuir para a formação de público fora dos grandes centros. A Tchecoslováquia, país da Europa Central existente entre 1918 e 1992, foi pacificamente dividida, em 1º de janeiro de 1993, em dois Estados independentes: a República Tcheca e a Eslováquia. É nesse contexto histórico e cultural que se insere a produção cubista tcheca, cuja difusão no Brasil ainda é limitada, especialmente no que se refere às suas relações com a arte, a arquitetura e o design modernos brasileiros. Para enfrentar essa lacuna, a proposta prevê a atuação de uma dupla curadoria binacional, reunindo especialistas do Brasil e da República Tcheca. Essa abordagem busca aproximar o público brasileiro de um patrimônio europeu pouco difundido, evidenciando, em perspectiva histórica e crítica, os diálogos entre arquitetos e designers tchecos — como Pavel Janák, Josef Gočár, Josef Chochol e Vlastislav Hofman — e os modernistas brasileiros, entre eles Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Lasar Segall e John Graz. Essa ponte Praga_São Paulo reforça o caráter educativo e internacional do projeto. Ao articular essa estética ainda pouco explorada com a história do modernismo brasileiro, o projeto propõe um novo olhar sobre o século XX, compreendido não apenas como registro histórico, mas como campo ativo de reflexão, educação e intercâmbio cultural. Não há, no Brasil, publicação bilingue, gratuita e acessível que trate, de forma integrada, o Cubismo Tcheco em diálogo com o Modernismo brasileiro. A Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para viabilizar despesas de natureza pública, como direitos de imagem e reprodução, curadoria, tradução, revisão, design editorial, impressão, distribuição e desenvolvimento web. O PRONAC assegura a qualidade técnica do projeto, a democratização do acesso e a perenidade digital de seus resultados, por meio da disponibilização gratuita do e-book e do site, abertos por 24 e 12 meses, respectivamente.

Estratégia de execução

Todos os textos, imagens, documentos visuais e demais materiais utilizados no livro e nos conteúdos digitais terão suas autorizações de uso devidamente regularizadas junto aos detentores dos direitos autorais, arquivos e instituições responsáveis, em conformidade com a legislação vigente e as normas do Ministério da Cultura. INDICADORES E AVALIAÇÃO DE RESULTADOSA avaliação do projeto será realizada a partir de indicadores quantitativos e qualitativos, com o objetivo de mensurar o alcance, a efetividade da difusão cultural e o impacto educativo e institucional da iniciativa, em consonância com os princípios da Lei nº 8.313/1991 e com as diretrizes de democratização do acesso.Indicadores quantitativos• Produção e impressão de 500 exemplares do livro de arte bilíngue, com 100% de distribuição gratuita, conforme plano de democratização de acesso;• Distribuição física dos exemplares a instituições culturais, educacionais, bibliotecas, universidades, formadores de opinião e patrocinadores, conforme percentuais estabelecidos;• Disponibilização do e-book acessível por 24 meses, com meta mínima de 200 downloads no período;• Disponibilização do site público e acessível por 12 meses, com meta de 5.000 acessos únicos, monitorados por ferramentas de análise digital;• Publicação e circulação de conteúdos digitais de divulgação, com acompanhamento de métricas básicas de alcance e engajamento.Indicadores qualitativos• Uso do livro e de seus conteúdos digitais como material de apoio pedagógico em contextos educativos formais e não formais (universidades, cursos de arquitetura, design e artes visuais);• Repercussão institucional junto a entidades culturais, acadêmicas e representações internacionais, especialmente no contexto do intercâmbio cultural Brasil–República Tcheca;• Registro de mídia espontânea e especializada (clipping), incluindo imprensa cultural, plataformas digitais e veículos voltados às artes visuais, arquitetura e design;• Avaliação qualitativa do projeto a partir da coerência editorial, qualidade gráfica, acessibilidade dos conteúdos e aderência aos objetivos propostos, com base em análises da equipe técnica e retorno de parceiros institucionais.Os dados coletados a partir desses indicadores serão sistematizados em relatório final de resultados, integrando informações de distribuição, acesso digital, repercussão institucional e documentação comprobatória, compondo a prestação de contas do projeto junto ao Ministério da Cultura.

Especificação técnica

Título: Cubismo Tcheco e o Modernismo BrasileiroFormato: Livro bilíngue (Português–Inglês)Segmento: Publicação cultural / livro de arte / ensaio visual e curatorialTiragem: 500 exemplares impressos + versão digital acessível Especificações gráficas do livro impresso- Formato fechado: 21 x 28 cm - Número de páginas: 240 páginas- Miolo: impressão 4x4 cores, papel couchê fosco 115 g/m², certificado FSC- Capa: capa dura com laminação fosca e verniz UV localizado, papel cartão 2,5 mm com revestimento triplex, orelhas de 8 cm- Encadernação: lombada quadrada com costura em cadernos e cola PUR- Acabamentos de luxo: fita marca-página em cetim, guarda colorida, refilo trilateral- Peso aproximado por exemplar: 1.200 gramas Conteúdos previstos- Texto curatorial;- Linha do tempo comparativa (Brasil × República Tcheca);- Glossário ilustrado;- Biografias de artistas, arquitetos e figuras-chave;- Entrevista com especialista;- Imagens e documentos visuais com créditos e autorizações

Acessibilidade

Em conformidade com a súmula administrativa nº 33 publicada após a plenária da CNIC durante a 342ª Reunião Ordinária, que estabelece que as propostas apresentadas ao PRONAC “deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para cada linguagem artística de seus produtos”, este projeto implementará, sempre que tecnicamente viável, um conjunto integrado de apções voltadas à Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo. LIVRO IMPRESSO - E_BOOK - Disponibilização de QR Code para acesso aos conteúdos digitais acessíveis;- E-book acessível conforme padrões de acessibilidade WCAG;- Adoção de design acessível. SITE O site do projeto contará com contraste adequado e uso de linguagem simples, além de alternativas em Libras ou áudio para os conteúdos, assegurando que a página de download do livro seja plenamente acessível. - Disponibilização de QR Code para acesso aos conteúdos digitais acessíveis;- Inserção de legendas em materiais de comunicação digital;- Descrição de imagens publicadas nas redes sociais;- Adoção de design acessível. Essas ações visam ampliar e qualificar o acesso de pessoas com deficiência, contemplando dimensões comunicacionais, informacionais e atitudinais da acessibilidade.

Democratização do acesso

Em consonância com as medidas de “ampliação de acesso” serão adotadas durante a execução do projeto, conforme artigo 47 da IN 23/2025:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento). Destacamos que toda a tiragem terá distribuição gratuita.III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.Para assegurar a democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, de acordo com o artigo 23 da IN 01/2022, o produto resultante do projeto será distribuído gratuitamente, da seguinte forma: 10% da tiragem (50 exemplares) para incentivadores, patrocinadores e doadores; 20% da tiragem (100 exemplares) será distribuída levando em consideração aspectos sociais, educativos e/ou de formação artística; 10% da tiragem (50 exemplares) em caráter promocional para imprensa e formadores de opinião; 60% da tiragem (300 exemplares) distribuídos em caráter institucional.O e-book: o conteúdo integral do livro será disponibilizado gratuitamente para download, em formato digital acessível por meio de site público, sem restrição de acesso, por um período de 12 meses, ampliando a democratização cultural e alcance em âmbito nacional e internacional.O site bilíngue e acessível estará disponível por um período de 12 meses.

Ficha técnica

Coordenação Geral - proponente: Clóvis ArrudaCPF 124.985.118-14 (Terra à Vista CNPJ: 11.093.757/0001-93)Clóvis Arruda é especialista em planejamento estratégico, marketing e comunicação, com ampla experiência em gestão de projetos e facilitação de processos criativos.É formado em administração de empresas com especialização em Marketing pela ESPM, possui MBA em planejamento estratégico pelo Mackenzie, é pós-graduado em design e fotografia pelo Senac, tem formação em Marketing digital pela SPDS, XBA - Exponential Business Administration pela Startse, MBA em Inteligência Artificial para Negócios + Growth Intelligence + Inovação 360 pela Faculdade Exame. Clóvis também possui formação em Fluxonomia 4D e estuda incansavelmente novas economias, colaboração e desenhos de futuros.Atua como gestor de projetos, facilitando e realizando processos criativos de várias naturezas com visão estratégica, organizando-os em torno do design e da organização eficaz da informação.Sua atuação combina visão estratégica, organização de processos criativos e domínio técnico em comunicação, estruturando projetos complexos com clareza metodológica e foco em resultado. É especialista em gestão de negócios orientada por Inteligência Artificial, aplicando tecnologia para otimização de processos, inteligência de mercado e tomada de decisão estratégica.À frente da Terra à Vista, concebeu e gerenciou projetos nacionais e internacionais para instituições e empresas como Natura, Caixa Econômica Federal, Banco Itaú, Banco do Nordeste, Gühring do Brasil, Instituto Ayrton Senna, Instituto Tomie Ohtake, Sesc, Honor Solar, Amyr Klink Projetos Especiais, Consulado e Embaixada da República Tcheca, entre outras. No campo cultural, desenvolve exposições, publicações, intervenções artísticas e projetos editoriais com ênfase em artes visuais, música, artes cênicas, educação e sustentabilidade, sempre alinhados às políticas de investimento e responsabilidade institucional dos patrocinadores.Foi premiado pela ABRE em Ecodesign, recebeu o Prêmio Nivea Design e reconhecimento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial pelo desenvolvimento de novos produtos. Entre seus projetos autorais destaca-se a criação de um jogo estratégico de tabuleiro inspirado nas expedições de Amyr Klink, lançado nacionalmente pela Estrela.Empreendedor, produtor, publicitário, fotógrafo e designer, Clóvis articula pensamento estratégico e sensibilidade criativa para desenvolver iniciativas culturalmente relevantes, com impacto positivo e visão de longo prazo.Produção executiva: Margarete Regina ChiarellaCPF:078.700.798-63 (Arte Projetos MRC CNPJ: 57.819.761/0001-97)Margarete Regina Chiarella, Produtora Executiva, Agente Cultural, Educadora e Empresária à frente da Arte Projetos MRC, atua há mais de três décadas na produção, coordenação e gestão de projetos culturais e educativos, com foco em acessibilidade, mediação e políticas públicas de cultura. É bacharel e licenciada em Economia Doméstica pela ESALQ-USP, com especializações em Arte-Educação Ambiental (ESALQ-USP) e em Literatura e Outras Linguagens Artísticas (UNIMEP), além de formação continuada como Parecerista e Analista de Projetos Culturais.Foi responsável pela criação, produção executiva e coordenação geral da exposição “ROUČKA – Kafka em Movimento” (CCBB-Brasília, 2025) e coordenou o Simpósio Encontro Multidisciplinar: Contemporaneidade e o Naïf. Integra equipes curatoriais e educativas de projetos como a MABS – Mostra de Arte de Brasileiros em Socorro (2024–2026) e colaborou no desenvolvimento educativo do projeto Trocas e Olhares – Acervo Sesc de Artes. Assinou a curadoria da exposição inaugural da Pinacoteca Municipal de Piracicaba (2024) e atuou como produtora local da exposição “Karingana – Presenças Negras no Livro para as Infâncias” (2025).Consolidou trajetória junto ao Sesc, coordenando montagens de exposições como “Coração na Aldeia, Pés no Mundo” (2023), “CRIA: Experiências de Invenção” (2023), “Maquinações: Gambiólogos 33” (2019) e as 14ª e 15ª Bienais Naïfs do Brasil, além de ter exercido a Secretaria Geral das 11ª, 12ª e 13ª edições da Bienal. Participou da organização do Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e integrou a equipe de clearance do Acervo Sesc de Arte.Coordenação editorial: Arthur FajardoCPF 072.238.238-36 (Fajardo Ranzini Design CNPJ 71.588.057/0001-00)Arthur Fajardo é arquiteto, designer editorial e artista plástico, com mais de quatro décadas de atuação nas áreas de design gráfico, direção de arte e projetos culturais. Formado pela FAU-USP, construiu trajetória sólida no jornalismo e no mercado editorial brasileiro, combinando rigor formal, clareza comunicacional e sensibilidade estética.Iniciou sua carreira na revista VEJA (1984–1987) e integrou a equipe da FOLHA de S.Paulo, onde atuou como editor de arte-assistente, ilustrador e pauteiro, permanecendo no grupo por cerca de dez anos, em duas ocasiões. Foi Diretor de Arte de publicações de grande circulação, como as revistas 4Rodas e Contigo!, além do Jornal Gazeta Mercantil e do Diário de S. Paulo, consolidando experiência em direção de arte, design editorial e coordenação criativa.Desde 1993, é sócio do escritório Fajardo Ranzini Design, fundado ao lado de Claudia Ranzini, também arquiteta formada pela FAU-USP. O estúdio desenvolve projetos gráficos de livros, catálogos, relatórios anuais e de sustentabilidade, identidade visual e design de exposições, atendendo instituições e empresas como Cinemateca Brasileira, Yázigi, Boston Scientific, Rede Energia, Estre Ambiental, grandes grupos editoriais como FTD, Editora Ática, Macmillan e Cogna, além da Terra à Vista.Entre os projetos de destaque estão o desenvolvimento das peças gráficas da nova sede do Instituto Moreira Salles na Avenida Paulista, a programação visual da Cinemateca Brasileira e da Mostra de Cinema, além da identidade gráfica de exposições como “ROUČKA – Kafka em Movimento”, no CCBB Brasília.Sua atuação é marcada pela integração entre arquitetura, design e narrativa visual, com foco em soluções editoriais consistentes, identidade institucional sólida e projetos culturais de alta qualidade gráfica.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 08/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.