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PRONAC 261686Autorizada a captação total dos recursosMecenato

PROJETO DE RESTAURO ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CHAPÉU D`UVAS

AKAIAKA CULTURA E NATUREZA LTDA
Solicitado
R$ 337,3 mil
Aprovado
R$ 337,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Projetos executivos para bens imóveis tombados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
26

Localização e período

UF principal
MG
Município
Juiz de Fora
Início
2027-01-04
Término
2027-10-31
Locais de realização (1)
Juiz de Fora Minas Gerais

Resumo

O projeto propõe a realização do levantamento cadastral, diagnóstico do estado de conservação e elaboração dos projetos executivos de restauro da Estação Ferroviária de Chapéu d’Uvas, em Juiz de Fora (MG), tombada como patrimônio municipal. Além da preparação técnica para sua futura restauração, serão desenvolvidas ações de educação patrimonial voltadas às comunidades de Chapéu d’Uvas e Paula Lima. As atividades incluirão levantamento de dados sobre a história da formação social local, considerando que a região integra trecho importante do Caminho Novo (Estrada Real) e teve papel relevante na origem de Juiz de Fora. Também será formado um grupo de trabalho com moradores da região para reunir acervos iconográficos, arquivos históricos e depoimentos em vídeo sobre a memória ferroviária e a história local. O material coletado servirá de base para uma futura exposição permanente a ser instalada no Espaço Cultural da estação.

Sinopse

xxxxxxxxx não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a preservação e valorização do patrimônio cultural ferroviário de Juiz de Fora por meio do levantamento, diagnóstico e elaboração dos projetos executivos de restauro da Estação Ferroviária de Chapéu d’Uvas, viabilizando sua futura recuperação física e ressignificação como espaço de memória e identidade local, além de espaço de apoio social e cultural.Objetivos Específicos1- PesquisaMontar um grupo de trabalho com moradores locais que farão a localização e cadastro de material de acervo iconográfico e histórico sobre essa região importante do trecho Caminho Novo em Minas Gerais. O grupo gravará 10 entrevistas com antigos moradores sobre a história da fundações dos povoados e do impacto da Estação Ferroviária na vida das comunidades.2 - Elaboração de Projeto Executivo para Bens Imóveis ou Móveis e Integrado- Realizar levantamento cadastral completo da estação, incluindo mapeamento de danos, levantamento arquitetônico, planialtimétrico, fotográfico e tipológico- Elaborar diagnóstico do estado de conservação, com identificação de patologias, análise estrutural e caracterização dos materiais construtivos.- Produzir projetos executivos de restauro e complementares (arquitetura, estrutura, elétrica, hidrossanitária, acessibilidade, paisagismo, equipamentos audiovisuais para utilização do espaço).- Desenvolver memorial descritivo técnico detalhando as propostas de intervenção e o futuro uso do espaço.

Justificativa

A Estação Ferroviária de Chapéu d’Uvas, localizada no bairro homônimo de Juiz de Fora/MG, integra o antigo traçado da Linha do Centro da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB) e remonta ao século XIX (registros apontam sua inauguração em 1877), sendo a última parada do município em direção a Belo Horizonte. Trata-se de um marco do ciclo ferroviário regional e do processo de urbanização e integração econômica da Zona da Mata mineira. O bem é tombado no âmbito municipal, circunstância que reforça seu valor histórico-arquitetônico e a necessidade de conservação segundo diretrizes de preservação do patrimônio.A proteção legal, contudo, não tem impedido a degradação material do conjunto — inclusive com a tentativa de retirada, em 2025, da caixa d’água centenária que abastecia locomotivas, fato que expôs a vulnerabilidade do sítio ferroviário e acendeu o alerta para a necessidade de intervenções técnicas urgentes e qualificadas.Nesse contexto, o projeto propõe a realização de levantamento cadastral completo, diagnóstico de patologias e elaboração dos projetos executivos de restauro (arquitetura e complementares), além de ações de educação patrimonial, por meio do levantamento da história regional, como estratégia de fortalecimento do pertencimento e de salvaguarda da memória ferroviária e da formação social ao longo do Caminho Novo (Estrada Real).A adoção do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é imprescindível, pois se trata de uma etapa tecnicamente complexa e de custo elevado, que demanda equipes multidisciplinares, ensaios e documentação conforme a IN nº 29/2026 e a orientação oficial deste Ministério.Portanto, a proposta está alinhada aos objetivos estabelecidos no artigo 1º da Lei nº 8.313, quais sejam: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.O projeto ainda se enquadra nos objetivos do art. 3º da mesma Lei: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos.

Especificação técnica

PROJETO EXECUTIVO DE RESTAUROO projeto prevê a contratação de escritório especializado em arquitetura e de profissionais de áreas correlatas necessários à elaboração do projeto executivo de restauro da Estação Ferroviária de Chapéu d’Uvas. A equipe técnica será responsável pelo desenvolvimento completo dos projetos de arquitetura e complementares, contemplando levantamento detalhado, diagnóstico técnico e definição das soluções de restauro adequadas ao bem tombado.Os profissionais contratados deverão entregar o produto final em formato físico e digital, em três vias, conforme os padrões técnicos aplicáveis a projetos de arquitetura e construção. O material deverá incluir pranchas técnicas completas, memoriais descritivos e detalhamento das soluções propostas, bem como a especificação dos materiais a serem utilizados e a estimativa orçamentária global necessária para a execução da obra de restauro. Essa documentação será fundamental para orientar futuras intervenções e garantir que o processo de recuperação do bem histórico ocorra de acordo com as normas de preservação patrimonial. PESQUISAO projeto também prevê ações de contratação e posterior formação dos indivíduos responsáveis pela realização da pesquisa histórica e documental sobre a estação ferroviária e seu entorno social. Inicialmente, será realizado um workshop de orientação metodológica, no qual serão apresentadas as diretrizes do trabalho de campo, os objetivos da pesquisa e os procedimentos para a coleta e organização das informações.Serão elaborados materiais de apoio, como planilhas de registro, crachás de identificação dos pesquisadores e impressos explicativos destinados aos moradores da região, detalhando os objetivos da ação e esclarecendo a abordagem junto à comunidade local.Na primeira etapa da pesquisa será realizada a catalogação, identificação e localização de materiais históricos de natureza iconográfica, documental e arquivística relacionados à estação ferroviária e à formação da comunidade. A partir desse levantamento inicial, serão definidos os personagens e moradores que contribuirão com depoimentos orais, ampliando e contextualizando as informações levantadas nos acervos documentais.Está prevista a realização de 10 entrevistas, com duração de até três horas cada, destinadas à coleta de memórias e reflexões de moradores mais antigos da comunidade, buscando registrar experiências, narrativas e lembranças associadas à história da estação, à vida ferroviária e à formação social da região. INTEGRAÇÃO ENTRE PESQUISA E PROJETO DE RESTAUROOs dois eixos do projeto — elaboração do projeto executivo de restauro e pesquisa histórica — mantêm uma relação intrínseca e complementar. A pesquisa contribuirá diretamente para a elaboração dos projetos técnicos, oferecendo subsídios históricos, iconográficos e documentais que poderão orientar decisões de restauro e auxiliar na identificação de características originais do bem.Da mesma forma, o processo de recuperação do patrimônio tombado suscita novas questões e pistas de investigação, indicando caminhos para a busca de vestígios materiais, registros históricos e memórias da comunidade. Assim, a articulação entre conhecimento técnico e memória social permitirá construir uma base sólida para a preservação e valorização da Estação Ferroviária de Chapéu d’Uvas, fortalecendo tanto a dimensão material quanto simbólica desse patrimônio histórico.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto prevê a instalação de uma rampa de acesso destinada a pessoas com mobilidade reduzida, garantindo condições de acessibilidade ao bem histórico, além da implantação de banheiros adaptados e guias táteis.ACESSIBILIDADE NO CONTEÚDOPara Deficientes Visuais: O projeto prevê a elaboração de uma versão final de pranchas de trabalho em relevo tátil, permitindo que pessoas com deficiência visual possam acessar e compreender o descritivo das plantas arquitetônicas e paisagísticas do restauro.DAS MEDIDAS DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEISTodas as informações sobre o projeto, incluindo detalhes sobre as ações de acessibilidade, serão divulgadas de maneira acessível por meio dos canais oficiais do projeto nas redes sociais. A divulgação incluirá:Imagens com descrição textual para pessoas com deficiência visual.Textos em formato acessível (como fontes ampliadas e com alto contraste) para pessoas com deficiências intelectuais e congêneres.Vídeos com legendas e janela de Libras para pessoas com deficiência auditiva.INCLUSÃO DE AÇÕES DE ACESSIBILIDADE NO PLANO DE COMUNICAÇÃOA divulgação das medidas de acessibilidade (como audiodescrição, intérprete de Libras e outros recursos) será realizada nos canais oficiais do projeto, com informações claras sobre como o público poderá acessar esses recursos.

Democratização do acesso

Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso e cumprimento integral do Artigo 41da IN MINC nº 29/2026.Além da distribuição gratuita à população, adotaremos no cumprimento do Artigo 42 da IN MINC nº 29/2026, a saber:VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores

Ficha técnica

Currículo Resumido da Equipe ProponenteJuliana Simões de Carvalho é produtora e diretora audiovisual natural de Juiz de Fora (MG), com mais de 30 anos de experiência no setor audiovisual. É fundadora da Bang Filmes Produções Ltda. e, em 2025, criou a Akaiaka Cultura e Natureza, empresa voltada ao desenvolvimento de projetos culturais e socioambientais.Ao longo de sua trajetória, produziu longas-metragens de ficção e documentários, séries de televisão, livros de arte, exposições e projetos educativos, com exibição em importantes instituições culturais como MASP, Casa França-Brasil, Centro Cultural dos Correios e CCBB Brasília.Produziu dez longas-metragens, duas séries de televisão, quatro livros de arte, quatro projetos educativos e quatro exposições, além de conteúdos licenciados e distribuídos para diversos canais e plataformas, incluindo Canal Brasil, TV Globo, Curta!, CineBrasil TV, TV Brasil, Sesc TV, TV Senado e RAI Cinema.Entre seus trabalhos recentes destaca-se o longa-metragem documentário “Os Irmãos Segreto” (2026), dirigido por Michele Manzolini e Federico Ferrone, coprodução Brasil-Itália (StayBlack), financiado pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), Ibermedia e RAI Cinema, atualmente em fase de lançamento.Sua filmografia inclui títulos como “Cadernos Negros” (2025), dirigido por Joel Zito Araújo e selecionado para o Festival do Rio e para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; “Línguas da Floresta” (2024); “O Contato” (2024), selecionado para o Festival É Tudo Verdade e Festival de Havana; “Caminho do Mar” (2018); “São Sebastião do Rio de Janeiro – A Formação de uma Cidade” (2016), exibido em seis capitais brasileiras; “O Diário de Tati” (2011), com público aproximado de 300 mil espectadores e licenciado para a TV Globo; e “O Risco – Lúcio Costa e a Utopia Moderna” (2002), premiado no Festival de Gramado e exibido em diversos festivais internacionais.Ao longo de sua carreira, seus projetos foram contemplados em importantes editais e fundos públicos, como BNDES, Petrobras, Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Eletrobras e RioFilme, além de patrocínios via leis de incentivo de empresas como BTG Pactual, Valid, Chocolates Garoto, Lojas Americanas, Universidade Estácio, Telespazio, Fiotec, Universal Studios e Paramount Pictures, entre outras.Em 2016 também atuou na área de distribuição cinematográfica, coordenando o lançamento do documentário “São Sebastião do Rio de Janeiro – A Formação de uma Cidade” em seis capitais brasileiras, em parceria com o grupo exibidor Espaço Cinema. Evandro de Rezende Mansur é economista e produtor cultural com 24 anos de experiência na elaboração, gestão e execução de projetos culturais, com atuação destacada em produções musicais, circulação artística e projetos viabilizados por leis de incentivo fiscal federais, estaduais e municipais.Ao longo de sua trajetória realizou a produção executiva, coordenação ou direção de diversos projetos culturais no Brasil e no exterior, trabalhando com artistas como Dudu Lima, Toninho Horta, Stanley Jordan, Marcos Ariel, Milton Nascimento, João Bosco, Wagner Tiso, Emmerson Nogueira e Jean Pierre Zanella, entre outros.Entre os projetos realizados destaca-se a coordenação do “Dudu Lima Trio – Europe Tour 2018”, com apresentações na Itália, Bélgica e República Tcheca, incluindo concerto no Palazzo Pamphili – Embaixada do Brasil em Roma.Também coordenou projetos como “Dudu Lima Trio e Milton Nascimento – TAMAREAR”, realizado em bases do Projeto TAMAR em Fernando de Noronha, Praia do Forte, Aracaju, Florianópolis e Ubatuba, com lançamento de CD pelo selo Som Livre, além do circuito “Dudu Lima Trio – Sons de Minas”, com apresentações em seis cidades mineiras e participação de artistas como Milton Nascimento, João Bosco, Wagner Tiso, Toninho Horta, Juarez Moreira e Emmerson Nogueira.Entre suas produções destacam-se ainda DVDs e álbuns musicais como “Dudu Lima – Cordas Mineiras”, “Dudu Lima Clássicos”, “Dudu Lima – Som de Minas” e “Dudu Lima – 20 Anos de Pura Música”, além de concertos realizados em espaços como Cine-Theatro Central (Juiz de Fora), Theatro Municipal de São Paulo, Circo Voador (RJ), Theatro Carlos Gomes (RJ) e Parque das Ruínas (RJ).Evandro também atua na elaboração de projetos culturais, tendo projetos aprovados em diferentes mecanismos de incentivo, incluindo a Lei Rouanet, Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e Política Nacional Aldir Blanc. Participa ainda como parecerista e analista de projetos culturais em editais públicos e como colaborador voluntário em iniciativas como Mostra de Cinema de Ibitipoca, Ibitipoca Jazz Festival e iBit Mapp.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.