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O Cine Estrada é um festival de cinema itinerante dedicado à exibição de filmes brasileiros de curtas e longas-metragens, com foco nesta edição em obras dirigidas e/ou produzidas por mulheres. O projeto realizará 64 exibições de cinema ao ar livre, 16 rodas de conversa mediadas e 8 oficinas formativas, com curadoria e execução conduzidas integralmente por mulheres. As ações ocorrerão em municípios do interior e litoral paulista selecionados pela ausência de salas de cinema e carência de equipamentos culturais, promovendo o acesso democrático ao cinema brasileiro e a formação de público.
O Cine Estrada é um festival de cinema itinerante dedicado à exibição de filmes brasileiros de curtas e longas-metragens dirigidos e/ou produzidos por mulheres, com curadoria voltada à diversidade de linguagens, territórios e narrativas do cinema nacional contemporâneo.As exibições de cinema ao ar livre apresentam obras de animação, documentário e ficção que abordam temáticas sociais relevantes, como identidade, gênero, raça, território, memória e direitos humanos, realizadas em espaços públicos de municípios e bairros com ausência de salas de cinema e carência de equipamentos culturais.As rodas de conversa mediadas, realizadas após sessões selecionadas, promovem o diálogo com o público sobre os filmes exibidos, seus contextos de produção e a presença das mulheres no cinema brasileiro, estimulando reflexão crítica e formação cultural. As oficinas formativas têm caráter introdutório e prático, abordando linguagem cinematográfica, processos criativos, produção independente e representatividade no cinema, voltadas a públicos locais e iniciantes.O Cine Estrada não apenas celebra a criatividade e a expressão das mulheres no cinema brasileiro, como também busca transformar discursos e práticas sociais, contribuindo para uma sociedade mais justa e igualitária. Ao articular arte, educação e inclusão, o festival amplia o acesso ao cinema e fortalece o cinema como ferramenta de empoderamento, reflexão e valorização cultural nos territórios onde se instala.Classificação indicativa etáriaA programação é majoritariamente livre, com sessões classificadas conforme a Classificação Indicativa do Ministério da Justiça, respeitando as faixas etárias recomendadas para cada obra e informadas previamente nos materiais de divulgação.
Objetivo Geral:Promover o acesso democrático ao cinema brasileiro por meio da realização de um festival de cinema itinerante dedicado à exibição de obras dirigidas e/ou produzidas por mulheres, levando programação cinematográfica gratuita, ações formativas e espaços de diálogo a municípios do interior e litoral paulista com ausência de salas de cinema e carência de equipamentos culturais, contribuindo para a redução das desigualdades culturais, a valorização da produção cinematográfica de mulheres e a formação de público, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.Objetivos Específicos:Festival/Mostra Audiovisual (Principal)- Realizar 64 exibições gratuitas de cinema ao ar livre, de curtas e longas-metragens brasileiros dirigidos e/ou produzidos por mulheres, em municípios do interior e litoral paulista sem salas de cinema, ampliando o acesso ao audiovisual e contribuindo para a redução das desigualdades culturais;- Difundir e valorizar obras do cinema brasileiro realizadas por mulheres, ampliando sua circulação e visibilidade no território nacional;- Alcançar público estimado de 1.600 pessoas sessões de exibição, promovendo formação de público e acesso democrático à cultura;Realizar ações culturais gratuitas em territórios com carência de equipamentos culturais, fortalecendo a vida cultural local.Ações de Capacitação (Oficinas e Rodas de Conversa)- Promover 16 rodas de conversa mediadas, associadas às exibições, voltadas à discussão de temáticas sociais, diversidade, direitos humanos e representatividade de mulheres no cinema;- Ofertar 8 oficinas formativas gratuitas, com conteúdos relacionados ao cinema e à produção cultural, promovendo acesso à educação cultural não formal;- Estimular a participação cidadã e o pensamento crítico por meio de atividades formativas gratuitas;- Atender no mínimo 240 participantes nas oficinas formativas, com prioridade para públicos em situação de vulnerabilidade social.
O Festival Cine Estrada caracteriza-se como projeto cultural de interesse público, cuja realização depende do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, nos termos da Lei nº 8.313/1991, por não apresentar viabilidade econômica sustentada exclusivamente por receitas de mercado, dada sua proposta de itinerância, gratuidade e atuação em territórios com baixa oferta cultural.O projeto propõe a realização de um festival itinerante de cinema, com exibição gratuita de obras dirigidas por cineastas mulheres, acompanhado de debates mediados voltados à qualificação da fruição cultural e à formação de público. A proposta contribui para a descentralização da oferta cultural, ampliando o acesso ao cinema nacional em localidades fora do circuito comercial.O setor do cinema brasileiro apresenta desigualdades estruturais no acesso à difusão e à circulação de obras dirigidas por mulheres, especialmente quando atravessadas por recortes de raça, identidade de gênero, idade e território. O projeto atua diretamente na mitigação dessas assimetrias ao criar condições concretas de circulação, visibilidade e acesso público a essas produções.A itinerância, a gratuidade das atividades e a realização em espaços públicos ou de uso comunitário asseguram aderência às diretrizes da Instrução Normativa vigente, ao garantir acesso amplo, democrático e gratuito, além de promover a formação de público e a valorização da produção cultural brasileira. Os debates associados às exibições ampliam o alcance cultural do projeto sem descaracterizar sua natureza artística.O projeto enquadra-se nos seguintes dispositivos do Art. 1º da Lei nº 8.313/1991:Inciso I _ Promoção da produção e da difusão das manifestações culturais, por meio da circulação de obras cinematográficas nacionais dirigidas por mulheres.Inciso II _ Valorização da diversidade cultural, ao contemplar múltiplas identidades e contextos socioculturais no cinema brasileiro.Inciso IV _ Promoção da igualdade de oportunidades no campo cultural, ao priorizar grupos historicamente sub-representados nos mecanismos de difusão audiovisual.Adicionalmente, o projeto atende aos objetivos previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/1991, em especial:Inciso II _ Contribuir para o fortalecimento da cidadania, por meio do acesso à cultura e da promoção do debate público.Inciso IV _ Fomentar a difusão de produções culturais que promovam a compreensão e a convivência social.O Festival Cine Estrada apresenta impacto cultural e social mensurável, ao ampliar o acesso ao cinema nacional, fortalecer a diversidade de narrativas e contribuir para a dinamização cultural dos territórios atendidos, justificando plenamente a utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura, em conformidade com a Lei nº 8.313/1991 e sua regulamentação vigente.
Ações Sustentáveis · Instalação de lixeiras seletivas em todas as localidades de realização; · Gestão de 100% dos resíduos em parceria com ONG’s locais de catadores e recicladores; · Estímulo à carona solidária nas peças de comunicação, uso de transporte público e bicicletas; · Prioridade de mídia digital na divulgação do projeto; · Utilização de papel reciclado para os possíveis materiais impressos.
Curtas-Metragens A menina e o PoteClassificação Indicativa: Livre | Ano: 2024Gênero: Animação | Duração: 12 minutosDireção: Valentina Homem“‘A Menina e o Pote’ traz elementos da cosmologia indígena Baniwa e Yanomami para contar a história distópica de uma menina que redescobre as possibilidades do mundo através de um pote. A narrativa é contada com técnica de pintura sobre vidro, que realça a fluidez e a metamorfose da protagonista. Valentina trabalhou com colaboração da antropóloga indígena Francy Baniwa, para assegurar sua autenticidade cultural; a voz da narração em língua nheengatu (tupi) é de Francy.” “O curta-metragem não só explora as fronteiras da realidade, mas também ecoa os desafios e questionamentos do mundo contemporâneo. Em um cenário onde o fim do mundo parece iminente e a Amazônia está à beira de um ponto sem retorno, A Menina e o Pote convida o público a refletir sobre o estado atual da humanidade e a urgência de uma transformação radical.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Educação de qualidade; Redução das desigualdades; e Ação contra a mudança global do clima.GuaracyClassificação Indicativa: | Ano: 2023Gênero: Animação | Duração: 12 minutosCo-direção: Eliete Della Violla“Uma neta investiga a relação com seu avô, um policial aposentado que ama música, compondo um mosaico animado de afetos, dúvidas, e lembranças vividas, contadas e imaginadas. “Guaracy” é um curta-metragem que explora a plasticidade da animação stop motion para revisitar a casa do avô, escavar acontecimentos do passado e imaginar momentos não conhecidos da vida dele. Usando o gosto pelas artes compartilhado por avô e neta, o filme fala do amor, da presença e da ausência insubstituíveis de uma pessoa querida, do luto, da memória e sua natureza ficcional, e também da arte como meio de criação de si, da própria identidade e dos laços com quem amamos.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar e Educação de qualidade.Kuri Ha Akae Ovy – A Araucária e a Gralha AzulClassificação Indicativa: Livre | Ano: 2022Gênero: Ficção | Duração: 16 minutosDireção: Izabel Tiemi“Uma antiga história indígena sobre dois jovens de tribos diferentes. A Araucária e da Gralha Azul é uma lenda sulamericana que fala sobre cooperação entre as espécies e equilíbrio ambiental.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Fome zero e agricultura sustentável; Saúde e Bem-Estar; Educação de qualidade; Redução das desigualdades; Cidades e comunidades sustentáveis; Consumo e produção responsáveis; Ação contra a mudança global do clima; Vida terrestre; e Paz, Justiça e Instituições Eficazes.Rua DinoráClassificação Indicativa: Livre | Ano: 2021Gênero: Ficção | Duração: 17 minutosCo-direção: Natália Maia“Dinorá é uma menina de dez anos que mora na Rua 749, no bairro Conjunto Ceará, na cidade de Fortaleza. Faixa branca no karatê, seu grande sonho é vencer o campeonato interestadual. Para que as atletas possam viajar, elas precisam angariar fundos para o time, por meio da venda de rifas para familiares e vizinhos. Ao descobrir que suas colegas moram em ruas com o nome de personalidades históricas, Dinorá empreende, em sua jornada para a venda das rifas, uma investigação sobre o nome de sua própria rua e acaba descobrindo a força coletiva na construção dos espaços habitados.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Erradicação da pobreza; Fome zero e agricultura sustentável; Saúde e Bem-Estar; e Paz, Justiça e Instituições Eficazes.Òrun Àiyé – a criação do mundoClassificação Indicativa: Livre | Ano: 2015Gênero: Ficcção | Duração: 12 minutosDireção: Jamile Coelho e Cintia Maria“O vovô Bira (Carlos Betão) narra para a sua neta Luna (Fernanda Crescencio) como os deuses africanos Olodumaré (João Miguel), Orunmilá (Jorge Washington), Oduduwa (Fábio de Santana), Oxalá (Carlinhos Brown), Nanã e Exú interagem para criar a Terra e os seres humanos.”Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Educação de qualidade e Redução da desigualdade. Dia estreladoClassificação indicativa: Livre | Ano: 2011Gênero: Animação | Duração: 18 minutosDireção: Nara Normande“Em um lugar inóspito, um menino e sua família lutam pela sobrevivência”.Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Erradicação da pobreza; Água potável e saneamento e Redução das desigualdades. 25 anos sem asfaltoClassificação indicativa: Livre | Ano: 2021Gênero: Ficção | Duração: 15 minutosDireção: Fabíola Andrade “Rose se empenha para garantir a Pedro um futuro melhor do que uma vida confinada entre as ruas de terra do bairro e o asfalto da cidade, quando um acontecimento inesperado a fará se conectar ao cotidiano de pequenas aventuras do filho”. Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Erradicação da pobreza; Redução das desigualdades; Igualdade de gênero; Cidades e comunidades sustentáveis. A Garota e a PipaClassificação indicativa: Livre | Ano: 2024Gênero: Ficção | Duração: 10 minutosDireção: Neta Lavor “A divertida história de duas garotas que criam um plano mirabolante para encontrar a avó. Em torno de uma pipa, iniciam uma jornada surpreendente.”Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Igualdade de gênero; Redução das desigualdades. Longas-metragens Sinfonia da Metrópole Classificação Indicativa: 12 anos | Ano: 2016Gênero: Ficção | Duração: 94 minutosDireção: Juliana Rojas Um coveiro não muito animado com sua profissão encontra uma funcionária do serviço funerário no cemitério. Trabalhando em um levantamento sobre túmulos abandonados, ela pede ajuda do rapaz e ambos se veem envolvidos em uma paixão que o impede de pedir demissão. Mas estranhos eventos continuam abalando seu psicológico.Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Trabalho decente e crescimento econômico; Equidade de gênero Café com Canela Classificação Indicativa: 14 anos | Ano: 2017Gênero: Ficção | Duração: 103 minutosDireção: Ary Rosa e Glenda NicácioRecôncavo da Bahia. Margarida vive em São Félix, isolada pela dor da perda do filho. Violeta segue a vida em Cachoeira, entre adversidades do dia a dia e traumas do passado. Quando Violeta reencontra Margarida inicia-se um processo de transformação marcado por visitas, faxinas e cafés com canela, capazes de despertar novos amigos e antigos amores.Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Equidade de gênero; Redução das desigualdades. Durval Discos Classificação Indicativa: 12 anos | Ano: 2002Gênero: Ficção | Duração: 96 minutosDireção: Ana MuylaertInspirado nas antigas lojas de vinil do bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, como a Edgar Discos e a Eric Discos, a narrativa tem como pano de fundo uma dessas lojas, no ano de 1995, especializada em MPB. Durval e sua mãe, Carmita, moram isolados há muitos anos nos fundos da Durval Discos. Eles vivem em um mundo anacrônico e entediante. Certo dia, Durval decide contratar os serviços de uma trabalhadora doméstica para ajudar sua mãe. Apesar de baixo, o salário atrai Célia, que acaba levando um pouco de alegria para a casa. No dia seguinte, porém, Célia desaparece e deixa para trás Kiki, uma menina de 5 anos, e um bilhete dizendo que voltará em dois dias. No entanto, uma notícia do telejornal os colocará ao par da triste realidade sobre Kiki e Célia.Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Equidade de gênero; Redução das desigualdades. PedágioClassificação indicativa: 14 anos | Ano: 2023Gênero: Ficção | Duração: 101 minutosDireção: Carolina Marcowicz“Suellen, cobradora de pedágio, percebe que pode usar seu trabalho para fazer uma renda extra ilegalmente. Mas tudo por uma causa nobre: financiar a ida do filho à caríssima cura gay ministrada por um famoso pastor estrangeiro.”Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Igualdade de gênero; Redução das desigualdades. Musical - VisualBLUESMAN Classificação Indicativa: Livre | Ano: 2018 Gênero: Álbum musical-visual | Duração: 8 minutos Co-Roteiro: Paula Santana, Beatriz Durlo Produção Executiva: Ingrid Raszl, Marcella Feo Álbum visual do rapper Baco Exu do Blues, BLUESMAN venceu o prêmio Grand Prix do Cannes Lions na categoria “Entertainment For Music”. O curta trabalha a partir das vivências da população negra e periférica brasileira, realizando esforços para destruir os estigmas que essas populações enfrentam. Por isso essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Erradicação da pobreza; Fome zero e agricultura sustentável; Saúde e Bem-Estar; Educação de qualidade; Redução das desigualdades; Paz, Justiça e Instituições Eficazes. Da Nebulosa ao Brilho Classificação Indicativa: Livre | Ano: 2024 Gênero: Álbum musical-visual | Duração: 18 minutos Direção: Joyce Prado “Obra audiovisual criada a partir de canções do álbum musical de mesmo nome, lançado em 2023 pelo Selo Sesc. Com roteiro de Joyce Prado e Tais Espírito Santo, o filme de 18 minutos de duração apresenta sete canções como trilha sonora para cenas inspiradas na história de vida das integrantes do grupo Pastoras do Rosário, junto a elementos ficcionais e poéticos que fazem referência à religiosidade, à ancestralidade e ao território que circunda a Igreja do Rosário dos Homens Pretos de Penha de França, na Zona Leste de São Paulo.” Por isso essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Fome zero e agricultura sustentável; Saúde e Bem-Estar; Educação de qualidade; Redução das desigualdades; Paz, Justiça e Instituições Eficazes. Bom Mesmo É Estar Debaixo D'Água Classificação Indicativa: Livre | Ano: 2020 Gênero: Álbum musical-visual Duração: 22 minutos | Direção: Joyce prado Luedji Luna, cantora e compositora baiana, entrega álbum visual de álbum indicado ao Grammy Latino 2021 na categoria “Melhor Álbum de Música Popular Brasileira”. “Em todo o disco, a mulher negra é musa, protagonista e autora. Os atravessamentos do amor, desamor, desejo, afeto e desafeto orientam a lírica do álbum, que mira no elemento da água também enquanto símbolo das emoções. Em entrevista ao jornal baiano Correio, concedida em outubro passado, época do lançamento do disco, Luedji comenta a intenção de firmar a temática do amor para mulheres pretas como forma de humanização” Por isso essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar; Educação de qualidade; Igualdade de gênero; Redução das desigualdades; e Paz, Justiça e Instituições Eficazes. Amaríssima Classificação Indicativa: Livre | Ano: 2024 Gênero: Álbum musical-visual | Duração: 18 minutos Co-produção: Samile dos Santos Moura Melly, artista revelação do Prêmio Multishow 2023 estreia o álbum Amaríssima (2024). Natural da Bahia, pessoa LGBTQIAPN+ e negra, entrega projeto contemplado pelo selo Natura Musical e pelo Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda. O álbum vai do “(...) pop ao R&B, passando por ritmos e elementos predominantes na música baiana como o pagode, o samba-reggae e o ijexá.” Um disco sobre amadurecimento, englobando as ansiedades, medos e inseguranças de se relacionar. Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Igualdade de gênero; Redução das desigualdades e Saúde e Bem-Estar. Kwarahy Tazyr Classificação Indicativa: Livre Ano: 2022 Gênero: Álbum musical-visual Duração: 32 minutos | Co-roteiro: Kaê Guajajara “Com a proposta de dar visibilidade à cultura e às demandas de seu povo, a cantora, ativista, compositora, escritora e atriz Kaê Guajajara lançou seu primeiro disco, ‘Kwarahy Tazyr’, em setembro de 2021. Agora, o álbum ganha nova roupagem com formato visual” “Produzido a partir de smartphones e por criadores indígenas do selo AZUHURU, o projeto é o primeiro do tipo a ser estrelado por uma artista indígena na história da música brasileira.” Kâe fala: “Buscamos trazer as imagens à narrativa do disco. Ninguém consegue imaginar como é de fato ser uma indígena favelada. Buscamos trazer as denúncias não só através das letras, mas a partir de imagens, o que também foi um exercício forte para nós” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Erradicação da pobreza; Saúde e Bem-Estar; Educação de qualidade; Igualdade de gênero; Redução das desigualdades; Cidades e comunidades sustentáveis; Ação contra a mudança global do clima; e Paz, Justiça e Instituições Eficazes. Programação reserva de filmes, em caso da necessidade de substituição de filmes:Lagrimar Classificação Indicativa: | Ano: 2024 Gênero: Animação | Duração: 14 minutos Co-direção: Eliete Della Violla “Sozinha e rodeada pela seca, Joana é uma menina que vive em busca de água. Sua jornada deixa de ser solitária e ganha novo significado quando de sua cabeça surge uma minhoca, um ser diminuto mas que, ainda assim, se torna uma grande amiga – amizade que despertará na jovem um olhar otimista sobre as adversidades que a cercam. Essa é, em síntese, a história de Lagrimar, projeto de curta-metragem em animação que pretende abordar a questão da aridez para além do aspecto físico e geográfico.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar e Educação de qualidade. Kwat e Jaí - Os Bebês Heróis do Xingu Classificação Indicativa: | Ano: 2023 Gênero: Animação | Duração: 20 minutos Direção: Clarice Cardell “Kwat e Jaí, os gêmeos Sol e Lua, vivem uma jornada em busca de sua mãe, que foi engolida por uma sucuri. O impulso heroico dos personagens e a presença constante da mãe com suas canções de ninar levam os dois bebês a uma série de aventuras até o aconchego da comunidade. O roteiro é uma livre leitura que passeia pela cosmogonia do povo kamayurá, a partir de estórias relatadas pela Pajé Mapulu.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Educação de qualidade; Redução das desigualdades; e Paz, Justiça e Instituições Eficazes Memórias da infância Classificação Indicativa: Livre | Ano: 2023 Gênero: Animação | Duração: 03 minutos Direção: Alunas e Alunos EMEF Manuel Pereira Ramalho (ES) “Inspiradas pelo poema ‘Infância’, de Carlos Drummond de Andrade, crianças entrelaçam suas memórias mais delicadas, como brincar na várzea com irmãos, cuidar de pintinhos, buscar a vaca no pasto ou tomar banho de rio de água limpa e cheia de peixes.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar Paz Educação de qualidade Pororoca Classificação Indicativa: Livre | Ano: 2024 Gênero: Animação | Duração: 06 minutos Co-direção: Fernanda Roque “Adaptado do texto “A inacreditável história do pescador” de T. Dalpra Jr, Pororoca é fruto do amor entre a Baleia e o Peixe-boi; uma metáfora do agitado e caudaloso encontro da água do mar com a água do rio.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Água potável e saneamento e Vida na água. Coisa de Menina Classificação Indicativa: Livre | Ano: 2024 Gênero: Animação | Duração: 03 minutos Co-direção: Maria Taemilly de Sousa Lemos “Um grupo de garotos não aceita que uma menina jogue bola com eles e é surpreendido por um segredo mágico.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Educação de qualidade; Igualdade de gênero; e Redução das desigualdades. Faísca Classificação Indicativa: Livre | Ano: 2022 Gênero: Animação | Duração: 05 minutos Produtora Executiva: Flávia Rabachim “Um pássaro de uma pintura em um museu ganha vida e parte para uma jornada voando através de outras obras até encontrar uma árvore solitária e transformar a realidade dela.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar o seguinte Objetivo de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar. Meu Nome é Maalum Classificação Indicativa: Livre | Ano: 2021 Gênero: Animação | Duração: 08 minutos Direção: Luísa Copetti “Maalum é uma menina negra brasileira que nasce e cresce em um lar rodeado de amor e de referências afrocentradas. Logo que sai do seio de sua casa, ela se depara com os desafios impostos pelos discursos e pelas práticas de uma sociedade racista. Assim que chega na escola, todos riem dela. Maalum não entende o porquê e, com ajuda da sua família, vai descobrir o significado do seu nome e transformar a tristeza em orgulho por sua ancestralidade.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar; Educação de qualidade; Redução das desigualdades; e Paz, Justiça e Instituições Eficazes. Palmilha Classificação Indicativa: | Ano: 2018 Gênero: Animação | Duração: 10 minutos Co-produção: Ana Amelia Silva “Após descobrir um furo no seu tênis, Gabi desiste de participar de uma partida de futebol. Mas Camile vai fazer de tudo para conseguir uma palmilha para o calçado da amiga.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Erradicação da pobreza; Fome zero e agricultura sustentável; Saúde e Bem-Estar; Trabalho decente e crescimento econômico; Redução das desigualdades; e Paz, Justiça e Instituições Eficazes. O fundo dos nossos corações Classificação Indicativa: Livre | Ano: 2021 Gênero: Ficção | Duração: 20 minutos Direção: Letícia Leão “Durante uma aula de ciências, Joana descobre que os bebês nascem do ventre das mães. Agora ela quer saber como veio ao mundo, afinal, possui duas mães. Ela nasceu de duas barrigas? É possível acontecer isso? Após minuciosa investigação e insistência, Joana finalmente entende sua própria origem.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar; Educação de qualidade; Igualdade de gênero; Redução das desigualdades; e Paz, Justiça e Instituições Eficazes. Ibeji Ibeji Classificação Indicativa: Livre | Ano: 2019 Gênero: Ficção | Duração: 20 minutos Produção Executiva: Roberta Oliveira, Sabrina Garcia “A descoberta da existência da morte provoca os gêmeos Omar e Taú de que a infância não é mais como antes. Uma iminente partida da avó dentro de casa revela aos Ibeji a herança desta consciência como sentido ancestral da vida. Transformando assim a nossa história como afrodescendentes e contribuindo assim para o audiovisual afro-brasileiro como fonte de resistência e permanência das nossas raízes ancestrais africanas, distanciando-nos uma visão eurocêntrica.” Por isso, essa produção ajudaria a alcançar os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar e Paz, Justiça e Instituições Eficazes.
O projeto Cine Estrada contempla medidas de Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo, em conformidade com a legislação vigente e com a Instrução Normativa publicada em 2026, garantindo condições de participação autônoma, segura e plena para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.Acessibilidade FísicaAs exibições, rodas de conversa e oficinas serão realizadas prioritariamente em espaços públicos ou equipamentos culturais que apresentem condições mínimas de acessibilidade, tais como:- circulação em nível ou com rampas de acesso compatíveis com cadeiras de rodas;- banheiros acessíveis, quando existentes no local;- áreas de permanência com espaço reservado para pessoas com mobilidade reduzida;- organização do espaço de exibição que permita fluxo contínuo e seguro do público.Quando o espaço não possuir infraestrutura plenamente adaptada, serão adotadas soluções compensatórias viáveis, como escolha de áreas planas, rotas acessíveis temporárias e apoio da equipe de produção para orientação do público, conforme as características de cada localidade atendida.Acessibilidade de ConteúdoO projeto prevê medidas específicas para ampliar o acesso ao conteúdo cultural exibido, incluindo:- Legendagem descritiva (LSE) nas obras exibidas, sempre que disponível junto aos detentores dos direitos ou viável tecnicamente;- Audiodescrição para pelo menos uma sessão por localidade atendida, priorizando filmes com esse recurso já incorporado;- Mediação acessível nas rodas de conversa, com linguagem clara e descritiva, favorecendo a compreensão do público;- Disponibilização de intérprete de Libras nas rodas de conversa e oficinas formativas, conforme demanda e viabilidade técnica;- Comunicação prévia e clara sobre os recursos de acessibilidade disponíveis em cada local de realização.As medidas adotadas serão compatíveis com a natureza itinerante do projeto, observando os princípios da acessibilidade progressiva, da viabilidade técnica e da ampliação efetiva do acesso cultural, conforme orientações da Instrução Normativa vigente.
O projeto Cine Estrada adota como princípio central a democratização do acesso aos bens culturais, garantindo ampla fruição pública de seus produtos por meio de ações gratuitas, descentralizadas e acessíveis.Distribuição e comercializaçãoTodos os produtos culturais do projeto — exibições de cinema ao ar livre, rodas de conversa mediadas e oficinas formativas — serão oferecidos gratuitamente ao público, não havendo cobrança de ingressos nem qualquer forma de comercialização direta ou indireta das atividades.A distribuição das ações ocorrerá de forma itinerante, em municípios do interior e litoral paulista selecionados com base na ausência de salas de cinema e na carência de equipamentos culturais, priorizando bairros periféricos e espaços públicos de fácil acesso à população local.Medidas de ampliação de acessoAlém da gratuidade, o projeto adota as seguintes estratégias para ampliar o acesso e o alcance social da proposta:- Exibições em espaços abertos e públicos, eliminando barreiras econômicas e simbólicas associadas ao acesso a salas comerciais de cinema;- Rodas de conversa mediadas após as sessões, promovendo o diálogo direto entre público e equipe do projeto, ampliando a compreensão das obras e estimulando a participação ativa;- Oficinas formativas gratuitas, voltadas à iniciação e ao aprofundamento no campo do cinema, com foco em processos criativos, linguagem audiovisual e representatividade;- Ações de comunicação digital, com divulgação prévia das atividades e compartilhamento de registros (fotos, vídeos e conteúdos educativos) nas redes sociais do projeto, ampliando o alcance para além do público presencial;- Sempre que tecnicamente viável, registro audiovisual de debates e atividades formativas, com posterior disponibilização online em plataformas gratuitas, respeitando os direitos de imagem e autorais.Essas medidas asseguram que o Cine Estrada amplie o acesso ao cinema brasileiro feito por mulheres, promova a formação de público e fortaleça a participação cultural em territórios historicamente menos atendidos por políticas culturais continuadas.
Priscila Benetti (Coordenação geral - Gestão do Projeto) – Iniciou sua carreira em 2007 para Globo Internacional realizando o I e II Brazil Film Festival; 5th Annual Brazilfest em Toronto, Canadá. No Brasil, participou de produções como Carnaval de SP no Anhembi, Virada Esportiva, Re-virada regional de Cultura e IX Festival de Peças Curtas de Teatro. Além de ser co-idealizadora do cinema itinerante Vira Cine e do projeto de artes visuais Pigmento Urbano – ambos executados por meio do PROAC SP. Na Berlin Gestão e Produção Cultural, produziu projetos de diferentes segmentos culturais, destacando o projeto de música Canto das Águas: subproduto da novela Velho Chico da TV Globo, Concordâncias do Maestro Ênio Antunes e o longa-metragem Jaula de Ouro – Globo Filmes. Ministrou o curso de Projetos Incentivados no MIS de Campinas, com o apoio da Secretaria do Audiovisual do MinC. Co-idealizadora do Festival CMG Cinema, Música e Gastronomia em cidades do interior e litoral de SP e Memorial da América Latina, além de oficinas audiovisuais no MIS de Santos e Oficina Oswald de Andrade. Em 2017, fundou o espaço cultural LGBTQIAPN+ “Cabaret da Cecília”. Participou da produção executiva do filme Seiva Bruta de Gustavo Milan, pré-indicado na categoria de melhor curta-metragem do Oscar 2022. Trabalhou como supervisora de eventos de Responsabilidade Social do Grupo SER na Universidade Guarulhos e analista de comunicação no Instituto Ânima. Realizou por meio da Rouanet, o festival artes cênicas Sustexpo e o espetáculo circense Flux. Atualmente, integra a equipe de Desenvolvimento Institucional do Museu da Imigração e do Museu do Café. Pós-graduada em MBA de Gestão de Projetos na USP/ESALQ, formada em Produção Audiovisual pela FIAM-FAAM. Isadora Rodegheri Trevisan (Projeto técnico: planta, mapa e layout do espaço) Registro CAU A296820-7 - Formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela USP, é pós-graduanda em Museologia, Expografia e Cenografia pela PUC Minas. Possui experiência em projetos arquitetônicos e culturais, tendo estagiado no Serviço Técnico-Científico de Educação, Museografia e Ação Cultural do Museu do Ipiranga, de 2021 a 2023. Atualmente, integra o setor de Comunicação Museológica do Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração, atuando no desenvolvimento de projetos expográficos e em todo o processo de produção de exposições para o Museu da Imigração e o Museu do Café, da concepção à desmontagem. Entre algumas das exposições realizadas estão a "Passione italiana: l'arte dell'espresso", "Pertencimentos Transnacionais: danças e ritmos do oeste da África" e o projeto Vitrine do Acervo. Além disso, desenvolve os projetos e a produção de exposições itinerantes de ambos os museus, como a "Imigrantes do Café", "Brasileiros na Hospedaria" e "O Feminino no Café: 1870 a 1930", realizando a análise técnica e criação de layouts para adequar a exposição a cada novo espaço. Marci Jean Pereira Santana (Curadoria, Pesquisa e Cientista Social) - Formada em Ciências Sociais na UNIFESP, participou do movimento social Mandela Free realizando ações sociais e culturais; atuou como aluna extensionista no Projeto Cabaça, investigando a intersecção entre conhecimentos universitários e os conhecimentos afro-diasporicos e no Projeto UAES-Incuba, fornecendo apoio técnico para formação de grupos de economia solidária, ambos no Instituto das Cidades - UNIFESP. Realizou também estágio não-obrigatório no CCSP e no Museu da Imigração. Atualmente é pesquisadora no Museu da Imigração trabalhando com acervo, pesquisa e documentação relativa aos processos migratórios. Destaca-se a participação na pesquisa para a exposição "Mova-se: clima e deslocamentos", além da concepção e gestão do projeto de história oral "Diásporas brasileiras". Nathalia Kitajima (Comunicação e Divulgação) - analista de comunicação com experiência na divulgação de projetos culturais e na gestão de conteúdos para instituições culturais, como o Museu do Café, o Museu da Imigração e o CCBB São Paulo. Participou da comunicação de importantes exposições e mostras, como 50 Anos do Movimento Armorial, Playmode, Marc Chagall: Sonho de Amor e Studio Drift, assim como da divulgação de peças teatrais e programações de cinema, incluindo O Cinema de Tim Burton, El Camino – Cinema de Viagem da América do Sul, Frank Capra e Retrospectiva Geraldo Sarno. No Museu da Imigração, foi responsável pela comunicação de eventos e exposições como a 12ª Mostra de Cinema Coreano no Brasil, a exposição inédita Onde o arco-íris se esconde, do artista angolano Paulo Chavonga e a 28ª Festa do Imigrante. Neta Lavor (Produção técnica e produção audiovisual) - Formada em Cinema na Escola Livre de Cinema e Vídeo. Iniciou na área cultural em 2013 quando criou e produziu o “Sarau literalmente favela” que acontece até hoje em Santo André. Entrou para o coletivo CINEMA DO POVO e realizou, como assistente de produção, o vídeo Clipe “Para onde vamos”, assistência de fotografia e de produção no vídeo Clipe “Revolução”. Foi assistente de elétrica para o curta “Fortuna”. Realizou a mesma função para a GLOBO FILMES na série “Carcereiro II”. Fez a função de GAFFER no filme NAMIDAH e no curta “Conta Gosta”, ambos no COLETIVO ORIENTE. Foi videomaker na gravação do evento mulheres empreendedora e tecnologia, direção de fotografia de Lúcio Kodato. Posteriormente, assistente de elétrica no longa Cidade Campo, fez direção geral e fotografia do doc "na frequência do funk". Também é idealizadora do doc "No Pedal com Elas" PRONAC 194204 e curta "A garota e a pipa". Bruna Rodrigues Medina (Curadoria e Produção Executiva) - Graduada em Produção Audiovisual pela FIAM-FAAM. Cursou atuação no Teatro Escola Macunaíma. Na oficina de cinema “É Nóis Na Fita” desenvolveu, como diretora de arte e produtora, o curta “Prestes”, selecionado para a 8º Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental e para o 30º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. Atuou como produtora no curta “Transição Sanguinária”. Realizou como assistente de direção e direção de elenco dois curtas universitários, “Eugênia” selecionado para o programa “Campus em ação” da TV Cultura, na mostra “Panorama Nacional” da 21º edição do “Festival Brasileiro de Cinema Universitário” e para a 4º “Mostra Itinerante Livre de Cinema”. Integrou a equipe do filme “Última vez em Cartaz” como diretora de produção. Dentre as experiências profissionais destacam-se a produção do 30° Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo e a produção de casting da 10ª edição do reality show “A Fazenda” da TV Record. Realizou também a direção de arte e produção de objetos na peça “(A) Tríptika Noite” em exibição única no teatro UMC. Exerceu a instrução pedagógica e produção da Oficina de Mídias Sociais realizada pela Associação Cultural Kinoforum. Desde então, é produtora do Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, o Curta Kinoforum.Elaine Aparecida de Oliveira (Produção e Assessoria de Imprensa) - jornalista de formação, com MBA em Marketing, tendo experiência com Comunicação Institucional no segundo e no terceiro setor. Já atuou na produção executiva de Projetos Proac e Rouanet, com destaque ao Cinema Itinerante Vira Cine no município de Sumaré e Festival CMG - Cinema, Música e Gastronomia realizado no Memorial da América Latina, MIS Campinas, MIS Santos, Oficina Cultural Oswald de Andrade e Parque Taquaral em Campinas. Atuou em processos de produção de eventos, planejamento e execução de cronograma, contratação de equipe e prestadores de serviço, divulgação e elaboração de relatório final. Atualmente é Coordenadora de Comunicação no Instituto Anelo, onde também atua nas áreas de coordenação de projetos e é responsável pela Produção Executiva de lançamentos musicais na entidade, já tendo atuado em produções com músicos de alcance nacional e internacional, como Sergio Britto (dos Titâs), Jair Oliveira e a jazzista italian Susanna Stivali.
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