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O QUE Brut é um espaço de criação, um ateliê vivo dedicado a artistas com deficiência intelectual no qual a criatividade encontra total liberdade, com uma vasta diversidade de materiais disponíveis para a exploração nas artes plásticas. O projeto reune ações presenciais que oferecem um ciclo contínuo de criação e difusão artística com foco em artistas com deficiência intelectual. A proposta combina residência de 3 meses e mostra final aberta ao público com duração de 1 mês. Serão 6 turmas de 21 artistas cada (6 vagas recorrentes para artistas já ativos do QUE Brut e 15 vagas por chamamento prévio), com 6 encontros por turma, com duração de até 7h/dia, em espaço físico fixo, equipado com ampla diversidade de materiais para experimentação em artes plásticas. Após a residência artística será realizada uma mostra coletiva com duração de um mês, reunindo as turmas, com mediação para o público. Haverá registro audiovisual bastidores e planejamento estratégico de comunicação do projeto.
1) Residência Artística (Artes Visuais)Formato/Duração: programa presencial, 3 meses, 06 turmas e 06 encontros/turma (de 3h a 7h de duração). Assunto/Sinopse: processo de criação autoral em arte outsider para artista com deficiência intelectual, com experimentação de materiais, mediação e mentorias de artista convidado(a). Gera portfólios, registros e conjunto de obras por artista. Público: 15 artistas participantes selecionados(as) por chamamento + 6 artistas recorrentes. Classificação indicativa: Acima 18 anos.2) Mostra/Exposição FinalFormato/Duração: exposição presencial de 1 mês, no espaço da residência. Assunto/Sinopse: apresentação pública das obras desenvolvidas nas turmas, com curadoria, textos em linguagem simples, mediação e recursos de acessibilidade (Libras/legendas/AD em conteúdos audiovisuais selecionados). Acesso gratuito. Público: geral (visitantes, colecionadores(as), rede cultural e educacional). Classificação indicativa: Livre.3) Oficina (Ensaio/Partilha de Processo) - Contrapartida SocialFormato/Duração: 1 sessão/mês - Total: 3 sessões, gratuitas.Assunto/Sinopse: encontro público no ateliê para vivenciar etapas de criação, demonstrações de técnicas e conversa orientada com curadoria/mentores(as), promovendo formação de público e redução de barreiras de acesso. Introdução a técnicas, leitura de imagem e fruição, com mediação inclusiva e materiais acessíveis; certificação simples.Público: 15 alunos, cada encontro, com prioridade a grupos menos assistidos e pessoas com deficiência intelectual (escolas públicas, organizações da rede).Encontros práticos de iniciação (2h–4h) em materiais e processos de artes visuais.Classificação indicativa: Acima de 14 anos.
OBJETIVO GERAL Promover, no âmbito das artes visuais, a criação, a formação e a difusão de obras de artistas com deficiência intelectual, por meio de um programa integrado de residência artística presencial (com mentorias e mediação) e mostra/exposição final aberta e gratuita, ampliando o acesso do público, fortalecendo a cadeia criativa e consolidando práticas de acessibilidade comunicacional e democratização de acesso. OBJETIVO ESPECÍFICO- Viabilizar a criação autoral de 96 artistas participantes, assegurando 6 turmas e 6 encontros por turma (de 3h até 7h por encontro) em espaço equipado, com materiais e suporte técnico-pedagógico.- Produzir 6 turmas com 21 artistas cada, sendo: 06 vagas recorrentes para artistas já ativos do QUE Brut e 15 vagas por chamamento prévio. Serão 06 encontros por turma, com duração de no mínimo 3h até 7h.- Oferecer mentoria e acompanhamento crítico com profissional convidado(a), estruturando trilhas de aprendizagem e portfólios individuais (textos, fotos das obras e registros de processo). Cada turma passará por mentoria com artista mentor.- Realizar mostra/exposição final (1 mês), com acesso gratuito e mediação de público. - Realizar o chamamento público para seleção de artistas e oferecer a formação gratuita, produzir a exposição com acesso gratuito e comunicação voltada a públicos historicamente menos assistidos. - Formar e fidelizar público para artes visuais e arte outsider, por meio de mediação ativa e estratégias de comunicação acessíveis. - Fortalecer a cadeia produtiva, contratando curadoria, produção, mediação, registro audiovisual, expografia, design e serviços correlatos. - Produzir um site acessível com as obras/processos, clipping e relatórios (mentoria, mediação, acessibilidade, público e indicadores), difundindo metodologia replicável. - Promover diversidade e equidade na composição das turmas (gênero, raça/cor, território, situação socioeconômica), com regras objetivas de seleção e critérios de desempate que reduzam desigualdades de acesso. - Monitorar resultados por metas e indicadores (frequência, nº de obras catalogadas, público da mostra, alcance de comunicação, intenção de compra de obras), integrando-os à prestação de contas.
Existimos para promover o acesso ao mercado artístico para pessoas que normalmente estão fora dos circuitos tradicionais, articulando encontros e promovendo a arte outsider. No coração do projeto está a crença no poder transformador da arte. Nosso propósito vai além das paredes do ateliê: o QUE Brut é um promotor da arte outsider, abrindo o caminho para que artistas fora dos circuitos tradicionais encontrem seu lugar. O projeto promove formação, visibilidade e inserção de artistas, fortalecendo a cadeia criativa local por meio de criação, circulação e fruição cultural. Somos a prova de que a arte mais potente é aquela que nasce sem amarras, sem preconceitos e sem medo de ser única. Nosso papel é garantir que essa força criativa chegue ao público, celebrando a diversidade e o talento em sua forma mais pura. Um espaço onde artistas com deficiência encontram materiais, suporte e possibilidades para as suas criações. A criação livre, a escuta atenta e o respeito às singularidades são os pilares do nosso fazer. O QUE Brut _ Mostra e Residência de Arte Outsider responde a um vazio estrutural de oportunidades para pessoas com deficiência intelectual no circuito das artes visuais. No Brasil, esse público permanece sub-representado em processos de criação, formação e difusão, seja por barreiras arquitetônicas, atitudinais e comunicacionais, seja pela escassez de políticas continuadas que integrem ateliê, mentoria e exposição. O projeto organiza uma resposta presencial e continuada, oferecendo residência artística com suporte técnico-pedagógico e mostra final gratuita, de modo a fortalecer todas as etapas da cadeia criativa: criação, fruição, circulação e registro.A pertinência cultural decorre do reconhecimento da arte outsider como linguagem com valor estético e social, cuja potência nasce de trajetórias autorais fora dos padrões institucionais. Ao qualificar o processo criativo com mentorias de artistas convidados(as), mediação inclusiva e acesso amplo a materiais, o QUE Brut promove autonomia artística e formação de portfólios, ampliando repertórios e perspectivas de inserção profissional.A proposta está alinhada aos objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura ao:- Ampliar o acesso do público por meio de exposição gratuita, mediação e comunicação acessível;- Fomentar a formação artística (residência estruturada, acompanhamento crítico e produção de memória);- Fortalecer a economia da cultura, com contratações (curadoria, produção, mediação, registro, expografia, design), aquisição de insumos e ativação do entorno;- Promover acessibilidade (linguagem simples no conteúdo; Intérprete de Libras na abertura da exposição e ações formativas programadas, legendagem/audiodescrição em conteúdos audiovisuais e materiais compatíveis com leitores de tela). Do ponto de vista do impacto setorial, o projeto:- Forma e profissionaliza artistas com deficiência intelectual (portfólios, obras, catálogo/website);- Qualifica a rede cultural (práticas de acessibilidade e mediação, intercâmbio com instituições parceiras);- Cria e dinamiza mercado, oferecendo exposição quando houver interesse da pessoa artista, a venda de obras, ampliando o hábito de fruição.- A experiência recente do núcleo (ex.: exposição "Impulsos Intrínsecos", 08/2025) evidencia tração de público e de vendas, reforçando a viabilidade cultural e econômica da iniciativa e seu efeito positivo na autoestima e no projeto de vida das pessoas artistas envolvidas.Metodologia resumida: residência artística com 3 encontros semanais, total 6 encontros por turma (de terça-feira a quinta-feira, por 3h até 7h de duração), 1 mentoria por turma com artistas convidados(as), registro de processo e curadoria para a seleção de obras, culminando em mostra de 1 mes com mediação e catálogo/website acessível. A seleção por chamamento público assegura diversidade e transparência, mantendo artistas recorrentes do núcleo como pares-mediadores, o que favorece continuidade e transferência de aprendizados.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91):I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Plano de divulgação Etapa 1 Processo seletivo dos artistasContato direto com instituições que façam um trabalho direto com pessoas com deficiência intelectual.Divulgação nas redes sociais do QUE Brut e do Estúdio QUE para maior alcance do processo seletivo.Redes sociais ativas que permeiem a importância da arte outsider e da nossa razão de existir com conteúdos semanaisArte de chamada para o processo seletivoProcesso seletivo feito em 3 etapas:Recebimento de trabalhos/artes dos artistas aplicados de forma online.Pré Seleção de artistas — 90 artistas selecionados + 6 já residentes do QUE Brut. Seleção e organização dos grupos para que sejam múltiplos também quanto a estilo de criação — são 6 grupos de 21 pessoas, sendo 15 pessoas selecionadas por chamamento + 6 pessoas fixas residentes Que Brut.Etapa 2 Espaço ArtísticoPautas para assessoria de imprensa e contratação de empresa especializada em relações públicas no meio da arte e busca de pautas para a inauguração do projeto_entrevistas e reportagens sobre a residência artística, mostrando o processo de criação, os bastidores e as mentorias. Press-kit — Um kit de imprensa com fotos de alta qualidade do ateliê, perfis dos artistas e mentores, e o conceito do QUE Brut. Enviaremos para jornalistas e produtores culturais.Redes Sociais — presença nas redes sociais ativas, fazendo posts de bastidores da residência e posts em parceria com os artistas mentores nos dias de workshops dos mesmos. _Stories e Reels: Mostrar o dia a dia no QUE Brut. Os reels são ideais para capturar a energia do processo criativo, mostrando os artistas em ação, a diversidade de materiais e a troca entre os grupos._Séries de posts: Posts dedicadas a cada artista, apresentando seu perfil, sua técnica e o que ele está criando no QUE Brut. Isso cria uma conexão mais profunda com o público e valoriza o trabalho de cada um._Caixinhas de perguntas com os artistas: para discutir o processo criativo e responder perguntas do público.Etapa 3 ExposiçãoContratação de uma empresa de RP para cobrir o lançamento do eventoPress Kit / Seeding: envio para algumas pessoas influentes do mundo da arte um pequeno press kit como convite para a abertura e mês de exposição.Evento de abertura: Com uma lista de convidados estratégicos (curadores de museus, galeristas, colecionadores, e formadores de opinião)Conteúdo pré e pós-exposição: A presença digital será intensa e bem planejada.Contagem regressiva: Criar um senso de urgência, com contagens regressivas e teasers das obras.Documentação profissional: Fotógrafos e videomakers para registrar a exposição de forma profissional. O material deve ser usado para posts, Reels e Stories.Conteúdo pós-evento: Sobre a exposição após a abertura. Destaque a repercussão na mídia, vídeos de visitantes, e a venda de obras.
1) Residência Artística (Artes Visuais)Duração: 3 meses - 6 turmas 21 artistas por turma, sendo 15 por chamamento e 6 fixos.Cada turma: 6 encontros de no mínimo 3h até 7h. 6 turmas, 96 artistas (90 selecionados via chamamento + 6 artistas residentes recorrentes do QUE Brut);Materiais (síntese): papéis 200–300 g/m², telas 30×40/50×70/60×80; tintas (guache, acrílica; aquarela para exercícios); bastões oleosos, carvão, grafite, lápis de cor; colas PVA, fitas; pincéis variados, espátulas, rolos; suportes alternativos (MDF fino, papelão); recipientes, panos; EPIs (avental, luvas nitrílicas); itens de limpeza. Projeto pedagógico: - Abordagem centrada no artista; mediação inclusiva com linguagem simples e pictogramas; - UDL – Design Universal para a Aprendizagem (múltiplos meios de representação/expressão); - Mentorias com artistas convidados; - "Pares-mediadores" (6 artistas recorrentes) para apoio entre participantes; - Avaliação formativa (portfólio + diário visual); - Adaptação de tempos/recursos conforme necessidade.- Residência artística presencial em espaço físico fixo;Os mentores estarão disponíveis de terça a quinta-feira das 10h às 17h;Mostra/Exposição final presencial com 1 meses de duração no mesmo espaço, reunindo obras resultantes dos 3 meses de residência, com ações de mediação de público. Estrutura necessáriaAteliê equipado (mesas/cavaletes, bancadas, pias, ventilação/iluminação adequadas, armários, área de secagem e de guarda de obras);Materiais diversos de artes plásticas (tintas, papéis, telas, suportes alternativos, colas, instrumentos, EPIs);Equipe: coordenação geral, curadoria, produção executiva, educador(a)/ mediador(a), assistente de ateliê.Itens operacionais: , comunicação, registro audiovisual, acessibilidade arquitetônica e comunicacional, seguro/guarda de acervo durante a mostra, sinalização e recepção, limpeza/manutenção;Mentorias e workshops com artistas convidados (p.ex. Fernando Soares, Aline Setton, Arthur Grangeia), com cronograma alinhado às etapas da residência.Acesso gratuito à exposição e às ações de mediação de público;Residência sem cobrança para os(as) artistas selecionados(as) via chamamento (com fornecimento de materiais de base pelo projeto).Critérios de seleção de participantesElegibilidade do perfil: artistas com deficiência intelectual, maiores de 18 anos.Motivação e aderência: mensagem nos contanto por que deseja participar, interesses de criação e disponibilidade para o percurso formativo.Disponibilidade e compromisso: concordância com a frequência (3 encontros semanais por no mínimo 3h cada, durante 2 semanas) e participação nas atividades de mentoria e mediação.Processo autoral: esboços, registros ou referências (podem ser fotos/áudio/vídeo simples) que indiquem vontade de experimentar materiais e linguagens em artes visuais. Não é exigida experiência prévia.Diversidade e equidade: composição das turmas considerando gênero, raça/cor, território e outros marcadores sociais, buscando reduzir desigualdades de acesso.Rotatividade e continuidade: prioridade a quem ainda não participou do QUE Brut; manutenção de 6 artistas recorrentes do núcleo para mediação entre pares e fortalecimento de processos.Critérios de desempate: (i) situação socioeconômica de maior vulnerabilidade; (ii) residência em bairros/periferias ou municípios com menor oferta cultural; (iii) ordem de inscrição; (iv) pessoas com filhos(as) ou sob responsabilidade de cuidados.Observações operacionais: Seleção realizada por comissão (curadoria + produção + mediação); Comunicação de resultado por e-mail/WhatsApp; substituição de vagas por chamada suplementar em caso de desistência. Na prática são:1 mês para processo seletivo remoto3 meses de um espaço de residência artística para artistas com deficiência intelectual – aberto de terça a quinta das 10h às 17h.90 artistas selecionados + 6 fixos residentes do QUE Brut O espaço vai oferecer todos os materiais necessários para a criação. – no total serão 96 artistas contemplados diretamente.2) Mostra/Exposição FinalDuração: 1 mês Matériais (expografia): painéis/sistemas de fixação, molduras quando necessário, cabos/grampos, etiquetas/fichas técnicas, iluminação complementar, pedestais, material de proteção/embalagem; impressões fine-art; sinalização acessível (alto contraste, pictogramas, mapa tátil simplificado). Conteúdo/“paginação” expográfica:1 texto curatorial (1–2 laudas);4 textos de mediação (linguagem simples; 800–1.200 caracteres cada);Fichas técnicas por obra; QR Codes para conteúdos digitais acessíveis.Projeto pedagógico (mediação): visitas orientadas, roteiros com perguntas-guia, pontos de pausa; Sessões com Libras e visita sensorial agendada.3) Oficinas - atelie aberto - ContrapartidaDuração: 2h a 4h por oficina; 3 oficinas para até 15 pessoas (conforme calendário).Materiais: exercícios estruturados (cartões de atividade, referências impressas).Projeto pedagógico: objetivos por oficina; Passo a passo com adaptações (tempo, materiais, suportes); Avaliação formativa por produto/processo; Entrega de certificados.
1) Acessibilidade Física - Rota acessível: percurso externo e interno sem obstáculos, com rampas, corrimãos e pisos/guia táteis nas transições e áreas de circulação.- Sanitários: banheiros adaptados (barras de apoio, largura de porta adequada, área de manobra), sinalização em alto contraste e pictogramas.- Sinalização: placas em contraste cromático, tipografia ampliada e pictogramas; mapa tátil simplificado de entrada.- Mobilidade: corredores desobstruídos, áreas de descanso com assentos, controle de filas e atendimento preferencial; - Ingresso de acompanhante/cuidador garantido.- Ambiência: controle de iluminação e ruído; disponibilização de protetores auriculares quando necessário; sala/área para regulação sensorial.- Animais de assistência: acesso permitido e orientado à equipe.- Operação e segurança: equipe treinada em procedimentos de evacuação para pessoas com mobilidade reduzida; - Check-list de acessibilidade a cada atividade.2) Acessibilidade de Conteúdo- Libras: intérpretes de libras na abertura da exposição e mediações agendadas; identificação prévia nos materiais de divulgação.- Audiodescrição e textos alternativos: audiodescrição e roteiros em visitas mediadas selecionadas; versão com descrição e textos alternativos para vídeos.- Legendagem descritiva: legendas em vídeos e conteúdos digitais; descrição de sons relevantes e identificação de falantes.- Linguagem simples & leitores de tela: todos os textos (site, catálogo digital, painéis) com versão em linguagem simples, estrutura semântica adequada (títulos/alt text) e compatibilidade com leitores de tela.- Visita sensorial: sessões mediadas com exploração tátil segura, amostras de materiais, descrição guiada de obras e ambiente.- Mediação inclusiva: pictogramas, trilhas de mediação com QR Codes para conteúdos acessíveis (Libras/AD/legendas), instruções passo a passo.- Formação da equipe: oficina interna sobre comunicação acessível, atendimento a PCD e protocolos de acolhimento.- O cronograma prevê verificação técnica das medidas antes da abertura da mostra e monitoramento contínuo durante as residências e mediações.
- Acesso 100% gratuito para toda a visitação e mediações.- Agenda publicada com dias/horários e indicação das sessões com recursos de acessibilidade.- Catálogo digital gratuito com imagens as obras da exposição, textos em linguagem simples e compatível com leitores de tela; - Download via QR Code no espaço e nas redes.- Website/página do projeto com conteúdos acessíveis (legendas e textos alternativos/audiodescrição em vídeos), making of e clipping. - Ateliê Aberto (para visitas pré agendadas)- 2 residências mensais gratuitas (total: 6), com demonstrações de técnicas, conversa com curadoria/mentores(as) e visita orientada ao ateliê.- 2 Oficinas paralelas e mediações para professores e produtores culturais sobre artes visuais e fruição, gratuitas, com certificado simples.- 2 Residências gratuitas para 30 estudantes da rede publica/cada selecionados(as) por chamamento (materiais de base incluídos). - Visitas mediadas para grupos (CAPS, escolas, coletivos), com agendamento e recursos de acessibilidade previstos.- Publicação de registros dos melhores momentos e bastidores do projeto, pela internet. Gratuidade integral em: exposição, mediações, Ateliê Aberto e oficinas paralelas.Comunicação com linguagem simples e peças com alto contraste, indicando claramente as atividades com Libras/legendas/Audiodescrição. Inserção das ações na mídia por meio do trabalho de assessoria de imprensa;Plano de comunicação estratégico para potencializar o alcance dos projetos online.
Proponente - Coordenação Geral : Luiza Sigolo Laloni /CPF: 355.259.628-37 / Responsável por liderar a estratégia, a gestão e a materialização da visão criativa desse projeto. Seu papel será garantir que o conceito artístico se traduza em uma experiência impactante. Para isso, cuidará da articulação de parcerias, da gestão do orçamento e da coordenação da equipe, sempre com o objetivo de potencializar a criatividade e a autoconfiança de cada pessoa do time. Em resumo, será responsável por transformar a ideia inicial em uma. entrega finalizada com muito sucesso, de forma sustentável e fiel ao seu propósito. Luiza é a visionária por trás do Estúdio QUE e, mais recentemente, do QUE Brut, um espaço que ela idealizou, e trouxe à vida. A partir do vasto acervo do Estúdio QUE, ela concebeu e lançou o QUE Brut, uma iniciativa dedicada à arte outsider, mais especificamente à artistas com deficiência intelectual, visando promover seu acesso ao mercado de arte e suas carreiras. Como parte desse compromisso, ela formou uma equipe e produziu a primeira exposição do projeto, "Impulsos Intrínsecos", em 2025. O lançamento gerou um lucro de 600% com a venda das obras, sendo esse valor reinvestido no projeto e dividido entre os artistas. Com essa iniciativa, Luiza transforma sua visão em realidade, criando uma plataforma que valoriza a arte e promove a inclusão e o empoderamento de cada artista. Produção Executiva: Marina Davidovich Cusnir /CPF: 408.949.098-78 / Ela será responsável pela organização. Seu papel vai de criar e manter a estrutura que garante a sustentabilidade do negócio e permite que a visão criativa da equipe seja traduzida em processos reais e otimizados. Com foco na gestão de pessoas, cronogramas e finanças, ela é a força por trás de cada etapa, garantindo que o foco principal esteja na criatividade, na arte e no impacto social. Marina é sócia e diretora de novos negócios do Estúdio QUE desde 2023 e, mais recentemente, assumiu também a co-gestão do QUE Brut, iniciativa dedicada à arte outsider, com foco em artistas com deficiência intelectual. No projeto, atua como guardiã da organização: cuida dos cronogramas, dos pagamentos e da gestão de pessoas, garantindo que cada etapa aconteça como planejado. Sua trajetória reflete inovação, dedicação e doçura. Marina acredita nas pessoas e distribui segurança para quem está em volta. Antes de se juntar ao Estúdio QUE, trabalhou por oito anos na Meta, onde foi uma das líderes do coletivo Disability@Meta, focado em iniciativas de inclusão para PCDs. Foi por meio do projeto "Accessibility School" que conheceu e contratou o Estúdio QUE — e da admiração até fazer parte da equipe, foi um pulo.Mentor Artístico Sênior: Fernando Soares /CPF: 392.354.948-26 / Como mentor artístico da residência do QUE Brut, Fernando Soares utiliza sua vasta experiência como artista plástico premiado para moldar a criatividade e impulsionar o trabalho dos residentes. Sua prática pessoal com pintura e arte têxtil o capacita a definir a visão artística da residência, enquanto sua experiência como mentor e curador o torna o guia ideal para o desenvolvimento dos artistas. Ele é o responsável por selecionar e posicionar as obras, atuando como uma ponte crucial entre o programa e o cenário da arte contemporânea. Sua representação por galerias e a presença em acervos de museus são essenciais para o reconhecimento e a visibilidade da arte produzida na residência. Fernando Soares é um artista plástico premiado que investiga a pintura contemporânea e a arte têxtil de forma expandida, com foco em trabalhos escultóricos e tridimensionais. Através de um processo criativo que utiliza materiais como o látex, ele cria obras que exploram a materialidade da imagem e a tensão entre opostos, tanto no aspecto físico quanto psicológico. Seu trabalho já integrou acervos de instituições como o Museu Têxtil de New Orleans (EUA) e ele é representado pela Galeria Andrea Rehder em São Paulo e pela Galeria Cana no Rio de Janeiro. Além de sua produção artística, que inclui exposições em salões, feiras e galerias, Fernando atua como mentor no grupo "TREM Artes Visuais" e como curador convidado. Sua trajetória é marcada pelo reconhecimento, tendo recebido o primeiro lugar no "48° Salão de Artes Visuais Novíssimos" (2019) e no "11° Salão dos Artistas Sem Galeria" (2020). Instagram e Portfólio: @fernandovsoares Diretor Artistico: Diego Carvalho /CPF:388.732.018-22/ Diego chegou à família do Estúdio QUE como o nosso diretor de arte, em 2020 e além de designer é também artista. Sua atuação artística contempla diferentes formas de experimentação de materiais, superfícies e temas, o que contribui diretamente para sua função de diretor artístico e coordenador das oficinas, trazendo orientações voltadas para uma exploração do conhecido e desconhecido, resultando em obras fora do comum e do esperado.Instagram e Portfólio: @diegocarvalho.arte
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 24/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.