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Realização do Encontro Nacional e Internacional de Violeiros e Violeiras do Mato Grosso do Sul, com grande roda de viola, shows regionais e nacionais, apresentações culturais, oficinas e palestras, valorização da música raiz e integração de violeiros de diversos municípios, estados e países.
O projeto “Encontro Nacional e Internacional de Violeiros e Violeiras do Estado de Mato Grosso do Sul” consiste na realização de um evento cultural de grande porte, de caráter itinerante, com execução em diversos municípios do Estado de Mato Grosso do Sul, tendo sua etapa principal e maior concentração de atividades em Campo Grande/MS. A proposta visa promover a valorização, preservação, difusão e circulação da música caipira, da viola e das manifestações tradicionais associadas, fortalecendo a identidade cultural sul-mato-grossense e ampliando o acesso do público a bens culturais.A iniciativa é apresentada pela Associação Cultural dos Violeiros e Violeiras do Estado de Mato Grosso do Sul – ACVVMS, entidade com atuação continuada na promoção da cultura da viola, que reúne 216 filiados em todo o Estado e possui histórico comprovado de realização de eventos, incluindo 03 (três) Encontros Nacionais de Violeiros, Rodas de Viola Caipira e ações culturais realizadas com esforço próprio, muitas vezes sem apoio financeiro externo.A programação do Encontro contempla atividades artísticas e formativas, com realização de rodas de viola, apresentações musicais e shows culturais com violeiros e violeiras regionais, nacionais e convidados internacionais, além de conteúdos voltados à qualificação e transmissão de saberes tradicionais, incluindo aulas/oficinas de viola caipira, apresentações de viola instrumental e cursos/oficinas de lutheria, com foco na construção, manutenção e valorização do instrumento como patrimônio cultural.O projeto prevê ações de democratização de acesso, com atividades gratuitas, mobilização de público local e regional, articulação com municípios e instituições parceiras, além de ações de comunicação e registro, incluindo documentação fotográfica e audiovisual e possibilidade de difusão digital de parte da programação, ampliando o alcance territorial e social do evento.Dessa forma, o Encontro se configura como uma ação estruturante para o setor cultural, fortalecendo redes de artistas, estimulando a economia criativa, promovendo intercâmbio cultural entre municípios, estados e países, e consolidando Mato Grosso do Sul como referência nacional na cultura da viola e da música de raiz.
OBJETO: Realização do Encontro Nacional e Internacional de Violeiros e Violeiras do Mato Grosso do Sul, com programação cultural e formativa voltada à valorização, difusão e fortalecimento da música de viola caipira e das tradições populares, incluindo grande roda de viola, shows culturais, apresentações instrumentais, aulas e oficinas de viola, cursos de luteria, palestras e intercâmbio entre violeiros de municípios do MS, de outros estados do Brasil e convidados internacionais, com ações de circulação e integração cultural. Objetivo Geral: Realizar o Encontro Nacional e Internacional de Violeiros e Violeiras do Mato Grosso do Sul para promover a música de viola, a cultura tradicional e a formação artística, contribuindo para a preservação do patrimônio cultural imaterial, o fortalecimento da identidade sul-mato-grossense e o intercâmbio cultural entre artistas do MS, do Brasil e do exterior. Objetivos Específicos: 1. Realizar uma cerimônia oficial de abertura com execução do Hino do Mato Grosso do Sul e apresentação cultural de boas-vindas. 2. Realizar uma grande Roda de Violeiros e Violeiras, reunindo participantes de diversos municípios do MS e convidados de outros estados. 3. Realizar até 20 apresentações culturais de violeiros e violeiras do Mato Grosso do Sul, contemplando artistas tradicionais e novas gerações. 4. Realizar até 10 shows com artistas regionais e nacionais, promovendo diversidade de estilos dentro da música raiz. 5. Realizar até 3 shows com participação de artistas de porte nacional e/ou internacional, fortalecendo o caráter do Encontro. 6. Realizar até 8 apresentações de viola instrumental, valorizando repertórios autorais, arranjos e técnicas avançadas. 7. Realizar aulas e oficinas de viola caipira, com conteúdos para níveis iniciante, intermediário e avançado. 8. Ministrar 1 curso intensivo de viola caipira com certificação, incluindo teoria musical básica, ritmos tradicionais e repertório. 9. Realizar até 6 rodas de conversa/palestras sobre história da viola, tradições caipiras, cultura pantaneira e memória musical. 10. Realizar até 4 oficinas de composição e arranjos para viola, incentivando produção autoral e registro musical. 11. Realizar 1 curso de luteria, com introdução à construção, manutenção e regulagem de viola caipira. 12. Realizar até 4 oficinas práticas de manutenção do instrumento, incluindo troca de cordas, afinação, pestana, cavalete e cuidados gerais. 13. Realizar até 10 apresentações culturais integradas, incluindo dança, poesia, catira, chamamé, cururu e expressões tradicionais ligadas à viola. 14. Realizar 1 mostra/feira cultural com exposição de instrumentos, artesanato regional, acessórios de viola e produtos culturais. 15. Realizar até 15 gravações/depoimentos com violeiros e violeiras, registrando memórias, histórias e repertórios tradicionais. 16. Produzir e divulgar materiais audiovisuais e fotográficos do Encontro, com cobertura oficial para redes sociais e acervo institucional. 17. Realizar o Encontro de forma itinerante e articulada, com ações de circulação e intercâmbio cultural, fortalecendo a rede de violeiros e violeiras em todo o Brasil, promovendo integração entre municípios, estados e países participantes.
A música de viola caipira, com raízes profundas na formação cultural do Brasil, é uma das mais importantes expressões do patrimônio imaterial do país. Sua história se confunde com a própria história do povo brasileiro, especialmente do interior, onde a viola se tornou instrumento de identidade, memória e comunicação. A viola é mais do que um instrumento musical: é uma linguagem cultural que transmite valores, tradições, modos de vida, saberes populares e sentimentos coletivos. Assim como a literatura organiza a palavra e o pensamento, a música de viola organiza a emoção e a identidade social, permitindo que comunidades se reconheçam, se expressem e mantenham vivas suas raízes.Historicamente, a viola percorreu o Brasil atravessando gerações, regiões e fronteiras culturais. Do ambiente rural às grandes cidades, a viola acompanhou festas, celebrações religiosas, encontros comunitários, rodas de música e momentos familiares, consolidando-se como símbolo de resistência cultural e de preservação de tradições. A música caipira, o cururu, a catira, o chamamé, as modas de viola e a viola instrumental compõem um universo rico, que exige ações estruturadas para sua valorização, difusão e continuidade, sobretudo diante das transformações sociais e da crescente massificação cultural.Nesse contexto, a realização do Encontro Nacional e Internacional de Violeiros e Violeiras do Mato Grosso do Sul se justifica pela necessidade urgente de fortalecer e dar visibilidade a essa manifestação artística tradicional, ampliando o acesso da população à cultura popular, incentivando a formação de novos violeiros e valorizando os mestres e mestras da tradição. O evento se propõe como um grande espaço de confluência entre artistas, comunidade, gestores públicos, agentes culturais, educadores, jovens aprendizes e público em geral, promovendo não apenas apresentações, mas também formação, intercâmbio e preservação cultural.O Mato Grosso do Sul possui grande relevância cultural no cenário nacional, sendo um estado marcado pela diversidade de influências, fronteiras culturais e tradições regionais, especialmente ligadas ao Pantanal, ao campo e às comunidades interioranas. Ainda assim, muitas manifestações tradicionais enfrentam dificuldades para se manter e se desenvolver por falta de recursos, apoio institucional e oportunidades de circulação cultural. A música de viola, apesar de sua força simbólica e histórica, frequentemente depende do esforço voluntário dos artistas e de associações culturais, que se dedicam a manter viva essa expressão com recursos limitados.É exatamente nesse ponto que se destaca a atuação da ACVVMS _ Associação Cultural dos Violeiros e Violeiras do Mato Grosso do Sul, entidade representativa que há anos realiza trabalho contínuo de valorização da viola, promoção de eventos, fortalecimento da rede de artistas e preservação da cultura popular. A ACVVMS possui atualmente 216 filiados em todo o Estado, demonstrando grande capilaridade e relevância social. Mesmo com limitações financeiras, a Associação já realizou 03 Encontros Nacionais de Violeiros no Mato Grosso do Sul, além de diversos eventos culturais organizados por conta própria, sem apoio financeiro significativo, com grande esforço dos próprios violeiros e apoiadores locais. Esse histórico comprova a seriedade, a capacidade de execução e o compromisso da entidade com a cultura, reforçando a legitimidade do projeto proposto.Nas últimas décadas, observa-se um crescimento do interesse da sociedade e do poder público em promover políticas culturais e ações voltadas à preservação do patrimônio imaterial, reconhecendo que cultura é instrumento essencial de desenvolvimento humano, pertencimento, cidadania e economia criativa. Entretanto, é necessário reconhecer que parte significativa da população brasileira foi historicamente excluída do acesso pleno à cultura, à formação artística e às oportunidades de fruição cultural. O passivo cultural criado ao longo do tempo ainda é grande e exige ações estruturadas e contínuas, especialmente no interior do país, onde muitas tradições sobrevivem por resistência comunitária.Eventos como o Encontro Nacional e Internacional de Violeiros e Violeiras cumprem papel estratégico nesse cenário: são momentos em que artistas e comunidades se encontram para celebrar, fortalecer redes, transmitir saberes e ampliar o alcance cultural das tradições. A realização de rodas de viola, shows culturais, apresentações instrumentais e atividades formativas (como aulas de viola, oficinas, cursos e formação musical) contribui diretamente para a democratização do acesso à cultura e para a formação de novos talentos. Além disso, ações como cursos de luteria e manutenção de instrumentos valorizam saberes tradicionais fundamentais para a cadeia produtiva cultural, garantindo continuidade técnica e econômica ao setor.O Encontro também impulsiona a economia criativa local e regional, movimentando comércio, alimentação, hospedagem, transporte, serviços culturais, artesanato e turismo. O evento, ao reunir participantes de diversos municípios, estados e países, projeta o Mato Grosso do Sul no cenário nacional e internacional como território cultural de relevância, promovendo integração e intercâmbio entre culturas irmãs do Brasil e do exterior. Dessa forma, trata-se não apenas de uma celebração artística, mas de uma ação estratégica de desenvolvimento cultural e socioeconômico.Além de fortalecer a identidade cultural do MS, o evento tem papel educativo e social, pois promove valores como respeito, cooperação, pertencimento, valorização da tradição, disciplina artística e inclusão. A formação musical e o contato com a cultura popular funcionam como instrumentos de transformação social, principalmente para jovens e crianças, contribuindo para prevenção de vulnerabilidades sociais e estímulo ao desenvolvimento humano por meio da arte.Sendo assim, a realização do Encontro Nacional e Internacional de Violeiros e Violeiras do Mato Grosso do Sul encontra-se plenamente justificada como iniciativa cultural estruturante, capaz de preservar e difundir uma manifestação cultural fundamental do Brasil, ao mesmo tempo em que amplia o acesso da população a bens culturais, valoriza artistas e mestres da tradição, promove formação e fortalece redes culturais em todo o território nacional.Por essas razões, o enquadramento do projeto nos mecanismos de incentivo e apoio cultural é fundamental, pois se trata de uma iniciativa de grande relevância social e cultural, com reconhecida dificuldade de captação por meios próprios, apesar da capacidade comprovada da ACVVMS. O projeto se alinha aos princípios das políticas culturais brasileiras ao preservar, produzir, divulgar e circular cultura, proteger expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, facilitar o acesso aos bens culturais e democratizar a cultura, especialmente em regiões e públicos historicamente menos atendidos.Dessa forma, justifica-se a necessidade de aprovação e apoio ao projeto para viabilizar sua realização em grande escala, consolidando o Mato Grosso do Sul como referência nacional e internacional na cultura da viola, fortalecendo o patrimônio cultural imaterial e garantindo que a tradição da música raiz continue viva, valorizada e transmitida às futuras gerações.
O projeto Encontro Nacional e Internacional de Violeiros e Violeiras do Estado de Mato Grosso do Sul apresenta relevância cultural, social e formativa por atuar diretamente na preservação e valorização de um patrimônio cultural imaterial, representado pela tradição da viola caipira, da música raiz e dos saberes populares associados. Trata-se de uma iniciativa estruturante que fortalece a identidade cultural sul-mato-grossense e contribui para a continuidade e transmissão intergeracional de conhecimentos tradicionais, promovendo a integração entre mestres, artistas experientes e jovens aprendizes.Destaca-se que a proponente ACVVMS possui ampla representatividade estadual, contando com 216 filiados em todo o Mato Grosso do Sul, o que garante capilaridade territorial, mobilização comunitária e efetiva participação de violeiros e violeiras de diferentes municípios. A entidade possui histórico comprovado de atuação cultural, incluindo a realização de 03 Encontros Nacionais de Violeiros, Rodas de Viola Caipira e diversos eventos realizados por iniciativa própria, muitas vezes sem apoio financeiro externo, demonstrando capacidade técnica, articulação e compromisso institucional com a cultura popular.A proposta possui caráter itinerante, contemplando etapas em diferentes municípios do Estado, com culminância na etapa principal em Campo Grande/MS, ampliando significativamente o alcance do projeto, fortalecendo a democratização do acesso e promovendo circulação cultural. O formato itinerante também estimula a articulação com gestores municipais, equipamentos culturais, escolas, comunidades e agentes locais, fortalecendo redes culturais e incentivando o desenvolvimento regional por meio da cultura.Outro aspecto relevante é a integração entre atividades artísticas e formativas, por meio de rodas de viola, shows, apresentações de viola instrumental, aulas/oficinas de viola e cursos/oficinas de lutheria, o que amplia o impacto cultural do projeto para além do entretenimento, consolidando ações de qualificação, preservação e geração de oportunidades na cadeia produtiva cultural da viola.O projeto prevê ainda registro fotográfico e audiovisual, fortalecendo a memória cultural e possibilitando maior alcance por meio de materiais de comunicação, além de contribuir para a documentação de repertórios, depoimentos e vivências, formando acervo institucional da ACVVMS. O conjunto das ações propostas reforça o papel do projeto na valorização da cultura tradicional, no fortalecimento de artistas locais e na ampliação do acesso público e gratuito à cultura, justificando sua relevância e pertinência no âmbito do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet.
Roda de Viola Caipira (Produto Principal) – participação estimada de violeiros e violeiras do MS e convidados nacionais/internacionais. Duração média: 2h a 3h por roda, com formação coletiva em semicírculo, sistema de som PA, microfonação para viola e voz, retorno de palco e registro audiovisual. Realização itinerante em municípios do MS, com etapa principal em Campo Grande/MS.Shows Culturais (Regionais, Nacionais e Internacionais) – apresentações musicais com artistas brasileiros, sul-mato-grossenses e convidados internacionais. Duração média: 60 a 90 minutos por show. Estrutura: palco, iluminação cênica, sonorização profissional, camarim, backline (microfones, DI, pedestais). Registro em foto e vídeo.Viola Instrumental (Apresentações especiais) – apresentações voltadas ao repertório instrumental da viola. Duração média: 40 a 60 minutos. Estrutura técnica similar aos shows, com ênfase em captação sonora de qualidade e ambiência para audição.Aulas/Oficinas de Viola Caipira (Projeto Pedagógico) – turmas com 20 a 30 participantes, duração: 2h a 3h por oficina, voltadas para iniciantes e intermediários. Metodologia: fundamentos da viola, afinações, ritmos, ponteado, acompanhamento e prática coletiva. Material pedagógico: apostila digital (PDF) e repertório base. Certificação: declaração/registro de participação (quando aplicável).Cursos/Oficinas de Lutheria (Projeto Pedagógico) – duração: 3h a 6h, com demonstração prática de construção/manutenção/regulagem de viola caipira. Conteúdo: madeiras, estrutura do instrumento, tarraxas, rastilho, pestana, regulagem e conservação. Materiais: ferramentas de luthier, peças demonstrativas e insumos de manutenção.Circulação Itinerante (Etapas Municipais) – apresentações e rodas de viola em diferentes municípios do MS. Duração por etapa: 1 dia, com programação local (roda + show/atividade formativa). Logística: equipe reduzida, estrutura básica de palco/som e mobilização local.Registro e Memória (Produto de Comunicação) – cobertura completa com fotografia e vídeo, incluindo entrevistas/depoimentos e captação de trechos de apresentações. Entregas: álbum digital, vídeos curtos para redes sociais e arquivo institucional da ACVVMS para prestação de contas e memória cultural.
ACESSIBILIDADE (FÍSICA E DE CONTEÚDO): O Encontro Nacional e Internacional de Violeiros e Violeiras do Mato Grosso do Sul será realizado em espaço com infraestrutura acessível (Centro de Convenções/teatro/ginásio/praça estruturada), garantindo acessibilidade física e de conteúdo para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Acessibilidade Física: o local contará com rampas de acesso nas entradas e saídas, circulação com corredores amplos, áreas de circulação desobstruídas, piso regular, espaços reservados para cadeirantes com visibilidade adequada do palco, assentos preferenciais para idosos, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida, além de banheiros acessíveis e adaptados com barras de apoio, pias e vasos sanitários em altura adequada e espaço suficiente para manobra de cadeira de rodas. O projeto complementará a estrutura com sinalização ampliada e de alto contraste, mapas e indicações em locais estratégicos, bem como áreas de descanso identificadas para pessoas com necessidade de pausa. Quando necessário, serão instaladas guias táteis e sinalização tátil no piso para orientação do público com deficiência visual. Acessibilidade de Conteúdo: para garantir compreensão e participação plena, o evento contará com medidas como intérprete de Libras em momentos oficiais (abertura, falas institucionais, avisos ao público e atividades formativas definidas na programação), além de vídeos e materiais digitais com legenda descritiva e recursos de comunicação acessível. Será disponibilizada programação do evento em formato digital acessível (compatível com leitores de tela), além de versões simplificadas do conteúdo em linguagem clara. Para pessoas com deficiência visual, o projeto preverá audiodescrição nas principais atividades (cerimônias, apresentações e momentos institucionais), equipe de apoio/monitores treinados para acolhimento e orientação no espaço, além de mediação cultural com descrição dos contextos das apresentações e instrumentos. Sempre que possível, será organizada visita sensorial ao palco e aos instrumentos (com toque guiado e explicação sonora e tátil), promovendo experiência inclusiva e segura. Para pessoas com deficiência intelectual, TEA e outras condições, haverá equipe preparada para acolhimento e condução, com apoio de monitores, orientação antecipada sobre programação e estímulos sensoriais, além de um ponto de acolhimento/ambiente mais calmo para regulação, quando necessário. Acessibilidade Social: todas as atividades do Encontro serão gratuitas, ampliando o acesso público e garantindo democratização cultural. As medidas de acessibilidade serão aplicadas tanto ao produto principal (Roda de Violeiros e Violeiras, cerimônias e apresentações) quanto aos produtos secundários (shows culturais, apresentações de viola instrumental, aulas e oficinas de viola e cursos/oficinas de luteria), garantindo inclusão efetiva do público em todas as etapas e atividades do projeto.
A democratização de acesso do Encontro Nacional e Internacional de Violeiros e Violeiras do Mato Grosso do Sul será garantida por meio de estratégias que asseguram ampla participação popular, gratuidade e alcance territorial. A distribuição e fruição dos produtos culturais ocorrerá prioritariamente de forma gratuita, com acesso livre às atividades do evento, incluindo Roda de Violeiros e Violeiras, shows culturais, apresentações de viola instrumental, palestras/rodas de conversa, oficinas e ações formativas. Não haverá comercialização de ingressos, garantindo o caráter público e inclusivo da proposta.A proposta adotará medidas de ampliação de acesso para públicos diversos, com ações voltadas especialmente para estudantes, comunidades rurais, público de baixa renda, idosos, pessoas com deficiência e moradores de bairros periféricos. A divulgação será feita de forma ampla e descentralizada, utilizando redes sociais, rádio comunitária, imprensa local, cartazes em pontos estratégicos e articulação com escolas, associações, CRAS, igrejas e entidades culturais dos municípios participantes.Como forma de ampliação do acesso e formação de público, o projeto realizará ensaios abertos, possibilitando que a comunidade acompanhe a preparação artística e conheça os bastidores do evento, fortalecendo o vínculo com a cultura da viola. Serão ofertadas oficinas paralelas gratuitas, como aulas de viola caipira (iniciação e aperfeiçoamento), oficinas de viola instrumental, manutenção do instrumento e introdução à luteria, com vagas destinadas prioritariamente a jovens, estudantes e integrantes de projetos sociais.Além do acesso presencial, o Encontro contará com transmissão ao vivo pela internet (quando tecnicamente viável), especialmente das cerimônias de abertura, rodas de viola e shows principais, garantindo alcance para pessoas que não podem se deslocar, além de ampliar a visibilidade estadual e nacional do evento. Também serão produzidos conteúdos digitais (vídeos curtos, registros fotográficos e entrevistas com violeiros e violeiras), que serão disponibilizados gratuitamente nas redes sociais e canais oficiais da organização, contribuindo para a preservação da memória cultural e circulação do conteúdo.Quando houver produtos culturais associados (como camisetas, artesanato, instrumentos, acessórios e itens de expositores), a comercialização será realizada diretamente pelos empreendedores e artesãos, sem cobrança de taxa de entrada do público, fortalecendo a economia criativa local e regional, mantendo o evento gratuito e acessível. Dessa forma, o projeto assegura ampla democratização de acesso ao patrimônio cultural da viola, promovendo inclusão, formação artística, valorização da cultura popular e alcance público ampliado.
A ASSOCIAÇÃO CULTURAL DOS VIOLEIROS E VIOLEIRAS DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL – ACVVMS, pessoa jurídica proponente do projeto “ENCONTRO NACIONAL E INTERNACIONAL DE VIOLEIROS E VIOLEIRAS DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL”, é a executora direta do projeto, responsável integral pela gestão administrativa, técnica e financeira, bem como pela articulação institucional, coordenação operacional e prestação de contas final junto ao Ministério da Cultura, nos termos da legislação vigente.A ACVVMS atua na promoção, valorização e preservação da música caipira, da viola e dos saberes tradicionais sul-mato-grossenses, desenvolvendo ações continuadas de difusão cultural, formação de público, integração entre artistas e fortalecimento de redes culturais em diferentes municípios do Estado, com impacto direto na manutenção do patrimônio cultural imaterial e na democratização do acesso às expressões da cultura popular.A governança do projeto e o processo decisório estarão centralizados na ACVVMS, por meio de seu presidente e dirigente institucional, ANDERSON ALVARENGA DA SILVA, que atuará como COORDENADOR-GERAL DO PROJETO, responsável pela condução estratégica, coordenação das equipes e tomada de decisão final sobre planejamento, execução e controle das atividades previstas.A atuação da instituição proponente e de seu dirigente incluirá, mas não se limitará, às seguintes atividades: · Gestão e supervisão de toda a produção do evento, incluindo planejamento, execução e acompanhamento do cronograma físico-financeiro; · Coordenação da articulação institucional com municípios, secretarias, fundações, associações culturais, escolas, universidades, entidades e apoiadores; · Contratação direta de fornecedores, prestadores de serviços, artistas, violeiros, violeiras, grupos musicais, técnicos e equipe operacional; · Elaboração, conferência e controle de planilhas orçamentárias, fluxo de caixa, relatórios de acompanhamento e registros internos de execução; · Coordenação e validação da curadoria artística e cultural do Encontro, assegurando coerência temática e alinhamento com objetivos do projeto; · Organização logística de transporte, hospedagem, alimentação, montagem de infraestrutura, deslocamentos e acolhimento das delegações e artistas; · Acompanhamento e fiscalização “in loco” de todas as etapas de montagem, execução e desmontagem do evento; · Organização do credenciamento, controle de acesso, atendimento ao público e acolhimento de autoridades e convidados; · Gestão de equipe de comunicação e divulgação, incluindo identidade visual, redes sociais, imprensa, materiais gráficos e comunicação institucional; · Coordenação da documentação de execução (contratos, recibos, notas fiscais, termos, autorizações e licenças); · Compilação de registros fotográficos e audiovisuais, elaboração do relatório final e prestação de contas, com organização de arquivos físicos e digitais; · Implantação de ações de democratização de acesso, acessibilidade e inclusão, garantindo participação ampla e gratuita do público; · Consolidação de acervo cultural e memória do evento, com registro histórico das rodas de viola, apresentações e depoimentos de mestres da cultura.A ACVVMS possui histórico comprovado de atuação cultural no Estado de Mato Grosso do Sul, destacando-se pela mobilização de violeiros e violeiras e pela realização de eventos de grande relevância, tais como: · Realização de 03 (três) Encontros Nacionais de Violeiros, reunindo artistas, grupos e público de diversas regiões, promovendo intercâmbio cultural e fortalecimento da tradição da viola; · Organização e realização de Rodas de Viola Caipira em diferentes municípios do Estado, com participação popular e valorização de repertórios tradicionais; · Realização de ações culturais de difusão musical, encontros regionais e apresentações públicas voltadas à cultura raiz e à música caipira; · Participação e colaboração em eventos de valorização cultural, fortalecendo redes de artistas e coletivos ligados à música tradicional; · Realização e apoio a eventos integrados de cultura e tradição, incluindo o Festival da Culinária Sul-mato-grossense, articulando gastronomia regional, música raiz, identidade cultural e economia criativa; · Promoção de ações voltadas à valorização de artistas locais e regionais, contribuindo para geração de renda, visibilidade e fortalecimento do setor cultural. ANDERSON ALVARENGA DA SILVA – PRESIDENTE DA ACVVMS / COORDENADOR-GERAL DO PROJETODirigente cultural, produtor e articulador institucional, com atuação destacada na valorização e preservação da música caipira e da viola no Estado de Mato Grosso do Sul. Presidente da Associação Cultural dos Violeiros e Violeiras do Estado de Mato Grosso do Sul – ACVVMS, lidera ações permanentes de mobilização cultural, integração de violeiros e violeiras e fortalecimento da cultura tradicional sul-mato-grossense. Possui experiência na organização e coordenação de eventos culturais de grande porte, incluindo a realização de 03 (três) Encontros Nacionais de Violeiros, Rodas de Viola Caipira e ações integradas com municípios e parceiros institucionais.Atua diretamente na formulação e desenvolvimento de projetos culturais, na gestão institucional e na representação pública da entidade, articulando parcerias com prefeituras, secretarias e instituições culturais. Seu trabalho é voltado à democratização do acesso à cultura, ao reconhecimento de mestres e artistas tradicionais e à criação de oportunidades para novos talentos, promovendo inclusão, preservação da memória cultural e fortalecimento da identidade regional.EQUIPE PRINCIPAL / PARTICIPANTES (CURRÍCULO RESUMIDO)A equipe técnica do projeto será composta por profissionais e colaboradores com experiência em produção cultural, logística, infraestrutura, comunicação, acessibilidade e operação técnica, garantindo a execução plena do Encontro em todas as suas fases.· Produtor(a) Executivo(a) – Coordenação do Projeto Profissional responsável pela execução operacional e administrativa, incluindo contratações, controle de cronograma, gestão de fornecedores, logística de artistas, conferência documental e suporte à prestação de contas.· Coordenação de Programação / Curadoria Artística Responsável pela seleção e organização da programação artística do Encontro, incluindo rodas de viola, apresentações, shows regionais, nacionais e internacionais, bem como atividades formativas e ações integradas de valorização cultural.· Coordenação Técnica (Som, Luz e Palco) Responsável pelo planejamento e execução técnica do evento, incluindo montagem e operação de sonorização, iluminação, palco, backline, e acompanhamento técnico durante toda a programação.· Coordenação de Infraestrutura e Logística Responsável pela montagem e gestão da infraestrutura, incluindo tendas, stands, camarins, banheiros, sinalização, geradores, grades, áreas de circulação e organização de fluxo de público.· Coordenação de Comunicação e Divulgação Responsável pela estratégia de comunicação do evento, produção de conteúdo, divulgação em redes sociais, imprensa, rádio e mídia regional, criação de peças gráficas e acompanhamento da visibilidade institucional do projeto.· Coordenação de Acessibilidade e Inclusão Responsável por garantir ações de acessibilidade física e de conteúdo, atendimento prioritário, orientação ao público, apoio à Libras quando necessário, e adequações para participação ampla e segura.· Equipe de Apoio / Monitores / Assistentes de ProduçãoOBSERVAÇÃO TÉCNICAOs nomes e currículos completos dos profissionais contratados serão apresentados conforme a formalização da equipe e disponibilidade técnica, respeitando o escopo do projeto, os critérios de contratação, e compatibilidade com a planilha orçamentária aprovada, mantendo conformidade com as normas e diretrizes vigentes.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 16/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.