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PRONAC 262108Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Guardiões da Memória - Yvyraija

ALBERTO ALVARES
Solicitado
R$ 195,1 mil
Aprovado
R$ 195,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Tanguá
Início
1900-01-01
Término
1900-01-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Guardiões da Floresta Yvyraija é de um curta ficcional de 15 minutos em full hd, 16:9 em log com posterior coloração, onde um jovem Guarani Mbya depara-se em constante conflito entre o mundo jurua (não indígena) em contraposição ao seu Tape Porã (belo caminho) para seu povo. O jovem, encontra-se dividido entre a vida em aldeamento, como um jovem que tem indícios de ser um Yvyra'ija, Guardião das palavras e memórias ancestrais de seu povo, e a vida externa ao local, onde seria um cantor de piseiro. No enredo relatam-se histórias de conflito e desafios sociais e espirituais que marcam o caminho de sua realização enquanto yvyra'ija sobrepondo e equilibrando o modo de ser guarani com o mundo externo à cultura, transparecendo os desafios de os jovens manterem a cultura viva ao conviver com o mundo externo aos aldeamentos.O curta terá versão com audiodescrição e legenda descritiva e possuir legenda em português para as falas em Guarani e não é um programa de TV ou websérie.

Sinopse

Kuaray Poty é um jovem Guarani da Terra Indígena Jaraguá, localizada na metrópole de São Paulo. Kuaray mora na aldeia mas trabalha fora e integra uma banda de forró. Aos poucos começa a sentir-se confuso, dividido entre sua cultura ancestral e o mundo do não indígena. Em sua jornada, passa por uma série de encontros: primeiro, com os sábios Kunha Takua e Karai Jekupe. Depois, o protagonista tem um encontro com um um não indígena curioso que aborda Kuaray quando este anda pelo centro da cidade. Por fim, Kuaray se depara com um espírito ancestral da floresta, o Curupira. É através desses conflitos e ensinamentos que Kuaray passa pouco a pouco a entender mais seu lugar no mundo, se afastando do universo do não indígena para se dedicar a sua cultura dentro da casa de rezas. O filme termina então, em um grande ritual de nhemongarai, o batismo Guarani, em que Kuaray se vê renovado e uma vez mais integrado a seu povo.

Objetivos

Objetivo Geral:Presar pela valorização da preservação da memória ancestral Guarani mediante o confronto com o crescimento e desenvolvimento da urbanização que cerceia os aldeamentos e a dificuldade da transmissão devida da cultura ancestral com formação de novos rezadores devido ao desinteresse da juventude mbya em dar continuidade a manutenção da espiritualidade.Objetivo específico:Criação de curta metragem sobre a formação de um yvyraija na cultura Guarani Mbya em contraposição ao interesse do jovem protagonista na cultura não indígena colocando-o em uma encruzilhada onde deve se concentrar para garantir a conexão com a sua espiritualidade e manutenção do saber encestral, mediante a necessidade de concentração para se tornar rezador.Realizar 5 exibições gratuitas do filme na terra indígena jaragua.Realizar a entrega do material para a diretora da escola EMEF ANDRE RODRIGUES DE ALCKMIN para implementação nas aulas posteriormente ao projeto, incentivando a lei 11.645/2008, que obriga o ensino de história e cultura indígena nas escolas.

Justificativa

O cinema Guarani é uma ferramenta importante para as comunidades contra a expulsão e exploração de suas terras, na luta pelo direito, reconhecimento e valorização do nosso modo de viver. A mídia, na maioria das vezes, nos projeta de forma estereotipada e romantizada. Porém, quando invertemos o ponto de vista da câmera e produzimos nosso próprio registro, transmitimos ao mundo nosso olhar. Deixamos de ser "caça", e nos tornamos caçadores.Com isso quero dizer que as imagens, além de ser um poderoso meio de comunicação, também são um importante instrumento de luta para o nosso povo, pois a filmagem nos possibilita construir outra forma de contar o nosso modo de viver Guarani e de descobrir o outro, de conhecer diferentes mundos pelos olhos da câmera. Para tanto é importante a apropriação das técnicas de produção de imagens por parte de indígenas e do protagonismo dos jovens indígenas na produção de discursos audiovisuais, a partir de dentro das lógicas culturais e dialogando em meio a fronteira de dois mundos (cidade e aldeia).Através da salvaguarda da memória pela câmera, a cada amanhecer, acordo com um ponto de interrogação, pensando o que vem depois de cada curva da estrada da vida, onde cada desvio é uma surpresa. Passei a compreender que o registro de fotografia, vídeos, som e filme, são um caminho cíclico, como a continuidade de um rio, que nasce e morre como o encontro de si mesmo em um fluxo criativo.Quem nos ensina este olhar, dentro da nossa cultura Guarani são os velhos Yvyra’ija, os guardiões sábios de nossa cultura, que na atualidade são escassos e não sabemos quando vão partir deste lugar.Dessa forma, o registro das memórias e narrativas do processo de se tornar um yvyra’ija surge como um chamado, uma proposta de cinema urgente, a ser realizada por nós, tanto na intenção de contribuir internamente para nosso povo, propiciando a continuidade e transmissão de conhecimentos as novas gerações, quanto externamente buscando envolver a sociedade em uma aproximação e respeito ao nosso Nhandereko (modo de ser guarani). O registro captado pela câmera vai ultrapassando a fronteira dos dias entre os dois mundos, o não indígena e o Guarani, alcançado pela sabedoria de nossa cultura ancestral e pelos yvyra'ija.Assim a memória e a imagem filmada nos ajudará a guardar a narrativa do nosso modo de viver, fortalecendo nosso saber e nosso sistema coletivo de pensamento sobre o nosso Território para a posteridade de nossas aldeia.

Estratégia de execução

Argumento do Roteiro de filme média metragem documental Para o nosso povo Guarani, a memória e a narrativa de sabedoria das belas palavras e as cantorias que nos move em nossa caminhada no “tape porã” no bom caminho e o documentário que nos relembram o passado e o presente para o amanhã.O cinema Guarani é uma ferramenta importante para as comunidades contra a expulsão e exploração de suas terras, na luta pelo direito, reconhecimento e valorização do nosso modo de viver. A mídia, na maioria das vezes, nos projeta de forma estereotipada e romantizada. Porém, quando invertemos o ponto de vista da câmera e produzimos nosso próprio registro, transmitimos ao mundo nosso olhar. Deixamos de ser “caça”, e nos tornamos caçadores.Quero dizer que as imagens permitem, além de ser um poderoso meio de comunicação, também ser um importante instrumento de luta para o nosso povo. Que a filmagem nos possibilita construir outra forma de contar o nosso modo de viver Guarani e de descobrir o outro e de conhecer diferentes mundos pelos olhos da câmera. Por isso é importante a apropriação das técnicas de produção de imagens por parte de indígenas e do protagonismo dos jovens indígenas na produção de discursos audiovisuais, a partir de dentro das lógicas culturais e dialogando em meio a fronteira de dois mundos (cidade e aldeia).Hoje, a cada amanhecer, acordo com um ponto de interrogação, pensando o que vem depois de uma curva da estrada da vida, a cada curva, uma surpresa. Assim são os velhos Yvyra’ija, os guardiões sábios, não sabemos quando vão partir deste lugar.Dessa forma, o registro das memorias e narrativas, surge como um chamado, uma proposta de cinema urgente, a ser realizada por nós. Tanto na intenção de contribuir internamente para nosso povo, propiciando a continuidade e transmissão de conhecimentos as novas gerações, quanto externamente buscando da sociedade envolvente uma aproximação e respeito ao nosso Nhandereko (modo de ser guarani). Sendo assim, passei a compreender que o registro de fotografia, vídeos, som e filme, são o caminho como o rio e é como um sonho que guarda a imagem para ser lembrada dentro do seu próprio povo. Por isso, para a imagem ser guardada dentro de uma câmera não existe o limite de captar a sabedoria, porque registro captado vai ultrapassando a fronteira dos diálogos entre os dois mundos.Assim a memória e a imagem filmada nos ajudará a guardar a narrativa do modo de viver Guarani no fortalecimento do nosso saber e do sistema coletivo e o pensamento sobre o nosso Território da nossa aldeia... ...Sendo assim, quando me dei a conta na beira da fogueira tomando chimarrão com Kunha Takua e o Karai Jekupe o sol já estava se pondo na aldeia Yvy Porã, no município de São Paulo. E a sábia Kunha Takua e o Karai Jekupe estavam sentados em cima de um banco que é feita de um tronco de uma árvore no espaço da cozinha, na qual a fumaça subia do fogo se misturando com a noite.Chega à noite escura, domina com a sua brisa o céu estrelado. Não ouvimos mais nada além do som dos insetos e barulho da cidade Grande e ronco do carro e esturro da onça na reserva da mata do Pico de Jaraguá e dos cantos de pássaros noturnos.Em seguida vi uma fogueira iluminando vários rostos dentro da casa de reza. Ouvi o som da Takuapu (bastão que só as mulheres tocam) acompanhando o canto sagrado. Fico muito encantado pela força da dança do Yvyra’ija(dança que aquece o corpo para ter o contato diretamente com a espiritualidade com o Nhanderu) e das vozes das mulheres que se misturavam em um ritual que se expressava a alegria de poder estar alcançando um novo amanhecer.Ao me despedir do pessoal depois do ritual na casa de reza, o jovem Kuaray Poty me chamou para conversar e falou sobre o seu desejo de realizar um filme sobre o “Yvyra’i já – Guardiões das Palavras”. Durante a cerimonia me senti abraçado pela força da espiritualidade do meu povo, e via muito Kuaray e a sua dedicação de querer acompanhar os sábios durante o ritual dos cânticos sagrados e eu ao mesmo tempo fui abraçado pela força da espiritualidade e parecia que estava em outro mundo.No outro dia, enquanto estava tomando chimarrão com Kunha Takua e Karai Jekupe, chegou o Kuaray Poty na beira da fogueira e convidei a ele com um mate de chimarrão. Então, a sábia Takua perguntou ao Kuaray se tinha sonhado algo depois da força da reza que participou juntos com os mais velhos na opy, a casa de reza, e ele respondeu enquanto estava tomando chimarrão, foi narrando que tinha visto no sonho dele, aprendendo a ser o Ivyra’ija (Guardiões das Palavras). Escutamos ele narrando silenciosamente o seu sonho encantado.Fiquei muito maravilhado com a narrativa do jovem Kuaray Poty e pedi que me mostrasse um pouco do seu sonho imitando os passos da dança do Guardiões através da reza. Enquanto estávamos nos preparando para ir em um lugar, onde o Kuaray ia me mostrar o passo da dança do Yvyra’yjá, a chuva forte de repente interrompe o lindo dia. Mas tudo e bonito, porque somos cercados pelos sons da chuva e da natureza. Uma pluralidade de vida me encanta na tekoa Yvy Porã onde se encontra minúsculo de terra Guarani Mbya, e onde meus parentes vivem: - tem árvores, montanhas, flores e córrego. Pássaros voam de um lado para o outro, pousam nos galhos das árvores, com o seu cantar delicado compondo a melodia da floresta; Cobras rastejam abaixo, silenciosas, macacos procuram por frutas, tatu, entram e saem de suas tocas, se perguntando se o mundo lá fora é seguro.Em uma fusão onírica entre imagens e sons fauna e flora, comecei também observar a forma de mulheres trançando a cestaria na aldeia, e escutando os cantos suavemente na língua durante a trança do ajaka – cesto e ao mesmo tempo estava sentindo o cheiro de aroma da mata que o vento trazia até a mim. E os sons da natureza acalmando o espírito, e me permite que a minha mente pare por um instante, contemplando a paz dos cantos da floresta.Ouvi um canto suave em uma casa que se sobrepõe aos poucos com outras vozes e melodias. Vi os jovens Kuaray Potyguerreiro se pintando com o jenipapo e urucum. Enquanto o sábio Karai Jekupe tocava seu mbaraka pedindo a força do canto de Guardiões ao Nhanderu para que ele pudesse ensinar o Kuaray para ser uns dos Guardiões da memória de sabedoria, dos cantos e da reza do nosso povo Guarani.Enquanto o canto estava sendo entoado, as flores da floresta são levadas pelo vento, e ao mesmo tempo vi um jovem caminhando pela trilha da aldeia fumando o seu petyngua(cachimbo. Parecia que o jovem era guiado pela fumaça do cachimbo e pelo reflexo do sol, e assim surgira mais um guerreiro “Yvyra’ija – Guardiões das Palavras”.

Especificação técnica

O curta metragem deve ter cerca de 15 minutos, gravado em log com coloração, em formato digital, com audiodescrição e legenda descritiva e possuir legendagem em português para as falas em Guarani.

Acessibilidade

Como proposta de Acessibilidade de conteúdo teremos audiodescrição e legenda descritiva no filme e como acessibilidade física, teremos rampa para acesso ao local de exibição e banheiro local, nas 5 exibições na terra indígena jaragua em São Paulo - SP.

Democratização do acesso

O documentário deve ter sua estréia de exibição e mais 4 exibições na aldeia Yvy Porã de modo gratuito e também deve fornecer o material com link restrito à diretoria da escola pública EMEF ANDRE RODRIGUES DE ALCKMIN, na Brasilândia, para uso no plano escolar.Não haverá contrapartida social na medida que a distribuição nos eventos de exibição deve ser 100% gratuita, assim como o acesso do material para a escola EMEF ANDRE RODRIGUES DE ALCKMIN também deve ser gratuita, com uso mediado pela diretoria local, junto aos professores.

Ficha técnica

Alberto Alvares: diretor cinematográfico, diretor de fotografia, editor, tradutor português guaraniDoutorando e mestre da Pós em Cinema Audiovisual da UFF (2023 - 2025) é cineasta Guarani Nhandewa, nascido na aldeia Porto Lindo, MT. Professor e tradutor de Guarani, ministra curso de formação de cineastas indígenas. Realizou mais de 20 documentários, entre eles “Karai ha’egui Kunhã Karai ‘ete”/”Os verdadeiros líderes espirituais” (2014), “O último sonho” (2019) e “Guardião das Memórias” que foi exibido na 21a Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil em 2020; os longas-metragem Kunhangue Arandu: a Saberdoria das Mulheres, (2021) Yvy Pyte - Coração da Terra, do Projeto Itaú Cultural/Rumos, 2023. Ganhador de vários prêmios: como Forumdoc, em BH; e Doclisboa, em Lisboa, 2022. Um dos autores Falas da Terra Especial, em 2021, da TV Globo. Participou do Projeto Financiado Mondes Americains – EHESS (França/Paris), 2023. Codireção e fotografia do Futuro da Terra, para o Itaú Cultural Play - 2023. Direção de Guardião das palavras, (2025 - 2026).Ana Carolina Campos: produtor executivo, produtor localProdutora Cultural formada pelo Programa Trânsitos desenvolvido pelo ITO (Instituto Tomie Ohtake) (2023) com pós-graduação em gestão e produção pelo centro de estudos da américa latina da USP (Cellac) (2024 - 2025). Produziu e geriu projetos culturais diversos entre 2019 - 2025, nas comunidades indígenas Guarani Mbya da cidade de São Paulo, mobilizando recursos e materiais de arte em diversas mídias para gestão plurianual de ponto de cultura indígena (aldeia Pindo Mirim e Itakupe), exposições de arte contemporânea indígena, séries fotográficas, projetos de estamparia, moda, arte e reciclagem, eventos com dança xondaro, coral Guarani, palestras, projetos de cunho ambiental, envolvendo abelhas sem ferrão, criação de lagos, plantio tradicional Guarani, dentre outros.Dentre seus trabalhos de produção local e produção executiva no audiovisual, realizou o média metragem Guardiões da Floresta e Seus Contos Ancestrais na Tekoa Itakupe - TI Jaragua SP (2022) - VAI 2 - SMC - SP, o curta metragem Semente do Retorno na aldeia Pindo Mirim - Ti Jaragua SP (2025) - SPCINE e O Lugar da palavra - dir.: alberto Alvares (2025).Fernando Caio de Carvalho Brum: técnico de som diretoFormação: Curso de Cinema Brasileiro Contemporâneo, prof.:Fernando Oriente, no CineSesc, SP - 2015, cursou o ] Sampa Cine Tec, Spcine - 2016, Iniciou a graduação em Produção Audiovisual na Universidade Metodista de São Paulo - 2019. Técnico de Som Direto: Série “Sou Moderno, Sou Índio”, dir.: Carlos Magalhães, fotografia: Priscila Tapajowara e Wewito Piyãko Ashaninka - 2019, Curso Fitoterapia Indígena, dir.: Renato, ministrado por Catarina Delfina e Dhevan Kawin da Terra Indígena. Piaçaguera - 2019, Yby Festival, Unibes Cultural - 2019, Filme “Paola”, dir.: Ziel Karapotó - 2021, Espetáculo “Periferida”, dir.: Juão Nyn - 2021, Filme "Os Warao de Upaon-Açu" (dir.: Priscila Tapajowara). - 2023, Filme do V Festival Atsa Puyanawa (dir: Indrani Pal-Chaudhuri). - 2023, Filme Lugar da palavra - Avyu Renda - dir.: alberto alvares - 2025Vinicius Torres: produtor executivo, produtor localVinicius Toro é roteirista, diretor, pesquisador e professor de cinema. Mestre em Audiovisual pela USP, especializou-se em direção de cinema e na pesquisa do trabalho com atores crianças, tendo culminado no curta Fim de Semana Sim (2009). Trabalhando na interface entre o audiovisual e projetos sociais, realizou o filme Até Onde (2014), em parceria com escolas municipais da zona sul de São Paulo e ganhador de diversos prêmios em festivais. Há 12 anos atua junto ao povo indígena Guarani, realizando documentários, ações de comunicação, exposições fotográficas, livros, entre outros. Em parceria com a Terra Indígena Jaraguá escreveu e dirigiu o longa de ficção Para’í (2023).Jurandir Augusto Martim: diretor cinematográficoCo diretor do documentário do cineasta Thiago Carvalho, Ribeirão das Lavras, Um Rio Guarani (2016), produtor local do videoclipe do Mc Wera e Sandrão RZO denomiado Indíos do Vulcão (2019), Agente cultural do Programa Aldeias (2018 - 2022), professor de edução guarani na escola Karai Djekupe (Aldeia Ytu) (2016 - 2020), agente ambiental do Programa Guardiões da Floresta Kaguija (Fundação Florestal do Estado de São Paulo) (2025 - 2026)Rosemary Lucas: assessoria em acessibilidade (audiodescrição e legenda descritiva)nasceu no Rio de Janeiro e é uma jornalista dedicada à causa da acessibilidade. Com uma formação sólida, Rosemary é audiodescritora formada pelo Instituto Benjamin Constant, tendo estudado com renomados profissionais como Rosa Matsushita, Francisco Lima e Joel Snyder. Além disso, possui uma pós-graduação em Direitos e Inclusão da Pessoa com Deficiência. Rosemary é a fundadora da Imagética Acessibilidade, uma empresa que se dedica a tornar projetos acessíveis através de audiodescrição, Libras e legendas descritivas. Sua empresa tem prestado serviços para grandes nomes da mídia, como a Rede Globo, onde trabalhou em projetos como Globo Repórter, Gostbuster, Mais Além, Histórias Impossíveis, Cine Holiúde 3, Os Outros 2, Justiça 2 e Encantados 3. Além disso, Rosemary e sua equipe levaram acessibilidade a diversos projetos da Netflix, incluindo O Eleito, Lift, Roubo nas Alturas, The Fall Of The House Of Usher, The Umbrella Academy e Black Mirror. Sua expertise também se estende ao teatro, onde trabalhou em peças como Loloucas, Avesso do Avesso, As duas Irmãs, O Crepúsculo das Máscaras, A Lira dos 20 Anos, Makeda, Bruzundangas, Lecí, Na Palma da Mão e Duetos.Olinda Yawar Tupinamba: direção de arteOlinda Yawar WanderleySou Olinda Tupinambá, indígena do povo Tupinambá e Pataxó Hãhãhãe. Atuo como jornalista, curadora, performer, cineasta e ativista ambiental. Trabalho com audiovisual desde o final de 2015. Produzi e dirigi 10 obras audiovisuais próprias e independentes, entre documentários, ficção e performances. Fui curadora de diversos festivais e mostra de cinema, entre eles do Festival de Cinema Indígena Cine Kurumin em 2020 e 2021, na mostra Lugar de Mulher é no Cinema em 2020 e 2021, e no 1º Festival de Cinema e Cultura Indígena – FeCCI, 2022. Também produzi duas mostras de cinema: Mostra Paraguaçu de Cinema Indígena (2017) e Amotara – Olhares das Mulheres Indígenas (2021). Sou coordenadora do Projeto Kaapora e coautora do Doc/Especial TV “Falas da Terra” (2021), produzido pelos Estúdios Globo.Maíra Buhler: consultoria cinematográficaMaíra Bühler é diretora e roteirista. Seu último filme, “Diz a Ela Que Me Viu Chorar” circulou por vários dos principais festivais de documentários do mundo, venceu o prêmio de melhor filme na mostra internacional do Festival Olhar de Cinema, o Especial do Júri no Festival de Havana, o de melhor filme ibero-americano no Festival Internacional de Cinema do Uruguai, o Labrary Prize no Cinéma Du Reel entre outros. Maíra também é diretora do filme “A Vida Privada dos Hipopótamos” (2014) que estreou no FiD - Festival de Marseille; do documentário “Ela Sonhou Que Eu Morri” (2011) vencedor do prêmio de Melhor Direção no Festival de Paulínia e no Chile no FICVIÑA e de Elevado 3.5, filme ganhador da competição brasileira do "É Tudo Verdade". Como roteirista trabalhou com diretores como Anna Muylaert, Cao Hamburger, Marcelo Caetano, Beatriz Seigner, Armando Bo e Matias Mariani com quem trabalhou no filme “Cidade Pássaro” (2020) que estreou na mostra Panorama do Festival de Berlim. Recebeu uma Bolsa Paradiso para participar do Taller de Líneas Argumentales no Cine Qua Non Lab em 2022. No mesmo ano, recebeu também apoio do programa Brasil no Mundo, após ser selecionada pelo Hubert Bals Fund com o projeto "O Casamento".

Providência

PROJETO ARQUIVADO.