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SOM NA PANELA 3ª Edição, com o apoio do SEBRAE objetiva criar a base para uma cozinha mais saudável, saborosa e sustentável, além de capacitar mulheres através de oficinas gastronômicas para a geração de emprego e renda, inclusão social e difusão da cultura regional em comunidades periféricas. Ao final, as alunas realizarão apresentações gastronômicas em tais comunidades, acompanhadas de música instrumental.
SOM NA PANELA 3º Edição, com o apoio do Sebrae objetiva criar a base para uma cozinha mais saudável, saborosa e sustentável, além de capacitar mulheres através de oficinas gastronômicas para a geração de emprego e renda, inclusão social e difusão da cultura regional em comunidades periféricas. Ao final, as alunas realizarão apresentações gastronômicas em tais comunidades, acompanhadas de música instrumental.
GERAL: Valorizar os elementos da cultura através das expressões artísticas e culturais, destacando a música instrumental e a gastronomia como elementos que contribuem para a formação da identidade cultural e histórica do país e, ao mesmo tempo, incentivar a preservação de valores que são as bases construtoras de hábitos e costumes que identificam e caracterizam o modo de ser e de viver de um povo. Para tanto, o projeto contará com apresentações de Música Instrumental, agregando valor às oficinas e às aulas sobre cozinha brasileira e pratos regionais. ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos dizem respeito a: 1) Capacitar 50 mulheres, oriundas das comunidades períféricas, no periodo de 10 meses, através das oficinas gastronômicas visando a geração de emprego e renda, inclusão social e difusão da cultura regional. 2) Ao final, as mulheres realizarão 02 apresentações gastronômicas gratuitas que serão acompanhadas de música instrumental para as comunidades destacadas no Projeto de modo a alcançar um público total de aproximadamente 2.000 telespectadores. 3) O Projeto visa difundir a música instrumental para a população em geral, desde crianças até adultos, buscando preservar o rico patrimônio cultural da musica instrumental; 4) Proporcionar o acesso gratuito às oficinas gastronômicas prioritariamente a mulheres mais carentes e moradoras da periferia de Camaçari, objetivando a capacitação e a difusão cultural para a geração de emprego e renda; 5) Promover eventos de entretenimento cultural a todos os tipos de públicos; Difundir a rica cultura gastronômica concomitante à música instrumental
O Projeto Cultural aqui proposto justifica-se por meio da Lei 8.313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: a) incluir culturalmente através da música instrumental um grande número de pessoas, principalmente pessoas que, via de regra, não tem acesso a aulas com profissionais qualificados e, b) capacitar mulheres para o mercado de trabalho através de projetos gratuitos que atuam na difusão cultural. Por isso, o projeto destaca os motivos para sua realização bem como a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais uma vez que pretende, através de profissionais qualificados, manter essa memória viva por meio do oferecimento das oficinas gastronômicas dando a oportunidade para que 50 mulheres possam ampliar seus horizontes, através do contato com a arte da gastronomia e da inclusão cultural. O material para a realização das oficinas e aulas serão desenvolvidos especificamente para o projeto, acreditando na qualidade do ensino dinâmico, lúdico e inclusivo. Ademais, para tais justificativas, o projeto Som Na Panela se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a : 1) Inciso I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (o projeto Som Na Panela oferece aulas gratuitas para todos); 2) Inciso II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (os professores das oficinas e equipe técnica são pessoas inseridas no Município sede onde o Projeto se realizará para valorizar o capital humano e a mão-de-obra local); 3) Inciso IX - Priorizar o produto cultural originário do País (o projeto prioriza a música popular brasileira por meio da música instrumental). Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo valor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante. c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos e V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Visando atender as demandas da região onde o Projeto se insere, Som Na Panela 3º Edição com o apoio Institucional do Sebrae busca dar capacitação para 50 mulheres por meio de oficinas gastronômicas com duração de 2horas/aulas semanais e ao final ocorrer-se-á 2 apresentações gastronômicas gratuitas a toda população dos conteúdos ministrados nas oficinas acompanhadas de música instrumental para toda a comunidade local.
1) OFICINAS GASTRONOMICAS – Produto Principal- atenderá 50 mulheres de comunidades menos abastadas na cidade escolhida com 1 aula semanal de 120 minutos cada, totalizando 8horas/aulas mensais. 3) APRESENTAÇÕES MUSICAIS – Produto Secundário, ao todo o projeto prevê a realização de 2 apresentações das mulheres (alunas das oficinas gastronômicas) acompanhadas de música instrumental com artistas/bandas/grupos/orquestra local. Ao todo o Projeto visa alcançar no mínimo 2000 telespectadores.Natureza Cultural do Projeto O projeto refere-se ao tipo de gastronomia da culinária caipira, patrimônio imaterial e histórico do interior paulista (região de Campinas). A culinária caipira teve seu início na época da colonização no Brasil e, hoje, permeia e muito representa estado de São Paulo e seu interior. Ademais, a gastronomia caipira está diretamente ligada à identidade cultural das pessoas nascidas no interior do Estado de São Paulo, uma vez que a familiaridade com o modo de preparo bem como com o paladar e seus sabores são fatores facilmente reconhecidos pelos paulistanos, uma vez que sempre em suas mesas está presente algum elemento desta culinária. Portanto, partimos do princípio da familiaridade e da identidade cultural como um ponto facilitador ao aprendizado (e especialização de preparos) das mulheres beneficiadas no projeto. Vale lembrar, ainda, que em termos de preservação de patrimônio material e imaterial, a gastronomia caipira é uma remanescência dos hábitos indígenas. Outro ponto a destacar e de muita relevância para o bom desenvolvimento do projeto é o fato de os produtos da base desta gastronomia serem facilmente encontrados, tais como verduras, ovo, pão, carne, feijão, farinha de milho, legumes, entre outros. Portanto, em resposta à questão do patrimônio, sabe-se que os hábitos indígenas têm forte influência na prática alimentar do caipira (segundo o renomado sociólogo Antônio Cândido, em sua Obra "Os parceiros do Rio Bonito", que analisa a alimentação dos caipiras, a primeira refeição do dia era composto por café simples, preparado bem cedo, com água fervida e quantidade de pó variável e adoçado com açúcar). O caipira partia para a roça já levando o que seria seu almoço e a merenda. O almoço era consumido bem cedo, entre 8h30 e 9h e a merenda, às 12h. A merenda normalmente era a sobra do almoço que se compunha de arroz, feijão, farinha de milho e uma mistura. A mistura também podia ser composta por verdura, ovo, pão ou carne. Desta forma, a base da alimentação do caipira era a combinação de arroz, farinha de milho e feijão. O arroz com suas misturas (com frango, linguiça, suã, quiabo, pequi) surgiram a partir do hábito de misturá-lo com alguma carne de produção local. São também traços importantes neste tipo de gastronomia as diversas farofas e os derivados do milho, como o curau, a pamonha, os bolos e bolinhos, o viradinho, os angus e os mexidos, cuja base é o aproveitamento das sobras de um almoço ou outra refeição. A questão intrínseca de associar o projeto em questão à preservação material e imaterial do patrimônio da gastronomia caipira, de capacitar as mulheres (em situação de vulnerabilidade social) para o mercado de trabalho e realizar nas comunidades as apresentações musicais deu-se exatamente pela necessidade de preservação da cultura, da memória e da história dessa gastronomia associada aos hábitos culturais e sociais do povo caipira, residente no interior do Estado de São Paulo uma vez que a modernização introduziu novos hábitos influenciados pelo modo de vida urbana. Existe, pois, uma forte associação entre a comida, os modos alimentares e a música caipira que em seu todo compõe uma identidade cultural de extrema relevância. As aulas das oficinas também deverão resgatar a relevância da manutenção da base de alimentos da gastronomia caipira tais como o uso da mandioca e do milho (aspectos que, por conseguinte, implicam na conscientização acerca da adoção de hábitos alimentares mais saudáveis). A preservação e retomada da “simples” comida caipira é deveras importante uma vez que nos permite refletir nos dias atuais sobre a relação produção/distribuição/oferta/consumo de alimentos (os ditos sistemas alimentares). Retomar tais hábitos pode estimular práticas agroecológicas, incluir uma melhor e maior diversidade de alimentos cultivados sem agrotóxicos, por exemplo. A comida caseira é uma excelente opção principalmente em se tratando da questão da identificação cultural e social. Partiremos de algo “simples” para que as alunas possam reconhecer algumas identificações importantes no modo de preparo, por exemplo. E à medida em que as aulas irão avançando iremos concomitantemente aprofundando nas noções mais técnicas e particulares acerca da gastronomia caipira.
Produto Principal- Oficinas - 50 ALUNAS - As aulas, apesar de coletivas, seguem um modelo de atendimento semi-individual e a metodologia desenvolvida envolverá tais especificidades - Deficientes físicos: as oficinas serão realizadas em locais totalmente adaptados à diversidade, oferecendo estrutura compatível com pessoas com mobilidade reduzida. Sem item na planilha orçamentária. - Deficientes Auditivos: por se tratar de oficinas gastronômicas torna-se inviável a acessibilidade ao produto completo. Entretanto, ofereceremos aulas teóricas em Libras para deficientes auditivos. Item na planilha orçamentária: Tradução Simultanea - Deficientes Visuais: durante as oficinas professores e monitores darão atendimento específico e assistência aos alunos que necessitarem de atenção especial e maior direcionamento. Os materiais que serão utilizados pelas alunas nas oficinas, caso haja, serão traduzidas e impressas por meio de gráfica especializada em Braile. Item orçamentário prevista na planilha- impressão - Deficientes Intelectuais - ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, DEFICIENCIA INTELECUAL, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: será contratado um monitor especializado para auxiliar os alunos que necessitem. Como esse espectro de deficiência é bem amplo, a proposta é analisar já na ficha de inscrição as adaptações que serão necessárias. Aqui, contamos com consultoria em acessibilidade e professor assistente para cumprir as adaptações específicas indicadas. Item orçamentário: coordenador de oficinas e assistente Produto Secundario – Apresentações Musicais - 1.000 PESSOAS -Deficientes físicos: as apresentações serão realizadas em locais totalmente adaptados à diversidade, oferecendo estrutura compatível com pessoas com mobilidade reduzida. Sem item na planilha orçamentária. Deficientes Auditivos: a primeira fileira de acentos será disponibilizada aos deficientes auditivos, para que eles possam sentir (experiência sensorial) o som durante as apresentações. Planilha Orçamentária - Tradução Simultânea -Deficientes Visuais: durante as apresentações, detalhes da descrição sobre o local, corredores de circulação e saídas de emergência serão anunciadas oralmente, além da programação impressa sobre os músicos e repertório. Planilha Orçamentária - Impressões Deficientes Intelectuais - Contamos com consultoria em acessibilidade e professor assistente/monitores para cumprir as adaptações atendendo as necessidades dos presentes nas apresentações. Item orçamentário: coordenador de oficinas, assistentes e coordenador cultural
Para atender as instruções normativas do art. 28 da IN nº 01/2023, O projeto adota as seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
A empresa proponente ficará responsável pela atividade de Direção Geral representada pelo seu diretor Silvano C Campos Gaspar Função no projeto: Diretor Geral e Captador de Recursos. Currículo resumido: Formado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Curso: Sociologia e Política. Cursos de aperfeiçoamento, seminários, palestras ETC. Assunto: Filosofia. Entidade: Escola de Sociologia e Política. Já realizou diversos trabalhos sócios culturais, culturais e esportivos incentivados e diretos em vários Segmentos: Audiovisual (Filmes Documentários Sobre a História e Cultura de Porto Feliz (Do Porto de Araritaguaba ao Porto Feliz), de Itu (Itu O Berço da República) e Sorocaba (Sorocaba, Nos Trilhos do Futuro), de Belém do Pará e de Indaiatuba-SP), Música (Tocar & Encantar, Tocar & Encantar, Tocar & Encantar III, Tocar & Encantar Jundiaí e Tocar & Encantar Indaiatuba e Itu, Blues Day), Humanidades (Livro Caminhos para o Desenvolvimento – Historia e Cultura das Principais Rodovias Paulistas), Artes Cênicas (Dança & Movimento I e II), Esportivo (Judô, uma Arte para a Vida), Sociais (ONG Casa do Bom Menino de Tatuí Projeto: Ler & Aprender, Ong Brasil Com Ciência Projeto: Por um Brasil Melhor; Instituição. Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Projeto: Coordenação do trabalho de Regularização Fundiária de favelas Heliópolis Gleba K; Instituição SOS família Endereço. Coordenador de Projetos Sócio Culturais. Instituição Projeto Cidade é Vida. Elaboração, direção e execução de projetos visando a qualidade de vida das cidades e seus cidadãos na área da inclusão social). Possui grande experiência na elaboração de projetos incentivados. Foi condecorado no ano de 2019 com o Prêmio Excelência Qualidade Brasil com o título público de Comendador na categoria Personalidade do Ano, Destaque Nacional, Mérito Social Profissional Cultural & Cidadão que Acrescenta à Nação, Exemplo Digno de Ser Seguido por Todas as Pessoas de Boa Fé, Honestas e de Caráter Voltado em Prol de uma Sociedade mais Igualitária, Justa e Perfeita. PRODUTORA EXECUTIVA - Nome Completo: Alessandra Calazans Função no projeto: Produtora Executiva e Captadora de Recursos. Currículo resumido: Formada em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual Paulista – UNESP Faculdade: UNESP (1992). Especialização em Economia Internacional Entidade: Integração UNESP, UNICAMP, PUC-SP Período: 2003. Trabalhos sócios culturais. Produtora cultural, sócia da Forma Cultural Edições Artísticas. Já desenvolveu projetos culturais incentivados de vários Segmentos tais como Audiovisual (Filmes Documentários História e Cultura das cidades paulistas de Porto Feliz, Itu e Sorocaba), Música (Blues Day e Tocar & Encantar), Humanidades (Livro sobre História e Cultura das Rodovias Paulistas) e também já participou da realização de projetos incentivados trabalhando na área de captação de recursos, produção executiva e coordenação dos Segmentos esportivo (Judô, uma Arte para a Vida), artes cênicas (Dança & Movimento), bem como de projetos sociais e culturais diretos apoiando o trabalho de Instituições e Entidades com em diversas temáticas, tais como: defesa da mulher, inclusão e cuidados com pessoas idosas, responsabilidade sócio ambiental, inclusão digital, inclusão de PCDs, inclusão de crianças e adolescentes e minimização de riscos sociais, sempre visando o desenvolvimento de projetos culturais, sociais e esportivos para ampliar, melhorar e garantir a sustentabilidade de gestão. Possui ampla experiência de mais de 20 anos nas áreas de desenvolvimento e realização de projetos, bem como inteligência de mercado, desenvolvimento institucional e captação de recursos. COORDENADORA DE OFICINAS – Nome Completo; Emilia Freitas – Função no Projeto - COORDENADORA DE OFICINAS. Curriculo resumido – Bacharel em Gastronomia pela UNIFACS. Desde 2016 vem realizando oficinas gastronômicas para comunidade carentes na região de Salvador e grande Salvador-BA. Tem como foco principal em sua formação e em seus estudos a cozinha base, ou seja, foca no ensino à mulheres sobre manuseios de alimentos visando a saúde alimentar saudável e sustentável. MÚSICO INSTRUMENTISTA - Nome Completo: Mauricio Santos Nascimento - Função no Projeto – MÚSICO. - Currículo resumido: Bacharel em música pela Universidade Cruzeiro do Sul. Estudou violão e regência orquestral no Conservatório Dr. Carlos de Campos em Tatuí. Como regente, fundou e dirigiu a Orquestra Filarmônica de Itu. Atuou como professor de violão na Escola Municipal de Música de Porto Feliz e integrou o corpo docente do curso de graduação em música da Universidade Cruzeiro do Sul. Desenvolve pesquisa de mestrado em musicologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro, sob orientação da profª. Dra. Maria Alice Volpe, estudando a crítica musical paulistana do início do séc. XX. Como continuísta, atuou na Orquestra Arte Barroca e integra o grupo Lira d’Orfeo, tendo participado de apresentações no interior e na capital do Estado de São Paulo. Tem atuado como acompanhador de cantores e instrumentistas no âmbito da música erudita e popular. Desde 2015 trabalha na Forma Cultural como coordenador das Oficinas de Musica no Projeto Tocar & Encantar Itu e Jundiaí ambos aprovados pela Lei de Incentivo à Cultura. MÚSICO INSTRUMENTISTA - Nome Completo: José Eusébio - Função no projeto: MÚSICO. - Currículo resumido: violonista, flautista e saxofonista. Natural de São João do Rio do Peixe (PB) fez seus primeiros estudos musicais no Conservatório Nabor Pires de Camargo em Indaiatuba/SP. Formou-se, ainda, no curso técnico de violão erudito no Conservatório Municipal de Salto-SP e fez bacharelado em música na Universidade Cruzeiro do Sul (SP).Músico dedicado ao ensino da sua arte, leciona no curso de violão erudito no Conservatório Municipal de Salto-SP desde o ano de 1994 e no curso de iniciação musical da EMIA de Itu-SP desde 1995. Foi professor e coordenador do Centro de Educação, Cultura e Artes da cidade de Elias Fausto-SP. O professor José Euclésio já trabalhou como professor responsável pelas aulas de flauta doce do projeto Tocar & Encantar em Itu-SP. Obs. Os profissionais acima citados poderão ser alterados conforme periodo de realziação do Projeto
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 16/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.