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O projeto prevê a realização de oficinas de moda e costura com foco em upcycling para mulheres, estimulando a criação de peças autorais, unindo arte, sustentabilidade e geração de renda para as beneficiadas. Ao final da formação, há uma feira final dos trabalhos realizados.
Objetivo GeralRealizar oficinas de arte e costura com feira como mostra final para mulheres brasileiras, com o intuito de valorizar o fazer artesanal sustentável, possibilitando para mulheres em situação de vulnerabilidade social uma nova opção de fonte de renda, estimulando assim o empreendedorismo, a autoestima e a sustentabilidade.Objetivos Específicos- Realizar 06 oficinas de arte e costura com upcycling, em 03 cidades brasileiras sendo 02 oficinas por cidade. - Alcançar 120 pessoas ao total, sendo 40 vagas por cidade. - Realizar uma formação sobre gestão têxtil, alcançando 6 pessoas por cidade. - Distribuir 40 materiais pedagógicos e bolsa auxílio por cidade, sendo 120 ao todo. - Realizar 01 mostra final em formato de feira expositiva por cidade, totalizando 03 feiras.
O upcycling tem surgido cada vez mais como uma alternativa de sustentabilidade diretamente ligado às artes, utilizando-se de técnicas e práticas artesanais para ressignificar objetos que muitas vezes seriam descartados. Ao transformar resíduos em peças únicas e criativas, essa prática não apenas contribui para a preservação do meio ambiente, como também pode se tornar uma importante fonte de renda para quem a realiza. Para citar algo bastante recente, neste fevereiro de 2026, o conceito de "Carnaval Verde" se consolidou, com escolas de samba incorporando o reaproveitamento de materiais como estratégia permanente de sustentabilidade. Diversas iniciativas apostaram na sustentabilidade com reaproveitamento de tecidos: em Salvador, blocos e coletivos produziram fantasias e adereços a partir de retalhos da indústria têxtil e roupas descartadas, transformando-os em figurinos coletivos para cortejos; no Rio de Janeiro, escolas de samba e projetos comunitários utilizaram sobras de tecidos, lonas de banners e fantasias de anos anteriores para criar novas alas, reduzindo resíduos e custos; em Recife e Olinda, oficinas abertas ensinaram foliões a customizar abadás e roupas antigas com técnicas de patchwork e tingimento natural, estimulando o reuso criativo. Ou seja, além do impacto ambiental positivo, o upcycling promove inclusão social e estimula a criatividade, sendo uma ferramenta poderosa de transformação pessoal e comunitária. É fundamental incentivar e valorizar o artesanato como uma forma de manter viva uma tradição cultural que atravessa gerações. As artes manuais trazem inúmeros benefícios para quem as pratica, atuando como um poderoso recurso terapêutico e educacional. Diversas pesquisas apontam que atividades artesanais podem melhorar a coordenação motora, aliviar o estresse, aumentar a autoestima, fortalecer a autoconfiança e até promover o desenvolvimento de habilidades cognitivas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece, desde 2019, as atividades artísticas como fundamentais para a promoção da saúde e a prevenção de doenças. Nesse contexto, o artesanato brasileiro se destaca por sua capacidade de integrar técnica, estética e vivência subjetiva, funcionando como um espaço terapêutico, de acolhimento e fortalecimento pessoal. Além disso, são uma importante alternativa de sustento para muitas famílias, especialmente em comunidades onde o acesso a outras formas de trabalho é limitado. Ao fomentar o artesanato e o upcycling, contribuímos não só para a sustentabilidade ambiental, mas também para a manutenção de práticas culturais milenares. Esse projeto surge com a proposta de possibilitar que através de oficinas de artesanato, mulheres possam mudar sua realidade financeira e levar adiante um fazer artesanal. O projeto irá oferecer todo o material pedagógico necessário para a realização das aulas, além de uma bolsa-auxílio para viabilizar o deslocamento dessas mulheres durante a realização das atividades. Ao final das aulas, as peças criadas pelas participantes poderão ser vendidas na mostra final, em uma feira expositiva que será realizada, promovendo assim a prática do empreendedorismo. Além disso, algumas participantes são contempladas com uma formação sobre gestão têxtil, onde aprenderão prática sustentáveis de reaproveitamento de resíduos têxtis dentro de empresas. Este treinamento adicional destaca-se, pois empresas renomadas já adotam estratégias similares, doando resíduos para artesãos. Ao final do ciclo formativo, será realizada uma grande exposição com as peças produzidas pelas participantes, valorizando a força criativa de cada mulher e destacando a potência transformadora da moda sustentável. A mostra funcionará como um espaço de celebração e reconhecimento, permitindo que o público conheça de perto as criações autorais e o processo artístico envolvido. Essa visibilidade é fundamental para fortalecer a autoestima das artesãs, além de contribuir para que o trabalho artesanal seja visto como expressão cultural legítima e de alto valor. A possibilidade de comercialização das peças neste evento de encerramento tem um efeito multiplicador importante: além de permitir que essas mulheres iniciem sua trajetória empreendedora, abre portas para novas parcerias, encomendas e redes de colaboração. Ao transformar a criação artesanal em produto cultural e econômico, o projeto impulsiona autonomia financeira e fortalece o protagonismo feminino no campo das artes e da moda sustentável. Dessa forma, entendemos que a realização de oficinas voltadas à experimentação e aplicação de técnicas de artesanato e upcycling no campo das artes visuais está diretamente ligada aos objetivos desta Lei. A iniciativa tem como objetivo principal oferecer capacitação gratuita a mulheres, promovendo sua inserção no mercado de arte e cultura, ao mesmo tempo em que fortalece e diversifica a cadeia produtiva cultural, estimulando novos modos de criar, produzir e viver em sociedade. Para além dos motivos mencionados, o projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 1° da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Para cumprir com essas finalidades, ele se enquadra, também, nos seguintes incisos do Art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Os itens de transporte local, passagens aéreas, hospedagem e alimentação descritos na fase de pré-produção são referentes a ida para as cidades contempladas de 02 produtores do projeto para a realização de visita técnica nos locais onde o projeto irá acontecer. Os itens de transporte local, passagens aéreas, hospedagem e alimentação descritos na fase de produção são referentes a ida para as cidades contempladas de 04 profissionais (01 oficineiro, 01 fotógrafo, 01 produtor executivo e 01 assistente de produção) para a realização das ações do projeto. A feira prevista ao final da capacitação será simultaneamente expositiva e comercial. Cada participante poderá comercializar diretamente as peças que produziu, ficando integralmente com os valores obtidos. Não haverá intermediação financeira pelo projeto, nem arrecadação ou retenção de qualquer percentual. A venda individual integra a metodologia formativa, pois possibilita a vivência prática de etapas fundamentais da economia cultural e criativa: definição de preços, apresentação do produto, relação com o público, circulação de bens culturais e geração de renda própria. Essa experiência é parte do processo pedagógico e tem como finalidade fortalecer a autonomia econômica das participantes, estimulando a continuidade da produção e inserção em circuitos locais de comercialização após o encerramento do projeto. Dessa forma, a feira não se caracteriza como atividade mercantil do projeto, mas como etapa educativa de geração de renda direta para as beneficiárias.
Oficinas de artesanato e upcycling Público-alvo: Mulheres em situação de vulnerabilidade social Duração: 25 horas de formação em cada cidade. Será um total de 5 aulas por turma, onde em cada aula uma nova técnica será ensinada. As aulas duram 2h30 horas cada uma. ROTEIRO DOS ENCONTROS: Aula 1 – Colar de nó Aula 2 - Faixa Botão Aula 3 – Leque artesanal Aula 4 – Sousplat para mesa posta Aula 5 – Bolsa básica dupla face Oficina de formação têxtil Público-alvo: Mulheres em situação de vulnerabilidade social Duração: 5 horas de formação em cada cidade. CONTEÚDO DA FORMAÇÃO: TÓPICO 1 Introdução a gestão de resíduos têxtis TÓPICO 2 Como captar resíduos têxtis nas empresas TÓPICO 3 Estruturando a logística de coleta e armazenamento TÓPICO 4 Como distribuir resíduos para grupos produtivos TÓPICO 5 Monetizando e expandindo o negócio
Produto: Oficina Acessibilidade física: O local onde acontecerão as oficinas deverá conter rampa de acesso e banheiros adaptados, para possibilitar o acesso de pessoas com deficiência motora e/ou mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficiência auditiva: Em todos os dias de oficinas, caso haja alguma participante surda ou com audição reduzida, será disponibilizado Intérprete de libras. O custo para essa acessibilidade está previsto dentro da porcentagem para divulgação Acessibilidade para deficiência visual: Em todos os dias de oficina, caso haja alguma participante com deficiência visual, será disponibilizado monitores capacitados para auxiliar no deslocamento e atividades propostas nas oficinas. O custo para essa acessibilidade está previsto dentro da porcentagem para divulgação Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Caso necessário, durante toda a realização dos encontros, haverá presentes monitores de inclusão para auxiliar os participantes que tenham alguma destas necessidades. O custo para essa acessibilidade está previsto dentro da porcentagem para divulgação. Produto: Mostra final: Feira Acessibilidade física: O local onde acontecerá a Mostra deverá conter rampa de acesso e banheiros adaptados, para possibilitar o acesso de pessoas com deficiência motora e/ou mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficiência auditiva: Para a Mostra, caso haja alguma participante surda ou com audição reduzida, será disponibilizado Intérprete de libras. O custo para essa acessibilidade está previsto dentro da porcentagem para divulgação. Acessibilidade para deficiência visual: Para a Mostra, caso haja alguma participante com deficiência visual, será disponibilizado monitores capacitados para auxiliar no deslocamento e atividades propostas. O custo para essa acessibilidade está previsto dentro da porcentagem para divulgação. Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Caso necessário, durante toda a realização da mostra, haverá presentes monitores de inclusão para auxiliar os participantes que tenham alguma destas necessidades. O custo para essa acessibilidade está previsto dentro da porcentagem para divulgação.
De forma a contemplar o Art. 41 da IN 29/2026, consideramos o atendimento aos itens: II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; uma vez que o projeto é completamente gratuito para o público. Ademais, considerando o Art. 42 desta mesma IN, contempla-se: IX - Oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.
FRANCIELLE DALTROZO - Proponente e Coordenação Geral, além de responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira Atriz e produtora. No teatro, passou por oficinas dos grupos Depósito de Teatro, Galegos e Frangalhos (atualmente Laboratório Escola de Arte Popular), Grupojogo de experimentação cênica. Faz parte do grupo Beckett-we. Atuou em peças como Os Cegos, O Médico e o Monstro, Noites pra Nada e Ruídos. Produziu a performance Inspiração na Mostra SESC de Culturas no, Cariri/CE. No cinema, participou dos curtas Alice, Noite Eterna e Lembrei de Ti. Formou-se em economia, pesquisando a relação entre a renda dos estados brasileiros e o investimento cultural nessas regiões. Possui curso de Educador Financeiro (PUCRS) e Administração Pública da Cultura (UFRGS). Seu objetivo na carreira é aproximar as relações de cultura, economia e arte, com o objetivo de desenvolver sociedades. LUCIANA BRITO – Produção executiva Produtora cultural, pesquisadora, diretora teatral e iluminadora. É mestre em Arte Cênicas pela UFRGS e graduada em Teatro pela mesma instituição. É idealizadora e coordenadora do Núcleo de Pesquisa Beckett-we. Atua há mais de doze anos com produção cultural, desenvolvendo projetos sociais, culturais, educacionais e esportivos, voltados para o desenvolvimento de comunidades em vulnerabilidade social. É sócia-proprietária da Amora Produções Culturais. A empresa busca a realização de projetos culturais que tenham impacto social e ambiental positivo e que contribuam para o desenvolvimento das regiões beneficiadas, fomentando a descentralização dos bens culturais e estimulando a capacitação profissional e a geração de renda, bem como criando plateias para o mercado cultural. Em 9 anos de atuação, a produtora tem mais de 50 projetos aprovados, beneficiando mais de 300 mil pessoas em mais de 150 cidades. Ela tem como foco, trabalhar pautada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de atender às premissas do ESG. Entre os últimos trabalhos executados, estão os projetos Mostra 10 Gigabytes de História, 6º Contraponto, META – Mentoria Emancipatória para Trabalhos Artísticos, Protocolo Babel, Catar & Carnavalizar, Cine Circular, Em Busca da Infância Prometida, Incorpore e #7xBeckett, entre outros. FLAVIA DE SOUZA SILVA – Coordenação pedagógica Empreendedora e artesã dedicada, cuja jornada começou no mundo do artesanato aos 10 anos de idade. Com uma carreira multifacetada, ela desenvolveu habilidades em confecção, empreendedorismo e gestão sustentável de negócios. Aos 24 anos de idade inicia seu próprio negócio no nicho de confecção feminina onde cria a marca ‘’BUANA’’, que infelizmente tem seu fim em 2007. No mesmo ano, após participar do curso EMPRETEC oferecido pelo SENAC, decide não abandonar o ramo do empreendedorismo e cria a marca ALOXIQUE que tem como intuito reaproveitar resíduos têxtis para fabricação de novas peças, incentivando assim a sustentabilidade.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.