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A Escola de São João busca valorizar e fortalecer a cultura popular nordestina, envolvendo adolescentes, jovens e mulheres negras, periféricas em processos formativos e de criação artística, beneficiando 2.305 pessoas em três eixos de atuação: a) formação gratuita para 105 participantes entre 15 e 60 anos, prioritariamente pessoas negras em situação de vulnerabilidade social oriundas das periferias de Campina Grande-PB, com oferta de cursos de música (sanfona, fole de oito baixos, percussão — triângulo, zabumba e pandeiro), dança regional e literatura de cordel, com foco nas tradições juninas; b) apresentações públicas durante o Maior São João do Mundo e outros eventos culturais, alcançando cerca de 2.000 pessoas; e c) realização de uma Feira de Literatura de Cordel para 200 participantes. A Escola de São João promove cidadania, inclusão sociocultural e o fortalecimento das tradições nordestinas.
A Escola de São João é uma proposta formativa e cultural que integra múltiplos produtos artísticos e pedagógicos voltados ao fortalecimento da tradição junina e da cultura popular nordestina. O projeto contempla as seguintes ações:A) Cursos de Música (Sanfona, Fole de 8 Baixos e Percussão): Formação prática e teórica para 50 beneficiários, abordando iniciação musical, ritmos nordestinos e ensaios coletivos, culminando em apresentações públicas.B) Curso de Dança Regional Nordestina: Atende 40 beneficiários, com aulas de forró, xote, xaxado, baião e quadrilha, valorizando a expressão corporal e as coreografias tradicionais, finalizando com espetáculos de dança junina.C) Oficina de Literatura de Cordel: Com 20 beneficiários, promove a leitura, produção e declamação de folhetos de cordel, integrando oralidade, escrita criativa e apresentações em feiras e praças.D) Conteúdo Transversal – História e Tradições Juninas: Ação formativa de 20 horas extras distribuidas na grade curricular dos demais cursos, abordando a origem, religiosidade, folclore e identidade popular das festas juninas, com rodas de conversa e exposições culturais.05 - Apresentações Públicas e Mostras Culturais: Eventos gratuitos em Campina Grande e comunidades locais, integrando música, dança e cordel, além de participação na programação oficial do Maior São João do Mundo.Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos.A sinopse integra, de forma breve e objetiva, todos os produtos do projeto, assegurando que a Escola de São João seja compreendida como uma obra cultural viva, participativa e comunitária, com impacto direto na preservação e difusão da cultura nordestina.
Objetivo GeralContribuir para a inclusão produtiva e cultural de adolescentes, jovens e mulheres negras, com idades entre 15 e 60 anos, no campo da cultura, das artes e da economia criativa, com foco na valorização da cultura popular e dos festejos juninos, promovendo o fortalecimento da identidade cultural, o exercício da cidadania e a inclusão social de 105 pessoas, prioritariamente negras e em situação de vulnerabilidade social, residentes nas periferias de Campina Grande-PB, por meio de cursos e oficinas de música, poesia e dança regional, e envolvendo um público estimado de 2.200 pessoas em cinco apresentações culturais públicas e uma mostra de literatura de cordel. Objetivo especifico- Oferecer formação cultural gratuita para 105 adolescentes, jovens e mulheres em situação de risco e vulnerabilidade social, com idades entre 15 e 60 anos, residentes nas periferias de Campina Grande-PB;- Realizar quatro cursos voltados à cultura junina do Nordeste brasileiro, contemplando sanfona, fole de oito baixos, percussão (triângulo, zabumba e pandeiro) e literatura de cordel;- Oferecer aulas de dança regional nordestina, abrangendo ritmos como forró, baião, xote e xaxado para 20 participantes e oficinas de quadrilha junina para outras 20 pessoas;- Promover, ao longo do projeto, uma Mostra de Literatura de Cordel para 200 pessoas e cinco apresentações culturais públicas com a participação dos beneficiários, integrando a programação do São João de Campina Grande e outros eventos locais, alcançando público estimado de 400 pessoas por apresentação;
Campina Grande, segundo maior município da Paraíba, com uma população estimada em mais de 400 mil habitantes, está localizada no agreste paraibano, na região da Serra da Borborema, em pleno semiárido nordestino. Reconhecida nacionalmente pela realização do evento "O Maior São João do Mundo", a cidade atrai anualmente cerca de 2,5 milhões de visitantes, movimentando fortemente a economia local em diversos setores como turismo, comércio, gastronomia e cultura.Apesar dessa visibilidade, Campina Grande vem enfrentando, nos últimos anos, um preocupante processo de esvaziamento das expressões culturais populares e comunitárias que tradicionalmente alimentavam o sentimento de pertencimento à festa junina. Quadrilhas de bairro, trios de forró com fole de oito baixos, emboladores de coco, cordelistas, marcadores de quadrilha e outros mestres da cultura popular vêm desaparecendo, muitas vezes sem o devido reconhecimento público ou apoio institucional. Grande parte desses artistas está envelhecendo, e em diversas comunidades já não se encontram pessoas que deem continuidade a essas tradições. Ao mesmo tempo, muitos jovens das periferias, embora vivam no berço dessa riqueza cultural, não têm acesso ao Parque do Povo — principal espaço do Maior São João do Mundo — nem à vivência direta com essas manifestações, o que contribui para o distanciamento das raízes nordestinas e a perda do sentimento de pertencimento à festa que é símbolo do município.Nesse cenário, o projeto "Escola de São João" surge como uma ação estratégica e estruturante, voltada a envolver as juventudes em processos formativos que valorizem a cultura popular nordestina. A iniciativa prevê a oferta de cursos gratuitos para 90 jovens, com formação em sanfona, fole de oito baixos, triângulo, zabumba e pandeiro, além de aulas de dança regional, com foco nos festejos juninos.Reconhecendo o papel central crianças, adolescentes jovens e mulheres negras na cultura popular, o projeto busca estimular e velorizar novos fazedores/as de cultura, fortalecendo o elo entre tradição e inovação, entre as raízes do povo e os novos caminhos possíveis para o São João. Envolver as juventudes no fazer do Maior São João do Mundo significa resgatar o protagonismo das comunidades que historicamente construíram essa festa, permitindo que esses jovens não apenas assistam, mas participem ativamente da criação, produção e vivência da maior celebração cultural da cidade.Diante da ausência de políticas públicas efetivas voltadas à cultura tradicional local, torna-se necessária a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), como forma de viabilizar financeiramente a execução do projeto. A proposta se enquadra no Art. 1º da referida lei, especialmente nos incisos:I _ ao promover a formação cultural de jovens das periferias;II _ ao estimular a produção cultural local e regional;V _ ao proteger expressões do patrimônio cultural imaterial nordestino.Além disso, o projeto responde diretamente aos objetivos do Art. 3º da mesma lei, como:- Facilitar o acesso da população aos bens culturais e à formação artística e cultural (inciso I);- Promover a regionalização da produção cultural com valorização dos conteúdos locais;- Apoiar e difundir as manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;e proteger expressões culturais que constituem a identidade nacional, em especial as das juventudes negras e periféricas.A Escola de São João não busca retornar ao passado, mas sim fortalecer e reconfigurar um projeto de futuro enraizado nas tradições do povo nordestino. A proposta reafirma a importância da cultura popular como base para o desenvolvimento cultural, social e econômico de Campina Grande.O uso da Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, mais do que uma estratégia de financiamento — é uma escolha política e pedagógica, voltada à democratização do acesso à cultura, à valorização da diversidade e à preservação das raízes que formam a identidade da cidade. Valorizar as juventudes é garantir que o legado do São João permaneça vivo como um projeto de pertencimento, memória e continuidade para as futuras gerações.
Informações ComplementaresA Escola de São João representa um marco na formação cultural de Campina Grande, articulando arte, educação e cidadania sob uma perspectiva de valorização das tradições populares nordestinas. Além de sua dimensão pedagógica e artística, o projeto se destaca pelo impacto social e comunitário que promove.Inclusão e Acessibilidade: Todas as atividades são gratuitas e acessíveis a pessoas de diferentes faixas etárias e condições socioeconômicas. A metodologia de ensino contempla adaptações e dinâmicas inclusivas, de modo que cada participante, independentemente de sua experiência prévia, possa se engajar no processo formativo e artístico.Valorização dos Mestres Populares: A Escola contará com a participação de artistas e mestres da cultura popular nordestina — sanfoneiros, cordelistas, dançarinos e brincantes — que atuarão como educadores e mediadores culturais, garantindo a transmissão oral e prática dos saberes tradicionais.Integração Comunitária e Territorial: As ações da Escola de São João se estendem para além do espaço formativo, promovendo apresentações e atividades em praças, escolas e centros comunitários. Essa estratégia assegura o diálogo direto com o público e o fortalecimento dos vínculos entre cultura e território.Sustentabilidade Cultural: O projeto está estruturado para ter continuidade e replicabilidade em outros contextos, estimulando a formação de núcleos culturais e artísticos autônomos nas comunidades participantes. A metodologia utilizada poderá ser reaplicada em parcerias com escolas públicas e coletivos culturais locais.Registro e Difusão: As atividades formativas e apresentações serão documentadas em formato audiovisual e fotográfico, com o objetivo de criar um acervo digital sobre a cultura junina e as experiências educativas desenvolvidas pela Escola. Esse material servirá para difusão nas redes sociais e para futuras ações de memória cultural.Parcerias Institucionais: A execução conta com o apoio da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), por meio do Centro Artístico Cultural, além de parcerias com grupos juninos locais, associações culturais e instituições públicas. Essa rede de cooperação garante a qualidade técnica, o alcance social e a sustentabilidade da proposta.Essas informações complementares reforçam o caráter educativo, inclusivo e comunitário da Escola de São João, evidenciando seu compromisso com a democratização da cultura e o fortalecimento da identidade nordestina.
Detalhamento Técnico dos Produtos – Escola de São JoãoOs produtos culturais e formativos da Escola de São João estão estruturados em cursos e apresentações públicas, com metodologia baseada na educação popular e foco na valorização da cultura nordestina. A seguir, apresenta-se o detalhamento técnico de cada produto com duração, material e projeto pedagógico.(A) Curso de SanfonaPaginação: 30 páginas de material didático e caderno de exercícios com partituras, letras e repertórios juninos.Duração: 10 meses, com aulas semanais de 2h, totalizando 100h.Material: sanfonas, estantes de partitura, som e material impresso.Projeto Pedagógico: aprendizado teórico e prático com foco na escuta, improvisação e prática coletiva. O curso aborda iniciação ao instrumento, técnicas básicas, acordes, ritmos regionais e prática de conjunto, culminando em apresentações públicas.(B) Curso de Fole de 8 BaixosPáginação: 30 páginas de material técnico e didático com exercícios de prática e repertório tradicional nordestino.Duração: 10 meses, com aulas semanais de 2h, totalizando 100h.Material: fole de 8 baixos, estantes de partitura, som e material impresso.Projeto Pedagógico: ensino voltado à compreensão do instrumento e seu papel na música nordestina. O aprendizado inclui técnicas de execução, coordenação motora, leitura de cifras e prática de repertório junino. A metodologia é participativa e valoriza o ensino coletivo.(C) Curso de Percussão (Zabumba, Triângulo e Pandeiro)Páginação: 30 páginas de material com exercícios rítmicos e partituras simplificadas.Duração: 10 meses, com aulas semanais de 2h, totalizando 100h.Material: instrumentos de percussão (zabumba, triângulo e pandeiro), baquetas, som e material impresso.Projeto Pedagógico: ensino voltado à iniciação musical, ritmo e percussão regional. O curso enfatiza a prática coletiva, o reconhecimento dos ritmos nordestinos e a integração com os cursos de sanfona e fole, formando grupos musicais para apresentações públicas.(D) Curso de Dança Regional Nordestina (Forró, Xote, Xaxado, Baião e Quadrilha)Páginação: 30 páginas de material técnico-pedagógico com registros coreográficos e roteiros de ensaio.Duração: 10 meses, com aulas semanais de 2h, totalizando 200h (100h quadrilha e 100h forró/xote/xaxado).Material: figurinos juninos, roupas de ensaio, equipamentos de som e espelhos de sala.Projeto Pedagógico: metodologia participativa que une técnica e expressão cultural. Valoriza o corpo como instrumento de comunicação e resgate das tradições, estimulando o senso de pertencimento e a socialização artística.(E) Curso/oficina de Literatura de CordelPáginação: 30 páginas com textos clássicos, roteiros de leitura e exercícios de escrita criativa.Duração: 10 meses, com encontros semanais de 2h, totalizando 100h.Material: cadernos, papel A4, impressora, barbante e capas ilustradas.Projeto Pedagógico: abordagem voltada ao resgate da tradição oral, com ênfase na leitura, escrita autoral e declamação de cordéis. Estimula a criatividade e o protagonismo cultural dos participantes.(F) Conteúdo Transversal – História e Tradições JuninasPáginação: 30 páginas de conteúdo histórico e cultural sobre as festas juninas, incluindo imagens e atividades reflexivas.Duração: 5 meses, com encontros quinzenais de 2h, totalizando 20h.Material: material impresso, projetor multimídia e acervo fotográfico.Projeto Pedagógico: metodologia reflexiva e interativa que integra história, religiosidade e cultura popular, promovendo o reconhecimento das festas juninas como patrimônio cultural.(G) Apresentações Públicas e Mostras CulturaisPáginação: programação resumida de 5 apresentações públicas, com sinopse dos espetáculos e roteiro de execução.Duração: 2 meses de preparação e realização.Material: palco, som, iluminação, figurinos e instrumentos musicais.Projeto Pedagógico: atividade de culminância das formações. As apresentações integram música, dança e cordel, promovendo o protagonismo dos participantes e o fortalecimento das tradições juninas.
O projeto garantirá acessibilidade física/arquitetônica aos espaços onde serão realizadas as atividades, assegurando a inclusão de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A Escola de São João está situada em um local com infraestrutura adequada a circulação de PCDs e conta com: elevador, rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização adequada, proporcionando segurança e autonomia a todos os participantes.No que diz respeito à acessibilidade comunicacional e de conteúdo o projeto adotará estratégias desde sua divulgação para garantir que pessoas com deficiência auditiva, visual ou intelectual compreendam plenamente as atividades e formações oferecidas.Assim, estão previstos:I) atendimento especializado em Libras no processo de divulgação/cadastramento dos beneficiários, e se necessário durante as aulas (constatada a presença de PDC) e apresentações, produção de materiais audiovisuais com legendas;II) Visita guiada ao espaço de formação e apresentações, bem como audiodescrição dos ambientes;III) Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído e monitoria especializada, sendo constatada o cadastro de beneficiário neuro divergente.
A Escola de São João tem como princípio o acesso livre e democrático à cultura popular nordestina a partir dos festejos juninos. Todos os cursos, oficinas e apresentações serão oferecidos de forma totalmente gratuita, com prioridade para adolescentes, jovens e mulheres em situação de vulnerabilidade social das periferias de Campina Grande. Os produtos resultantes do projeto — como apresentações musicais e de dança - serão disponibilizados em eventos públicos e comunitários, com destaque para as exibições durante o período junino. Como forma de ampliar o alcance, serão realizados ensaios abertos, oficinas paralelas e transmissões ao vivo pela internet, permitindo a participação de pessoas de diferentes regiões. Além disso, os conteúdos formativos serão registrados e organizados em materiais audiovisuais, como vídeos e publicações, disponibilizados da rede mundial de computadores, contribuindo para a difusão do conhecimento e o fortalecimento das tradições populares entre as juventudes.Sinteticamente, tem-se: - A divulgação do projeto será realizada por meio de redes sociais, rádios comunitárias, cartazes em espaços públicos, escolas, associações de bairro, igrejas e instituições parceiras, com foco especial nas comunidades periféricas de Campina Grande. A comunicação será acessível e utilizará também ferramentas como WhatsApp e postagens em redes sociais, garantindo ampla visibilidade entre as juventudes.- As inscrições serão totalmente gratuitas e ocorrerão de forma híbrida: presencialmente, em pontos de apoio comunitário, e online, através de formulário eletrônico simples e acessível. Haverá suporte para jovens que tenham dificuldade de acesso à internet ou preenchimento dos formulários.- A seleção dos participantes considerará critérios de inclusão social de jovens entre 18 e 29 anos, moradores das periferias urbanas e da zona rural de Campina Grande, em situação de vulnerabilidade. Também será garantida a paridade de gênero e a valorização da diversidade étnico racial. Caso o número de inscritos ultrapasse as vagas disponíveis, será realizada uma análise de perfil e, se necessário, sorteio entre os elegíveis.- As apresentações serão públicas e gratuitas;- Serão disponibilizados na internet, registros audiovisuais com atividades de ensino;
- Alberto Alves FernandesFunção: Coordenação do projeto. Responsável por estruturar, monitorar e avaliar as ações (administrativas, pedagógicas e de comunicação) do projeto, garantindo o bom desempenho das funções da equipe e a entrega dos objetivos e metas do plano de trabalho, além de analisar e produzir relatórios descritivos e financeiros.Resumo: Produtor Cultural, atua no estado da Paraíba desde 2012, passando por experiências nacionais de Produção. Ativista na realização, produção e apoio a eventos culturais na cidade de Campina Grande e no estado da Paraíba. Fundador, produtor e executor do projeto FUA (Festival Universitário de Artes) que em duas edições onde levou para o ambiente universitário da UEPB: CINEMA, ARTES CENICAS, MÚSICA, ARTES VISUAIS, DANÇA durante 3 dias em cada edição, contando com a participação de cerca de 10 mil pessoas itinerantes no festival. Fundador, produtor e executor do projeto "Encontro de Sanfoneiros e tocadores de Fole de 8 Baixos", ao qual percorreu, em 3 edições, mais de 20 municípios da paraíba difundindo e divulgando a história da Sanfona, dos sanfoneiros e dos tocadores de Fole de 8 Baixos no estado da Paraíba. Fundador, produtor e executor do BLOCO DA CINQUENTINHA, fundado em 2016, completa seus 10 anos de existência no ano de 2025, levando a tradição e alegria dos antigos carnavais nas ruas de Campina Grande.Alberto Alves vem atuando em diversas frentes de produção Cultural, participando como Monitor da BIENAL DE CULTURA E ARTES DA UNE, II Encontro Nacional de Gestores Culturais, Conferências municipal e estadual de Cultura.- Magda Aparecida da Silva MouraFunção: Assistente Pedagógico. Responsável pela coordenação e orientação dos processos de ensino e aprendizagem, da formação e orientação dos educadores e equipes de trabalho, tendo em vista as especificardes e necessidades dos beneficiários e tendo em vista os conteúdos e contextos de trabalho. Responsável também por oferecer suporte para o desenvolvimento de práticas pedagógicas, auxiliar na montagem de calendário de atividades, estabelecer comunicação com pais, coordenação do projeto, coordenação da associação e outros. Resumo: Possui formação pela Escola Normal, com mais de vinte anos de experiência na área da educação, como diretora, coordenadora pedagógica e como professora em escolas particulares, do município e estado, bem como em projetos e instituições da sociedade civil. É graduanda em pedagogia, e atua na Coordenação da Casa de Cultura e Cidadania Menina Feliz. - Fredi GuimarãesFunção: Assistente Administrativo. Responsável pelo processo de cadastramento dos beneficiários, guarda de documentos, aquisições para o projeto, juntada de documentos como notas e recibos, avaliação de produtos, sistematização de evidências e outros.Resumo: Professor de música desde 2006 em Campina Grande, já trabalhou como Educador no Museu de Artes Assis Chateaubriand, no SESC Campina Grande, na Prefeitura Municipal, na Fundação Artístico Cultural Manoel Bandeira (FACMA), bem como na Pró-reitora de Cultura da Universidade Estadual da Paraíba, no CEntro Cultural Lourdes Ramalho, na Fundação Estadual da Criança e do Adolescente (FUNDAC), na salvaguarda da Embolada de Coco pelo IPHAN, com oficinas de transmissão de conteúdos e práticas dos ofícios e modos de fazer" e também na mesma função pela Prefeitura Municipal de Campina Grande. Além disso, esteve na composição de grupos locais, na organização de Festivais e Eventos em todo o Estado da Paraíba. - Robertson de Arruda SilvaFunção: Músico e Educador popular. Responsável por planejar e ministrar as aulas, garantindo um bom desenvolvimento dos beneficiários do projeto, organizando e promovendo os ensaios e apresentações públicas, além de intercambiar com artistas e mestres e mestras locais para garantir a circulação de saberes e a ampliação dos conhecimentos.Resumo: Trabalha com Educação Musical desde 2010. Já atuou com varias oficinas como Oficina de Bateria no Teatro Municipal de Campina Grande. Já lecionou em várias edições do Programa Mais Educação em todo o Brasil, e ensinava violão e percussão popular durante a década de 2010. Também já lecionou na FURNE quando a entidade promovia cursos de artes no programa de extensão da UFCG e atualmente também atua no PRIMA-Programa de Inclusão Através da Música e das Artes do Governo do Estado da Paraíba. É formado no curso de Licenciatura Plena em Geografia e tem se formando no curso de Licenciatura Plena em Música pela Universidade Federal de Campina Grande.- Ronildo Cabral Função: Educador de Dança. Responsável por planejar e ministrar as aulas, garantindo um bom desenvolvimento dos beneficiários do projeto, organizando e promovendo os ensaios e apresentações públicas, além de intercambiar saberes com grupos locais de dança. Resumo: É Advogado e Professor Licenciado em Letras (UFCG); Pós-graduado em Direito Civil e em Educação na Modalidade EJA (UFPB); Atualmente está realizando Especialização em Gestão e Produção Cultural pela UEPB. Possui Formação técnica em Gestão Cultural. É Diretor, Produtor, Coreógrafo e dançarino da Companhia Raízes; Idealizador e coordenador do Ponto de Cultura Raízes do Amanhã, Diretor e Produtor do Bloco Carnavalesco Rubacão da Socorro. Foi agraciado, por mérito, com o Prêmio Mestre das Artes em 2020 e 2021 pelo Edital Aldir Blanc do Estado da Paraíba. Foi membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Campina Grande 2014 e 2021; do Conselho Estadual de Políticas Culturais 2016 e do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) – 2015/2017; Atualmente é membro da Comissão de Arte e Cultura da OAB Subseção de Campina Grande/PB e Presidente da AGRUP – Associação dos Grupos de Danças Populares de Campina Grande/PB.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.