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Buscando consolidar o Festival como um polo de difusão e formação na música regional brasileira e potiguar contemporânea, propomos a edição de 2027 do Festival MADA, com 1 FESTIVAL DE MÚSICA REGIONAL, que integra programação artística com ações educativas e de economia criativa. Como produtos específicos, o projeto inclui APRESENTAÇÕES MUSICAIS DE MÚSICA REGIONAL, que compõem a programação principal do evento. Complementarmente, são oferecidas ações formativas gratuitas como CONTRAPARTIDA SOCIAL, visando a capacitação de estudantes e profissionais da cadeia produtiva da cultura. A programação é ampliada por meio de ações formativas, transmissões audiovisuais e práticas de sustentabilidade, promovendo integração cultural e fortalecimento da economia criativa do Rio Grande do Norte e garantindo uma experiência cultural abrangente e acessível. O projeto está previsto para iniciar a execução em 2027, após a entrega da prestação de contas da edição de 2026 prevista para 17/10/2026.
SINOPSE DO FESTIVAL MADA 2027 – MÚSICA ALIMENTO DA ALMAO Festival MADA 2027 consolida sua trajetória de quase três décadas como um dos mais relevantes festivais de música do Brasil, reafirmando seu compromisso radical com a diversidade e a profundidade da cultura brasileira. Em sua próxima edição, o evento se transforma em uma grande celebração da Música Regional Brasileira, apresentando uma programação 100% dedicada às raízes, tradições e reinvenções contemporâneas que emanam das diversas identidades do país.Sob a curadoria cuidadosa que equilibra patrimônio e inovação, o MADA 2027 apresentará 30 atrações em três palcos de alta tecnologia. A seleção inclui 10 grupos locais potiguares – mapeados em todas as regiões do estado, do Litoral ao Seridó – e 20 convidados nacionais de notoriedade, que carregam em sua música a crônica viva de seus territórios. Do Boi de Reis patrimonial ao Rap que dialoga com o cordel, do Samba de roda ao Forró de rabeca, cada apresentação é uma janela para um Brasil plural e resistente.Mais do que um evento musical, o MADA se afirma como um projeto formativo e de impacto social. Sua programação é ampliada por uma sólida estrutura pedagógica que inclui:· Oficinas de Projetos Culturais para capacitar 50 estudantes em gestão e financiamento;· Oficinas de Folclore que promovem a vivência prática das tradições populares;· Rodadas de Conversa com especialistas, integrando 350 pessoas entre equipes, artistas e comunidades;· Visitas Técnicas que revelam os bastidores da produção para futuros profissionais.Realizado em parceria institucional com o IFRN e a Secretaria de Cultura do RN, o festival opera como uma plataforma de democratização do acesso, formação de plateias e profissionalização do setor. Sua infraestrutura de ponta, com recursos de acessibilidade como intérprete de Libras, reflete um compromisso com a inclusão e a excelência.O Festival MADA 2027 é, portanto, uma experiência completa: um banquete musical que alimenta a alma, uma sala de aula a céu aberto que forma cidadãos, e um canal de valorização da cultura brasileira em sua essência mais autêntica e transformadora. É onde o patrimônio imaterial ganha palco, a tradição encontra a contemporaneidade, e a música se revela como potente instrumento de educação, identidade e pertencimento.SINOPSE DAS APRESENTAÇÕES MUSICAISA edição 2027 do MADA celebrará a música regional brasileira em sua totalidade, conectando manifestações tradicionais patrimoniais e expressões contemporâneas que dialogam com identidades locais. A programação contará com 30 apresentações de 50 minutos, sendo 5 grupos potiguares e 15 convidados nacionais de Música Regional Brasileira de outro estados. A curadoria valorizará a diversidade geográfica e cultural, incluindo desde grupos consagrados até novos talentos emergentes. Serão representados gêneros como Boi de Reis, Congos, Repente, Zambê e Forró de Rabeca do RN, além de manifestações nacionais como Samba, Baião e Rap regionalizado. A infraestrutura profissional incluirá palco amplo, sonorização de alto padrão, iluminação cênica e recursos de acessibilidade, garantindo qualidade técnica e inclusão.SINOPSES DAS ATIVIDADES DE CONTRAPARTIDAOFICINAS DE PROJETOS CULTURAISDois encontros formativos que integrarão teoria acadêmica e prática de mercado para 50 estudantes do IFRN. Ministradas pelo produtor Jomardo Jomas, as oficinas de 4h cada abordarão desde a concepção e redação de projetos até financiamento, produção executiva e marketing cultural. Com metodologia dinâmica que inclui análise de casos e exercícios práticos, o objetivo é instrumentalizar os participantes para atuarem de forma inovadora e profissional no setor cultural.OFICINAS DE FOLCLOREAtividades práticas de imersão nas tradições populares potiguares, abertas a 50 participantes de todas as idades. Ministradas por um grupo cultural convidado, as oficinas de 3h proporcionarão vivência direta com elementos como dança, música ou confecção de adereços, acompanhadas de roda de conversa sobre preservação e identidade. Funcionam como dispositivo ativo de salvaguarda cultural, fortalecendo o diálogo intergeracional e reconhecendo as manifestações tradicionais como expressões artísticas vivas.RODADAS DE CONVERSACinco painéis formativos que reunirão 350 pessoas - incluindo equipes do festival, beneficiários de políticas públicas e estudantes - para reflexões sobre a cadeira produtiva da música. Especialistas como Rodrigo Rodrigues Machado, Pedro Barreira e a Guria Produtora compartilharão conhecimentos em marketing, curadoria, direção técnica e gestão estratégica de festivais. Realizadas no próprio espaço do evento, essas conversas materializam o caráter educativo do MADA, promovendo qualificação profissional, integração das equipes e inclusão social.VISITAS TÉCNICASImersão prática nos bastidores do festival para 50 estudantes do curso técnico em Eventos do IFRN. Em sessões de 3h, os participantes percorrerão a infraestrutura montada acompanhados por um coordenador de produção, observando operações como passagem de som, logística de palco e gestão integrada de setores. Esta vivência é fundamental para conectar conhecimentos teóricos à realidade operacional, desmistificando a profissão e inspirando novas gerações de produtores culturais.
OBJETIVO GERALConsolidar o Festival Música Alimento da Alma _ MADA como um polo nacional de difusão, formação e valorização da música regional brasileira e potiguar contemporânea, dedicando integralmente sua 28ª edição à promoção das regionalidades musicais potiguares e brasileiras. O projeto visa promover a diversidade cultural, a sustentabilidade e a democratização do acesso à arte, fortalecendo a economia criativa do Rio Grande do Norte e reforçando a identidade cultural regional, fundamentando-se nos incisos I, II, III e V do artigo 2º da Instrução Normativa nº 23/2025 do Ministério da Cultura, que preveem:I _ valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II _ estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III _ viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V _ incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais.OBJETIVOS ESPECÍFICOSA) Produto FESTIVAL/MOSTRA: Realizar a 28ª edição do Festival MADA, com duração de 4 dias, integrando programação artística totalmente dedicada à música regional, ações educativas e práticas sustentáveis, estimando a circulação de 20 mil pessoas.B) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL (Música Regional): Realizar 5 apresentações de grupos locais de música regional potiguar e 15 apresentações de grupos de música regional brasileira de outros estads, promovendoum grande ENCONTRO DE MÚSICA REGIONAL, totalizando 20 shows que celebram a diversidade das expressões musicais das regionalidades brasileiras.C) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (Ações Formativas):Realizar 2 Oficinas de Projetos Culturais sobre financiamento cultural, criação de projetos e inovação no setor, com capacidade para 50 participantes cada (total 400 participantes);Realizar 4 Rodadas de Conversa sobre temas atuais da cultura, música e produção artística, com capacidade para 125 participantes cada (total 500 participantes);Promover Formação de Público e Agentes Culturais por meio de 2 sessões de visitas técnicas, beneficiando 50 participantes (25 por sessão);Realizar 2 Oficinas de Folclore e Cultura Popular abertas ao público para até 50 pessoas (25 por sessão), com classificação livre.Total de beneficiários das ações formativas: 650 participantes (sendo no mínimo 50% estudantes e professores de instituições públicas de ensino).D) Democratização de Acesso (Ampliação de Acesso): Disponibilizar na internet registros audiovisuais das atividades do festival, acompanhados de Libras e audiodescrição, e permitir a captação e veiculação de imagens por redes públicas de televisão e mídias gratuitas, ampliando o alcance das expressões regionais apresentadas.E) Acessibilidade Inclusiva: Garantir medidas de acessibilidade física, visual e auditiva em 100% das atividades do festival, incluindo intérprete de Libras, monitores especializados e espaços reservados para pessoas com deficiência, assegurando que toda a programação regional seja acessível a todos.F) Sustentabilidade e Impacto Ambiental: Implementar estratégia de neutralização de carbono com plantio de árvores e adotar práticas de gestão de resíduos e consumo consciente durante o evento, alinhando a promoção da cultura regional à responsabilidade ambiental.G) Valorização do Patrimônio Cultural Imaterial: Divulgar e fortalecer manifestações culturais tradicionais potiguares reconhecidas como patrimônio imaterial, como Congos de Combate, Boi de Calemba Pintadinho, Pastoril Dona Joaquina e Bambelô da Alegria, integrando-as à programação do festival dedicado às regionalidades.H) Inovação e Tecnologia: Utilizar aplicativo interativo para programação, mapas e informações em tempo real, ampliando a experiência do público e a organização do evento, facilitando o acesso à programação regional.Comprovação: Registros fotográficos e videográficos, listas de presença, contratos com artistas e fornecedores, relatórios de impacto, certificados de participantes, comprovantes de veiculação midiática, laudos de acessibilidade, comprovação de medidas sustentáveis e relatório financeiro detalhado.
A realização da 28ª edição do Festival Música Alimento da Alma _ MADA 2027 consolida um legado de quase três décadas de ininterrupta promoção da música brasileira, com foco estruturante na difusão e valorização das expressões culturais regionais. Desde sua criação em 1998, o MADA firmou-se como o maior festival de música do Nordeste em duração e continuidade, sendo reconhecido, em 2024, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio Grande do Norte. Essa trajetória atesta sua relevância artística e seu papel transformador como agente de formação de plateia, capacitação de profissionais da cadeia produtiva da cultura e vetor de desenvolvimento econômico e turístico para o Rio Grande do Norte.A presente edição dedica-se integralmente à celebração das regionalidades musicais potiguares e brasileiras, com ênfase na valorização do patrimônio cultural imaterial do estado. O festival promoverá manifestações tradicionais reconhecidas, como Congos de Combate, Boi de Calemba Pintadinho, Pastoril Dona Joaquina e Bambelô da Alegria, integrando-as à programação contemporânea e garantindo sua transmissão intergeracional. Ao mesmo tempo, será palco para 10 apresentações de música regional potiguar e 20 de música regional brasileira, abrangendo desde as raízes tradicionais até as novas linguagens da cena independente. Essa abordagem plural posiciona o MADA como plataforma essencial de visibilidade nacional para artistas locais e regionais que, apesar de sua excelência artística, enfrentam barreiras crônicas de acesso a circuitos de difusão, financiamento e profissionalização.A necessidade de utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é estratégica e fundamental devido à natureza do projeto e às dinâmicas do mercado de patrocínio cultural. O setor de música regional e manifestações culturais tradicionais não é atrativo para investimentos privados diretos (recursos próprios), uma vez que as empresas direcionam seus orçamentos de marketing prioritariamente para projetos de música popular comercial, que oferecem maior visibilidade de marca e retorno promocional imediato. Os recursos de patrocínio com recursos próprios são historicamente alocados pelo departamento de marketing das empresas para fins estritamente comerciais.Para viabilizar o patrocínio ao Festival MADA _ um evento dedicado à música regional e ao patrimônio cultural imaterial _, é fundamental que o projeto seja 100% elegível à captação via incentivo fiscal. Apenas através da Lei Rouanet será possível atrair investimentos empresariais, garantindo a execução integral do evento, que inclui a realização de 30 apresentações musicais regionais, a oferta de 650 vagas em ações formativas gratuitas, a implementação de estrutura de acessibilidade física, visual e auditiva em 100% das atividades, transmissões audiovisuais com Libras e audiodescrição, medidas de sustentabilidade ambiental.Sem o financiamento via renúncia fiscal, inviabilizar-se-ia a realização do evento em sua totalidade e qualidade artística, comprometendo não apenas a difusão cultural, mas também o impacto econômico local, a formação de novas plateias e a preservação ativa do patrimônio imaterial potiguar.As ações formativas do MADA 2027 constituem um pilar estruturante do projeto, garantindo que a fruição cultural seja acompanhada por processos educativos e de capacitação profissional. Serão oferecidas 2 Oficinas de Projetos Culturais que abordarão financiamento cultural, elaboração de projetos e inovação no setor, capacitando 50 participantes na gestão de suas próprias carreiras e iniciativas. 4 Rodadas de Conversa reunirão artistas, produtores e especialistas para debater temas urgentes da cena cultural contemporânea, promovendo a troca de conhecimentos e o fortalecimento de redes colaborativas, com capacidade para 500 participantes. A Formação de Público e Agentes Culturais será realizada por meio de 2 sessões de visitas técnicas, beneficiando 50 alunos de cursos técnicos e universitários, que terão a oportunidade de vivenciar a montagem e produção de um grande evento cultural. Complementando a programação formativa, 2 Oficinas de Folclore e Cultura Popular serão abertas ao público, celebrando e transmitindo saberes tradicionais. No total, 650 vagas gratuitas serão oferecidas, sendo 50% delas reservadas a estudantes e professores da rede pública, assegurando que o acesso à formação em cultura seja democrático e inclusivo. Por fim, o projeto está previsto para iniciar a execução em 2027, após a entrega da prestação de contas da edição de 2026 prevista para 17/10/2026. Portanto, cabe ressaltar que não se trata de uma fração ou extensão do projeto aprovado PRONAC 260019 - FESTIVAL MÚSICA ALIMENTO DA ALMA - MADA 2026, e sim de um novo projeto com nova data de execução, para 2027, que está sendo enviado para iniciar desde já a captação de recursos para o ano que vem.O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:II _ possibilitar às empresas e cidadãos a aplicação de recursos em projetos culturais, ampliando as fontes de financiamento da cultura; III _ estimular a iniciativa privada a investir em atividades culturais que promovam a diversidade e a democratização do acesso.Quanto aos objetivos previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o Festival MADA 2027 alcançará, de forma direta e mensurável:I _ incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;V _ apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.Além do alinhamento legal, o projeto responde a urgentes demandas territoriais: o Rio Grande do Norte possui uma cena musical vibrante e plural _ do forró ao coco, do rap à música instrumental _, mas carece de políticas continuadas de fomento que articulem difusão, formação e geração de renda. O MADA atua justamente nessa lacuna, funcionando como ecossistema integrado que, em uma mesma programação, apresenta artistas consagrados e emergentes, oferece oficinas técnicas, fomenta o empreendedorismo criativo e garante acessibilidade física e comunicacional.Economicamente, o festival movimenta cadeias produtivas locais (sonorização, iluminação, alimentação, hospedagem, transporte), fomenta o turismo cultural e implementa uma política de contrapartidas sociais que prioriza estudantes e professores da rede pública. Culturalmente, reforça identidades, fortalece o autorreconhecimento regional e projeta o patrimônio imaterial potiguar em escala nacional.Portanto, a aprovação deste projeto via Lei Rouanet não significa apenas o financiamento de um evento, mas o fortalecimento de uma política cultural de Estado _ descentralizada, inclusiva e sustentável _ que há 28 anos transforma a vida de artistas, públicos e territórios, e que nesta edição reafirma, com ainda mais ênfase, seu compromisso com as vozes, os sons e as ancestralidades que compõem a riqueza cultural do Brasil.
Impacto Social e Inclusão: O Festival MADA 2027 prevê ações de ingressos com desconto para ID Jovem, Ingressos solidário para arrecadção de alinmentos ( na última edição fdoram mais de 8 toneladas de alimentos arrecadados ) , Desconto para Idosos e assim democratizando o acesso à cultura e possibilitando que mais pessoas possam vivenciar o festival.Programação inclusiva para públicos com deficiência, incluindo medidas de acessibilidade como intérpretes de Libras, rampas de acesso e materiais em formatos acessíveis, reforçando o compromisso do MADA com a inclusão social.Inovação e Sustentabilidade: O festival terá uma estratégia de neutralização de carbono, com o plantio de árvores para compensar as emissões e reduzir o impacto ambiental do evento.Utilização de tecnologia para criar uma experiência interativa, como aplicativos para acesso à programação, mapas e informações em tempo real, visando melhorar a experiência do público e a organização do evento.Engajamento Comunitário e Cultural: Parcerias com escolas e instituições culturais locais para atividades de formação e programação especial para jovens, incentivando o envolvimento da comunidade no processo criativo e na organização do festival.Potencial Econômico e Turístico: O MADA contribui para a economia local por meio do aumento do fluxo turístico, beneficiando hotéis, restaurantes e o comércio local.Estímulo ao turismo cultural, posicionando Natal como um destino de eventos culturais de alta qualidade, promovendo o Rio Grande do Norte no cenário nacional e internacional.Estratégia de Comunicação e Visibilidade: Parcerias estratégicas com veículos de comunicação nacional e regional para ampliar a visibilidade do festival através da trnsmissão ao vivo da programação .Presença ativa nas redes sociais e parcerias com influenciadores digitais, visando atingir um público jovem e conectado, além de fortalecer a marca MADA no ambiente digital.Legado Cultural e Formação de Públicos: O festival busca não apenas entreter, mas também educar e formar novos públicos para as artes e a cultura. Por meio das atividades de formação , o MADA contribui para o desenvolvimento de uma audiência mais engajada e apreciativa da diversidade cultural.Criação de um legado para a cidade e para o estado, consolidando o festival como parte essencial do calendário cultural do Rio Grande do Norte e um marco de desenvolvimento contínuo para a cultura local.Esses pontos complementares reforçam o compromisso do Festival MADA com o desenvolvimento social, cultural e econômico da região, além de demonstrar seu papel transformador e inovador na promoção da cultura e das artes.
ARESENTAÇÕES MUSICAIS:O Festival MADA 2027 será composto 100% por música regional brasileira, abrangendo manifestações tradicionais patrimoniais e expressões contemporâneas que dialogam com identidades regionais específicas. Serão realizadas 20 apresentações: 5 grupos locais potiguares e 15 grupos nacionais de Música Regional Brasileira de outros estados do Brasil - um evwrdadeiro ncontro de Música Regional -, todas com duração de 50 minutos. A infraestrutura contará com 3 palcos de 12m x 8m x 1,2m, sistema de som profissional, iluminação cênica, telão para projeções, backline completo fornecido pelo festival, e equipe técnica composta por 2 técnicos de som, 1 iluminador e 2 assistentes de palco por apresentação. Os shows terão ensaio técnico de 2 horas no dia da apresentação, gravação audiovisual profissional, e recursos de acessibilidade com intérprete de Libras nas apresentações. Grupos Nacionais de Música Regional: A curadoria dos 20 artistas ocorrerá na etapa de pré-produção, após a captação de recursos, para confirmar disponibilidade de agenda e incluir novos talentos que possam emergir até 2027. São artistas de música regional de comunidades específicas, que alcançaram notoriedade nacional sem abandonar seus estilos e ritmos regionais originais. Entre os gêneros representados está o Rap Nacional, que se consolidou como crônica viva do Brasil contemporâneo, refletindo realidades regionais distintas. No Nordeste, fundiu-se com a literatura de cordel e o repente, incorporando a métrica poética tradicional a temas do agreste. O movimento rap feminino e LGBTQIA+ ampliou a discussão sobre as múltiplas identidades brasileiras. O Tropicalismo, movimento entre 1967-1968 liderado por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé e Os Mutantes, realizou a antropofagia cultural ao misturar o tradicional violão com guitarra elétrica, e influências eruditas com populares, quebrando preconceitos musicais durante a Ditadura Militar. O Samba, registrado como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo IPHAN em 2007, com o samba de roda do Recôncavo reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 2005, reflete a resistência da cultura negra e a vida urbana periférica. O Baião e Forró, consolidados por Luiz Gonzaga entre 1940-1950, com o forró registrado como Patrimônio Imaterial em 2021, expressam a realidade do Sertão nordestino, criando conexão emocional com migrantes nas grandes metrópoles.Grupos locais de música regional potiguar:A curadoria dos grupos será realizada na pré-produção pois envolverá pesquisa e mapeamento de grupos tradicionais de todas as regiões do estado – Litoral, Agreste, Seridó e Oeste – considerando representação geográfica equilibrada, patrimônio imaterial registrado, continuidade intergeracional e vínculo comunitário. Entre os gêneros participantes, estarão representantes de manifestações como Boi de Reis, patrimônio cultural imaterial do RN, que difere do Bumba Meu Boi maranhense por incorporar elementos do Reisado e personagens locais como o Jaraguá. Também dos Congos, como os de Calçola da Vila de Ponta Negra, que preservam tradições de comunidades quilombolas do litoral, com calçolas brancas adornadas com rendas e fitas coloridas que simbolizam resistência cultural, e espadas de madeira que marcam ritmicamente a narrativa da embaixada da Rainha Ginga. O Repente e Cantoria de Viola, tradição desde o século XIX no estado, berço da Família Batista de poetas, funciona como crônica musical do sertão, praticada em feiras de Mossoró e Caicó. A Música de Zambê ou Bambelô, percussão e dança de origem africana do litoral (Tibau do Sul, Canguaretama), utiliza tambores artesanais de tronco mantidos por comunidades quilombolas e pescadoras. O Forró de Rabeca, tradição anterior à sanfona no interior, emprega instrumento artesanal de madeiras locais em festas de terreiro e casamentos rurais. As Bandas de Cabaçal ou Éfano, conjuntos do interior com pífanos de bambu, pratos e bombos, representam fusão entre sonoridade indígena e estrutura de bandas portuguesas em procissões e festas de padroeiros.CONTRAPARTIDA – Planos Pedagógicos completos em anexo. Resumos: A) OFICINAS DE PROJETOS CULTURAIS Objetivos: Capacitações em elaboração, gestão e financiamento de projetos culturais. Específicos: dominar etapas da produção, técnicas para editais, gestão financeira, marketing digital e estimular a inovação. Justificativa: Integrar teoria da sala de aula com prática de mercado, essencial para formação técnica em eventos. Carga horária: 8h (2 oficinas de 4h). Público: 50 estudantes do Curso Técnico em Eventos do IFRN Campus Canguaretama. Metodologia: Exposição dialogada, análise de casos, exercícios com planilhas, discussões coletivas e mentoria de projetos. Material: Apresentações multimídia, modelos de orçamento e cronograma, listas de editais Conteúdos: Concepção e redação de projetos; Leis de incentivo e editais; Produção executiva e logística; Marketing cultural. Profissional: Jomardo Jomas, produtor com 27 anos de experiência e idealizador do MADA, atuando como professor-experiencial.B) OFICINAS DE FOLCLORE Objetivos: Valorizar e vivenciar manifestações da cultura popular potiguar. Específicos: apresentar diversidade folclórica, praticar elementos como dança ou música, discutir preservação e promover diálogo intergeracional. Justificativa: Atuar como salvaguarda contra o apagamento cultural, educando o público e reconhecendo as tradições como expressões vivas. Carga horária: 6h (2 oficinas de 3h). Público: 50 pessoas, classificação livre. Seleção: inscrição aberta online por ordem de chegada. Metodologia: Aula demonstrativa e vivencial, oficina prática participativa, roda de conversa e exposição interativa. Material: Instrumentos musicais típicos, materiais para adereços, sistema de som, projetor. Conteúdos: Definidos na pré-produção com o grupo cultural selecionado. Eixos: contexto histórico, elementos artísticos, saberes práticos e desafios da tradição. Profissional: Grupo de Manifestação Cultural Potiguar (a definir)C) RODADAS DE CONVERSA Objetivos: Formar, integrar e promover reflexão sobre a cadeia produtiva da música. Específicos: democratizar conhecimentos estratégicos, qualificar profissionais e estudantes, integrar equipes e incluir beneficiários de políticas públicas. Justificativa: Materializar o caráter formativo do festival, criando impacto duradouro, capacitando mão de obra local e humanizando as relações de trabalho. Carga horária: 7h30 (4 sessões de 1h30). Público: 350 pessoas (convidados da SECULT-RN/FJA, integrantes da equipe do festival). Seleção: por listas de parcerias institucionais. Metodologia: Painéis mediados, aprendizagem situada no evento, diálogo horizontal e compartilhamento de trajetórias reais. Material: Estrutura de palco, som, projeção e cadeiras para o público. Conteúdos: Marketing para festivais; Curadoria artística; Direção técnica de palco; Gestão estratégica de festival; e um quinto tema a definir. Profissionais: Rodrigo Rodrigues Machado (gestão), Pedro Barreira (curadoria), Guria Produtora (técnica) e Jomardo Jomas (concepção), todos com notável atuação formativa.D) VISITAS TÉCNICAS Objetivos: Oferecer imersão prática nos bastidores de um grande festival. Específicos: visualizar infraestrutura, compreender interdependência dos setores, observar processos como passagem de som. Justificativa: essencial para desmistificar a profissão, fixar conceitos de gestão e logística de forma vivencial e motivar novos talentos. Carga horária: 6h (2 sessões de 3h). Público: 50 estudantes do Curso Técnico em Eventos do IFRN. Seleção: lista da disciplina. Metodologia: Tour guiado e comentado, observação direta de operações, explicações e diálogo com técnicos. Material: Estrutura do evento. Conteúdos:Infraestrutura de palco; Operações integradas; Planos de contingência e segurança; Sustentabilidade. Profissional: Coordenador de Produção/Logística do MADA.
O Festival MADA 2027 adotará medidas de acessibilidade completas e integradas, assegurando que pessoas com deficiência física, visual e auditiva tenham plena condição de fruição autônoma de todos os produtos culturais oferecidos, em conformidade com a Lei nº 13.146/2015 e o Decreto nº 9.404/2018. As medidas serão implementadas em 100% das apresentações, oficinas, rodas de conversa e visitas técnicas.1. PRODUTO FESTIVAL/MOSTRAAcessibilidade física:· Espaço do festival com rampas de acesso, banheiros adaptados e circulação livre de barreiras; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Estrutura do Festival· Será oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxílio de pessoas com necessidades especiais; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Serão disponibilizados locais reservados a pessoas portadoras de necessidades especiais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: MonitoresAcessibilidade para deficientes visuais:· Será oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxílio de pessoas com deficiência visual; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Serão disponibilizados locais reservados a pessoas portadoras de deficiência visual. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: MonitoresAcessibilidade para deficientes auditivos:· Será oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxílio de pessoas com deficiência auditiva; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Serão disponibilizados locais reservados a pessoas portadoras de deficiência auditiva. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Será utilizado intérprete em libras integrando o receptivo do espaço do festival. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete Libras2. PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICALAcessibilidade física:· Será oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxílio de pessoas com necessidades especiais; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Serão disponibilizados locais reservados a pessoas portadoras de necessidades especiais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: MonitoresAcessibilidade para deficientes visuais:· Será oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxílio de pessoas com deficiência visual; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Serão disponibilizados locais reservados a pessoas portadoras de deficiência visual. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: MonitoresAcessibilidade para deficientes auditivos:· Será oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxílio de pessoas com deficiência auditiva; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Serão disponibilizados locais reservados a pessoas portadoras de deficiência auditiva. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Será utilizado intérprete em libras em todas as apresentações musicais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete Libras3. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física:· Será oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxílio de pessoas com necessidades especiais; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Serão disponibilizados locais reservados a pessoas portadoras de necessidades especiais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: MonitoresAcessibilidade para deficientes visuais:· Será oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxílio de pessoas com deficiência visual; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Serão disponibilizados locais reservados a pessoas portadoras de deficiência visual. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: MonitoresAcessibilidade para deficientes auditivos:· Será oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxílio de pessoas com deficiência auditiva; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Serão disponibilizados locais reservados a pessoas portadoras de deficiência auditiva. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Será utilizado intérprete em libras em todas as atividades formativas (oficinas, rodas de conversa, visitas técnicas). Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete Libras4. ACESSIBILIDADE INCLUSIVA· Será oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxílio de pessoas com necessidades especiais; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores· Serão disponibilizados locais reservados a pessoas portadoras de necessidades especiais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores
Em atendimento ao disposto no Art. 47 da Instrução Normativa nº 23/2025 do Ministério da Cultura, o Festival MADA 2027 adotará, para todos os seus produtos, medidas de ampliação do acesso que garantam a fruição cultural a públicos diversos e ampliem o alcance das atividades realizadas.1. PRODUTO FESTIVAL/MOSTRAEstimativa de público: 20.000 pessoas circulando durante os 4 dias de evento. AMPLIAÇÃO DE ACESSO (conforme Art. 47, incisos II e III da IN nº 23/2025):· II – disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, acompanhados de Libras e audiodescrição;· III – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.2. PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL (Música Regional)Todas as 30 apresentações (10 regionais potiguares e 20 regionais brasileiras) terão seus registros audiovisuais disponibilizados em plataformas digitais, com Libras e audiodescrição, conforme o inciso II do Art. 47 da IN nº 23/2025.3. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL (Ações Formativas)Os registros audiovisuais das atividades de formação (oficinas, rodadas de conversa e visitas técnicas) serão disponibilizados na internet com legendagem, conforme o inciso II do Art. 47 da IN nº 23/2025.Dessa forma, o Festival MADA 2027 garante a ampliação do acesso por meio da disponibilização digital e midiática de seu conteúdo, expandindo significativamente seu alcance e impacto sociocultural.
- nome: PÉ DE MÚSICA PRODUÇÕES (Proponente) - função no projeto: Coordenação Geral. A empresa e sua equipe serão responsáveis pelas atividades de coordenação de produção, coordenação técnica, coordenação de programação, coordenação artística, coordenação de comunicação, coordenação cultural, curadoria e coordenação de oficinas. - currículo resumido: A Pé de Música Produções é uma produtora cultural fundada em 1998 em Natal/RN. É a realizadora do Festival Música Alimento da Alma (MADA), que completou 27 edições ininterruptas entre 1998 e 2025. A primeira edição (1998) reuniu 17.000 pessoas em uma lona de circo na Ribeira, Natal. A 27ª edição (2025) reuniu 40.000 pessoas na Arena das Dunas, Natal. No total, o MADA já apresentou mais de 750 artistas, incluindo atrações internacionais a partir de 2004. A produtora realizou o GGCON – Good Game Convention em 2018 (Centro de Convenções de Natal), 2022 (12.000 visitantes) e 2025 (40.000 visitantes). Criou e executou o projeto sociocultural MADA Faz Escola, que atendeu 3.500 estudantes em 7 escolas públicas do RN em 2016, 5.000 estudantes em 10 escolas em 2018 e 2.500 estudantes em 5 escolas em 2019. Produziu o Festival Curta Natal de Cinema e Vídeo em 2002, a Mostra ANIMADA em 2004, editou a Revista Laboratório Pop entre 2004 e 2007 (distribuição nacional) e realizou o Festival Cinemada em 2008. Atualmente desenvolve o Somos Latinos Festival em Praia de Pipa/RN e o projeto Copa das Quebras em comunidades de Natal. A empresa possui uma equipe formada majoritariamente por mulheres e pessoas LGBTQIA+ e tem como foco a valorização da produção cultural potiguar.- nome: Jomardo Jomas (Diretor e representante legal da empresa Proponente) - função no projeto: Coordenação Geral - currículo resumido: Jomardo Jomas é idealizador e diretor da Pé de Música Produções desde 1998. Criou e dirige o Festival MADA, realizado anualmente entre 1998 e 2025. A primeira edição (1998) aconteceu na Ribeira, Natal, para 17.000 pessoas. Em 2004, trouxe a primeira atração internacional. Em 2015, o festival passou a ser realizado na Arena das Dunas. A edição de 2025 reuniu 40.000 pessoas. É também criador e diretor do GGCON – Good Game Convention, realizado em 2018, 2022 e 2025 no Centro de Convenções de Natal, com 40.000 visitantes na última edição. Concebeu e coordenou o projeto MADA Faz Escola, que atendeu 3.500 alunos em 7 escolas do RN em 2016, 5.000 alunos em 10 escolas em 2018 e 2.500 alunos em 5 escolas em 2019. Produziu o Festival Curta Natal (2002), a Mostra ANIMADA (2004), editou a Revista Laboratório Pop (2004-2007) e realizou o Festival Cinemada (2008). Atualmente desenvolve o Somos Latinos Festival em Praia de Pipa/RN e o projeto Copa das Quebras em comunidades de Natal. Formado em Engenharia Civil pela UFRN (1986-1988) e UFAM (1984-1985). Sob sua direção, o MADA recebeu artistas como Jorge Ben Jor (2004), Sepultura (2019), Mayra Andrade (2015), Luedji Luna (2023), Margareth Menezes (2018), Jaloo (2022), Marina Sena (2024), Gaby Amarantos (2023), Marina Lima (2017), Duda Beat (2024), Krystal (2019), Pietá (2021), Luisa e os Alquimistas (2022), Dusouto (2023) e Valéria Oliveira (2024).
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 16/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.