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"Lágrima de Pedra _ Uma Anatomia do Descontrole" é um espetáculo teatral contemporâneo que aborda as tensões entre cuidado psíquico e medicalização das emoções em uma sociedade marcada por exigências constantes de desempenho.A trama acompanha Filipa, uma atriz cuja intensidade alimenta seu processo criativo, mas também atravessa suas relações pessoais. Ao se envolver com com Tato, um psiquiatra que acredita profundamente na ideia de estabilidade emocional, surge uma relação marcada por atração, cuidado e controle. Com humor ácido e narrativa fragmentada o espetáculo constrói uma tragicomédia sobre amor, regulação emocional e o preço de tentar caber em padrões contemporâneos de normalidade. Ao abordar temas como saúde mental e medicalização da vida cotidiana, a peça dialoga diretamente com debates contemporâneos sobre o lugar da emoção na vida pública e privada. A proposta realizará uma temporada de 12 apresentaçoes no Rio de Janeiro no segundo semestre de 2026.
Lágrimas Pedra - Uma Anatomia do DescontroleFilipa sempre teve um brilho estranho. Desses que todo mundo elogia, mas ninguém sabe dizer exatamente por quê. É talentosa de um jeito natural, com um humor que escapa sem pedir licença, uma sensibilidade tão exposta que às vezes parece defeito de fábrica. Ela sabe que é boa atriz. Ou pelo menos é isso que repete pra si mesma com a mesma convicção com que repete mantras de meditação que nunca funcionam. Mas a indústria não parece notar. Ou nota? Ou será que não notam ninguém? O que no fundo, não faz tanta diferença.É difícil saber onde termina a arte e começa a química cerebral. E se o talento entra na equação do que alguns chamam de transtorno.Filipa tem esse jeito de rio: corre, se adapta, contorna, brilha ao sol, mas some na sombra. Nunca está exatamente igual de um dia pro outro. Mas esse rio nasceu sem canal. O lacrimal, no caso. Com meses de vida tiveram que criar nela um caminho para que as lágrimas saíssem antes que empedrassem. Talvez por isso ela chore bonito demais. Talvez por isso ela chore demais. Ou talvez, seja só… ser artista. Uma atriz que tem uma capacidade quase irritante de transformar qualquer texto em algo que parece ter sido escrito pra ela e não percebe o perigo de se moldar com tanta verdade cênica a palavra dos outros.Ela busca reconhecimento com a urgência de quem está sempre tentando provar que merece existir. É nessa mistura de fluxo e falta de chão que ela encontra Tato. Um psiquiatra calmo, gentil, metódico, e emocionalmente tão estável que chega a parecer uma pausa respiratória em forma de homem. Ele é sólido, sem vícios, sem grandes explosões, sem as sombras dos relacionamentos tóxicos que ela jura ter deixado pra trás. Tato é pedra: firme, estável, silencioso. E vê em Filipa algo que não sentia há anos: vida.O que começa com uma mera consulta vira uma explosão de serotonina, dopamina, ocitocina, ouro de mina, desejo e sina.E o encontro dos dois começa como a calmaria de uma música do Djavan. Uma promessa de que, pela primeira vez, Filipa está com alguém que não berra, não bebe demais, não dramatiza. Enquanto Tato sente, finalmente, que não está condenado à inércia emocional. Os dois, cada um à sua maneira, acreditam ter encontrado antídotos perfeitos: ela encontra chão. Ele encontra movimento.Aquela paciente desperta no psiquiatra uma mistura perigosa de fascinação afetiva e curiosidade científica. Filipa, que transborda onde ele estagna, parece a peça que faltava em uma teoria que ele desenvolve há anos: a teoria da cartolina, que diz que duas naturezas emocionais opostas, se torcidas nos lugares certos, alcançam o equilíbrio. Filipa, sem perceber, vira o experimento vivo dessa hipótese. E como toda cartolina dobrada demais, os primeiros vincos aparecem sem que ninguém veja.Tato começa a sugerir “pequenas regulações emocionais”: remédios, ajustes, doses, micro intervenções que, segundo ele, só vão ajudar Filipa a sofrer menos, a se estabilizar num mundo que, convenhamos, não foi feito para pessoas que sentem muito. Filipa aceita. Por amor, por cansaço, por não saber mais no que acreditar, mas principalmente porque tudo parece mais fácil com ele. E, de fato, fica mais fácil.Ela fica mais estável (e menos profunda).Mais funcional (e menos criativa). Em testes, não chora quando quer. Na verdade não chora. Não improvisa, o que tudo bem, já que existe o texto. Fica… ok. Ou melhor: televisiva! O humor ácido da peça nasce justamente dessa ambiguidade cruel:Ninguém sabe se a nova Filipa está equilibrada… ou anulada.Melhor… ou apenas parecida com todo mundo. Filipa começa a se confundir. Seu desejo profundo de ser reconhecida (pela indústria, pelos seus pares, por si mesma) se intensifica. E quanto mais ela corre atrás de oportunidades, de testes, de personagens, mais ela começa a perder a própria forma, a própria voz, a própria espontaneidade. A pergunta “eu era uma boa atriz ou só desequilibrada?” vira uma espécie de pergunta cômico-trágica, que ninguém sabe se deve rir ou se preocupar. Nem ela. E a atriz, que sempre soube que era diferente, começa a entrar num ciclo de tentar provar pra si e pro mundo que ainda sente, ainda cria, ainda vibra enquanto os remédios sugeridos por Tato a deixam cada vez mais “perfeita”, “serena”, “polida”, mais “nude”. Lágrima de pedra.O brilho apaga, mas a pele fica ótima! O mercado adora!Tato por sua vez, começa a carregar um papel que não pediu: o de salvador. Ele quer protegê-la, quer ser chão, quer ser calmaria e quer acreditar que dar amor (e umas doses de Lítio) bastam para curá-la de tudo: das dúvidas, das dívidas, dos impulsos, da oscilação emocional, do mercado cruel, das expectativas absurdas que ela coloca sobre si mesma. Tato não é vilão. Ele realmente acredita que está ajudando. Ele acredite na teoria. Acredita que sensibilidade demais é sofrimento desnecessário. Acredita que tornar a vida mais suportável é um gesto de amor.A ambiguidade, para platéia e pra personagem, de nunca saber onde termina o surto e começa a performance. Quando ela chora num teste, é verdade ou técnica?Quando ela explode em casa, é descontrole ou vida pulsante?Quando ele tenta protegê-la demais, é amor ou controle?Cada vez que Filipa tenta voltar ao seu fluxo de rio original, o humor involuntário, o caos, a vulnerabilidade pulsante: Tato enxerga “sintoma”.Ela enxerga “eu”. O mercado enxerga “problemática”.Ele não percebe que, ao tentar salvá-la, está apagando exatamente aquilo que o fez se apaixonar: a sensibilidade que corre nela como água.A cartolina começa a rasgar.A relação vira um espetáculo cômico e trágico de duas pessoas se dobrando demais uma pela otra, até virarem versões achatadas de si mesmas.Ela quer tanto ser vista, que se apagaEle quer tanto salvar, que se destrói.E nem sempre a água mole, pedra dura, tanto bate até que. No final, não existem vilões. Existe só o atrito inevitável entre sensibilidade e normatização.Entre lágrima e pedra.Entre arte e anestesia.Uma história sobre amor, remédio, humor ácido, e a cruel possibilidade de que, às vezes, ficar igual aos outros é o pior( ou melhor? ) destino de todos.
Criar, produzir e realizar a temporada do espetáculo teatral original "Lágrima de Pedra - Uma Anatomia do Descontrole" , articulando apresentações públicas e ações formativas que promovam o diálogo entre arte, saúde mental e sociedade contemporânea. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver e montar o espetáculo teatral original "Lágrimas de Pedra _ Uma Anatomia do Descontrole". Realizar o processo de criação dramatúrgica, ensaios e construção cênica do espetáculo, integrando elementos de atuação, direção, cenografia, iluminação e sonoplastia, de modo a materializar a proposta artística da obra e possibilitar sua apresentação ao público.Realizar temporada de 12 apresentações na cidade do Rio de Janeiro.Promover uma temporada aberta ao público em espaço cultural da cidade, ampliando o acesso ao teatro contemporâneo e incentivando a circulação de dramaturgia autoral brasileira.Promover duas rodas de conversa com o público após apresentações selecionadas. Realizar encontros mediados com participação da equipe artística e profissionais da área da saúde mental, estimulando o diálogo entre arte, psicologia e sociedade e aprofundando a reflexão sobre os temas abordados no espetáculo.Realizar uma oficina formativa sobre processos criativos e relação entre arte e psicologia.Oferecer atividade gratuita voltada a estudantes e jovens artistas interessados em processos de criação cênica, abordando a interlocução entre expressão artística, subjetividade e experiências emocionais.Ampliar o acesso ao teatro contemporâneo por meio de ações de acessibilidade e democratização de público.Adotar medidas que favoreçam a inclusão de diferentes públicos, incluindo disponibilização de ingressos gratuitos ou a preços populares e recursos de acessibilidade que ampliem a participação de pessoas com deficiência.
O presente projeto se insere no campo das artes cênicas contemporâneas ao propor uma reflexão crítica sobre a crescente centralidade do tema da saúde mental na sociedade atual, especialmente no que diz respeito aos processos de medicalização das emoções e à normatização dos comportamentos.Nos últimos anos, observa-se a ampliação do debate público sobre sofrimento psíquico, ao mesmo tempo em que se intensificam dinâmicas sociais orientadas por produtividade, controle emocional e padronização de subjetividades. Nesse contexto, a arte se configura como espaço fundamental para levantar o debebate dessas tensões, contribuindo para a construção de pensamento crítico e para a ampliação do repertório simbólico da sociedade.O espetáculo "Lágrima de Pedra" propõe uma abordagem sensível e crítica dessas questões, articulando linguagem teatral contemporânea, dramaturgia autoral e pesquisa estética. Ao tratar da relação entre criação artística e regulação emocional, a obra dialoga com temas de relevância social, aproximando diferentes públicos de discussões fundamentais para a vida contemporânea.Do ponto de vista cultural, o projeto contribui para:o fortalecimento da dramaturgia autoral brasileira contemporâneaa valorização de narrativas de perspectiva femininaa ampliação do acesso ao teatro por meio de ações de democratizaçãoa formação de público e estímulo ao pensamento críticoAdicionalmente, a proposta incorpora ações formativas e atividades de mediação cultural, potencializando o impacto social do projeto e promovendo a interlocução entre arte, educação e saúde.Nesse sentido, o incentivo previsto no Artigo 18 da Lei nº 8.313/1991 mostra-se fundamental para viabilizar a realização do projeto, uma vez que produções teatrais autorais contemporâneas encontram limitações estruturais no mercado cultural, especialmente no que diz respeito à sustentabilidade financeira e à garantia de acesso ampliado.Assim, o projeto se justifica por sua relevância artística, cultural e social, alinhando-se às diretrizes de democratização do acesso à cultura e de promoção da diversidade de expressões culturais.
1. ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL)Título: Lágrima de Pedra – Uma Anatomia do DescontroleFormato: Espetáculo teatral presencialDuração: aproximadamente 70 minutosClassificação indicativa: 14 anos 2. OFICINA FORMATIVA (contra partida social)Formato: Oficina presencial gratuitaCarga horária: 4 horasNúmero de vagas: 20 a 30 participantesConteúdo programático Introdução ao processo de criação dramatúrgicaRelação entre experiência pessoal e construção de cenaExercícios práticos de escrita e interpretaçãoDiscussão sobre arte e saúde mentalMetodologiaAbordagem teórico-práticaExercícios individuais e coletivosMediação dos integrantes do projeto
O projeto adotará medidas de acessibilidade em conformidade com a legislação brasileira vigente, assegurando o acesso de pessoas com deficiência às atividades propostas.A implementação das ações está fundamentada nos seguintes dispositivos legais:Lei nº 13.146/2015, que estabelece, em seu Art. 42, o direito de acesso à cultura, garantindo que pessoas com deficiência participem de atividades culturais em igualdade de oportunidades;Lei nº 10.098/2000, que dispõe sobre a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida;Decreto nº 5.296/2004, que regulamenta as Leis nº 10.048/2000 e nº 10.098/2000, estabelecendo normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade;Instrução Normativa MinC nº 29/2026, que determina a obrigatoriedade de previsão de medidas de acessibilidade em projetos financiados com recursos incentivados.Nesse sentido, o projeto prevê as seguintes ações:Disponibilização de intérprete de Libras em sessões selecionadasOferta de audiodescrição para pessoas com deficiência visualReserva de ingressos gratuitos para pessoas com deficiência e seus acompanhantesRealização de mediações acessíveis nas atividades formativasAdequação de comunicação digital com recursos de acessibilidadeAs medidas propostas visam garantir não apenas o acesso físico, mas também o acesso comunicacional e atitudinal, promovendo a participação plena e efetiva de todos os públicos.
O projeto “Lágrima de Pedra – Uma Anatomia do Descontrole” adota estratégias de democratização do acesso com o objetivo de ampliar a participação do público nas atividades propostas, garantindo condições de acesso compatíveis com a natureza da produção e sua sustentabilidade econômica.A proposta está fundamentada nos seguintes dispositivos legais:Lei nº 8.313/1991, que estabelece como diretriz a promoção e difusão da cultura e o acesso aos bens culturais;Lei nº 13.146/2015, que assegura o acesso de pessoas com deficiência às atividades culturais;Instrução Normativa MinC nº 29/2026, que orienta a adoção de medidas efetivas de ampliação de acesso em projetos incentivados.Considerando as especificidades do projeto, serão adotadas as seguintes medidas:1. Política de acesso econômico: Disponibilização de, no mínimo, 10% dos ingressos de forma gratuita, destinados prioritariamente a estudantes da rede pública, pessoas com deficiência e públicos em situação de vulnerabilidade socialOferta de ingressos a preços populares ao longo de toda a temporadaAdoção de políticas de meia-entrada conforme legislação vigente2. Formação e ampliação de público:Articulação com instituições de ensino, coletivos culturais e organizações sociaisConvite direcionado a grupos organizados para participação nas apresentaçõesRealização de atividades de mediação cultural associadas ao espetáculo3. Ações formativas gratuitas:Realização de oficina gratuita voltada a estudantes e artistas iniciantesPromoção de rodas de conversa abertas ao público, abordando temas relacionados à obra4. Acessibilidade integrada:Implementação de recursos de acessibilidade, conforme descrito no campo específicoGarantia de participação de pessoas com deficiência nas atividades do projeto5. Localização e acesso físico:Realização das apresentações em espaço cultural com infraestrutura adequada e acesso facilitado por transporte público
Direção e Atuação: Marcéu Pierrotti e Ana Elisa Schumacher Preparação de elenco: Ana CordeiroCenografia: Marcéu PierrottiFigurino: Ana Elisa SchumacherProdução Executiva: Renan FidalgoTrilha Original: Cauê NardiConsultoria Psicológica: Ana Luiza Ramos, Ju Novaes, Maria Conceição ValadaresIluminadora : Fernanda MantovaniDesigner gráfico: Gabriel Soulza Assessoria de imprensa: Arlete Heringer e Leo MarçalMarcéu Pierrotti - diretor, ator, cenógrafo Formado em Artes Cênicas, Direção Teatral (UFRJ) e Adler Technique (Stella Adler Studio of Acting em Nova York) e Pós-graduado em Cinema e Processos Criativos(FAAP) . Como diretor:No Teatro, além “3 Meses e 3 Dias” de Ricardo Burgos e Marcéu Pierrotti e “Moléstia” de Herton Gustavo Gratto; também dirigiu “Grau Zero“ de Diogo Liberano e “O Lado B” de Gustavo Damasceno.No cinema, dirigiu o filme “Moléstia”, uma versão audiovisual da peça homônima.Ainda, em 2020 produziu, dirigiu e atuou na websérie “Shakespeare em Casa” – viabilizado pela SECECRJ. Diretor, produtor e roteirista do curta-metragem “À Francesa” – realizado em 2020, atualmente percorre festivais ao redor do mundo. Idealizador e realizador: Pesquisa teatral Narrativas da Memória; - Cia Acácias 95 - fomentado pela Prefeitura do RJ em 2015; peça teatral “Como os peixes chegaram ali” dir.: Miwa Yanagizawa em 2016; Projeto “O tempo existiu esse tempo todo” - contemplado pelo programa de fomento da Prefeitura do RJ em 2016. Como ator, útimos trabalhos no audiovisual: Paulo - O Apóstolo (Disney+); Até Onde Ela Vai (Univer Video); Terra & Paixão (Globo); Poliana Moça (SBT); Pela Fechadura (Prime Box Brazil); Desencontros (Sony); e ainda “Reis”; “Gênesis” e "Jezabel" na Record. Indicado a melhor ator no Festival de Cinema de Gramado (2020) por “Blackout”. No teatro: “O Segredo de Brokeback Mountain” (2024-2026) dir.: Moacyr Goes; “3 Meses e 3 Dias” (2023) dir.: Marcéu Pierrotti; “Moléstia” (2019) dir.: Marcéu Pierrotti; "Match" dir.: Bruno Guida (2018); "O Beijo no Asfalto - O Musical" dir.: João Fonseca (2017); "Como os peixes chegaram ali" dir.: Miwa Yanagizawa (2016); “O Tempo e os Conways” dir.: Vera Fajardo (2014).Ana Elisa Schumacher - idealizadora, roteirista, diretora, atriz e figurinistaAna Elisa Schumacher é atriz, figurinista, diretora de arte e roteirista, formada em Artes Cênicas pela CAL – Casa das Artes de Laranjeiras, com passagem pela faculdade de Arquitetura, onde iniciou seu diálogo com as artes plásticas e a construção de atmosferas cênicas.Como atriz, participou da série “Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente” (HBO), de novelas da TV Globo e do longa “Todo Mundo Tem Problemas Sexuais”, dirigido por Domingos Oliveira e Renata Paschoal. No teatro, integrou produções como “Clube da Esquina”, “Chacrinha – O Musical”, “Rio Up Hill” e “O Segredo de Brokeback Mountain”.No audiovisual, dirigiu o longa autoral “Quase” e o curta “Ensaio Sobre as Coisas que Eu Gostaria de Dizer”, além de atuar como roteirista das webséries “Isso Não Se Compartilha”. Também assinou direção de arte e figurino do curta “First Period”, vencedor do prêmio de curtas no Festival de Cinema de Roma.Como figurinista, assinou produções como “Brilha La Luna”, indicação a Melhor Figurino no Prêmio DID.Renan Fidalgo é graduado pela Faculdade CAL de Artes Cênicas, atua e produz profissionalmente desde 2015. Foi dirigido por nomes como: Celina Sodré, Cesar Augusto, Marcus Alvise,Marcelo Morato, entre outros. Entre 2017 e 2022, desenvolveu ao lado de Renato Rocha uma pesquisa que gerou ao NAI - Núcleo das Artes Integradas a indicaçãoao Prêmio Shell na categoria Inovação. Entre seus trabalhos, destacam-se: “Eu, Moby Dick”, indicada aos prêmios Shell, Cenym e APTR, vencedora do prêmio Cesgranrio na categoria melhor Cenografia, menção honrosa do site Rio no Teatro pela Cenografia; produção de "Latitudes dos Cavalos", indicada aos prêmios APTR e Cenym 2023; assistente de produção de “Malala - a Menina que Queria ir para a Escola”, vencedora do prêmio CEBETIJ de teatro infantil; produção executiva de “Kondima”, indicada ao prêmio Shell de melhor Iluminação; produtor Executivo de “Desato” com direção de Duda Maia e texto de Viviane Mosé; ator em “Kabaré Online”, indicada ao prêmio APTR em 2021 como melhor peça on-line, em 2025 entra em turnê nacional como produtor com a peça A Baleia. Foi assessor de Cultura do Sesc Rio em 2023, onde desenhou e produziu a programação do Arte Sesc. Idealizador do projeto Circuito Norte Fluminense de Teatro, no momento em fase de captação.Ana Cordeiro - preparadora de elenco Ana Cordeiro é formada em Comunicação Social (Radialismo) pela UFRJ, atriz e preparadora de atores. Como preparadora, trabalhou com Maria Ribeiro (teatro, TV e cinema, 2022–2025), Letícia Laranja (Terra e Paixão, 2023–2024), Dayanna Maia (Os Donos do Jogo, 2025) e Angélica Bueno (Meu Avô Stanislau, 2025), além de mais de 50 preparações individuais. Em 2019 aproximou-se dos métodos norte-americanos e especializou-se na técnica Chubbuck; desde 2022 integra o Estúdio Marina Rigueira como instrutora, acompanhando turmas regulares e aulas particulares, e desde 2025 ministra exercícios de Strasberg, Meisner e Morris. Integra também o Clube Drama, plataforma para atores a ser lançada em 2026. Sua trajetória também passa por assistência de direção, filmmaking, produção e direção/assistência de arte. Foi assistente pessoal e de direção de Domingos de Oliveira (2017–2019) e colaborou com Felipe Nepomuceno e Renata Paschoal.Fernanda Mantovani - iluminadoraÉ iluminadora cênica. Sua última indicação foi para o prêmio Shell 2023 pela luz do espetáculo "Caim" de Jose Saramago e interpretação de Henry Pagnocceli, no CEBETIJ foi indicada pela luz do espetáculo O Príncipe Poeira e a flor da cor do coração, com direção de Saulo Sisnando. Prêmio Shell de 2016 também teve indicação pelo projeto de luz para o espetáculo,“Missa para Clarice”, com direção de Eduardo Wotzik. Em 2012 foi indicada ao PRÊMIO SHELL e para o PRÊMIO APTR por seu projeto de luz para o espetáculo “Breve Encontro”, também de Eduardo Wotzik. E em 2014 pelo prêmio Zilka Salaberry, foi indicada com a luz do espetáculo “A hora do Poço ou a boca do céu” em parceria com Tiago Mantovani e com direção de Fabiano Boechat. Tem na bagagem inúmeros espetáculos que se acumularam ao longo dos mais de 20 anos de carreira. Nesse período trabalhou ao lado de Taná Corrêa, Zé Celso, Walter lima jr, Nelson Rodrigues Filho, Domingos Oliveira, Karen Acioly. Destacando a atuação em dança com Regina Miranda, Carmen Luz e Sonia Destri Lie. Também a experiência em shows e exposições, neste seguimento se destaca a exposição sobre o ator Paulo Gustavo l, no MAC em niteroi no ano de 2025, "Rir é um ato de resistência. No ano de 2025 fez sua primeira contribuição artística no cinema, no filme sobre a vida e obra de Cacilda Becker, "Cacilda em cena aberta", ainda não lançado.Caue Nardi - Trilha sonoraCauê Nardi é músico e cantautor do Rio de Janeiro, com pouco mais de 15 anos de carreira soma 215 mil plays no Spotify e experiência em projetos musicais de diferentes estilos.Tem em sua trajetória apresentações no Festival Lollapalooza BR 2017 e no palco do Circo Voador (RJ) no mesmo ano, integrando a banda folk Suricato; Festival Villa-Lobos, como integrante do sexteto vocal BeBossa Kids; Festivais de Jazz pela América Latina (Equador, Uruguai, Paraguai, Chile), integrando o sexteto vocal BeBossa, Rock in Rio 2011 como vocalista da banda de rock experimental Eskimo, ao lado do ex baixista da banda Los Hermanos. Vencedor do Festival Porto Beats 2019 realizado pelo Porto Canal (TV Portugal);Foi semifinalista do BDO LIVE Portugal 2021;Cauê retorna ao Brasil em 2026 com bagagem suficiente para uma reconexão genuína com suas raízes.Seu mais novo trabalho lançado é o EP "Entre Águas", em fevereiro de 2026.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 28/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.