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Despertar o gosto pela leitura em crianças, através do ato de contar histórias, apresentando o espetáculo cênico-musical - "Lá Vem História! - Contos da Floresta", trazendo as lendas e histórias dos povos originários e ribeirinhos da floresta amazônica e formar educadores e artistas nas técnicas cênicas/musicais para se contar histórias.
Com muita música, prosas e lero-leros, o ator e contador de histórias Giovanni Porchia, se transporta para o mundo da literatura brasileira infantil convidando a todos a compartilharem com ele deste universo encantador, quando, inusitadamente, senta-se num banquinho com um violão na mão um tocador de melodias e do nada surge uma voz melodiosa cantando uma música doce, suave e bonita, que depois se faz presente na figura do Akpalô, o contador de histórias. As crianças têm os olhos brilhantes e atentos para o que virá, o coração parece que vai sair pela boca e enquanto reflete sobre a quantidade de chuva que cai na floresta, o contador de histórias descobre com a plateia, interessada, o mundo divertido das parlendas.Envolvido pela música de Helio Ziskind (compositor das trilhas sonoras da TV Cultura, tais como Castelo Ra-Tim-Bum, Cocoricó e outros), o contador de histórias convida a todos a uma viagem ao universo da fantasia, com histórias contadas e cantadas, criando suspense com os contos de terror e muitas risadas também, assim mergulha na cultura oral da floresta com personagens conhecidos de todos, como a Cobra Grande, Matinta Pereira, o Boto Cor-de-rosa, o Curupira e a Caipóra .Já tendo a plateia intrigada com o cenário e os objetos que se encontram em cena, ainda inutilizados, o contador de histórias encanta a todos com a hilariante história de Eva Furnari, “Cocô de Passarinho”, através de adereços como chapéus, flores e pequenos animais e objetos de percussão como apitos imitando aves que vão sendo usados no decorrer da contação.
Tendo como objetivo Geral despertar o gosto pela leitura em crianças e jovens, através do ato de contar histórias, apresentando o espetáculo cênico-musical "Lá VEm História! - Contos da Floresta", em teatros, centros culturais, praças, ruas e escolas, proporcionando momentos de encontro com a literatura brasileira infantil, através de lendas amazônicas, parlendas, contos de fadas e terror, histórias rítmicas e muita música, usando a linguagem cênica como ferramenta de encantamento.Pretende também preparar educadores para serem multiplicadores do ato da criação da ludicidade literária, através da oficina "A Arte de Contar Histórias".Espessificamente o projeto irá:- Desenvolver 40 apresentações do espetáculo cênico-musical "La Vem História! Contos da Floresta", em 28 escolas/praças/teatros/centros culturais, destinadas a crianças de 3 a 12 anos das escolas públicas de Minas Gerais e São Paulo.- Promover 8 oficinas: "A Arte de Contar Histórias", divididas em 4 módulos, perfazendo um total de 12 h/aula, destinadas a educadores, artistas, pais e a todos os interessados, abordando:- A função das histórias infantis na formação do caráter _ Contos, lendas, parlendas, contos de fadas e histórias rítmicas;- Dos signos aos significantes no ato de contar histórias (uma abordagem semiótica);- O uso de elementos musicais e cênicos para se contar histórias;- Contando histórias com elementos concretos _ Oficina de bonecos com elementos concretos e materiais reutilizáveis.
Contar histórias é uma prática milenar e, para quem conta, será sempre um exercício de renovação da vida, um encontro com a possibilidade, com o imaginário e o desafio de, em todo tempo e em todas as circunstâncias, ter a ilusão do "final feliz". Contudo, para quem escuta o universo de construção é ainda maior. As crianças podem alcançar resultados pedagógicos que interessam à escola e a vida, desenvolvendo habilidades como a percepção auditiva, a concentração, o hábito de ouvir, a capacidade de recontar e, acima de tudo, expandir o imaginário e alimentar a criatividade na hora de construir seus próprios textos.Literatura infantil e juvenil, ou literatura para crianças e jovens, como queriam Cecília Meireles e Mara Soriano, são percebidos hora como objetos estéticos, hora como objetos pedagógicos, ainda num sentido amplo. Mas não pode ser somente um instrumento didático.A escola é cada vez mais no Brasil o espaço do livro infantil. O livro de literatura não é, propriamente, como um livro didático porque procura a dimensão do prazer, do sonho, do humor, o que não implica que não leve a reflexão a funcionar como um instrumento de leitura do mundo. Abre suas páginas para outro tipo de aprendizagem tais como: do reconhecimento da emoção, da beleza contida na palavra ou na imagem.E como se dá, como se facilita esta experiência de cada leitor? Pela atitude de se abordar um livro sem fazer dele um meio de cobrança ou sem associá-lo a atitudes desagradáveis. Melhor é criar um clima de interesse em torno de cada livro, estimulando a imaginação, o debate e a expressão individual.Tudo o que acontece ao nosso redor, desde a nossa primeira infância, fica registrado em nosso inconsciente. Isto significa que tudo aquilo que vemos, ouvimos e sentimos influi no nosso desenvolvimento e amadurecimento.Escutar histórias é uma possibilidade de descobrir o mundo imenso dos conflitos, das dificuldades, dos impasses, das soluções, que todos atravessamos e vivemos, de um jeito ou de outro, através dos problemas que vão sendo defrontados, enfrentados, resolvidos, pelos personagens de cada história e assim esclarecer melhor os nossos ou encontrar um caminho possível para a solução deles. É ouvindo histórias que se pode sentir, também, emoções importantes como: a tristeza, a raiva, a irritação, o medo, a alegria, o pavor, a impotência, a insegurança e tantas outras mais."Ouvir e ler histórias é também desenvolver todo o potencial crítico da criança. É poder pensar, duvidar, se perguntar, questionar. É se sentir inquieto, cutucado, querendo saber mais e melhor ou percebendo que se pode mudar de ideia "No entanto a maioria dos educadores não possuem ferramentas adequadas para serem mediadores de leitura, tendo que improvisar a todo o momento tentando suprir estas necessidades.Sendo o Teatro e a Música meios vivos capazes de mobilizar todo o potencial humano, tornam-se ferramentas poderosas para se estimular o processo de leitura. É neste princípio que se baseia o projeto "La Vem História! - Contros da Floresta".O caminho para a leitura começa na infância quando as crianças passam a gostar de palavras e de ouvir histórias, além de animarem-se ao contar momentos de sua vida para pessoas próximas.Assim faz-se necessário instrumentalizar nossos contadores de histórias, como os pais e educadores, com ferramentas eficazes para que os mesmos se tornem agentes mediadores de leitura. Estas técnicas permeiam as artes cênicas e a música, visto que estas duas artes possuem um potencial incrível de mobilizar sentimentos de forma lúdica e certeira.
Não se aplica
Oficina “Do Conto ao Encontro – Histórias na Cultura Oral”Carga Horária total: 16h/aulaPúblico alvo: Educadores, Pais e atoresMódulo 1 - " Contos Infantis, sua função psicológica e o simbolismo das histórias Infantis "Ministrantes: Giovanni Porchia e Laura Dias EmentaApresentar a importância das histórias infantis como instrumento de formação moral e autoconstrução, procurando identificar nos contos de fada, lendas e histórias infantis o caráter plurifuncional, enumerando os diversos campos onde podem ser empregados e como eles estão sendo utilizados na educação, descrever a relação ficção-realidade para as crianças, além de apontar as relações entre a leitura das histórias e a constituição moral, ética e emocional da criança.Carga Horária: 4h/aulaRecursos didáticos: Apostila, Data Show Módulo 2 - " O Domínio da Oralidade "Ministrante: Giovanni Dias EmentaO método semiótico tem se mostrado profícuo em estabelecer ligações entre diferentes códigos ou tipos de linguagem. As análises baseadas nessa teoria são úteis, portanto, para revelar as relações do verbal com o não verbal. Nesse sentido, Semiótica & Literatura auxilia o leitor a compreender as aproximações e distanciamentos entre a literatura e outras manifestações artísticas. A arte é o oriente dos signos. Abordar significados e significantes no universo da literatura infantil, usando a oralidade como ferramenta fundamental. Carga Horária: 4h/aulaRecursos didáticos: Apostila, Data Show Módulo 3 - " Uso dos Elementos Musicais e Teatrais para se Contar Histórias "Ministrante: Giovanni Dias, Tiago D’Albuquerque e Diego Xavier EmentaJogos dramáticos, improvisação e elementos da dramaticidade unidos aos instrumentos percussivos e harmônicos, como gerador de curiosidade e interesse no enredo e história oral. Encenação e música no universo literário infantil. Carga Horária: 8h/aulaRecursos didáticos: Data show, instrumentos musicais (percussão e harmônico), CD player
As oficinas ocorrerão dentro de espaços já preparados para ocorrerem oficinas e cursos, nas escolas e comunidade onde será atendido.Já a apresentação do espetáculo infantil, por se tratar de um espetáculo livre, podendo ser executado em escolas e praças, torna-se automaticamente acessível a todos conforme a organização de cada espaço.O espetáculo trabalha ainda com a linguagem não verbal, que possibilita a participação e compreensão dos deficientes auditivos e visuais e contará com intérprete de libras.
Diante da disponibilização dos espetáculo e oficinas em escolas, ruas e praças, a capacidade de mobilização de todos que por lá transitam, independente de classe, raça, etnia ou credo, torna-se uma ação para todos de forma gratuita.Com um apelo visual, cênico , aliado à estética musical, o espetáculo encanta crianças e jovens de todas as idades e possui um grande potencial de agregar pessoas a sua volta.
Giovanni Porchia é um renomado diretor, ator, produtor e oficineiro com uma trajetória de 45 anos nas artes cênicas. Licenciado e bacharel em Artes Cênicas pela ECA-USP, ele também possui um mestrado em Semiologia do Teatro. Giovanni atuou, produziu e dirigiu mais de 40 espetáculos de teatro e filmes, além de participar de produções para TV e publicidade. Reconhecido por seu trabalho, recebeu diversos prêmios regionais e nacionais no setor cultural e na economia criativa.Como um defensor das artes e da inclusão, Giovanni implementou projetos socioculturais como a Clínica da Alegria e o Instituto Cultural Companhia Bella de Artes. Atualmente, radicado em Belém/PA, ele trabalha no projeto Orquestra Sustentável do SESI e é socio diretor da Goja Produtora de Conteúdos Audiovisuais, além de presidir o Instituto Cultural Artô. Sua dedicação à arte e à cultura continua a impactar positivamente a comunidade em que atua.Laura Dias é atriz e oficineira com formação em Psicologia pela Universidade Pitágoras. Com uma trajetória artística que começou aos 9 anos, Laura já participou de 12 espetáculos infantis, incluindo "La Vem História!" e "Os Saltimbancos". Além de sua atuação no teatro, desenvolveu comerciais para TV e atuou como secretária executiva na Associação Grupo Entre Nós. Atualmente, dedica-se à construção de bonecos com sucatas em projetos sociais e continua sua jornada como atriz no projeto "La Vem História!". A combinação de sua paixão pela arte e seu interesse pela psicologia enriquecem seu trabalho, promovendo experiências criativas e educativas para crianças e jovens.Danila Moreno é percussionista e vocalista com uma sólida formação nas artes. Ela completou diversos cursos, incluindo workshops em musicoterapia e teatro, e oficinas de percussão corporal e jogos teatrais. Com mais de 12 anos de experiência, Danila se apresenta em bares e eventos, e foi backing vocal no Festival Viola de Todos os Cantos da EPTV Globo entre 2004 e 2008. Atuou também como musicista e cantora no Grupo Teatro de Tábuas, participando de projetos socioculturais em todo o Brasil. Entre 2012 e 2013, Danila teve a experiência de tocar em navios de cruzeiro, como o Costa Fortuna e o Costa Favolosa. Sua trajetória reflete uma paixão pela música e pela arte de se comunicar com o público.Juliana Peres Riemenschneider é coordenadora pedagógica com uma sólida formação em Pedagogia e especializações em Psicopedagogia Clínica e Inspeção Escolar. Com mais de 20 anos de experiência na educação, Juliana atuou como professora em diversas instituições, desde a educação infantil até o ensino fundamental, sempre com um foco especial na inclusão e no desenvolvimento integral dos alunos. Ela foi coordenadora pedagógica do Programa Beija-Flor, que oferece atividades educativas e artísticas para crianças em situação de vulnerabilidade. Além de sua carreira educacional, Juliana tem uma paixão pelo teatro, tendo participado do Grupo de Teatro Benigno Gaiga por quase três décadas. Sua dedicação à educação e às artes faz dela uma profissional comprometida em transformar a experiência escolar de seus alunos.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 28/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.