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PRONAC 261773Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O grito de Yemanjá e a força das Marias

IASMIM CRISTINA DA COSTA
Solicitado
R$ 177,8 mil
Aprovado
R$ 177,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2027-01-09
Término
2027-12-18
Locais de realização (2)
Salvador BahiaSão Paulo São Paulo

Resumo

A peça "O Grito de Yemanjá e a força das Marias" tece a história de mulheres que sofrem violência, inspirada no Itã de Yemanjá. No palco, Yemanjá se torna a voz de todas as mulheres violentadas, "dando à luz" seus filhos Orixás, que oferecem força e proteção. Com fé, música e dança, a peça denuncia a violência de gênero e inspira esperança e empoderamento, incentivando as mulheres a denunciar. E também levamos os Orixás na forma de acolhimento, força e coragem para que consigamos dismestificar a visão intolerante que a sociedade tem contra a religião de matriz africana.

Sinopse

A peça tece um dos Itãs de Yemanjá com as histórias reais de mulheres que sofrem violência. A cena começa com duas pessoas na praia, conversando sobre a imensidão do mar. O diálogo se aprofunda, e no palco surge Yemanjá, que, em vez de contar apenas sua própria história, se torna a voz e o ventre de todas as mulheres violentadas. Com a ajuda do ogã, a peça apresenta cinco personagens femininas, cada uma representando um tipo de violência da Lei Maria da Penha. Após o relato de cada uma, Yemanjá vai "dando à luz" a cada um de seus filhos Orixás – Ogum, Oxóssi, Xangô, Oxum e Iansã–, que surgem para oferecer a força e a proteção que cada mulher precisa para se libertar do ciclo de violência. A peça é um grito de dor, mas também um canto de esperança, mostrando que a resiliência e o apoio podem vim quando menos a gente espera. O espetáculo vem trazendo a fé nos Orixás, a cultura afro e também vem denunciar os crimes que ainda são cometidos na sociedade contra as mulheres, alertando e mostrando os vários tipos de violências que existem. Com baste pontos autorais, figurinos bem elaborados para cada personagem, iluminação impactante e cenário simples, contamos essa história com 3 atores e um Ogã. O espetáculo tem uma conexão direta entre a fé e a realidade, e oferece uma mensagem de esperança e empoderamento para o público, passando a mensagem de incentivo para que as mulheres possam denunciar cada violência sofrida.Tipo de violências abordadas e onde cada Orixá se apresenta:Violência Física: Uma mulher que apanhou e é constantemente ameaçada.Orixá que surge: Ogum. Ele representa a força e a batalha, dando a essa mulher a coragem de lutar e se proteger. Violência Psicológica: Uma mulher que é constantemente humilhada e controlada pelo parceiro. Sua história se baseia na destruição da sua autoestima.Orixá que surge: Oxóssi. O caçador da floresta a ensina a encontrar o próprio caminho, a ter foco e a se libertar da confusão mental. Violência Moral: Uma mulher que teve sua honra e reputação manchadas por mentiras e calúnias.Orixá que surge: Xangô. O justiceiro com seu machado de dois gumes a ajuda a recuperar a verdade e a ter a dignidade restaurada. Violência Patrimonial: Uma mulher que é controlada financeiramente e tem seus bens destruídos.Orixá que surge: Oxum. A deusa do ouro e da riqueza material e espiritual a apoia a recuperar sua autoestima e a encontrar a sua própria fonte de prosperidade. Violência Sexual: Uma mulher que foi forçada a manter relações sexuais contra sua vontade.Orixá que surge: Iansã (Oyá). A senhora dos ventos e dos raios. Ela representa a liberdade, a força da tempestade, para que essa mulher possa romper com a violência e seguir em frente.Público-Alvo e Contrapartidas: Nosso público-alvo são mulheres, principalmente mulheres periféricas e pretas já que são o maior alvo de violência doméstica do nosso país. Também o povo de religião de matriz africana. Pretendemos levar o espetáculo para espaços públicos e em terreiros fazendo com que o acesso à cultura seja garantido a todos.

Objetivos

Objetivo geral:Promover a conscientização e o empoderamento das mulheres em relação à violência de gênero, através da fusão da cultura afro-brasileira e da dramaturgia, inspirando a denúncia e a busca por justiça e igualdade. Obejtivo específico:Vamos apresentar o espetáculo em pelo menos 2 estados do Brasil (Bahia, São Paulo) com 1 apresentação em cada estado e além da peça vamos também fazer um debate após cada apresentação. Foco em Conscientização, na peça apresentamos as diversas formas de violência doméstica (física, psicológica, moral, sexual e patrimonial) para o público, capacitando-os a identificar sinais de abuso em suas próprias relações ou no seu círculo social. Foco em Empoderamento/Denúncia, vamos com a arte estimular o rompimento do ciclo de silêncio através da divulgação de canais de denúncia (como o Disque 180) e do fortalecimento da rede de apoio entre mulheres da comunidade. Foco em Reflexão Social, vamos fazer um debate crítico sobre as raízes estruturais do machismo e como a cultura da misoginia contribui para a manutenção da violência contra a mulher na sociedade atual. A peça também tem como foco o Combate à Intolerância religiosa onde vamos desmistificar preconceitos e estereótipos sobre as religiões de matriz africana, humanizando as divindades por meio da dramaturgia para promover o respeito e a tolerância religiosa. Trazendo os Orixás como forma de acolhimento, ajuda, força e coragem. Além disso também vamos apresentar a estética e ancestralidade Celebrando a ancestralidade negra através da fusão entre a dança dos Orixás, a música percussiva, criando uma experiência sensorial que reconecta o público com os elementos da natureza.

Justificativa

A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei Rouanet) é fundamental para nós pois nos permite que projetos que muitas vezes não teriam viabilidade comercial direta consigam captar recursos via renúncia fiscal, democratizando o acesso e a produção cultural e com isso CIAs independente como a nossa podera levar sua arte a mais pessoas. Aplicação Prática: Nosso projeto não é um evento fechado ou elitista, queremos levar para pessosas periféricas, pretas e que inclusive são as mulheres que mais se encontram na vulnerabilidade e onde se concentra o maior número de vioência contra mulheres. Com isso o projeto vai ter as suas apresentações gratuitas.

Especificação técnica

Uma peça teatral de drama ritualístico com musicalidade e conscientização social. Trazendo a cultura matriz Africana. Cada apresentação com duração de 2 horas já que após o espetáculo teremos uma roda de conversa para debater o tema. Levando a peça pra pelo menos 3 estados.Nome: O grito de Yemanjá e a força das Marias Cenário: Estrutura desmontável em pano e caixotes, medindo 55cm a 60cm de comprimento 30cm a 35cm de largura e 25cm a 30cm e altura, 6 caixotes envernizados, com 2 atabaques. Figurino: 7 vestidos em panos leves, 8 calças de pano fino, 8 camisas de algodão.Iluminação/Som: spots, refletores LED e sonorização mesa de som, caixas ativas a serem locados.Descrição da Atividade: Realização de 2 apresentações da peça teatral O grito de Yemanjá e a força das Marias, com classificação indicativa 16 anos. (1 apresentação em Salvador, 1 apresentação em São Paulo)Acessibilidade: Interprete de libras e locais apopriados para receber pessoas PCD Conteúdo: 50% das sessões com Intérprete de LIBRAS.Material Pedagógico / Educativo: Cartilha Educativa digital e Impresso. A cartilha abordará os temas combate a violência contra mulheres e a historia dos Orixás que aparecem na peça. Objetivo: Estimular a apreciação artística e debater após a sessão. Material Gráfico/DivulgaçãoMaterial: 500 cartazes A3 (papel couché 150g) e 500 flyers (papel couché 90g) em cada cidade da apresentação e o banner para cada teatro que será a apresentação, os tamanhos variam de acordo com cada teatro que vamos fechar a pauta.

Acessibilidade

Nas nossas apresentações terão interprete de Libras e uma pessoa responsável para ajudar pessoas com dificuldade em locomoção e colocaremos em teatros que tenha espaços que são adequados para acomodar pessoas PCD.

Democratização do acesso

A proposta leva a arte e o conhecimento de forma gratuita, assim mais pessoas podem ir nos assistir e assim mais mulheres podem ser encorajadas a denunciar.

Ficha técnica

CIA Teatral: A Estrela e o Mar Texto e direção: Iasmim Caetano, Raiza Fernanda e Jotta Piedade Supervisão de direção: Isabella Secchin Compositores dos pontos: Raiza Fernanda e Jotta Piedade Coreografa: Raiza FernandaProdutora executiva: Iasmim Caetano Produtor: Rodrigo de Castro Atrizes: Raiza Fernanda e Iasmim CaetanoAtor: Rosemberg Rodrigues Cantora: Thalita Floriano Ogã: Jotta Piedade e Fábio SantanaProdução: Tina Fernandez e Thiago Montazano Iluminação: Rafa RibeiroProdutora: Caetano Arte Produtora Midia sociais: Carlos VinhasFigurino: Valleska Cabral Cenário: Jotta PiedadeIasmim Caetano atriz, formada em teatro e licenciatura, tem experiência com teatro adulto, teatro infantil, cinema, publicidade e dança. Ganhou um troféu na premiação "Arte em Movimento" na categoria atriz e uma Moção da câmara dos vereadores do RJ como reconhecimento pelo seu trabalho artístico. Tem experiência também com produções teatrais, assistente de direção, direção e como preparadora de elenco. Possui workshop de interpretação e dá aulas de teatro (infantil e adulto).Raiza Fernanda atriz e professora de Dança de Salão, se formou na Escola de Artes Valéria Moreira e na Escola de Dança Cláudio Affonso. Com vasta experiência em teatro, televisão, dança e música. No universo da dança, destacou-se também como coreógrafa da Comissão de frente G.R.E.S Boca de Siri e integrante da comissão de frente G.R.E.S São Clemente e Lins Imperial. Ela continua aprimorando suas habilidades com cursos como Teatro e Televisão, percussão (Atabaque), Gestão de Projetos De Culturais e Captação de Recursos para Projetos Culturais. 53039/RJ Dança de afa, abaque e atuou em diversas peças, comercial, fez participação em novelas da TV Globo, deu aula em várias Escola de Dança e foi protagonista do seriado "A Turma do Pererê"Rosemberg Rodrigues ator e pesquisador cultural. Em cartaz desde maio de 2025 com o espetáculo premiado Malandragem Uma Longa estrada, iniciou a carreira em 1995 como integrante da Cia Municipal de teatro de São Gonçalo. Em 1997 durante o FETAESG, foi indicado a melhor ator com o espetáculo 7 +1 Adaptado e dirigido por Jorge Valle. Atuou em vários textos clássicos, como Morte e Vida Severina, Casa de Boneca, Auto da Compadecida, Viúva porém honesta entre outros. Em 2019, criou, produziu e dirigiu o roteiro Contos Afrikanos, laureado no festival ETTA com o prêmio de melhor atriz.Isabella Secchin Isabella Secchin atriz e diretora de teatro, cinema e tv. Estreou profissionalmente 1977, em Flicts de Ziraldo, indicada ao Premio Mambembe melhor atriz. Integrante do grupo Diz-Ritmia, como atriz e produtora, direção de Louise Cardoso. Estreou como diretora com o grupo Beijo na Boca 1981/1983 com a peça In Certos Casos, coletânea de textos J. Brandão, Mauro Rasi, Vicente Pereira, Wilson Sayão, Luis Carlos Góes e Luis Fernado Veríssimo. Dirigiu, entre outros espetáculos, Lili–uma história de circo de Lícia Manzo, indicado ao Prêmio Coca-Cola melhor Direção e ganhou melhor Produção, Ator e Figurino e o Mambembe de Melhor Espetáculo do Ano 1989. Em 1984 Dirigiu e Realizou “OS CARIOCAS”, evento que apresentou em cena 40 Artistas do RJ, no Circo Voador e Espaço Mambembe SP, mostrando a tendência artística carioca na Dança, Teatro, Artes Plásticas, Música e Circo. Professora do O Tablado, desde 1990, é contribuiu para a formação de muitos profissionais, entre Artistas e Técnicos, do atual cenário artístico. Professora na Cal, com cursos livres, graduação e pós graduação em 2024 e no curso livre Teatro No Teatro desde 2011. Na TV foi AD de Casseta & Planeta, dirigiu a série Por Toda Minha Vida, Casos e Acasos e as novelas Pé na Jaca e A Favorita. Com Luiz Fernando Bruno roteirizou e dirigiu o curta “Um Espinho de Marfim”, adaptação do conto homônimo de Marina Colasanti, Lei Aldir Blanc de Incentivo a Cultura Secec RJ 2021. Em 2022 dirigiu o curta “Natal” de Thereza Falcão, Vencedor melhor curta no Los Angeles Comedy Film & Screenplay Festival 2023 (USA), no Halicarnassus Film Festival, Best Short Comedy 2023(Turquia), Krimson Horyzon Internacional Film Festival (India) e no Indian Independent Film Festival 2023, como Best Short Film (India) e Menção Honrosa no Hollywood Short Fest (USA). Desde 2009 é Preparadora de Elenco dos Est. Globo. Trabalhos mais recentes são Malhação – Viva a Diferença (Prêmio Emmy Kids de Melhor Série), Malhação – Vidas Brasileiras (Indicado ao Emmy Kids de Melhor Série), Malhação – Toda Forma de Amar, Cara e Coragem (Indicada Emmy Internacional 2023), Vai na Fé, Vale Tudo e pela HBO Clube Spelunca.Jotta Piedade artista multifacetado, com uma trajetória que une a técnica clássica ao gingado popular. Iniciou sua jornada aos 16 anos no Ballet e Jazz, brilhando em festivais no Rio de Janeiro e Cabo Frio. Aos 25 anos, mergulhou na Dança de Salão, profissionalizando-se pela prestigiada Escola e Cia de Dança Cláudio Affonso. Sua sólida carreira como professor e bailarino inclui passagens por grandes instituições como Cachanga do Malandro (Carlos Bolacha), Renata Peçanha, Di Dança (Diego Fiori) e Espaço JR Dança. No Carnaval carioca, Jotta emprestou seu talento a alas coreografadas e comissões de frente de escolas como São Clemente e Lins Imperial, além de assinar a coreografia da comissão de frente da Siri de Ramos. Completando seu perfil rítmico, atua também como percussionista de atabaque, trazendo a musicalidade para o centro de sua expressão artística.Thalita Floriano atriz, com formação técnica em teatro pela Escola Sesc de Artes Dramáticas e formação profissionalizante pela Nova Escola de Atores, além de capacitação em Teatro Musical. Atuou nos espetáculos A Pérola Negra do Samba (2025), Cinderela Negra – Um Sonho que Vai Começar (2025) e Borandá – Auto do Migrante (2024). Atualmente, integra o elenco do Palco Literário e realiza treinamento de atuação para TV e cinema na Army Agency.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.