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O Festival Forró Verão consolida-se como um território de salvaguarda e difusão do Forró, compreendido como um complexo de referências culturais que permeiam a música, a dança e os festejos populares em todo o território nacional. Com periodicidade anual, o festival propõe uma programação multidisciplinar que possibilita ao público o contato direto com a matriz estética e a vivência dos diversos gêneros, saberes e expressões lúdicas que fundamentam este bem, reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN em 2021.
NÃO SE APLICA
OBJETIVO GERAL:Viabilizar a execução do festival "Forró Verão" no Estado do Pará, consolidando um polo de difusão cultural e fomento à economia local. O projeto propõe uma imersão de 14 dias ininterruptos, oferecendo ao público uma grade diversificada que contempla desde o entretenimento musical até a capacitação técnica e valorização da identidade regional. Através de shows, oficinas e feiras gastronômicas, o festival busca democratizar o acesso à cultura e estimular o intercâmbio entre artistas e a comunidade.OBJETIVO ESPECÍFICO O projeto compreenderá um período de 14 dias de atividades contínuas, articuladas em uma programação multidisciplinar que integra:EIXO ARTÍSTICO: Shows musicais de gêneros regionais e nacionais;EIXO FORMATIVO: Ciclos de oficinas, palestras e workshops;EIXO DE ECONOMIA CRIATIVA: Exposições de artes visuais e feira gastronômica temática. EIXO FORMATIVO: Formação e QualificaçãoCapacitar pelo menos 30 participantes através de oficina de percussão e ritmos do forró, com carga horária de 12 horas, focada no manejo de Zabumba, Pandeiro e Triângulo.Abordar as variações rítmicas fundamentais do gênero, incluindo Baião, Xote, Xaxado, Rojão, Xamego, Balanço, Miudinho, Forró-samba e Arrasta-pé.Promover 01 oficina de ritmos e danças do forró, com duração de 12 horas, voltada ao aperfeiçoamento técnico de professores, dançarinos e entusiastas da cultura popular. EIXO ARTÍSTICO: Memória e Difusão CulturalRealizar pelo menos 10 shows e apresentações musicais.Realizar 01 mesa de debate e palestras sobre as "Matrizes Tradicionais do Forró", abordando sua relevância enquanto Patrimônio Cultural do Brasil.Produzir e veicular um Podcast com 02 episódios, explorando a diversidade rítmica do supergênero e homenageando os grandes mestres e músicos responsáveis pela difusão do Forró.Fomentar o intercâmbio cultural e a troca de saberes entre artistas, pesquisadores e o público, fortalecendo os laços afetivos e simbólicos da identidade brasileira. EIXO DE ECONOMIA CRIATIVA: Economia Criativa e GestãoEstruturar praça de alimentação dedicada à culinária típica regional, valorizando a gastronomia dos festejos juninos e gerando renda para produtores locais.Implementar plano de comunicação e marketing digital especializado, garantindo o registro documental, a ampla divulgação do projeto nas redes sociais e o engajamento do público-alvo.
O presente projeto propõe a realização da primeira edição do festival "Forró Verão" na região norte do Brasil, em especial no Estado do Pará. A iniciativa alicerça-se na salvaguarda e difusão das Matrizes Tradicionais do Forró, bem cultural devidamente registrado como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN em 2021. A proposta visa consolidar um espaço de celebração e fomento que transcende o entretenimento, configurando-se como uma plataforma de intercâmbio entre artistas de relevância nacional e talentos expoentes da cena local.O festival estrutura-se em uma curadoria que privilegia a multimodalidade desta expressão. Por meio de uma grade composta por espetáculos musicais, oficinas formativas, feira gastronômicas e exposições, o evento promoverá a dialética entre o saber tradicional e a produção contemporânea. Este intercâmbio é fundamental para a oxigenação da cadeia produtiva da música, permitindo que artistas locais compartilhem o palco e conhecimentos com referências consolidadas, fortalecendo a rede de circulação artística e a economia criativa regional.Este projeto tem como base os incisos II, III, VI e VIII, do Art. 1º da Lei 8313/91, que busca fomentar o debate sobre a importância das políticas culturais para as indústrias culturais e criativas, um tema que é cada vez mais recorrente nos países, não só por sua relevância econômica, mas, sobretudo porque representam a diversidade cultural das cidades. Além disto, queremos ampliar oportunidades para os grupos, companhias artistas e criadores das cidades brasileiras estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, apoiando e valorizando o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; nosso projeto encontra embasamento jurídico com base no Art. 3º incisos II, letra "C" da Lei 8313/91. A execução de um festival de grande porte e com tal magnitude como este justifica-se pela polissemia do termo "forró", que abarca um universo complexo de ritmos, danças e ritos. Conforme orienta a Instrução Técnica do processo de Registro (MTUR/IPHAN, 2021), o forró constitui-se como um "supergênero", cuja performance social agrega elementos de celebração, ludicidade e saberes artesanais. Assim, o projeto não se limita à execução musical, mas estende-se à preservação dos fazeres e saberes que conferem identidade e coesão social ao povo brasileiro.Ao eleger o Pará, estado de notório valor histórico, como capital para receber o festival fora do eixo nordestino, o projeto potencializa o encontro entre patrimônios (material e imaterial), estimulando o turismo cultural e a democratização do acesso à arte. A proposta assume um caráter de ação cultural continuada, com previsão de edições anuais que pretendem mapear e exibir a vasta abrangência territorial do forró, reafirmando-o como pilar da identidade nacional e símbolo da diversidade que caracteriza a cultura brasileira.Com expressiva influência entre formadores de opinião, o Festival Forró Verão consolida sua relevância nacional ao promover o intercâmbio artístico e a cooperação cultural internacional. Para além do palco, o evento atua como um importante catalisador econômico: a cada edição, impulsiona a geração de emprego e renda através da contratação direta e indireta de centenas de profissionais. Nossa cadeia produtiva abrange desde equipes técnicas, logística e produção, até o fomento à economia criativa, envolvendo músicos, cenógrafos, figurinistas e jovens talentos em busca de capacitação profissional.A expansão do Festival Forró Verão, com a inclusão do Pará, será um marco para a circulação da sonoridade nacional na Amazônia. Essa trajetória em outras regiões tem consolidado a formação de novas plateias, o intercâmbio técnico entre profissionais do setor e, sobretudo, garantido o merecido protagonismo à produção musical vibrante da região Norte no cenário global.
Fazer o festival "Forró Verão" no Estado do Pará, com uma programação distribuída em 14 dias ininterruptos, oferecendo apresentações de dança, shows, oficinas, exposições e feiras gastronômicas.O evento promove a valorização da cultura nordestina e suas ressignificações regionais por meio de espetáculos musicais, oficinas de dança, feiras de economia criativa (artesanato e gastronomia), além de painéis de debate e ações educativas.Este projeto, em consonância com a exposição supracitada, ratifica o Forró como um supergênero musical, uma categoria abrangente que amalgama a complexidade dos ritmos nordestinos. Sob esta perspectiva sistêmica, o festival celebra a diversidade das linguagens rítmicas que compõem o gênero, tais como o baião, xote, xaxado, rojão, xamego, balanço, miudinho, forró-samba e o arrasta-pé/quadrilha.A concepção deste evento integra, de forma indissociável, a sonoridade ao seu corpo coreográfico. Historicamente, a gênese do forró fundamenta-se na simbiose entre música e movimento; portanto, é imperativo que a programação reflita essa unidade. O festival propõe uma imersão na "música-dança", estabelecendo territórios físicos e simbólicos para a corporalização dos ritmos. PROGRAMAÇÃO E IDENTIDADEA curadoria é inspirada na trajetória histórica e na diversidade rizomática dessa manifestação cultural. A grade de atividades é estruturada para contemplar a pluralidade de gêneros (do pé-de-serra ao eletrônico) e as especificidades regionais, fortalecendo os significados simbólicos e afetivos que constituem a identidade nacional e a memória coletiva do povo brasileiro.ESTRATÉGIAS DE EQUIDADE E COMPOSIÇÃO DA EQUIPE DO PROJETO Reafirmando o compromisso com a democratização do acesso e a justiça social, a contratação da mão de obra será majoritariamente local, priorizando profissionais paraenses. O projeto adota políticas de ações afirmativas para garantir a equidade de gênero, raça e identidade de gênero na cadeia produtiva do evento:INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA (PcD): Reserva de vagas e contratação direta para a equipe técnica e operacional do projeto.REPRESENTATIVIDADE TRANS E TRAVESTI: Estratégias de recrutamento voltadas para pessoas trans e travestis, visando a inserção no mercado cultural.VALORIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS NEGROS E PERIFÉRICOS: A contratada de até 90% da equipe do projeto será majoritariamente pessoas negras e residentes de comunidades de periferia e áreas de vulnerabilidade social de Belém. EIXO EDUCATIVO E FORMAÇÃO CULTURALO braço educativo do festival foca na qualificação profissional e no fomento à economia da cultura, com as seguintes diretrizes:PROFISSIONALIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO: Realização de cursos e workshops gratuitos voltados para alunos da rede pública de ensino e jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica (geração nem-nem), combatendo as disparidades de renda e raça.INTERMEDIAÇÃO SOCIAL: Promoção de ações educativas e sociais abertas à comunidade, utilizando o forró como ferramenta de integração, pertencimento e emancipação cidadã para a população negra e periférica.
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ACESSIBILIDADE ATITUDINAL, FÍSICA E COMUNICACIONALAs ações de acessibilidade do projeto são balizadas pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), fundamentando-se nos conceitos de Desenho Universal para garantir a plena fruição dos bens culturais. O festival assegura:ACESSIBILIDADE FÍSICA: Adaptação de espaços com rampas, áreas reservadas, banheiros adaptados e sinalização tátil.ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: Emprego de intérpretes de LIBRAS em shows e palestras, além de audiodescrição em exposições e peças gráficas acessíveis.Elucidamos que parte de nosso material gráfico – folder, programa, catálogo e outros materiais, serão confeccionados em letramento bilíngue (português/inglês).Elucidamos que parte de nosso material gráfico – folder, programa, catálogo e outros materiais, serão confeccionados em letramento bilíngue (português/braille).PRODUTO: SHOWS, ESPETÁCULOS CULTURAIS E DE ARTES CÊNICAACESSIBILIDADE FÍSICA NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as produções que acontecerão na programação do festival serão realizadas em locais com rampas, corrimão, banheiros adaptados. Item na planilha orçamentaria: SinalizaçãoACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: os espetáculos que acontecerão no festival contarão com linguagem oral e material em Braile. Item na planilha orçamentaria: TranscriçãoACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: os espetáculos que acontecerão no festival terão intérprete de libras em todas as sessões. Item na planilha orçamentaria: tradução simultânea ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES: os espetáculos que acontecerão no festival terão monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões. Item na planilha orçamentaria: Assistente de ProduçãoPRODUTO: OFICINASACESSIBILIDADE FÍSICA NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as oficinas e atividades formativas que acontecerão na programação do festival serão realizadas em locais com rampas, corrimão, banheiros adaptados. Item na planilha orçamentaria: Sinalização.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as oficinas e atividades formativas que acontecerão no festival contarão com linguagem oral e material em Braile. Item na planilha orçamentaria: TranscriçãoACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: as oficinas e atividades formativas que acontecerão no festival terão intérprete de libras em todas as sessões. Item na planilha orçamentaria: tradução simultânea.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES: as oficinas e atividades formativas que acontecerão no festival terão monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões. Item na planilha orçamentaria: Assistente de ProduçãoPor fim, proporcionaremos condições de acessibilidade a pessoas idosas, garantindo o atendimento conforme o disposto no art. 27,inciso II, do Decreto 5761/06, que estabelece proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Leinº 10 741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999.Garantindo assim a contribuição para o crescimento e o desenvolvimento artístico cultura da nossa cidade e garantindo o desenvolvimento cultural do País, na questão da acessibilidade, valorizaremos a diversidade humana, como instrumento do bem-estar e desenvolvimento inclusivo.
Todas as apresentações e atividades desenvolvidas no projeto são gratuitas, para atendimento ao Artigo 41 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 29, DE 29 DE JANEIRO DE 2026, quando e/ou se tivermos espetáculos que houve cobrança de ingresso, optamos pelo benefício dos Incisos I, II, III, a saber:I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o art. 1º, § 10 da Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013;II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; eIII - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015.Com base no Art. 42 adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso:II - ofereceremos transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizaremos, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantiremos a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizaremos, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizaremos ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;VII - realizaremos atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação ou instituições de longa permanência para idosos, para pessoas em residências terapêuticas e para Unidades de Acolhimento da Rede de Atenção Psicossocial;VIII - estabeleceremos parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
PROPONENTE: FEDERAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS, PRODUTORES E EMPREENDEDORES CULTURAIS DO ESTADO DO PARÁFUNÇÃO NO PROJETO: GESTÃO DO PROJETOCURRÍCULO RESUMIDO: HTTPS://WWW.FEDERACAOPARA.COM.BR/Federação dos Empresários, Produtores e Empreendedores Culturais do Estado do Pará, fundado em 07 de outubro de 2018, é uma federação privada de caráter cultural, sem fins lucrativos, que tem a missão de promover a educação por meio de ações culturais, no intuito de contribuir para o desenvolvimento da cidadania e para a democratização da arte. Sua área de atuação abrange o fomento aos mais diversos intercâmbios de saberes, assim como a realização de assessoria e gestão de eventos e de equipamentos culturais.NOME: Aracely Evangelista – OAB/PA 13.325FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador Geral CURRÍCULO RESUMIDO: Advogado (OAB/PA 13.325); Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Pará (2007); pós-graduado lato Sensu em DireitoAdministrativo pela AVM – Faculdade Integrada (2014); pós-graduado lato Sensu em Direito Processual pela AVM – Faculdade Integrada (2016);NOME: IGOR RAFAELFUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador Cultural CURRÍCULO RESUMIDO: Graduado em Pedagogia pela Universidade da Amazônia – UNAMA, orientador da escola Madrid Idiomas e instrutor educacional dos alunos da Universidade Cruzeiro do Sul onde a Escola Madrid Idiomas era um polo. OS DEMAIS PROFISSIONAIS SERÃO CONTRATADOS NO PROCESSO DE EXECUÇÃO DO PROJETO. ESTRATÉGIAS DE EQUIDADE E COMPOSIÇÃO DA EQUIPE DO PROJETO Reafirmando o compromisso com a democratização do acesso e a justiça social, a contratação da mão de obra será majoritariamente local, priorizando profissionais paraenses. O projeto adota políticas de ações afirmativas para garantir a equidade de gênero, raça e identidade de gênero na cadeia produtiva do evento:INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA (PcD): Reserva de vagas e contratação direta para a equipe técnica e operacional do projeto.REPRESENTATIVIDADE TRANS E TRAVESTI: Estratégias de recrutamento voltadas para pessoas trans e travestis, visando a inserção no mercado cultural.VALORIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS NEGROS E PERIFÉRICOS: A contratada de até 90% da equipe do projeto será majoritariamente pessoas negras e residentes de comunidades de periferia e áreas de vulnerabilidade social de Belém.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 24/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.