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PRONAC 261976Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Que deus Nos Ajude

DISCROMA PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 207,7 mil
Aprovado
R$ 207,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2026-04-01
Término
2027-04-01
Locais de realização (2)
Braço do Norte Santa CatarinaFlorianópolis Santa Catarina

Resumo

Produção do curta-metragem de ficção "Que deus Nos Ajude", um terror psicológico ambientado durante três dias de escuridão que desencadeiam histeria coletiva e o colapso de uma família confinada em um prédio residencial. A narrativa acompanha uma adolescente que enfrenta manifestações sobrenaturais em meio ao fanatismo religioso e ao medo social crescente. O projeto contempla produção, finalização e exibição em festivais e mostras. Trata-se de uma obra autoral alimentada por cultura e mitos regionais do sul de Santa Catarina, de horror contemporâneo e com potencial de circulação nacional e internacional.

Sinopse

A Igreja anuncia – e autoridades confirmam – que a Terra passará por três dias e três noites de escuridão! Em um pequeno prédio, uma família se prepara para o evento pré-apocalíptico, velas e água benta a frente de janelas, portas e todas as entradas devem estar cobertas. Lara, uma adolescente temerosa, tenta sobreviver enquanto o medo toma conta de seus familiares, e a percepção de fé de cada indivíduo faz com que eles padeçam sob a ameaça sobrenatural. A proteção sacra do prédio sucumbe, seres malignos invadem a estrutura e suas casas, levando Lara a percorrer um labirinto metafísico em busca de salvação e o encontro com o divino.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a produção do curta-metragem de ficção "Que deus Nos Ajude", promovendo a reflexão crítica sobre histeria coletiva, fanatismo religioso e medo social por meio de uma obra audiovisual de terror psicológico, ampliando o acesso da população a conteúdo cultural contemporâneo e fortalecendo a produção cinematográfica catarinense e independente, assim como promovendo uma circulação ampla da obra. Objetivo específico: Produzir 01 curta-metragem de ficção do gênero terror psicológico, com duração estimada de até 15 minutos.Realizar 01 período de pré produção, com equipe técnica e artística de aproximadamente 15 profissionais, abrangendo decupagens, ensaios e produções de cenários e objetos de cena. Realizar 01 período de filmagem, com equipe técnica e artística composta por aproximadamente 40 profissionais.Executar 01 processo completo de pós-produção, incluindo montagem, desenho de som, trilha sonora original, correção de cor e finalização.Produzir 01 master digital finalizado em alta resolução para exibição em festivais e mostras.Realizar no mínimo 01 exibição pública gratuita no município de filmagem, garantindo acesso democrático à obra.Inscrever o filme em no mínimo 25 festivais de cinema nacionais e internacionais, ampliando sua circulação.Garantir recursos de acessibilidade, incluindo: 01 versão com legendagem descritiva (LSE); 01 versão com audiodescrição; 01 versão com janela de Libras; 01 versão com legenda em espanhol; 01 versão com legenda em inglês.Realizar ao menos 03 oficinas gratuitas tratando de escrita de projetos audiovisuais, voltada à capacitação de estudantes, realizadores iniciantes e integrantes da comunidade interessados em desenvolver projetos para editais e mecanismos de fomento ao audiovisual.

Justificativa

O projeto enquadra-se no Art. 1º da Lei 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:Inciso I _ Contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira;Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.Adicionalmente, atende aos objetivos previstos no Art. 3º da referida norma, ao:Incentivar a produção e difusão de bens culturais de reconhecido valor artístico;Fomentar a formação e valorização de profissionais do setor audiovisual;Promover a democratização do acesso aos bens culturais;Estimular a circulação da produção audiovisual brasileira em âmbito nacional e internacional.O projeto também contribui para o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual, gerando oportunidades de trabalho para técnicos e artistas, impulsionando a economia criativa local e ampliando a diversidade temática do cinema brasileiro contemporâneo. Assim como extendendo obras culturais audiovisuais para cidades em que esta expressão artítisca não é explorada. Sendo assim, justifica-se o projeto através: A religião católica é regada de mitos e sincretismos, sempre circundando as figuras de bem e mal; céu e inferno; anjos e demônios; adoração e medo. Porém, essas características não são exclusivas dessa religião, a dualidade entre o bem é o mal é comum entre religiões ocidentais, mas "Que deus Nos Ajude" questiona principalmente a relação entre medo e crença. A obra parte da reflexão de que eventualmente o próprio medo, alimentado pela crença cega, é a ponte que conduz ao cenário temido. A obra se debruça no folclore católico, em especial os "Segredos de Fátima", uma aparição de Nossa Senhora de Fátima a três crianças, revelando três segredos passados às crianças, sendo o terceiro, um mistério. A revelação oficial é que o terceiro segredo era uma visão de perseguição à igreja, porém uma corrente de crentes mais temerosos reflete sobre a força de mudança a partir desse segredo, em que fieis não se interessaram pela profecia. Assim, surge uma nova profecia punitiva alinhada com passagens bíblicas, a de que a terra passará por três dias de profunda escuridão, três dias de trevas. As recomendações para as noites são voltadas ao medo, e penitência: reze e peça perdão, não deixe ninguém entrar, e proteja as janelas e portas com velas de mel de abelha e água benta. "Que deus nos Ajude" se passa no início dos três dias de escuridão, a tentativa de sobrevivência de uma família que teme. A obra propõe uma reflexão sobre o fanatismo religioso e o medo coletivo que tal situação prega, como este recaí naqueles que creem e naqueles que são forçados a acreditar, gerando um mecanismo de culpa e controle social. Deturpando a fé não forma atingir conforto, atribuindo a esta, como uma catalisadora de paranoia e violência, em que crença cega ultrapassa bons valores pregados pela religião. O filme utiliza o gênero terror psicológico como ferramenta narrativa para discutir temas profundamente enraizados na cultura brasileira, e como um fenômeno real e natural pode ser interpretado e induzido ao terror, baseado inteiramente em crenças, tratadas como verdades. Cada personagem do filme crê e teme de um jeito diferente, e a forma que isto se relaciona com suas atitudes e morais justifica seu fim. A obra não aponta culpados, não culpa a fé, mas culpa as condutas, como as pregações dos personagens podem ser violentas e dotadas de um falso cunho de verdade, e o filme prova que a verdade é individual. A protagonista Lara teme, mas não crê, pois foi ensinada a temer; a mãe Isadora teme e crê, mas seu medo é regado pela culpa; o pai Carlos crê e finge não temer, é cético, por isso não aguenta; a Avó crê, mas não teme, acredita que toda a reza à isenta de qualquer culpa. A história gira em torno da dualidade de crença e temor, de quando o credo é honesto, quando o credo é um caminho demagogo a salvação, de quando o temor é a única forma ensinada de se relacionar com a fé. Inteiramente ambientado no interior de Santa Catarina, na cidade de Braço do Norte, em que aproximadamente 94% da população é cristã (IBGE 2022), dessa forma lendas como a da história fazem parte do imaginário coletivo. De forma alguma o caráter da obra é desrespeitar ou invalidar qualquer tipo de crença, a veia do projeto é justamente promover reflexões sobre a crença cega alimentada pelo medo. A escolha da cidade é baseada em experiências do proponente, que viveu toda a sua infância na cidade, no prédio em que a obra será filmada, cenário de pesadelos com a lenda das três noites de trevas. A ambientação do prédio justifica os acontecimentos, é um prédio baixo, típico de cidades do interior, 3 andares e embaixo comércio e salas comerciais. Elementos como uma longa escadaria que leva do térreo até o segundo andar, um salão de festas feito de depósito e todas as salas térreas conectadas por portas, formam um labirinto com diferentes estéticas e um cenário noturno combustível de pesadelos. O labirinto corresponde à parte mística e surreal da obra, iniciado por um elevador que não se sabe se sobe ou se desce, a cena simboliza um limbo entre vida e morte da personagem, a linha tênue da dualidade, não é sobre céu ou inferno, é sobre o meio, o caminho. As gravações serão todas feitas na cidade, o prédio conta com todos os cenários necessários para a obra, com exceção do mercado, que será gravado também na cidade em um pequeno mercado familiar, que tem interesse em ser utilizado como locação. Esse fato demonstra uma facilidade para execução do projeto, além de uma plena viabilidade financeira, assim como um impacto econômico e profissional no setor audiovisual, promovendo a geração de empregos diretos durante sua execução e contribuindo para a movimentação turística da cidade. Por fim, a história se passa apenas na primeira noite das três de trevas, já que parte da família não sobrevive, e outra parte não tem seu destino certo. Dessa forma a obra possibilita uma continuação, exploração de outros eixos e outras reflexões dias de escuridão podem promover. Mesmo que o proponente tenha ideais de continuações, estas não são finais, promovendo uma abertura a outros realizadores a continuar a história dentro do universo de trevas estabelecido na obra. Um casal de pessoas em situação de rua sobrevivendo ao dia de trevas, um grupo entusiasta do misticismo realizando um ritual em meio a floresta a luz do luar, um líder de culto que simboliza as trevas como o início de seu reinado, uma abordagem surrealista de um grupo de pessoas que consagram o ayahuasca durante o período. No filme os três dias de trevas são uma realidade _ mesmo que sem uma explicação _ estabelecendo assim um solo fértil para contar outras e mais variadas histórias. Principalmente, se essa expansão ocorrer por realizadores catarinenses, fomentando profundamente nosso estado como um polo do terror brasileiro. Nesse contexto, o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91, mostra-se fundamental para viabilizar economicamente a obra e assegurar sua ampla difusão e acesso público, garantindo contrapartidas sociais e democratização cultural.

Estratégia de execução

Proposta de direção A obra “Que deus Nos Ajude” é um filme de terror de temática religiosa, mas principalmente em que o medo transmitido ao espectador, é o fio motivador das ações dos personagens. A locação do prédio é o cerne do projeto, é controlada, todas as janelas fechadas, a ambientação é escura, iluminada apenas pelas velas de proteção. Duas grandes referências estéticas para a obra são os filmes [REC] (2007) dos espanhóis Paco Plaza e Jaume Balagueró, que se passa em um prédio confinado com zumbis; e a obra “Angst” (1983) de Gerald Kargl, com sua estranheza dos enquadramentos para provocar o incômodo da invasão de privacidade, maestria em cenas de escuridão, além de referência de atuação em momentos de pavor. O subgênero de terror: ‘invasão de domicílio’, é o que mais se enquadra na obra, a tensão de ter sua casa invadida, circunda o projeto, e no caso dele, uma invasão a domicílio sobrenatural. A fotografia nos momentos diurnos e iluminados é sóbria, estática, observativa, a família age como uma certa perfeição, isso precisa ser transmitido ao público, um certo viés de “família de comercial de margarina”. Com a chegada da tensão e a loucura da noite, a câmera muda, os ângulos e enquadramentos provocam certa estranheza, é uma câmera de quina, quando não está observando as reações dos personagens, ela espia de canto. O desafio de filmar em baixa luz – a luz de velas – será incorporado na estética, o contraste será alto, o escuro será profundamente escuro. A escuridão da noite acompanha um som, arranhados de violino distorcidos e grunhidos serão parte narrativa da trilha, toda vez que alguém está próximo de uma janela aberta, ou nas marquises do prédio. O design das criaturas é simples, porém efetivo em evocar o terror. Túnicas pretas evocam o fantasmagórico, e combinado a escuridão, os olhos vermelhos destacam apenas a pavorosa presença. Já a figura de deus, é a antítese mais humanoide e branca, que mesmo assim se mistura no cenário claro do final do filme. O momento do labirinto metafísico – seguindo até o final da obra – em “Que deus Nos Ajude”, simboliza o limbo, o momento entre vida e morte da personagem, este trará uma mudança estética. A fotografia terá ruídos, momentos simulam visão noturna, a câmera é próxima da personagem Lara, sons repetitivos, zumbidos prolongados, assobios distorcidos, notas descontroladas, conduzem a narrativa para seu final simbólico de uma passagem, porém o destino das personagens é incerto.

Especificação técnica

O projeto prevê a produção e finalização do curta-metragem de ficção “Que deus Nos Ajude”, com entrega do produto audiovisual em formatos digitais adequados para circulação em festivais, exibições públicas e plataformas de difusão audiovisual.Como parte da entrega técnica do projeto, serão fornecidos 2 (dois) HDs externos contendo os arquivos finais do filme e seus materiais de acessibilidade.O filme será disponibilizado no formato digital MPEG-4 (.mp4), codificado em codec H.264, com taxa de bits superior a 50 Mbps e resolução 4K (3840 x 2160 pixels), com taxa de quadros de 24 fps. O áudio será entregue no formato .AAC, com especificações técnicas de 48 a 96 kHz e 24 bits, podendo ser disponibilizado em estéreo e/ou surround, incluindo configuração 5.1 ou superior, conforme necessidade da finalização sonora.O produto também contará com pacote DCP (Digital Cinema Package) codificado em JPEG2000, destinado à exibição em salas de cinema digitais.Além do filme proposto, mídias adjacentes como posters, materiais gráficos, fotos e vídeos de making off, serão produzidos e divulgados. Assim como músicas originais para o projeto, as quais há a possibilidade de lançamento em plataformas virtuais. Em conformidade com as políticas de acessibilidade cultural, o filme incluirá os seguintes recursos: Legendagem descritiva (LSE) disponibilizada em arquivo separado no formato .srt; Janela de LIBRAS, inserida em faixa de vídeo dedicada; Audiodescrição, gravada em canal de áudio específico.Os recursos de acessibilidade serão disponibilizados em canais dedicados de dados, vídeo e áudio, permitindo sua ativação por meio de reprodutores compatíveis, garantindo acesso ao conteúdo por pessoas com deficiência auditiva e visual.

Acessibilidade

Diversas medidas de acessibilidade serão implementadas no curta “Que deus Nos Ajude”, reafirmando o compromisso do projeto com a democratização do acesso ao audiovisual e com a inclusão de públicos diversos. O projeto prevê a adoção de legendagem em português, legendagem descritiva para surdos e ensurdecidos, além de audiodescrição, possibilitando que pessoas com deficiência visual acompanhem integralmente a narrativa. Para ampliar o alcance internacional e cultural da obra, o filme contará ainda com tradução e legendagem para o inglês, e tradução para o espanhol. Complementarmente, será produzida a versão em LIBRAS, assegurando o acesso da comunidade surda usuária da língua de sinais.Essas ações reforçam o caráter inclusivo do filme, ampliam seu potencial de circulação em mostras, festivais e plataformas, e contribuem para que a obra alcance públicos historicamente afastados do consumo cultural.

Democratização do acesso

Em consonância com o Art. 42 da IN MinC nº 29/2026, o projeto adotará medidas de ampliação de acesso que garantam fruição cultural gratuita, formação de público e acessibilidade para pessoas com deficiência. Nos termos do inciso V e VI, será realizada ao menos três oficinas gratuitas tratando de escrita de projetos audiovisuais, voltada à capacitação de estudantes, realizadores iniciantes e integrantes da comunidade interessados em desenvolver projetos para editais e mecanismos de fomento ao audiovisual, assim como conceitos que dizem respeito à produção audiovisual no geral. Indo de encontro com a proposta do projeto, pretendemos realizar a oficina na cidade de Braço do Norte, cidade que a obra será gravada. As atividades serão ministradas por integrantes da equipe do projeto: Henrique Schlickmann e Francisco Zotto, compartilhando experiências de desenvolvimento e inscrição de projetos audiovisuais, com base em processos utilizados em editais estaduais e municipais. Com o objetivo de fomentar o pensamento audiovisual na região, e apresentar meios da realização de obras para as telas. As oficinas em modalidade presencial, terão como foco a estruturação prática de projetos audiovisuais, abordando itens fundamentais exigidos em editais públicos, como sinopse, justificativa, objetivos, proposta de direção, público-alvo, cronograma e contrapartida social. Muitas cidades interioranas dispõe de recurso público para o fomento audiovisual, porém muitas vezes este não é divulgado, sendo de suma importância incentivar e capacitar realizadores a escreverem projetos. Modalidade: PresencialCarga horária: 3 horasNúmero de vagas: 20 participantesPúblico-alvo: Estudantes, realizadores iniciantes e interessados em audiovisualLocal: Espaço cultural público a ser definido.Acesso: Gratuito, mediante inscrição préviaConteúdo Programático:A oficina será estruturada apresentando aos participantes as principais etapas e conceitos envolvidos na escrita de projetos audiovisuais para editais públicos e mecanismos de fomento.Introdução aos editais de fomento audiovisualSerão apresentados os principais tipos de editais existentes no setor audiovisual, com ênfase em editais públicos de fomento direto. Objetivos dos editais, critérios de avaliação, etapas de seleção e erros comuns que levam à inadmissibilidade de projetos, além de como se informar das aberturas dos editais. Estrutura básica de um projeto audiovisualApresentação dos elementos que compõem um projeto audiovisual, como identificação, sinopse, justificativa, objetivos, proposta de direção, público-alvo, cronograma e orçamento. Escrita de sinopse e argumentoDiscussão sobre a diferença entre sinopse e argumento, seus objetivos e formatos. Serão apresentadas técnicas para escrita, destacando a importância da síntese narrativa. Justificativa e Público AlvoA construção da justificativa como ferramenta estratégica, abordando como relacionar a obra a aspectos artísticos, culturais, sociais e regionais. Apresentação de critérios para identificação do público-alvo de um projeto audiovisual, considerando faixa etária, perfil cultural e interesses. Proposta de direção e linguagemDiscussão sobre como apresentar a proposta de direção de forma objetiva, abordando linguagem cinematográfica, estética, referências visuais e narrativas, tom e gênero. Introdução a cronograma e orçamentoNoções básicas sobre cronograma de execução e planilha orçamentária, destacando a relação entre etapas do projeto, viabilidade e exequibilidade. Como buscar os valores, e apresentá-los de forma clara e estratégica.

Ficha técnica

Responsabilidade do ProponenteA proponente Discroma Produções Cinematográficas Ltda. será responsável pela produção executiva do projeto, exercendo a gestão administrativa, técnica e financeira do curta-metragem.A empresa será responsável pela coordenação geral da produção, gestão orçamentária, contratação da equipe técnica e artística, articulação institucional, acompanhamento da execução do cronograma e pela gestão do processo decisório ao longo de todas as etapas do projeto. Também caberá à proponente a supervisão da execução financeira e a elaboração da prestação de contas junto aos órgãos responsáveis pelo mecanismo de incentivo fiscal.A condução dessas atividades será realizada diretamente pela equipe da produtora, garantindo que as responsabilidades de gestão, decisão e execução permaneçam sob responsabilidade do proponente, em conformidade com a regulamentação relativa ao uso do incentivo fiscal e evitando qualquer forma de intermediação vedada pela legislação.Principais profissionais envolvidosFrancisco ZottoFunção: Produtor ExecutivoProdutor cinematográfico e gestor cultural sediado em Santa Catarina. Bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) e graduado em Administração de Empresas pela FAE. Atua como sócio da Discroma Produções Cinematográficas, onde desenvolve atividades de produção executiva, desenvolvimento de projetos e gestão de equipes em produções audiovisuais.Participou da produção de diversos curtas-metragens independentes, incluindo “Sangria” (2024), vencedor de prêmios em festivais como Hallucinea Film Festival, Hysteria Film Fest e Festival Cinema de Verão. Também possui atuação na organização de eventos e festivais audiovisuais, como o Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM), e participação em instâncias de representação do setor cultural em Santa Catarina. Henrique SchlickmannFunção: Diretor e RoteiristaRealizador audiovisual com atuação nas áreas de direção e roteiro, com experiência também em produção, direção de arte e assistência de direção. Possui formação em Administração pela UNISUL e graduação em andamento em Cinema e Audiovisual pela UFSC.Dirigiu e roteirizou o curta-metragem “Sangria” (2024), exibido em festivais e premiado em eventos como Hallucinea Film Festival e Hysteria Film Fest. Também atuou na direção e roteiro de videoclipes e participou de diversas produções audiovisuais independentes no estado de Santa Catarina. Gennaro FattoriFunção: Diretor de FotografiaProfissional do audiovisual com experiência em edição, assistência criativa e direção de fotografia. Atuou em campanhas publicitárias e projetos audiovisuais para marcas como Samsung, Natura, Ferrero Rocher, TIM e Petrobras, participando de produções premiadas em festivais internacionais como Cannes Lions, Clio Awards, LIA e D&AD.No cinema, atuou como diretor de fotografia e editor do curta-metragem “Sangria”, além de participar de diversas produções audiovisuais independentes e projetos publicitários. Juci WFunção: Direção de ArteProfissional do audiovisual e das artes cênicas com formação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pós-graduação em Gestão Cultural pelo SENAC-SP e atualmente mestranda em Artes Cênicas pela UDESC.Possui ampla experiência em direção de arte, figurino e produção de objetos para cinema, televisão, videoclipes e publicidade, tendo participado de diversas produções contempladas por editais públicos de fomento cultural em Santa Catarina. Vanessa SoaresFunção: Diretora de ProduçãoProfissional formada em Administração e graduada em Cinema e Audiovisual pela Universidade do Sul de Santa Catarina. Possui experiência em rotinas administrativas, organização de processos e planejamento logístico de projetos.Atua na coordenação operacional de produções audiovisuais independentes, auxiliando no controle de cronogramas, gestão documental e articulação entre as diferentes áreas da produção.Luiza Voltolini Função: Caracterização João Victor Alberton Função: Trilha Sonora Original É um artista multidisciplinar de Florianópolis, cantor, compositor, produtor e designer. Unindo som e imagem, criando narrativas hiperrealistas com influências do pop experimental, música eletrônica e cinema, seu trabalho busca criar uma sonoridade épica, intensa e sensível, combinando produção minuciosa, vocais neuróticos e sintetizadores inquieto, uma trilha sonora para o filme de sua vida.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 17/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.