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PRONAC 262174Autorizada a captação total dos recursosMecenato

“Arapy Guasu – Brasil Xangai 2026”.

INSTITUTO SINFONICO
Solicitado
R$ 895,0 mil
Aprovado
R$ 895,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
26

Localização e período

UF principal
MS
Município
Campo Grande
Início
2026-05-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (2)
Campo Grande Mato Grosso do SulSão Paulo São Paulo

Resumo

A Orquestra Indígena do Brasil, formada por jovens músicos de povos originários, apresenta o espetáculo Arapy Guasu _ Entre Dois Mundos, projeto cultural que une tradição indígena e música de concerto. Com trajetória nacional e internacional já consolidada, o grupo representa a diversidade cultural brasileira em palcos de prestígio. Em 2026, levará sua arte ao Festival Internacional de Artes de Xangai, na China, com apresentações também no Brasil, em celebração ao Ano Brasil-China. O projeto reafirma a força da música como ponte entre culturas, promovendo intercâmbio, respeito e visibilidade para a herança indígena no cenário global.

Sinopse

Sinopse da Obra“Arapy Guasu – Sinfonia entre Dois Mundos” é mais do que um espetáculo musical – é uma celebração da herança ancestral dos povos originários do Brasil e um gesto de aproximação simbólica com a China, maior parceiro comercial do país. A música surge como linguagem universal capaz de unir diferentes culturas, transcendendo fronteiras e promovendo compreensão intercultural.A entrada da Orquestra Indígena no palco é um momento de grande significado. Representando comunidades indígenas brasileiras, cada músico carrega consigo a força de sua ancestralidade e a beleza de sua identidade cultural. O repertório integra influências indígenas, ribeirinhas e pantaneiras, dialogando com a música de concerto contemporânea e criando uma atmosfera acolhedora e única.A orquestra é formada predominantemente por instrumentos de corda – violino, viola sinfônica, violoncelo e contrabaixo acústico – além de violão clássico de seis cordas, instrumentos de sopro como o oboé e uma rica seção de percussão. Esta última combina tanto instrumentos universais quanto elementos peculiares da cultura brasileira, como pandeiro, surdo e berimbau, além de instrumentos étnicos indígenas. O espetáculo também contempla arranjos vocais, com atmosferas ancestrais e dialetos de tribos representadas pelos próprios músicos, criando uma experiência sonora autêntica e profundamente simbólica.O projeto envolve 25 integrantes – 20 músicos indígenas, 2 acompanhantes, maestro, produtor executivo e assistente de produção – e prevê concertos gratuitos em Campo Grande e São Paulo, além da participação oficial no Festival Internacional de Artes da China, em Xangai.Com duração aproximada de 60 a 70 minutos, cada apresentação é um momento de celebração e reconhecimento, reafirmando a missão da Orquestra Indígena de difundir a cultura legítima do Brasil em palcos internacionais. A música que eles criam é reflexo de sua jornada, uma celebração de sua herança e uma expressão de sua identidade única.Classificação Indicativa Etária: Livre. Recomenda-se que crianças menores de 12 anos estejam acompanhadas por um adulto.

Objetivos

Objetivo GeralO projeto Arapy Guasu _ Entre Dois Mundos tem como objetivo representar o Brasil no Ano Brasil-China 2026 por meio da Orquestra Indígena, um coletivo artístico-pedagógico de caráter continuado que articula formação musical, criação contemporânea e circulação cultural. A experiência internacional já consolidada em Portugal e Espanha fomentou a necessidade de ampliar este intercâmbio, levando ao maior festival de artes da China a força da música brasileira em sua diversidade. O espetáculo apresenta obras com influência ancestral indígena, peças que dialogam diretamente com a cultura originária e repertórios clássicos universais, todos tratados em arranjos cuidadosamente produzidos dentro de um conceito de música universal. Nada melhor do que jovens músicos indígenas, protagonistas de um projeto estruturante, para traduzir a essência do Brasil em um palco global. O projeto prevê apresentações em Mato Grosso do Sul, como referência e homenagem às comunidades locais, em São Paulo, como vitrine nacional, e em Xangai, como marco internacional, reafirmando a legitimidade da Orquestra Indígena como representante da história e da cultura brasileira.Objetivos Específicos Realizar 3 apresentações oficiaisMato Grosso do Sul (referência e homenagem às comunidades locais e indígenas).São Paulo (vitrine nacional).Xangai, no Festival Internacional de Artes da China (marco internacional).Envolver 25 integrantes no projeto20 músicos indígenas.2 acompanhantes (pais de alunos).1 maestro.1 produtor executivo.1 assistente de produçãoViagem internacional para Xangai (8 dias)Passagens aéreas ida e volta para os 25 integrantes.Hospedagem em quartos duplos/triplos.3 refeições diárias para todos os integrantes.Transporte interno (traslados aeroporto-hotel-festival).Seguro viagem internacional para todos os integrantes.Remuneração artística e técnicaCachê adequado para os 20 músicos.Cachê para maestro e produtor executivo.Remuneração para Interprete Tadutor e Inteprete de Libras Promover intercâmbio cultural durante o festivalWorkshops e masterclasses com artistas chineses.Apresentações em salas de concerto e em espaços públicos como intervenções musicais.Contratação de intérprete bilíngue (mandarim/inglês-português) para mediar atividades e garantir comunicação eficiente durante o festival.Comunicação e acessibilidadePlano de comunicação eficiente com assessoria de imprensa no Brasil e na China.Divulgação em mídias sociais e veículos especializados.Contratação de intérpretes de Libras para todas as etapas no Brasil e na China.Garantia de acessibilidade física nos locais de apresentação (rampas, sinalização, recursos inclusivos).Produção e registro audiovisualCobertura em vídeo e fotografia das apresentações.Difusão posterior no Brasil e na China, ampliando o impacto cultural do projeto.

Justificativa

Justificativa ConceitualA realização do projeto Arapy Aguasu _ Brasil Xangai 2026 no contexto do Ano Brasil-China possui uma importância singular, tanto cultural quanto estratégica. A Orquestra Indígena, formada por jovens músicos de diferentes etnias, representa não apenas a diversidade originária do Brasil, mas também a capacidade de traduzir essa riqueza em música instrumental universal, com arranjos sofisticados que dialogam com repertórios clássicos, regionais e influências ancestrais indígenas.A escolha da China como destino é emblemática. O país é hoje um dos maiores, senão o maior parceiro comercial do Brasil, e a cultura se apresenta como bandeira de entrada e instrumento de aproximação entre nações. Nesse cenário, levar ao Festival Internacional de Artes de Xangai um espetáculo que une tradição e modernidade significa afirmar a identidade brasileira em um palco global, transcendendo a cultura de massa e o business cultural, para oferecer uma representação legítima e profunda da nossa herança.O projeto ganha ainda mais relevância por nascer em Mato Grosso do Sul, estado de alto interesse internacional, reconhecido como um dos destinos mais qualificados do mundo para o ecoturismo, com destaque para Bonito e para o Pantanal. Além disso, a rota bioceânica, que conecta o Brasil ao Pacífico, reforça a vocação internacional da região. A Orquestra Indígena, ao emergir desse território, carrega consigo não apenas a cultura dos povos originários, mas também elementos das culturas ribeirinhas e pantaneiras, criando um ambiente atmosférico acolhedor para a compreensão da diversidade cultural brasileira.A música, nesse contexto, é tratada como linguagem universal capaz de mediar encontros simbólicos entre diferentes universos culturais. O espetáculo Arapy Aguasu _ Entre Dois Mundos já foi testado internacionalmente em Portugal e Espanha, consolidando sua legitimidade e demonstrando a capacidade da Orquestra de atuar em palcos de alta exigência técnica e simbólica. Agora, no maior festival de artes da China, o projeto se propõe a reafirmar o Brasil como nação plural, que valoriza suas raízes e projeta sua cultura para o mundo.Mais do que apresentações musicais, o projeto prevê intercâmbio cultural efetivo, com workshops, masterclasses e performances em salas de concerto e espaços públicos, garantindo que o impacto vá além do espetáculo e se traduza em diálogo, aprendizado e aproximação entre artistas brasileiros e chineses. A contrapartida social e educativa, já presente na trajetória da Orquestra, será ampliada, reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a construção de pontes simbólicas entre povos e nações.Assim, o projeto se configura como uma ação estruturante, que representa o Brasil em sua diversidade cultural, fortalece a imagem do país junto ao seu maior parceiro comercial e reafirma a música como instrumento de unidade, respeito mútuo e compreensão intercultural.Justificativa Vinculativa (Legal)Preâmbulo IntrodutórioO projeto Arapy Guasu _ Brasil Xangai 2026 representa uma ação cultural estratégica e simbólica no contexto do Ano Brasil-China. A Orquestra Indígena, formada por jovens músicos de diferentes etnias, traduz em música instrumental universal a diversidade cultural brasileira, com arranjos que incorporam influências ancestrais indígenas, repertórios regionais e obras clássicas. Sua realização no Festival Internacional de Artes de Xangai, o maior evento cultural da China, reforça a legitimidade do Brasil como nação plural e fortalece os laços com seu maior parceiro comercial.Mais do que apresentações artísticas, o projeto promove intercâmbio cultural, democratização do acesso à música de concerto e valorização das culturas originárias, ribeirinhas e pantaneiras, em consonância com os princípios da política pública de cultura. Nesse sentido, o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei Rouanet) é não apenas adequado, mas essencial para viabilizar uma iniciativa que transcende fronteiras e reafirma a cultura como instrumento de unidade e diplomacia.📌 Correlação com a Lei nº 8.313/91Artigo 1º _ Finalidades do PRONACInciso I _ Livre acesso às fontes da cultura → O projeto garante apresentações gratuitas e acessíveis no Brasil e na China, ampliando o acesso democrático à música de concerto.Inciso II _ Regionalização da produção cultural → A Orquestra nasce em Mato Grosso do Sul, território de grande presença indígena e relevância internacional no ecoturismo, contribuindo para a descentralização cultural.Inciso III _ Apoiar e difundir manifestações culturais → O espetáculo valoriza criadores indígenas e difunde sua produção em palcos nacionais e internacionais.Inciso IV _ Proteger expressões culturais dos grupos formadores da sociedade → A música com influência indígena reafirma o pluralismo da cultura nacional.Inciso V _ Salvaguardar modos de criar e viver da sociedade brasileira → O repertório contempla elementos ribeirinhos e pantaneiros, preservando modos de vida regionais.Inciso VII _ Desenvolver consciência internacional e respeito a outros povos → O intercâmbio cultural Brasil-China, com workshops e masterclasses, promove diálogo e respeito mútuo.Inciso VIII _ Estimular bens culturais de valor universal → A música instrumental universal, com arranjos contemporâneos, insere o Brasil em um circuito global de cultura.Inciso IX _ Priorizar produto cultural originário do País → A Orquestra Indígena é formada majoritariamente por músicos indígenas, representando produto cultural genuinamente brasileiro.Artigo 3º _ Objetivos dos projetos culturais-Incentivo à formação artística e cultural → Oficinas, ensaios abertos e masterclasses fortalecem a formação dos músicos e do público.-Fomento à produção cultural e artística → O espetáculo apresenta arranjos inéditos e repertório autoral, ampliando a produção musical brasileira.-Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico → A música com influência indígena e pantaneira difunde patrimônio imaterial do Brasil em palcos internacionais.-Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais → O público chinês e brasileiro terá contato direto com a diversidade cultural brasileira, ampliando a compreensão e valorização de seus bens culturais.

Especificação técnica

Especificação Técnica das AçõesAção 1 – Espetáculo Musical (Brasil e China) A Orquestra Indígena é um grupo único e autêntico, formado majoritariamente por jovens da etnia Terena e de outras comunidades indígenas. Dos 20 músicos, 16 são indígenas, representando a força e a diversidade cultural do Brasil.A formação instrumental é predominantemente de cordas, com:5 primeiros violinos5 segundos violinos4 violas sinfônicas2 violoncelos2 contrabaixos acústicosComplementam-se com:1 violão clássico de seis cordas1 oboé (sopro)3 percussionistas, incluindo instrumentos universais e brasileiros (pandeiro, surdo, berimbau)Instrumentos étnicos indígenas de percussão e soproArranjos vocais em dialetos indígenas, criando atmosferas ancestraisEssa formação totaliza 18 instrumentistas + maestro + oboé = 20 músicos, além de 2 acompanhantes, produtor executivo e assistente de produção, compondo uma equipe de 25 integrantes.O espetáculo terá duração aproximada de 60 a 70 minutos, com concertos gratuitos em Campo Grande e São Paulo, além da participação oficial no Festival Internacional de Artes da China, em Xangai. Classificação indicativa: Livre. Ação 2 – Oficinas e Masterclasses Atividades educativas voltadas para jovens músicos e público em geral, realizadas em Campo Grande, São Paulo e Xangai. Objetivo: formação artística, troca de experiências e valorização da música indígena e regional. Classificação indicativa: Livre. Ação 3 – Ensaios Abertos Ensaios da Orquestra abertos ao público em Campo Grande e São Paulo, como contrapartida social e ação de democratização de acesso. Classificação indicativa: Livre. Ação 4 – Registro Audiovisual e Difusão Digital Produção de registros em vídeo e fotografia das apresentações e oficinas, com disponibilização online e em redes sociais, ampliando o alcance cultural e educativo do projeto. Classificação indicativa: Livre. Ação 5 – Comunicação e Acessibilidade Plano de comunicação nacional e internacional, assessoria de imprensa no Brasil e na China, contratação de intérpretes de Libras e intérprete bilíngue (mandarim/inglês-português), além da garantia de acessibilidade física nos espaços de apresentação. Classificação indicativa: Livre.

Acessibilidade

AcessibilidadeO projeto Arapy Aguasu – Brasil Xangai 2026 reafirma seu compromisso com a inclusão e a democratização da cultura, garantindo que todas as etapas sejam acessíveis tanto no Brasil quanto na China. As medidas previstas contemplam:Acessibilidade FísicaSeleção de ambientes de apresentação em conformidade com as normas de acessibilidade vigentes, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização adequada.Garantia de assentos reservados para pessoas com deficiência e idosos.Observância das condições de acessibilidade física também em solo estrangeiro, mediante diálogo prévio com os organizadores do festival.Acessibilidade de ConteúdoContratação de intérpretes de Libras para todas as apresentações realizadas no Brasil.Contratação de intérprete de Libras na China, assegurando que brasileiros residentes ou visitantes com deficiência auditiva possam compreender plenamente o espetáculo.Disponibilização de materiais de divulgação com legendas descritivas em vídeos e conteúdos digitais.Inclusão de recursos simples e eficazes, como programas de concerto em Braille e audiodescrição básica, conforme viabilidade. CustosTodos os custos relacionados às medidas de acessibilidade — tanto física quanto de conteúdo — estarão contemplados dentro do percentual destinado à rubrica de Comunicação e Acessibilidade, garantindo execução eficiente e transparente sem necessidade de criação de rubricas adicionais.

Democratização do acesso

Democratização de AcessoO projeto Arapy Aguasu – Brasil Xangai 2026 é, em sua essência, uma ação de democratização do acesso à cultura. A Orquestra Indígena é formada por adolescentes e jovens oriundos de aldeias urbanas e de projetos culturais e sociais, que encontram na música de concerto um espaço de protagonismo e visibilidade. Mais do que participar de apresentações, esses jovens desenvolvem habilidades artísticas dentro dos mais altos padrões de qualidade musical, consolidando sua autonomia cultural e ampliando suas perspectivas de atuação profissional.A democratização se manifesta em múltiplas dimensões:Gratuidade das apresentações: todos os concertos em Campo Grande e São Paulo serão gratuitos, garantindo acesso amplo e inclusivo.Ensaios abertos: realizados em cada etapa, permitirão que estudantes, comunidades locais e público em geral acompanhem o processo criativo da Orquestra.Plano de comunicação inclusivo: voltado para alcançar não apenas o público brasileiro, mas também os brasileiros radicados em Xangai e regiões próximas. Serão utilizados canais digitais, redes sociais e parcerias com comunidades locais para divulgar a presença do espetáculo.Disponibilização de registros audiovisuais: apresentações gravadas e o histórico da Orquestra serão compartilhados online, com registros diários durante a turnê, ampliando o alcance e a memória cultural do projeto.Acessibilidade plena: contratação de intérpretes de Libras para todas as etapas no Brasil e na China, além da observância das condições físicas de acessibilidade nos locais de apresentação.Contrapartida social: oficinas abertas e atividades de mediação cultural, garantindo que o impacto vá além do espetáculo e se traduza em formação de plateia e inclusão cultural. Plano de Democratização e Acesso (síntese)Apresentações gratuitas em Campo Grande e São Paulo.Ensaios abertos em todas as etapas.Plano de comunicação para alcançar brasileiros em Xangai e divulgar registros audiovisuais online.Contratação de intérpretes de Libras no Brasil e na China.Garantia de acessibilidade física nos espaços de apresentação.Oficinas abertas e atividades educativas como contrapartida social.

Ficha técnica

Ficha Técnica – Equipe do Projeto Arapy Guasu – Brasil Xangai 2026Instituto Sinfônico [nome completo] – Proponente Instituição sem fins lucrativos dedicada à promoção da educação musical, da cultura e da inclusão social, atuando com projetos estruturantes que valorizam a diversidade cultural e ampliam o acesso democrático à música de concerto.Direção ArtísticaEduardo Martinelli – Diretor Artístico e Maestro Maestro da Orquestra Sinfônica de Campo Grande, com ampla experiência internacional e atuação em projetos de formação musical voltados para jovens em situação de vulnerabilidade social.(Viola Sinfônica / Spalla)Brenner Rozales é violista principal da Orquestra Sinfônica de Campo Grande, com experiência internacional em festivais como Campos do Jordão e a Oficina de Música de Curitiba. Atuou na Orquestra Jovem das Américas e foi selecionado para o programa da Buchmann-Mehta School of Music em Tel Aviv, sob direção de Zubin Mehta. Vencedor da Competição Internacional Rosa Mística, colaborou com importantes orquestras brasileiras, incluindo a OSESP.Produção MusicalJardel Vinícius Tartari – Produtor Musical e músico integrante Licenciado em Música pela UFMS e pós-graduado em Arranjo Musical. Coordenador da Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande e diretor executivo do festival “Encontro com a Música Clássica”, além de responsável por diversos projetos culturais de relevância estadual e nacional.Produção ExecutivaEdgard da Silva – Produtor Executivo Formado em Ciências Sociais, com especialização em Gestão Pública e mais de 30 anos de experiência em produções artístico-culturais nos setores público e privado, além de atuação significativa no terceiro setor.Equipe Artísticaes e intérpretes serão declarados no devido momento, conforme definição final da equipe e contratação dos serviços.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 28/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.