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PRONAC 262006Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O exorcista

ERIC PHILIP RIESER PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2027-04-01
Término
2027-10-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O EXORCISTA é um projeto de grande porte que propõe a adaptação para os palcos de uma das obras mais emblemáticas do terror mundial, com direção de Kiko Rieser e realização de 24 sessões na cidade de São Paulo. A montagem parte do romance original de William Peter Blatty, mesma fonte da adaptação cinematográfica, utilizando a versão teatral de John Pielmeier (montada ao redor de todo o mundo) com adaptação de Cesar Perrin.A proposta é criar uma experiência teatral imersiva, na qual o impacto sensorial se torna eixo estruturante da linguagem dramatúrgica. Por meio de cenografia dinâmica, desenho de luz, trilha sonora original e efeitos especiais cênicos, o espetáculo busca explorar ao máximo as potencialidades do teatro ao vivo — a presença, o risco, o tempo real e a proximidade com o público — para produzir uma experiência intensa, envolvente e memorável.

Sinopse

Inspirada em um caso real ocorrido em 1949, a peça acompanha Regan, uma menina de 12 anos que passa a manifestar comportamentos e fenômenos inexplicáveis, mergulhando sua família em uma espiral de medo e incerteza. Diante da ausência de respostas da medicina, sua mãe recorre a um sacerdote que também possui formação em psiquiatria, dando início a um confronto extremo entre fé e razão. À medida que os acontecimentos se intensificam, a narrativa revela não apenas uma luta contra forças desconhecidas, mas também os limites humanos diante do inexplicável. Em cena, o público é conduzido por uma atmosfera de crescente tensão, onde o terror se constrói tanto pela dimensão emocional quanto pela experiência sensorial direta, tornando cada momento imprevisível e profundamente envolvente.

Objetivos

O projeto tem como objetivo principal realizar uma montagem teatral de alto impacto baseada em O Exorcista, oferecendo ao público brasileiro uma experiência imersiva inédita no teatro de grande escala. Pretende-se explorar o potencial do gênero terror como linguagem cênica, articulando recursos tecnológicos e dramatúrgicos para ampliar as formas de fruição teatral e atrair novos públicos.Entre os objetivos específicos, destacam-se a realização de 24 apresentações na cidade de São Paulo; a criação de um espetáculo que una terror, emoção e humor, ampliando o alcance para diferentes perfis de espectadores; e o fortalecimento do teatro como espaço de inovação artística e tecnológica. O projeto também visa estimular o engajamento do público por meio de uma experiência sensorial intensa, favorecendo a repercussão espontânea e a ampliação da visibilidade do espetáculo.O projeto conta ainda com a participação de três artistas mexicanos responsáveis pelas bem-sucedidas montagens realizadas no México e na Colômbia: Rafael Perrin, que dirigiu as duas montagens e aqui atuará na supervisão de encenação; Cesar Perrin, cuja adaptação e concepção de efeitos especiais serão utilizadas nesta montagem; e Omar Marrón, responsável pelo desenho de som e trilha sonora tanto nos outros dois países como em nosso projeto. A colaboração internacional reforça a consistência artística e técnica do projeto, conectando a montagem brasileira a um histórico consolidado de sucesso e contribuindo para a qualificação técnica e estética da produção brasileira.

Justificativa

O Exorcista ocupa um lugar singular no imaginário coletivo, sendo reconhecido como um dos maiores cânones do terror mundial. Trata-se de uma obra com forte apelo junto a diferentes gerações, alto índice de reconhecimento espontâneo e associação imediata a impacto e qualidade. Apesar dessa relevância, o teatro brasileiro ainda carece de montagens de grande porte voltadas ao gênero do terror, especialmente aquelas direcionadas ao público amplo.Nesse contexto, o projeto se justifica por preencher uma lacuna significativa na cena teatral nacional, ao propor uma experiência imersiva de grande escala, capaz de dialogar com o entretenimento contemporâneo e, ao mesmo tempo, reafirmar o teatro como linguagem potente e atual. A ausência de produções similares no país, aliada ao comprovado interesse do público brasileiro por narrativas de terror — evidenciado pelo desempenho do gênero no cinema —, indica um cenário favorável para a realização do espetáculo. A cidade de São Paulo, em particular, reúne condições ideais para a estreia do projeto, concentrando grande público consumidor de cultura, ampla cobertura midiática e diversidade de perfis de espectadores. Outro aspecto relevante é a força dramatúrgica da narrativa, que, diferentemente de muitas obras do gênero, constrói personagens complexos e emocionalmente envolventes, permitindo ao público estabelecer vínculos de empatia que ampliam o interesse para além dos fãs de terror, alcançando também espectadores interessados em drama e teatro tradicional.Por fim, o projeto se ancora em um histórico internacional consistente, com montagens realizadas em importantes centros como Broadway, West End, México e Colômbia, o que demonstra sua viabilidade, potencial de público e capacidade de adaptação a diferentes contextos culturais. A participação dos artistas mexicanos responsáveis por essas montagens reforça a segurança do projeto, garantindo excelência técnica e fidelidade a uma concepção já testada e bem-sucedida.Dessa forma, O EXORCISTA _ UMA EXPERIÊNCIA TEATRAL IMERSIVA se apresenta como uma proposta inovadora e relevante, capaz de ampliar o repertório do teatro brasileiro, atrair novos públicos e oferecer uma experiência artística de forte impacto cultural.

Estratégia de execução

O proponente receberá pelas rubricas: tradução, direção artísticas e coordenação do projeto.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Em todas as sessões haverá acessibilidade de conteúdo por meio de programas em Braille e vídeo, disponibilizado por meio de um QR Code, do espetáculo em Libras (formato digital). A produção proverá aparelhos compatíveis para quem não os possuir. Haverá duas sessões com recursos adicionais de acessibilidade de conteúdo, com intérprete de Libras e audiodescrição.A equipe de produção será treinada para orientar pessoas neurodivergentes. O teatro escolhido será plenamente acessível fisicamente, com rampas e banheiros adaptados.

Democratização do acesso

10% dos ingressos serão gratuitos para alunos e professores da rede pública e/ou ONgs e entidades beneficentes.10% dos ingressos serão doados para o patrocinador10% dos ingressos serão disponibilizados para divulgação. Em atendimento ao Artigo 30 da Instrução normativa nº 11/2024, como medida de ampliação de acesso, realizaremos gratuitamente a oficina "Da vida real para a cena", ministrada pelo diretor do espetáculo, Kiko Rieser.OFICINA “DA VIDA REAL PARA A CENA” Necessidades técnicas e de materiais de apoio:Papéis e canetas Sinopse:A oficina busca proporcionar aos participantes ferramentas necessárias para o processo de escrita dramatúrgica baseada em fatos e personagens reais. Orientador:Kiko Rieser Formado em Artes Cênicas pela ECA-USP. Recebeu o Prêmio Bibi Ferreira 2023 de melhor dramaturgia por “Nasci pra ser Dercy”. Escreveu e dirigiu as peças “Amarelo distante”, “A vida útil de todas as coisas” (3 indicações ao Prêmio Aplauso Brasil), “Nasci pra ser Dercy” (com Grace Gianoukas, vencedor dos prêmios Bibi Ferreira – melhor dramaturgia –, Shell, APCA e Prio – melhor atriz), “Hilda e Caio” (com Lavínia Pannunzio e André Kirmayr, 4 indicações ao Prêmio Cenym, incluindo texto), “Nós os justos” (com Marco Antônio Pâmio, Camila dos Anjos e outros), o infantil “O que fica das pessoas que vão” e o espetáculo de dança vertical “Correnteza” (Sesc Pompeia). Dirigiu também “Capitu, olhos de mar” (adaptação autoral), “A dama da noite”, “Quando as máquinas param”, “Fôlego”, “O anjo de cristal”, “Closer” (com José Loreto e outros, no Teatro Vivo) e o infantil “Braguinha – sons, canções e histórias” (em parceria com Cristiano Tomiossi – 4 indicações ao Prêmio São Paulo). Produziu vários desses espetáculos, além de outros como “Consertando Frank” (indicado ao APCA de melhor espetáculo), “Volpone”, “Brian ou Brenda?”, “O arquiteto e o imperador da Assíria”, “Sangue” (indicado ao Prêmio Shell de melhor ator) e o infantil “E o Zé, quem é?” (vencedor de 4 prêmios Pecinha é a Vovozinha). Produziu também o livro “Amor ao teatro”, compilação de críticas de Sábato Magaldi, finalista do Prêmio Jabuti 2015. Escreveu e dirigiu o curta-metragem “Deixe a porta aberta ao sair” (com Lucélia Santos). É autor de “Lapsos” (poemas, Editora Patuá, 2017) e “Átimo” (romance, Editora Instante, 2018). Público-alvo:Estudantes de teatro, autores e interessados em dramaturgia Metodologia:Em sua trajetória, o autor Kiko Rieser escreveu algumas peças baseadas em fatos reais ou biográficos, como é o caso de “Hilda e Caio” e do premiado texto “Nasci pra ser Dercy”.Toda essa trajetória lhe deu embasamento suficiente para processos de escrita baseados em fatos e/ou personagens reais, seja no teatro ou no audiovisual. Por outro lado, vemos também uma carência de cursos e oficinas gratuitas focadas especialmente neste segmento da escrita, onde os participantes poderão desenvolver ferramentas essenciais para esse tipo de narrativa. Outro fato importante que torna relevante este projeto é o crescimento do teatro documental onde as histórias de vida são predominantes nessas narrativas, mesmo que, por vezes, elas se confundam com a ficção. Logo, pelo momento oportuno, pela carência de workshops como este e pelo histórico do profissional envolvido, este projeto se torna relevante e pode contribuir com o aperfeiçoamento de novos profissionais na arte da escrita. A oficina será dividida em duas partes: na primeira, serão abordadas as etapas de criação destes textos através de leituras e exemplos de cenas e da estrutura narrativa; na segunda, os participantes serão divididos em grupos e, cada grupo, irá escrever uma cena partindo de histórias reais propostas pelo dramaturgo. Para isso, os participantes serão estimulados, através de exercícios, a buscarem respostas para questões como: - O que é essencial nesta história?- Quais os personagens fundamentais desta história? Se você fosse escrever uma peça para dois ou quatros atores, por exemplo, quem seriam eles?- Que elementos ficcionais você traria para a história para que a dramaturgia ganhe força?- Qual gênero você escolheria para contar essa história?- De que maneira você a estruturaria? Espaço para realização, carga horária e número de vagas:Espaço: Sala com mesas/carteiras suficientes para todosCarga horária: 4 horasVagas: 20

Ficha técnica

Texto: John Pielmeier, a partir da obra de William Peter Blatty Adaptação: Cesar Perrin Tradução: Kiko Rieser e Vinícius Piedade Direção: Kiko Rieser Elenco: Taumaturgo Ferreira, Vinícius Piedade, Zecarlos Machado e mais 4 atores/atrizes a confirmar. Cenário: Bruno Anselmo Desenho de luz: Gabriele Souza Desenho de som: Omar Marron Figurinos: Marichilene Artisevskis CURRÍCULOS Kiko Rieser Formado em Artes Cênicas pela ECA-USP. Recebeu o Prêmio Bibi Ferreira 2023 de melhor dramaturgia por “Nasci pra ser Dercy”. Escreveu e dirigiu as peças “Amarelo distante”, “A vida útil de todas as coisas” (3 indicações ao Prêmio Aplauso Brasil), “Nasci pra ser Dercy” (com Grace Gianoukas, vencedor dos prêmios Bibi Ferreira – melhor dramaturgia –, Shell, APCA e Prio – melhor atriz), “Hilda e Caio” (com Lavínia Pannunzio e André Kirmayr, 4 indicações ao Prêmio Cenym, incluindo texto), “Nós os justos” (com Marco Antônio Pâmio, Camila dos Anjos e outros), o infantil “O que fica das pessoas que vão” e o espetáculo de dança vertical “Correnteza” (Sesc Pompeia). Dirigiu também “Capitu, olhos de mar” (adaptação autoral), “A dama da noite”, “Quando as máquinas param”, “Fôlego”, “O anjo de cristal”, “Closer” (com José Loreto e outros, no Teatro Vivo) e o infantil “Braguinha – sons, canções e histórias” (em parceria com Cristiano Tomiossi – 4 indicações ao Prêmio São Paulo). Produziu vários desses espetáculos, além de outros como “Consertando Frank” (indicado ao APCA de melhor espetáculo), “Volpone”, “Brian ou Brenda?”, “O arquiteto e o imperador da Assíria”, “Sangue” (indicado ao Prêmio Shell de melhor ator) e o infantil “E o Zé, quem é?” (vencedor de 4 prêmios Pecinha é a Vovozinha). Produziu também o livro “Amor ao teatro”, compilação de críticas de Sábato Magaldi, finalista do Prêmio Jabuti 2015. Escreveu e dirigiu o curta-metragem “Deixe a porta aberta ao sair” (com Lucélia Santos). É autor de “Lapsos” (poemas, Editora Patuá, 2017) e “Átimo” (romance, Editora Instante, 2018). Vinícius PiedadeSeu primeiro solo, Carta de um Pirata (2003), marcou o início de uma trajetória dedicada ao teatro solo e à investigação da narrativa em cena. A obra circulou amplamente pelo Brasil, sendo apresentada em teatros, escolas, universidades e presídios, consolidando seu interesse pelo teatro como ferramenta de reflexão e formação subjetiva. Criou, em parceria com Saulo Ribeiro, o espetáculo Cárcere, que alcançou projeção internacional, sendo apresentado em diversos países, traduzido para quatro idiomas e publicado em livro. Na sequência, desenvolveu Indizível, em parceria com Aline Yasmin, aprofundando discussões sobre percepção e identidade. Em 2012, estreou Identidade(...) no SESC Consolação, abordando memória e reconstrução do sujeito. Em 2017, criou Pais e Filhos e Irmãos, ampliando sua atuação para direção e dramaturgia em trabalhos com elenco. Em 2019, estreou Hamlet Cancelado, em parceria com Flavio Tonnetti e com orientação de Fábio Vidal, e também Diário Secreto de uma Secretária Bilíngue, ao lado de Deborah Finocchiaro. Sua trajetória inclui circulação por quase todos os estados brasileiros e apresentações em cerca de 20 países distribuídos em quatro continentes. Seu trabalho tem presença constante em festivais internacionais e no intercâmbio com artistas e pensadores da cena contemporânea. Zécarlos MachadoZécarlos atuou em diversos trabalhos no teatro, cinema e televisão. Merecem destaques seus trabalhos nas novelas “Páginas da Vida”, “Vai na Fé”, e “Além do Tempo” da Rede Globo. Na TV Record fez “Gênesis”, “Os Dez Mandamentos” e “O Rico e o Lázaro”. Em séries protagonizou “Sessão de Terapia” e participou de “Submersos” e “A casa das Sete Mulheres”. No cinema fez recentemente “Cinco Tipos de Medo”, e “Conspiração Condor”. Participou também dos filmes “Ação entre amigos”, “Eu Recebiria as Piores Notícias dos Teus Lindos Lábios”, “Domingo à Noite”, “A Espera de Liz”, “Loop”, “Unicórnio”, “Nise – O coração da Loucura”, entre outros. No Teatro é um dos principais integrantes do Grupo Tapa. Suas peças mais recentes são “Dois Papas”, “Tio Vânia” e “Papa Highirte”. Participou também das peças “Major Bárbara”, “Contos de Sedução”, “Executivos”, “Corpo a Corpo”, “Bella Ciao”, “A Moratória”, “Doze Homens e uma Sentença”, “Mente Mentira” entre outras. Recebeu várias indicações e prêmiações no teatro, cinema e televisão, tendo recebido quatro prêmios APCA, três como melhor ator de teatro (por “Bella Ciao”, “Corpo a corpo” e “Major Bárbara”) e um como melhor ator de televisão (por “Sessão de terapia”). Taumaturgo FerreiraTaumaturgo começou a trabalhar como ator de TV e teatro participando de montagens de Molière, Alcides Nogueira, Juca de Oliveira, William Shakespeare e Léo Lama. Nas TVs Bandeirantes e Cultura, de São Paulo, fez novelas, minisséries e especiais, antes de se mudar para o Rio. Ficou conhecido interpretando personagens marcantes em diversas novelas da TV Globo. Foi Urubu em Anos Dourados, Laio em Mandala, Lucas em Top Model, Tuca Maia em Araponga, Zé Venâncio em Renascer, Januário em O Cravo e a Rosa e Nelito em Celebridade. Na Record, onde trabalhou durante nove anos, também imprimiu sua marca em papéis como Batista, de Caminhos do Coração, em Os Mutantes, Querêncio de Ribeirão do tempo, Potifar de José do Egito, e Camilo Góes de Cidadão Brasileiro. No cinema, fez Um Trem para as Estrelas, de Cacá Diegues, Kuarup, de Ruy Guerra e Cleópatra de Júlio Bressane. Taumaturgo também é artista plástico e vem apresentando suas telas desde 97 em exposições em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Porto Alegre. Bruno AnselmoArtista visual formado pela Belas Artes (SP) e especialista em cenografia para Teatro, Cinema e TV. Com 19 anos de carreira, atuou em diversas produções teatrais, destacando-se entre elas vários trabalhos sob direção de Zé Henrique de Paula, como “Urinal – O Musical” (2015), espetáculo vencedor do Prêmio Reverência de melhor cenário; “1984” (2018), indicado ao Prêmio Shell na categoria Cenário; “Um Panorama Visto da Ponte” (2018), indicado ao Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Arquitetura Cênica; “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812” (2018), indicado aos prêmios Aplauso Brasil de Melhor Arquitetura Cênica e Reverência, de melhor cenário; “Dogville” (2019); “Medea” (2021); além de trabalhos com outros diretores como “Consentimento” (2024, dir. Hugo Possolo e Camila Turim) e “Closer” (2025, dir. Kiko Rieser). Em 2022, foi o cenógrafo responsável por duas óperas no Theatro Municipal de São Paulo, “Navalha na Carne” e “Homens de Papel”, baseadas na obra de Plínio Marcos. No audiovisual Bruno atuou como cenógrafo em longas aclamados pela crítica, como “Meu amigo hindu” (2015), “Elis” (2016), “Nada a perder” (2018) e “Marighella” (2019) e em séries como “Cidade Invisível” (Netflix), “Coisa mais linda” (Netflix), “Beleza S/A” (GNT), “The American Guest” (HBO), “Olhar Indiscreto”, da Netflix, e “Além do guarda-roupa”, da HBO Max, o primeiro dorama (estilo de novela coreana/japonesa) produzido no Brasil. Gabriele SouzaDesigner, técnica e operadora de iluminação. É integrante da Cia da Revista e da Cia Colateral como designer de luz e do Grupo Folias como designer e técnica da sede do Grupo. Assina múltiplos projetos nas linguagens do teatro, dança, performances e shows. Entre seus últimos trabalhos teatrais, destacam-se os espetáculos “Tatuagem” (2022), “O Avesso da Pele” (2023), “Cabaret” (2024) - que lhe rendeu o Prêmio Did e indicação aos Prêmios Shell e Bibi Ferreira – e "...A Woman With a Pipe" (2024), realizado no Das Theater em Amsterdam/NL. Trabalha recorrentemente com os coletivos e artistas Ultravioleta_s, São Paulo Cia de Dança, Leandro Souza e a Banda Vespas Mandarinas e já assinou a luz de espetáculos como “Gagarin Way”, Dir. Marco Antônio Rodrigues; “Parto Pavilhão”, Dir. Naruna Costa; “Hilda e Caio”, Dir. Kiko Rieser; “Zoológico de Vidro”, Dir. Lavínia Pannunzio; “Sangue”, Dir. Kiko Marques; “Nossos ossos” e “O canto de ninguém”, Dir. Kleber Montanheiro; “Stalking”, Dir. Rita Grillo e Elisa Volpatto; “7PISOS” e “O Dragão Dourado”, Dir. Dagoberto Feliz; “Umbó”, São Paulo Cia de Dança; “Burnout”, “Aquele trem” e “Ensaio para o fim”, Dir. Erica Montanheiro; “De Como Uma Certa Rainha...”, Dir. Eric Lenate; “A Gente É Sutil”, “Plataforma Sísmica” e “Eles Fazem Dança Contemporânea”, de Leandro Souza; “Balangangueri”, Dir. Domingos Nunez; “A Origem do Mundo”, Dir. Maria Helena Chira; entre outros. Além da função criativa, ministra aulas para o Programa Jovem Monitor Cultural da Prefeitura de São Paulo, no curso livre de Iluminação do Galpão do Folias e na SP Escola de Teatro como artista convidada. Marichilene ArtisevskisFormada pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e Modelagem no Senac, trabalhou na TV Cultura de 1979 até 1990, no cinema realizou alguns filmes e ganhou prêmio de melhor figurino pela longa “De Passagem” (2002) direção de Ricardo Elias. Em teatro realizou vários espetáculos, entre eles: “Croma Key” (2022) dir. Eliana Monteiro; “Anjo de Pedra” dir. Nelson Baskerville; “O Pai” (2022) dir. Regina Galdino; “FoxFinder” (2022) dir. Wallyson Mota; “O Dilema do Médico” (2023) dir. Clara Carvalho; “O Coro dos Amantes” (2023) dir. Raquel Anastasia; “Amadeo” (2023) dir. Nelson Baskervile; “O Passarinho que não sabia voar” (2023) dir. Thaís Medeiros; “Pagu, até onde chega a sonda” (2023) dir. Elias Andreatto; “Escombros” (2023) dir. Clara Carvalho; e “Mary Stuart” (2022) dir. Nelson Baskervile concorrendo ao Prêmio Shell de melhor figurino, e “Av. Dropsie” (2005) direção de Felipe Hirsch concorrendo junto com Veronica Julian ao prêmio Shell de melhor figurino.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 24/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.