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A proposta se destina à montagem e realização da temporada de estereia do espetáculo teatral "Mudando de Pele", e ensaio aberto gratuito como contrapartida social.
ESPETÁCULO TEATRALEm Mudando de Pele acompanhamos Myah, uma mulher que com humor, explosão e olhar crítico, revisita episódios de desigualdade, injustiça e alienação. A dramaturgia propõe uma jornada de reconhecimento e emancipação, e enfatiza lugares de empatia e a sabedoria ancestral como forças para fabular um outro modelo de sociedades, onde é imprescindível o convívio com o outro. No palco, Taís Araujo conduz o espetáculo em diálogo constante com a plateia, acompanhada por duas musicistas que inserem a cena numa atemporalidade sonora, entre o ancestral e o contemporâneo, criando uma experiência sonora vibrante e coletiva.Formada por uma equipe de excelência e majoritariamente de mulheres, a montagem tem a direção de Yara de Novaes. Mudando de Pele se afirma como um espetáculo moderno, popular e grande voltagem poética, uma peça que convida à reflexão e indica caminhos capazes de inaugurar outras práticas de coexistir em sociedade.Classificação indicativa: 12 anosOFICINA DE FUNDAMENTOS DA PRODUÇÃO CULTURALA oficina Fundamentos da Produção Cultural tem como objetivo introduzir participantes aos principais conceitos, etapas e práticas da produção cultural contemporânea. A partir de uma abordagem teórica, o curso apresenta noções sobre planejamento, elaboração de projetos, captação de recursos, execução e prestação de contas, além de discutir o papel do produtor cultural como agente articulador entre artistas, instituições e comunidades.Ao final do processo, espera-se que os participantes estejam aptos a compreender o ciclo completo de um projeto cultural, reconhecendo a importância da gestão qualificada como instrumento de fortalecimento da economia criativa e da democratização do acesso à cultura.Classificação indicativa: 16 anos
Promover a montagem e a temporada de estreia no Rio de Janeiro do espetáculo "Mudando de Pele", protagonizado por Taís Araujo e dirigido por Yara de Novaes, a partir do texto inédito da dramaturga britânica Amanda Wilkin, com o propósito de ampliar a representatividade de narrativas negras no teatro contemporâneo brasileiro, estimular a reflexão sobre identidade, ancestralidade e empatia e oferecer ao público uma experiência artística poética, popular e transformadora. OBJETIVOS ESPECÍFICOSa) Realizar montagem, ensaios e concepção do espetáculo "Mudando de Pele", com equipe técnica e artística de excelência na cidade do Rio de Janeiro em 2026;b) Realizar temporada de estreia com 20 apresentações no Sesc Ginástico, entre 23 de abril e 31 de maio de 2026;c) Oferecer duas (2) sessões com intérprete de LIBRAS garantindo acessibilidade comunicacional ao projeto;d) Democratizar o acesso à cultura através de cotas de ingressos gratuitos e ingressos populares, voltadas especialmente para a formação social e mediação cultural;e) Realizar uma oficina de Fundamentos da Produção Cultural em São Paulo, ministrada por Valencia Losada e Camila Camuso (Diretora de Projetos e Produtora Executiva, respectivamente, da Quintal Produções) com carga horária de 3h, para até 40 pessoas de projetos sociais/ONGs que desenvolvam trabalhos nas áreas de música e artes cênicas destinado ao público das periferias;f) Contribuir para o fortalecimento da economia criativa e para a geração de trabalho e renda no setor cultural, contratando profissionais e prestadores de serviços especializados;g) Realizar um (01) ensaio aberto gratuito destinados a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, totalizando um público de mais de 500 pessoas. Essa ação refere-se à contrapartida social do projeto.
Esta proposta refere-se a montagem do espetáculo Mudando de Pele e a realização de temporada de estreia na cidade do Rio de Janeiro, contemplando: concepção, ensaios, produção de cenário, criação de projetos de som, luz e trilha sonora. Esclarecemos que o projeto Mudando de Pele - Temporada SP com número de pronac 260732, já aprovada no exame de admissibilidade, refere-se à temporada do espetáculo na cidade de São Paulo, estruturada como ação de circulação e difusão da obra em uma importante praça cultural do país. Já a presente proposta, contempla uma fase anterior do processo artístico, dedicada à criação, estruturação e estreia da obra. Dessa forma, embora ambas as propostas estejam vinculadas ao mesmo espetáculo, cada uma apresenta objetivos específicos, etapas de execução distintas, planejamento próprio e estratégias de realização voltadas a contextos culturais e logísticos diferentes, não tendo sido estruturadas com a finalidade de ultrapassar limites estabelecidos pela Instrução Normativa. A separação das propostas busca garantir maior clareza na organização das etapas de produção e difusão do espetáculo, bem como viabilizar estratégias de captação adequadas a diferentes territórios e circuitos culturais. Dito isto, seguimos com a justificativa do projeto:Mudando de Pele é o título do texto inédito no Brasil, escrito pela premiada dramaturga inglesa Amanda Wilkin. A obra foi escolhida pessoalmente por Taís Araujo, que retorna aos palcos sob a direção de Yara de Novaes. Segundo a atriz, "o desejo de fazer esse texto partiu de uma necessidade artística e também pessoal de encontrar outras maneiras de contar as histórias do meu povo, onde a dor não seja a protagonista. Porque sim, temos a dor, mas somos muito além dela. A dor nos reduz. E somos imensos — dotados de inteligência, capacidades, subjetividades e afetos. É isso que quero levar ao palco: a imensidão e a riqueza do meu povo. É urgente reconstruir o imaginário brasileiro no que diz respeito à população negra." Esta proposta justifica-se pela relevância artística, simbólica e social de sua concepção, bem como pela necessidade de apoio financeiro por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), considerando o porte da produção, o alto custo de montagem e temporada e o compromisso com a democratização do acesso à cultura. O projeto está plenamente alinhado aos princípios da Lei Rouanet, que, em seu Art. 1º, incisos I e III, estimula a formação artística e cultural, o apoio à produção e a difusão das artes cênicas. A montagem de Mudando de Pele representa um gesto de afirmação estética e política, ao recolocar a narrativa negra no centro da cena teatral brasileira, por meio de um espetáculo que une excelência técnica, humor, poesia e reflexão crítica sobre o imaginário social. Com temporada prevista no Sesc Ginástico (RJ), a realização do projeto contribuirá diretamente para os objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, ao incentivar a produção, difusão e o acesso aos bens culturais; proteger e valorizar as expressões dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira; e promover o acesso da população às fontes da cultura nacional. O uso do mecanismo de incentivo é, portanto, fundamental para viabilizar uma criação dessa magnitude, assegurando sua sustentabilidade financeira e seu alcance social. Mudando de Pele reafirma o papel da Lei Federal de Incentivo à Cultura como instrumento essencial para a consolidação de uma cena teatral diversa, representativa e comprometida com o fortalecimento simbólico e cultural do país.
O projeto propõe uma parceria com a empresa EcoModas, que realizará uma consultoria que apresente soluções sustentáveis para o descarte dos materiais ocasionalmete gerados pelo projeto em todas as cidades.A EcoModas se consolidou como uma solução sustentável para a gestão de resíduos em eventos, oferecendo uma alternativa responsável para o descarte de materiais como banners e lonas de publicidade. Com um histórico de impacto ambiental significativo, a empresa já destinou corretamente mais de 3 toneladas desses resíduos, transformando-os em novos produtos criativos e de valor agregado. Ao reaproveitar materiais que normalmente seriam descartados, a EcoModas não apenas reduz a poluição, mas também gera itens sustentáveis, como bolsas, acessórios e produtos exclusivos, mantendo o compromisso com a economia circular e a preservação ambiental.Fundada em 2010 em Nova Friburgo - RJ, a EcoModas nasceu com o propósito de unir moda, empreendedorismo e sustentabilidade. Desde então, a empresa expandiu suas atividades para além da produção de itens reciclados, passando a atuar também em palestras, consultorias e aulas práticas de educação ambiental. Sempre alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a EcoModas busca inspirar empresas e comunidades a adotarem práticas mais conscientes e sustentáveis, promovendo a preservação dos recursos naturais e a responsabilidade social em todas as suas frentes de atuação.
Título: Mudando de PeleGênero: Teatro — Drama contemporâneo com elementos musicais e performativosDuração estimada: 90 minutosClassificação indicativa: 14 anosFormato: Espetáculo teatral com música executada ao vivoPalco: Palco italiano (adaptável a outros formatos mediante avaliação técnica)
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASACESSIBILIDADE FÍSICA:O teatro selecionado pela produção contemplará a infraestrutura ao que se refere à acessibilidade de pessoas com deficiência física ou baixa mobilidade, como: rampas, banheiros adaptados e espaços para cadeirantes.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:Está prevista a contratação de uma assessoria em acessibilidade como medida norteadora do plano de acessibilidade. Teremos a presença da profissional Cristiane Muñoz - palestrante e assessora de acessibilidade e inclusão que conduzirá uma assessoria direcionada às demandas do projeto. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de Libras em 2 sessões garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Tótem com audiodescrição do cenário e do programa do espetáculo posicionado na entrada do teatro, disponível em todas as sessões do projeto.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Oficina de capacitação e sensibilização para todos os profissionais envolvidos no projeto com o objetivo de que toda equipe esteja familiarizada com o tema e preparada para receber o público autista e de pessoas com deficiência. A oficina será a primeira ação do projeto, no intuito de que todas as ações seguintes sejam pensadas a partir de um olhar acolhedor para este público. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL - ENSAIOS ABERTOSACESSIBILIDADE FÍSICA:O teatro selecionado pela produção contemplará a infraestrutura ao que se refere à acessibilidade de pessoas com deficiência física ou baixa mobilidade, como: rampas, banheiros adaptados e espaços para cadeirantes.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Serão disponibilizados intérpretes de Libras de acordo com a sinalização da necessidade por parte da instituição convidada.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Serão disponibilizadas audiodescrição do cenário e do programa do espetáculo de acordo com a sinalização da necessidade por parte da instituição convidada.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Oficina de capacitação e sensibilização para todos os profissionais envolvidos no projeto com o objetivo de que toda equipe esteja familiarizada com o tema e preparada para receber o público autista e de pessoas com deficiência. A oficina será a primeira ação do projeto, no intuito de que todas as ações seguintes sejam pensadas a partir de um olhar acolhedor para este público. - Todo o material de divulgação terá a informação acerca da acessibilidade do projeto.
DEMOCRATIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE ACESSOComo medidas de democratização e ampliação do acesso à cultura, o projeto Mudando de Pele irá realizar as seguintes ações em sua temporada e circulação:- 10% (dez por cento) dos ingressos destinados à distribuição gratuita com viés social ou educativo;- 20% (vinte por cento) dos ingressos destinados à comercialização em valores populares menores do que 3% do salário mínimo;- meia-entrada assegurada a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015;- meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003;- Oferecimento de uma oficina formativa de Iluminação Cênica (Dramaturgia da Luz) no Rio de Janeiro, ministrada por Ricardo Vivian, coordenador técnico do projeto Mudando de Pelecom carga horária de 3h, e será oferecida para até 40 pessoas de projetos sociais/ONGs que desenvolvam trabalhos nas áreas de música e artes cênicas destinado ao público das periferias.CONTRAPARTIDA SOCIALSerá realizado um (01) ensaio aberto gratuito destinado a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, com público de mais de 500 pessoas. Esta é uma ação que oportuniza aos estudantes terem um contato mais aproximado com o processo criativo de um espetáculo, podendo despertar o interesse pelo teatro e pelas artes de forma geral, contribuindo para a formação de novos espectadores e potenciais artistas. É um caminho para valorizar e aproximar o universo estudantil da linguagem teatral e reconhecer a importância de todos no processo de difusão cultural. Essa é uma experiência capaz de possibilitar desdobramentos a serem trabalhados em sala de aula e reverberados em outros espaços de convívio.
Direção / Yara de NovaesAtriz / Taís AraújoDramaturgista / Nathália CruzCenógrafo / André CortezDireção musical / Dani NegaDesenho de luz / Gabi SouzaFigurinista / Tereza NabucoPreparadora de movimento / Cris MouraProdução / Quintal ProduçõesDireção de Produção /Verônica PratesCoordenação de Projetos / Valencia LosadaDiretor Técnico / Ricardo VivianCurrículos Yara de Novaes - DiretoraÉ atriz, diretora e professora de teatro. Recebeu vários prêmios por suas atuações e direções, entre eles, APCA, Prêmio Shell, Questão de Crítica, APTR, Aplauso Brasil e Fundacen. Em 2005, formou o grupo 3 de Teatro com Débora Falabella e Gabriel Paiva. Dirigiu diversos espetáculos, como "Tio Vania", de Anton Tchécov (com o Grupo Galpão); "Caminho para Meca", de Athol Fugard (com Cleyde Yaconis); além de "A serpente", de Nelson Rodrigues, “A Ira de Narciso”, de Sérgio Branco; “O Capote”, de Nicolai Gógol; e, mais recentemente, “Mãos Trêmulas”, de Victor Nóvoa, “Teoria King Kong”, de Virginie Despentes e Lady Tempestade de Silvia Gomez.Taís Araújo - atrizÉ atriz, apresentadora e produtora brasileira, com mais de três décadas de carreira em TV, cinema e teatro. Ficou nacionalmente conhecida ao protagonizar a novela “Xica da Silva” (1996) na TV Manchete. Em 2004, fez história como a primeira atriz negra a protagonizar uma novela da TV Globo, em “Da Cor do Pecado”; e, em 2009, tornou-se a primeira protagonista negra do horário nobre em “Viver a Vida”. No audiovisual, destacam-se ainda “Cheias de Charme”, “Mister Brau” e “Amor de Mãe”. No cinema, recebeu o Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Gramado por “Filhas do Vento” (2004).Nathalia Cruz - Dramaturgia É atriz e roteirista. Natural de Santa Tereza de Goiás, formou-se publicitária pela Universidade de Brasília e posteriormente estudou teatro n’O Tablado (RJ). Fez parte da sala fixa de roteiro do canal Porta dos Fundos, roteirizou séries como Rensga Hits!; Pablo e Luisão (Globo). Ainda na TV Globo, escreveu para os quadros de humor no BBB 23 e recentemente foi colunista semanal do programa Saia Justa (GNT).André Cortez - CenografiaÉ arquiteto (UFMG, 1996) e cenógrafo desde 1998; integrou o CPT/Antunes Filho e trabalhou por cinco anos com Daniela Thomas.  Recebeu o APCA de Melhor Cenografia e três Prêmios Shell (2000, 2005 e 2015).  Entre seus trabalhos recentes, assina os cenários de Gota D’Água [a seco] (dir. Rafael Gomes) e Prima Facie (dir. Yara de Novaes).  Em ópera, criou a cenografia de Così fan tutte no Theatro Municipal de São Paulo (2023).  Desde 2017, coordena o curso de Cenografia da EBAC, em São Paulo. Dani Nega- Direção MusicalÉ paulista, atriz, rapper, compositora, apresentadora e ativista do movimento negro e LGBTQIAP+. Reconhecida por sua voz suave e irônica, ela é mestra de cerimônia e uma verdadeira metralhadora poética. Além de seu trabalho musical com o produtor Craca, Dani também atua em importantes grupos de teatro como “O Crespos”, “Coletivo Negro” e “Núcleo Bartolomeu de Depoimentos”. , sendo premiada pelo seu trabalho como diretora musical. Sua parceria com Craca rendeu prêmios e reconhecimento, e juntos eles se apresentam em diversos pontos culturais e festivais no Brasil e no exterior.Recentemente, Dani lançou seu primeiro EP solo, abordando temas como racismo, violência urbana e apropriação cultural, oferecendo um olhar singular sobre essas questões em suas letras. Gabi Souza- Desenho de LuzÉ designer de luz, e assina múltiplos projetos em teatro, dança, performances e shows, colaborando com diversos coletivos e artistas independentes. Integra a Cia. da Revista como designer de luz e o Grupo Folias, como designer e coordenadora técnica da sede do grupo, o Galpão do Folias. Entre seus últimos trabalhos teatrais, destacam-se os espetáculos “Tatuagem” (2022), “O Avesso da Pele” (2023), “Cabaret” (2024) que lhe rendeu indicação aos Prêmios: Shell de Teatro, DID e Bibi Ferreira, e "...A Woman With a Pipe" (2024) realizado na Das Theater em Amsterdam/NL.Tereza Nabuco - FigurinoCom mais de trinta anos de carreira, a figurinista Tereza Nabuco cresceu no município de Valença (RJ). Iniciou sua carreira como estagiária na produção do longa metragem O Casamento dos Trapalhões em 1988, dirigido por José Alvarenga Jr. A assistência de figurino no filme Os Trapalhões na Terra dos Monstros (1989), dirigido por Flávio Migliaccio, pela Produtora Ponto Filmes, onde permaneceu e trabalhou por alguns anos. Na TV, trabalhou no programa Os Trapalhões e nas produções das séries Memorial de Maria Moura e Engraçadinha, além de novelas como, Quatro por quatro, Explode Coração, Porto dos Milagres, Cheias de Charme, Saramandaia, Geracão Brasil e Verdades Secretas, todas entre os anos de 1994 e 2015. Em 2016, assina os figurinos do espetáculo O Topo da Montanha, de Katori Hall, com Taís Araújo e Lázaro Ramos no elenco, que remonta o último dia de vida de Martin Luther King Jr., espetáculo que foi grande sucesso de público e críticas, além de outras produções teatrais nos anos seguintes, como o musical Ombela – A Origem das Chuvas, espetáculo baseado no livro homônimo do poeta e escritor angolano Ondjaki, recebendo por esse trabalho o Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças e Jovens de Melhor Figurino em 2019. Tereza Nabuco também foi responsável pelos figurinos do especial para a TV Falas Negras, que foi ao ar em novembro de 2020, idealizado e escrito por Manuela Dias, sob direção de Lázaro Ramos.Cristina Moura - Preparadora de movimentoÉ uma artista contemporânea, diretora teatral, coreógrafa, intérprete e preparadora de elenco. Formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, viveu 9 anos na Europa onde colaborou com diversos diretores e coreógrafos. Seu trabalho é investigativo e transita entre linguagens e formatos e vem sendo mostrado com êxito e reconhecimento no Brasil e no exterior. Em televisão preparou os elencos de Vai na Fé, Encantados, Garota do Momento e Vale Tudo entre outros.Verônica Prates - Diretora de Produção Quintal Produções - PROPONENTE DO PROJETO)Formada em Artes Cênicas pela UniverCidade e Bacharel em dança na Faculdade Angel Vianna. Sócia fundadora e diretora da Quintal Produções Artísticas, que desde 2009, vem construindo um consistente currículo no mercado cultural brasileiro, por sua capacidade administrativa, de planejamento, elaboração, execução e pós-produção com destaque nas artes cênicas e no campo das humanidades, sendo referência na realização de projetos teatrais, performances e palestras. Comprometida com a excelência artística de suas produções e busca valorizar a singularidade de cada trabalho, possibilitando que cada espetáculo se torne uma experiência única.Ricardo Vivian- Diretor Técnico é graduado em Arti e Scienze dello Spettacolo pela La Sapienza – Università di Roma. Estudou também em diversos cursos independentes de luminotécnica e videomapping, no Brasil e na Itália. Tem como principal área de atuação a iluminação cênica. Radicado em Porto Alegre, desde 2013 é iluminador e responsável técnico da Cia/Estúdio Stravaganza, do Coletivo Projeto Gompa além de trabalhar com outros grupos e produções independentes. Recebeu o Prêmio Açorianos de Teatro de Melhor Iluminação em 2018 por A Mulher Arrastada; Prêmio Tibicuera em 2019 por A Extraordinária Aventura Romântica de Miranda e Léo Lorival, Prêmio Tibicuera em 2022 por Amazônia e Prêmio Olhares da Cena em 2022 por Sobrevida. Além da iluminação, tem experiência profissional como produtor cultural, cenógrafo, cenotécnico, ator, videografista e técnico de luz para produções audiovisuais.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 08/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.