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Realização da 2ª edição do "TRA TUM DUM: Festival de Percussão Afro-Brasileira", na cidade de Balneário Camboriú (SC), evento cultural de caráter formativo dedicado à difusão, valorização e ensino dos ritmos e instrumentos de percussão da cultura afro-brasileira. Com programação gratuita e acessível, o festival será estruturado em quatro circuitos — Prático, Workshop, Escolar e de Acessibilidade — contemplando oficinas, workshops teórico-contextuais e intervenções artísticas voltadas ao público em geral, estudantes da rede pública e pessoas atendidas por instituições de educação especial e espaços de convívio social, promovendo a formação musical, a democratização do acesso à cultura e o fortalecimento das tradições afro-brasileiras no cenário musical catarinense
Este projeto prevê a realização de um festival de música de caráter formativo voltado para os ritmos e instrumentos de percussão da cultura afro-brasileira. O evento será realizado na cidade de Balneário Camboriú em locais de fácil acesso e a inscrição será totalmente gratuita. Visando ampliar o espectro territorial e diversidade de público, a programação será organizada em 4 circuitos distintos: Circuito Prático, Circuito Workshop, Circuito Escolar e Circuito de Acessibilidade. No Circuito Prático serão realizadas oficinas de prática musical com duração de 3 horas, enquanto no Circuito Workshop acontecerão workshops com caráter mais teórico-contextual com 2 horas de duração. Esses dois circuitos serão realizados na região central da cidade e os participantes receberão certificados. Por outro lado, o Circuito Escolar prevê a realização de intervenções artísticas para os alunos do Ensino Fundamental das escolas públicas da rede municipal preferencialmente situadas nos bairros periféricos e regiões mais afastadas do centro. Extrapolando as medidas de acessibilidade previstas na presente proposta, o Circuito de Acessibilidade, pensado como uma ação de acessibilidade, contará com oficinas práticas e será oferecido para os educandos das instituições especializadas em educação especial, como a APAE e congêneres, e/ou para pessoas abrigadas em locais de convívio social. Explicando o nome fantasia do festival, “Tra Tum Dum” são onomatopeias que representam sons dos tambores, as quais são amplamente empregadas em processos de ensino/aprendizagem. Em tempo, a motivação para propor este projeto vem da falta de visibilidade que é dada para a percussão afro-brasileira nos eventos e festivais musicais que acontecem nessa região do estado. Por conta disso, proposto como um evento cultural do Projeto Percussão Catarina, projeto principal do proponente, o “Tra Tum Dum - Festival de Percussão Afro-Brasileira" na sua segunda edição objetiva o ensino e a prática dos ritmos afro-brasileiros que fazem parte do cenário da música popular de Santa Catarina, seja por grupos artísticos ou por comunidades tradicionais, compartilhando experiências, saberes e estudos sobre o tema com a intenção de reverberar e se multiplicar a partir de seus participantes.
OBJETIVO GERALPromover a difusão, valorização e o ensino dos ritmos e instrumentos de percussão da cultura afro-brasileira por meio da realização do "TRA TUM DUM: Festival de Percussão Afro-Brasileira - 2ª Edição", com programação formativa composta por oficinas práticas, workshops teórico-contextuais e intervenções artísticas gratuitas, estimulando a formação de público, a troca de conhecimentos entre percussionistas e a ampliação do acesso à cultura.OBJETIVO ESPECÍFICO- Realizar 04 oficinas práticas de percussão afro-brasileira. Duração: 3 horas/cada.- Realizar 04 workshops teórico-contextuais sobre a percussão afro-brasileira. Duração: 2 horas/cada.- Realizar 04 intervenções artísticas de música afro-brasileira nas escolas públicas. Duração: 30 minutos cada. -Realizar 04 oficinas de acessibilidade com instrumentos de percussão afro-brasileira adaptadas para pessoas com deficiência e/ou em situação de vulnerabilidade social. Duração: 90 minutos/cada.- Produção de 05 banners.- Produção de 1 kit de artes gráficas para divulgação em redes sociais.- Confecção de 100 camisetas com as logomarcas do projeto e edital para uso da equipe técnica e para sortear entre os participantes.- Impressão de 300 certificados a serem entregues aos alunos e alunas participantes das oficinas e workshops- Produção de 01 vídeo teaser com fotos do festival.
Dados iniciais da Justificativa- Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 contemplados neste projeto: I, II, III, VIII e IX.- Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 a serem alcançados neste projeto: I (c), II (c), III (d) e IV (b) Por que a Lei de Incentivo à Cultura?O projeto "TRA TUM DUM: Festival de Percussão Afro-Brasileira - 2ª Edição" depende do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para viabilizar a realização de suas atividades formativas e artísticas de forma gratuita e acessível ao público, garantindo a democratização do acesso à cultura. Sem esse incentivo, seria inviável promover oficinas, workshops, intervenções escolares e atividades voltadas a pessoas em situação de vulnerabilidade social e instituições de educação especial, contemplando toda a diversidade de público prevista no projeto.O festival surge da necessidade de ampliar os espaços de difusão, formação e valorização da cultura afro-brasileira no cenário musical de Santa Catarina, especialmente no que se refere aos ritmos e instrumentos de percussão que constituem parte fundamental da identidade musical brasileira. Embora a região possua importantes eventos dedicados à música, observa-se ainda a baixa presença de iniciativas formativas voltadas especificamente à percussão afro-brasileira e ao protagonismo de artistas e pesquisadores locais que atuam nesse campo.A proposta integra o Projeto Percussão Catarina, iniciativa criada em 2010 pelo músico e pesquisador Luciano Candemil, a partir de pesquisa acadêmica dedicada ao mapeamento e estudo de instrumentos de percussão presentes nas manifestações culturais catarinenses. Ao longo de sua trajetória, o projeto desenvolveu diversas ações de formação e difusão cultural, incluindo oficinas em escolas públicas, aulas-show, publicação de material didático e atividades realizadas em municípios do estado. Esse percurso evidencia a continuidade da pesquisa e da prática pedagógica do proponente, consolidando uma base consistente para a realização do festival como desdobramento de um trabalho cultural já reconhecido e desenvolvido junto à comunidade.A primeira edição do festival demonstrou o potencial de mobilização e formação de público em torno da temática da percussão afro-brasileira, reunindo oficinas práticas, workshops e intervenções artísticas gratuitas em escolas públicas e instituições sociais de Balneário Camboriú. As atividades promoveram a circulação de conhecimentos entre artistas, educadores e estudantes, além de despertar o interesse de novos públicos pela musicalidade afro-brasileira. A continuidade do festival, por meio de sua segunda edição, pretende ampliar esse alcance e fortalecer o intercâmbio entre percussionistas, educadores e agentes culturais da região.O projeto contribui diretamente para a democratização do acesso à cultura, ao oferecer atividades gratuitas em diferentes circuitos programáticos — prático, formativo, escolar e de acessibilidade — contemplando públicos diversos. Além de atender pessoas interessadas em música e percussão, a proposta inclui ações voltadas a estudantes da rede pública de ensino, especialmente em escolas localizadas em bairros não centrais, bem como atividades direcionadas a instituições de educação especial e espaços de convivência social. Dessa forma, busca-se ampliar o acesso à formação artística e cultural, promovendo experiências musicais inclusivas e socialmente relevantes.Outro aspecto relevante refere-se ao fortalecimento da cadeia produtiva da música e da economia criativa local, ao criar oportunidades de atuação para percussionistas, educadores musicais e artistas residentes em Santa Catarina, que frequentemente encontram poucos espaços de visibilidade em festivais e programações culturais da região. Ao reunir diferentes profissionais em torno de atividades formativas e artísticas, o festival estimula a troca de saberes, a criação de redes de colaboração e o reconhecimento da percussão afro-brasileira como patrimônio cultural vivo.Por fim, o projeto dialoga com a importância da valorização das matrizes culturais afro-brasileiras no campo da educação e da cultura, contribuindo para a difusão de conhecimentos relacionados à história, aos ritmos e às práticas musicais da diáspora africana no Brasil. Ao promover o contato direto com instrumentos, repertórios e fundamentos rítmicos dessa tradição, o festival incentiva a formação de público, a preservação de saberes e o reconhecimento da diversidade cultural que compõe a música brasileira.Bibliografias de apoioALMEIDA, M. Berenice; PUCCI, Magda Dourado. Outras terras, outros sons: um livro para o professor. 2. ed. São Paulo: Callis, 2011.ARROYO, Margarete. Um olhar antropológico sobre práticas de ensino e aprendizagem musical. Revista da ABEM. n.5, pp.13-20, 2000.BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. Brasiliense, 2017.CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas, poderes oblíquos. São Paulo: EDUSP, p. 283-350, 1997.GILROY, Paul. O Atlântico negro: modernidade e dupla consciência. Editora 34, 2001.GRAEFF, Nina. Fundamentos rítmicos africanos para a pesquisa da música afro-brasileira: o exemplo do Samba de Roda. In: Música e Cultura: Revista da ABET, Vol. 9. 2014.GUERREIRO, Goli. Terceira diáspora_Salvador da Bahia e outros portos atlânticos. URL: http://www. cult. ufba. br/enecult2009/19287. pdf,(Acesso: 22 out. 09), 2009.GUERREIRO, Goli. A trama dos tambores: a música afro-pop de Salvador. São Paulo: Ed. 34, 2000. (Coleção Todos os Cantos).INSTITUTO ALANA. Lei 10.639/03: a atuação das Secretarias Municipais de Educação no ensino de história e cultura africana e afrobrasileira / [organização Beatriz Soares Benedito, Suelaine Carneiro, Tânia Portella]. -- São Paulo, SP. Instituto Alana, 2023.PRANDI, Reginaldo. De africano a afro-brasileiro: etnia, identidade, religião. Revista Usp, n. 46, p. 52-65, 2000.SANDRONI, Carlos. Feitiço Decente: transformações do samba no Rio de Janeiro, 1917-1933. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
Estratégia de divulgaçãoNo planejamento das estratégias de divulgação será considerada a obrigatoriedade da utilização das logomarcas oficiais, indicando o apoio institucional e obedecendo as regras de comunicação, conforme está nos documentos oficiais. Desse modo, todos os produtos artístico-culturais e as peças de divulgação do projeto exibirão as marcas do Governo Federal e da Lei Rouanet, de acordo com o Manual de Aplicação das Logomarcas em vigor. Também será considerado a obrigatoriedade da menção dos apoios oficiais em entrevistas, locuções, apresentações e outras falas públicas. Plano de Divulgação:- Para a divulgação da programação do festival, todo o material produzido terá uma concepção padronizada, havendo materiais de caráter geral e outros mais específicos para cada circuito do evento ou tipo de atividade.- Todas as peças publicitárias conterão as logomarcas oficiais recomendadas, conforme citado previamente acima, bem como, das instituições parceiras, sempre de acordo e com a devida aprovação do Ministério da Cultura, por meio do Salic Web.- Os serviços de produção das artes gráficas e de assessoria de imprensa serão realizados por pessoal especializado.- Também está prevista a divulgação por meio de contatos individuais e de grupos específicos no Whatsapp, grupos relacionados ao tema do festival, bem como, a divulgação em redes sociais dos membros da equipe, além do impulsionamento em redes sociais do proponente, com destaque para o Instagram.- Eventos em Balneário Camboriú: visando o alcance regional e perfil de público alvo semelhante ao da presente proposta, será feita divulgação presencial em estilo “corpo a corpo” com o uso das camisetas do projeto em eventos consolidados que antecedem a realização do Festival Tra Tum Dum. Em Itajaí, cidade vizinha: Festival Itajazz e Festival de Música de Itajaí; em Balneário Camboriú: Festa de Taquaras, BC Jazz Festival, Festival Estado de Rock, Festa da Tainha, Festa dos Pescadores, Festa Bom Sucesso.- Cidades vizinhas: visando o alcance regional, a assessoria de imprensa também fará contato com veículos de comunicação das cidades vizinhas e da região, como por exemplo: Itajaí, Navegantes, Camboriú, Itapema, Porto Belo, Bombinhas, Penhas e Balneário Piçarras, além é claro, da própria cidade de Balneário Camboriú.Material de divulgação:- Através da assessoria de imprensa contratada para a proposta cultural, será realizada a elaboração e distribuição de releases para jornais impressos, sites, rádios, blogs, páginas de divulgação de trabalhos culturais, com o devido registro de que o financiamento do projeto se dá por meio deste edital.- Redes Sociais - por meio de cards digitais será feita divulgação sobre a programação do festival e do processo de inscrição nas redes sociais do proponente e de membros da equipe técnica relacionados à produção do evento. Conta-se também com o apoio de divulgação nas redes sociais dos artistas e professores participantes. Além disso, esta proposta cultural poderá receber apoio para divulgação nas redes sociais das instituições e empresas parceiras. Será também verificada a viabilidade de abrir um perfil do festival no Instagram.- Serão produzidos banners com as logomarcas e layout do projeto para acompanhar todas as atividades da programação do festival e também para serem expostos com antecedência para divulgar a realização. - Serão produzidas camisetas com estampa do projeto e logomarcas oficiais para serem usadas pela equipe envolvida, artistas, professores, pessoal dos veículos de comunicação, sorteio em entrevistas e entregues aos parceiros, contatos e produtores das instituições parceiras.- Ao fim do projeto, será produzido um vídeo com imagens e dados das apresentações para ser veiculado nas redes sociais do proponente e produtores conveniados.Veículos de Comunicação (exemplos de veículos parceiros): Jornal O Correio SC, Agora Laguna, Alma Preta, Blog do Pepa, Diarinho, Diário da Cidade, Diário da Cidade, Engeplus, Fattoatual, Folha Babitonga, Folha Regional,Folha Regional, Hora de Porto Belo, Hora Hiper, Hora Itapema, Jornal Daqui, Jornal do Comércio, Jornal Floripa, Jornal Malagueta, Jornal nos Bairros, Jornal O Litoral, MZL 10 - Rede Marazul, ND+, Notícia Já, Notícias de Penha, Notisul, Página 3, Penha Online, Portal A Hora, Portal Desacato, Portal Sul Agora, Rádio e TV Tubá, Repórter Sul, Revista Francisca, RSC Portal, SC Todo Dia, Semanário Catarinense, Sul Agora, Terra, TopElegance, TopNews e Vale SC Notícias.JUSTIFICATIVA DE VALORES APLICADOSPara a elaboração da planilha orçamentária foram considerados como referência os valores recentemente aplicados em alguns editais de fomento executados pelo proponente, os valores atuais de mercado, bem como, a previsão que a execução do projeto se dará entre entre agosto/2026 a julho/2027. Dos projetos culturais recentemente executados citamos: PIC 2023, LPG D+ SC FCC, LPG D+ BC, Prêmio Elisabete Anderle 2023 e 2025, LIC BC 2024, LIC BC 2025 e LIC BC 2026.. Considera-se também, os valores de referência que fazem parte do banco de dados do Sistemas Cultura do Ministério da Cultura, incluindo também, valores aplicados em projetos aprovados na "Lei Rouanet", a saber PRONAC nº 233121, PRONAC nº 242651, PRONAC nº 243314 e PRONAC Nº 260418.Legenda: PIC - Programa de Incentivo à Cultura da Fundação Catarinense de Cultura. LPG D+ SC FCC - Lei Paulo Gustavo Demais Linguagens da Fundação Catarinense de Cultura. LPG D+ BC - Lei Paulo Gustavo Demais Linguagens da Fundação Cultural de Balneário Camboriú. LIC BC - Lei de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Balneário Camboriú.PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura do Ministério da Cultura.
Oficinas Práticas (Circuito Prático): 3 horas cada, 20 a 30 participantes; instrumentos de percussão, foco em prática musical coletiva e desenvolvimento técnico dos ritmos afro-brasileiros, abordagem integradora.Oficinas de Acessibilidade (Circuito Acessibilidade): 90 minutos cada, 20 a 30 participantes; instrumentos de percussão, prática musical coletiva sobre os ritmos afro-brasileiros, com adaptações e foco na eficiência de cada aluno, abordagem integradora.Workshops Teórico-Contextuais (Circuito Workshop): 2 horas cada, 30 a 50 participantes; uso de multimídia, textos e instrumentos para demonstração; contextualização histórica, análise de técnicas e práticas de arranjo afro-brasileiro.Intervenções Artísticas (Circuito Escolar): 30 minutos, 100 a 500 participantes; com instrumentos e sonorização; aproximação de estudantes e público à cultura afro-brasileira.Materiais de Divulgação: cartazes, banners, camisetas e website do Projeto Percussão Catarina com fotos, vídeos e conteúdos pedagógicos.Clipagem e Assessoria de Imprensa: registros fotográficos, audiovisuais e relatórios de mídia.Relatórios e Prestação de Contas: compilação de fotos, vídeos, listas de presença, certificados e comprovantes, com análise de alcance, participação e inclusão social.
Antes de apresentar as medidas de acessibilidade que serão implementadas, como resultado de 14 anos de experiência como professor de música da APAE de Balneário Camboriú e de outras instituições, o proponente entende que é oportuno prever também ações de acessibilidade, que no caso do festival proposto aqui estão concentradas no Circuito de Acessibilidade. O proponente acredita que as medidas de acessibilidade são extremamente importantes, porém visualiza que é necessário avançar nesse tema, e para tal, este projeto prevê também ações de acessibilidade, nas quais há uma mudança de movimento, na qual é o evento que se desloca em direção das pessoas que precisam ser atendidas, ampliando e garantindo a participação efetiva de parte da população normalmente não contemplada em projetos culturais, embora a aplicação das medidas de acessibilidade. Ademais, ao compartilhar essa reflexão, o proponente almeja estar contribuindo para uma mudança de paradigma.Os locais escolhidos terão acesso a cadeirantes, para pessoas com pouca mobilidade e idosos. Se houver necessidade, previamente expressa, haverá monitoria para alunos de educação especial e para pessoas com deficiência visual, além de diversos instrumentos de percussão com possibilidades de adaptação. Serão consideradas as seis dimensões da acessibilidade (barreiras: arquitetônica, atitudinal, comunicacional, metodológica, instrumental, programática), conforme a Lei Federal de Acessibilidade (Decreto-Lei 5296 de 2 de dezembro de 2004) que regulamenta as Leis 10.048, de 8 de novembro de 2000, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000. É importante ressaltar que no caso das oficinas práticas, a grande maior parte do tempo será dedicada para a execução, na qual a comunicação também acontece pela linguagem de gestos corporais e de regência musical.1 - CIRCUITO PRÁTICO - Oficinas de prática musicalACESSIBILIDADE FÍSICA: Utilização de sala ampla e térrea, com acesso sem barreiras e obstáculos, com corrimão, possibilitando participar das oficinas com segurança e autonomia; bem como, contando com banheiros acessíveis nas proximidades. Disponibilidade de instrumentos musicais variados, com inúmeras possibilidades de manuseio, incluindo a explicação da sua utilização, e que garantam a participação na execução musical coletiva.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição (descrição do ambiente, autodescrição da equipe ministrante e descrição dos instrumentos musicais). Disponibilidade de instrumentos musicais adaptados, incluindo o uso de cartelas coloridas e/ou táteis, bem como, a explicação da sua utilização. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Explicação gestual sobre o manuseio dos instrumentos. Uso de instrumentos musicais específicos que garantam a participação pela vibração sonora como o cajon ou cajon de colo, tambores graves, ou outros tipos apoiados em plataformas de madeira. 2 - CIRCUITO WORKSHOP - Workshops de caráter teórico com contextualizações históricas e práticas: serão as mesmas medidas de acessibilidade do Circuito Prático com adição de intérprete de Libras.3 - CIRCUITO ESCOLAR - Intervenções artísticas nas escolas: tendo em vista que serão apresentações de curta duração, 30 minutos, as intervenções artísticas serão realizadas no pátio escolar no horário e local do recreio. Eventualmente, algumas intervenções poderão acontecer em ambiente externo, antes ou depois das aulas regulares, contemplando a comunidade escolar.4 - CIRCUITO DE ACESSIBILIDADE: Oficinas especiais de músicaDe acordo com a presente proposta, este circuito prevê a realização de oficinas em instituições especializadas em educação especial, como por exemplo, APAEs, AMAs, Amor pra Down, além de locais de convívio social, como o Lar dos Idosos. Mesmo sabendo que suas unidades devem estar fisicamente adequadas às normas de acessibilidade, será feita uma consulta prévia, bem como será escolhido o local mais apropriado para a execução das oficinas de percussão. Sendo assim, as atividades serão ministradas em locais com acesso livre para cadeirantes, pessoas com pouca mobilidade e idosos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Utilização de sala ampla e térrea, com acesso sem barreiras e obstáculos, com corrimão, possibilitando participar das oficinas com segurança e autonomia; bem como, contando com banheiros acessíveis nas proximidades. Disponibilidade de instrumentos musicais variados, com inúmeras possibilidades de manuseio, incluindo a explicação da sua utilização, e que garantam a participação na execução musical coletiva. Também serão disponibilizados materiais de apoio, como cintos (talabartes) de diversos tipos e tamanhos, apoio para pés, apoios para cabeça, placas emborrachadas, almofadas, plataformas móveis, bancadas, assim como, baquetas de vários tipos e tamanhos.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição (descrição do ambiente, autodescrição da equipe ministrante e descrição dos instrumentos musicais). Disponibilidade de instrumentos musicais adaptados e apropriados que garantam a segurança dos alunos, incluindo o uso de cartelas coloridas e/ou táteis, bem como, a explicação da sua utilização. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Se houver necessidade, previamente expressa, será contratado um monitor ou assistente de comunicação inclusiva conforme a especificidade de cada turma a ser trabalhada. É importante destacar que, nas instituições especializadas em educação especial, são raros os casos em que os alunos se comunicam por meio de LIBRAS. Explicação gestual sobre o manuseio dos instrumentos. Uso de instrumentos musicais específicos que garantam a participação pela vibração sonora como o cajon ou cajon de colo, tambores graves, ou outros tipos apoiados em plataformas de madeira.
O projeto TRA TUM DUM – 2ª Edição promove a democratização do acesso à cultura ao oferecer atividades gratuitas em diferentes circuitos programáticos, contemplando públicos de variadas faixas etárias, níveis de experiência e contextos sociais. A estrutura do festival foi pensada para ampliar significativamente o alcance territorial e social, garantindo oportunidades de participação a grupos historicamente pouco contemplados em eventos musicais da região. Vale frisar que toda a programação será interiramente gratuita.O Circuito Prático e o Circuito Workshop atendem jovens e adultos de 15 a 70 anos, músicos, percussionistas, estudantes e profissionais de música e artes, proporcionando formação musical e troca de conhecimentos em oficinas e workshops teóricos e práticos. O Circuito Escolar é voltado para estudantes do Ensino Fundamental da rede pública municipal, especialmente em escolas situadas em bairros periféricos, garantindo que crianças de diferentes regiões da cidade tenham contato direto com ritmos e instrumentos da cultura afro-brasileira.O Circuito de Acessibilidade oferece atividades adaptadas para educandos de instituições de educação especial, como APAEs, AMAs e Amor pra Down, além de pessoas abrigadas em lares e espaços de convivência social. Essas ações asseguram a participação de públicos com diferentes necessidades, promovendo inclusão social plena e a valorização de saberes e experiências culturais diversas.Além das ações presenciais, a divulgação do festival será realizada por meio de canais digitais, incluindo o site do Projeto Percussão Catarina, onde serão disponibilizadas a agenda completa, fotos e registros das atividades. Dessa forma, o público da cidade de Balneário Camboriú, da região do Vale do Itajaí e de outras localidades terá acesso remoto ao conteúdo do festival, garantindo ampliação do alcance, democratização da informação e permanência do material cultural para consulta e formação continuada.A combinação de atividades gratuitas, inclusivas, presenciais, bem como a divulgação online, incluindo o site Percussão Catarina, garante que o TRA TUM DUM contribua efetivamente para a formação de público, o fortalecimento da diversidade cultural e o acesso equitativo à cultura afro-brasileira em Santa Catarina.Medidas de Democratização de AcessoNo que se refere ao Art.41 da Instrução Normativa nº 29/2026, neste projeto serão adotadas os seguintes medidas de democratização do acesso:III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino. Meta 100%, pois todas as atividades serão gratuitas.Medidas de ampliação do acessoNo que se refere ao Art.42 da Instrução Normativa nº 29/2026, neste projeto serão adotadas os seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 41, caput, inciso III, desta Instrução Normativa, totalizando 20% (vinte por cento):- Meta 100%, pois todas as atividades serão gratuitas.- Todas as ações da presente proposta cultural são gratuitas. Ou seja: 100% de distribuição gratuita com caráter social ou educativo.II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes: - É importante ressaltar que todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente, incluindo escolas públicas municipais e instituições especializadas em educação especial. Estas unidades educacionais já se encontram em locais de fácil acesso e algumas delas possuem transporte próprio e gratuito para seus educandos.III - disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores.Ressalta-se novamente que, a presente proposta está totalmente configurada com uma grande contrapartida social e cultural, pois toda a programação será inteiramente gratuita.
Luciano da Silva Candemil, considerando sua experiência, será o responsável pela gestão do projeto, contemplando todos os encaminhamentos que envolvem o Ministério da Cultura. Além disso, conforme plano de trabalho e orçamento do projeto, e respeitando o limite máximo permitido ao proponente, será o curador e diretor geral do projeto. Luciano Candemil - Curador e Diretor Geral: atua como músico, percussionista, compositor, professor, pesquisador e produtor musical. Luciano Candemil é doutor em música pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Na Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI) tem as seguintes titulações: Especialização em Educação Musical, Licenciatura e Bacharelado em Música. Atua na música popular, em especial com os ritmos de matrizes africanas, participando de shows, gravações, elaboração e execução de projetos culturais, oficinas e workshops. Na área acadêmica tem trabalhos realizados em congressos nacionais e internacionais, bem como, artigos publicados nas principais revistas acadêmicas de música no Brasil (OPUS, ABEM, ORFEU). Em 2016 lançou o livro Didático Musical Percussão Catarina. Nos últimos anos teve diversos trabalhos culturais realizados por meio de editais de fomento cultural:LIC de Balneário Camboriú (2023, 2022, 2021, 2016, 2015, 2014), Lei Aldir Blanc (2021/2022) e Prêmio Elisabete Anderle (2022/2023). Maria Fernanda d'Ávila - Produção cultural e orientação pedagógica: atua com produção artística e cultural, artista visual. Tem experiência com curadoria de exposições de arte, arte gráfica de álbuns musicais, assessoria de comunicação e pedagógica de projetos culturais. Mestre em Educação na área da Educação Infantil, com graduação em Pedagogia (UNIVALI). Professora na Universidade do Vale do Itajaí das disciplinas de Fundamentos e Metodologia das Linguagens Artísticas, Jogos e Brincadeiras na Infância, Laboratório de Aprendizagem entre outras, contribuindo para a formação de professores, estudos e projetos de arte para a infância em escolas públicas e privadasLieza Neves - Produção Executiva: Jornalista e produtora cultural há mais de 15 anos, com experiência na elaboração e execução de eventos culturais, como a Feira do Livro de Brusque (2009 - 2017), a Feira Caravanserai (2012 - 2015) e a Mostra Jogral (2017). Na produção executiva de projetos - da escrita aos relatórios - aprovou pelo edital Elisabete Anderle da Fundação Catarinense de Cultura a Circulação do espetáculo “Linhas e Tramas” (2017), a Pesquisa e Publicação “Vozes e Memória: o que os antigos falavam” (2019) e na edição de 2022 os projetos “Edino menino e seu violino” e “Vozes e Memória - Museu virtual ”, “Sobre Romeu e Julieta” e “Percussão Catarina”. Em 2021 aprovou 8 propostas no edital da Lei Aldir Blanc de Santa Catarina e em 2020 foram 7 no edital da Lei Aldir Blanc de Brusque. Marcelo Fernández - Professor Assistente: Autodidata na percussão do ritmo afro uruguaio do Candombe participa de vários grupos em Uruguay onde realiza apresentações como percussionista mestre de bateria de Candombe. Artesão mestre na confecção de tambores de diversos ritmos e culturas. Cursa atualmente o Conservatório de música popular de Itajaí, “Carlinhos Niehues” no terceiro período. Em 2023 recebeu premiações pelos projetos apresentados na Lei Paulo Gustavo municipal, a cidade de Penha e o prêmio mérito á trajetória cultural pela Lei Paulo Gustavo estadual em Santa Catarina.Marcelo Almeida - Professor Assistente: atua como Mestre de Capoeira, percussionista em grupo performático de Boi de Mamão tanto na música como nos bonecos. Experiência de dois anos e meio em Nova York, ensinando Capoeira e fazendo shows de Cultura Brasileira. Mestre Bolha, como é conhecido na Capoeira tem uma sede em São Francisco do Sul, onde ensina Capoeira, Maculelê, percussão geral, toques de atabaque para terreiros. Mestre Bolha é diretor de arte na Escola de Samba Imperadores do Samba. Patrícia Constâncio - Professora Assistente: Pedagoga , Especialista em Educação Psicomotora, Mestre em Educação , Pesquisadora em leitura, Membro Catedra UNESCO de Leitura - representa estado de Santa Catarina. Integrante do Grupo Samba Reggae - ARALOKE / Penha. Integrante Escola de Samba Estrela do Mar / Navegantes. Aluna Conservatorio de Música 2026 / Itajaí.Marcio Rodrigo Souza e Silva - Design gráfico: Formado em Música/Percussão (UFSM-2003) e atua na pesquisa e realização de projetos de edição sonoros e visuais. Realiza gravações em home studio para composições musicais e locução. Fez a captação de voz e mixagem da audiodescrição do filme “Por onde você anda?” (2022), da revista em quadrinhos “Cura”, do filme documentário “Canto ao Mar”, de 5 vídeos do 3° FestiRua Online (2021), e do filme “Vento Solar” (2019). Fez a edição de imagens e sonorização do vídeo “Pequenos Estranhos”, que integrou a Maratona Virtual de Florianópolis em 2020. Thiago Furtado - Assessoria de imprensa: Jornalista formado pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Entre 2014 e 2015, assinou a coluna Varal Cultural, no Jornal O Combativo, com circulação nas cidades de Itapema, Bombinhas e Porto Belo, em que realizava entrevistas com artistas e produtores culturais, escrevia perfis de agentes de cultura, publicava crônicas e poemas. Possui trabalhos na área do jornalismo documental, com foco na preservação e valorização do patrimônio imaterial – sobretudo através do projeto Retratos de Porto Belo. Mariana De Castro Da Silva: Atua como fotógrafa desde 2021, com experiência em Ensaios Fotográficos, Fotografia de Shows/Eventos e Fotojornalismo, com suas fotografias publicadas em mais de 50 matérias. Experiência em voluntariado com cerca de três anos nas áreas de Produção Audiovisual, Marketing Digital e Social Mídia, na Instituição de apoio à criança e o adolescente, Instituto Sorrir. Atualmente cursa “Fotografia Como Negócio”, ministrado pela fotógrafa Isis Castro. No ano de 2023, participou de projetos culturais: PIC/FCC/SC e LIC de Balneário Camboriú.Observação sobre artistas convidados de outros estados:Alguns artistas a serem convidados para participação no TRA TUM DUM – Festival de Percussão Afro-Brasileira – 2ª Edição residem em outros estados e serão confirmados de acordo com disponibilidade de agenda e compromissos profissionais. Por essa razão, seus nomes específicos ainda não estão definidos neste momento. Todas as confirmações serão formalizadas antes do início do festival, respeitando o planejamento e garantindo a participação de profissionais qualificados, alinhados à proposta pedagógica e artística do evento.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.