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O FLACA _ Festival Latino-Americano de Cinema Ambiental _ é o primeiro festival brasileiro dedicado exclusivamente ao cinema ambiental latino-americano, promovendo reflexão sobre crise climática e desigualdades socioambientais por meio do audiovisual. Em sua 3a edição, propõe-se realizar 08 sessões noturnas com filmes de ficção, animação e documentário seguidas de debates com especialistas, 20 sessões infanto juvenis em instituições públicas de ensino, preferencialmente em região periférica, sendo 4 delas em instituição destinada a estudantes surdos e ensurdecidos, um sessão infanto juvenil em espaço aberto, 6 oficinas, uma exposição fotográfica e um seminário. Todos de temática socioambiental. Todas as ações gratuitas.
1 - SeminárioSeminário de temática ambiental, propondo reflexões críticas sobre os impactos sociais, culturais e ecológicos dos atuais modelos de desenvolvimento. A partir de diferentes perspectivas e experiências, a conferência buscará estimular debates, compartilhar práticas e fortalecer conexões entre ciência, arte e saberes tradicionais, contribuindo para a construção de caminhos mais justos e sustentáveis para o futuro.Classificação etária: LivreLocal: dependências do Centro Integrado de Cultura - CIC2 - Sessões de Cinema em instituições de ensino público para espectadores infanto-juvenis, realizadas nas dependências das instituições de ensino, seguidas de mesa redonda. Obras de ficção ou animação, de classificação etária livre. Ação com duração de 50 minutos à 1h40 em sua totalidade.3 - Sessões de Cinema noturnas para público adulto, realizadas na Sala de Cinema Gilberto Gerlach, no Centro Integrado de Cultura, com acesso gratuito, seguidas de debate com convidados externos ao projeto, tais como especialistas em meio ambiente, cineastas, lideranças sociais e ambientais, e pessoas de conhecimento tradicional, como indígenas e quilombolas. Obras de ficção ou animação, de classificação etária livre. Ação com aproximadamente 3h de duração em sua totalidade.4 - Exposições Fotográficas - Serão realizadas duas exposições fotográficas nas dependências do Centro Integrado de Cultura. A entrada será gratuita e a classificação etária será livre. As exposições terão aproximadamente 30 fotos em sua totalidade e serão focadas em obras que dialoguem com as temáticas do festival.Uma será individual, denominada "Memórias de Atafona" do artista Flavio Veloso com imagens da região de Atafona, São Joao da Barra, Rio de Janeiro. Atafona, distrito de São João da Barra (RJ), tornou-se um dos principais símbolos globais da erosão costeira e da elevação do nível do mar, com centenas de construções destruídas pelo avanço do oceano ao longo das últimas décadas. Segundo a ONU, o aumento do nível dos mares, intensificado pelas mudanças climáticas, ameaça diretamente comunidades costeiras em todo o planeta, e Atafona se apresenta como um dos exemplos mais emblemáticos e visíveis desse processo.Outra será coletiva, composta por fotógrafos profissionais de renome nacional que trabalhem temáticas socioambientais. Nomes como André Dib, Araquém Alcântara, Bob Kuikuro, Cláudia Andujar, João Roberto Ripper, Luciano Candisani, Luiz Baltar, Luiz Cláudio Marigo (através de seu filho, também fotografo atuante), Marcela Bonfim, Marcelo Krause, Nair Benedicto, Ricardo Stuckert e Zé Paiva estarão entre os convidados.5 - Oficinas de formação temáticasSerão realizadas 6 oficinas, de conteúdo variado mas cuja temáticas central se alinhe com a do festival, tais como Produção de conteúdo audiovisual para mulheres, Introdução ao Audiovisual, Composição e Luz na Fotografia Digital, Horta Urbana, Compostagem, dentre outras, para o público geral com prioridade para pessoas de baixa renda e estudantes de escolas públicas, atingindo 240 pessoas no total. As oficinas ocorrerão na Sala Multimídia, no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC).
OBJETIVO GERAL:Democratizar o acesso ao audiovisual, promover reflexão sobre crise climática e desigualdades sociais e estimular o pensamento crítico por meio do audiovisual latino americano de temática socioambiental, usando para isso 29 sessões de cinema, um seminário, 6 oficinas, debates, rodas de conversa, exposições fotográficas e show musical, atingindo um total de 4070 pessoas.COMPROVAÇÃO através de fotos, vídeos, planilha de inscrição e lista de presençaOBJETIVOS ESPECÍFICOS:Exibir aproximadamente 25 filmes de linguagens e formatos diversos, incluindo infanto-juvenis.COMPROVAÇÃO: planilha de curadoria, programação oficial do festival, fotos e vídeos.Realizar 29 sessões de cinema gratuitas com um público total de 1510 espectadores.COMPROVAÇÃO: programação oficial do festival, fotos e vídeos.Dessas sessões citadas acima:Realizar ao menos 20 sessões em instituições públicas de ensino de todos os níveis, preferencialmente em regiões periféricas, contemplando público infanto-juvenil, estudantes da rede pública, grupos sociais vulneráveis, quilombolas e portadores de deficiência, sendo 4 delas em instituição específica para estudantes surdos e ensurdecidos, para um total de 1000 espectadores.COMPROVAÇÃO: programação oficial do festival, fotos e vídeos.Realizar 8 sessões noturnas para o público adulto tendo, EM TODAS ELAS, recursos de acessibilidade (janela de libras e/ou audiodescrição) para um total de 480 espectadores.COMPROVAÇÃO: programação oficial do festival, fotos e vídeos.Realizar 1 sessões noturnas para o público infantil, em local aberto e público, tendo um total de 50 espectadores.COMPROVAÇÃO: programação oficial do festival, fotos e vídeos.3) Promover 8 debates com convidados externos ao projeto, tais como especialistas em meio ambiente, cineastas, lideranças sociais e ambientais, e pessoas de conhecimento tradicional, como indígenas e quilombolas tendo, intérprete de Libras em pelo menos 2, para um público de 480 pessoas.COMPROVAÇÃO: programação oficial do festival, fotos e vídeos.4) Realizar 20 rodas de conversas para estudantes da rede pública de ensino, promovida pela equipe do festival, após a exibição das sessões infanto juvenis, para 1000 espectadores. COMPROVAÇÃO: fotos e vídeos.5) Realizar 6 oficinas, com temáticas variadas, tais como Produção de conteúdo audiovisual para mulheres, Introdução ao Audiovisual, Composição e Luz na Fotografia Digital, Horta Urbana, Compostagem, dentre outras, para o público geral com prioridade para pessoas de baixa renda e estudantes de escolas públicas, atingindo 240 pessoas no total.COMPROVAÇÃO: lista de inscritos, lista de presença, fotos e vídeos.6) Realizar duas exposições fotográficas com temática socioambiental com artistas de relevância nacional com recursos de acessibilidade (legenda "para cego ver" e/ou audiodescrição), entrada gratuita e visitação de 800 pessoas em sua totalidade.COMPROVAÇÃO: lista de presença, fotos e vídeos.7) Realizar show de encerramento com banda de música latina, com 3 horas de duração total, para 300 pessoas.COMPROVAÇÃO: programação oficial do festival, fotos e vídeos.8) Realizar seminário de temática ambiental, com presença de intérpretes de libras durante toda carga horária, com 6h de duração, para 200 pessoas.COMPROVAÇÃO: programação oficial do festival, fotos e vídeos.9) Realizar Mostra Online de 10 filmes hospedados na plataforma Bombozilla, plataforma de streaming especializada em documentários de impacto social, conhecida como a "Netflix das lutas sociais", durante o mês do Festival, para um público de 1000 espectadoresCOMPROVAÇÃO: relatório de acesso emitido pela plataforma
O III FLACA - Festival Latino-Americano de Cinema Ambiental consolida-se como uma plataforma estratégica de difusão do audiovisual latino-americano com foco exclusivo na temática socioambiental e na crise climática. Diante da complexidade e da gratuidade integral de sua execução, o uso do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet é fundamental para garantir a viabilidade financeira de uma estrutura que prevê 29 sessões de cinema, seminários, oficinas, exposições e shows musicais, atingindo um público estimado de mais de 4.000 pessoas.1. Enquadramento no Artigo 1º (Objetivos do Pronac)O projeto se alinha estritamente aos princípios da Lei 8.313/91, enquadrando-se nos seguintes incisos:Inciso I (Facilitar o acesso às fontes da cultura): O FLACA oferece todas as suas atividades de forma 100% gratuita, eliminando barreiras econômicas para o público.Inciso II (Estimular a produção regional e a difusão de bens culturais): Ao focar no cinema latino-americano e realizar sessões descentralizadas em regiões periféricas da Grande Florianópolis, o festival promove a circulação de obras que frequentemente estão fora do circuito comercial de exibição.Inciso IV (Apoiar, preservar e difundir as manifestações culturais): Através da Mostra Online e das sessões presenciais, o projeto difunde a cultura audiovisual e fotográfica brasileira e latino-americana, promovendo a reflexão crítica.Inciso IX (Estimular a formação de público e a capacitação de pessoal): O festival prevê 20 sessões escolares voltadas ao público infanto-juvenil da rede pública e 6 oficinas formativas em áreas como audiovisual e artes visuais, investindo diretamente na qualificação e na criação de novos repertórios culturais.2. Atendimento aos Objetivos do Artigo 3ºEm conformidade com o Art. 3º da referida Lei, o III FLACA alcançará os seguintes objetivos:Inciso I (Incentivo à formação artística e cultural): A realização de 6 oficinas práticas com foco em grupos marginalizados (mulheres, baixa renda, estudantes de escolas públicas) cumpre o papel de fomentar o conhecimento técnico e artístico.Inciso II (Fomento à produção cultural e artística): O projeto atua como um polo de exibição e debate, contratando profissionais da área, curadores e palestrantes, movimentando a cadeia produtiva da cultura em Santa Catarina.Inciso IV (Preservação e difusão do patrimônio cultural): Através da exposição "Memórias de Atafona" e da coletiva "Planeta Brasil", o projeto utiliza a fotografia para registrar e difundir realidades territoriais e ambientais de relevância nacional.Inciso V (Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais): O Seminário de temática ambiental e os 8 debates após as sessões noturnas promovem o diálogo entre especialistas, cineastas e comunidades tradicionais (indígenas e quilombolas), valorizando a diversidade de saberes.Inciso VI (Apoio a outras atividades culturais e artísticas): O projeto é multidisciplinar, integrando cinema, artes visuais (exposições fotográficas), música (show de encerramento) e pensamento crítico (seminários).3. Democratização e Acessibilidade como Eixos CentraisA necessidade do incentivo fiscal justifica-se ainda pelo alto investimento em acessibilidade e democratização. O III FLACA não se limita ao cumprimento legal; ele estrutura-se sobre a inclusão. Serão realizadas sessões específicas no IFSC Câmpus Palhoça Bilíngue para estudantes surdos, com janelas de Libras em todas as exibições noturnas e recursos de audiodescrição via QR Code nas exposições fotográficas.A descentralização territorial, levando o cinema a escolas públicas de bairros periféricos com baixo IDH, exige uma logística de produção que só é sustentável mediante o apoio institucional e o fomento público via renúncia fiscal.Em suma, a Lei de Incentivo à Cultura é o mecanismo que permite ao FLACA existir como um evento de alta qualidade técnica, rigor curatorial e, acima de tudo, como uma ferramenta de transformação social e conscientização ambiental acessível a todos os estratos da sociedade.
1 - SeminárioSeminário de temática ambiental, propondo reflexões críticas sobre os impactos sociais, culturais e ecológicos dos atuais modelos de desenvolvimento. A partir de diferentes perspectivas e experiências, a conferência buscará estimular debates, compartilhar práticas e fortalecer conexões entre ciência, arte e saberes tradicionais, contribuindo para a construção de caminhos mais justos e sustentáveis para o futuro. Duas mesas redondas compostas por 3 debatedores convidados, tais como especialistas em meio ambiente, cineastas, lideranças sociais e ambientais, e pessoas de conhecimento tradicional, como indígenas e quilombolas. Classificação etária: Livre Duração de 4h em sua totalidade Local: Dependências do CIC Todos os equipamentos necessários para a realização dessa ação são disponibilizados pelo Centro Integrado de Cultura, tais como projetor, microfone e caixas de som.2 - Sessões de Cinema em instituições de ensino público para espectadores infanto-juvenis. Classificação etária: Livre Duração de 50 minutos à 1h40 em sua totalidade. Local: instituições de ensino pública na região da Grande Florianópolis, preferencialmente em bairros periféricos ou de IDH abaixo da média municipal. Os equipamentos necessários para a realização das sessões serão locados. A saber: projetor de 4000 lumens, tela de projeção com base de tripé, tripé de projeção e caixas de som.3 - Sessões de Cinema noturnas para público adulto, seguidas de debate com convidados externos ao projeto, tais como especialistas em meio ambiente, cineastas, lideranças sociais e ambientais, e pessoas de conhecimento tradicional, como indígenas e quilombolas. Classificação etária: Livre Duração: Até 3 horas em sua totalidade (projeção + debate). Local: Sala de Cinema Gilberto Gerlach, no Centro Integrado de Cultura. Os equipamentos necessários para a realização das sessões serão locados quando necessário ou disponibilizados pela administração do CIC.4 - Exposições Fotográficas 4.1 - Exposição Fotográfica Memórias de Atafona - Flavio VelosoExposição composta por 10 fotografias de grandes dimensões produzidas na comunidade de Atafona (RJ), território altamente impactado pela elevação do nível do mar e frequentemente citado pela ONU como uma das áreas mais vulneráveis do mundo. Classificação indicativa: livre. Imagens impressas em vinil-adesivo sobre placa de foam board, garantindo um conjunto leve e resistente. Serão montadas em gabinete de alumínio no verso da placa de foam, possibilitando que a obra fique afastada da parede, flutuando no ambiente. A opção do projeto expográfico pela montagem sem moldura facilita o processo de transporte e dá maior visibilidade à imagem em si, que já é de grandes dimensões. As fotografias terão tamanho variando de 100 x 150cm a 100 x 200cm. Toda imagem será acompanhada por uma placa de aproximadamente 15x30cm com nome do autor, local e informações sobre o objeto retratado. O textos serão feito através de vinil adesivo com recorte a laser aplicado sobre placa de foam board. Um QRCODE acompanhará as obras de forma que o espectador consiga acessar a exposição virtual, com mais imagens e informações. Uma TV de LED 55” será exposta no ambiente, anexa às imagens, textos informativos, mini documentários e outras informações, contextualizando o que vem acontecendo na região, um dos hotspots mundiais das consequências da elevação do nível do mar. Uma parede cenográfica de 200 x 300 x 20cm será montada em marcenaria na entrada e sobre ela aplicada o texto de abertura da exposição. O texto será feito em vinil adesivo com recorte a laser. Um convidado externo ao projeto, com conhecimento e alinhamento com a temática, será convidado a assinar o texto de abertura.4.2 - Exposição Fotográfica Coletiva - Planeta BrasilExposição coletiva composta por 20 imagens de fotógrafos profissionais de renome nacional que trabalhem temáticas socioambientais. Nomes como André Dib, Araquém Alcântara, Bob Kuikuro, Cláudia Andujar, João Roberto Ripper, Luciano Candisani, Luiz Baltar, Luiz Cláudio Marigo (através de seu filho, também fotógrafo atuante), Marcela Bonfim, Marcelo Krause, Nair Benedicto, Ricardo Stuckert e Zé Paiva estarão entre os convidados. As imagens abordarão as belezas, riquezas e contradições presentes em nosso território. Pretende-se apresentá-las as mais diversas quanto possível em termos de territorialidade. O objetivo é traçar um retrato do país através da lente dos artistas convidados. Composta por 20 fotografias com tamanhos variando de 50x75cm a 60x90cm, as imagens serão impressas em papel fotográfico, montada sob foamboard e emolduradas em moldura de madeira com cor a ser definida. A opção pelo emolduramento sem vidro se dá pela alternativa de deixar o conjunto leve e pela fragilidade do vidro ao transporte. Toda imagem será acompanhada por uma placa de aproximadamente 15x30cm com nome do autor, local e informações sobre o objeto retratado. O textos serão feito através de vinil adesivo com recorte a laser aplicado sobre placa de foam board. Um QRCODE acompanhará as obras de forma que o espectador consiga acessar a exposição virtual, com mais imagens e informações. Uma parede cenográfica de 200 x 300 x 20cm será montada em marcenaria na entrada e sobre ela aplicada o texto de abertura da exposição. O texto será feito em vinil adesivo com recorte a laser. Um convidado externo ao projeto, com conhecimento e alinhamento a temática, será convidado a assinar o texto de abertura.5 - Oficinas de formação temáticasAs oficinas, em um total de 06, terão caráter expositivo, ministrada na Sala Multimídia, no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC). Os conteúdos serão variados como audiovisual (introdução ao cinema, produção de conteúdo para mulheres…), artes visuais (Composição e Luz na Fotografia, Introdução à Fotografia Digital, grafite…) e meio ambiente (horta urbana, compostagem…). Apesar da variedade de conteúdo, a base temática sempre será questões socioambientais latino americana. As ações serão para público geral com prioridade para pessoas de baixa renda e estudantes de escolas públicas, atingindo 240 pessoas no total. As inscrições serão feitas através de formulário online com linguagem mais simples quanto possível.
ACESSIBILIDADE FÍSICA:As sessões noturnas regulares seguidas de debates, as oficinas e o seminário ocorrerão no Centro Integrado de Cultura (CIC), equipamento cultural público de referência, reconhecido por seu caráter democrático e por sua ampla acessibilidade arquitetônica, contando com rampas, sanitários adaptados e infraestrutura adequada para garantir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, como pisos antiderrapantes e regulares, assim como sinalização adequada e assentos especiais para obesos e cadeirantes. O CIC foi concebido para atender às normas de acessibilidade e mobilidade, possibilitando a participação plena de diferentes públicos nas atividades culturais, tendo suas adaptações arquitetônicas focadas em possibilitar autonomia, conforto e segurança para seus usuários. Sua localização estratégica e infraestrutura consolidada contribuem para a democratização do acesso ao cinema e para o fortalecimento do espaço como polo de difusão audiovisual e reflexão crítica na cidade.As sessões infanto juvenis acontecem em instituições públicas de ensino com farta acessibilidade arquitetônica, como rampas e elevadores para cadeirantes. A escolha da instituição passará por esse critério por parte do projeto.Outras 4 sessões escolares acontecem no IFSC Câmpus Palhoça Bilíngue. O IFSC Câmpus Palhoça Bilíngue apresenta uma infraestrutura arquitetônica planejada para garantir o acesso pleno e a circulação autônoma de todos os seus usuários, em conformidade com as normas brasileiras de acessibilidade (como a NBR 9050). Sendo o primeiro câmpus bilíngue (Libras-Português) da América Latina, o espaço físico é projetado para eliminar barreiras, contando com rampas de acesso, corredores amplos, elevadores e sinalização adequada. Além da acessibilidade física, o câmpus se destaca pela acessibilidade comunicacional, oferecendo ambientes preparados para a interação visual e auditiva, o que facilita a realização de eventos culturais inclusivos. A instituição mantém o Núcleo de Acessibilidade Educacional (NAE), que atua continuamente na adaptação de espaços e recursos para atender às necessidades específicas da comunidade, consolidando o local como um ambiente democrático e apto a receber produções culturais que priorizam a diversidade e a inclusão social.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:No campo comunicacional e de fruição das obras, o festival adotará múltiplas estratégias para ampliar a compreensão e o acesso às atividades. Os materiais gráficos e digitais de divulgação utilizarão linguagem simples e objetiva, facilitando o entendimento das informações pelo público em geral.Todos os filmes receberão recursos de acessibilidade contando com intérprete de libras, legenda descritiva e audiodescrição.Serão realizadas 4 sessões no IFSC Câmpus Palhoça Bilíngue com janela de libras para público majoritariamente de jovens surdo ou ensurdecidos. O IFSC Câmpus Palhoça Bilíngue é a primeira unidade da Rede Federal focada na educação bilíngue (Libras-Português) para surdos e ouvintes.Serão realizadas duas exposições com artistas de relevância nacional, uma coletiva e uma individual, ambas de temática socioambiental. Nas duas ações, as imagens serão acompanhadas de qr-code que apontarão para audiodescrição e outras informações que se julgarem necessárias para ampliar a experiência visual dada ao espectador. Apesar de ser um recurso de acessibilidade, o objetivo aqui é ampliar o uso da ferramenta.Contaremos com a presença de um intérprete de libras durante toda carga horária (6h) do seminário de temática ambiental.Os filmes estrangeiros exibidos serão traduzidos e legendados em português, garantindo acesso linguístico ao conteúdo. Vale frisar que o FLACA em suas últimas edições já vem trabalhando para ampliar os recursos de acessibilidade, incluindo sensibilização sobre Libras para ouvintes e a priorização de cópias com recursos de acessibilidade mesmo quando já atingido o número de sessões propostas com acessibilidade.Essas medidas reafirmam o compromisso do FLACA com a inclusão cultural, entendendo a acessibilidade não como um recurso complementar, mas como princípio estruturante do projeto. Ao integrar infraestrutura acessível e estratégias de comunicação inclusiva, o festival amplia a participação social e fortalece seu papel como espaço democrático de difusão do cinema ambiental.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOA democratização do acesso constitui eixo estruturante do III FLACA – Festival Latino-Americano de Cinema Ambiental, sendo operacionalizada por meio da gratuidade integral das ações, descentralização territorial, ampliação de acesso digital, formação de público e políticas de inclusão social e acessibilidade.Todas as atividades do festival serão 100% gratuitas, não havendo comercialização de ingressos ou produtos culturais. O acesso às sessões, oficinas, exposições, seminário e apresentação musical será livre, com controle de público por ordem de chegada ou inscrição prévia quando necessário, assegurando ampla participação social.As 8 sessões noturnas seguidas de debates ocorrerão no Centro Integrado de Cultura (CIC), equipamento público de referência estadual, reconhecido por sua infraestrutura acessível e localização estratégica, próxima a terminal de transporte coletivo, universidades e comunidades de distintos perfis socioeconômicos. A escolha do espaço garante acesso facilitado, mobilidade urbana e segurança ao público.Como estratégia de descentralização territorial e redução de desigualdades no acesso ao cinema, serão realizadas ao menos 20 sessões em instituições públicas de ensino, prioritariamente situadas em regiões periféricas e bairros com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), especialmente em áreas que não dispõem de salas de cinema comerciais. Essa ação amplia o acesso ao audiovisual latino-americano para públicos historicamente afastados dos circuitos culturais formais.Dentro desse recorte, estão previstas ao menos 8 sessões destinadas a estudantes da pré-escola e anos iniciais do ensino fundamental, fortalecendo a formação de público desde a infância e promovendo o contato precoce com o cinema como ferramenta de sensibilização socioambiental.Quatro sessões serão realizadas no IFSC Câmpus Palhoça Bilíngue, instituição referência na educação bilíngue (Libras-Português), ampliando o acesso de estudantes surdos e ensurdecidos por meio de exibições adaptadas.A ampliação territorial do acesso será potencializada por meio da Mostra Online, que disponibilizará gratuitamente 10 filmes na plataforma Bombozilla durante o mês do festival, permitindo acesso em todo o território nacional. O acesso será georreferenciado para o Brasil, garantindo gratuidade e alcance ampliado para públicos que não possam comparecer presencialmente às atividades.No eixo formativo, serão realizadas oficinas gratuitas com inscrição aberta, priorizando estudantes da rede pública e grupos historicamente marginalizados, tais como comunidades quilombolas, povos indígenas, população negra, população LGBTQIA+, moradores de periferias urbanas, mulheres — especialmente mulheres negras — e mães solo. A política de seleção priorizará critérios de inclusão social e diversidade, ampliando o acesso à formação cultural e técnica.As exposições fotográficas e o seminário ambiental também terão entrada gratuita e ampla divulgação pública, assegurando fruição cultural irrestrita e participação cidadã.O festival adotará ainda estratégias de comunicação acessível e ampla difusão em escolas públicas, universidades, organizações da sociedade civil, coletivos culturais e redes comunitárias, fortalecendo o alcance junto a públicos sub-representados no acesso às políticas culturais.Ao integrar gratuidade, descentralização, inclusão social, acessibilidade e distribuição digital, o III FLACA promove acesso efetivo ao audiovisual latino-americano de temática socioambiental, contribuindo para a formação crítica, ampliação de repertório cultural e fortalecimento da cidadania cultural.
Cristovam Muniz Thiago - Diretor de CuradoriaProdutor, diretor e curador com 10 anos de atuação nas áreas de audiovisual, cinema, festivais e cineclubes. Formado em Ciências Biológicas pela UNIRIO (2004) e Mestre em Zoologia pelo Museu Nacional/UFRJ (2017). Atua desde 2010 com produção cultural, inicialmente na área musical e, desde 2019, com direção, curadoria e produção executiva em projetos de cinema e artes visuais.Entre 2010 e 2014, produziu CDs e turnês dos grupos catarinenses Côro de Gato e Projeto Nosso Samba, trabalhando com artistas como Nelson Sargento, Moacyr Luz, Tunico da Vila e Moyseis Marques.Desde 2019, é presença constante em festivais de cinema ambiental no Brasil, exercendo funções de diretor geral, diretor assistente, coordenador de curadoria, produtor executivo e programador. Participou da criação e execução de diversos festivais, como:Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense – co-idealizador, diretor assistente, coordenador de curadoria e produtor executivo (diversas edições, incluindo a edição Açores/Portugal);Festival Internacional de Cinema Ambiental de Garopaba – idealizador, diretor geral e diretor de curadoria (edições 2022, 2023, 2024 e 2025);Cineclube Vozes Veladas, Cineclube Marighella, Cineclube Educa Ambiental e Cineclube Pátria Grande – idealizador, diretor de curadoria, diretor geral e produtor executivo (projetos contemplados em diversos editais, incluindo Prêmio Catarinense de Cinema e PNAB).Festival Internacional Calango (DF) – coordenador de curadoria (2022).Guaporé – Festival Internacional de Cinema Ambiental (RO) – coordenador de curadoria (2021).Trabalhou também em projetos de artes visuais, incluindo a produção executiva da exposição “Encantos da Ilha”, do fotógrafo Flavio Veloso (2022), e no projeto “Mulheres de Areia – Memórias de Atafona” (2024), contemplado pela Lei Paulo Gustavo.Participou de mais de 20 projetos culturais financiados por editais municipais, estaduais e federais (Lei Paulo Gustavo, Aldir Blanc, FAC Brasília Multicultural, Prêmio Catarinense de Cinema, Governo dos Açores, entre outros), exercendo papéis de direção, curadoria, produção executiva e criação de cineclubes.Atua hoje como diretor geral, produtor executivo e coordenador de curadoria em festivais de cinema, mostras, cineclubes e projetos audiovisuais em Santa Catarina, com destaque para sua contribuição na consolidação de iniciativas voltadas ao cinema ambiental e à formação de público.Flávio Veloso - Diretor Geral e Artístico (representante legal da empresa proponente)Fotógrafo, produtor cultural e empreendedor com mais de 25 anos de trajetória profissional. Graduado em Ciências Biológicas e tecnólogo em Fotografia, iniciou sua relação com a imagem a partir da vivência intensa nas áreas naturais do Rio de Janeiro, onde consolidou a decisão de transformar a fotografia em profissão.Suas imagens ilustram publicações nacionais e internacionais como National Geographic, The Washington Post, O Globo, Veja, Sydney Morning Herald, The Age, Traveller, entre outras, além de revistas especializadas e guias de viagem. Atendeu grandes agências de publicidade e teve trabalhos veiculados em campanhas de marcas como Citibank, Itaú, Bradesco, Uber, Emirates Airlines, Boeing e Comitê Olímpico Internacional (COI). É autor de uma das fotografias mais valorizadas para uso comercial na plataforma inglesa Image Brief, tornando-se case internacional de licenciamento de imagem.Paralelamente à atuação comercial, desenvolve consistente produção autoral em fine art, com obras comercializadas no Brasil e no exterior, diretamente ou por meio de galerias, arquitetos e empresas do setor criativo. Parte de seu acervo integrou o Projeto Flagship do Citibank no Brasil. Mantém parceria internacional com a perfumaria francesa Olfactive Studio, fundada por Céline Verleure, na criação da fragrância Still Life in Rio, distribuída em mais de 30 países, consolidando o diálogo entre fotografia artística contemporânea e perfumaria de nicho.Como agente cultural, atua como curador, diretor artístico, produtor executivo e oficineiro. Nos últimos anos realizou e participou de mais de 20 projetos contemplados por editais públicos como Lei Rouanet, Aldir Blanc, Paulo Gustavo e Circuito Catarinense de Cultura. Entre os destaques estão o Festival Internacional de Cinema Ambiental de Garopaba (FICA), o Festival Latino-Americano de Cinema Ambiental (FLACA) e uma ampla rede de cineclubes e mostras ao ar livre em Santa Catarina e no Rio de Janeiro, com sessões, debates e ações formativas em comunidades periféricas e quilombolas.idealizador dos workshops “Paisagens Cariocas” e “#abrindoacaixapreta”, ministra cursos e oficinas em diversas cidades brasileiras, além de realizar exposições no Brasil e no exterior, incluindo participação em festival de arte na Alemanha.Com perfil empreendedor, é cofundador da Indizível Expedições Fotográficas, unindo ensino, viagem e experiência estética. Divide residência entre Florianópolis e Rio de Janeiro, viajando pelo Brasil e pelo mundo em busca de imagens, projetos e conexões entre arte, território e transformação cultural.Thais Alemany - Produtora ExecutivaProdutora executiva cultural e audiovisual com ampla atuação em cinema, festivais, cineclubes, circo, artes visuais, literatura e música. Fundadora da Expancine Produções, desenvolve e realiza projetos culturais em Florianópolis e em diversas regiões do Brasil.Possui formação em Letras Francês (UFSC/Université Lille 2) e Letras Inglês e Espanhol (UFSC), com extensa qualificação técnica em cinema, audiovisual, fotografia, produção e captação de recursos. É vencedora de diversos Prêmios de Reconhecimento da Lei Aldir Blanc (estadual e municipal).Desde 2017, atua como produtora executiva, diretora de produção, diretora criativa, curadora, programadora e realizadora em dezenas de projetos culturais. Trabalhou em curtas, séries, shows, residências artísticas, exposições, oficinas, circuitos culturais e grandes festivais.Entre seus principais trabalhos estão:FICA – Festival Internacional de Cinema Latino-Americano de Garopaba (produtora executiva e produtora – edições 2024 e 2025);Festival Ó Lhó Lhó (proponente, produtora executiva e produtora);Direção de produção dos curtas O ET da Vargem Pequena e La Vida es un Fandango;Coordenação das Mostras Audiovisuais da Maratona Cultural (2024);Residências artísticas em circo (CADÊ?), dança indígena (PACHAWARMIKUNA) e artes visuais;Produção de séries, videoclipes, espetáculos, oficinas e exposições;Realização de dezenas de sessões de cinema ao ar livre, cineclubes e ações territoriais de audiovisual;Participação em projetos nacionais de grande porte com produtoras como O2 Filmes, Complô Filmes, Harmônica Arte e Entretenimento e Estilingue Filmes;Experiência acumulada em publicidade, cinema, TV, festivais, circulação cultural e produção comunitária.Atua ainda com videoarte, projeção mapeada, direção criativa, fotografia, produção de campo e gestão cultural. Sua trajetória inclui trabalhos no Brasil e no exterior (Bahia, Minas Gerais, Santa Catarina, Cuba, França), além de circulação por mais de 25 cidades em projeto de realidade virtual do SENAC.Fundadora da Van Expancine, uma base móvel de produção cultural, e idealizadora de projetos multi artísticos, Thais reúne sólida experiência em gestão, execução, produção audiovisual e articulação de redes culturais.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 27/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.