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Este projeto consiste em realizar uma mediação cultural e educação patrimonial itinerante, gratuita, no Complexo Cultural da Pampulha (Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO), promovendo o acesso gratuito ao público em geral a experiências artístico-culturais que integrem história, arquitetura, artes visuais e memória. A mediação será realizada por meio de uma jardineira (ônibus produzido nos anos 50).
- Realizar circulação de uma jardineira dos anos 1950 pelo Complexo Cultural da Pampulha, durante 10 meses, de maneira a oferecer gratuitamente ao público em geral.
OBJETIVOS: GERAIS:1) Executar um projeto de mediação cultural e educação patrimonial itinerante no Complexo Cultural da Pampulha, promovendo o acesso gratuito da população a experiências artístico-culturais que integrem história, arquitetura, artes visuais e memória, por meio de roteiros guiados.2) Disponibilizar arte, cultura e história à população em geral, contribuindo para a valorização do patrimônio cultural da cidade e para o fortalecimento da relação do público com os bens culturais de Belo Horizonte;3) Promover o encontro e a convivência entre diferentes públicos, por meio de uma ação cultural acessível, inclusiva e de qualidade, ampliando o acesso à cultura e estimulando a participação social;4) Utilizar uma jardineira de referência histórica como elemento de ambientação e apoio às atividades, proporcionando uma experiência cultural diferenciada e conectada à memória da cidade.ESPECÍFICOS: 1) Promover ação de mediação cultural e educação patrimonial itinerante, gratuita, no Complexo Cultural da Pampulha (Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO), por meio de uma jardineira da década de 1950, durante 10 meses, oferecendo ao público em geral experiências culturais guiadas e acessíveis. 2) As atividades de mediação cultural ocorrerão 05 (cinco) vezes por semana e 04 (quatro) vezes por fim de semana, totalizando 09 (nove) viagens semanais e 360 (trezentos e sessenta) em todo o projeto. Serão 19 (dezenove) passageiros por trajeto, de forma que, ao final, serão atendidas 6.840 pessoas;
Este projeto se justifica, pois, conforme Lei 8.313, ele: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - prioriza o produto cultural originário do País. E ainda, conforme art. 3°, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: Ações de mediação cultural e educação patrimonial, promovendo o acesso ao conhecimento, à valorização e à difusão do patrimônio cultural brasileiro. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? - O projeto propõe a realização de uma ação contínua de mediação cultural no Complexo Cultural da Pampulha, promovendo o acesso da população a conteúdos relacionados à história, à arquitetura, às artes visuais e à memória deste importante conjunto cultural.As atividades serão conduzidas por meio de roteiros guiados, com abordagem acessível e contextualizada, permitindo que o público compreenda e se aproprie dos significados culturais presentes nos espaços visitados. A experiência proposta valoriza a escuta, a troca e a vivência direta com o patrimônio, fortalecendo a relação entre os participantes e os bens culturais da cidade.A pesquisa e a organização dos conteúdos utilizados nas mediações contribuirão para qualificar as ações educativas do projeto, garantindo consistência nas informações apresentadas e ampliando seu potencial formativo junto ao público atendido.O projeto se destaca por seu caráter formativo, ao proporcionar experiências que estimulam o reconhecimento, a valorização e a preservação do patrimônio cultural, especialmente entre estudantes da rede pública e pessoas idosas, públicos que historicamente possuem menor acesso a esse tipo de vivência cultural.Ao promover o acesso gratuito e mediado ao Complexo Cultural da Pampulha, reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade, a proposta contribui para a democratização da cultura, a formação de público e o fortalecimento da relação da população com os bens culturais da cidade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA OFICINA: DA JARDINEIRA A PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE EMENTA: Este projeto tem como objetivo utilizar uma Jardineira (ônibus produzido nos anos 50) para realizar uma oficina e levar alunos de escolas públicas e o público da terceira idade da Grande BH a passeios gratuitos de arte-educação pelo Complexo Cultural da Pampulha, bairro recentemente intitulado PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE pela Unesco. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Realizar o circuito pelo complexo cultural da Pampulha realizando uma oficina de aprendizado sobre os equipamentos. O complexo inclui: Iate Tênis Clube, a Casa do Baile, o Museu de Arte da Pampulha, a casa Kubitschek, a Fundação Zoobotânica, o Parque Ecológico e a Igreja São Francisco. RECURSOS DIDÁTICOS NECESSÁRIOS: - Jardineira; - Monitor especializado no turismo da Pampulha; - TV interna à jardineira. Os recursos materiais listados acima são do próprio proponente, que cederá os mesmos para a execução da oficina. CARGA HORÁRIA: 720 horas no total do projeto e 3 horas por viagem, sendo uma no turno da manhã e uma no turno da tarde. NÚMERO E PERFIL DE ALUNOS: 19 vagas para jovens da rede pública de ensino de Belo Horizonte e para o público da terceira idade. CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO: Alunos da rede pública de ensino e público da terceira idade. CRITÉRIO DE SELEÇÃO: O critério de seleção das escolas e alunos contemplados ficarão a cargo desta Secretaria Municipal de Cultura. O público da terceira idade será aberto.
Não se aplica.
A acessibilidade se dará da seguinte forma: - ACESSIBILIDADE FÍSICA: teremos um elevador para acesso ao ônibus para idosos e cadeirantes. - Monitor intérprete em LIBRAS para deficientes auditivos; - Áudio explicativo para deficientes visuais.
A Democratização deste projeto se dará: - Os passeios serão gratuitamente direcionados ao público em geral, incluindo alunos de escolas públicas e a terceira idade, da Grande BH. Art. 41 da IN nº 29/2026 abaixo será adotada no projeto:- Mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; Art. 42 da IN nº 29/2026. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 41, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);
INSTITUTO CULTURAL ARTIGOS E CARROS DE EPOCA (PROPONENTE): O PROPONENTE NÃO SERÁ REMUNERADO. Produziu e coordena o evento “Pampulha Retro Tour” juntamente com a Belotur 2016/2017. Em Fevereiro 2017 colaborou e participou da abertura do desfile de carnaval Blocos Caricatos. Em outubro de 2016, participou e coordenou o 1º Encontro de Motos Clássicas Realizado pelo Minas Tênis Clube. Em outubro de 2016 participou dos Cursos ABCR em São Paulo – Captação com Indivíduos. Em setembro 2016 colaborou com 4º Virada Cultural em Belo Horizonte, com exposição de Veículos Antigos. Em maio de 2016, participou e coordenou junto com o Minas Tênis Clube o 1º Encontro de Carros Antigos. Em Fevereiro 2016 colaborou e participou da abertura do desfile de carnaval Blocos Caricatos. Em 2015 participou da Feira da Longevidade Ativa. Em novembro de 2015 participou e colaborou ao ceder o Veiculo Chrysler 1925(modelo Speed Car) para Exposição dos 90 anos do Automóvel Clube de Minas Gerais. Em 2015 Participou da 3º Virada Cultural com exposição de Veículos Antigos. Em 2015 Ministrou uma palestra sobre história da mecânica aos alunos do Curso de Engenharia Mecânica da UFMG. CAROLINA CASTRO DOMINGUES MORRISON (COORDENADORA GERAL): Formada em administração com pós-graduação em Recursos Humanos. Atua por mais de 9 anos no processo de restauração, compra, exposição e locação de objetos e veículos antigos. | - Participou de varias edições da Bienal do Automóvel; | - Participou de varias exposições de Carros Antigos em Araxá que acontece de 2 em 2 anos; | - Coordenadora do evento 2º festival Cultura na Praça em 2017, evento realizado através de lei de incentivo a cultura; | - Coordenadora do projeto da Jardineira a Patrimônio Cultural da Humanidade, realizado em 2017 através da Codemig; | - Coordenadora e produtora do evento 80 anos da praça Marília de Dirceu, realizado em 2017, através das Codemig; | - Palestra Rotary Clube 2017 | - Participou do Evento BH CIDADE CRIATIVA em agosto de 2017 - Participou do Evento I LOVE JAZZ — Festival Internacional 2017 |- Participou do Evento “ Dia do Eletricista” em parceria com a Othon de Carvalho, 2017. | - Organização e participação no evento “Aproxima” em 2015 na Praça Marília de Dirceu (Comida de Buteco). | - Participou da 1º. Edição do Evento Supercarros Petrobrás- novembro/2014. | - Bienal do Automóvel no Expominas como expositora- out/2014. CRISTINA CORRÊA DE ARAÚJO ÁVILA (PESQUISA E TEXTO): - Doutorado em Estudos Literários - Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Minas Gerais, Brasil. - Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico/DF - CNPQ/DF, Brasil. - Mestrado em Artes; - Universidade de São Paulo, USP, São Paulo, Brasil. - Título: Relação Texto Imagem no Barroco Mineiro - Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico/DF - CNPQ/DF, Brasil; - Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em Barroco - Fundação Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP, Minas Gerais, Brasil; - Graduação em História - Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Minas Gerais, Brasil. FLANDER DE SOUSA (FOTÓGRAFO): | - 1376 a 1978 New Color como Labratorista profissional fazendo reverlações e ampliações fotograficas para profissionais. Uberlândia M.G. - 1978 a 1980 Labo foto Shimitd setor profissional - Belo Horizonte M.6. - 1980 a 1986 Fotografo Assistente do fotografo Sidney Porto. Belo Horizonte M.G. - 1988 Curso Kodak iluminação básica. - 1987 monta Estudio Fotografico e abre empresa. - 1993 Ciclo de eventos Kodak sistema de zonas Zé do Boni. |. 1994 Mini curso Marketing Cultural. - 1992 a 1997 Diretor de Fotografia da TV Alterosa e Alterosa Cine Video BH M.6. - 1998 retona a ser fotografo profissional Free Lancer . JEFERSON RIOS DOMINGUES (MONITOR): Formado em farmácia e bioquímica pela UFMG, presidente da AMALOU, conselheiro do Minas Tênis Clube, Membro do Conselho Municipal de Segurança Pública, Fundador Honorário da Associação Comunitária dos Moradores do Santo Agostinho, Membro indicado pela Prefeitura de Contagem como conselheiro da APA Vargem das Flores. LAURA CASTRO DOMINGUES (MONITORA): Curso superior completo bacharel em publicidade e propaganda - PUC Minas, participou da mostra "de outros carnavais" Gentileza no carnaval, promovido pelo movimento Gentileza da Prefeitura de Belo Horizonte em 2019, ministrou palestras sobre Turismo, história e lazer na UFMG em 2019, entre diversos outros trabalhos. SÉRGIO LUZ DE SOUZA LIMA (PROJETO GRÁFICO): Bacharel em Desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG - 1983 Trabalhou na Superintendência de Museus do Estado de Minas Gerais no período de 1983 a 1986; no estúdio Janela Gráfica no período de 1986 a 1992; na Contexto Propaganda no período de 1993 a 1996; como diretor de arte e designer na Publivendas Comunicação no período de 2000 a 2003; como diretor de arte da Impacto Comunicação de dezembro 2003 a junho de 2005; como diretor de criação da Comunicação Corporativa da Newton Paiva. Professor substituto de Projeto Gráfico no curso de Comunicação da PUC/MG em 1987. Professor substituto de Projeto Gráfico no curso de Comunicação da UFMG em 1988. Professor da Oficina de Ilustração Editorial no 35º Festival de Inverno de Ouro Preto. 2003.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.