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PRONAC 262122Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A Menina e o Rio

Marta Leonardo de Oliveira
Solicitado
R$ 199,2 mil
Aprovado
R$ 199,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-10-01
Término
2027-09-30
Locais de realização (2)
Brasília Distrito FederalParnaíba Piauí

Resumo

Realizar a produção da obra cinematográfica em formato de curta-metragem ficção, com duração de até20 minutos, em alta definição, como finalização do roteiro "A MENINA E O RIO", baseado no livro Poética da Cura de Cleudes Pessoa, com legendas em português, inglês e espanhol. Curta que narra a história de uma menina ribeirinha do Piauí e sua relação ancestral com o rio, abordando temas de preservação ambiental, cultura tradicional e identidade territorial. O projeto contempla a realização completa do filme (roteiro, filmagens, pós-produção, finalização), acessibilidade (audiodescrição, LIBRAS, closed caption), divulgação em festivais nacionais e internacionais, e distribuição gratuita em escolas, comunidades ribeirinhas e plataformas digitais, democratizando o acesso a produções cinematógraficas com recorte racial e temática sócioambietal.

Sinopse

O projeto "A menina e o rio" contempla a produção de um curta-metragem de ficção com duração de até 15 minutos, em formato de alta definição, gênero drama e classificação indicativa livre. O filme é baseado no livro autobiográfico "Poética da Cura" de Cleudes Pessoa e narra a história de "Maria", uma mulher negra que revisita seu passado e explora temas de identidade afro-brasileira feminina, superação de adversidades, trabalho infantil e a trajetória de mulheres negras nordestinas que migraram para Brasília. A narrativa aborda a construção da identidade de meninas negras, valorizando a representação afro-brasileira no cinema e promovendo reflexões sobre desigualdades sociais e raciais. O filme será produzido em locações do Paranoá, Itapoã (DF) e Parnaíba (PI), com pós-produção em Brasília. A obra visa dar visibilidade a artistas, atores, produtores e técnicos afrodescendentes, promover o audiovisual da periferia com temática negra e impactar positivamente as comunidades de Itapoã e Paranoá através do acesso gratuito à cultura e arte. O projeto prevê a produção de recursos de acessibilidade comunicacional para garantir a fruição do curta-metragem por pessoas com deficiência, com classificação livre. Serão produzidas legendas em Closed Caption (Legendas Descritivas em Português) para pessoas surdas, que transcrevem não apenas diálogos, mas também sons ambientes e efeitos sonoros relevantes para a compreensão da narrativa. Haverá intérprete de LIBRAS na sessão de estreia, garantindo acessibilidade para o público surdo presente no evento. Além disso, será disponibilizado QR Code com audiodescrição impresso em banner e materiais de divulgação, direcionando para audiodescrição das informações visuais e permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão tenham acesso às informações sobre o projeto. Esses recursos garantem o cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão e democratizam o acesso ao conteúdo audiovisual produzido. O projeto inclui a realização de uma sessão de estreia/lançamento no Distrito Federal, com classificação livre e voltada para a comunidade em geral, especialmente as comunidades de Itapoã e Paranoá. O evento de lançamento público do curta-metragem contará com exibição gratuita e presença da equipe realizadora, elenco e intérprete de LIBRAS para garantir acessibilidade. A sessão de estreia visa celebrar a conclusão do projeto, promover o encontro entre realizadores e público, e devolver à comunidade o resultado do trabalho artístico desenvolvido. A estreia é um momento de valorização da produção audiovisual local, visibilidade para artistas afrodescendentes envolvidos no projeto e democratização do acesso à cultura cinematográfica de qualidade. Por fim, o projeto contempla ampla divulgação e disseminação do curta-metragem em diversos locais do Distrito Federal e em âmbito nacional. As ações de comunicação incluem criação de materiais gráficos de divulgação (banner, cartazes, folders), divulgação em redes sociais, assessoria de imprensa, disponibilização do filme para exibição em espaços culturais, escolas e instituições, inscrição em festivais de cinema nacionais e internacionais, e distribuição gratuita do conteúdo. A estratégia de divulgação visa maximizar o alcance do filme, promover a visibilidade da produção audiovisual afro-brasileira do DF e garantir que a mensagem do projeto alcance o maior número possível de pessoas, especialmente nas comunidades periféricas e em contextos educativos.

Objetivos

Objeto Geral:Realizar a produção da obra cinematográfica em formato de curta-metragem ficção, com duração de até 15 minutos, em alta definição, como finalização do roteiro "A MENINA E O RIO", baseado no livro Poética da Cura de Cleudes Pessoa, com legendas em português, inglês e espanhol. Objetivos Específicos:- Produzir uma obra cinematográfica em formato de curta-metragem ficção , com duração de até 15 minutos, em Full HD (1920 X 1080), como finalização do roteiro "A menina e o rio" de Ana Carolina e Maria Cleudes Pessoa;- Promover a produção audiovisual de mulheres negras no circuito cinematográfico do Distrito Federal;- Dar visibilidade a temática da exploração de meninas negras no trabalho infantil doméstico, prática de herança colonial existente até hoje;- Trazer para a linguagem cinematográfica a narrativa poética de afeto e superação de mulheres negras nordestinas que migram para o Distrito Federal;- Promover atividades que cooperem com o crescimento profissional dos(das) artistas locais, sobretudo, artistas e técnicos(as) afro-descendentes, incluindo seleção de casting com elenco local;- Universalizar o acesso à cultura e arte a partir da exibição da obra audiovisual de forma gratuita;- Fomentar o mercado cinematográfico do Distrito Federal;- Cooperar com a valorização da diversidade étnico-racial e a equidade de gênero;- Dar maior visibilidade à atrizes, produtores e produtoras, técnicos e assistentes afrodescendentes no circuito cinematográfico do Distrito Federal;- Divulgar e fortalecer junto ao público em geral, a arte do audiovisual da periferia com temática de matriz negra;- Impactar a comunidade do Paranoá de forma positiva no que diz respeito à realização de atividade cultural local, ao realizar uma produção audiovisual com temática de matriz africana;- Difundir os conceitos e valores oriundos das criações artísticas e das expressões culturais de matriz africana do Distrito Federal, assim como promover a interação de seus agentes culturais com a comunidade do Itapoã e Paranoá.

Justificativa

A realização deste projeto nas regiões do Paranoá e Itapoã, oportuniza a interação dos moradores dessas comunidades com uma obra artística de alta qualidade técnica, encurtando, assim, as distâncias entre a produção cultural e as comunidades em situação de vulnerabilidade social. A proponente idealizou o projeto "A menina e o rio ", no intuito de visibilizar a população afro-brasileira no cinema como protagonistas.O filme traz "Maria" como a personagem principal e visa discutir símbolos afro-referenciados da identidade negra feminina, perpassando gerações de mulheres negras, que por meio de engajamento nas lutas sociais e nas redes de afetos empoderam-se e constroem novas realidades para si. O roteiro de ficção é baseado no livro autobiográfico "Poética da Cura" de Maria Cleudes Pessoa, que vira a personagem "Maria", e adulta volta ao passado quando fita o lago Paranoá, e reencontra sua Mãe, uma outra Maria, passado, presente e futuro entrelaçam-se no imaginário da personagem.A intenção da proponente é utilizar a região do Paranoá em todas as etapas dessa produção cinematográfica, com a pré-produção no Paranoá, produção nas margens do Lago Paranoá, algumas cenas na cidade natal da personagem central, nas margens do Rio Parnaíba/PI, e pós-produção em Brasília.A temática sócioambiental perpassará por toda obra, traz a questão do rio, ás águas, como bem comum, sagrado e fundamental como elemento de identidade das vidas ribeirinhas.No projeto fílmico "A menina e o rio", as protagonistas são representadas como personagens que visam desconstruir essa relação preconceituosa e racista que sofre a população afrodescendente brasileira nos mais diversos espaços sociais, inclusive no cinema, por isso a escolha de uma equipe feminina e negra na direção.

Estratégia de execução

O curta-metragem A Menina e o Rio é uma obra de ficção poética que narra a trajetória de Maria, personagem que atravessa diferentes tempos de sua vida — infância, maturidade e ancestralidade — em diálogo com sua mãe e com o rio que simboliza suas origens.A narrativa apresenta Maria criança, arrancada ainda cedo da vida ribeirinha às margens do Rio Parnaíba, no Piauí, e levada para Brasília, onde enfrenta exploração como trabalhadora infantil doméstica. Anos mais tarde, Maria adulta reencontra-se com sua memória infantil e com a presença simbólica de sua mãe. Nesse encontro entre passado, presente e futuro, o rio surge como fio condutor, elemento de vida, memória e cura, que guia as personagens para um processo de reconciliação e superação. Mais do que contar a história de uma menina, o filme traz à cena o protagonismo de mulheres negras, atravessadas por dores, afetos e resistências, que simbolizam gerações de luta contra o racismo estrutural e a invisibilidade social. Ao reunir três Marias — criança, adulta e mãe — a obra constrói um mosaico de identidades que, entre perdas e resistências, buscam resgatar a dignidade roubada e abrir novas margens de futuro. A escolha estética pelo preto e branco confere ao filme uma atmosfera atemporal, reforçando o caráter de memória e sonho.A montagem rítmica e sensorial aproxima o espectador do fluxo das águas, estabelecendo paralelos entre os silêncios do rio e as pausas necessárias para a escuta das histórias silenciadas. O som das águas, aliado à música de ancestralidade e resistência, sustenta a densidade simbólica da narrativa. A Menina e o Rio nasce da experiência autobiográfica de sua autora, Maria Cleudes Pessoa, registrada no livro Poética da Cura. Ao recriar artisticamente sua vivência, a proponente oferece ao público um cinema que visibiliza a população afro-brasileira em suas múltiplas dimensões, propondo novos olhares para a identidade negra feminina no Brasil. Mais que um filme, este projeto é um gesto político, estético e poético. Um convite a navegar pela memória das águas e das mulheres negras, que, mesmo diante da violência e da ruptura, transformam cicatrizes em caminhos de cura, esperança e liberdade.

Especificação técnica

O projeto "A menina e o rio" contempla a produção de um curta-metragem de ficção com duração de até 15 minutos, captado em formato digital de alta definição (Full HD 1920x1080 ou superior), utilizando codec ProRes 422 HQ ou H.264, com taxa de quadros de 24fps ou 25fps. O formato de exibição será DCP (Digital Cinema Package) para festivais de cinema e MP4/MOV para plataformas digitais, com resolução de finalização em Full HD (1920x1080) mínimo, podendo alcançar 4K (3840x2160). O aspecto de tela será 16:9 (widescreen) ou 2.39:1 (cinemascope), com áudio estéreo 2.0 ou 5.1 surround e mixagem profissional. O formato de áudio será WAV 48kHz/24bit para master e AAC ou MP3 320kbps para distribuição digital. O filme será colorido, com correção de cor (color grading) profissional, e as legendas serão disponibilizadas em arquivo SRT embutido ou queimado (burned-in) conforme necessidade. A captação utilizará câmeras profissionais ou semi-profissionais (DSLR, mirrorless ou cinema), kit de iluminação profissional para cenas internas e refletores para externas, gravadores digitais de som, microfones boom, lapela e ambientes. A edição será realizada em software profissional como Adobe Premiere, DaVinci Resolve, Final Cut Pro ou Avid, e o suporte de entrega será em arquivo digital (MP4, MOV, DCP), pen drive, HD externo ou plataforma de streaming. O projeto prevê a produção de recursos de acessibilidade comunicacional para garantir a fruição do curta-metragem por pessoas com deficiência. As legendas em Closed Caption (Legendas Descritivas em Português) serão produzidas em formato SRT (SubRip Text) ou VTT (WebVTT), com codificação UTF-8, fonte sans-serif de tamanho mínimo 18pt, cor branca com contorno preto ou caixa preta semi-transparente, posicionadas na parte inferior da tela de forma centralizada. O conteúdo incluirá transcrição completa de diálogos, identificação de falantes, descrição de sons ambientes, efeitos sonoros, músicas e elementos sonoros relevantes para compreensão da narrativa, com sincronização adequada (máximo 21 caracteres por segundo), seguindo as normas ABNT NBR 15290 e diretrizes de acessibilidade audiovisual. O arquivo digital será integrado ao vídeo ou disponibilizado separadamente. A sessão de estreia contará com intérprete de LIBRAS certificado durante toda a duração do evento (aproximadamente 2 horas, incluindo filme e debate). O profissional será posicionado ao lado da tela ou em local visível para o público surdo, com iluminação adequada para visualização clara dos sinais e vestimenta de cor contrastante com a pele para facilitar a visualização. O intérprete receberá previamente o roteiro do filme e informações sobre o projeto como material de apoio. O projeto disponibilizará QR Code com audiodescrição impresso em materiais gráficos, em formato PNG ou SVG em alta resolução (mínimo 300dpi), com tamanho mínimo de 3x3cm. O QR Code direcionará para URL encurtada que levará a página web ou arquivo de áudio em formato MP3 320kbps ou WAV, com duração estimada de 2 a 5 minutos. A audiodescrição conterá descrição objetiva e clara de elementos visuais do banner/cartaz (título, imagens, créditos, informações do projeto), com locução clara, ritmo adequado e sem trilha sonora de fundo. A hospedagem será em plataforma web acessível (Google Drive, Dropbox, SoundCloud ou site do projeto), com página responsiva e compatível com leitores de tela. O QR Code será impresso em banner (1,20m x 0,80m), cartazes (A3) e folders. A sessão de estreia/lançamento será realizada em sala de cinema, teatro ou espaço cultural com capacidade mínima para 100 pessoas, utilizando projetor Full HD (mínimo 3000 lumens) ou sistema de cinema digital, tela de projeção com mínimo 3 metros de largura e sistema de som estéreo ou surround com potência adequada ao espaço. O local contará com acessibilidade física (rampas de acesso, banheiros acessíveis, assentos reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida) e acessibilidade comunicacional (intérprete de LIBRAS posicionado ao lado da tela). O evento terá sistema de iluminação cênica para apresentação da equipe, duração aproximada de 2 horas (exibição do filme, apresentação da equipe e debate), capacidade para 100 a 300 pessoas conforme espaço disponível, materiais de apoio (banner do filme, folder informativo, lista de presença) e registro fotográfico e/ou filmagem para documentação e prestação de contas. A divulgação e disseminação contempla a produção de materiais gráficos e digitais. Serão produzidos 2 banners com dimensões de 1,20m (largura) x 0,80m (altura), em lona vinílica 440g/m² com impressão digital em alta resolução (150dpi mínimo), acabamento com ilhoses nos quatro cantos, contendo título do filme, imagem-chave, créditos principais, logos institucionais e QR Code com audiodescrição. Serão impressos 100 cartazes em formato A3 (297mm x 420mm), em papel couché 170g/m² ou offset 120g/m², com impressão colorida em alta resolução (300dpi), contendo título do filme, imagem-chave, sinopse breve, data e local de estreia, créditos, logos e QR Code. Serão produzidos 200 folders em formato A4 (210mm x 297mm) dobrado ao meio, em papel couché 150g/m², com impressão colorida frente e verso (300dpi), contendo sinopse detalhada, ficha técnica completa, informações sobre o projeto, imagens do filme e logos institucionais. A divulgação digital será realizada nas plataformas Instagram, Facebook, YouTube e Twitter/X, com posts estáticos (1080x1080px), stories (1080x1920px) e vídeos (1920x1080px), incluindo teasers, trailer, bastidores, entrevistas, chamadas para estreia e fotos de produção, com frequência mínima de 3 posts por semana durante o período de divulgação. Será produzido trailer/teaser com duração de 1 a 2 minutos, em formato MP4 com resolução Full HD (1920x1080), para distribuição no YouTube, Vimeo e redes sociais, com legendas em português embutidas. A assessoria de imprensa disponibilizará press kit digital em formato PDF contendo sinopse, ficha técnica, fotos em alta resolução, release e informações sobre a equipe. Serão fornecidas mínimo 10 imagens em alta resolução (300dpi, formato JPG), lista de contatos de veículos de comunicação (jornais, revistas, portais, blogs, rádios, TVs) e releases informativos para envio à imprensa. A distribuição e participação em festivais contempla a produção de cópias em formato DCP (Digital Cinema Package) conforme especificações de cada festival, cópias em arquivo MP4 ou MOV em Full HD para exibição pública, upload em plataformas digitais como YouTube, Vimeo ou plataforma própria, inscrição em mínimo 15 festivais nacionais e internacionais, com material de inscrição incluindo formulários preenchidos, sinopse em português e inglês, ficha técnica, trailer e stills (fotos do filme). Todas as especificações técnicas seguem padrões profissionais da indústria audiovisual brasileira, normas de acessibilidade (ABNT NBR 15290, Lei Brasileira de Inclusão - Lei 13.146/2015) e requisitos técnicos para exibição em festivais de cinema e plataformas digitais, garantindo qualidade técnica adequada para distribuição nacional e internacional e a melhor experiência de fruição para todos os públicos.

Acessibilidade

O curta-metragem será produzido com recursos de acessibilidade comunicacional para garantir fruição plena por pessoas com deficiência, conforme Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) e Instrução Normativa MinC: AUDIODESCRIÇÃO (AD): Narração descritiva de elementos visuais (cenários, figurinos, expressões, ações) em faixa de áudio adicional, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão compreendam a narrativa visual; LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais): Janela com intérprete de LIBRAS traduzindo diálogos e elementos sonoros, garantindo acesso a pessoas surdas; CLOSED CAPTION (Legenda Descritiva - LSE): Legendas que transcrevem não apenas os diálogos, mas também sons ambientes, músicas e efeitos sonoros relevantes para a narrativa, beneficiando pessoas surdas ou com deficiência auditiva; LEGENDAS EM PORTUGUÊS, ESPANHOL E INGLÊS: Transcrição dos diálogos para facilitar compreensão e acessibilidade linguística. Formato de entrega: O filme será disponibilizado em versões:Versão com audiodescriçãoVersão com janela de LIBRASVersão com closed caption/LSEVersão completa com todos os recursos integrados Distribuição acessível: Todas as versões acessíveis serão disponibilizadas gratuitamente em plataformas digitais (YouTube, Vimeo) e para instituições de ensino, garantindo democratização do acesso ao conteúdo audiovisual.

Democratização do acesso

O curta-metragem 'A menina e o rio' adota modelo de distribuição gratuita e democratizada, sem fins comerciais, priorizando o acesso universal ao conteúdo audiovisual de qualidade com temática socioambiental. A estratégia de distribuição contempla: 1. PLATAFORMAS DIGITAIS GRATUITAS:Disponibilização integral e gratuita no YouTube, Vimeo e outras plataformas de streaming, com todas as versões acessíveis (audiodescrição, LIBRAS, closed caption);Licença Creative Commons que permite exibição pública não-comercial, ampliando o alcance em escolas, universidades e instituições culturais;Divulgação em redes sociais com trechos, making of e conteúdos complementares. 2. CIRCUITO DE FESTIVAIS:Inscrição em festivais nacionais e internacionais de cinema (mínimo 15 festivais), garantindo visibilidade e circulação qualificada da obra;Participação em mostras competitivas e temáticas (cinema ambiental, cinema regional, cinema independente);Geração de oportunidades de premiação e reconhecimento para a produção audiovisual do Piauí. 3. EXIBIÇÕES PÚBLICAS GRATUITAS:Espaços culturais: Cineclubes, centros culturais, bibliotecas públicas e espaços comunitários;Universidades: Sessões em cursos de Cinema, Comunicação, Meio Ambiente e áreas afins. 4. DISTRIBUIÇÃO INSTITUCIONAL:Disponibilização de cópias digitais gratuitas para Secretarias de Educação e Meio Ambiente (municipal e estadual);Fornecimento para ONGs ambientais e instituições que trabalham com educação ambiental;Integração em acervos de bibliotecas públicas e videotecas educativas.Distribuição/inscrição para participação em festivais de cinema nacional e internacional Modelo de distribuição: Não-comercial, gratuito e educativo com o objetivo de democratização cultural e acesso universal à produção audiovisual brasileira. Impacto: Democratização do acesso à produção audiovisual de qualidade, formação de público, capacitação de novos realizadores e sensibilização para questões socioambientais do Cerrado piauiense.

Ficha técnica

MARTA LEONARDO DE OLIVEIRA (MESTRA MARTINHA DO COCO) – PROPONENTE/TRILHA SONORA ORIGINALCPF: 372.874.351-87Mestra Martinha do Coco nasceu em 11 de junho de 1961, em Olinda (PE), na Maternidade da Encruzilhada. Aos 17 anos de idade, migrou para Brasília (DF) com a família, enraizando-se na região do Paranoá. Mãe de quatro filhos, trabalhou como babá e gari até se redescobrir como cantora e brincante. Consolidou a carreira através de composições autênticas, que perpassam os ritmos do Maracatu, da Ciranda do Samba de Coco. A partir das raízes olindenses desenvolveu um estilo musical melódico e inconfundível, por muitos chamado de “Coco do Cerrado''. Sua presença abre rodas de encantamento por onde passa, marcadas pelo bom humor, pelo amor às belezas cerratenses e por reflexões filosóficas que sempre nos provocam. Martinha gravou dois discos, Rodas Griô (2017) e o Perfume Dela (2019), e em breve lançará o Coco de Ninar. Em 2021, foi à África e lançou o videoclipe Ciranda Ancestral, gravado no Senegal e em Cabo Verde. Em 2023, realizou duas conexões culturais em Buenos Aires, compartilhando oficinas de samba de coco com diversas comunidades da capital argentina. Considerada uma das principais referências no cenário cultural do DF, foi premiada pelo Ministério da Cultura, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e Câmara Legislativa.MARIA CLEUDES PESSOA – PRODUÇÃO ARTÍSTICA E ROTEIRO CPF: 680.412.843-53 Formação: Graduada em Serviço Social pela Universidade Estadual do Ceará. Curso de extensão universitária “Pensamento Negro Contemporâneo”, Universidade de Brasília/UnB. Especialização em “Economia criativa e produção cultural”, pelo Instituto de Tecnologia Social – ITSBrasil. No audiovisual em 2011 fez a Produção executiva e roteiro do vídeo “Enegrecendo: trajetória das mulheres do DF na afirmação de sua identidade negra”, através do Projeto de Extensão da disciplina de Ética do curso de Direito - Universidade Católica de Brasília– UCB; em 2012 Produziu o curta-documentário “Pedras da Vila Paranoá”, contemplado pelo Edital do Fundo de Apoio à Cultura – FAC, selecionado e apresentado no Festival de Cinema de e Brasília. 2018 fez a Direção e Produção do Projeto Negra Luz, Pesquisa em Audiovisual/FAC; em 2022 fez Direção e produção da Web série Coco Café\ Fac. Em 2023, produziu o vídeo clipe Preta Pretinha e o Curta Doc Poesia Preta\ Fac Multicultural I. Arteira da criatividade literária desde 2009, quando publicou seu livro de micro contos Pedra e Flor. Em 2012, publicou Arrepios, coletânea de poesias. Em 2018, foi a vez de 44 Sentímentos, lançado pela Padê Editorial. Sua publicação mais recente é Poética da Cura - Coletânea de contos, cartas e poemas, pela editora Aldeia de Palavras de 2022, no mesmo ano foi a proponente e organizadora do livro infantil Bem vind@s ao Paranoá. Trabalha na produção artística de Mestra Martinha do Coco há 10 anos. Compõem o Instituto Oca do Sol, contribuindo com o eixo de arte e cultura. Recebeu em 2017, o prêmio Equidade de Gênero na Cultura, da Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal. Atualmente, coordena no Paranoá a Casa de Cultura Popular Martinha do Coco. CLARA MARIA MATOS – DIREÇÃO CRIATIVA CPF: 010.218.731-28 Graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (2018) e com especialização em direção de ficção audiovisual pela Escola Internacional de Cinema e Televisão (EICTV) em Cuba, Clara Maria Matos é atriz, diretora e roteirista. Entre seus principais trabalhos estão o longa-metragem Teoria do Ímpeto (2019), a peça teatral "Deu trelelê na família S.A." (2017), patrocinada e apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil e o videoclipe "Sangue Nordestino" (2018). Em 2023, Clara roteiriza e dirige seu primeiro curta-metragem com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal; "O cheiro do seu cabelo" tem estreia prevista para 2025. ANA CAROLINA BRITO – ROTEIRO E ASSISTENTE DE DIREÇÃO CPF: 025.644.141-33 Cineasta, produtora cultural e dançarina desde 2016, com pesquisa em cinema negro, LGBTQIAP+ e feminino. Associada à APAN (GT de Distribuição) e gerente de conteúdo na plataforma Todesplay desde 2020. Integrou equipes de Balls (Voguing), mostras de cinema e videoclipes. Filmes exibidos no Brasil, Chile e EUA. Em 2020, ganhou o Prêmio IberCultura Viva com "Manifesta Maldita". Em 2021, recebeu o Prêmio Aldir Blanc 1 e Prêmio LGBT (Secretaria de Cultura/DF). JULIANA UEPA – DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA CPF: 054.585.585-56 Fotógrafa, videomaker e editora em Brasília há mais de 5 anos. Atualmente videomaker, fotógrafa e editora no Ministério da Cultura. Assina direção de fotografia de curtas, documentários e videoclipes com estética que valoriza luz natural e paisagens do Cerrado. Trabalha com a Obi Produtora de Cultura/DF e atua como assistente de câmera e logger/DIT em produções cinematográficas. AGNES MAGALHÃES (PRATANES) – DIREÇÃO E TÉCNICA DE SOM Bacharel em Comunicação Social/Audiovisual pela UnB. Transita entre cinema e música como Pratanes, com pesquisa em direção de videoclipes, produção musical, trilha sonora, som direto e roteiro. Diretora de "Ponta dos Pés" (2019) e "Salve, Rainha!" (2023). Integrou equipes de Som Direto em: "Rumo" (2022), premiado no 55º Festival de Brasília; "Vão das Almas" (2023), "Anticena" (2022), "Terras Diversas" (2022), "A Flor da Idade" (2023), "Sangue do meu sangue" (2024), "Pequenas Criaturas" (2024), entre outros. Produziu trilhas para "Na Barriga da Baleia" (2023), "Eclipse" (2024), "Lubrina" (2023) e série "Marias". EP "Salve, Rainha!" (2022) em listas de melhores lançamentos. Apresentou-se em festivais Picnik, CoMA e Bocadim. ANA MARIA PINHEIRO – DIREÇÃO DE PRODUÇÃO (MULHER NEGRA E PCD) CPF: 763.129.841-68 Produtora cultural e educadora. Natural de Chapada dos Guimarães/MT, mulher negra, moradora do Paranoá desde 1973. Formada em Pedagogia, com especializações em Neurociências e Orientação Educacional. Sócia fundadora do Espaço Cultural Casa Viva (2012-2015). Atuou na Residência Artística Feminista Conexão Cerrado (2022), Feira Literária do Paranoá (2022) que resultou no livro "Bem-vind@s ao Paranoá", gestão financeira da X Mostra de Diversidade e Cultura do Paranoá (2023), Ciranda do Brincar (2023), direção de produção no filme "Nossa História" (2023/2024) e assistente no Projeto Rosa dos Ventos (2024). Desde 2021 compõe a Kali Coletiva. É pessoa PCD com deficiência visual. CRISTHIAN CANTARINO – PRODUÇÃO EXECUTIVA CPF: 037.329.851-05 CEAC: 5849 Produtor cultural. Bacharel em Interpretação Teatral pela UnB e pós-graduando em Práticas Somáticas e Dança no IFB. Atua desde 2009 em projetos de teatro, dança e audiovisual no Brasil e exterior. Diretor de produção na Cia. víÇeras e Teatro de Açúcar, com apresentações em São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, Assunção, Panamá e Liubliana. Trabalhos incluem "Boca Seca" (dir. Roberto Dagô), "Pequeños Actos" (Cía. Cielo rasO/Espanha) e "Isto Também Passará, Antes Que Eu Morra" (dir. Marcia Regina). Atuou no Movimento Internacional de Dança (MID) como diretor assistente. Em 2024, coordenou Ritmo e Regeneração (Brasil-Moçambique). Referência em produção cultural no DF e circuitos internacionais. FLÁVIO RESENDE – COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO CPF: 789.242.511-04 CNPJ: 05.156.108/0001-91 Jornalista, pós-graduado em Gestão da Comunicação nas Organizações. 29 anos de experiência, com passagem pelo Correio Braziliense (projetos para FAP-DF) e Revista Fecomércio (editor). Dirige há 24 anos a Proativa Comunicação. Foi vice-presidente da AJE-DF e diretor de Comunicação da Conaje. Gerente de Comunicação do Sistema Fecomércio-DF (1999-2002). Atendeu Natura (Centro-Oeste), Embratel, Bob's, Spoleto, Telelistas, Rede Oba Hortifruti, Supermercados Comper, Fort Atacadista e Farmacotécnica.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 27/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.