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PRONAC 262014Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CATALOGAÇÃO, DIGITALIZAÇÃO E DIFUSÃO DO ACERVO DO MUSEU MARIANO PROCÓPIO

FUNDACAO MUSEU MARIANO PROCOPIO - MAPRO
Solicitado
R$ 2,67 mi
Aprovado
R$ 2,67 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Acervos arquivísticos culturais do Patrimônio
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Preservação, digitalização e doação de acervos
Ano
26

Localização e período

UF principal
MG
Município
Juiz de Fora
Início
2026-03-09
Término
2029-03-08
Locais de realização (1)
Juiz de Fora Minas Gerais

Resumo

O projeto visa à execução de procedimentos de catalogação, digitalização e difusão do acervo do Museu Mariano Procópio, com a finalidade de ampliar a segurança das informações e possibilitar o acesso por meio de plataforma digital, às coleções por pesquisadores e pelo público em geral, fortalecendo as ações de pesquisa, difusão e democratização do acesso ao patrimônio cultural da instituição. A iniciativa prevê o processamento técnico de aproximadamente 10.000 itens do acervo, com prioridade para as coleções originárias adquiridas por Alfredo Ferreira Lage, especialmente as peças relacionadas à Família Imperial Brasileira e às iniciativas colecionistas do fundador do Museu. Para execução será necessária a aquisição de equipamentos, adequação do espaço da reserva técnica e contratação de serviços técnicos especializados.

Sinopse

O projeto propõe a catalogação, digitalização e difusão de parte do acervo do Museu Mariano Procópio, com o objetivo de preservar informações históricas e ampliar o acesso público às coleções da instituição. Serão processados tecnicamente 10.000 itens, com prioridade para conjuntos formados pelo fundador do Museu, Alfredo Ferreira Lage, incluindo peças relacionadas à Família Imperial Brasileira. A iniciativa fortalecerá a preservação do patrimônio cultural brasileiro, possibilitando a disponibilização digital do acervo para pesquisadores e para o público em geral, contribuindo para a difusão do conhecimento histórico e a democratização do acesso à informação.Paralelamente, o projeto contempla a atualização do sistema de gestão de acervos, mediante adoção do Tainacan, software livre amplamente empregado por instituições museais, assegurando maior sustentabilidade, preservação e continuidade das informações, mitigando riscos associados à descontinuidade de investimentos públicos.O projeto contempla ainda a aquisição e instalação de mobiliário museológico especializado, notadamente armários compactadores, destinados às Reservas Técnicas de Museologia, Arquivo e Biblioteca. Essa medida permitirá a otimização do layout físico, a ampliação da capacidade de guarda (armazenamento) e a adequação às normativas técnicas de conservação preventiva. Tais equipamentos viabilizarão o reordenamento das tipologias de acervo, prevenindo o acondicionamento inadequado de categorias distintas e minimizando riscos intrínsecos e extrínsecos aos bens culturais. Para a instalação desses equipamentos está prevista uma manutenção no espaço da reserva técnica. Com essas ações estruturantes, a Fundação Museu Mariano Procópio busca enfrentar de forma definitiva os desafios relacionados à documentação museológica, instituindo fluxos de trabalho mais eficientes, seguros e sustentáveis, aptos a garantir a integridade dos dados, a preservação das coleções e a ampliação do acesso qualificado ao acervo.

Objetivos

Objetivo GeralO projeto tem como objetivo realizar a retomada importante nos processos de catalogação, digitalização e difusão dos dados, possibilitando que pesquisadores e visitantes possam ter acesso às coleções de forma remota, o que contribuirá significativamente com as pesquisas, difusão e acesso as informações relativas ao acervo da instituição. Nesta primeira etapa optamos por realizar o processamento técnico de 10.000 itens do acervo, tendo em vista a exequibilidade do projeto, priorizando as coleções originárias, adquiridas por Alfredo Ferreira Lage. As peças oriundas da família imperial brasileira e das ações colecionistas do fundador tem um vínculo com a história do Brasil e possibilitará uma ampla difusão desse acervo ainda pouco difundido no campo museal. Paralelamente, o projeto prevê a atualização do sistema de gestão de acervos, com a adoção do Tainacan, software livre amplamente utilizado por instituições museais. Sua utilização garante a preservação e a sustentabilidade das informações, evitando riscos de descontinuidades decorrentes da interrupção de investimentos públicos. Com essas ações estruturantes, a Fundação Museu Mariano Procópio busca solucionar de forma definitiva os desafios relacionados à documentação museológica, estabelecendo fluxos de trabalho mais eficientes, seguros e sustentáveis, capazes de assegurar a integridade dos dados, a preservação das coleções e a ampliação do acesso qualificado às informações do acervo. Por fim, o projeto fortalece a difusão qualificada do acervo ao viabilizar sua disponibilização na Plataforma Brasiliana em ambientes digitais, ampliando a circulação social de bens culturais de alto valor histórico e simbólico, contribuindo para a democratização do acesso, a valorização da identidade brasileira e a transmissão intergeracional do patrimônio cultural. O que vem atender integralmente aos incisos IV e XII do Artigo 02 do Decreto 10.755 de 2021, conforme transcrito abaixo: Inciso IV "promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial". Inciso XII: "apoiar atividades de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não;" Objetivos EspecíficosAo final do período de execução, espera-se que o Museu Mariano Procópio apresente um salto qualitativo e estrutural na gestão, preservação e difusão de seu acervo, com a consolidação de um ambiente funcional tecnologicamente adequado às práticas museológicas contemporâneas. O projeto resultará no processamento técnico completo de aproximadamente 10.000 itens, com registros catalográficos qualificados, documentação padronizada e acervos digitalizados, ampliando significativamente o volume de informações disponíveis sobre coleções estratégicas para a história do Brasil. Esse avanço permitirá maior controle, rastreabilidade e segurança dos bens culturais sob guarda da instituição. A organização e modernização da Reserva Técnica serão refletidas na incorporação de equipamentos especializados, promovendo melhores condições de acondicionamento, estabilidade ambiental e preservação preventiva, com redução de riscos de deterioração material e informacional. No campo da preservação e da sustentabilidade do acervo, o projeto estabelecerá bases permanentes para a continuidade das ações de documentação, conservação preventiva e preservação digital, fortalecendo a capacidade institucional do Museu e qualificando seus fluxos de trabalho. A guarda adequada do acervo em arquivos deslizantes, que possibilitem melhor acomodação, organização e localização das peças, constitui condição essencial para a execução eficiente das ações de documentação e preservação. A inexistência dessa infraestrutura impacta diretamente o fluxo de trabalho, uma vez que as atividades de registro, controle, acondicionamento e monitoramento do acervo precisam ocorrer de maneira articulada, contínua e segura, sob pena de comprometer a integridade física das coleções e a confiabilidade das informações produzidas Quanto à difusão e ao acesso, a disponibilização digital dos acervos processados ampliará de forma expressiva o alcance público, acadêmico e institucional das coleções, fomentando a pesquisa científica, histórica e cultural, bem como o desenvolvimento de ações educativas, curatoriais e interdisciplinares. O projeto prevê a criação e o fortalecimento de mecanismos acessíveis de democratização do acesso, garantindo que os conteúdos produzidos possam ser consultados por diferentes públicos, respeitando princípios de acessibilidade, transparência e inclusão. Dessa forma, o projeto contribuirá para a valorização social do patrimônio cultural, para o fortalecimento da identidade brasileira e para a inserção do Museu Mariano Procópio em redes de pesquisa, difusão e cooperação.Para execução do projeto serão necessárias as seguintes contratações e aquisições:1- Contratação de empresa especilizada com equipe técnica para prestação de serviços de catalogação, digitalização e divulgação do acervo selecionado.2- Contratação de empresa especializada em manutenção predial para realizar pequenas intervenções na reserva técnica para a instalação dos arquivos deslizantes. 3- Aquisição de equipamentos de TI:23(vinte e três) computadores, sendo 02(dois) de alto desempenho, 05(cinco) de desempenho intermediário e 16(dezesseis) destinados ao uso geral para inserção e tratamento de dados;08(oito) notebooks;15(quize) tablets destinados à pesquisadores e visitantes para consulta pública das informações do acervo;01(um) scanner planetário, adequado à digitalização de acervos em documentos e obras sensíveis;08(oito) discos rígidos externos (HDs) para armazenamento e segurança dos dados digitais.4- Aquisição de mobiliário:31 (trinta e um) Arquivos compactadores deslizantes;64 (trinta e quatro) Armários de aço;37 (trinta e sete) Mesas e gaveteiros;10 (dez) Mini porta paletes;25 (vinte e cinco) Cadeiras giratórias;2 (duas) Escadas de alumínio;1 (uma) Mesa hidráulica pantográfica;5- Aquisição de equipamentos de apoio à digitalização e à catalogação a serem utilizados na reserva técnica:02(duas) Câmeras fotográficas de alta resolução para registro e documentação das peças do acervo;15(quinze) desumidificadores de ar, destinados ao controle ambiental dos espaços de guarda;23(vinte três) dataloggers para monitoramento contínuo das condições de temperatura e umidade;01(uma) mesa de higienização para procedimentos de conservação preventiva no manuseio do acervo a ser catalogado;36(Trinta e seis) ventiladores para apoio à conservação e circulação de ar nas áreas da reserva técnica.

Justificativa

O Museu Mariano Procópio abriga um acervo de elevada relevância histórica, científica e cultural, composto por aproximadamente 77.000 itens, representativos de diferentes tipologias e períodos da história do Brasil. Apesar de sua importância, apenas cerca de 30.582 itens encontram-se atualmente catalogados, o que evidencia a existência de uma parcela significativa do acervo sem processamento técnico adequado, com informações incompletas, dispersas ou inexistentes, limitando sua preservação, gestão, acesso e difusão.No campo da infraestrutura tecnológica, o Museu enfrenta acentuada defasagem de equipamentos e sistemas, com computadores que, em sua maioria, operam com o sistema Windows 7, atualmente sem atualizações de segurança e suporte técnico, comprometendo a integridade dos dados, a eficiência dos processos e a adoção de práticas contemporâneas de documentação e preservação digital. A instituição não dispõe de notebooks, tablets, câmeras fotográficas ou scanners próprios, o que inviabiliza a realização contínua e sistemática das atividades de catalogação, digitalização e difusão do acervo.A relevância da presente proposta constitui-se sobre pilares bastante caros à cultura brasileira, cabe destaque a recuperação e a preservação do Patrimônio Cultural de um período histórico de suma importância na formação do país como nação soberana, a oferta à sociedade de um aparato detentor e difusor do conhecimento e por consequência disso, instrumento auxiliar à formação escolar e acadêmica. Atividades, que somadas ao entretenimento e ao lazer proporcionados, perfazem de forma bastante convincente o rol de atividades que deverão ser oferecidas à população."O projeto integra o plano estratégico de revitalização e restauração do Museu Mariano Procópio que envolve os Prédios e Parque Históricos, monumentos integrados e acervo. A instituição está relacionada à Estrada União e Indústria, idealizada por Mariano Procópio Ferreira Lage, entre 1856 e 1861, quando construiu também a Villa Ferreira Lage, residência de verão, que hospedou diversas vezes o Imperador D. Pedro II e família. Dentre as ações previstas, dentro do contexto de resgate da instituição, vem-se trabalhando com a recuperação do acervo museológico, arquivístico e fotográfico, através de ações de preservação, restauração, catalogação, pesquisa e divulgação. A instituição, seja pela eclética riqueza presente na composição de seu acervo, seja pelo seu complexo predial e paisagístico, ou pela essência e parâmetros históricos de sua criação, sem mencionar toda a carga afetiva que lhe é imputada, é o protagonista de uma relação de amor e pertencimento com a sociedade que habita todo o seu entorno geográfico, que compreende nada menos que a toda a Zona da Mata Mineira, e que ultrapassa à fronteira do estado, chegando aos municípios das regiões Serrana e Centro-Sul do Estado do Rio de Janeiro. A instituição é tombada nos âmbitos federal, estadual e municipal como constam a seguir: Federal: Processo no 1691-T-14: Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do Museu Mariano Procópio;Ata da 80ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural;Processo 190T, Inscrição 118, Livro Histórico 121, FL. 21 e Inscrição 236 no Livro de Belas Artes, FL. 41 em 1939 (tombamento do acervo); Estadual: Conselho Curador do IEPHA/MG no dia 28 de março de 2005, que definiu a inscrição no Livro de Tombo n.º I, do tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico; Livro de Tombo n.º II, do tombo de Belas Artes; Livro de Tombo n.º III, do tombo Histórico, das obras de Arte Histórica e dos Documentos Paleográficos ou Bibliográficos; Livro de Tombo n.º IV, do tombo das Artes Aplicadas;Municipal: Decreto Municipal 2.861 de 19 de janeiro de 1983.Dada à complexidade e ao porte do patrimônio que é objeto da presente proposta, bem como pela escassez de recursos oriundos do Tesouro, faz-se necessário e bastante oportuno lançar mão da utilização dos mecanismos legais de incentivos fiscais, o que de certo modo, traz também a oportunidade construir, estreitar e solidificar parcerias com o setor privado, em especial com as empresas que tem proximidade e interesses comuns à sociedade do entorno do Museu Mariano Procópio, e que se mostram mais sensibilizadas com as questões que concernem à preservação do Patrimônio Histórico. Assim, assume-se o claro compromisso de que: ao cabo de todo o processo que a presente proposta abrange, a instituição oferte à sociedade, o pleno acesso de modo franqueado ao seu acervo e ao seu patrimônio predial e paisagístico, o que não será algo novo, seria a continuação de uma missão que se cumpre a décadas, valendo-se para tal, de visitas guiadas, de oficinas dedicadas às redes de ensino fundamental e médio, bem como de convênios e parcerias com as instituições de ensino superior do município com o objetivo de dar continuidade ao seu já conhecido e importantíssimo papel de instituição auxiliar na formação nas mais variadas carreiras, através da oferta de estágios acadêmicos em praticamente todas as áreas do conhecimento. Portanto, pode-se concluir que, o projeto enquadra-se plenamente no Artigo 1º da Lei 8313/91, em seus incisos: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX _ priorizar o produto cultural originário do País. E se enquadra em seu artigo terceiro em:III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; e artigo quarto: IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O conceito norteador da submissão da presente proposta é de o de salvaguardar o acervo do Museu Mariano Procópio.

Especificação técnica

O produto consiste na execução de serviços técnicos especializados de catalogação, digitalização, tratamento informacional e difusão digital de parte do acervo do Museu Mariano Procópio, bem como na aquisição e implantação de infraestrutura tecnológica e de conservação destinada a garantir a preservação e segurança das informações culturais sob guarda da instituição.A iniciativa prevê o processamento técnico de 10.000 itens do acervo museológico, priorizando coleções históricas formadas por Alfredo Ferreira Lage, incluindo conjuntos de elevada relevância para a história do Brasil.O escopo do projeto compreende as seguintes etapas e componentes:1. Serviços técnicos especializadosContratação de empresa com equipe técnica qualificada para execução das atividades de:- Levantamento, triagem e preparação dos itens a serem digitalizados;- Catalogação museológica conforme normas técnicas aplicáveis à documentação de acervos;- Registro e inserção de metadados em sistema de gestão de acervo;- Digitalização em alta resolução de documentos, imagens e objetos bidimensionais;- Tratamento digital de imagens para preservação e acesso;- Indexação e organização dos arquivos digitais;- Controle de qualidade e validação técnica dos registros;- Estruturação de base digital de consulta para fins de pesquisa e difusão cultural.- Serviço especializado de manutenção predial na reserva técnica para instalação de mobiliário. 2. Aquisição de equipamentos de Tecnologia da InformaçãoAquisição de equipamentos destinados à digitalização, processamento e armazenamento das informações do acervo, incluindo:- scanner profissional de alta resolução para documentos e imagens;- computadores com capacidade adequada para processamento gráfico e tratamento de imagens;- monitores de alta definição para análise técnica das digitalizações;- dispositivos de armazenamento digital (unidades de backup);- equipamentos auxiliares para captura e tratamento de imagem.Essa infraestrutura permitirá a criação de ambiente tecnológico adequado para processamento, preservação digital e disponibilização das informações do acervo.3. Equipamentos para acondicionamento de acervo e conservação da reserva técnicaAquisição de equipamentos e materiais destinados à melhoria das condições de preservação e segurança do acervo na reserva técnica do Museu, contemplando:- equipamentos de controle e monitoramento ambiental (temperatura e umidade);- equipamentos auxiliares para manuseio seguro de peças museológicas;- Arquivos compactadores deslizantes ;- Armários de aço;- Mobiliário de apoio (mesas e cadeiras);- Equipamentos para transporte de acervo.4. Resultados esperadosAo final da execução do projeto, espera-se:- a catalogação e digitalização de 10.000 itens do acervo museológico;- a organização e padronização das informações em base digital estruturada;- o fortalecimento das condições de preservação informacional do acervo;- a ampliação do acesso público e da pesquisa sobre o patrimônio cultural sob guarda do Museu;- a consolidação de infraestrutura tecnológica e técnica para continuidade das atividades de documentação e preservação.

Acessibilidade

O Museu Mariano Procópio reconhece a acessibilidade como princípio estruturante de sua missão institucional e como condição indispensável para a democratização do acesso ao patrimônio cultural sob sua guarda. Nesse sentido, embora o presente projeto não preveja a execução direta de obras físicas de acessibilidade, a instituição vem desenvolvendo, em paralelo, um projeto específico voltado à adequação arquitetônica e comunicacional de seus espaços, de modo a atender às normas técnicas vigentes e às diretrizes de inclusão cultural estabelecidas pela legislação brasileira e por organismos internacionais. No âmbito deste projeto de catalogação, digitalização e difusão do acervo, as políticas de acessibilidade serão priorizadas sobretudo no campo da acessibilidade informacional e digital, assegurando que os representantes digitais dos acervos possam ser utilizados por pessoas com diferentes tipos de deficiência, em consonância com os princípios do desenho universal e com as diretrizes de acessibilidade digital, oferecendo interface responsiva, compatível com leitores de tela, navegação por teclado, contraste adequado de cores, possibilidade de ampliação de fontes e estrutura semântica correta dos conteúdos, favorecendo o acesso autônomo por pessoas com deficiência visual, motora ou cognitiva. No que se refere aos conteúdos digitais, o projeto prevê a adoção de recursos de acessibilidade comunicacional. Essas medidas visam garantir que a informação veiculada seja compreensível e utilizável por públicos diversos, respeitando a pluralidade de formas de percepção e interação com o conhecimento. A política institucional de acessibilidade contempla a formação e sensibilização das equipes do Museu, integrando ações de capacitação voltadas à compreensão dos direitos culturais das pessoas com deficiência, ao atendimento inclusivo e ao uso adequado das tecnologias assistivas. Essa formação abrangerá aspectos conceituais (acessibilidade, inclusão, diversidade), normativos (Lei Brasileira de Inclusão – Lei nº 13.146/2015, normas da ABNT, diretrizes do ICOM) e operacionais (produção de conteúdos acessíveis, mediação cultural inclusiva, uso de ferramentas digitais acessíveis), de modo a fortalecer uma cultura organizacional comprometida com a equidade no acesso ao patrimônio. Quanto às adaptações físicas, ainda que não façam parte do escopo financeiro deste projeto, o Museu Mariano Procópio informa que está em fase de desenvolvimento de um projeto específico de acessibilidade arquitetônica, que contemplará, entre outras ações, a implantação de rotas acessíveis, adequação de sanitários, instalação de rampas e corrimãos, sinalização tátil e visual, bem como a revisão dos fluxos internos de circulação para visitantes e pesquisadores. Os recursos para elaboração do projeto em questão fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e estão em fase final de licitação. Essas intervenções serão orientadas pelas normas técnicas da ABNT (especialmente a NBR 9050) e pelas diretrizes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), considerando as especificidades de um conjunto arquitetônico tombado e a necessidade de compatibilizar preservação patrimonial e acessibilidade.No que tange às instituições de guarda e aos espaços técnicos do Museu, como reservas técnicas, laboratórios e áreas de consulta ao acervo, as políticas de acessibilidade preveem a adaptação gradual dos ambientes de atendimento ao público e a pesquisadores, com mobiliário ergonômico, sinalização acessível, sistemas de agendamentos inclusivos e mediação especializada para pessoas com deficiência. A digitalização do acervo, por sua vez, ampliará significativamente as possibilidades de acesso remoto, reduzindo barreiras físicas e geográficas e permitindo que usuários com mobilidade reduzida ou residentes em outras localidades possam consultar os conteúdos sem a necessidade de deslocamento até a instituição. O projeto também prevê a integração do repositório digital do Museu a plataformas e redes de difusão cultural, ampliando a visibilidade dos acervos e favorecendo a interoperabilidade com sistemas que já adotam padrões de acessibilidade. Essa estratégia contribui para a consolidação de um ecossistema informacional inclusivo, no qual os dados culturais possam ser reutilizados em contextos educativos, científicos e comunitários, com respeito às diferentes necessidades dos usuários. Por fim, a política de acessibilidade do Museu Mariano Procópio será formalizada em documento institucional próprio, já previsto no Plano Museológico, definindo princípios, diretrizes, responsabilidades, metas e indicadores de monitoramento. Essa política orientará tanto as ações digitais previstas neste projeto quanto às futuras intervenções físicas e comunicacionais, assegurando a continuidade e a sustentabilidade das práticas inclusivas. Dessa forma, mesmo não prevendo obras de acessibilidade imediatas, o projeto se insere em uma estratégia mais ampla de transformação institucional, que reconhece a acessibilidade como valor permanente e como componente essencial da função social do Museu.

Democratização do acesso

O acesso aos acervos da Fundação Museu Mariano Procópio será orientado por critérios técnicos, institucionais e de preservação patrimonial, assegurando, simultaneamente, a democratização do conhecimento e a proteção dos bens culturais sob sua guarda. As visitas técnicas e as consultas presenciais ao acervo para fins de pesquisa deverão ser realizadas mediante agendamento prévio, a ser solicitado por meio do envio de e-mail para o endereço pesquisa.mapro@pjf.mg.gov.br. O atendimento estará condicionado à natureza da pesquisa proposta, à disponibilidade das equipes técnicas, às condições dos espaços de guarda e consulta e às diretrizes institucionais de segurança, conservação preventiva e manuseio de bens culturais. Os pedidos de acesso serão analisados pela equipe técnica do Museu, que poderá solicitar informações complementares sobre os objetivos da pesquisa, o escopo do material a ser consultado e o período estimado de permanência do pesquisador. A autorização para consulta presencial observará, ainda, critérios como a relevância científica ou cultural da pesquisa, a viabilidade operacional do atendimento e a compatibilidade com as rotinas internas de trabalho. Sempre que necessário, o acesso poderá ser mediado por técnicos responsáveis, de modo a garantir o correto manuseio das peças e a integridade física do acervo. No ambiente digital, a visualização dos acervos será disponibilizada por meio de um repositório eletrônico estruturado, com níveis diferenciados de acesso, em conformidade com as políticas institucionais de uso da informação, direitos autorais, proteção de dados pessoais e salvaguarda de informações sensíveis. As informações de acesso público incluirão descrições catalográficas, imagens digitais, metadados técnicos e contextuais dos itens, possibilitando ao usuário conhecer, pesquisar e explorar o acervo de forma remota. Conteúdos de acesso restrito — como documentos em estado de conservação delicado, informações pessoais, dados sigilosos ou materiais protegidos por direitos autorais — poderão ser consultados mediante solicitação formal e justificativa técnica, conforme as normas internas vigentes. Essa estratégia reforça a importância da disponibilização dos acervos em meios digitais como instrumento de democratização do acesso ao patrimônio cultural e científico, garantindo ao pesquisador e ao público em geral acesso contínuo, vinte e quatro horas por dia, às informações disponibilizadas, independentemente de barreiras geográficas ou limitações de horário de funcionamento da instituição. Além disso, a plataforma digital permitirá a ampliação progressiva do conteúdo acessível, à medida que novos conjuntos documentais forem processados, catalogados e digitalizados. Outro aspecto de extrema relevância será a disponibilização de tablets para os visitantes que, durante a visita ao Museu, manifestarem interesse em obter informações complementares sobre o acervo exposto. Os equipamentos serão ofertados sempre que houver demanda por dados técnicos, históricos ou curatoriais já incorporados ao repositório digital, funcionando como uma ferramenta de mediação cultural e educativa. Para pesquisadores em visitas presenciais, os dispositivos permitirão a consulta a catálogos, fichas técnicas, imagens ampliadas e documentos correlatos sem a necessidade de manuseio direto dos bens culturais, contribuindo para a ampliação das ações de preservação e para a mitigação de riscos físicos ao acervo. A divulgação pública das regras de acesso será realizada de forma transparente e contínua por meio do sítio eletrônico institucional, das redes sociais oficiais do Museu, de materiais informativos impressos e de comunicados direcionados a universidades, centros de pesquisa e instituições culturais parceiras. As informações incluirão orientações claras sobre procedimentos de agendamento, prazos de resposta, documentação necessária, normas de conduta durante a consulta presencial e políticas de uso de imagens e informações do acervo. No âmbito das mídias digitais, serão desenvolvidas estratégias de comunicação para promover o uso do repositório eletrônico, tais como campanhas informativas, tutoriais de navegação, vídeos explicativos, publicações temáticas e ações de engajamento com diferentes públicos. Essas iniciativas visam ampliar a visibilidade do acervo, estimular a pesquisa acadêmica, fortalecer a educação patrimonial e consolidar o Museu Mariano Procópio como referência em acesso qualificado à informação museológica. Dessa forma, as regras de acesso e sua ampla divulgação pública constituem um eixo estruturante da proposta, ao articular critérios técnicos de preservação com princípios de transparência, inclusão e democratização do conhecimento. Ao integrar acesso presencial mediado, consulta digital permanente e estratégias de comunicação institucional, o projeto assegura que os acervos da Fundação Museu Mariano Procópio sejam utilizados de maneira responsável, segura e socialmente relevante, fortalecendo sua função educativa, científica e cultural.Considerando-se à natureza do projeto, e mais uma vez ressaltando a sua complexidade, deve-se considerar que o objeto deste, que é o Museu Mariano Procópio, e que por sua vez é um patrimônio material reconhecido por tombamento nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal, é, há muito, entre outros motivos, por ser integrante da administração municipal, um aparelho museal praticante das iniciativas que definem a Democratização do Acesso, com destaque para:- A publicação semanal em suas redes sociais e no sítio eletrônico da Prefeitura de Juiz de Fora, de vídeos de caráter didático, onde se abordam os aspectos históricos e/ ou artísticos que norteiam as peças que compõem o seu acervo, sempre mediados por um dos profissionais das áreas de História e/ou Restauração, lotados na instituição. Cabe também mencionar que todas as publicações das redes sociais do museu são replicadas pela Prefeitura do Município de Juiz de Fora e de outras instituições parceiras no escopo da administração pública em suas respectivas redes sociais, o que amplifica sobremaneira à visibilidade alcançada pela instituição;- A entrada totalmente gratuita em suas dependências; - A oferta de oficinas e workshops temáticos dedicados aos discentes e docentes das redes pública e privada de ensino, em caráter franqueado; Todas as iniciativas elencadas, são mantidas com rigorosa periodicidade, e estas, permitiram a sobrevivência da instituição como patrimônio afetivo, como instituição guardiã e difusora do conhecimento histórico e cultural.

Ficha técnica

A equipe técnica responsável pela execução do projeto é composta integralmente por servidores da Fundação Museu Mariano Procópio – MAPRO, ocupantes de cargos efetivos e comissionados, com atuação contínua na instituição e amplo conhecimento do acervo, de suas especificidades técnicas e das particularidades históricas, arquitetônicas e museológicas do Museu Mariano Procópio. Os profissionais envolvidos possuem formação multidisciplinar e experiência consolidada nas áreas de gestão de acervos, conservação preventiva, planejamento institucional, gestão de projetos, digitalização e documentação museológica, bem como no uso de ferramentas e metodologias voltadas à organização, tratamento, preservação digital e disponibilização de informações. Essa composição assegura a adequada articulação entre as etapas de planejamento, execução, monitoramento e prestação de contas.Ressalta-se que, mesmo diante de limitações estruturais atualmente existentes, a equipe técnica desenvolve suas atividades com elevado grau de rigor técnico, eficiência e excelência, atuando dentro dos limites operacionais disponíveis e garantindo, de forma contínua, a gestão qualificada, a conservação, a salvaguarda e a digitalização progressiva do acervo do Museu Mariano Procópio. Tal atuação evidencia o comprometimento institucional da equipe e reforça a relevância do investimento proposto para a modernização da infraestrutura e o fortalecimento das práticas de preservação, documentação e acesso ao acervo.Ana Maria Azeredo Furquim Werneck – Arquiteta e Diretora da Fundação Museu Mariano Procópio - MAPRO.Rosane Carmanini Ferraz – Coordenadora do Projeto. Doutora em História pelo Programa de Pós-Graduação em História, Área de Concentração: História, Cultura e Poder, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Mestre (2001) e especialista (2000) em Ciência da Religião pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião (UFJF). Licenciada (1998) e bacharel em História (2000) pela UFJF. Graduanda em Museologia pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI) desde 2023. Atualmente é historiadora, curadora e gerente do Departamento de Acervo Técnico da Fundação Museu Mariano Procópio (MAPRO), integrando a equipe curatorial responsável pelas exposições de reabertura da instituição. Atua também como agente de suporte acadêmico do Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd/UFJF). Possui experiência em curadoria, conservação, pesquisa e difusão de acervos museológicos.Lina Malta Stephan - possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2010), especialização em Gestão Cultural (2017), mestrado em Ambiente Construído pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2015) e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Viçosa (2023). É Supervisora de no Departamento de Parque e Edificações do Museu Mariano Procópio.Cristiano Leonidio Melquiades – MBA em Gestão Pública com Ênfase em Cidades Inteligentes pela Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera. Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF. Servidor Público Municipal no cargo de Tecnico de Nível Superior II - Economista, com experiência na área de Administração pública, com ênfase em Planejamento, Licitações, Orçamento Público, Controle de Suprimentos e Patrimônio, Auditoria de Desempenho Operacional, Gestão de Riscos, Gestão Financeira e Investimentos em Regime Próprio de Previdência Social - RPPS, Captação de Recursos e Gestão de Projetos e Convênios. Atualmente desempenha a função de Gerente do Departamento de Planejamento, Parcerias e Fomento - DEPPF da Fundação Museu MAriano Procópio - MAPRO. Priscila da Costa Pinheiro – Mestre, licenciada e bacharel em História pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Especialista em Cultura e História dos Povos Indígenas pela mesma instituição. Professora de História da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora, com experiência de ensino nos níveis fundamental e médio e atuação em cursos de pós-graduação na modalidade EaD. Atualmente dedica-se ao processamento técnico do acervo bibliográfico e documental do Museu Mariano Procópio, bem como às atividades de preservação, pesquisa histórica e difusão cultural do acervo da instituição.Luiz Antonio Belletti Rodrigues – Doutor em História pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2022) e mestre em História pela mesma instituição (2017). Especialista em Gestão de Museus, História da Arte, Gestão Pública do Turismo e Metodologia do Ensino de História e Geografia. Graduado em História pela UFJF (1999) e graduando em Museologia pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI). Possui experiência nas áreas de museologia, arquivologia, ensino a distância, informática, turismo e pedagogia. Atuou no Núcleo de Computação Eletrônica da UFJF, foi diretor técnico da Empresa Brasileira de Computadores (EBC). Trabalhou também na Pró-Reitoria de Pesquisa da UFJF e na Secretaria de Educação de Juiz de Fora nas áreas de gestão da informação e manutenção da rede física. Atualmente atua na Fundação Museu Mariano Procópio na supervisão de apoio a planejamentos e projetos e é professor concursado da rede municipal de Juiz de Fora.Aloysio de Paula Gerheim – Especialista em Conservação e Restauração em Pintura de Cavalete e em Conservação e Restauro de Arte Sacra, com qualificação profissional em conservação e restauração de acervos em papel. Graduado em Educação Artística (licenciatura e bacharelado) pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2008–2009). Atualmente é supervisor de conservação e restauração da Fundação Museu Mariano Procópio, somando mais de 17 anos de experiência na área de conservação e restauro de acervos artísticos e museológicos.Alice Colucci de Castro De Martin – Graduada em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2004). Atuou no Museu Mariano Procópio na reserva técnica e na elaboração, acompanhamento e execução de projetos museológicos. Como assessora técnica em Museologia, coordenou e integrou a equipe curatorial das exposições “Rememorar o Brasil: a construção do Estado-Nação” e “Fios de Memória: a formação das coleções no Museu Mariano Procópio e da Villa Ferreira Lage”, responsáveis pela reabertura dos espaços expositivos da instituição em 2023. Também participou da atualização do Plano Museológico. Na cidade de Matias Barbosa, implantou o Memorial Histórico e Cultural do Legislativo, realizando a curadoria e montagem da exposição de longa duração, além de coordenar diagnósticos de conservação do acervo, contratação de restauração de documentos e mobiliário e ações de educação patrimonial.Sérgio Augusto Vicente – Doutor e mestre em História, Cultura e Poder pela Universidade Federal de Juiz de Fora, onde também se graduou em História. Desenvolve pesquisas na área de história social da cultura, com ênfase em associativismo, sociabilidades, trajetórias intelectuais, memória, arquivos, bibliotecas e coleções documentais. Professor efetivo de História da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora, desde 2010 atua em atividades de pesquisa histórica, processamento técnico de acervos e difusão cultural em museus, incluindo produção de catálogos, inventários, curadorias de exposições, palestras e oficinas. Entre 2022 e 2023 integrou a equipe curatorial das exposições responsáveis pela reabertura integral do Museu Mariano Procópio ao público. Raquel Fonseca de Castro Arantes Alves - Pós Graduada em Auditoria e Graduada em Ciências Contábeis pela Faculdade Machado Sobrinho, Servidora efetiva da Fundação Museu Mariano Procópio - MAPRO, ocupando o cargo de TNSIII - Contadora. Atualmente exerce a função de Gerente do Departamento de Execução Instrumental, sendo responsável pela coordenação e acompanhamento da execução orçamentária e financeira da instituição, controle contábil, conformidade administrativa e prestação de contas da Fundação.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 24/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.