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PRONAC 261747Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A VACA LELÉ

ARTE COM QUATRO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 462,0 mil
Aprovado
R$ 462,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-06-01
Término
2027-01-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O projeto propõe a circulação do espetáculo teatral infantojuvenil "A Vaca Lelé", musical inspirado no texto de Ronaldo Ciambroni, que conta a história da vaquinha Matilde e sua jornada em busca do sonho de voar. A montagem aborda temas como liberdade, amizade, diversidade e cultura da não violência por meio de linguagem lúdica e musical. A proposta prevê a realização de apresentações teatrais com ingressos a preços populatres e sessões voltadas para estudantes, ampliando o acesso de crianças e famílias ao teatro e incentivando a formação de plateia.

Sinopse

O espetáculo discute o ideal de todo homem - a realização de seus sonhos - contando a estória de Matilde, uma vaquinha que sonha em ter asas e voar para conhecer outros lugares. Cada personagem em cena apresenta à vaquinha Matilde um novo sentimento e uma nova experiência. Para transpor os temas levantados pelo texto de Ronaldo Ciambroni e pelas letras da trilha sonora original de André Rangel para o palco, o Coletivo4 traz um elenco pronto para viverem no palco: a vaquinha Matilde, a Mosca, a Cigarra, o Vaga-Lume, o Pardal, a Galinha, o Touro e o Espantalho. A abordagem utiliza a jornada de Matilde, uma vaquinha chamada de ‘lelé’ porque sonha em voar, para falar metaforicamente do aprendizado de uma criança ao descobrir sentimentos como o medo, a felicidade e a amizade. Matilde é uma vaquinha que veio de longe e adora conviver com um espantalho esquecido no meio da seca e todos os estranhos e interessantes bichos que aparecem lhe revelando novas emoções e o mais primordial dos sentimentos: ter a liberdade pra fazer seu próprio destino. Classificação etária livre.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a circulação do espetáculo teatral infantojuvenil "A Vaca Lelé" na cidade de Salvador (BA), ampliando o acesso de crianças, famílias e estudantes ao teatro musical infantojuvenil, por meio de apresentações que abordam de forma lúdica temas como liberdade, amizade, diversidade e cultura da não violência, contribuindo para a formação de público e para a valorização das artes cênicas brasileiras.Objetivos EspecíficosRealizar 32 apresentações do espetáculo teatral infantojuvenil "A Vaca Lelé" em teatros e espaços culturais adequados, garantindo acesso do público infantil e familiar às artes cênicas.Promover sessões voltadas para estudantes, especialmente de escolas públicas, estimulando o contato de crianças e jovens com o teatro e ampliando as ações de formação de plateia.Estimular a reflexão sobre valores como respeito às diferenças, convivência, amizade e liberdade, por meio da narrativa e da linguagem artística do espetáculo.Fortalecer a produção teatral voltada ao público infantojuvenil em Salvador (BA), contribuindo para a diversidade da oferta cultural e para a valorização da dramaturgia brasileira.Gerar oportunidades de trabalho e renda para artistas, técnicos e profissionais da cadeia produtiva das artes cênicas, durante as etapas de montagem, produção e realização das apresentações.Incentivar o acesso de novos públicos ao teatro por meio de políticas de democratização do acesso, incluindo distribuição de ingressos gratuitos ou a preços populares.Ampliar o alcance do espetáculo por meio de estratégias de divulgação e comunicação, promovendo o contato do público com a produção cultural local.

Justificativa

Destaque a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste, apresentando em quais incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto se enquadra, bem como quais objetivos do Art. 3º da referida norma serão alcançados. Pergunta-chave: POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? (máximo 8.000 caracteres)O projeto se enquadra nos Incisos I, II, III, IV, V, VII, VIII e IX do Art. 1º da Lei nº 8.313/91. Assim como atingem os objetivos do Art. 3º da mesma Lei nos incisos II c) realização de espetáculos de artes cênicas, de música; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;O projeto propõe a circulação do espetáculo teatral infantojuvenil "A VACA LELÉ", que aborda, de forma lúdica e poética, temas como liberdade, amizade, respeito às diferenças e cultura da não violência. Voltado ao público infantil e familiar, o espetáculo utiliza música, interpretação e elementos visuais para estimular a imaginação e promover reflexões sobre convivência, empatia e diversidade, contribuindo para a formação cultural de crianças e jovens.A produção cultural voltada ao público infantojuvenil possui grande relevância social e educativa, especialmente em um contexto em que muitas crianças têm contato predominante com conteúdos audiovisuais digitais. O teatro, por sua natureza presencial e coletiva, oferece uma experiência estética e sensorial que estimula a criatividade, o pensamento crítico e o desenvolvimento da sensibilidade artística. Nesse sentido, iniciativas que ampliem o acesso ao teatro para crianças e estudantes contribuem diretamente para a formação de novas plateias e para o fortalecimento da cultura brasileira.Apesar de sua importância cultural e social, projetos teatrais enfrentam desafios significativos de financiamento. A manutenção de equipes artísticas e técnicas, cenografia, figurinos, trilha sonora, iluminação, além dos custos de circulação e realização de apresentações, exige investimentos que muitas vezes não podem ser integralmente cobertos pela bilheteria. Esse cenário torna fundamental o uso de mecanismos de incentivo à cultura que viabilizem a realização e a ampliação do acesso a esse tipo de produção.Ao possibilitar a circulação do espetáculo "A VACA LELÉ", o projeto contribuirá para ampliar o acesso ao teatro, estimular a formação cultural de crianças e jovens e fortalecer o setor das artes cênicas. Dessa forma, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura se justifica não apenas como mecanismo de financiamento, mas como instrumento de política pública voltado à promoção do acesso à cultura, à valorização da produção artística e ao desenvolvimento cultural da sociedade.

Estratégia de execução

Feito em parceria com a Cia. Baiana de Patifaria e o Coletivo 4, numa época em que boa parte dos produtos midiáticos produzidos para o universo infantojuvenil é muito violento ou sexualizado, “A VACA LELÉ” vem com uma proposta exatamente oposta: trata de temas como a liberdade e a cultura da não violência, divertindo, mas também proporcionando e estimulando a reflexão sobre os perigos da intolerância com o que é diferente ou desconhecido. Cada personagem em cena apresenta à vaquinha Matilde um novo sentimento e uma nova experiência.O Coletivo4 é um grupo de artistas de diversas linguagens que se revezam na criação, experimentando música, coreografia, produção, trabalhos manuais, direção e o próprio trabalho do ator, cantor e bailarino. Com 38 anos nos palcos, a Cia Baiana de Patifaria tem um repertório de 8 montagens e um trabalho voltado a pesquisar vários gêneros teatrais. Quando estreou, em 2001, A Vaca Lelé, levou mais de 30.000 pessoas aos teatros onde foi apresentado. Agora juntos, o Coletivo4 e a Cia Baiana de Patifaria, trazem a remontagem deste sucesso que promete encantar o público.

Especificação técnica

O espetáculo “A Vaca Lelé” é um teatro musical infantil com duração aproximada de 50 minutos e classificação indicativa livre, voltado ao público infantil e familiar. A encenação utiliza música base gravada com interpretação vocal ao vivo, permitindo dinamismo cênico e maior interação entre elenco e plateia. O espetáculo é conduzido por quatro atores em cena que interpretam diferentes personagens ao longo da narrativa. A equipe técnica de apoio é composta por profissionais responsáveis pela operação de luz, operação de som e microfones, além de contrarregra, garantindo o funcionamento técnico da montagem durante as apresentações.A cenografia é inspirada no ambiente rural brasileiro, representando uma área externa de fazenda delimitada por cercas e elementos que remetem ao interior do país. O espaço cênico serve de base para apresentar a história de Matilde, a vaquinha protagonista. A concepção cenográfica privilegia elementos versáteis, que permitem fácil montagem, circulação dos atores e adaptação a diferentes palcos ou espaços culturais, mantendo sempre a atmosfera lúdica e visualmente reconhecível do universo rural.A iluminação cênica acompanha o desenvolvimento temporal da narrativa, que se inicia ao nascer do sol e segue até a madrugada. Para construir essa ambientação são utilizados efeitos de luz que representam diferentes momentos do dia, como amanhecer, dia claro, entardecer, pôr do sol, noite e madrugada. O desenho de luz conta com aproximadamente 12 canais, incluindo luz geral de dia, luz geral de noite, iluminação de cenografia, duas linhas de contraluz e focos específicos destinados a personagens e elementos cênicos. A operação requer mesa de iluminação programável com capacidade mínima de 60 memórias, permitindo a transição fluida entre as atmosferas visuais da encenação.A trilha sonora e os efeitos sonoros contribuem para a ambientação narrativa e para o ritmo do espetáculo, sendo operados por sistema de sonorização adequado ao espaço de apresentação. O operador de som é responsável pela reprodução das bases musicais, controle de microfones e execução dos efeitos sonoros.No campo da comunicação e materiais gráficos, o projeto prevê a produção de cartaz de divulgação, programa do espetáculo (em formato impresso ou digital), peças gráficas para redes sociais e materiais digitais de divulgação. Também poderá ser desenvolvido um teaser ou registro audiovisual promocional para circulação em plataformas digitais, ampliando o alcance da divulgação do espetáculo.O projeto contempla ainda registro audiovisual das apresentações, incluindo documentação fotográfica e captação em vídeo para fins de memória, divulgação e prestação de contas. Esse material também contribui para o registro histórico da produção e para a difusão do espetáculo em canais digitais e institucionais.Em relação à acessibilidade cultural, o projeto prevê a presença de intérprete de Libras e recursos de audiodescrição em parte das apresentações, permitindo que pessoas com deficiência auditiva ou visual possam acompanhar o espetáculo. Nas redes sociais e materiais digitais serão utilizadas descrições de imagem com a hashtag #PraCegoVer, ampliando o acesso às informações visuais. O projeto também prevê a presença de monitores de apoio para atendimento ao público, além de medidas sensoriais como disponibilização de fones de ouvido quando necessário. Sempre que possível, as apresentações serão realizadas em espaços que possuam acessibilidade arquitetônica, garantindo condições adequadas de circulação e permanência para todos os públicos.

Acessibilidade

O projeto prevê a adoção de medidas de acessibilidade arquitetônica e de conteúdo, com o objetivo de garantir que pessoas com deficiência possam acessar, compreender e usufruir plenamente das apresentações do espetáculo “A VACA LELÉ”, promovendo inclusão e ampliando o acesso à experiência cultural.Acessibilidade Arquitetônica: As atividades serão realizadas, preferencialmente, em espaços culturais que já possuam condições adequadas de acessibilidade física, garantindo a circulação e a permanência segura de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Entre os recursos considerados estão rampas de acesso, banheiros adaptados, corrimãos, áreas reservadas para cadeirantes e acompanhantes, além de rotas de circulação seguras e sinalizadas, assegurando maior autonomia e conforto ao público.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: O projeto prevê a disponibilização de audiodescrição em, no mínimo, 8 apresentações, permitindo que pessoas com deficiência visual acompanhem integralmente os elementos visuais do espetáculo, como ações cênicas, cenários, figurinos e movimentação dos personagens. Os materiais de divulgação nas redes sociais utilizarão a hashtag #PraCegoVer, acompanhada de descrições objetivas das imagens publicadas. Esse recurso permite que leitores de tela interpretem o conteúdo visual, garantindo que pessoas com deficiência visual compreendam as imagens e informações divulgadas pelo projeto.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva: Será garantida a presença de intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em, no mínimo, 8 apresentações, possibilitando que pessoas surdas ou com deficiência auditiva acompanhem plenamente a narrativa e os diálogos do espetáculo.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Intelectual: Durante as apresentações, monitores treinados estarão disponíveis para acolher e auxiliar pessoas com deficiência intelectual, contribuindo para uma experiência cultural mais acessível e confortável. Quando necessário, poderão ser disponibilizados fones de ouvido para reduzir estímulos sonoros intensos, favorecendo a compreensão e o bem-estar do público.Com essas medidas, o projeto busca garantir condições adequadas de participação e fruição cultural para diferentes públicos, reafirmando o compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a promoção de práticas inclusivas no campo das artes cênicas.

Democratização do acesso

O projeto prevê estratégias voltadas à ampliação do acesso do público ao espetáculo “A VACA LELÉ”, priorizando ações que favoreçam a participação de crianças, estudantes e famílias, contribuindo para a formação de plateia e para a democratização do acesso ao teatro.A política de acesso será estruturada a partir de diferentes modalidades de distribuição e comercialização de ingressos. Parte das apresentações contará com ingressos a preços populares, com cotas gratuitas para estudantes da rede pública, divulgação, parceiros e patrocinadores, possibilitando que públicos diversos tenham acesso ao espetáculo. Também serão realizadas sessões direcionadas a estudantes, especialmente de escolas públicas, mediante articulação com instituições de ensino e organizações sociais, ampliando o contato de crianças e jovens com as artes cênicas.Como forma de ampliar o alcance do projeto e estimular a aproximação do público com o processo artístico, poderão ser realizadas atividades complementares, como encontros com o elenco após algumas apresentações, proporcionando um momento de diálogo entre artistas e público, especialmente com estudantes.O projeto também utilizará plataformas digitais e redes sociais para divulgação e compartilhamento de conteúdos relacionados ao espetáculo, incluindo registros audiovisuais, bastidores e materiais informativos, ampliando o acesso às informações e aproximando novos públicos da produção cultural.Essas ações buscam garantir que o espetáculo alcance públicos diversos, promovendo o acesso à cultura, incentivando a formação de plateia e fortalecendo o papel do teatro como ferramenta de educação, reflexão e convivência social.

Ficha técnica

Alexandre Moreira – Coordenador Ator, iluminador, produtor cultural e integrante do Coletivo4. Atuou em espetáculos como “Romeu e Julieta não se amam mais”, “Álbum de Família”, “Preciosas Ridículas”, “E o Lobo, é Mau?”, “João do Pé de Feijão”, “Na Coxia – O Musical”, “Egotrip – Ser ou não ser? Eis a comédia!” e “Como se Fosse Um Crime”. Durante quatro anos integrou a Cia Baiana de Patifaria, participando de “A Bofetada” e “Siricotico – Uma Comédia do Balacobaco”. Entre seus trabalhos mais recentes estão “Quem Vai é o Coelho”, “Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia”, “A Última Virgem” e “Circuito Jorge Amado – A Cidade da Bahia é Nossa”. Também desenvolve atividades no audiovisual, com filmagem e edição de materiais formativos. Atua ainda como professor em oficinas de teatro, iluminação e cenário, sendo um dos coordenadores técnicos do Coletivo4.Marília de Sá – Produção Executiva Atriz, cantora, dançarina, publicitária e produtora cultural. É coordenadora de produção do Coletivo4 e já liderou equipes em projetos como a Ópera Lídia de Oxum, o espetáculo Império de Amor (canonização de Irmã Dulce) e “Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia”. Atuou também em montagens como “Quem vai é o Coelho”, “Na Coxia – O Musical” e “João do Pé de Feijão”. Trabalhou na produção local de espetáculos como “Minha Mãe é uma Peça”, de Paulo Gustavo, e “Minha Vida em Marte”, de Mônica Martelli. Nos últimos anos coordenou a produção artística do Prêmio Braskem de Teatro e participou de projetos de formação artística em parceria com instituições públicas e privadas. Também assinou a produção executiva do espetáculo “O Balé que você não vê”, do Balé Folclórico da Bahia, e a direção artística do Festival do Orgulho da Largo, em Maracás.Fernanda Paquelet – Direção Atriz, diretora, professora e produtora cultural. Graduada em Interpretação Teatral pela Escola de Teatro da UFBA, possui mestrado pelo PPGAC e doutorado pelo NPGA da mesma universidade. Como atriz, participou de espetáculos como “Noviças Rebeldes” e “Estrelas do Orinoco”, trabalho que lhe rendeu o Prêmio Braskem de melhor atriz em 2006. No cinema, atuou em produções como “Pau Brasil”, “Jardim das Folhas Sagradas” e “Frutos da Lua”. Como diretora, realizou montagens como “A Vaca Lelé”, indicada ao Prêmio Braskem, “Capitães de Areia”, “Siricotico – Uma Comédia do Balacobaco” e “Barrinho – O Menino de Barro”, premiado como melhor espetáculo infantojuvenil. No Coletivo4 dirige também atividades pedagógicas e espetáculos como “Na Coxia – O Musical”. Atualmente integra a gestão do Galpão Wilson Melo e leciona na UFRB.Lelo Filho – Diretor Ator, diretor e dramaturgo com carreira iniciada em 1982 no Teatro Castro Alves, em Salvador. Atuou em montagens de autores como Nelson Rodrigues, Ionesco e Brecht, sob direção de nomes como Wolf Maya, Luiz Marfuz e Fernando Guerreiro. Em 1987 fundou a Cia Baiana de Patifaria, responsável por espetáculos de grande repercussão nacional, entre eles “A Bofetada”, “Noviças Rebeldes”, “3 em 1”, “Fora da Ordem” e “Fanta & Pandora”. Foi também codiretor de “A Vaca Lelé” e “Capitães da Areia” e coautor de “Siricotico”. No cinema participou de filmes como “Tieta do Agreste” e “O Pai do Rock”. Além da carreira teatral, criou programas de rádio com o personagem Fanta Maria. Atualmente desenvolve novo espetáculo da Cia Baiana de Patifaria, com estreia prevista para 2026.Maestro Angelo Rafael – Preparação Vocal Doutor em Regência Orquestral pela UFBA e licenciado em Filosofia pela UCSAL, é maestro e diretor artístico de importantes formações musicais, entre elas a Orquestra de Câmara de Salvador, a Orquestra Sinfônica de Itabaiana, o Coral Ecumênico da Bahia e o Coro Sinfônico Neojiba. Desenvolve pesquisa em música orquestral brasileira e contemporânea e já regeu diversas orquestras no país. Sob sua regência apresentaram-se artistas como Alaíde Costa, Carlinhos Brown, Ellen Oléria, Lazzo Matumbi, Luciana Mello e Mariene de Castro. Nas artes cênicas atua como arranjador, preparador vocal e consultor musical em montagens dirigidas por importantes encenadores brasileiros. Também desenvolve atividades pedagógicas e projetos de formação musical no Brasil e no exterior.Roberto Montenegro – Preparador Corporal Formado em dança pela Universidade Federal da Bahia, iniciou a carreira como bailarino do Balé Folclórico da Bahia, onde atuou como solista. Trabalhou também em companhias como Ballet Rural e Viladança, exercendo funções de coreógrafo e assistente de direção. Colaborou com diretores como Fernando Guerreiro, Elísio Lopes Jr. e João Falcão, além de participar de projetos com artistas como Daniela Mercury e Carlinhos Brown. Posteriormente mudou-se para a Europa, onde estudou na Folkwang Universität, na Alemanha, e integrou o musical “O Rei Leão”, da Disney, tornando-se coreógrafo residente em montagens internacionais do espetáculo. Atualmente atua como professor de corpo e dança, coreógrafo e preparador corporal do Coletivo4, com trabalhos em espetáculos como “Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia” e “Na Coxia – O Musical”, tendo sido indicado ao Prêmio Cenym de Teatro.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.