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"O Que Ela Faz" é um projeto audiovisual cujo produto principal é um documentário de média-metragem (aprox. 70 minutos), voltado à investigação da contribuição das mulheres na formação cultural, social e econômica do Brasil, a partir de trajetórias historicamente invisibilizadas. A obra se estrutura por meio de entrevistas com mulheres de diferentes áreas de atuação, articulando memória, contexto histórico e análise contemporânea das dinâmicas do trabalho e da representatividade feminina. Como desdobramentos de difusão cultural, o projeto contempla a produção de uma websérie derivados das entrevistas, a criação de um portal digital de acesso público, a publicação de um livro eletrônico e a realização de evento gratuito de pré-estreia com debate. A proposta adota como diretrizes a democratização do acesso, gratuidade integral dos conteúdos e a ampla difusão em plataformas digitais, contribuindo para a formação de público e fortalecimento de narrativas plurais no audiovisual brasileiro.
“O Que Ela Faz” é um documentário de média-metragem que investiga a contribuição das mulheres na construção cultural, social e econômica do Brasil, a partir de trajetórias historicamente invisibilizadas.Por meio de entrevistas com mulheres de diferentes áreas, o filme articula passado e presente para refletir sobre trabalho, desigualdade de gênero, representatividade e transformação social.A obra propõe um espaço de escuta e reconhecimento, ampliando o acesso a narrativas diversas e estimulando o debate sobre o protagonismo feminino na sociedade contemporânea.Classificação Indicativa: Livre.
Objetivo GeralPromover, do documentário "O que Ela Faz", a valorização e visibilidade da mulher como agente estruturante da sociedade brasileira, evidenciando sua contribuição cultural, econômica e social.O projeto busca resgatar e difundir trajetórias femininas fundamentais para o desenvolvimento do país, mas ainda pouco conhecidas, fomentando a igualdade de gênero e a diversidade nas representações midiáticas.Além disso, pretende contribuir para a formação de repertório crítico e inspirador junto ao público, especialmente jovens e mulheres em início de carreira e ampliar o acesso gratuito a conteúdos culturais de qualidade em formato multiplataforma (áudio, vídeo e redes sociais).Objetivos Específicos1.Produzir documentário de 70 minutos no formato média-metragem conectando passado e presente do trabalho feminino no Brasil.O objetivo é fomentar o debate sobre o papel das mulheres no mundo do trabalho e na produção cultural contemporânea, alcançando público estimado de 10 mil visualizações nas plataformas digitais.2. Produzir websérie com 9 episódios de 40 minutos, com cada uma das entrevistas feitas durante o documentário, alcançando público estimado de 40 mil visualizações por entrevista nas plataformas digitais.3. Portal WebDesenvolver e manter um portal digital interativo, reunindo todos os episódios da série, o e-book, perfis biográficos e um fórum de discussão sobre os temas abordados. O objetivo é ampliar o acesso público e gratuito a conteúdos culturais de qualidade, com alcance estimado de 200 mil visitantes.4. Livro DigitalPublicar 1 (um) livro digital gratuito, reunindo biografias, crônicas e trechos das entrevistas realizadas na série, com meta de 5.000 downloads.O objetivo é fortalecer o protagonismo feminino na produção cultural brasileira e preservar a memória das mulheres que moldaram o país.5. Pré-estréiaExibição do documentário seguido de debate sobre "Mulher e Protagonismo", voltadas a jovens e mulheres em início de carreira, estimulando formação técnica e crítica no campo do audiovisual e das narrativas femininas, com a presença de entrevistadas.Publico 300 pessoas.
A história do trabalho feminino no Brasil é marcada por silêncios. Por séculos, as mulheres negras, indígenas, brancas, de diferentes classes e territórios sustentaram a economia e a cultura do país, mas raramente foram reconhecidas como protagonistas.Em tempos de transformação social e tecnológica, é urgente revisitar essas trajetórias sob novas lentes. "O que Ela Faz" parte dessa necessidade de escuta e resgate, construindo pontes entre o passado e o presente para compreender as dinâmicas do futuro do trabalho e da representatividade.O formato documental foi escolhido por sua acessibilidade e capacidade de diálogo direto com o público contemporâneo, que consome conteúdo audiovisual. Temas abordados:As primeiras operáriasMulheres e tecnologiaMulheres negras na comunicaçãoEmpreendedorismo nas periferiasTrabalho doméstico e informalidadeSaúde mental e sobrecargaMulheres na cozinha e na gastronomiaJuventude e futuro do trabalho Arte e resistência femininaPúblico-AlvoPessoas interessadas em cultura, história e questões sociais; profissionais da educação e comunicação; jovens estudantes e público geral interessado em representatividade e diversidade.O projeto reforça o compromisso com os princípios da Lei Rouanet: valorização da diversidade, fortalecimento da cultura nacional, democratização do acesso e incentivo à reflexão crítica.Enquadramento Legal (Lei nº 8.313/91):O projeto se enquadra nos incisos I, II, III e IV do Art. 1º da Lei Rouanet, por:(I) contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e para o pleno exercício dos direitos culturais, por meio da distribuição gratuita e multiplataforma dos conteúdos;(II) apoiar e incentivar a valorização e difusão das manifestações culturais brasileiras, ao promover o resgate de trajetórias femininas pouco conhecidas;(III) proteger e conservar o patrimônio histórico e artístico nacional, através da preservação de memórias e registros culturais no livro e no portal digital;(IV) apoiar iniciativas culturais viáveis cultural, social e economicamente, baseadas em produção sustentável e impacto social positivo.Sua execução será implementada com base no inciso III do Art. 3º da mesma lei (incentivo a projetos culturais), sendo o financiamento via renúncia fiscal essencial para assegurar a viabilidade técnica, a gratuidade total dos produtos e a democratização do acesso cultural.
“O que Ela Faz” contribui para as metas do Plano Nacional de Cultura ao promover a igualdade de gênero e a valorização das diversidades regionais e sociais. O projeto destina no mínimo 60% das funções criativas e técnicas a mulheres e pessoas de grupos sub-representados, assegurando uma cadeia produtiva inclusiva.Também será realizada mensuração de impacto social (alcance, engajamento e público beneficiado pelo evento de encerramento, fortalecendo a transparência e o legado do projeto.A proposta reforça o papel da cultura como vetor de transformação social, ampliando o acesso à produção audiovisual independente de autoria feminina.Os resultados de alcance e engajamento serão apresentados em relatório público de impacto cultural.Também contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, especialmente no que se refere à promoção da igualdade, acesso à informação e valorização da diversidade cultural.Destacam-se os seguintes ODS:ODS 5 – Igualdade de Gênero: ao promover a visibilidade das mulheres e valorizar suas contribuições históricas, culturais e econômicas, o projeto contribui para a redução das desigualdades de gênero e o fortalecimento do protagonismo feminino;ODS 4 – Educação de Qualidade: por meio da produção de conteúdo audiovisual e editorial de acesso gratuito, o projeto amplia o acesso ao conhecimento, estimula a formação crítica e contribui para processos educativos formais e informais;ODS 10 – Redução das Desigualdades: ao adotar estratégias de democratização de acesso e distribuição gratuita, o projeto amplia o alcance cultural para públicos diversos, incluindo aqueles com menor acesso a bens culturais;ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes: ao promover narrativas que ampliam a representatividade e estimulam o debate público, o projeto contribui para o fortalecimento de uma sociedade mais inclusiva, plural e democrática.
O projeto é composto por quatro produtos principais interligados:Documentário (Produto Principal)Duração: aproximadamente 70 minutos Formato: média-metragem documental Resolução: Full HD (1920x1080) Taxa de quadros: 24 ou 30 fpsA produção será realizada com câmeras digitais profissionais, garantindo alta fidelidade de imagem, controle de profundidade de campo e adequação estética ao formato documental.A captação de áudio será realizada com microfones de lapela e boom direcionais, gravados em 48 kHz / 24 bits, assegurando clareza e qualidade sonora. A iluminação será composta por luz contínua balanceada (5600K), priorizando naturalidade e valorização da expressividade das entrevistadas.A pós-produção incluirá montagem, correção de cor, tratamento de áudio, mixagem, trilha sonora e inserção de elementos gráficos, utilizando softwares profissionais como Adobe Premiere Pro e DaVinci Resolve.O produto final será entregue em formato digital (MP4, codec H.264), com versões otimizadas para exibição em plataformas digitais e eventos presenciais.Websérie (Produto Derivado)Quantidade: 9 episódios Duração média: 40 minutos por episódio Formato: série documental derivada de entrevistasOs episódios serão estruturados a partir das entrevistas integrais realizadas para o documentário, organizados com identidade visual própria e unidade narrativa.A finalização seguirá os mesmos padrões técnicos do documentário (Full HD, captação de áudio profissional e pós-produção completa), com adaptação para distribuição digital.Os episódios serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais e no portal do projeto.Portal DigitalFormato: plataforma web responsiva Acesso: gratuito e contínuoO portal será desenvolvido como um ambiente digital interativo, reunindo todos os conteúdos do projeto: documentário, websérie, livro digital, perfis das entrevistadas e materiais complementares.Será estruturado com arquitetura de navegação intuitiva, compatível com dispositivos móveis e otimizado para diferentes navegadores.O desenvolvimento seguirá diretrizes de acessibilidade digital (WCAG), com suporte a leitores de tela, organização semântica de conteúdo e contraste adequado.Livro DigitalFormato: e-book (PDF acessível) Extensão estimada: 120 a 160 páginas Distribuição: gratuitaA publicação reunirá biografias, crônicas, trechos das entrevistas e textos reflexivos, organizados editorialmente em formato digital.O livro contará com projeto gráfico próprio, diagramação profissional e padronização tipográfica, sendo compatível com leitura em dispositivos digitais e softwares de acessibilidade.Meta de distribuição: mínimo de 5.000 downloads.Pré-estreia e DebateFormato: evento presencial gratuito Capacidade estimada: 200 a 300 pessoas Duração total: aproximadamente 2h a 2h30O evento consistirá na exibição do documentário seguida de debate com participação da equipe e convidadas, em formato mediado.Será realizada em espaço cultural com infraestrutura adequada para projeção audiovisual, sonorização e acessibilidade.O evento será registrado em vídeo, com captação de imagem e som, e posteriormente disponibilizado no portal do projeto e em canais digitais, ampliando seu alcance e garantindo memória da atividade.
O projeto “O Que Ela Faz” adota medidas de acessibilidade física e comunicacional, garantindo condições de acesso, compreensão e fruição dos conteúdos por pessoas com deficiência, em conformidade com as diretrizes de inclusão cultural.Acessibilidade de ConteúdoTodos os produtos audiovisuais (documentário e websérie) contarão com recursos de acessibilidade, incluindo:Legendagem descritiva (LSE) em 100% dos conteúdos, contemplando falas, identificação de personagens e elementos sonoros relevantes;Audiodescrição, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência visual às informações visuais da obra;Janela de Libras (Língua Brasileira de Sinais) nos conteúdos principais e no registro do evento de pré-estreia;Transcrição textual integral das entrevistas disponibilizada no portal digital, ampliando o acesso ao conteúdo para diferentes públicos.O portal digital será desenvolvido conforme diretrizes internacionais de acessibilidade (WCAG), com navegação adaptada, contraste adequado, organização semântica do conteúdo e compatibilidade com leitores de tela.O livro digital será disponibilizado em formato acessível, compatível com softwares leitores de tela, com estrutura de texto organizada e passível de navegação assistiva.Acessibilidade FísicaO evento de pré-estreia será realizado em espaço que atenda às normas de acessibilidade vigentes, contemplando:Acesso por rampas ou elevadores;Banheiros adaptados;Assentos reservados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida;Sinalização acessível;Prioridade de atendimento e acesso.Acessibilidade Comunicacional e InclusãoSerão adotadas práticas de comunicação inclusiva ao longo do projeto, incluindo:Linguagem clara e acessível nos materiais de divulgação;Divulgação digital com descrição de imagens (texto alternativo);Disponibilização de informações acessíveis sobre os conteúdos e formas de acesso;Registro acessível do evento de pré-estreia, permitindo sua posterior difusão.Compromisso com a InclusãoO projeto compreende a acessibilidade como parte estruturante de sua proposta cultural, assegurando que os conteúdos produzidos possam ser acessados por diferentes públicos, ampliando o alcance social da obra e promovendo equidade no acesso à cultura.
A democratização de acesso é um eixo estruturante do projeto “O Que Ela Faz”, sendo garantida por meio da gratuidade integral de todos os produtos culturais e pela adoção de estratégias de difusão ampla em ambiente digital e presencial.Todos os conteúdos produzidos; documentário, websérie, portal digital e livro eletrônico, serão disponibilizados gratuitamente ao público, sem qualquer tipo de cobrança ou restrição de acesso.Estratégias de acesso e distribuiçãoDisponibilização gratuita do documentário e da websérie em plataformas digitais de amplo alcance (como YouTube e portal próprio), permitindo acesso contínuo e sob demanda;Criação de portal digital público, reunindo todos os conteúdos do projeto (filme, episódios, livro e materiais complementares), funcionando como acervo permanente e gratuito;Distribuição institucional do conteúdo, com articulação junto a escolas, universidades, cineclubes, bibliotecas e organizações culturais, ampliando o acesso para públicos diversos;Disponibilização do conteúdo para TVs públicas, educativas e circuitos culturais, ampliando a difusão em diferentes regiões do país;Publicação gratuita do livro digital, garantindo acesso irrestrito ao conteúdo editorial do projeto.Ação presencial gratuitaRealização de 01 evento gratuito de pré-estreia em São Paulo, com exibição do documentário e debate aberto ao público, com capacidade estimada de 200 a 300 pessoas;O evento terá caráter formativo, promovendo diálogo direto com o público sobre os temas abordados na obra.Ampliação de alcance e engajamentoProdução de conteúdos adaptados para redes sociais, ampliando o acesso a públicos jovens e não especializados;Estratégia de comunicação digital voltada à circulação orgânica dos conteúdos;Disponibilização permanente dos materiais no ambiente digital, garantindo acesso contínuo mesmo após o período de execução do projeto.Compromisso com acesso públicoAo adotar a gratuidade integral e múltiplos canais de distribuição, o projeto assegura amplo acesso aos seus conteúdos, contribuindo para a formação de público, a difusão cultural e o fortalecimento do acesso democrático à produção audiovisual brasileira.
ProponenteEstúdio ÉFÊ – Produtora Cultural (CNPJ)Responsável pela gestão integral do projeto, coordenação administrativa e financeira, contratação da equipe técnica, execução orçamentária e prestação de contas junto ao Ministério da Cultura.O projeto conta com equipe criativa composta majoritariamente por mulheres, contribuindo para a promoção da equidade de gênero no setor audiovisual e ampliando a representatividade feminina em funções de liderança artística e técnica.Direção GeralFlavia Stawski – DiretoraResponsável pela concepção artística e narrativa da obra, direção das entrevistas e supervisão geral das etapas de realização.Flavia Renata Stawski é mestre em Semiótica pela PUC-SP, bacharel em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero e em Artes Cênicas pela UFPR. Atuou nas principais emissoras de televisão do país e é docente desde 2011, com experiência no ensino superior nas áreas de comunicação e audiovisual, tendo lecionado nos cursos de Design, Cinema e Publicidade da ESPM-SP.Desenvolve pesquisas e oficinas sobre montagem, linguagem audiovisual, representação e gênero, além de ações de letramento digital e educação para o uso crítico das tecnologias.A presença de Flávia Stawski como apresentadora e diretora confere à série um olhar autoral, sensível e comprometido com narrativas femininas e de impacto social.Direção de FotografiaLuiza Calagian – Diretora de FotografiaFormada pela EICTV (Cuba), com Maestría en Documental de Creación e participante do Berlinale Talents (2025). Seu trabalho transita entre documentário e ficção, explorando temas como memória, território, natureza e ancestralidade.Entre seus trabalhos destacam-se os curtas Ava Mocoi (estreia e premiação no Festival de Oberhausen) e Anba Dlo (estreia na Berlinale e prêmio do júri no Hong Kong International Film Festival).No projeto, será responsável pela concepção estética e direção de fotografia das entrevistas e registros documentais.Montagem e EdiçãoMirrah Iañez – MontadoraDocumentarista com atuação em projetos ligados a direitos humanos, territórios urbanos e povos indígenas. Dirigiu, produziu e roteirizou os curtas Estátuas Vivas e Bumba Bumba.Também dirigiu os documentários Derrubada e Rua Augusta, 1029, premiados em festivais nacionais.No projeto, será responsável pela montagem, organização narrativa do material audiovisual e construção do ritmo dramático do documentário.RoteiroGisele MirabaiCineasta, escritora e roteirista de cinema e televisão. Estudou Artes Cênicas na UFMG, Cinema na London Film Academy e realizou pós-graduação em Literatura na UFF.Autora de cinco livros, entre eles "Machamba” (Ed. Nova Fronteira), vencedor do Prêmio Kindle de Literatura e finalista do Prêmio Jabuti, além de Ana de Corona, primeiro romance brasileiro a abordar ficcionalmente a pandemia de Covid-19.No projeto, será responsável pela estruturação narrativa do documentário e pela adaptação das entrevistas e relatos para o formato audiovisual e editorial.Sugestão de entrevistadasEntrevista 1) As primeiras operáriasTema: Do chão de fábrica à liderança sindicalNomes sugeridos:Glaucia FraccaroMargareth RagoÂngela AlonsoEntrevista 2) Mulheres e tecnologiaTema: Presença e inovaçãoNomes sugeridos:Iana ChanCamila AchuttiMartha GabrielEntrevista 3) Empreendedorismo feminino nas periferiasTema: gestão de negócios por mulheres que vivem em regiões periféricas, impulsionadas por necessidades financeiras, mas que, ao mesmo tempo, geram um impacto social significativo em suas comunidadesNomes sugeridos:Ana FontesMariana HannickelFabiana IvoEntrevista 4) Trabalho doméstico e informalidadeTema: prestação de serviços dentro de uma residência por mulheres, sem a devida proteção da legislação trabalhista e previdenciária. Essa combinação de fatores cria uma situação de alta vulnerabilidade, desigualdade de gênero, invisibilidade e exploraçãoNomes sugeridos:Professora Leda Maria Vieira MachadoPatrícia MaedaJuliana Teixeira EstevesEntrevista 5) Mulheres negras na comunicaçãoTema: como jornalismo, ativismo, publicidade e produção de conteúdo digital estão fortalecendo as narrativas de mulheres negras.Nomes sugeridos:Viviane FerreiraLyara OliveiraLuanda VieiraEntrevista 6) Saúde mental e sobrecarga femininaTema: Acúmulo desigual de responsabilidades domésticas, profissionais e emocionais que afetam a saúde mental das mulheres. A pressão constante de gerenciar tudo leva a estresse, ansiedade e exaustão, contribuindo para problemas relacionados à saúde mental.Nomes sugeridos:Dra. Viviane LuzDra. Ana Carolina de Souza PierettiJanaína LeslãoEntrevista 7) A presença feminina na cozinha e na gastronomia – é igual?Tema: A presença feminina na cozinha e na gastronomia não é a mesma, mas sim uma relação complexa e historicamente desigual. A distinção reside, principalmente, nos diferentes espaços e no valor social atribuído ao trabalho feminino nesses dois contextos: a cozinha doméstica e a alta gastronomia profissionalNomes sugeridos:Janaína TorresPaola CarosselaRita LoboEpsódio 8) Jovens e futuro do trabalhoTema: A entrada das novas gerações de mulheres no mercado profissional, impulsionada por tecnologia, que valoriza tanto a qualificação técnica quanto às habilidades comportamentais (soft skills) e busca flexibilidade, qualidade de vida e aprendizado contínuo.Nomes sugeridos:Eloísa Machado de AlmeidaMarília FrazillioEntrevista 9) Arte e resistência femininaTema: O uso da expressão artística por mulheres para contestar e transformar as estruturas sociais e culturais patriarcais, que historicamente as oprimiram e invisibilizamNomes sugeridos:Bárbara PazRosana PaulinoRenata FelintoKarlla Girotto
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 15/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.