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Viabilizar a produção e apresentação do monólogo sensorial e filosófico "Surf no Caos", criação da autora Aninha Franco e interpretação da atriz Rita Assemany, que, por meio de uma estética híbrida e linguagem poética, estabelece um diálogo profundo com a figura simbólica de Lucy, representando a ancestralidade. A peça propõe uma reflexão crítica e sensível sobre as rupturas da história moderna — incluindo eventos como Hiroshima, Chernobyl e conflitos contemporâneos — explorando a tensão entre utopia e distopia na condição humana atual. Por meio dessa experiência artística imersiva, o espetáculo busca engajar o público na construção de sentidos pautados na poesia, na liberdade e na resistência, promovendo o acesso à cultura, o estímulo ao pensamento crítico e a transformação social a partir do poder da arte.
Surf no Caos Surf no Caos é um monólogo sensorial e filosófico que reflete, de forma poética e crítica, a condição humana contemporânea. Escrita por Aninha Franco e interpretada por Aninha Franco, a peça dialoga com Lucy, símbolo da ancestralidade, para atravessar rupturas da história moderna como Hiroshuma, Chernobyl e conflitos atuais. Com estética, convida o público a "surfar" o caos entre UTOPIA e DISTOPIA, propondo a poesia e a liberdade como caminhos e resistência e transformação.Peça Teatral : Monólogo Classificação indicativa etária: 14 anosAtriz protagonista: Rita AssemanyAutora: Aninha Franco
Objetivo Geral: Promover o monólogo sensorial e filosófico "Surf no Caos", proporcionando à população uma experiência artística imersiva que impulsione o acesso democrático à cultura, estimule a reflexão crítica sobre rupturas históricas e a condição humana contemporânea, e contribua para o fortalecimento da consciência social, da liberdade e da resistência por meio da arte.Objetivos Especificos:1) Realizar a apresentação do espetáculo "Surf no Caos" em pelo menos três cidades do Estado da Bahia — Salvador, Itabuna e Vitória da Conquista — totalizando 24 apresentações em diferentes teatros de Salvador, além de 3 apresentações em Itabuna e 3 em Vitória da Conquista, com público mínimo estimado em 400 pessoas por apresentação, totalizando cerca de 10.800 espectadores.2) Nas sessões realizadas em Salvador, Itabuna e Vitória da Conquista, será reservada uma quota de 10% da capacidade de cada sessão para pessoas com deficiências auditivas, visuais e múltiplas, assegurando a acessibilidade e a inclusão no acesso ao teatro. Essa iniciativa visa promover a democratização do acesso cultural e a inclusão social de públicos historicamente com poucas oportunidades artísticas, beneficiando ao todo 1.200 espectadores. 3) Realizar 03 sessões do espetáculo SURF NO CAOS em cada uma das cidades, sendo Salvador, Itabuna e Vitória da Conquista, voltadas prioritariamente para alunos de escolas públicas e comunidades com acesso restrito a atividades culturais, beneficiando diretamente no mínimo 1.200 espectadores. Essa ação visa promover a democratização do acesso ao teatro e contribuir para a inclusão cultural de públicos historicamente carentes de oportunidades artísticas.4) Organizar um grupo de debate após as apresentações do espetáculo SURF NO CAOS, com o intuito de aprofundar a discussão sobre os temas sociais abordados na obra. Serão realizadas pelo menos 10 sessões em Salvador, além de uma sessão em Itabuna e outra em Vitória da Conquista. Além da participação da atriz e da autora, serão convidados diversos profissionais, tais como acadêmicos, historiadores, psicólogos e psiquiatras, que contribuirão com análises aprofundadas sobre as questões humanas e seus impactos na mente dos indivíduos. Estima-se que aproximadamente 4.800 espectadores serão beneficiados por essa iniciativa.5) Promover quatro oficinas intituladas Expressões do Caos _ A Arte como Reflexão Social, sendo duas em Salvador, uma em Itabuna e uma em Vitória da Conquista. Todas elas conduzidas pela atriz do espetáculo RITA ASSEMANY. Estas oficinas convidam os participantes a explorar, por meio da arte dramática, as temáticas sociais e emocionais presentes no espetáculo SURF NO CAOS. Por meio de técnicas de teatro, escrita criativa e expressão corporal, os participantes serão estimulados a refletir sobre os conflitos e desafios retratados na peça, aprofundando a empatia e desenvolvendo uma consciência crítica acerca das questões humanas abordadas. O público-alvo são adolescentes e jovens adultos, com atenção especial para comunidades vulneráveis e pessoas com deficiência, garantindo total acessibilidade e inclusão. Estima-se beneficiar diretamente 160 participantes.6)Promover cinco ensaios abertos ao público geral, com participação especial de grupos culturais locais, coletivos artísticos da região, comunidades LGBTQIA+, escolas de teatro e demais interessados. Os ensaios abertos têm um papel fundamental na democratização do acesso à arte, permitindo que a comunidade acompanhe o processo criativo de perto, estreitando a relação entre artistas e espectadores. Além disso, esses momentos favorecem a troca de experiências, estimulam o diálogo cultural e promovem a inclusão social, fortalecendo o senso de pertencimento e valorização das expressões artísticas locais. Estimamos beneficiar diretamente cerca de 2.000 pessoas, proporcionando uma experiência rica e acessível a diferentes públicos.7) Divulgar o projeto nos meios de comunicação locais — como rádio, jornais, redes sociais e outdoor — é fundamental para ampliar seu alcance e incentivar o engajamento da comunidade. Uma divulgação estratégica, focada em veículos locais, é essencial para fortalecer a visibilidade do projeto e garantir ampla participação do público. Ao utilizar diferentes canais — incluindo rádios comunitárias, jornais impressos e digitais, além das redes sociais — a comunicação alcança diversos segmentos da população, respeitando as particularidades culturais e sociais da região. Essa abordagem facilita um diálogo direto com a comunidade, estimula o interesse e a participação ativa, além de fortalecer o senso de pertencimento e a valorização da arte e cultura locais. A expectativa é que mais de 30.000 pessoas tenham tido contato com a divulgação do projeto.8) Garantir a captura e a transmissão de todas as atividades e apresentações por meio de registros audiovisuais completos — englobando vídeo, áudio e fotografia — para disponibilização acessível ao público em plataformas digitais posteriormente. 9) Destinar 10% dos ingressos para distribuição gratuita, visando promover a inclusão social e ampliar o acesso cultural. Essa parcela será prioritariamente destinada a trabalhadores de setores essenciais, além de beneficiar instituições como asilos e escolas públicas. Essa iniciativa busca fomentar a democratização do acesso à cultura, reconhecendo a importância de proporcionar oportunidades para grupos frequentemente excluídos das atividades artísticas, fortalecendo o compromisso social do projeto e contribuindo para a formação e valorização cultural dessas comunidades.10) Garantir que os ingressos de todas as sessões sejam comercializados a preços populares, promovendo o acesso amplo e inclusivo do público ao evento, facilitando a participação de diferentes segmentos da comunidade.
O monólogo sensorial e filosófico "Surf no Caos", da autora Aninha Franco e interpretação da atriz Rita Assemany, configura-se como uma criação artística de relevância singular, que se insere de maneira coerente e eficaz nas disposições da Lei 8.313/91, conhecida popularmente como Lei Rouanet. A obtenção de recursos por meio desse mecanismo é essencial para a realização e a ampla divulgação deste projeto cultural que carrega consigo múltiplos valores sociais, históricos e estéticos. Enquadramento nos Incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91A Lei Rouanet estabelece em seu artigo 1º, incisos, as áreas prioritárias para o investimento cultural, as quais o projeto "Surf no Caos" atende plenamente:- Inciso I _ "A produção, difusão e preservação da cultura nacional, compreendendo as expressões culturais das comunidades tradicionais e dos grupos sociais": Surf no Caos instaura um diálogo profundo que valoriza a ancestralidade, representada simbolicamente pela figura arqueológica de Lucy, além de invocar narrativas das comunidades e grupos sociais historicamente marginalizados. O projeto resgata heranças culturais e articula essas referências em um contexto contemporâneo, fortalecendo a identidade cultural brasileira e promovendo o reconhecimento da diversidade cultural por meio da valorização das raízes históricas e sociais.- Inciso II _ "A recuperação, preservação e difusão do patrimônio cultural material e imaterial do país, incluindo o acervo documental e museológico": Embora "Surf no Caos" seja uma obra teatral e performática, sua poética e estrutura narrativa se vinculam à preservação da memória cultural e histórica, assumindo papel de difusão da identidade cultural imaterial que registra e reflete sobre a condição humana e suas transformações no tempo. Essa ação contribui para conservar vivências e saberes, essenciais para a continuidade e reapropriação cultural.- Inciso III _ "O incentivo à criação artística e ao desenvolvimento da linguagem e estética específicas das artes". O projeto propõe um formato híbrido e sensorial inovador que difere dos modelos tradicionais de teatro. A estética proposta articula elementos visuais, sonoros, performáticos e filosóficos, ampliando os limites da linguagem artística e criando um espaço de experimentação estética fundamental para a renovação e o avanço do teatro contemporâneo brasileiro.- Inciso IV _ "A formação de públicos e a promoção do acesso amplo e diversificado à cultura". A proposta de "Surf no Caos" prevê a realização de sessões abertas e a concessão de ingressos gratuitos para públicos diversos, com especial atenção para grupos historicamente excluídos dos espaços culturais. Dessa forma, o projeto cumpre seu papel de ampliar o acesso à arte, democratizando a fruição cultural e incentivando o envolvimento crítico do público.- Inciso V _ "A ampliação do acesso do público à cultura": Por meio do envolvimento direto do público, o espetáculo se configura como um ambiente de imersão e reflexão que desafia e estimula a participação ativa do espectador. O projeto investe em estratégias de comunicação e circulação que garantem a ampla divulgação e o alcance do espetáculo em diferentes regiões e para variados segmentos sociais, fortalecendo o panorama cultural nacional.- Inciso VI _ "A valorização da diversidade cultural e o estímulo à criatividade artística e à inovação":"Surf no Caos" manifesta essa diversidade ao integrar elementos históricos, filosóficos, simbólicos e sensoriais que compõem uma experiência estética singular. A obra se posiciona como um espaço de inovação que estimula a criatividade, aberto a múltiplas interpretações e que convida à interação e ao reconhecimento da pluralidade cultural brasileira.Alinhamento com os Objetivos do Artigo 3º da Lei 8.313/91Segundo o Artigo 3º, os projetos culturais incentivados devem perseguir os seguintes objetivos, que são plenamente atendidos por "Surf no Caos":- Inciso I _Ampliar o acesso do público aos bens e serviços culturais": O projeto proporciona experiências culturais acessíveis, promovendo sessões gratuitas a grupos prioritários e contemplando uma comunicação ampla que facilita o acesso de diferentes públicos.- Inciso II _"Promover a valorização da diversidade cultural": Ao abordar temáticas que atravessam historicidade, ancestralidade e contemporaneidade, o espetáculo fortalece o reconhecimento e a valorização das múltiplas identidades culturais presentes no Brasil.- Inciso III _"Estimular a criação artística e a produção cultural nacional": "Surf no Caos" é uma obra original e autoral, que contribui para o fortalecimento do campo artístico nacional, incentivando novas pesquisas e propostas no teatro e nas artes performáticas.- Inciso IV _"Proporcionar o acesso aos bens culturais para a população": Destacado no plano de execução do projeto, o objetivo de democratizar o acesso por meio da distribuição gratuita de ingressos e ações educativas reforça o compromisso social da iniciativa.- Inciso V _"Apoiar a preservação, conservação, restauração e recuperação do patrimônio cultural material e imaterial do país": Ao resgatar e revalorizar narrativas ancestrais e memórias históricas, o projeto atua diretamente na preservação do patrimônio imaterial brasileiro.- Inciso VI _"Promover a formação de público e o estímulo ao pensamento crítico". A proposta didática do espetáculo, aliada à sua abordagem filosófica e reflexiva, promove o engajamento crítico do espectador, fomentando o debate sobre temas fundamentais para a compreensão da realidade social e histórica.- Inciso VII _"Fortalecer a economia da cultura e estimular projetos inovadores que promovam desenvolvimento cultural e social". O projeto "Surf no Caos" também impacta a cadeia produtiva cultural ao gerar emprego e renda para artistas, técnicos e profissionais envolvidos, além de incentivar a inovação estética e conceitual no contexto cultural contemporâneo.Conclusão:Diante disso, a utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura da Lei 8.313/91 é não apenas recomendada, mas imprescindível para garantir a viabilização, execução e ampla circulação do projeto "Surf no Caos". A articulação entre os objetivos da lei e a natureza do projeto demonstra um alinhamento pleno que justifica a captação de recursos via Lei Rouanet, assegurando o fortalecimento da cena artística brasileira, a democratização do acesso à cultura e a promoção de valores sociais essenciais como a liberdade, resistência e transformação por meio da arte.
Não se aplica
Acessibilidade no Projeto “Surf no Caos” – Peça Teatral - O projeto “Surf no Caos” tem como compromisso garantir a plena acessibilidade e inclusão de Pessoas com Deficiência (PcDs), proporcionando a elas autonomia, conforto e total participação durante todas as sessões da peça teatral. Para tanto, serão adotadas medidas abrangentes que contemplam acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, assegurando que o ambiente seja acolhedor, compreensível e adaptado às necessidades específicas de cada público. A seguir, destacamos os principais recursos de acessibilidade implementados e suas justificativas: Acessibilidade Física:Rampas e Elevadores: Rampas de acesso e/ou elevadores que garantem a mobilidade autônoma de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, permitindo o ingresso e deslocamento facilitado no teatro. - Piso Tátil e Sinalização em Braille:Piso tátil para orientação segura e efetiva de pessoas com deficiência visual, combinado com sinalização em Braille em pontos estratégicos, para facilitar a identificação de locais e trajetos. - Contraste Visual e Iluminação Adequada: Projeto visual que utiliza contraste de cores e iluminação planejada para ajudar pessoas com baixa visão a distinguir ambientes, objetos e informações essenciais. - Mobiliário e Espaços Adaptados: Disponibilização de mobiliário e espaços com dimensões e alturas adequadas para garantir conforto e segurança no uso por pessoas com deficiência física ou estatura diferenciada. - Banheiros Acessíveis: Banheiros equipados com dimensões ampliadas, barras de apoio, pias e acessórios adaptados para atender às necessidades específicas de pessoas com mobilidade reduzida, proporcionando privacidade e independência. Acessibilidade Comunicacional - Intérprete de Libras: Presença de intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todas as sessões, habilitado e capacitado para realizar a interpretação simultânea, garantindo a comunicação efetiva para pessoas com deficiência auditiva. - Legendas e Outros Recursos Multimídia: Uso de legendas, textos em formatos acessíveis e outros recursos que ampliem a compreensão e o acesso ao conteúdo para diferentes perfis de público com deficiência auditiva ou visual. Material em Braille.Acessibilidade Atitudinal - Monitores Treinados: Disponibilização de monitores capacitados para oferecer suporte e orientação, especialmente para pessoas com deficiência intelectual ou múltipla, assegurando um atendimento acolhedor, respeitoso e adequado às suas demandas. - Comunicação Inclusiva:Sensibilização e treinamento da equipe envolvida para promover uma postura inclusiva, eliminando barreiras atitudinais, preconceitos e garantindo um ambiente acessível, respeitando a diversidade e promovendo a participação plena. - Sinalização Intuitiva e de Fácil Compreensão: Utilização de sinais claros, ícones visuais e uma linguagem acessível para facilitar o entendimento e a navegação no espaço, beneficiando pessoas com deficiência intelectual e demais faixas etárias.
_ Apresentação do espetáculo "Surf no Caos" em pelo menos três cidades do Estado da Bahia — Salvador, Itabuna e Vitória da Conquista — totalizando 24 apresentações em diferentes teatros de Salvador, além de 3 apresentações em Itabuna e 3 em Vitória da Conquista, com público mínimo estimado em 400 pessoas por apresentação, totalizando cerca de 10.800 espectadores.Nas sessões realizadas em Salvador, Itabuna e Vitória da Conquista, será reservada uma quota de 10% da capacidade de cada sessão para pessoas com deficiências auditivas, visuais e múltiplas, assegurando a acessibilidade e a inclusão no acesso ao teatro. Essa iniciativa visa promover a democratização do acesso cultural e a inclusão social de públicos historicamente com poucas oportunidades artísticas, beneficiando ao todo 1.200 espectadores._ Realizar 03 sessões do espetáculo SURF NO CAOS em cada uma das cidades, sendo Salvador, Itabuna e Vitória da Conquista, voltadas prioritariamente para alunos de escolas públicas e comunidades com acesso restrito a atividades culturais, beneficiando diretamente no mínimo 1.200 espectadores. Essa ação visa promover a democratização do acesso ao teatro e contribuir para a inclusão cultural de públicos historicamente carentes de oportunidades artísticas._ Organizar um grupo de debate após as apresentações do espetáculo SURF NO CAOS, com o intuito de aprofundar a discussão sobre os temas sociais abordados na obra. Serão realizadas pelo menos 10 sessões em Salvador, além de uma sessão em Itabuna e outra em Vitória da Conquista. Além da participação da atriz e da autora, serão convidados diversos profissionais, tais como acadêmicos, historiadores, psicólogos e psiquiatras, que contribuirão com análises aprofundadas sobre as questões humanas e seus impactos na mente dos indivíduos. Estima-se que aproximadamente 4.800 espectadores serão beneficiados por essa iniciativa.5) Promover quatro oficinas intituladas Expressões do Caos _ A Arte como Reflexão Social, sendo duas em Salvador, uma em Itabuna e uma em Vitória da Conquista. Todas elas conduzidas pela atriz do espetáculo RITA ASSEMANY. Estas oficinas convidam os participantes a explorar, por meio da arte dramática, as temáticas sociais e emocionais presentes no espetáculo SURF NO CAOS. Por meio de técnicas de teatro, escrita criativa e expressão corporal, os participantes serão estimulados a refletir sobre os conflitos e desafios retratados na peça, aprofundando a empatia e desenvolvendo uma consciência crítica acerca das questões humanas abordadas. O público-alvo são adolescentes e jovens adultos, com atenção especial para comunidades vulneráveis e pessoas com deficiência, garantindo total acessibilidade e inclusão. Estima-se beneficiar diretamente 120 participantes.6)Promover cinco ensaios abertos ao público geral, com participação especial de grupos culturais locais, coletivos artísticos da região, comunidades LGBTQIA+, escolas de teatro e demais interessados. Os ensaios abertos têm um papel fundamental na democratização do acesso à arte, permitindo que a comunidade acompanhe o processo criativo de perto, estreitando a relação entre artistas e espectadores. Além disso, esses momentos favorecem a troca de experiências, estimulam o diálogo cultural e promovem a inclusão social, fortalecendo o senso de pertencimento e valorização das expressões artísticas locais. Estimamos beneficiar diretamente cerca de 2.000 pessoas, proporcionando uma experiência rica e acessível a diferentes públicos. Divulgar o projeto nos meios de comunicação locais — como rádio, jornais, redes sociais e outdoor — é fundamental para ampliar seu alcance e incentivar o engajamento da comunidade. Uma divulgação estratégica, focada em veículos locais, é essencial para fortalecer a visibilidade do projeto e garantir ampla participação do público. Ao utilizar diferentes canais — incluindo rádios comunitárias, jornais impressos e digitais, além das redes sociais — a comunicação alcança diversos segmentos da população, respeitando as particularidades culturais e sociais da região. Essa abordagem facilita um diálogo direto com a comunidade, estimula o interesse e a participação ativa, além de fortalecer o senso de pertencimento e a valorização da arte e cultura locais. A expectativa é que mais de 30.000 pessoas tenham tido contato com a divulgação do projeto. Garantir a captura e a transmissão de todas as atividades e apresentações por meio de registros audiovisuais completos — englobando vídeo, áudio e fotografia — para disponibilização acessível ao público em plataformas digitais posteriormente. Destinar 10% dos ingressos para distribuição gratuita, visando promover a inclusão social e ampliar o acesso cultural. Essa parcela será prioritariamente destinada a trabalhadores de setores essenciais, além de beneficiar instituições como asilos e escolas públicas. Essa iniciativa busca fomentar a democratização do acesso à cultura, reconhecendo a importância de proporcionar oportunidades para grupos frequentemente excluídos das atividades artísticas, fortalecendo o compromisso social do projeto e contribuindo para a formação e valorização cultural dessas comunidades. Garantir que os ingressos de todas as sessões sejam comercializados a preços populares, promovendo o acesso amplo e inclusivo do público ao evento, facilitando a participação de diferentes segmentos da comunidade.
A Autora de Surf no Caos: ANINHA FRANCOAninha Franco é uma renomada autora e dramaturga, reconhecida por sua habilidade em criar espetáculos envolventes e inovadores. Com uma trajetória marcada por diversas peças de sucesso, sua escrita é marcada pela sensibilidade, profundidade temática e um olhar atento à cultura contemporânea. Seus trabalhos destacam-se pela originalidade e pela capacidade de provocar reflexão no público, consolidando sua presença no cenário teatral. Aninha é uma voz importante na dramaturgia nacional, contribuindo significativamente para o desenvolvimento das artes cênicas.A Atriz - Rita AssemanyAtriz e diretora teatral baiana, residente em Salvador. Com premiada carreira, atua há mais de 40 anos em teatro e cinema: Abril Despedaçado e Central do Brasil, do diretor Walter Sales; Pixaim; Hétero, a comédia e Pau Brasil, do diretor baiano Fernando Bellens; Três Histórias da Bahia; Eu me Lembro de Edgard Navarro; O último cine drivein, dirigido por Iberê Carvalho; Entre Irmãs, por Breno Silveira; Depois do Universo (Netflix), de Diego Freitas e Ode de Diego Lisboa. Em 2023,integrou o elenco das séries Justiça 2, na Globoplay. Em 2025, a já premiada série Máscaras de Oxigênio (não) Cairão Automaticamente estreia na HBO Max. E Cidade De Deus - 2ª Temporada, com estreia prevista para 2026, na mesma plataforma. Com o espetáculo teatral Dendê e Dengo, fez temporada mundial, incluindo Marrocos e Zurique, representando a Bahia em vários festivais internacionais. Na Alemanha, fez temporada com a tragedia Medeia , encenada pelo diretor alemão Hans Ülli Becker. Ficou 12 anos em cartaz com o espetáculo Oficina Condensada, passando pelo Rio de Janeiro e São Paulo, onde recebeu comentários elogiosos de respeitados críticos. Seus últimos e atuais trabalhos no palco são os monólogos “Surf No Caos” e “Chiquita com Dendê”, que tiveram ensaios abertos interrompidos pela pandemia; após a qual estrearam em Salvador e fizeram temporadas durante 2023 e 2024 no Teatro Molière e em espaços culturais de Cajazeiras; Coutos e Centro Histórico. Além dos 4 prêmios de Melhor Atriz pelas interpretações nos espetáculos Toda Nudez Será Castigada; Oficina Condensada; Medéia e A Casa da Minha Alma; recebeu também outros 4, pelo filme Pixaim, incluindo o do Festival de Brasília; além do prêmio Nota 10 do Jornal O Globo, por seu trabalho em Justiça 2 (indicação da jornalista Ana Luiza Santiago). Mais recentemente, ganhou o prêmio de melhor atuação por ODE, na Mostra Nacional da 16° Santa Maria Video e Cinema (Santa Maria/RS). Produtora Executiva: Levina LourençoProdutora executiva e agente artística com especialização em Gestão Coletiva do Direito de Autor e em Propriedade Intelectual, Conhecimentos Tradicionais e Expressões Culturais Tradicionais pela OMPI, atua na produção cultural e na negociação de contratos artísticos com plataformas e produtoras - a exemplo da Netflix, Globoplay, Camisa Listrada e Morena Filmes. Na Bahia, coordenou e dirigiu projetos culturais de destaque, como as temporadas do espetáculo teatral, a exemplo Chiquita com Dendê", em diferentes polos de Salvador"; Já trabalhou em diferentes produções culturais.Direção Musical: Jarbas BittencourtDireção Artistica:Rita Assemany Atriz e diretora teatral baiana, residente em Salvador. Com premiada carreira, atua há mais de 40 anos em teatro e cinema: Abril Despedaçado e Central do Brasil, do diretor Walter Sales; Pixaim; Hétero, a comédia e Pau Brasil, do diretor baiano Fernando Bellens; Três Histórias da Bahia; Eu me Lembro de Edgard Navarro; O último cine drivein, dirigido por Iberê Carvalho; Entre Irmãs, por Breno Silveira; Depois do Universo (Netflix), de Diego Freitas e Ode de Diego Lisboa. Em 2023,integrou o elenco das séries Justiça 2, na Globoplay. Em 2025, a já premiada série Máscaras de Oxigênio (não) Cairão Automaticamente estreia na HBO Max. E Cidade De Deus - 2ª Temporada, com estreia prevista para 2026, na mesma plataforma. Com o espetáculo teatral Dendê e Dengo, fez temporada mundial, incluindo Marrocos e Zurique, representando a Bahia em vários festivais internacionais. Na Alemanha, fez temporada com a tragedia Medeia , encenada pelo diretor alemão Hans Ülli Becker. Ficou 12 anos em cartaz com o espetáculo Oficina Condensada, passando pelo Rio de Janeiro e São Paulo, onde recebeu comentários elogiosos de respeitados críticos.Seus últimos e atuais trabalhos no palco são os monólogos “Surf No Caos” e “Chiquita com Dendê”, que tiveram ensaios abertos interrompidos pela pandemia; após a qual estrearam em Salvador e fizeram temporadas durante 2023 e 2024 no Teatro Molière e em espaços culturais de Cajazeiras; Coutos e Centro Histórico. Além dos 4 prêmios de Melhor Atriz pelas interpretações nos espetáculos Toda Nudez Será Castigada; Oficina Condensada; Medéia e A Casa da Minha Alma; recebeu também outros 4, pelo filme Pixaim, incluindo o do Festival de Brasília; além do prêmio Nota 10 do Jornal O Globo, por seu trabalho em Justiça 2 (indicação da jornalista Ana Luiza Santiago). Mais recentemente, ganhou o prêmio de melhor atuação por ODE, na Mostra Nacional da 16° Santa Maria Video e Cinema (Santa Maria/RS).Assistente de Produção: Paulo BorgesPaulo Borges é ator e produtor cultural com ampla experiência, tendo participado de diversos espetáculos tanto na atuação quanto na produção cultural e assistência de produção. Sua trajetória inclui trabalhos variados que demonstram sua versatilidade e comprometimento com as artes cênicas.Coordenação de Produção: Meire MacedoPedagoga formada pela Faculdade de Educação da Bahia, em 2002. Trabalhou por 27 anos, como gestora cultural, programadora astistica e produtora cultural do Teatro Sesc Casa do Comércio. Também foi responsável pela elaboração e execução dos projetos do Teatro Sesc Casa do Comércio, além de ser uma empreendedora criativa. Gestora teatral dedicada e apaixonada pelo mundo das artes cênicas, com mais 30 de anos de experiência em liderança e gestão de projetos teatrais. Proativa e inovadora, capaz de coordenar equipes, planejar e executar estratégias para o sucesso de produções teatrais. Habilidades comprovadas em gerenciamento de orçamento, negociação de contratos, marketing e promoção de espetáculos. Conhecimento abrangente do mercado teatral e estreito relacionamento com artistas, diretores e demais profissionais do ramo. Já realizou o planejamento e execução de múltiplos projetos teatrais, incluindo produções de peças, festivais e eventos especiais. - Coordenação de equipes de produção, elenco e equipe técnica, assegurando a integração e o cumprimento de prazos. Negociação de contratos com fornecedores, artistas e parceiros, visando garantir condições favoráveis para a realização dos espetáculos.Moacyr Villas Boas - Diretor da Allcance Comunicacao - Moacyr Villas Boas contribuirá para o projeto SURF NO CAOS, atuando tanto na administração quanto como voluntário, oferecendo sua experiência e dedicação para garantir o sucesso e a organização das atividades.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.