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PRONAC 261953Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Alma do Agro na Amazônia

INSTITUTO DE PESQUISA, SERVICOS E DESENVOLVIMENTO AGROPECUARIO DE DE RONDONIA - IPAGRO
Solicitado
R$ 834,6 mil
Aprovado
R$ 834,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2026-05-05
Término
2028-05-05
Locais de realização (3)
Ariquemes RondôniaNova Brasilândia D'Oeste RondôniaPorto Velho Rondônia

Resumo

O projeto consiste na produção do documentário audiovisual "Alma do Agro na Amazônia", um média-metragem de até 70 minutos, que aborda o protagonismo feminino no agro amazônico, com recorte em Rondônia. A obra acompanha a rotina de mulheres produtoras rurais em posições de liderança, destacando a construção histórica desse protagonismo e a transmissão intergeracional de saberes. O projeto contempla exibições públicas e gratuitas, disponibilização em plataformas digitais abertas e a realização de quatro oficinas gratuitas de roteiro e produção audiovisual para estudantes da rede pública.

Sinopse

O documentário “Alma do Agro na Amazônia” aborda o protagonismo feminino no contexto do agro amazônico, com recorte no estado de Rondônia, a partir das trajetórias de mulheres produtoras rurais que exercem papéis centrais na organização produtiva, social e cultural de seus territórios. Embora historicamente presentes no trabalho no campo, essas mulheres permaneceram por décadas invisibilizadas nos registros oficiais, nos espaços de decisão e nas narrativas dominantes sobre o desenvolvimento rural e o agro brasileiro. A obra parte justamente dessa invisibilidade estrutural para revelar histórias que, apesar de fundamentais para a sustentação da vida no campo, raramente ocupam lugar de destaque no audiovisual nacional.O documentário acompanha o cotidiano dessas mulheres em suas rotinas produtivas, familiares e comunitárias, evidenciando como suas práticas, decisões e saberes moldam o funcionamento das propriedades rurais e das dinâmicas locais. São trajetórias marcadas por desafios históricos, desigualdades de gênero e ausência de reconhecimento institucional, mas também por estratégias de resistência, adaptação e permanência no território. Ao dar centralidade às suas vozes, a obra rompe com representações estereotipadas do agro e revela a complexidade das experiências femininas no campo amazônico.Ao longo da narrativa, “Alma do Agro na Amazônia” destaca a transmissão intergeracional de saberes, valores e modos de vida, mostrando como o conhecimento acumulado por essas mulheres é compartilhado com filhas, familiares e comunidades, garantindo a continuidade cultural e produtiva no meio rural. Essa transmissão, muitas vezes invisível e não formalizada, constitui um patrimônio cultural imaterial fundamental para a identidade amazônica, sustentado por práticas cotidianas, memórias, relações afetivas e vínculos com a terra.O filme dialoga com temas como memória social, trabalho invisibilizado, pertencimento, organização comunitária e resistência feminina, evidenciando como essas mulheres constroem redes de apoio, participam de decisões coletivas e ocupam, ainda que de forma pouco reconhecida, posições de liderança em seus territórios. Ao revelar essas histórias, o documentário evidencia a distância entre a centralidade real dessas mulheres na vida rural e a ausência de representação nos discursos hegemônicos sobre o agro e o desenvolvimento.Com uma abordagem sensível, observacional e comprometida com a escuta, a obra propõe um olhar sobre o agro amazônico que ultrapassa sua dimensão econômica, valorizando seus aspectos culturais, sociais e humanos. O documentário não busca idealizar essas trajetórias, mas apresentar a complexidade de experiências marcadas por desafios estruturais e conquistas cotidianas, contribuindo para a ampliação do debate sobre gênero, cultura e território.Ao tornar visível aquilo que historicamente foi silenciado, “Alma do Agro na Amazônia” contribui para o reconhecimento da diversidade cultural brasileira, para a valorização da cultura rural amazônica e para a preservação da memória social de mulheres que sustentam, transformam e dão continuidade à vida no campo. A obra se propõe, assim, como instrumento de registro, reflexão e difusão cultural, fortalecendo a cidadania cultural e ampliando o acesso do público a narrativas que historicamente permaneceram à margem do audiovisual brasileiro.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir e difundir um documentário audiovisual de média-metragem, com acesso público e gratuito, que valorize o protagonismo feminino no agro amazônico, com recorte em Rondônia, contribuindo para a preservação da memória cultural, o reconhecimento dos modos de vida rurais e a ampliação do acesso da população a bens culturais audiovisuais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produzir 01 documentário audiovisual de média-metragem, com duração de até 70 minutos, devidamente finalizado e masterizado;Realizar captação audiovisual (imagem e som) em municípios do estado de Rondônia, contemplando diversidade territorial e cultural;Executar as etapas de edição, finalização e masterização, garantindo qualidade técnica profissional;Incorporar recursos de acessibilidade obrigatórios, incluindo legendagem descritiva e audiodescrição, no produto final;Promover a difusão cultural gratuita do documentário por meio de exibições públicas e disponibilização em plataformas digitais abertas;Realizar ações de mediação cultural associadas às exibições, estimulando o diálogo entre público e obra;Gerar produtos culturais comprováveis, incluindo obra audiovisual finalizada, registros das exibições, relatórios técnicos e documentação exigida para prestação de contas no SALIC.

Justificativa

O projeto Alma do Agro na Amazônia demanda a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91, por se tratar da produção e difusão de um documentário audiovisual de média-metragem, de caráter cultural, autoral e não comercial, cuja viabilidade econômica depende de políticas públicas de fomento à cultura. A proposta tem como objeto a valorização dos modos de vida, dos saberes tradicionais e da identidade cultural de comunidades rurais amazônicas, conteúdos historicamente sub-representados no circuito audiovisual brasileiro e com reduzido acesso a financiamento privado direto.O projeto enquadra-se nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao contribuir para facilitar o acesso às fontes da cultura, promover a regionalização da produção cultural brasileira e apoiar a valorização e a difusão das manifestações culturais e de seus criadores. O documentário configura-se como instrumento de registro, reflexão e preservação do patrimônio cultural imaterial associado às dinâmicas socioculturais do campo e à memória coletiva das populações amazônicas, ampliando a visibilidade de narrativas historicamente invisibilizadas.A proposta atende, ainda, aos objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, especialmente no que se refere à democratização do acesso à cultura, à descentralização das ações culturais, à ampliação da circulação de bens culturais e ao fortalecimento da diversidade cultural brasileira. O projeto prevê a difusão cultural totalmente gratuita do documentário, por meio de exibições públicas e disponibilização em plataformas digitais abertas, assegurando o acesso da população em geral, inclusive em localidades com limitada oferta de bens culturais.De forma transversal, o projeto dialoga com diretrizes contemporâneas de desenvolvimento sustentável, ao promover a valorização da diversidade cultural, a equidade de gênero e o fortalecimento de comunidades rurais amazônicas. Ao tornar visíveis trajetórias e saberes tradicionalmente invisibilizados, a proposta contribui para a redução de desigualdades, o reconhecimento social de mulheres do campo e a valorização de modos de vida sustentáveis, em consonância com os princípios da Agenda 2030 e com os objetivos da política cultural brasileira, sem descaracterizar sua natureza cultural.Adicionalmente, o projeto incorpora recursos obrigatórios de acessibilidade, como legendagem descritiva e audiodescrição, promovendo inclusão e igualdade de fruição cultural, em conformidade com a Instrução Normativa vigente do Ministério da Cultura. O uso do incentivo fiscal é fundamental para garantir a execução técnica qualificada da obra, a remuneração adequada da equipe artística e técnica, a realização das ações de difusão cultural e o cumprimento integral das exigências legais e administrativas do SALIC.Dessa forma, o Mecanismo de Incentivo à Cultura constitui-se como instrumento essencial para viabilizar uma ação cultural de relevante impacto simbólico, territorial e cultural, contribuindo para a valorização da cultura amazônica, o fortalecimento da cidadania cultural e a ampliação do acesso público e gratuito ao audiovisual brasileiro.

Estratégia de execução

O projeto “Alma do Agro na Amazônia” apresenta caráter estratégico para a política cultural brasileira ao articular, de forma integrada, produção audiovisual, difusão cultural gratuita, formação de público e valorização de narrativas historicamente sub-representadas no campo do audiovisual nacional. A proposta concentra-se especialmente nos modos de vida, saberes, práticas sociais e dinâmicas socioculturais do meio rural amazônico, com recorte territorial no estado de Rondônia, contribuindo para a ampliação do repertório cultural disponível ao público brasileiro e para o fortalecimento da diversidade cultural prevista na legislação.A concepção do projeto observou critérios de coerência técnica e normativa, assegurando alinhamento entre objeto cultural, plano de trabalho, cronograma físico-financeiro, orçamento e estratégias de democratização do acesso. Todas as ações previstas possuem natureza estritamente cultural, caráter não comercial e fruição integralmente gratuita, preservando o enquadramento no Art. 18 da Lei nº 8.313/91 e a finalidade pública do mecanismo de incentivo fiscal. A proposta foi estruturada de modo a garantir viabilidade técnica, clareza de execução e transparência administrativa, atendendo às exigências da Instrução Normativa vigente do Ministério da Cultura.Destaca-se, como elemento relevante para avaliação da proposta, o compromisso com a descentralização territorial das ações culturais, priorizando municípios do interior do estado de Rondônia e contextos com reduzida oferta de bens e serviços culturais. Ao direcionar suas ações para territórios rurais e comunidades historicamente afastadas dos circuitos tradicionais de exibição audiovisual, o projeto contribui para a redução das desigualdades regionais de acesso à cultura, fortalecendo a cidadania cultural e promovendo maior equilíbrio na distribuição das políticas públicas culturais.A proposta incorpora, de forma transversal, princípios contemporâneos de inclusão, diversidade e equidade, com destaque para a valorização do protagonismo feminino no agro amazônico, temática ainda pouco visibilizada no audiovisual brasileiro. Ao evidenciar trajetórias, saberes e experiências de mulheres do campo, o projeto amplia o reconhecimento simbólico dessas narrativas e contribui para a construção de um imaginário cultural mais plural e representativo da realidade brasileira. Complementarmente, o projeto adota medidas de acessibilidade comunicacional, como legendagem descritiva e audiodescrição, assegurando condições equitativas de fruição cultural para pessoas com deficiência auditiva e visual.Ressalta-se, ainda, que o projeto prevê mecanismos adequados de acompanhamento, registro e comprovação das atividades realizadas, incluindo documentação audiovisual e fotográfica das ações, relatórios técnicos e registros exigidos para a prestação de contas. Esses procedimentos garantem transparência na aplicação dos recursos públicos, rastreabilidade das ações executadas e conformidade com os protocolos de monitoramento e controle estabelecidos pelo SALIC e pelo Ministério da Cultura.Por fim, o projeto “Alma do Agro na Amazônia” contribui de maneira significativa para a preservação da memória cultural, a difusão de conteúdos audiovisuais comprometidos com a diversidade cultural brasileira e o fortalecimento do audiovisual como instrumento de reflexão crítica, formação cultural e valorização das identidades do campo amazônico, em consonância com os objetivos da política pública de cultura e com os princípios constitucionais do direito à cultura.

Especificação técnica

O projeto “Alma do Agro na Amazônia” compreende a produção e difusão de um documentário audiovisual de média-metragem, acompanhado de atividades formativas, materiais pedagógicos e ação complementar de experiência sensorial imersiva, conforme descrito a seguir.Produto Principal – Documentário AudiovisualTipo de produto: Documentário audiovisual (média-metragem)Duração: até 70 (setenta) minutosFormato de captação: DigitalResolução: 4KFrame rate: 23,98 fpsÁudio: EstéreoIdioma: PortuguêsSuporte final: Arquivo digital para exibição e distribuiçãoClassificação indicativa etária: LivreConteúdo: Obra documental de caráter cultural, com abordagem observacional e narrativa autoralAcessibilidade: Inclusão de legendagem descritiva e audiodescrição integradas à versão final do documentárioO documentário será finalizado em formato digital compatível com exibições públicas presenciais e disponibilização em plataformas digitais abertas, atendendo aos padrões técnicos exigidos para circulação audiovisual.Produto Complementar – Experiência Sensorial Imersiva em Realidade Virtual (360°)Tipo de produto: Conteúdo audiovisual complementar em vídeo 360°Formato: Vídeo digital imersivoConteúdo: Experiência sensorial derivada do documentário principal, permitindo ao público vivenciar, de forma ampliada, os territórios, ambientes e contextos retratados na obraForma de acesso: Disponibilização gratuita em plataformas digitais compatíveis com dispositivos móveis e óculos de realidade virtualFinalidade cultural: Ampliação do acesso, inovação na fruição cultural e fortalecimento da mediação com o públicoAcessibilidade: Integração com recursos de acessibilidade de conteúdo, conforme viabilidade técnica Exibições PúblicasModalidade: Exibições públicas presenciais e digitaisFormato: Sessões gratuitas do documentárioInfraestrutura: Espaços culturais, educativos ou comunitários, com condições mínimas de acessibilidade físicaAções associadas: Mediação cultural por meio de rodas de conversa e debates após as sessõesRegistro: Documentação audiovisual e fotográfica das atividades para fins de comprovação no SALIC Oficinas FormativasTipo de atividade: Oficinas gratuitas de roteiro e produção audiovisualQuantidade: 4 (quatro) oficinasModalidade: PresencialCarga horária: até 8 (oito) horas por oficinaPúblico-alvo: Estudantes da rede pública de ensinoNúmero de participantes: até 30 (trinta) participantes por oficinaConteúdo: Introdução às técnicas de roteiro, narrativa audiovisual, captação de imagem e som e noções básicas de produçãoProjeto pedagógico: As oficinas terão caráter introdutório e formativo, visando ampliar o acesso ao conhecimento audiovisual, estimular a expressão cultural e incentivar a produção de narrativas próprias, com abordagem acessível e inclusiva. Acessibilidade: Adequação dos conteúdos e materiais pedagógicos conforme as necessidades dos participantes.Material PedagógicoTipo: Material pedagógico digitalFormato: E-book e/ou arquivos digitaisConteúdo: Sistematização dos conteúdos abordados nas oficinasAcesso: Disponibilização gratuita, sem limitação de prazoAcessibilidade: Versão acessível, incluindo recursos compatíveis com leitores de tela e audiodescrição, quando aplicável.

Acessibilidade

O projeto “Alma do Agro na Amazônia” foi concebido em conformidade com as diretrizes de acessibilidade física e de conteúdo previstas na Lei nº 8.313/91 e na Instrução Normativa vigente do Ministério da Cultura, assegurando condições adequadas de participação, fruição e compreensão das atividades culturais por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. As medidas adotadas visam garantir o direito de acesso à cultura, respeitando as especificidades territoriais e estruturais dos locais de realização das atividades.Acessibilidade FísicaAs exibições públicas do documentário ocorrerão, prioritariamente, em espaços que disponham de condições mínimas de acessibilidade física, tais como rampas de acesso, circulação adequada para cadeiras de rodas, pisos regulares e banheiros acessíveis ou adaptados. A seleção dos locais considerará a possibilidade de acolher pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e idosos, garantindo conforto, segurança e autonomia.Em situações em que a infraestrutura permanente não atenda integralmente aos requisitos de acessibilidade — especialmente em áreas rurais ou de difícil acesso — o projeto adotará soluções provisórias e seguras, compatíveis com a realidade local, como adaptações temporárias de acesso, organização de fluxo assistido e apoio da equipe de produção para orientação e acompanhamento do público, sem prejuízo ao direito de fruição cultural.Acessibilidade de ConteúdoNo que se refere à acessibilidade de conteúdo, o documentário contará com recursos comunicacionais obrigatórios, incluindo legendagem descritiva e audiodescrição, incorporados à versão final da obra. A legendagem descritiva permitirá a compreensão dos diálogos e das informações sonoras relevantes à narrativa por pessoas com deficiência auditiva, enquanto a audiodescrição possibilitará o acesso aos elementos visuais essenciais, como ações, cenários, expressões e informações contextuais, por pessoas com deficiência visual.Esses recursos serão desenvolvidos de forma integrada ao processo de finalização do documentário, assegurando qualidade técnica, clareza e fidelidade à narrativa original. De maneira complementar, a equipe do projeto será orientada a adotar postura acolhedora e mediadora durante as exibições públicas, contribuindo para a ampliação da compreensão do conteúdo e para a inclusão efetiva dos diferentes públicos.

Democratização do acesso

O projeto “Alma do Agro na Amazônia” adota como princípio central a democratização do acesso à cultura, assegurando ampla circulação e fruição pública do produto audiovisual, em consonância com a Lei nº 8.313/91 e com as diretrizes da Instrução Normativa vigente do Ministério da Cultura. A distribuição do documentário será realizada de forma totalmente gratuita, sem qualquer cobrança de ingressos ou exploração comercial durante o período de execução do projeto.A estratégia de difusão baseia-se na realização de exibições públicas gratuitas em espaços culturais, educativos e comunitários, priorizando territórios com menor oferta de bens culturais, como áreas rurais, comunidades tradicionais e municípios do interior da Amazônia. As sessões presenciais serão acompanhadas de ações de mediação cultural, promovendo o diálogo entre o público e a obra, estimulando a reflexão crítica e contribuindo para a formação de público e a valorização das narrativas audiovisuais apresentadas.Como medida complementar de ampliação de acesso, o documentário será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais abertas, possibilitando o acesso remoto ao conteúdo por públicos que não possam participar das exibições presenciais e ampliando seu alcance territorial e social. Essa difusão digital respeitará as diretrizes legais vigentes e os direitos autorais, garantindo a circulação contínua do produto cultural.Adicionalmente, o projeto prevê a disponibilização de materiais informativos digitais relacionados à obra e às atividades realizadas, contribuindo para a contextualização do conteúdo e para a ampliação do acesso à informação cultural. Durante as atividades presenciais, a equipe do projeto adotará postura acolhedora e orientativa, em articulação com as medidas de acessibilidade previstas, assegurando a participação de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou necessidades específicas em igualdade de condições.Dessa forma, a proposta promove a descentralização das ações culturais, a redução das desigualdades territoriais no acesso à cultura e o fortalecimento da cidadania cultural, ao garantir a circulação ampla, gratuita e inclusiva de um documentário comprometido com a memória social, a diversidade cultural e a valorização das identidades do campo amazônico.

Ficha técnica

O IPAGRO – Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento do Agronegócio Sustentável atuará como instituição proponente e responsável legal pelo projeto “Alma do Agro na Amazônia”, respondendo pela coordenação geral, administrativa, financeira e institucional da proposta, desde a fase de pré-produção até a conclusão da prestação de contas no SALIC.Compete ao IPAGRO assegurar o cumprimento integral das diretrizes da Lei nº 8.313/91, da Instrução Normativa vigente do Ministério da Cultura e dos procedimentos operacionais do SALIC. Entre as atividades a serem desempenhadas pelo proponente destacam-se: o planejamento geral do projeto; a gestão administrativa e financeira dos recursos incentivados; o acompanhamento e a supervisão da execução técnica e artística; a articulação institucional com comunidades rurais, parceiros locais, espaços culturais e instituições educacionais; a supervisão das ações de acessibilidade e democratização de acesso; a organização e guarda da documentação comprobatória; e a elaboração dos relatórios técnicos e financeiros exigidos para a prestação de contas final.Parte dessas atribuições poderá ser desempenhada pelo dirigente e pela equipe institucional do IPAGRO de forma não remunerada, especialmente no que se refere à coordenação institucional, representação cultural, articulação territorial, acompanhamento administrativo e apoio à organização das atividades, conforme previsto no orçamento aprovado. Principais Participantes A equipe técnica e artística do projeto será composta por profissionais com experiência comprovada em audiovisual, cultura e produção de documentários, cuja definição e contratação ocorrerão durante a fase de pré-produção, em conformidade com o orçamento aprovado e as normas vigentes do Ministério da Cultura.Estão previstas as seguintes funções e perfis profissionais:Direção e RoteiroProfissional com experiência em direção de documentários culturais, responsável pela concepção artística, desenvolvimento narrativo e condução estética da obra audiovisual;Produção ExecutivaProfissional com experiência em gestão de projetos audiovisuais, responsável pelo planejamento, coordenação de equipes, controle orçamentário e acompanhamento da execução;Produção Audiovisual: profissionais responsáveis pela organização das gravações, articulação local, logística de campo e apoio às atividades de produção;Captação de Imagem e Som: profissionais com experiência técnica em operação de câmera e captação de áudio direto, responsáveis pelos registros audiovisuais do documentário;Montagem e Edição: profissional com experiência em edição de obras documentais, responsável pela organização narrativa, edição e finalização técnica do produto audiovisual;Finalização e Pós-produção: profissionais responsáveis pelo tratamento de imagem, som e masterização da obra;Acessibilidade AudiovisualProfissionais especializados na elaboração de legendagem descritiva e audiodescrição, garantindo a acessibilidade do conteúdo;Mediação Cultural: profissionais responsáveis pela condução das rodas de conversa, debates e ações de interação com o público durante as exibições públicas;Equipe Administrativa e Financeira: responsáveis pelo controle documental, acompanhamento financeiro e apoio à prestação de contas junto ao SALIC.Os profissionais que integrarão a equipe serão definidos e contratados na fase de pré-produção, observando critérios técnicos, experiência compatível com as funções exercidas e valores previstos no orçamento aprovado, assegurando transparência, qualidade técnica e conformidade com as exigências legais.A atuação do IPAGRO, aliada à composição planejada da equipe técnica e artística, assegura a execução qualificada do projeto, com adequada governança, eficiência administrativa e aderência às normas estabelecidas pelo Ministério da Cultura. A definição clara das responsabilidades institucionais e das funções profissionais contribui para a transparência da execução e para o alcance dos objetivos culturais propostos.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 17/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.