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PRONAC 261757Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Birô de Alta Artesania

PAULO ROBERTO FALCAO LUNA 05923218437
Solicitado
R$ 475,5 mil
Aprovado
R$ 475,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-04-20
Término
2027-06-30
Locais de realização (4)
Macaparana PernambucoPassira PernambucoPoção PernambucoTacaratu Pernambuco

Resumo

O Birô de Alta Artesania é uma plataforma itinerante de moda que conecta saberes artesanais de quatro polos pernambucanos (bordado, renda renascença, crochê e tecelagem) ao mercado contemporâneo de luxo sustentável. Por meio de oficinas intensivas, produção orientada, curadoria especializada e uso de tecnologia, serão desenvolvidas peças autorais comercializadas em evento phygital e em plataforma e-commerce própria. A proposta promove capacitação criativa, geração direta de renda e inserção do artesanato local na economia digital global, com 100% do lucro das vendas destinado aos artesãos participantes.

Sinopse

O Birô de Alta Artesania é composto por ações formativas, expositivas, performativas e digitais, articuladas entre tradição artesanal e tecnologia contemporânea. Abaixo, a descrição resumida de cada produto cultural integrante do projeto: 1. Oficinas Intensivas de Criação e Antropologia do Consumo com Microcoleções Autorais de Alta ArtesaniaFormato: Oficina presencial Carga horária: Mínimo de 8 horas por município Quantidade: 04 oficinas (uma por cidade) Classificação indicativa: LivreAs oficinas têm caráter formativo e imersivo, abordando fundamentos de estética, antropologia do consumo, tendências globais do luxo, desenvolvimento de produto e prototipagem. O conteúdo propõe a ressignificação do artesanato tradicional, estimulando criação autoral com viabilidade comercial e posicionamento contemporâneo.Produto cultural voltado à capacitação criativa e valorização do patrimônio imaterial. Microcoleções Autorais de Alta ArtesaniaFormato: Produção artística artesanal Quantidade: 40 peças (10 por cidade) Classificação indicativa: LivreResultado prático das oficinas, as microcoleções reúnem peças desenvolvidas a partir das tipologias locais (bordado, renda renascença, crochê e tecelagem), reinterpretadas sob curadoria especializada.Cada peça integra tradição, inovação estética e sustentabilidade, posicionando o artesanato como obra de arte vestível. 2. Evento de Vernissage e Exposição Phygital com comercialização das peçasFormato: Evento cultural híbrido (exposição + comercialização) Quantidade: 04 eventos (uma por município) Classificação indicativa: LivreEvento de Vernissage de abertura e exposição phydigital, das peças desenvolvidas, acompanhada de experiência digital imersiva, com apresentação das peças, desfile virtual e feira de comercialização direta. Cada obra será apresentada fisicamente e também por meio de visualização em 3D ou recurso de Inteligência Artificial, permitindo ao público observar movimento, textura e aplicação estética em contexto editorial. A exposição contará com mediação cultural e recursos de acessibilidade.A proposta promove encontro entre criadores e público, estimulando economia criativa e valorização cultural local. 3. Plataforma Digital Birô de Alta ArtesaniaFormato: Plataforma online (e-commerce cultural) Abrangência: Nacional e internacional Classificação indicativa: LivreAmbiente digital que funcionará como galeria e loja virtual, apresentando as peças com storytelling territorial, identificação de origem, descrição técnica e visualização digital (3D/IA).A plataforma amplia a circulação das obras, democratiza o acesso e garante transparência comercial, com 100% do lucro destinado aos artesãos (deduzidos tributos legais). Todos os produtos possuem classificação indicativa Livre, por se tratarem de atividades culturais, formativas e expositivas sem conteúdo impróprio para menores. Porém, os participantes das oficinas necessitam ser maiores de 18 anos e fazer um cadastro com documentos e dados bancários ou pix para o repasse dos valores vendidos.

Objetivos

Objetivo GeralPromover qualificação técnica, valorização e inserção do artesanato pernambucano no mercado contemporâneo de luxo sustentável, por meio de formação criativa e intensiva, produção autoral orientada, curadoria especializada e comercialização digital e presencial, garantindo geração direta de renda, protagonismo econômico, permanência e inclusão social dos participantes através de bolsa incentivo cultural aos artesãos participantes.Objetivos Específicos- Realizar 04 ciclos formativos presenciais (1 em cada cidade: Passira, Poção, Macaparana e Tacaratu), com oficinais com carga horária de 8 horas;- Selecionar e capacitar 10 artesãos por cidade, totalizando entre 40 participantes diretos;- Conceder bolsa incentivo cultural aos participantes selecionados, assegurando permanência integral nas oficinas intensivas e reduzindo barreiras socioeconômicas de acesso;- Desenvolver, em cada município, uma microcoleção autoral de peças artesanais com linguagem contemporânea e curadoria especializada voltado para o mercado global com foco em alto valor agregado;- Produzir e finalizar, ao final do projeto, no mínimo 40 peças autorais (estimativa mínima de 10 por cidade), com foco em alto valor agregado;- Realizar 04 eventos públicos no formato phygital (exposição física + desfile virtual 3D/IA + comercialização presencial);- Criar e alimentar uma plataforma digital própria de e-commerce para comercialização nacional e internacional das peças desenvolvidas;- Digitalizar 100% das peças criadas, com captação de imagens, vídeos ou visualização 3D/IA para uso na plataforma online;- Garantir que 100% do lucro das vendas seja revertido diretamente aos artesãos participantes, mediante relatório mensal de comercialização;- Emitir certificação de participação aos artesãos capacitados;- Fortalecer a autoestima, a autonomia criativa e o pertencimento de pessoas pretas, indígenas, LGBTQIA+, periféricas, PCDs e em situação de vulnerabilidade social, incentivando e priorizando a participação desses grupos no projeto;- Criar redes locais e inter-regionais de artistas e coletivos engajados na moda sustentável e na cultura de base comunitária;- Incentivar o diálogo entre arte, moda e sustentabilidade, ampliando o acesso à cultura e à formação em regiões periféricas e fora do eixo tradicional de moda;- Disponibilizar monitoria afirmativa (Trans/Preta/Não Binare) por meio de chamamento público para acompanhamento do projeto durante o período de execução;- Registrar o processo por meio de documentação audiovisual para fins de difusão, transparência e prestação de contas.

Justificativa

O Birô de Alta Artesania propõe uma ação estruturante de valorização, qualificação e inserção do artesanato pernambucano no mercado contemporâneo de luxo sustentável, articulando tradição, tecnologia e geração de renda. A realização do projeto por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet) é fundamental por integrar formação qualificada, valorização do patrimônio imaterial e geração de renda estruturada, especialmente em municípios do interior pernambucano. Isso viabiliza sua dimensão formativa, social e econômica, especialmente por atuar em territórios historicamente afastados dos grandes centros de circulação cultural e do mercado formal da moda.O projeto dialoga diretamente com o Art. 1º da Lei 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:Inciso I _ Contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O Birô amplia o acesso à formação qualificada, à circulação cultural e às novas tecnologias aplicadas ao fazer artesanal, democratizando oportunidades em municípios do interior pernambucano.Inciso II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto atua diretamente em quatro polos artesanais (Passira, Poção, Macaparana e Tacaratu), valorizando técnicas tradicionais como bordado, renda renascença, crochê e tecelagem, reposicionando-as em contexto contemporâneo e ampliando sua projeção nacional e internacional.Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Ao estruturar formação, curadoria, certificação e comercialização phygital, o Birô fortalece os artesãos como criadores autorais e protagonistas econômicos, garantindo visibilidade e reconhecimento.O projeto também atende aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, destacando-se:I _ As oficinas intensivas e os ciclos de produção configuram ação formativa estruturada, promovendo capacitação criativa e desenvolvimento de produto com orientação especializada.II _ O projeto resulta na criação de microcoleções autorais, eventos públicos de exposição e comercialização, além de plataforma digital própria para difusão contínua das peças.III _ Ao atuar diretamente com técnicas tradicionais e saberes transmitidos entre gerações, o Birô contribui para a preservação e atualização do patrimônio cultural imaterial pernambucano.IV _ A proposta promove documentação audiovisual, storytelling territorial e certificação de origem, ampliando o reconhecimento da cultura local como ativo simbólico e econômico.A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é essencial porque o projeto opera em uma lógica de impacto social estruturante: 100% do lucro das vendas das peças é revertido aos artesãos participantes. Assim, não há retenção comercial que sustente a etapa formativa, tecnológica e curatorial da proposta. O incentivo fiscal torna-se o instrumento que possibilita a implantação do ecossistema criativo, garantindo gratuidade da formação, acesso às tecnologias digitais (3D/IA), registro profissional das peças e criação da plataforma de comercialização. Além disso, o projeto prevê uma bolsa de incentivo cultural como medida estratégica para garantir equidade e democratização de acesso. Considerando que os participantes dependem da produção artesanal como fonte de subsistência, a semana intensiva de imersão pode representar suspensão temporária de renda. A bolsa assegura permanência integral, comprometimento formativo e qualidade técnica dos resultados, evitando evasão por necessidade econômica. Sem o mecanismo de incentivo, ações dessa complexidade permaneceriam inacessíveis aos territórios contemplados.Dessa forma, o Birô de Alta Artesania contribui para:- Redução de desigualdades regionais na economia criativa;- Inclusão produtiva e formalização de artesãos;- Fortalecimento da agenda ESG e da sustentabilidade cultural;- Inserção do interior na economia digital;- Geração de renda direta e autonomia econômica sem atravessadores.Assim, o mecanismo de incentivo fiscal viabiliza não apenas a execução das atividades culturais, mas também condições reais de acesso, permanência e desenvolvimento humano, alinhando-se aos princípios de democratização, valorização da diversidade cultural e fortalecimento da economia criativa previstos na Lei nº 8.313/91.O projeto também se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente:ODS 4 _ Educação de Qualidade: ao oferecer formação técnica e criativa estruturada;ODS 5 _ Igualdade de Gênero: ao fortalecer a autonomia econômica de mulheres artesãs, maioria no setor;ODS 8 _ Trabalho Decente e Crescimento Econômico: ao estimular geração de renda qualificada e inserção em mercado estruturado;ODS 10 _ Redução das Desigualdades: ao atuar em municípios do interior e promover inclusão socioeconômica;ODS 12 _ Consumo e Produção Responsáveis: ao incentivar produção artesanal sustentável e de baixo impacto;ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis: ao valorizar patrimônio cultural e identidade territorial.

Estratégia de execução

O Birô de Alta Artesania propõe um modelo replicável de ativação cultural que integra formação, produção autoral e inserção mercadológica em curto espaço de tempo, gerando impacto estruturante nos territórios atendidos. Diferentemente de ações pontuais de capacitação, o projeto articula aprendizado aplicado, curadoria especializada e comercialização imediata, criando um ciclo completo de valor cultural e econômico.A proposta atua diretamente na valorização de técnicas tradicionais como bordado, renda renascença, crochê e tecelagem, promovendo sua atualização estética sem descaracterizar o saber-fazer ancestral. O enfoque na antropologia do consumo amplia a compreensão dos participantes sobre comportamento de mercado, permitindo posicionamento estratégico de seus produtos.Outro diferencial é o modelo phygital adotado: cada peça é apresentada fisicamente e também ativada digitalmente por meio de desfile virtual 3D/IA e inserção em plataforma online. Essa integração amplia o alcance geográfico, fortalece a imagem institucional dos territórios e cria oportunidades de circulação nacional e internacional.O projeto também prioriza inclusão e diversidade, com monitoria afirmativa, recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição e descrição de imagens com a hashtag #PraCegoVer) e democratização de acesso às exposições.Como legado, o Birô deixará capacitação técnica consolidada, portfólio digital estruturado para os participantes, presença em ambiente de e-commerce cultural e registro documental do processo. Trata-se de uma ação que combina patrimônio imaterial, inovação tecnológica e economia criativa, promovendo desenvolvimento sustentável e geração de renda qualificada.

Especificação técnica

1. Oficinas Intensivas de Criação e Antropologia do ConsumoFormato: Presencial Quantidade: 04 oficinas Carga horária: 08 horas por município (mínimo) Número de participantes: 10 por cidade Classificação indicativa: LivreProjeto PedagógicoMetodologia teórico-prática estruturada em 8 módulos:- Fundamentos de estética e função;- Antropologia do consumo;- Tendências globais do luxo contemporâneo;- Pesquisa de campo e observação cultural;- Desenvolvimento de produto;- Desenho técnico e prototipagem;- Sustentabilidade aplicada;- Posicionamento e mercado.A metodologia combina exposição dialogada, exercícios práticos, mentoria coletiva e desenvolvimento orientado de croquis e protótipos.Materiais- Tecidos, linhas, aviamentos e insumos artesanais;- Equipamentos de apoio (mesa, cadeiras, quadro branco, papel, caneta, lápis, bloco de papel). Microcoleções AutoraisQuantidade: 40 peças (10 por cidade) Tipologias: Bordado, renda renascença, crochê e tecelagem Classificação indicativa: LivreEspecificações Técnicas- Produção artesanal manual;- Uso de tecidos de baixo impacto ambiental;- Aviamentos sustentáveis;- Produção em escala limitada;- Costureira local para apoio;- Curadoria estética especializada.Cada peça será acompanhada de ficha técnica contendo:- Nome do artesão(a);- Técnica utilizada;- Materiais empregados;- Conceito criativo; 2. Evento de Vernissage e Exposição Phygital com comercialização das peçasQuantidade: 04 eventos (1 em cada cidade) Duração média: 4 horas por evento Classificação indicativa: LivreEstrutura Técnica- Espaço cultural, comunitário ou de parceiro;- Espaço expositivo adaptado; - Estrutura de exposição (Araras, manequins ou suportes expositivos...);- Iluminação direcionada- 01 tela, TV ou mídia alternativa para cada peça (desfile 3D/IA);- Sistema de som ambiente. - Sistema de pagamento (máquina de cartão e sistema online);- Equipe de recepção e mediação. 3. Plataforma Digital (E-commerce Cultural)Formato: Site responsivo Classificação indicativa: LivreEspecificações Técnicas- Design editorial minimalista;- Navegação responsiva (desktop e mobile);- Compatibilidade com leitores de tela;- Integração com sistema de pagamento;- Certificado de segurança SSL;- Hospedagem com suporte técnico.Conteúdo por peça:- 02 a 05 fotografias em alta resolução;- Descrição técnica (até 1.500 caracteres);- Storytelling territorial;- Visualização 3D ou vídeo em loop;- Identificação de origem. Síntese Técnica GeralO Birô de Alta Artesania entregará:- 04 oficinas (8h cada);- 40 peças autorais;- 04 exposições phygitais;- 04 eventos públicos;- 01 plataforma digital ativa.Todos os produtos possuem classificação indicativa Livre.

Acessibilidade

O Birô de Alta Artesania adota medidas de acessibilidade física e de conteúdo, assegurando a participação plena de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e necessidades específicas, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e com as diretrizes de democratização de acesso da Lei nº 8.313/91.Acessibilidade FísicaAs atividades presenciais (oficinas, exposições e eventos phygital) serão realizadas prioritariamente em espaços que possuam:- Rampas de acesso ou entradas niveladas;- Banheiros adaptados;- Portas e corredores com largura adequada para cadeirantes;- Áreas reservadas para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida;- Sinalização acessível;- Piso tátil direcional e de alerta, quando necessário;- Equipe de apoio treinada para recepção e orientação de pessoas com deficiência. Caso o espaço inicialmente previsto não atenda integralmente aos critérios, serão providenciadas adaptações temporárias (rampas móveis, reorganização de layout e apoio assistido) para garantir circulação segura e autônoma. Acessibilidade de ConteúdoO projeto implementará recurso de acessibilidade comunicacional, contemplando:- Vídeos institucionais, registros e conteúdos digitais terão legenda descritiva (closed caption);- Todas as publicações nas redes sociais conterão descrições detalhadas das imagens acompanhadas da hashtag #PraCegoVer, garantindo acesso informacional a pessoas cegas ou com baixa visão. As descrições incluirão informações sobre técnicas, cores, texturas, formas e contexto cultural das peças. Conteúdo Digital AcessívelA plataforma de e-commerce e o site do projeto adotarão:- Compatibilidade com leitores de tela;- Contraste adequado de cores;- Navegação simplificada e responsiva. Visita SensorialDurante os eventos presenciais, será disponibilizado momento específico para visita sensorial mediada, permitindo o toque controlado em determinadas peças, favorecendo a experiência de pessoas com deficiência visual. Inclusão e DiversidadeO projeto também prevê:- Monitoria afirmativa (Trans/Preta/Não Binare) via chamamento público;- Processo de seleção inclusivo e não discriminatório;- Bolsa incentivo para os participantes das oficinas;- Incentivo à participação de pessoas com deficiência e de diferentes grupos sociais entre os artesãos selecionados;- Linguagem acessível nos materiais de divulgação. Compromisso com a DemocratizaçãoA acessibilidade no Birô de Alta Artesania não é tratada como ação complementar, mas como princípio estruturante, integrando medidas físicas, comunicacionais e digitais, ampliando o acesso aos saberes tradicionais, à formação criativa e à fruição cultural, garantindo que a inovação tecnológica e o luxo artesanal sejam também inclusivos.

Democratização do acesso

O Birô de Alta Artesania estrutura sua política de democratização de acesso a partir de três eixos: acesso formativo, acesso à fruição cultural e acesso à comercialização justa.1. Acesso FormativoAs oficinas intensivas de criação e desenvolvimento de produto serão gratuitas, mediante seleção pública, garantindo igualdade de oportunidade aos artesãos locais. Serão ofertadas 10 vagas por município, priorizando diversidade de gênero, raça, geração e inclusão de pessoas com deficiência.A formação inclui conteúdos de antropologia do consumo, tendências globais, criação de produto, prototipagem e comercialização digital, promovendo qualificação técnica e ampliação de repertório criativo. 2. Acesso à Fruição CulturalAo final de cada ciclo, será realizado evento público gratuito no formato phygital (exposição física + desfile virtual 3D/IA), permitindo que a população local tenha acesso a:- Exposição das peças autorais desenvolvidas;- Experiência digital imersiva com visualização 3D/IA;- Visita sensorial mediada para públicos específicos.- Os eventos serão amplamente divulgados em redes sociais, rádios comunitárias e parceiros locais. 3. Distribuição e Comercialização dos ProdutosA comercialização será realizada em dois formatos:PresencialDurante o evento público de exposição das peças elaboradas e produzidas em cada cidade, haverá feira de comercialização direta, sem atravessadores, garantindo contato direto entre artesão e consumidor.DigitalAo final do evento, as peças serão disponibilizadas em plataforma própria de e-commerce, com alcance nacional e internacional. A plataforma contará com:- Identificação da cidade de origem;- Storytelling do processo criativo;- Visualização digital das peças;- Transparência comercial.100% do lucro das vendas será revertido aos artesãos participantes, descontados apenas os tributos legais, assegurando democratização econômica e valorização do trabalho autoral.Peças não comercializadas presencialmente permanecerão disponíveis na plataforma digital, ampliando o tempo de circulação e possibilidade de venda.Além das ações principais, o projeto prevê:Ampliação de Acesso- Registro audiovisual das oficinas e eventos, com disponibilização de trechos nas redes sociais do projeto;- Divulgação gratuita de catálogo digital das coleções desenvolvidas;- Contratação de costureira em cada cidade, fomentando o mercado local. Interiorização e DescentralizaçãoO projeto atua em quatro municípios do interior pernambucano, descentralizando a oferta cultural e promovendo acesso qualificado fora dos grandes centros urbanos. Impacto na Democratização CulturalA democratização de acesso no Birô de Alta Artesania ocorre não apenas pela gratuidade das atividades públicas, mas pela inserção efetiva dos artesãos na economia criativa contemporânea, rompendo barreiras geográficas, tecnológicas e simbólicas.O projeto amplia o acesso à formação, à fruição cultural e ao mercado, garantindo que o artesanato pernambucano seja reconhecido como expressão artística de alto valor cultural e econômico.

Ficha técnica

Paulo Falcão – Coordenação Geral (proponente) Produtor Cultural e Designer Gráfico, indicado a prêmio e pós-graduado em Comunicação Estratégica. Formado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda e em Design Gráfico, com pós-graduação em Comunicação Estratégica. Possui ainda especializações em Desenho, Ilustração Digital, Adobe Creative e Graphic, além de certificações em Marketing Digital pela Google, Facebook, Instagram e Google Ads. Sua formação integra técnica, estratégia e sensibilidade estética, elementos que atravessam toda a atuação profissional.Como produtor cultural, atua na coordenação geral e produção executiva de projetos que integram artes, territórios e comunidades. Participa do planejamento, gestão, articulação e execução de iniciativas culturais de impacto social e artístico. Já esteve à frente da produção de projetos como o Festival Ibero-americano de Artes Integradas de Brasília, Mantenha Fora do Alcance do Bebê, Mostra Internacional de Teatro do Fundão, Lab Teatro, Festival do Nada, Festival de Cinema para Crianças, Espetáculo A Menina e o Lenço e o Trabalhador, entre outros. Sua atuação busca fortalecer redes, assegurar qualidade operacional e valorizar processos colaborativos.Como designer gráfico e comunicador visual, desenvolve identidades visuais, campanhas, cartazes e peças digitais e impressas, integrando estética, clareza e estratégia comunicacional. Assina a comunicação visual de diversos festivais, espetáculos e ações culturais, unindo criatividade e função. O trabalho desenvolvido para o espetáculo Ípsilon recebeu destaque nacional com indicação ao Prêmio Cenym 2024 de Melhor Cartaz e Programação Visual, reconhecimento que reafirma a consistência de seu olhar gráfico e sua dedicação ao design aplicado à cultura. Frederico Ferreira – Direção Artística e Curadoria Nascido em Olinda (PE), Frederico constrói uma trajetória multidisciplinar que integra Design de Moda, Antropologia e Sociologia Política, compreendendo a moda como um fenômeno cultural e social profundamente conectado aos modos de vida, à memória e às transformações contemporâneas.Ao longo de sua carreira, teve passagem por marcas e grupos relevantes do setor da moda, como Lacoste, Grupo Arezzo, Ryzi, Mariah Rovery e Misci, experiências que contribuíram para o desenvolvimento de um olhar estratégico sobre criação, posicionamento de marca e circulação de produtos no mercado nacional e internacional.Seu trabalho se destaca pela experimentação de materiais diversos, pesquisa de novas possibilidades têxteis e práticas de upcycling, investigando processos criativos que integram sustentabilidade, inovação e design contemporâneo. Frederico também desenvolve a marca F.F, concebida como um laboratório criativo voltado à moda autoral contemporânea. A proposta se fundamenta em três pilares: sustentabilidade radical, com uso de aviamentos provenientes de plásticos retirados do oceano e tecidos de baixo impacto ambiental; exclusividade consciente, com produção em tiragens limitadas para evitar desperdícios; e futuro digital, priorizando presença estratégica em ambientes digitais e inserções físicas selecionadas, com foco em refinamento, autenticidade e inovação. Rodrigo Lacerda - Coordenação Técnica Rodrigo Lacerda é graduado em Administração de Empresas e Logística, com ampla experiência em gestão de projetos, planejamento estratégico, coordenação de equipes e análise de indicadores de desempenho. Ao longo de sua trajetória profissional, atuou em empresas de grande porte e instituições públicas, desenvolvendo competências em gestão operacional, inteligência de processos, relacionamento institucional e estruturação de estratégias organizacionais. Com passagens por organizações como Grupo Dexco, Gi Group, Randstad Brasil e Fundação Cecierj, acumulou experiência em gestão de contas estratégicas, acompanhamento de KPI’s, planejamento de ações e desenvolvimento de soluções voltadas à eficiência operacional e tomada de decisão. No setor público, destacou-se como Coordenador Geral de Convênios na Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado do Rio de Janeiro, onde atuou na análise e gestão de projetos, articulação institucional e acompanhamento técnico-administrativo de parcerias.Sua experiência em gestão, análise de processos, organização de fluxos operacionais e coordenação de equipes contribui diretamente para atividades de coordenação técnica, especialmente no planejamento, acompanhamento das etapas de execução, monitoramento de resultados e integração das áreas operacionais de projetos.Marta Morais - Coordenação de Projetos Marta Morais atuou por mais de 30 anos na Secretaria de Educação de Pernambuco, exercendo funções nas áreas de secretariado e gestão administrativa, com ampla experiência em organização institucional, controle de processos, planejamento e apoio à gestão pública. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu competências em coordenação de equipes, acompanhamento de rotinas administrativas, gestão documental e suporte operacional a projetos e programas educacionais. Como Coordenadora de Projeto, contribuirá para a organização administrativa, acompanhamento das etapas de execução, articulação com a equipe técnica e apoio à gestão financeira e documental da iniciativa. Sua experiência consolidada em gestão e processos administrativos fortalece a estrutura organizacional do projeto, garantindo eficiência na execução das atividades e no cumprimento das exigências institucionais.Marina Duarte - Produção ExecutivaProdutora cultural e artista, a recifense Marina Duarte (36 anos) dedica-se desde 2008 ao universo das artes, com atuação principal nas áreas de teatro, música e circo, desenvolvendo projetos voltados à formação, criação e circulação artística.Entre 2011 e 2014, integrou a Duas Companhias — à época uma das principais companhias de teatro de Pernambuco — envolvendo-se na elaboração, produção, captação e prestação de contas de mostras, ciclos de leituras dramatizadas e espetáculos como Caxuxa, Divinas e A Dona da História.Em 2012, fundou a Papelão Produções, produtora originalmente dedicada à formação artística, realizando encontros, festivais e workshops em Recife e Olinda com artistas nacionais e internacionais. Destacam-se os projetos Festival Internacional de Circo a Céu Aberto (2013) e Fio dos Ventos – Uma Iniciação (2014), ambos incentivados pelo Funcultura, dos quais foi proponente e produtora.Em 2015, mudou-se para o Rio de Janeiro para cursar Licenciatura em Dança pela Faculdade Angel Vianna, formação concluída em 2018.De volta a Recife em 2022, desenvolve desde 2023 projetos em parceria com artistas, escolas e produtoras locais, atuando como coordenadora de produção, produtora executiva, coordenadora técnica e assistente de produção.Destacam-se os projetos de formação com o Casulo Artes Circenses ( Circo Acessível, Corpo Aéreo: Formação em Segurança e Prevenção de Lesões, FLIC); a produção dos espetáculos da Cia Gardênia Criações e Criaturas (A Boba – uma Jornada e A Campeã); a produção e circulação dos shows de Una Menino e Laís Senna; os festivais de literatura com a produtora Nós Pós (Internacional Cartonera e o Palavra Cifrada); e a coordenação de elenco e produção em eventos privados como o Circo na Praia e o Day Zero Milagres.Com 15 anos de trajetória na produção cultural, Marina Duarte executa anualmente projetos aprovados por políticas públicas como PNAB, Funcultura, SIC e LPG, e circula com suas produções pelo Brasil e principais circuitos culturais de Pernambuco.Fabio - Fotografia Artística e VideomakerFábio Wanderley é fotógrafo, videomaker e criador de conteúdo visual com mais de 16 anos de experiência nas áreas de fotografia de moda, retrato profissional, produção audiovisual e comunicação digital. Sua trajetória profissional reúne atuação em agências, projetos independentes, marcas de varejo e plataformas digitais, desenvolvendo campanhas visuais, editoriais de moda, ensaios artísticos e produção de conteúdo estratégico para diferentes públicos e formatos. Com formação em Fotografia pelo SENAC-PE e especializações em edição de imagem, vídeo e direção criativa, Fábio construiu uma carreira marcada pelo olhar estético apurado e pela capacidade de traduzir conceitos, produtos e narrativas em imagens de forte impacto visual. Ao longo de sua trajetória, atuou em projetos ligados à moda, beleza e comunicação digital, com experiência em fotografia de editoriais, produção de books para modelos e criação de conteúdos visuais para redes sociais e campanhas de marca. Também possui experiência em direção de arte, styling, criação de identidade visual e gestão de produção de conteúdo, integrando linguagem fotográfica e audiovisual para ampliar o alcance e a qualidade estética de projetos culturais e criativos. Seu trabalho se destaca pela combinação entre técnica, sensibilidade artística e compreensão das dinâmicas contemporâneas de imagem, comunicação e presença digital, atuando na produção de registros fotográficos e audiovisuais que valorizam processos criativos, produtos culturais e experiências estéticas.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.