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PRONAC 261825Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O CAMINHO DA ROÇA VIROU ASFALTO: As Transformações da Paisagem em Chapecó

INSTITUTO BRASILIANA DE PRODUCAO ARTISTICA E FOMENTO SOCIAL
Solicitado
R$ 497,7 mil
Aprovado
R$ 497,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2026-07-30
Término

Resumo

"O Caminho da Roça Virou Asfalto: Transformações da Paisagem em Chapecó" propõe, no campo das Artes Visuais, uma mostra artístico-cultural que apresenta as transformações da paisagem urbana e rural do município. Realizada no Museu de História e Arte de Chapecó (MHAC) e no Museu Antonio Selistre de Campos, a exposição reúne acervo histórico, arqueológico e etnográfico, articulado por narrativa curatorial contemporânea e recursos expográficos acessíveis.Incorpora tecnologias interativas, réplicas táteis em 3D e ações de acessibilidade universal, além de atividades educativas e formativas, ampliando o acesso e a fruição do público. A mostra se consolida como espaço de reflexão estética e preservação da memória cultural.

Sinopse

PRODUTOS DO PROJETO1. Exposição de Artes Visuais (Longa Duração)Quantidade: 1 Unidade: Exposição Descrição: Criação e implantação da exposição de artes visuais “O Caminho da Roça Virou Asfalto”, estruturada a partir de narrativa curatorial contemporânea que aborda as transformações da paisagem de Chapecó. A mostra articula acervos diversos por meio de linguagem visual, dispositivos expográficos e recursos interativos, promovendo experiência estética acessível ao público. 2. Projeto Curatorial e ExpográficoQuantidade: 1 Unidade: Projeto implantado Descrição: Desenvolvimento e execução do projeto curatorial e expográfico, contemplando concepção narrativa, ambientações temáticas, linha do tempo visual integrada ao percurso expositivo, vitrines, painéis, mobiliário expositivo e integração de recursos audiovisuais e interativos. 3. Infraestrutura e Montagem ExpográficaQuantidade: 1 conjunto Unidade: Estrutura implantada Descrição: Produção e instalação de mobiliário expositivo, suportes técnicos, iluminação especializada, equipamentos audiovisuais e sistemas necessários à montagem da exposição, garantindo a plena realização da proposta curatorial e a qualidade da experiência estética. 4. Sistema de Acessibilidade Integrado à ExposiçãoQuantidade: 1 conjunto Unidade: Sistema implantado Descrição: Implementação de recursos de acessibilidade física, comunicacional e sensorial integrados à expografia, incluindo réplicas táteis em 3D, maquetes, textos em Braille e fonte ampliada, audioguia com audiodescrição, conteúdos com Libras e legendas, ampliando as possibilidades de fruição da exposição. 5. Programa Educativo e de Mediação em Artes VisuaisQuantidade: 1 programa continuado Unidade: Programa educativo Descrição: Realização de visitas mediadas, oficinas e ações formativas voltadas à leitura de imagens, experiência estética e formação de público em artes visuais, destinadas a estudantes, educadores e grupos diversos. 6. Exposições Temporárias ComplementaresQuantidade: 4 Unidade: Exposição temporária Descrição: Realização de exposições temporárias articuladas conceitualmente à mostra principal, promovendo diversidade de abordagens no campo das artes visuais e renovação contínua da experiência do público. 7. Programação Formativa e CulturalQuantidade: 4 Unidade: Atividade formativa Descrição: Realização de palestras, encontros, seminários e atividades abertas ao público, promovendo reflexão crítica sobre arte, território, paisagem e processos culturais, ampliando o diálogo com a exposição.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar e disponibilizar ao público uma exposição de artes visuais que, por meio de linguagem curatorial contemporânea, explore as transformações da paisagem de Chapecó, articulando memória, território e identidade em uma experiência estética acessível, com recursos expográficos inovadores e ações educativas.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:-Estruturar e qualificar 10 espaços expositivos para a realização de uma mostra de artes visuais com linguagem curatorial integrada. -Desenvolver e implementar 01 projeto curatorial e expográfico completo, contemplando narrativas visuais, painéis, totens, vitrines, dispositivos tridimensionais e recursos audiovisuais e interativos. -Produzir e integrar ao percurso expositivo, no mínimo, 30 réplicas táteis em 3D, como dispositivos de mediação sensorial e ampliação da experiência estética do público. -Incorporar recursos de acessibilidade à expografia, incluindo audioguia, legendas em português, inglês e espanhol, e sinalização acessível. -Realizar, no mínimo, 04 exposições temporárias, articuladas conceitualmente à mostra principal, promovendo a diversidade de abordagens no campo das artes visuais. -Desenvolver e executar um programa educativo contínuo, com ações de mediação cultural voltadas à leitura de imagens e formação de público, atendendo no mínimo 3.000 alunos. -Implantar 01 espaço educativo multifuncional para a realização de oficinas, palestras, cursos e atividades formativas, com atendimento mínimo de 500 participantes. -Criar e instalar uma linha do tempo visual integrada ao percurso expositivo, concebida como elemento narrativo e expográfico. -Ampliar o acesso do público às artes visuais, garantindo visitação gratuita e atendimento mínimo de 8.000 visitantes por ano.

Justificativa

O projeto "O Caminho da Roça Virou Asfalto: Transformações da Paisagem em Chapecó" propõe a criação e implantação de uma exposição de artes visuais de caráter estruturante, a ser realizada no Museu de História e Arte de Chapecó e no Museu Antonio Selistre de Campos. A iniciativa parte de uma abordagem curatorial contemporânea para construir uma narrativa visual sobre as transformações da paisagem, articulando território, memória e identidade por meio de uma experiência estética acessível e imersiva.A exposição se fundamenta na articulação entre acervos históricos, arqueológicos, iconográficos e etnográficos e dispositivos expográficos inovadores, convertendo esses elementos em linguagem visual. A proposta desloca o enfoque meramente documental para uma construção poética e sensível, que aborda desde os vestígios arqueológicos e a presença indígena originária até os processos de urbanização e os desafios contemporâneos, por meio de recursos visuais, espaciais e interativos.Nesse sentido, o projeto investe na criação de uma expografia contemporânea, com ambientações temáticas, narrativas visuais, linha do tempo interpretativa, conteúdos multimídia e dispositivos interativos, promovendo uma experiência de fruição que estimula a leitura de imagens e a reflexão crítica sobre as transformações do território. A inclusão de réplicas táteis em tecnologia 3D, maquetes e recursos sensoriais amplia as possibilidades de percepção, consolidando a acessibilidade como elemento constitutivo da obra expositiva.A proposta contempla, ainda, a implantação de um espaço educativo integrado à exposição, voltado à mediação cultural e à formação de público em artes visuais, com a realização de visitas mediadas, oficinas, ações formativas e atividades voltadas a estudantes e educadores. As exposições temporárias complementares reforçam o caráter dinâmico do projeto, promovendo o diálogo com diferentes abordagens artísticas e atualizando continuamente a programação.Do ponto de vista técnico, a complexidade da proposta envolve o desenvolvimento de projeto curatorial e expográfico, produção de dispositivos visuais e interativos, implementação de soluções de acessibilidade, aquisição de equipamentos audiovisuais, iluminação especializada e mobiliário expositivo, além da atuação de equipe multidisciplinar composta por profissionais das áreas de curadoria, design expográfico, artes visuais, educação e mediação cultural. Trata-se de uma exposição de longa duração, com acesso gratuito, cuja implantação demanda investimentos superiores à capacidade orçamentária ordinária do município.Nesse contexto, o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet configura-se como instrumento fundamental para viabilizar a execução do projeto com qualidade técnica e alcance social. A captação de recursos via incentivo fiscal possibilita a participação da iniciativa privada no fomento às artes visuais, garantindo a democratização do acesso, a inclusão de públicos diversos e a qualificação dos espaços expositivos.A proposta está alinhada ao Art. 1º da referida Lei, ao promover o acesso gratuito e inclusivo às manifestações culturais (Inciso I), estimular a valorização de expressões regionais por meio de uma abordagem visual contemporânea (Inciso II) e contribuir para a difusão de narrativas culturais plurais (Inciso III). Também atende ao Art. 3º, ao fomentar a formação de público e a educação para as artes visuais (Inciso I), incentivar a produção cultural por meio da criação de exposição estruturante (Inciso II), promover a difusão de bens culturais (Inciso III) e estimular o conhecimento sobre a diversidade cultural brasileira (Inciso IV).Dessa forma, o projeto consolida-se como uma iniciativa de relevância pública, ao transformar os espaços museais em ambientes de experimentação estética, reflexão crítica e fruição artística. Ao investir na linguagem das artes visuais como meio de interpretação do território, a proposta amplia o acesso à cultura e fortalece a relação do público com as múltiplas dimensões da paisagem e da memória.

Estratégia de execução

O projeto “O Caminho da Roça Virou Asfalto: Transformações da Paisagem em Chapecó” apresenta caráter estruturante ao propor a implantação de uma exposição no campo das Artes Visuais que ultrapassa o modelo expositivo tradicional, consolidando-se como uma ação estratégica de articulação entre produção artística, memória e formação de público.A proposta estabelece integração direta com os equipamentos museológicos municipais, qualificando o Museu de História e Arte de Chapecó e o Museu Antonio Selistre de Campos como espaços de fruição estética, mediação cultural e difusão de narrativas visuais contemporâneas. Nesse contexto, a exposição contribui para o fortalecimento das diretrizes museológicas locais, ao incorporar práticas curatoriais, expográficas e educativas alinhadas às demandas atuais do setor cultural.O projeto articula pesquisa, curadoria e mediação cultural, reunindo profissionais de diferentes áreas do conhecimento, com o objetivo de transformar conteúdos históricos, arqueológicos e socioculturais em linguagem visual acessível ao público. Essa abordagem amplia o potencial interpretativo da exposição, deslocando o foco do caráter exclusivamente informativo para uma experiência estética e sensorial.No âmbito regional, a iniciativa reforça o papel de Chapecó como polo cultural do Oeste catarinense, contribuindo para a ampliação do acesso às artes visuais e para o fortalecimento do turismo cultural e educativo. A proposta estimula a circulação de públicos diversos, incluindo estudantes, pesquisadores e visitantes da região.A articulação com instituições de ensino potencializa o impacto formativo do projeto, possibilitando o desenvolvimento de ações educativas, estágios, projetos de extensão e produção de materiais pedagógicos. Essas iniciativas fortalecem a relação entre arte, educação e território, ampliando a formação de público e o acesso qualificado à produção cultural.No campo da inovação, o projeto incorpora recursos expográficos contemporâneos, incluindo tecnologias digitais, conteúdos audiovisuais interativos, dispositivos sensoriais e réplicas tridimensionais, ampliando as formas de interação do público com a exposição. Esses elementos contribuem para uma experiência mais inclusiva, acessível e imersiva.A proposta prevê, ainda, a sistematização e registro das atividades desenvolvidas, por meio de documentação técnica, registros audiovisuais e relatórios, garantindo transparência e contribuindo para a memória institucional do projeto.Como estratégia de ampliação de acesso, serão produzidos conteúdos educativos digitais gratuitos, permitindo a difusão da experiência expositiva para além do espaço físico, alcançando públicos diversos.Destaca-se também o caráter de continuidade da proposta, uma vez que, após sua implantação, a exposição permanecerá em funcionamento como ação permanente, garantindo a manutenção das atividades educativas e a ampliação do acesso público às artes visuais.Ao valorizar as múltiplas narrativas que compõem a formação de Chapecó, o projeto contribui para o fortalecimento da identidade cultural local, promovendo o reconhecimento da diversidade de sujeitos e experiências que constituem o território.Por fim, a proposta estimula a participação da comunidade no processo de construção e fruição da exposição, fortalecendo o vínculo entre público e espaço cultural. Dessa forma, consolida-se como uma iniciativa de relevância pública, ao articular arte, memória e território em uma experiência estética acessível, contribuindo para a democratização do acesso à cultura.

Especificação técnica

Projeto Pedagógico/ plano de execução: propostas de cursos/workshops 1. Exposição de Artes Visuais (Longa Duração)Produto: Exposição implantadaEspecificações Técnicas:-Área expositiva estruturada nos dois espaços museais; -Organização por narrativa curatorial temática e cronológica; -Painéis interpretativos com impressão de alta resolução (mín. 1200 dpi); -Vitrines com vidro temperado e sistema de vedação; -Sistema de iluminação técnica adequado à conservação e à valorização estética das obras; -Integração de recursos audiovisuais (monitores LED mínimo 42” e players digitais); -Linha do tempo visual integrada ao percurso expositivo; -Mobiliário expográfico em MDF naval ou material equivalente com acabamento profissional; -Sistema de controle ambiental e conservação preventiva; -Identificação técnica das obras e conteúdos (título, datação e contextualização). 2. Projeto Curatorial e ExpográficoProduto: Projeto técnico implantadoEspecificações Técnicas:-Desenvolvimento de conceito curatorial estruturado; -Elaboração de planta baixa com layout expositivo; -Memorial descritivo; -Projeto luminotécnico; -Projeto de sinalização e comunicação visual; -Definição de fluxos de circulação acessíveis; -Compatibilização com normas de acessibilidade (ABNT NBR 9050); -Manual técnico de montagem e manutenção expográfica. 3. Sistema de Acessibilidade IntegradoProduto: Sistema de acessibilidade implantadoEspecificações Técnicas:-Réplicas táteis produzidas em impressão 3D com material resistente; -Maquete tátil com identificação em Braille; -Textos curatoriais em Braille e fonte ampliada (mín. corpo 16); -Audioguia digital com audiodescrição; -Conteúdos audiovisuais com intérprete de Libras (mín. 1/6 da tela); -Legendas descritivas sincronizadas; -Sinalização em alto contraste; -Equipe capacitada para atendimento inclusivo. 4. Programa Educativo e de Mediação em Artes Visuais Produto: Programa educativo continuado Plano Pedagógico / Especificações Técnicas4.1 Concepção PedagógicaBaseado na mediação cultural em artes visuais, compreendendo a exposição como espaço de experiência estética, construção de sentidos e formação crítica, com ênfase na leitura de imagens e percepção sensorial. 4.2 Objetivos Pedagógicos-Estimular leitura crítica de narrativas visuais; -Promover experiência estética como forma de conhecimento; -Relacionar arte, território e identidade; -Formar público em artes visuais; -Garantir práticas educativas inclusivas. 4.3 Público-Alvo-Estudantes (ensino fundamental e médio); Universitários; -Professores e educadores; -Comunidade em geral. 4.4 Estrutura das Açõesa) Visitas Mediadas-Duração média de 60 minutos; -Até 3 grupos por turno; -Mediação dialógica com adaptação de linguagem. b) Oficinas / Workshops-Duração de 1h30 a 2h; -Atividades práticas de experimentação artística; -Temas: paisagem, memória, narrativa visual e percepção estética. c) Formação de Professores-Encontros de 2 a 4 horas; -Orientação para uso pedagógico da exposição; -Disponibilização de materiais didáticos. d) Ações Inclusivas-Mediação acessível; -Percursos sensoriais; -Atividades adaptadas para PCD e TEA. 4.5 Metodologia-Mediação cultural dialógica; -Aprendizagem baseada na experiência estética; -Leitura e interpretação de imagens; -Práticas participativas e interativas. 4.6 Materiais Pedagógicos-Guias educativos (digitais e/ou impressos); -Fichas de atividades; -Conteúdos para professores; -Recursos acessíveis. 4.7 Capacidade de Atendimento-Até 3 grupos por turno; -1.500 alunos/ano; -3.000 participantes no total. 4.8 Monitoramento e Avaliação-Fichas de avaliação; -Listas de presença; -Relatórios periódicos; -Registros fotográficos e audiovisuais. 4.9 Equipe-Mediadores com formação em artes visuais; -Capacitação continuada; -Formação em acessibilidade. 5. Exposições Temporárias ComplementaresProduto: Exposições temporáriasEspecificações Técnicas:-Duração mínima de 180 dias; -Projeto expográfico modular; -Painéis em impressão de alta qualidade; -Uso de suportes e vitrines móveis; -Divulgação institucional; -Registro documental da execução. 6. Programação Formativa e CulturalProduto: Atividades formativas em Artes VisuaisEspecificações Técnicas:-Proposta pedagógica baseada na mediação em artes visuais; -Realização de palestras, encontros e atividades formativas; -Carga horária de 2 a 4 horas por atividade; Conteúdos programáticos:-Paisagem e território -Narrativa visual e curadoria -Arte e memória -Leitura de imagens -Público-alvo diversificado; -Metodologias participativas; -Materiais de apoio; -Espaço com recursos audiovisuais; -Controle de participação e certificação; -Registro audiovisual; -Avaliação de impacto.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE DO PROJETO Exposição “O Caminho da Roça Virou Asfalto”Exposição “O Caminho da Roça Virou Asfalto”1. Acessibilidade Física e EspacialO projeto assegura condições de mobilidade, autonomia e segurança ao público, integrando soluções de acessibilidade à concepção expográfica, tais como:Adequação de rampas de acesso conforme normas da ABNT; Circulação acessível, com portas e vãos compatíveis para cadeiras de rodas; Banheiros adaptados com barras de apoio e sinalização adequada; Sinalização visual com alto contraste e posicionamento acessível; Áreas de circulação ampliadas entre os módulos expositivos; Mobiliário e dispositivos expográficos com alturas acessíveis, favorecendo a interação e fruição das obras. 2. Acessibilidade Comunicacional e EstéticaA proposta incorpora recursos que ampliam as formas de leitura e experiência da exposição, promovendo acesso ao conteúdo por diferentes linguagens:Produção de audioguia com audiodescrição das obras e conteúdos curatoriais; Disponibilização de conteúdos audiovisuais com intérprete de Libras; Inserção de legendas descritivas em todos os materiais audiovisuais; Desenvolvimento de réplicas táteis em tecnologia 3D integradas ao percurso expositivo; Realização de visitas mediadas acessíveis, com abordagem inclusiva; Desenvolvimento de percursos sensoriais e mediações adaptadas para pessoas com deficiência intelectual e TEA. 3. Acessibilidade Atitudinal e Mediação CulturalO projeto reconhece a acessibilidade como prática relacional e formativa, prevendo:Capacitação da equipe para atendimento inclusivo e mediação acessível; Formação de mediadores para atuação com diferentes públicos; Adoção do princípio do desenho universal, garantindo que os recursos de acessibilidade estejam integrados à linguagem expográfica e à experiência estética da exposição, e não como adaptações posteriores.

Democratização do acesso

A exposição “O Caminho da Roça Virou Asfalto” assegurará acesso integralmente gratuito ao público, sem qualquer forma de cobrança, garantindo a ampla fruição de uma proposta no campo das Artes Visuais. A visitação ocorrerá de forma espontânea e por meio de agendamento prévio para grupos, incluindo escolas, universidades, instituições sociais e associações comunitárias, promovendo acesso organizado, inclusivo e contínuo.Será adotado sistema de agendamento simplificado, com prioridade para escolas públicas municipais e regionais, fortalecendo a formação de público e o acesso qualificado às artes visuais. A divulgação será realizada por meio de redes sociais institucionais, site oficial e imprensa local e regional, ampliando o alcance da comunicação e garantindo visibilidade à programação artística.Como estratégias complementares de democratização, o projeto prevê:-Realização de abertura pública gratuita com mediação cultural, incentivando a aproximação do público com a narrativa curatorial; -Programação contínua de exposições temporárias, promovendo renovação da experiência estética e dinamização do espaço expositivo; -Oferta de oficinas, ações formativas e atividades de mediação voltadas à leitura de imagens e à experiência em artes visuais; -Realização de palestras e encontros temáticos abertos ao público, ampliando o debate sobre arte, território e identidade; -Produção e disponibilização de material educativo digital gratuito; -Atendimento prioritário a grupos em situação de vulnerabilidade social, promovendo inclusão cultural; -Articulação com municípios da região do Oeste catarinense, incentivando a circulação de públicos e o acesso regional à produção artística. O projeto incorpora, ainda, medidas de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, assegurando que diferentes públicos possam vivenciar plenamente a experiência estética proposta. A acessibilidade é entendida como elemento estruturante da expografia e da mediação cultural, ampliando as possibilidades de fruição das obras.Dessa forma, a iniciativa promove a democratização do acesso às artes visuais, consolidando os espaços expositivos como ambientes de experimentação estética, formação de público e reflexão crítica, contribuindo para o fortalecimento da relação entre a comunidade e a produção cultural contemporânea.

Ficha técnica

O dirigente da instituição proponente atuará diretamente na coordenação geral e supervisão institucional do projeto, sendo responsável pelo acompanhamento estratégico de todas as etapas de execução.Também será responsável por garantir que o projeto esteja alinhado às diretrizes da Lei de Incentivo à Cultura, acompanhando a organização documental, o cumprimento das metas estabelecidas e a consolidação dos relatórios necessários à prestação de contas.Sua atuação terá caráter estratégico, institucional e de governança, assegurando a transparência, a boa gestão dos recursos públicos incentivados e a efetiva entrega dos produtos culturais previstos à população municipal e regional. Instituto Brasilhana – Coordenação Geral e Supervisão Institucional Com projetos aprovados pelo Ministério da Cultura, colabora na assessoria de pequenos produtores que necessitam de auxílio; - Projetos executados em parceria: Kumaras Collection- PNAB 2024 SC; - Garopaba Artemix- PNAB 2024- Garopaba - Quero Música- PRONAC 182364 - Cultura Sem Idade- PRONAC 205097 -Tinta e Grafitti: Culytura na Rua- PRONAC 192939 - Turma do Blá- Edital SEDAC RS 07 Márcia Giovana da Costa– Direção ExecutivaEmpresa que trabalha há 8 anos com elaboração e produção de projetos culturais via leis de incentivo à cultura. Alguns trabalhos já executados pela empresa:Na área do Audiovisual, executou o projeto Cine Circular, o qual trata-se de Cinema Itinerante que oferece a experiência da sala de cinema para cidades que ainda não possuam este tipo de estrutura fixa; Também executou o projeto Arte Moive III edição, que trata de um festival competitivo de curtas-metragens com duração de até um minuto produzidos exclusivamente por mídias móveis, que envolveu estudantes do ensino fundamental, médio e superior das redes de ensino públicas e privadas do RS. Na área da Dança, executou o projeto CTG Querência da Amizade: Passos Gaúchos em Terras Germânicas- apresentações que ocorreram nas cidades alemãs de: Dortmund e Munique; Executou as edições I e II do Projeto Incorpore, o qual é uma mostra de dança que fomenta discussões, reflexões e práticas acerca da questão da inclusão na arte. Como proposta de programação, a mostra previu a realização de oficinas de formação em dança para professores e alunos de APAEs. Nas Artes Cênicas, executou o projeto Ânina, A Magia do Teatro de Bonecos, com exibição de peça teatral que trabalha a questão da potabilidade da água e com oficina de bonecos para teatro.Executou também na área da música projetos como: -Quero Música- na cidade de Paial-SC, o qual trata-se de oficinas de músicas para alunos do ensino fundamental; Musicalidades do Sul: Banda Marcial de Faxinalzinho- projeto que fomentou a música instrumental através de uma proposta de formação continuada, onde previu o envolvimento de um grupo de jovens, através da realização de uma oficina de Bandas Marciais. Fabiano Carvalho – Coordenação PedagógicaMestre em desenvolvimento local pela UFRJ; Graduado em Sistema de Informação pelo Centro Universitário da Cidade ( UniverCidade Brasil); MBA em gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas; Diretor Executivo de projetos culturais aprovados em editais, como Garopaba Artemix e Kumaras Collection (PNAB 2024/SC).Coordenador Geral do Projeto Revitaliza (PNAB 2024/SC) e Diretor Executivo do Projeto Santa Catarina Canta os Açores (executado em Imbituba/SC, 2024). ALINE TAVARES DA SILVA- MUSEÓLOGA/Curatoria Mestra em Educação pela Universidade Federal Fronteira Sul (2020-2022). Especialista em Administração Pública e Gerência de Cidades pela UNINTER (2018-2019). Graduada em Museologia pela Universidade Federal de Pelotas (2007-2011) Museóloga - COREM5 Região 0126-I. Atuou no Núcleo de Memória da FURG (Universidade Federal do Rio Grande), Museu Oceanográfico Professor Eliézer de Carvalhos Rios, Museu Náutico, Museu Antártico, Ecomuseu da Ilha da Pólvora e Museu do Vinho Mário de Pellegrin. Foi Vice-presidente do Conselho Regional de Museologia (COREM) - 3 Região (2017) ; membro do Conselho Municipal de Turismo de Videira/SC (2018); membro da Comissão Especial de Planejamento do 5 Fórum Catarinense de Museus (2018-2019); membro da Comissão de seleção dos avaliadores de Projetos Culturais de Chapecó (2019); membro da comissão de avaliadores do Edital Revirada Cultural - Chapecó/SC(2020) membro da Comissão Técnica de avaliação de projetos na categoria Patrimônio Cultural via Lei Aldir Blanc - Chapecó/SC (2020); Coordenadora de Museus da Prefeitura de Chapecó (2019-2020); Vice-presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais- Chapecó/SC(2019-2020); integrou o Projeto de Extensão do Museu Diários do Isolamento - MuDI - Vinculado a Universidade Federal de Pelotas - UFPel(2020); foi membro da Comissão Permanente de Patrimônio Cultural (2019-2021); Presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais - Chapecó/SC (2021); representante da Setorial de Patrimônio Cultural do município de Chapecó (2020-2021); membro da Comissão Municipal de Avaliação de Monumentos e Obras de Arte e elementos informativos em espaços públicos (2021).Atualmente é Servidora da Prefeitura de Chapecó/SC ; Coordenadora Técnica da área de Patrimônio Cultural; atua em trabalhos técnicos da área de Museologia no Museu de História e Arte de Chapecó, Museu da Colonização de Chapecó e Memorial Paulo de Siqueira; museóloga responsável técnica pelo Museu Antonio Selistre de Campos; Coordena o primeiro Plano Museológico do MASC; membro do Conselho Estadual de Cultura, como representante do Poder Público. Tem experiência e trabalha principalmente nas seguintes áreas: Administração Pública, Liderança e Gestão, e Comunicação Museológica com ênfase em Educação Patrimonial e Museal. GUSTAVO ANDRE GLIENKE FEYH- MEDIADOR CULTURAL Graduado e mestrando em História pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Atua como técnico em museus e conservador de acervos no Museu de História e Arte de Chapecó, Museu da Colonização de Chapecó, Museu Antonio Selistre de Campos e Memorial Paulo de Siqueira. É bolsista de pesquisa de mestrado pela CAPES. Entre 2019 e 2022, realizou estágio não obrigatório na Secretaria de Cultura de Chapecó, com atuação no Museu de História e Arte de Chapecó, Museu da Colonização de Chapecó, Museu Antonio Selistre de Campos e Memorial Paulo de Siqueira. Participou como bolsista e voluntário do Laboratório de História Ambiental (UFFS Fronteiras) em 2018 e do Laboratório Universitário de Patrimônio e Arqueologia (LUPA) entre 2019 e2023. Sua pesquisa atual se concentra na destruição do patrimônio cultural no sul do Brasil, com ênfase em conservação, restauro de bens culturais e os impactos desses processos na formação da memória coletiva LEONARDO DLUGOKENSKI – EDUCADOR MUSEAL Graduado em Filosofia pela Universidade Comunitária de Chapecó (2005), é especialista na área de Sociologia pela Universidade de Passo Fundo (2009), é também especialista em FORMAÇÃO DE PROFESSORES E TUTORES PARA ATUAR NO ENSINO- MODALIDADE A DISTÂNCIA pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (2020), mestre na área de História pela Universidade de Passo Fundo (2012), cursou doutorado na Universidade de Passo Fundo entre os anos de 2019 à 2021. É professor do ensino superior, técnico em museu, membro do Instituto Histórico e Geográfico Oeste Catarinense -IHGO, apresentou o programa Conexões com a nossa história (2022 - 2023) Clic RDC/IHGO, roteirizou e dirigiu o documentário União do Oeste de Caboclos e Colonos (PMUO/Boop produtora), é também membro do grupo de Pesquisas em Inovação, Tecnologias em Engenharias, Arquitetura e Urbanismo - ITEAU - UNOESC.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.

2029-11-30
Locais de realização (1)
Chapecó Santa Catarina