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PRONAC 261855Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CIRCO NO RESIDENCIAL 4° EDIÇÃO

ASSOCIACAO SOCIO - CULTURAL COMPANHIA CANGAPE
Solicitado
R$ 730,9 mil
Aprovado
R$ 730,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
AP
Município
Macapá
Início
2027-04-01
Término
2028-04-01
Locais de realização (1)
Macapá Amapá

Resumo

O projeto "CIRCO NO RESIDENCIAL" busca promover a democratização do acesso à arte e à cultura por meio da circulação do Circo Cangapé em sete conjuntos habitacionais da cidade de Macapá — São José, Jardim Açucena, Mestre Oscar Santos, Macapaba, Mucajá, Miracema e Vila dos Oliveiras.A iniciativa prevê a realização de uma programação cultural aberta e gratuita, composta por espetáculos circenses e de palhaçaria, cortejos artísticos e intervenções circenses, voltada aos moradores dessas comunidades. As atividades serão realizadas tanto por meio de espetáculos do repertório do Circo Cangapé quanto por apresentações de grupos e trupes locais convidados pelo projeto.Além de democratizar o acesso à arte circense, o projeto também busca valorizar a produção cultural amapaense e fomentar a cadeia criativa do circo da cidade, gerando oportunidades de trabalho e renda para artistas e profissionais da cena cultural local.

Sinopse

O projeto “Circo no Residencial” leva a magia do circo diretamente aos conjuntos habitacionais da cidade de Macapá, transformando espaços comunitários em verdadeiros picadeiros a céu aberto. Por meio de uma programação gratuita composta por espetáculos circenses, números de palhaçaria, cortejos e intervenções artísticas, o projeto aproxima artistas e comunidade, proporcionando momentos de alegria, encantamento e convivência. A iniciativa valoriza a produção circense amapaense e democratiza o acesso à cultura, levando arte e imaginação para públicos que muitas vezes têm no projeto seu primeiro contato com o universo do circo.

Objetivos

GERAL Democratizar e popularizar a arte circense amapaense por meio da circulação do Circo Cangapé em sete conjuntos habitacionais da cidade de Macapá, levando espetáculos circenses e de palhaçaria totalmente gratuitos às comunidades, buscando aproximar a população do universo do circo e ofertar acesso direto à arte e à cultura em seus próprios territórios, além de fortalecer a produção cultural local. ESPECÍFICOS: 1 - Valorizar e expandir as artes e artistas circenses de Macapá; 2 - Contribuir com a formação e qualidade artística dos artistas locais; 3 - Aproximar e envolver o público da linguagem do circo produzida no Amapá; 4 - Promover maior participação da população em eventos circenses; 5 - Instigar o consumo e a fruição das artes do circo; 6 - Proporcionar troca de experiência e conhecimentos entre os artistas; 7- Gerar renda para artistas e grupos de circo; 09 -Valorizar e difundir as criações artísticas e os bens culturais locais; 10 - Garantir o direito da população amapaenses ao acesso à cultura; 11 - Promover todas as ações abertas e gratuitas; 12 - Contribuir com o processo de formação de plateia.

Justificativa

Embora nos últimos anos tenham ocorrido avanços e investimentos no setor cultural, o acesso à arte e à cultura ainda permanece limitado para grande parte da população que reside em conjuntos habitacionais e áreas periféricas da cidade de Macapá.Essa realidade decorre de diversos fatores, entre os quais se destacam a distância dos equipamentos culturais, a ausência de programações artísticas regulares nesses territórios, as condições socioeconômicas de muitas famílias, que acabam restringindo as oportunidades de contato com diferentes manifestações culturais, entre outros fatores.Dentro desse contexto, uma parcela significativa da população dessas comunidades nunca teve contato direto com a arte circense e, consequentemente, nunca teve a oportunidade de ir ao circo. Em geral, os circos itinerantes que passam pela cidade costumam se concentrar nas áreas centrais, o que dificulta o acesso dos moradores de bairros mais afastados. Além disso, o custo dos ingressos muitas vezes se torna um fator limitante para muitas famílias.Entretanto, sabe-se que o acesso à arte circense desempenha um papel fundamental na formação humana, pois integra dimensões artísticas, educativas e sociais, contribuindo para o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade e da imaginação. Por meio do riso, do encantamento e da interação com o público, o circo proporciona experiências que estimulam valores essenciais à convivência coletiva, como respeito, cooperação, empatia e superação de desafios.Nas edições anteriores, foi possível constatar que, em muitos casos, o primeiro — e por vezes o único — contato dessas populações com a arte circense ocorre por meio deste projeto, evidenciando sua relevância para a ampliação do acesso à cultura e para a formação de público.Nesse contexto, o projeto "Circo no Residencial" configura-se como uma importante estratégia de democratização cultural, ao levar diretamente aos conjuntos habitacionais uma programação artística gratuita, acessível e voltada para toda a comunidade. Ao ocupar os espaços coletivos desses residenciais com espetáculos circenses e de palhaçaria, realizados por diferentes grupos e trupes da cidade de Macapá, o projeto promove momentos de convivência, lazer e fruição artística, fortalecendo os vínculos comunitários e estimulando a formação de público para as artes.Além disso, a iniciativa contribui para a valorização e difusão da produção cultural local, especialmente da arte circense amapaense, destacando o trabalho do Circo Cangapé, grupo com trajetória consolidada na pesquisa, criação e difusão das artes do circo no estado. Ao circular por diferentes residenciais, o projeto amplia o alcance dessa linguagem artística, aproximando artistas e comunidade e estimulando o reconhecimento da cultura como um direito de todos.Dessa forma, a quarta edição do projeto "Circo no Residencial" reafirma a importância das políticas de descentralização cultural, levando arte, encantamento e experiências estéticas diretamente aos territórios onde a população vive, contribuindo para o fortalecimento da cidadania cultural e para a dinamização sociocultural da cidade de Macapá.

Estratégia de execução

HISTÓRICO CIA. CANGAPÉ. Com uma história de mais de duas décadas a Cia. Cangapé é uma entidade sociocultural que se destaca no cenário artístico do Amapá por sua profunda crença no poder transformador da arte e da educação. Desde sua fundação, a companhia tem trilhado um caminho singular, mesclando produções artísticas de qualidade com um forte compromisso social, contribuindo para o desenvolvimento de indivíduos mais sensíveis e engajados. Entre seus trabalhos emblemáticos, o espetáculo "O Rapaz da Rabeca e a Moça da Camisinha", do renomado dramaturgo José Mapurunga, consagrou a Cia. Cangapé ao receber, por dois anos consecutivos, os prêmios de Melhor Ator, Melhor Diretor e Melhor Espetáculo no I e II Festival de Teatro em AIDS do Amapá. A peça também obteve reconhecimento nacional no Festival Nacional de Teatro no Meio do Mundo, sendo agraciada com o Prêmio Cultura e Saúde do Ministério da Cultura (MINC). O diversificado repertório da Cia. Cangapé abrange uma rica gama de expressões artísticas, incluindo o auto natalino "A Estrela Humilde", as lúdicas montagens "Brincando de Roda" e "Comigo Não Violão", as impactantes peças "Divino Mestre", "De Quem é a Culpa" e "As Faces de Cristo", as comédias "A Revolta dos Perus" e "Se deixar, ela canta!", as nostálgicas "Bo(B)as Lembranças do Picadeiro" e "Gran Cirque", a introspectiva "Katharsis" e a envolvente "O Mistério do Picadeiro". O reconhecimento da Cia. Cangapé transcendeu as fronteiras estaduais, culminando na conquista do Prêmio Funarte Petrobras de Estímulo ao Circo em suas edições de 2011 e 2012, através do inovador projeto "Corda Bamba No Equador". A relevância dessa iniciativa foi reconhecida em 2012 com a declaração de utilidade pública municipal, conforme o projeto de lei nº 035/12. No mesmo ano, a companhia celebrou a entrada de seu aluno e ator Emerson Rodrigues na prestigiada Escola Nacional de Circo, através do Edital Bolsa Funarte Para Formação Em Artes Circenses 2012. O projeto "Corda Bamba no Equador" também alcançou reconhecimento nacional ao ser selecionado pelo Criança Esperança/UNESCO nos anos de 2013, 2014 e 2016, evidenciando seu impacto social. Em 2016, a Cia. Cangapé promoveu a circulação independente "Circuito do Chapéu", levando apresentações gratuitas do aclamado espetáculo "Se deixar, ela canta!" a nove espaços públicos de Macapá e da Ilha de Santana, democratizando o acesso à arte. Atualmente, a companhia dedica seus esforços ao contínuo desenvolvimento do Projeto Corda Bamba no Equador e à encenação dos premiados espetáculos "Katharsis" e "Se deixar, ela canta!", este último agraciado com os prêmios de Melhor Caracterização e Melhor Atriz Coadjuvante e representante do Amapá no projeto Sesc Amazônia das Artes, circulando pelos nove estados da Amazônia Legal e Piauí. Outro destaque em seu repertório é "Mercador de Sonhos", vencedor do prêmio de Melhor Ator no II Festival Curta Teatro de Macapá – 2017, e "Flor do Bolão", grande vencedor do mesmo festival em 2019. Em 2020, a Cia. Cangapé foi selecionada nos editais Circula Amapá (SECULT/AP), Pimpolho Sanches Lei Aldir Blanc (SECULT/AP) e para Espaços Culturais Lei Aldir Blanc (FUMCULT/PMM). No ano de 2021, circulou por diversos municípios do Amapá com o apoio da Lei Aldir Blanc, e em 2022 e 2023, seus espetáculos "Se deixar, ela canta!" e "As Reprises Nossas de Cada Dia" foram selecionados para o Festival Nacional Amazônia Encena na Rua, com apresentações nos estados do Pará e Maranhão, respectivamente. No ano de 2023, foi certificada como PONTO DE CULTURA, fazendo a um trabalho de quase duas décadas no estado do Amapá. No ano de 2024, a Cia. Cangapé demonstrou sua versatilidade e engajamento com a comunidade através do desenvolvimento da "Mostra Circo em Cena", do "Projeto Lona Aberta" e do "Projeto Circo no Residencial". Em parceria com a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), realizou o "Projeto Norte de Arte Acessível" e o "Projeto Amapá Afro Cênico", expandindo ainda mais seu alcance e impacto. Em 2025, a companhia concretizou mais um marco para a cena local com a realização do "Lona Aberta: Festival de Circo e Palhaçaria Amapaense", consolidando seu papel como agente fundamental na promoção e valorização das artes circenses no estado, Realizou o Projeto Circo Mocambo, onde circulou 04 comunidades quilombolas do estado com espetáculos de tetrao e circo. A Cia. Cangapé, ao longo de sua rica trajetória, reafirma seu compromisso com a excelência artística, a formação de novos talentos e a promoção da cultura como ferramenta essencial para a construção de uma sociedade mais justa, sensível e criativa no Amapá.

Especificação técnica

NÃO SE APLICA

Acessibilidade

O projeto priorizará, dentro dos conjuntos habitacionais, a escolha de espaços que garantam condições adequadas de acessibilidade física para a realização das atividades. Serão considerados critérios como a possibilidade de instalação de rampas de acesso, circulação segura para pessoas com mobilidade reduzida e a disponibilização de banheiros químicos adaptados, entre outros recursos de acessibilidade. Esses aspectos serão fatores determinantes para a definição dos locais que receberão a programação.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA E VISUAL: O projeto adotará medidas para garantir o acesso de pessoas com deficiência às atividades. Para pessoas com deficiência visual, serão realizadas audiodescrições abertas durante as apresentações, conduzidas pela própria equipe do projeto. Para pessoas com deficiência auditiva, será disponibilizado serviço de interpretação em Libras, assegurando a plena compreensão e participação nas atividades.ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: A acessibilidade atitudinal será um princípio presente em todas as etapas do projeto. A comunicação institucional utilizará linguagem clara, simples e inclusiva, facilitando o entendimento do público. Além disso, a equipe e os colaboradores receberão orientações específicas para promover uma cultura de acolhimento, respeito e inclusão nas relações com o público. As publicações nas redes sociais contarão com legendas descritivas, ampliando o acesso às informações e garantindo maior inclusão nos processos de divulgação.

Democratização do acesso

Como medidas de democratização o projeto terá todas as suas ações abertas e gratuitas a sociedade macapaense e levará suas atividades para os conjuntos habitacionais da cidade.

Ficha técnica

01 Washington Silva – PROPONENTE E PRODUTOR EXECUTIVOResponsavél por toda a gestão administrativa e fincanceira do projeto e representante legal do projeto. Washington Silva é Palhaço, ator, gestor e produtor cultural, membro, gestor e sócio fundador da Cia Cangapé; é um dos agentes culturais mais significativos da cadeia produtiva da cultural macapaense, tendo iniciado sua trajetória no segmento teatral ainda adolescente, cresceu e se constituiu. Enquanto cidadão nos palcos macapaenses e nas coxias dos espaços culturais de Macapá, da cultura fez Sua vida e sua profissão. Com mais de 25 anos ininterruptos de atuação na cadeia produtiva do Amapá, Washington Silva, tem suas principias área de atuação o teatro e o circo. Sua contribuição vai além da estética da cena, perpassa as lutas de classe, pois sempre esteve, e está presente nas reivindicações pela construção e consolidação de políticas públicas para a cultura, como a participação na reimplantação do conselho Estadual de cultura – CONSEC/Ap, no ano de 2009, conselho municipal de cultura, no ano de 2018,é Membro da rede brasileira de teatro de rua RBTR, ajudou a instalar o curso de teatro da Universidade Federal do Amapá UNIFAP, onde posteriormente graduou-se em licenciatura plena em Teatro, e em seguida ingressou no curso de pós-graduação em Estudos teatrais contemporâneos pela mesma universidade. É gestor na Oca Produções, produtor executivo nos seguintes projetos: Folia Literária Internacional do Amapá, Circuito Mocambo, Lona Aberta Festival de Circo e Palhaçaria Amapaense, Circo no Residencial. 02 Emerson Rodrigues - Diretor Artístico Atuante na cadeia cultural amapaense desde 2005, é Formando no curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal do Amapá –UNIFAP, curso de AUXILIAR DE CENOTECNIA, pelo Instituto federal do Amapá – IFAP, foi o primeiro amapaense a entrar na escola Nacional de Circo, na referida instituição cursou, formou e retornou para ser professor no projeto onde iniciou sua trajetória no circo; dentro das principais experiências acumuladas na sua vivência artística destacam: professor de circo no Programa de Cultura-PROCULT na UNIFAP, foi professor de circo no projeto Picadeiro Cidadão do governo do estado, é professor e coordenador de circo no projeto Corda Bamba no equador, foi oficineiro de circo no projeto Arte que salva do governo do estado do Amapá, foi projeto PRONATEC, foi professor da disciplina de CENOTÉCNIA E ILUMINAÇÃO no curso técnico em teatro do programa MEDIOTEC/PRONATEC, é coordenador de circo Cia Cangapé, é diretor artístico nos projetos: Circo no Residencial, Lona Aberta Festival de circo e palhaçaria, é iluminador nos espetáculos: Flor do bolão, Se deixar ela canta, O lugar da chuva, Negro Pássaro, atua como diretor nos espetáculos “ Bobas lembranças do picadeiro” “Katarshis” “ Vinho tinto de sangue” “ As faces de cristo” “Virtuose” e “Imersão”. 03 Alice Araújo - Coordenadora Geral Palhaça, Atriz, Pesquisadora, Arte educadora na Rede pública de Ensino, membro e sócio fundador da Associação Sócio Cultural Companhia Cangapé; formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Amapá- UNIFAP, Pós-graduada em Estudos culturais e políticas públicas pela Universidade Federal do Amapá- UNIFAP, acadêmica do curso de licenciatura em Teatro na mesma universidade e pós graduanda do curso de produção cultural pela FAVENI. É coordenadora e professora de palhaçaria no Projeto Corda Bamba no Equador de 2009 até os dias atuais, é produtora no porjeto Circo no residencial, Lona Aberta festival de circo e palhaçaria amapaense, foi professora da disciplina História Do Teatro no curso técnico em teatro do programa MEDIOTEC/PRONATEC (2019), foi representante da Região Norte, no Colegiado Nacional de Circo, do Conselho Nacional de Políticas Culturais-CNPC-MINC (Biênio 2015/2017). Com mias de 27 anos de atuação ininterruptas na cultura amapaense, Alice Araújo iniciou sua carreira artística em 1998 e desde então é artista e ativista na cadeia produtiva das artes cênicas amapaenses, atua como palhaça a mais de 16 anos e se apresenta hoje como um dos principais nomes da palhaçaria do Amapá. Participou de vários projetos, festivais e encontros de palhaçaria, destacando- se os festivais, Circulação mostra Sesc Amazônicas das artes 2017 Circulação do Espetáculo “SE deixar, ela canta!” “Conexões do riso, mulheres negras na palhaçaria - SP – 2020” “Palhaças do Meio do Mundo – AP 2017 a 2021” “Festival Palhaçaí – Teatro Ruante -RO – 2022” “Festival Amazônia ENCENA na Rua – Belém – PA – 2022” “Vem cá tua graça, vem – Festival de mulheres Cômicas do Pará – 2022” “Festival Amazônia ENCENA na Rua – São Luis – MA –2023”VPossui uma pesquisa poética e científica acerca da palhaçaria feminina na Amazônia, é ativista do movimento circense do estado, trabalhando na busca de melhorias para a cadeia produtiva do circo no estado do amapá, compõe a rede de mulheres palhaças do Brasil e rede mulheres palhaças da Amazônia. Possui os títulos de honra ao mérito pelos serviços prestados a palhaçaria amapaense- Conselho Estadual de Cultura- CONSEC, título de honra ao méritopelas contribuições com a cultural macapaense – Câmara De Vereadores de Macapá-2015, melhor atriz coadjuvante- Festival Curta Teatro 2016. 04 Técnico de luz - Cleber Santana Cleber Luiz Barbosa de Santana, é amapaense, membro fundador da Associação Sócio Cultural Companhia Cangapé é técnico em Iluminação cênica pelo Programa Nacional de acesso ao ensino técnico e emprego - PRONATEC/MEC formado em Educação Física pelo Centro de ensino do Amapá, CEAP e Bacharel em Rede de computadores Pela Faculdade META, iniciou sua vida artística através de um projeto social na comunidade onde mora, no ano de 2005 e desde lá, dedica-se a arte teatral, tem em suas experiências mais relevantes oficinas, cursos, workshops, a participação como ator nos espetáculos “O boi e o burro a caminho de Belém” nos anos de 2005 a 2008, “A estela humilde” nos anos de – 2008 a 2010, ”Jesus cristo” nos anos de 2007 a 2008, e experiências como iluminador nos espetáculos: ““Divino mestre” nos anos de 2009 a 2010, “O milagre do calvário” nos anos de 2009 a 2010, “Circo só lé lé” no ano de 2011, “De quem é a culpa?” no ano de 2011 , “A formiga contra o mosquito da dengue“ no ano de 2011, “A revolta dos perus” no ano de 2012, “Bo(b)as lembranças do picadeiro” no ano de 2014 e Se deixar, ela canta nos anos de 2016 e até os dias atuais, é um dos coordenadores do projeto social Corda Bamba no equador. 05 Assitente de produção - Cidian Pinheiro Cidian Pinheiro: é graduada em pedagogia na Unip Universidade Paulista, É assistente de produção de eventos, com ênfase em espetáculos em circo e teatro.Iniciou sua trajetória artística no ano de 2013 como assistente de produção em eventos da Cia. Cangapé e desde então atua na cadeia produtiva da cultura amapaense.Como assistente de produção, já participou de eventos significativos como:Projeto Corda bamba do Equador - 2014,Macapá verão - 2017,Lembranças do picadeiro - 2015,Flor do bolão - 2019,Picadeiro do Brincar - 2022,,Natal solidário - 2022,Se deixar, ela canta conexões - 2022,Projeto Circo nos residências - 2023,Amazônia encena - 2023,Projeto Lona Aberta - 2023,Expofeira - 2023,Folia literária - 2023,Atualmente, presta serviços como assistente de produção na companhia Cia. Cangapé e Oca Produções. 06 Assitente de produção - Micheli Brazão Micheli Brazão, 31 anos, descobriu-se artista ainda na adolescência aos 14 anos, quando começou a participar de espetáculos sacros na comunidade do bairro Novo Horizonte, Zona Norte da Cidade de Macapá, com a Cia Teatração, onde também se desenvolveu artisticamente. O espetáculo que mais lhe rendeu destaque foi "Sacra Folia" (2012-2013), texto de Luiz Alberto de Abreu, com direção de Paulo Padovani. Desde então, Micheli tem atuado na área de produção, tanto na cena quanto nos bastidores, desenvolvendo habilidades como assistente de produção. Atualmente, é assistente de produção na Cia. Cangapé e Oca Produções e é uma das idealizadoras e produtoras do Projeto Tela Popular, que tem levado cinema a crianças e adolescentes desassistidos de políticas de inclusão social de cultura. 07 Assitente de produção - Williania Cavalcante WILLIANIA CAVALCANTE é um assistente de produção multifacetado e atuante no cenário cultural de Macapá, com uma trajetória marcada por sua dedicação ao circo e à produção de eventos artísticos. Sua trajetória no meio cultural começou em 2009, com sua participação no espetáculo Divino Mestre da Cia. Cangapé, um grupo com o qual Willi viria a se integrar em diversos projetos ao longo dos anos. Sua atuação em espetáculos de grande porte, como As Faces de Cristo e As Faces, ajudou a consolidá-lo como um nome importante no contexto cultural da região. Em 2022 e 2023, ele desempenhou papéis importantes em eventos como o Projeto Picadeiro do Brincar, a 52ª Expofeira e o Circo no Residencial, levando a arte do circo a diversos públicos. Sua presença foi fundamental também em eventos como o Projeto Circo em Cena e a 53ª Expofeira, sempre com a missão de garantir o bom andamento dos espetáculos e a promoção da cultura local. Além disso, Willi contribuiu para projetos comunitários, como o Tela Popular, que leva cinema gratuito a comunidades carentes de Macapá. Sua dedicação ao fortalecimento da cultura e à promoção da diversidade local, por meio de sua atuação na produção, organização e montagem de eventos, tem sido um pilar importante da cena artística macapaense08 Assitente de produção - Mauro SantosMauro Araújo dos Santos é licenciado em Teatro pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) e pós-graduado em Docência do Ensino Superior pela FATECH – Faculdade de Teologia e Ciências Humanas. Atuou como professor de teatro no ensino técnico por meio do programa MEDIOTEC/PRONATEC e também integrou o corpo docente do curso de Teatro da Universidade Federal do Amapá. Há mais de 18 anos dedica-se às atividades artísticas e culturais no estado do Amapá, participando de diversos grupos e companhias teatrais, entre eles: Cia de Teatro Equinorte, Grupo Teatral Marco Zero, Cia Teatração e Cia Cangapé, onde atualmente desenvolve trabalhos de caráter artístico e social. Na Cia Cangapé atua no Projeto “Corda Bamba no Equador”, iniciativa financiada pela FUNARTE e pelo programa Criança Esperança, no qual desempenha a função de professor de teatro, desenvolvendo ações formativas voltadas para crianças e jovens. Militante do movimento teatral há mais de 20 anos, é membro integrante do Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos em Teatro do Estado do Amapá (CAPTTA). Possui experiência como ator, tendo participado de mais de dez espetáculos e performances, além de atuar como diretor teatral. Entre seus trabalhos de maior destaque na direção está o espetáculo “Sacra Folia”, texto de Luiz Alberto de Abreu, desenvolvido junto à Cia Teatração. Atualmente, atua como diretor do espetáculo “O Mercado de Contos” e integra o elenco dos espetáculos “Se Deixar, Ela Canta” e “Flor do Bolão”. Também possui experiência na gestão cultural, tendo atuado como Coordenador do Fundo Estadual de Cultura do Amapá, na Secretaria de Estado da Cultura (SECULT/AP), no período de 2023 a 2025.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.