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PRONAC 261748Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Marabaense de Percussão

GRUPO SO DA TERRA
Solicitado
R$ 857,9 mil
Aprovado
R$ 857,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
PA
Município
Marabá
Início
2026-04-06
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Marabá Pará

Resumo

O Festival Marabaense de Percussão realizará dois dias de apresentações musicais com artistas locais e convidados, além de ações formativas, incluindo residência artística, oficinas de iniciação musical e oficina de confecção de instrumentos percussivos amazônicos. O projeto visa valorizar a cultura popular, promover formação musical e fortalecer a cena cultural de Marabá (PA).

Sinopse

Programação Artística e Formativa O projeto contempla apresentações musicais com grupos e artistas de percussão locais, regionais e nacionais, evidenciando a diversidade sonora e as tradições rítmicas da Amazônia, em diálogo com linguagens musicais contemporâneas. As Oficinas de Percussão Cultural oferecerão atividades práticas voltadas à iniciação musical, abordando ritmos tradicionais amazônicos e seus contextos históricos e culturais, com experiências sensoriais que aproximam os participantes das matrizes culturais da região. Classificação indicativa: Livre. Objetivos: difundir a cultura percussiva amazônica, promover formação artística e contribuir para a valorização e preservação do patrimônio cultural local.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a difusão da música percussiva amazônica e a formação artística em Marabá (PA), por meio de apresentações musicais, residência artística e ações formativas.Objetivos EspecíficosRealizar dois dias de programação artística com grupos e artistas percussivos da região.Executar seis apresentações musicais de percussão.Desenvolver uma residência artística de criação coletiva entre músicos convidados e artistas locais.Oferecer quatro oficinas de iniciação musical voltadas a jovens e iniciantes.Ministrar uma oficina de confecção de instrumentos percussivos com materiais da Amazônia.Incentivar práticas sustentáveis e o uso consciente de recursos naturais na produção cultural.Contribuir para o fortalecimento do circuito musical e artístico de Marabá e região.

Justificativa

A realização do Festival Marabaense de Percussão, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991), justifica-se pela relevância de sua proposta voltada à valorização, difusão e preservação das matrizes afro-indígenas que influenciam a formação da música brasileira e da identidade cultural amazônica. O projeto reconhece a percussão como uma expressão artística de forte dimensão histórica, educativa e simbólica, fundamental para a transmissão de saberes tradicionais e para o fortalecimento da diversidade cultural. Ao evidenciar a percussão como linguagem artística universal, o festival cria um espaço de intercâmbio cultural entre artistas, mestres da cultura popular, educadores e jovens aprendizes. A programação contempla apresentações musicais, residência artística, oficinas de iniciação musical e oficina de confecção de instrumentos percussivos da Amazônia, promovendo a formação artística, o desenvolvimento de competências criativas e o fortalecimento da identidade cultural dos participantes. A proposta também estimula práticas sustentáveis, ao incentivar o uso de materiais naturais e recicláveis na produção de instrumentos. Além de ampliar o acesso à formação cultural, o festival contribui para o desenvolvimento social e cultural da comunidade, oferecendo oportunidades de aprendizado e expressão artística, especialmente para jovens. Dessa forma, o projeto atua como instrumento de valorização cultural, inclusão social e estímulo à economia criativa local. A utilização do mecanismo de incentivo fiscal previsto na Lei nº 8.313/1991 é fundamental para viabilizar a realização do projeto, possibilitando a mobilização de recursos da iniciativa privada para o fomento da produção cultural. A proposta está alinhada ao Art. 1º da referida Lei, ao promover a difusão e a circulação de bens culturais, bem como a valorização das expressões culturais regionais. No que se refere aos objetivos previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/1991, o projeto contribui diretamente para: I _ incentivar a formação artística e cultural por meio da realização de oficinas e atividades educativas; II _ fomentar a produção cultural e artística através da realização de apresentações e ações formativas; III _ preservar e difundir o patrimônio cultural imaterial, especialmente as tradições musicais e saberes populares da Amazônia; IV _ ampliar o acesso da população aos bens culturais, por meio de atividades abertas ao público. Dessa forma, o Festival Marabaense de Percussão se apresenta como uma iniciativa estratégica para o fortalecimento da cultura amazônica, para a valorização do patrimônio cultural imaterial e para a formação de novos agentes culturais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da cena cultural de Marabá e região.

Especificação técnica

1. Apresentações Artísticas (Shows de Percussão) Quantidade: 6 shows Duração: 60 a 90 minutos cada Descrição: Performances musicais com grupos e artistas locais, regionais e nacionais, explorando ritmos tradicionais e contemporâneos da Amazônia. Realizadas em espaços públicos e acessíveis, com entrada gratuita. Classificação indicativa: Livre Objetivos: Difundir a música percussiva amazônica, valorizar artistas locais, formar público e promover intercâmbio cultural. 2. Oficinas Percussivas Quantidade: 4 oficinas Duração: 2 horas cada Descrição: Atividades práticas de percussão para diferentes faixas etárias, abordando técnicas de instrumentos típicos da Amazônia, construção de instrumentos e experimentação rítmica. Incluem interação direta com mestres e artistas convidados. Classificação indicativa: Livre Objetivos: Formação artística de jovens e iniciantes, difusão cultural e valorização do patrimônio musical amazônico. 3. Residência Artística Quantidade: 1 residência Duração: 2 a 3 dias Descrição: Programa intensivo de criação e experimentação musical, reunindo artistas convidados e músicos locais para desenvolvimento de composições e arranjos percussivos. Gera conteúdo cultural para apresentações e materiais pedagógicos do festival. Classificação indicativa: Livre Objetivos: Capacitação artística, criação colaborativa, fortalecimento do circuito musical regional e registro de novas produções culturais. 4. Oficina de Confecção de Instrumentos Percussivos da Amazônia Quantidade: 1 oficina Duração: 2 horas Descrição: Atividade prática de construção de instrumentos amazônicos com materiais sustentáveis. Ensina técnicas artesanais, história e significados culturais de cada instrumento. Classificação indicativa: Livre Objetivos: Formação cultural e musical, valorização do patrimônio amazônico e conscientização sobre sustentabilidade e tradições locais.

Acessibilidade

Acessibilidade O projeto adotará medidas de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, garantindo a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as atividades do Festival Marabaense de Percussão, em conformidade com a legislação vigente e diretrizes do Ministério da Cultura. Acessibilidade Física O espaço de realização do evento contará com estrutura adequada à circulação de pessoas com mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, rotas livres de barreiras arquitetônicas, banheiros adaptados e sinalização tátil para orientação de pessoas com deficiência visual. Serão reservadas áreas acessíveis próximas ao palco e aos espaços de oficinas, garantindo conforto, segurança e visibilidade para pessoas usuárias de cadeira de rodas, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo As atividades principais do festival contarão com recursos de acessibilidade comunicacional, incluindo interpretação em Libras e audiodescrição durante apresentações e momentos institucionais. Conteúdos audiovisuais eventualmente exibidos terão legendas descritivas. Os materiais informativos e de divulgação serão disponibilizados em formato digital acessível, compatível com leitores de tela, além de versões em Braille para consulta no local do evento. Acessibilidade Sensorial e Experiencial Nas oficinas e atividades formativas serão promovidas experiências sensoriais que permitam a participação de pessoas com deficiência visual, possibilitando o contato direto com instrumentos percussivos e com os processos de criação sonora, ampliando a compreensão da prática musical por meio do tato e da percepção sonora. Acessibilidade Atitudinal A equipe de produção e atendimento ao público será orientada quanto a práticas inclusivas e acolhimento de pessoas com deficiência, garantindo um ambiente respeitoso, seguro e acessível. Essas medidas buscam eliminar barreiras de comunicação e comportamento, promovendo a participação plena de todos os públicos nas atividades culturais do festival. Se quiser, também posso te entregar um modelo de acessibilidade que praticamente zera diligência no SALIC, porque inclui todas as 6 dimensões de acessibilidade que o MinC costuma avaliar (física, comunicacional, metodológica, instrumental, programática e atitudinal).

Democratização do acesso

O projeto terá acesso integralmente gratuito, garantindo ampla participação da população nas atividades do Festival Marabaense de Percussão. As ações presenciais ocorrerão em espaços públicos abertos e acessíveis, possibilitando a fruição cultural por diferentes públicos, sem restrições socioeconômicas. Como estratégia de ampliação de alcance, o projeto também disponibilizará registros audiovisuais das apresentações e atividades formativas em plataformas digitais de acesso gratuito, permitindo que o conteúdo cultural seja acessado posteriormente por públicos de outras localidades. Em conformidade com o Art. 28 da Instrução Normativa MinC nº 29, de 29 de janeiro de 2026, o projeto adotará medidas de democratização do acesso, incluindo: I – disponibilização, em meio digital, de registros audiovisuais das apresentações e atividades formativas, garantindo acesso remoto e preservação do conteúdo cultural; II – difusão das atividades por meio de plataformas digitais e canais de comunicação gratuitos, ampliando a visibilidade e o alcance das manifestações culturais apresentadas. Como contrapartida social, o festival promoverá oficinas gratuitas de iniciação musical e atividades formativas abertas à comunidade, incentivando a participação de jovens, estudantes da rede pública e interessados na formação artística. Dessa forma, o projeto contribui para a democratização do acesso aos bens culturais, para a formação de novos públicos e para o fortalecimento da cena cultural de Marabá e região.

Ficha técnica

VANDA RÉGIA AMÉRICO GOMES – Coordenadora Geral (participação voluntária) Produtora cultural e gestora pública com ampla experiência na formulação e implementação de políticas culturais no município de Marabá (PA). Fundadora e presidente da Escola de Samba Somos Nós, atuou também como criadora e produtora de eventos culturais como Maraluar, Fest Brega e Orla Folia. Foi Diretora Social do Clube Esportivo Acrobe Marabá. Entre 2017 e 2024 presidiu a Fundação Casa da Cultura de Marabá (FCCM), período em que coordenou e implantou diversos projetos estruturantes na área cultural e socioambiental, entre eles o Projeto Sarã (preservação ambiental e reflorestamento), Projeto Reviver (reflorestamento em aldeias indígenas) e o Giro Cultural, voltado ao resgate e valorização das tradições culturais locais. Também atuou no fortalecimento da formação musical por meio da ampliação das extensões das escolas de música, beneficiando mais de 3.500 crianças e adolescentes. Durante sua gestão foram implantados importantes equipamentos culturais, como o Sítio Escola, o Parque Ambiental João Anselmo, o Cine Teatro Eduardo Abdelnor e o Centro Cultural Marcelo Morhy, além da restauração do Museu Municipal Francisco Coelho e do apoio ao Festival do Carí, na Vila Espírito Santo. ULISSES POMPEU DE MIRANDA NETO – Coordenador de Comunicação Social Jornalista, escritor e pesquisador da memória cultural de Marabá (PA), com mais de 29 anos de atuação na cobertura da vida cultural e social do sudeste do Pará. No Portal Correio de Carajás, onde atuou como colunista e repórter especial, produziu reportagens e crônicas que documentam manifestações culturais, festas tradicionais, música, literatura e patrimônio histórico da região. Ao longo da carreira exerceu funções editoriais no Grupo Correio, participando também de atividades de formação com estudantes universitários e da educação básica. É autor de seis livros dedicados à história e à memória de Marabá e colaborador de projetos editoriais da Fundação Casa da Cultura de Marabá, com produção de obras biográficas e iniciativas de preservação da memória local. Possui formação em Letras pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e experiência docente, atuando na interface entre comunicação, educação e cultura. CARLOS TADEU XAVIER DA SILVA – Produtor Executivo Professor e pesquisador na área de música, com atuação em produção cultural e formação musical. Licenciado em Música pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), possui especialização em Educação Musical pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (2021) e especialização em Pesquisa em Música pela UEPA (2021). É mestrando no Programa de Pós-Graduação em Música na Amazônia (PPGMUSA/UEPA). Atua como orientador musical na Fundação Casa da Cultura de Marabá e já exerceu a função de professor substituto no curso de Licenciatura em Música da UEPA Campus Marabá. É membro pesquisador do Grupo de Pesquisa em Educação Musical, Memória e Arte na Amazônia (GEMMA). Desenvolve projetos voltados ao ensino da música, com ênfase em práticas coletivas, canto coral e utilização de gêneros musicais amazônicos em processos pedagógicos e de formação cultural. WALTER FIGUEIREDO DE SOUSA – Consultor do Projeto Gestor, pesquisador, consultor e produtor cultural com mais de 40 anos de atuação no campo da arte e da cultura brasileira. Desenvolve projetos, planos e programas culturais interdisciplinares voltados às linguagens criativas, com foco no desenvolvimento ético, estético e humano. Sua atuação contempla a elaboração e acompanhamento de projetos culturais em diversos contextos socioculturais, incluindo territórios urbanos, ribeirinhos, rurais, quilombolas e indígenas, especialmente no Estado do Pará. Também atua na promoção de intercâmbios interculturais e na articulação de iniciativas voltadas à valorização das identidades culturais regionais.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.