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O projeto "Escola Culturas Populares" é um programa gratuito de formação cultural contínua para o desenvolvimento humano integral e a inclusão produtiva. Oferecendo 10 cursos artísticos em Navegantes, com módulos obrigatórios de cidadania, economia criativa, neurodiversidade e antirracismo, é destinado a infanto-juvenis (5-17 anos) e jovens adultos (18-29 anos) em vulnerabilidade social e neurodivergentes. Seu objetivo é capacitá-los para autonomia e renda, culminando em eventos anuais inclusivos e abertos à toda região.
O projeto é um programa educacional e cultural contínuo e inclusivo, atuando em Navegantes (Matriz. Ao longo de 24 meses, oferece anualmente um ciclo de formação em 10 modalidades artísticas e culturais, com aulas de 1h30 de duração (2x por semana), culminando em um evento de encerramento anual. O projeto visa o desenvolvimento humano integral, inclusão produtiva e capacitação para a economia criativa e solidária para infanto-juvenis (5 a 17 anos) e jovens adultos (18 a 29 anos), com prioridade a pessoas em vulnerabilidade social, inscritas no CadÚnico, residentes em comunidades periféricas e neurodivergentes. Os cursos incluem módulos de cidadania, ética, economia criativa e solidária, "Desvendando a neurodiversidade e como ser antirracista".Produtos Culturais Oferecidos:Cursos de Formação Cultural (10 Modalidades Anuais - em Navegantes):Ciclo contínuo de aulas (40 semanas/curso, 2x/semana, 1h30/aula, total 120h/curso), com metodologia participativa, lúdica e neuro-inclusiva. Inclui módulos obrigatórios de cidadania, ética, economia criativa e solidária, e "Desvendando a neurodiversidade e como ser antirracista", adaptados por faixa etária.Cursos ofertados: Capoeira, Percussão Latino-americana, Violão, Canto, Teatro, Papietagem, Massa Fria, Fibra de Bananeira, Musicalização Infantil e Videomaker.Público: Infanto-juvenis (5 a 17 anos) e Jovens Adultos (18 a 29 anos). Prioridade para vulnerabilidade social, CadÚnico, comunidades periféricas, neurodivergentes.Evento de Encerramento Anual (2 Edições):Um evento anual, em dezembro (2027 e 2028), em Navegantes. Cada evento de 6 horas é uma mostra artística e cultural com performances e exposições, interpretadas em LIBRAS e com recursos de acessibilidade para neurodivergentes, celebrando os talentos e a cultura popular inclusiva do Litoral Norte.
Objetivo GeralFomentar o desenvolvimento humano integral, a inclusão produtiva e a valorização das culturas populares em infanto-juvenis (6 a 17 anos) e jovens adultos (18 a 29 anos), com prioridade para pessoas em situação de vulnerabilidade social, inscritas no CadÚnico, residentes em comunidades periféricas e neurodivergentes, na unidade de Navegantes e municípios próximos no Litoral Norte de SC. Através de uma formação cultural continuada e neuro-inclusiva, o projeto visa mitigar a vulnerabilidade social e econômica, promovendo a cidadania, o acesso à economia criativa e solidária, a autonomia financeira e a qualificação profissional para 300 participantes diretos anualmente, totalizando 600 jovens capacitados ao final do biênio.Objetivos Específicos 1.Ofertar Formação Cultural Continuada Inclusiva: Realizar anualmente 14 cursos de formação artística e cultural, na unidade de Navegantes, com 40 semanas de aulas por curso (2 encontros semanais de 1h30 de duração cada). Serão atendidos 150 participantes diretos a cada edição anual, totalizando 300 jovens capacitados ao final do biênio, com a seguinte distribuição de cursos, todos em Navegantes:CapoeiraPercussão Latino-americanaViolãoCantoTeatroPapietagemMassa FriaFibra de BananeiraMusicalização InfantilVideomaker2.Integrar Módulos de Cidadania, Neurodiversidade e Economia Criativa e Solidária: Inserir transversalmente aos 10 cursos anuais módulos obrigatórios e adaptados de cidadania, ética, economia criativa e solidária, "Desvendando a neurodiversidade e como ser antirracista", por faixa etária, visando ao desenvolvimento do empreendedorismo cultural, à geração de renda, à empregabilidade e à autonomia financeira e social dos participantes, com um ambiente de aprendizado acolhedor e antidiscriminatório.3. Promover Evento de Encerramento Inclusivo: Realizar anualmente, em dezembro, um evento de encerramento com 6 horas de duração, na unidade de Navegantes, apresentando performances artísticas e exposições dos trabalhos dos alunos para uma audiência estimada de 300 pessoas. Cada evento contará com interpretação em LIBRAS, recursos de acessibilidade e uma abordagem que celebra a neurodiversidade, valorizando a cultura local e os talentos emergentes do Litoral Norte de SC.4. Qualificar a Infraestrutura de Ensino-Aprendizagem: Aprimorar as condições pedagógicas por meio da aquisição de 15 violões com capa, 15 estantes de partitura, 10 pandeiros, 04 alfaias, 04 zabumbas, 06 triângulos e 06 bongôs oferecendo melhores ferramentas para o aprendizado e a prática musical, artística e artesanal dos alunos.5. Fortalecer o Acesso Comunitário às Instalações do IESE: Consolidar o uso do laboratório de informática do IESE, aberto à comunidade para pesquisas, estudos e impressões, e estruturar nossa biblioteca comunitária para acesso público, complementando as ações educativas e de inclusão digital e cultural do projeto. A articulação com organizações locais será destacada para otimizar o atendimento à comunidade neurodivergente em Navegantes.6. Assegurar Divulgação Ampla e Acessível: Implementar, ao longo dos 24 meses do plano, um plano de comunicação e divulgação acessível e estratégico, utilizando redes sociais e imprensa local dos demais municípios da região, para informar sobre as atividades do projeto, atrair participantes e dar visibilidade contínua aos resultados e ao impacto transformador das culturas populares e da inclusão no Litoral Norte de SC.
Em uma região dinâmica como o Litoral Norte de SC, este programa emerge como um compromisso estratégico e de longo prazo com a memória viva, a inclusão social e o futuro socioeconômico de suas comunidades. Ao propor um percurso formativo contínuo e acessível durante 24 meses, com aulas na sede de Navegantes, o projeto visa não apenas resgatar e projetar as raízes culturais locais, mas também criar um ambiente genuinamente inclusivo para infanto-juvenis (5 a 17 anos) e jovens adultos (18 a 29 anos), especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade, inscritos no CadÚnico, residentes em comunidades periféricas e, de forma pioneira, neurodivergentes.O currículo expande significativamente o potencial de qualificação profissional, ao valorizar o patrimônio cultural material e imaterial da região. Esta oficina não só desenvolve habilidades artísticas e manuais, mas também abre portas para a conservação de bens culturais, um campo com demanda crescente e que gera oportunidades de renda e autonomia, alinhando-se diretamente ao Art. 1º, Inciso VI, da Lei nº 8.313/91, que trata da "preservação dos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro". As aulas de Percussão Latino-americana, por sua vez, aprofundam a imersão nas raízes rítmicas e culturais, ampliando o repertório e as possibilidades de profissionalização musical.O programa se faz crucial diante da lacuna de oportunidades de emprego criativo e formal, e da persistente barreira de acesso a ambientes de desenvolvimento cultural, tecnológico e educacional adaptados para populações vulneráveis. O IESE, através de sua estrutura (laboratório de informática e biblioteca comunitária em desenvolvimento), já oferece um ponto de acolhimento e desenvolvimento. A inclusão de módulos sobre "Desvendando a neurodiversidade e como ser antirracista", e a capacitação periódica de todos os nossos profissionais nesses temas, demonstra nosso compromisso em criar um espaço verdadeiramente equitativo e seguro para todos os participantes, alinhando-se aos princípios da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (Decreto Nº 12.686/2025). Este Decreto, em seu Art. 2º, incisos IV e V, destaca a diversidade humana como valor a ser reconhecido e promovido, e o combate ao capacitismo e à discriminação.A atuação continuada por dois anos garante a fixação do conhecimento e a construção de um legado duradouro na formação desses jovens, capacitando-os para atuar de forma protagonista na economia criativa e solidária. O projeto dialoga diretamente com demandas estruturais identificadas na região e com os princípios da Lei nº 8.313/91:Art. 1º, Inciso I: Contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, ao oferecer gratuitamente formação cultural continuada e neuro-inclusiva para jovens em vulnerabilidade, por um período estendido e em diversas localidades.Art. 1º, Inciso II: Promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, através do foco nas culturas populares do Litoral Norte de SC e na capacitação contínua de talentos da região.Art. 1º, Incisos IV e V: Protegendo as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e salvaguardando a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver, ao resgatar e transmitir saberes dos mestres e das culturas populares de forma sistemática e prolongada.Art. 1º, Inciso VI: Aprimorado pela inclusão de Escultura, que visa a preservação do patrimônio cultural material e imaterial, bem como a formação de mão de obra qualificada para este setor.Art. 1º, Inciso VIII: Estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, pela transmissão intergeracional de conhecimentos e pela sustentação de um espaço de formação cultural por um período significativo.Adicionalmente, a proposta atende aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, mais notadamente o Inciso I, alínea "c": "Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos." O IESE, como ONG, oferece esta formação essencial para a qualificação de crianças, adolescentes e jovens adultos, com foco em inclusão produtiva e economia criativa, garantindo a continuidade dessas ações por um biênio. A aquisição de instrumentos musicais (incluindo violões, estantes de partitura, teclados, pandeiros, alfaias, zabumbas, triângulos e bongôs) e equipamentos para escultura (mini retíficas), o fornecimento de uniformes e o subsídio ao combustível para o transporte visam superar as barreiras de acesso e permanência, potencializando os resultados educativos e sociais em toda a área de abrangência do projeto. A relevância do projeto para o desenvolvimento local e a necessidade do uso de recursos públicos incentivados residem na capacidade de transformar vidas por meio da cultura, gerando autonomia, renda e senso de pertencimento em uma região que demanda investimentos contínuos em educação e desenvolvimento social para seus jovens, potencializando os resultados com uma atuação prolongada e inclusiva.
Este Plano Bianual representa a materialização do diferencial estratégico do IESE Instituto Ecovida, que reside na sua capacidade de Articulação inteligente entre Políticas Públicas (Governo) e Iniciativa Privada (Empresas), para gerar impacto social real e mensurável. Não somos apenas assistencialistas; atuamos como facilitadores de transformação, conectando recursos e necessidades para fomentar a autonomia e a renda. Nosso ambiente é projetado para ser neuro-inclusivo e livre de discriminação, com todos os profissionais passando por capacitação periódica em neurodiversidade e educação antirracista.Visão Sistêmica e Articulação de Ecossistemas Locais: O IESE não concebe este projeto como uma iniciativa isolada, mas como um pilar fundamental na construção de um ecossistema cultural e produtivo mais robusto no Litoral Norte de SC. Nossa atuação vai além da sala de aula, buscando ativamente a articulação com secretarias municipais de educação e cultura, associações de bairro, comércio local e, especialmente, com organizações locais, para otimizar a inclusão de neurodivergentes no município de Navegantes e nas demais cidades de atuação.Potencialização da Inclusão Produtiva e Geração de Renda: A inclusão produtiva é estrategicamente desenhada para ir além da formação técnica. Os módulos de economia criativa e solidária buscam despertar o espírito empreendedor, incentivando a criação de cooperativas, microempresas culturais ou a inserção em cadeias produtivas existentes, transformando aprendizado em oportunidades concretas de renda. A introdução de técnicas de escultura e restauração oferece novas e valiosas qualificações que podem ser aplicadas na preservação do patrimônio local e na criação de produtos artísticos únicos.Aproveitamento de Infraestrutura Existente e em Desenvolvimento: O projeto se beneficia da infraestrutura do IESE em Navegantes, incluindo o laboratório de informática aberto à comunidade e a biblioteca comunitária. Estes recursos demonstram a capacidade do IESE de maximizar o impacto do investimento, utilizando e expandindo ativos existentes para benefício coletivo e inclusivo.Engajamento Comunitário e Mapeamento de Necessidades: O caráter itinerante do projeto para eventos e a atuação na sede de Navegantes respondem diretamente às necessidades das comunidades periféricas. Através de diálogo constante com líderes comunitários, associações de moradores e escolas, realizamos um mapeamento contínuo das demandas e talentos locais, garantindo que o projeto seja uma solução construída com e para a comunidade.Legado e Multiplicadores de Conhecimento: A duração bianual do projeto visa à formação de multiplicadores de conhecimento e à construção de um legado duradouro. Os jovens capacitados terão não só habilidades para seu próprio desenvolvimento, mas também a capacidade de influenciar positivamente seus pares e comunidades, perpetuando o ciclo de aprendizado, valorização das culturas populares e promoção da inclusão. A atuação dos estagiários de pedagogia reforça esse ciclo de formação e multiplicação de boas práticas.
Para cada curso e os eventos de encerramento anuais, as especificações técnicas, válidas para cada ano do Plano Bianual, e considerando a atuação itinerante e neuro-inclusiva, são:Cursos de Formação Cultural:Projeto Pedagógico Geral: A metodologia participativa, lúdica e integradora, desenvolvida pela Coordenadora Pedagógica e embasada em capacitações contínuas em neurodiversidade e educação antirracista, estrutura cada curso para 40 semanas de encontros (Fevereiro a Novembro). Cada curso terá duas aulas semanais de 1h30 de duração cada, totalizando 3 horas semanais por curso e 120 horas anuais. O público-alvo são Infanto-juvenis (5 a 17 anos) e Jovens Adultos (18 a 29 anos), residentes em comunidades periféricas de Navegantes e região. A seleção será por chamamento público local, com prioridade para pessoas em vulnerabilidade social, inscritas no CadÚnico e neurodivergentes (em parceria com organizações locais). O material didático será desenvolvido internamente, incluindo adaptações para neurodivergentes e o módulo "Desvendando a neurodiversidade e como ser antirracista".Capoeira (a partir de 5 anos): Infanto-juvenis: Movimentos básicos, musicalidade, cantigas, rodas lúdicas. Jovens Adultos: Aprofunda movimentos, técnicas de instrumentos da roda, cantos e improvisação. Ambos: história como expressão afro-brasileira, cidadania, e papel social/profissional. Adaptações para diferentes estilos de aprendizado.Teatro (a partir de 8 anos): Infanto-juvenis: Jogos, improvisação, expressão corporal/vocal, criação de personagens. Jovens Adultos: Técnicas avançadas de atuação, dramaturgia, direção cênica e produção teatral. Ambos: foco em empreendedorismo cultural e desenvolvimento de projetos, ética e diversidade cultural, com metodologias adaptadas para neurodivergentes.Música – Percussão Latino-americana (a partir de 8 anos): Imersão no universo rítmico latino-americano, instrumentos e culturas populares. Infanto-juvenis: Ritmos básicos (samba, maracatu, ritmos latinos), manuseio de instrumentos de percussão (pandeiro, alfaia, sabumba, triângulo, bongô). Jovens Adultos: Ritmos complexos, polirritmia, arranjos, improvisação, técnicas de construção/manutenção de instrumentos. Atuação profissional (músico, oficineiro, produtor) na economia criativa. Adaptações sensoriais e cognitivas para neurodivergentes.Música – Violão (a partir de 12 anos): Postura, afinação, acordes básicos, ritmos simples, repertório popular. Jovens Adultos: Acordes avançados, leitura (partitura/cifra), dedilhado, improvisação, teoria musical. Profissionalização (músico, professor, empreendedor), gerando renda na economia criativa, direitos autorais.Música – Canto (a partir de 12 anos): Respiração diafragmática, aquecimento vocal, afinação, projeção. Jovens Adultos: Técnica vocal avançada, interpretação, higiene vocal. Preparação para performances/gravações. Atuação profissional (cantor, professor, produtor vocal) com foco em gestão de carreira e produção independente na economia criativa.Música – Musicalização Infantil (5-9 anos): Foco em ludicidade, ritmo, melodia, movimento e percepção sonora para crianças mais novas. Desenvolvimento de habilidades motoras finas e coordenação. Atividades projetadas para engajar diferentes perfis neurodivergentes, estimulando a expressão e a socialização.Artes Plásticas – Papietagem (Oficina de brinquedos para as crianças de 05 - 10 anos): Técnicas básicas de massa de papel machê, moldagem e pintura com foco na expressão criativa livre.Artesanato – Massa Fria (a partir de 5 anos para infanto-juvenis e acima de 60 para adultos): Preparo de massa fria, modelagem de pequenos objetos. Jovens Adultos: Modelagem avançada, coleções temáticas, design autoral. Empreendedorismo e geração de renda com artesanato exclusivo, economia solidária/colaborativa. Adultos (acima de 60): Caráter intergeracional, resgate de saberes, troca de experiências, inclusão social e valorização da memória afetiva.Artes Plásticas – Fibra de Bananeira (infanto-juvenil e jovem adulto): Coleta/tratamento sustentável da fibra. Técnicas básicas de trançado. Jovens Adultos: Técnicas avançadas, design de produtos inovadores. Empreendedorismo com produtos ecológicos, gerando renda sustentável na economia criativa.Videomaker – Captação, Roteiro e Edição de Imagem (a partir de 14 anos): Manuseio de câmeras, conceitos de enquadramento, luz e som. Jovens Adultos: Técnicas avançadas de gravação, roteiro para documentários/ficção/publicidade, pós-produção. Atuação como freelancer, produtor de conteúdo digital na economia criativa, com foco em documentar as culturas populares e criar conteúdo acessível.Eventos de Encerramento Anuais (2 edições):Natureza: Festival de apresentações artísticas e exposições de trabalhos dos alunos.Duração: 6 horas em dezembro de cada ano do plano.Local: Unidade do IESE no município de Navegantes, com atenção à acessibilidade e à logística da itinerância e acessibilidade para neurodivergentes.Recursos: Sonorização, iluminação, palco, equipe de apoio, intérprete de LIBRAS, elementos de divulgação visual e estrutura de acolhimento para neurodivergentes.
O Plano Bianual "Escola Culturas Populares Inclusivas" incorporará medidas de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis de forma contínua ao longo dos 24 meses, conforme o Art. 38 da IN MINC Nº 29/2026 e o Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, bem como os princípios da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (Decreto Nº 12.686/2025). Estas medidas serão aplicadas na sede em Navegantes priorizando pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e neurodivergentes.I - Aspecto Arquitetônico:A sede possui infraestrutura acessível (rampas, sanitários adaptados, sinalização tátil/visual), garantindo o acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas. Quaisquer espaços utilizados pelo IESE serão mantidos ou adaptados para atender a esses requisitos por toda a duração do plano.Implementação de ambientes sensoriais amigáveis em espaços de aula e eventos, com iluminação controlada e áreas de descompressão, considerando as necessidades de pessoas neurodivergentes, em articulação com organizações locais que atuam com este público.II - Aspecto Comunicacional e de Conteúdo:Os eventos de encerramento anuais, contarão com interpretação em LIBRAS, garantindo a participação plena da comunidade surda em todas as edições e localidades.O curso de Videomaker será incentivado a produzir conteúdo acessível, como vídeos com legendas para surdos e ensurdecidos e, quando pertinente, audiodescrição, capacitando os próprios alunos na produção de mídia inclusiva.A metodologia pedagógica dos 14 cursos será pautada na "Linguagem Simples" (Art. 38, II da IN MINC Nº 29/2026 c/c ANEXO III, XXIII da IN MINC Nº 29/2026) e o DUA - Desenho Universal de Aprendizagem alinhada à Lei nº 13.146/15 (Lei Brasileira de Inclusão), devidamente adaptada às faixas etárias e necessidades cognitivas dos participantes, com foco especial na comunicação clara para neurodivergentes.Serão desenvolvidos, quando aplicável nas oficinas de artesanato e exposições anuais, recursos táteis e objetos multissensoriais, visando a inclusão de pessoas com deficiência visual.Os módulos de "Desvendando a neurodiversidade e como ser antirracista" serão integrados a todos os cursos, promovendo a conscientização e um ambiente de respeito e equidade.Todos os profissionais do IESE passarão por capacitação periódica em neurodiversidade e educação antirracista para garantir um atendimento acolhedor e qualificado.III - Aspecto de Comunicação e Divulgação Acessíveis:Todo o material de divulgação produzido ao longo dos dois anos incluirá informações claras sobre as medidas de acessibilidade oferecidas no projeto.As publicações em redes sociais e no site do IESE seguirão diretrizes de acessibilidade digital (descrições de imagens, texto alternativo, contrastes adequados) para todas as ações do Plano Bianual, alcançando os municípios da região.
O programa garantirá 100% de distribuição gratuita para todas as vagas dos 10 cursos oferecidos para infanto-juvenis (5 a 17 anos) e jovens adultos (18 a 29 anos) residentes em comunidades periféricas do município de Navegantes e região, com prioridade para aqueles em situação de vulnerabilidade social, inscritos no CadÚnico e neurodivergentes, em cada ano do Plano Bianual. Os eventos de encerramento anuais serão totalmente gratuitos e abertos à comunidade dos municípios atendidos, visando a dar visibilidade aos trabalhos desenvolvidos e fortalecer os laços comunitários em todas as edições, com foco na celebração da diversidade e inclusão.Em complemento às medidas de democratização, o projeto adotará diversas ações de ampliação do acesso, que são o pilar de sua atuação contínua e inclusiva:1. Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas: Toda a estrutura de 10 cursos de formação se enquadra diretamente nesta medida, sendo o próprio projeto uma ação continuada de capacitação e formação oferecida gratuitamente por dois anos em Navegantes.2. Realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores: Os públicos-alvo infanto-juvenil e jovem adulto do projeto, em situação de vulnerabilidade e neurodivergentes, atendem diretamente a esta medida anualmente.3. Oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis: Os módulos obrigatórios de economia criativa e solidária, incluindo "Desvendando a neurodiversidade e como ser antirracista", integrados aos cursos e repetidos a cada ano, visam diretamente à qualificação técnica e à inclusão produtiva dos jovens, preparando-os de forma duradoura para o mercado de trabalho cultural e empreendedorismo.4. Fornecimento de Uniformes: A distribuição anual de camisas para os estudantes (300 unidades/ano) e uniformes para professores/colaboradores (50 unidades/ano) fomenta o senso de pertencimento, a identificação com o projeto e a redução de custos para as famílias dos beneficiários, removendo um potencial obstáculo à participação e permanência nos municípios de atuação.5. Programa de Estágio e Monitoria Inclusiva: O projeto contará com estagiários oriundos de cursos de pedagogia de universidades parceiras na região. Estes estagiários atuarão na monitoria das crianças e no suporte das operações do IESE em Navegantes, promovendo uma experiência prática de formação e contribuindo para a criação de um ambiente de aprendizado ainda mais rico e inclusivo, especialmente no apoio aos alunos neurodivergentes.
Equipe Principal• Amanda Theo (Direção geral) - produtora cultural, parecerista e gestora com mais de duas décadas de atuação no campo das artes e das políticas públicas. Com DRT profissional e registro na Ancine, construiu trajetória sólida na produção executiva, formação cultural e articulação de redes voltadas à economia solidária e à cultura viva comunitária. É CEO do IESE Instituto Educacional Sociocultural Ecovida, diretora da Caburé Produções e do Cine Bacurau, e cofundadora da Arruda Consultoria, empreendimentos que integram cultura, educação, sustentabilidade e inovação social. Especialista em Rede Cultura Viva e Economia Solidária, é parecerista credenciada nacionalmente e avaliadora do Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (SICAB), do Governo Federal. Atualmente, coordena o Pontão Nacional IESE Conecta, projeto que fortalece os Pontos de Cultura em todo o país, promovendo formação, incidência política e integração em rede. Sua experiência abrange 22 anos de produção nas áreas de artes cênicas, audiovisual e formação sociocultural, com atuação em diversos estados, incluindo Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo e Santa Catarina, articulando projetos, festivais e processos participativos com coletivos, prefeituras e fundações. Com formação em Administração e especializações em Gestão Pública e Gestão Escolar, alia sensibilidade artística e capacidade técnica, desenvolvendo metodologias voltadas à democratização do acesso à cultura e ao fortalecimento de comunidades criativas.• Bárbara Kristensen (Coordenadora Pedagógica) - é mestra em Educação pelo Instituto Federal Catarinense e educadora com trajetória voltada à formação de professores, práticas inclusivas e metodologias ativas. Possui especialização em Metodologia do Ensino da Música e em Educação, com foco no protagonismo estudantil e nas inovações pedagógicas. Foi professora de Língua Portuguesa por mais de 15 anos, coordenadora da Central de Redação e do Clube de Leitura e Escrita do Colégio Unificado, e desenvolve pesquisas sobre políticas educacionais inclusivas e processos de aprendizagem mediados pela cultura. Atua desde 2024 como coordenadora do grupo de boi de mamão “Lá vem o boi”, de Navegantes. Sua atuação pedagógica articula educação e arte como práticas de emancipação social. Como assessora em cultura do CIM-AMFRI, desde 2021, acompanha a implementação de políticas públicas como a Lei Paulo Gustavo e a Política Nacional Aldir Blanc, promovendo a capacitação de gestores e agentes culturais. Ministra oficinas de formação cultural em diversos municípios da AMFRI e coordena processos formativos voltados à escrita de projetos, mediação cultural e educação patrimonial. Paralelamente, Bárbara atua como produtora cultural, percussionista e pesquisadora das tradições afro-brasileiras, coordenando o espaço Ecos de Santo Amaro, em Navegantes, referência em cultura popular e formação cidadã. É coautora do livro Capoeira Afinada e integra projetos musicais como o Coletivo Ayomide, e Coletivo Musical Ecos de Santo Amaro, que unem arte, ancestralidade e educação.• Secretária (a contratar): Profissional responsável pelo suporte administrativo geral do projeto, organização de documentos e atendimento.• Mestre Latino (Professor de Capoeira e Berimbau): Mestre de Capoeira e da Cultura Popular de Navegantes, educador, músico e produtor cultural. Atuará na condução das aulas de Capoeira e Berimbau, adaptando a metodologia para garantir a inclusão de todos os perfis de alunos.• Marcelo Fernández (Professor de Percussão Latino-americana): Percussionista, músico, oficineiro e artesão. Conduzirá as aulas de Percussão Latino-americana, transmitindo técnicas e saberes das culturas populares com sensibilidade e didática.• Teodoro (Professor de Papietagem): Multiartista e produtor cultural, Mestre da Cultura Popular de Penha. Responsável pelas oficinas d promovendo a criatividade e a expressão artística.• Professores de Teatro, Violão, Canto, Massa Fria, Fibra de Bananeira, Musicalização Infantil e Videomaker: Profissionais qualificados e com experiência em suas respectivas áreas, comprometidos com a metodologia inclusiva do IESE e com a capacitação periódica em neurodiversidade e educação antirracista.• Psicóloga (a contratar): Profissional com experiência em psicologia educacional e neurodiversidade, atuará no acompanhamento e suporte psicossocial dos participantes, garantindo um ambiente de aprendizado saudável e o bem-estar de todos.• Estagiários de Pedagogia (de universidades parceiras): Atuarão na monitoria das crianças e no suporte geral às operações do IESE, contribuindo para a experiência de aprendizado dos alunos e sua própria formação profissional em um contexto de educação inclusiva.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.