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O projeto Riso de Plantão - Circolando pelas UBs e Hospitais promove circulação de intervenções de palhaçaria em Unidades Básicas de Saúde e Hospitais. As ações incluem visitação artística com foco na intervenção e comunicação aos pacientes das Ubs e Hospitais, interação com usuários do sistema público de saúde e oficinas formativas sobre palhaçaria abertas ao público. A iniciativa amplia o acesso às artes cênicas, cultura e contribui para a humanização dos espaços públicos de saúde.
Intervenção palhaçaria: Intervenção artística de palhaçaria realizada em ambiente hospitalar, composta por performances breves e itinerantes que utilizam humor, improvisação e interação sensível com pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde. A ação busca promover momentos de leveza, acolhimento e humanização no cotidiano hospitalar através de ação cultural artistica. Classificação indicativa: Livre. Oficina: Oficina de palhaçaria aberta ao público em geral, voltada à experimentação do riso, do jogo cênico e da expressão corporal. A atividade propõe exercícios práticos de improvisação, escuta e criatividade, estimulando a presença, a sensibilidade e o encontro entre os participantes. Classificação indicativa: Livre. Oficina Corpo Sinal: Oficina Corpo Sinal, conduzida com a participação de ator surdo, voltada ao público surdo e ouvinte. A atividade explora o corpo como linguagem por meio de exercícios de expressão corporal, presença cênica, gestualidade e comunicação visual, estimulando a criação artística, a escuta sensível e o encontro entre diferentes formas de comunicação. Classificação indicativa: Livre
Objetivo geral: Promover o acesso às artes cênicas e contribuir para a humanização de espaços públicos de saúde por meio da circulação de intervenções profissionais de palhaçaria em Unidades Básicas de Saúde e Hospitais e oficinas formativas, fortalecendo o diálogo entre cultura, cuidado e comunidade.Objetivos especificos: 1. Realizar 32 intervenções artísticas profissionais de palhaçaria em unidades de atendimento em saúde. 2. Oferecer 2 oficinas formativas presenciais inspiradas na linguagem da palhaçaria, voltadas ao público geral, artistas e interessados locais. 3. Produzir um mini-documentário audiovisual registrando o processo artístico e a circulação do projeto. 4. Realizar registro fotográfico e audiovisual profissional das atividades para fins de memória cultural, prestação de contas e divulgação. 5. Desenvolver campanha de comunicação digital para divulgação das ações e ampliação do alcance público do projeto. 6. Garantir ações de acessibilidade cultural, incluindo a participação do ator surdo Lucas Bourscheid em todas as visitações artísticas previstas no projeto, promovendo representatividade da comunidade surda e utilização da Língua Brasileira de Sinais 7. Realizar 01 oficina acessível "Corpo Sinal", dedicada à experimentação de comunicação corporal e introdução à Libras como linguagem artística e expressiva.
O projeto " Riso de Plantão - Circolando pelas UBs e Hospitais" propõe a realização de intervenções artísticas de palhaçaria totalmente gratuitas em Unidades Básicas de Saúde e Hospitais públicos, promovendo o encontro entre arte, cuidado e comunidade em espaços públicos frequentados diariamente por milhares de pessoas.Ao levar intervenções artísticas para ambientes de saúde, o projeto amplia o acesso às artes cênicas em espaços não convencionais e aproxima a produção cultural do cotidiano da população, especialmente de públicos que muitas vezes não frequentam equipamentos culturais formais. A linguagem da palhaçaria, baseada no humor, na escuta e na relação direta com o público, possibilita experiências artísticas sensíveis que contribuem para o bem-estar, para o fortalecimento de vínculos sociais e para a valorização da cultura como elemento fundamental da vida coletiva. Nesse sentido, a proposta se enquadra nos princípios estabelecidos no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao contribuir para a democratização do acesso à cultura, a valorização da expressão artística e a promoção da cidadania cultural.O projeto também dialoga diretamente com os objetivos previstos no Art. 3º da referida lei, especialmente no que se refere à promoção e difusão da cultura brasileira, ao incentivo à produção e circulação de bens culturais, à ampliação do acesso da população às atividades artísticas e à valorização de iniciativas culturais de alcance social.Além disso, a proposta contempla ações de acessibilidade cultural, incluindo a participação de artista surdo, presença de intérprete de Libras em atividades específicas e disponibilização de conteúdos audiovisuais com janela de Libras, contribuindo para a inclusão e a ampliação do acesso de diferentes públicos às atividades culturais.Dessa forma, o projeto se apresenta como uma iniciativa cultural relevante, que articula circulação artística, formação e acessibilidade, fortalecendo o papel da cultura como ferramenta de encontro, expressão e transformação social.
2 dias em cada cidade para as intervenções:Dia 1 = intervenção de manhã/tardeDia 2 = intervenção manhã/tardeNas intervenções serão 4 artistas palhaços, sendo um artista surdo, e mais uma interprete de libras.Duração das intervenções: 4h de manhã 8h às 12h / 5h de tarde 13h às 18h Oficinas: Duração das oficinas abertas ao público: 12h (serão 3 dias de oficina, sendo 4h por dia)Nas oficinas ao público sobre palhaçaria serão 2 oficineiros.Oficina Corpo Sinal: Duração da oficina “Corpo Sinal”: 5h Na oficina Corpo sinal serão 1 oficineiro e interprete de libras.
Acessibilidade física: Os locais de realização das intervenções são adaptados para pessoas com mobilidade reduzida e idosos, com rampas de acesso e banheiro adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: Será feita a áudio descrição da intervenção para a melhor compreensão em casos de algum participante com baixa visão ou cegueira. Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto contará com a participação de um artista surdo e disponibilidade de um interprete de libras, para a comunicação com o público surdo. Produção de conteúdos audiovisuais com janela de Libras para divulgação das ações nas redes sociais e plataformas digitais. Será realizada 01 oficina acessível “Corpo Sinal”, dedicada à experimentação de comunicação corporal e introdução à Libras como linguagem artística e expressiva. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: A linguagem utilizada será leve e divertida, possibilitando que todos possam ter acesso.
Seguindo o artigo 12 da Instrução Normativa MinC nº 29, de 29 de janeiro de 2026 o projeto prevê que todas as suas ações sejam gratuitas, tanto as intervenções de palhaçaria, como as oficinas formativas sobre palhaçaria e a oficina “Corpo Sinal”, dedicada à experimentação de comunicação corporal e introdução à Libras como linguagem artística e expressiva. A equipe será preparada para oferecer ao público as intervenção de palhaçaria e oficinas com excelência, visando a qualidade artística e também seguindo as instruções de segurança das Unidades Básicas de Saúde.Como as intervenções de palhaçaria ocorrerão em Unidades Básicas de Saúde, locais público, o público alvo do projeto serão pessoas de baixa renda e em muitos casos em situação de vulnerabilidade social.De acordo com o artigo 39 e 40 da citada IN o projeto contará com a presença de um artista surdo e interprete de libras, para que o público surdo seja representado e tenha a melhor compreensão das ações de palhaçaria. Também será feita a verificação se os locais são de fato acessíveis ao público.Seguindo o artigo 24 os matérias produzidos pelo projeto serão identificados com as marcas do governo e as redes sociais serão um canal para a divulgação das ações que serão feitas durante a execução do projeto.
Ricardo Elias Dutra Castilhos - proponente e artista: Artista completo, palhaço, pesquisador, arte-educador, produtor cultural e diretor artístico para mágicos reconhecido por sua versatilidade e excelência na arte da Mágica e Palhaçaria. Com uma sólida carreira na área do Circo e da Magia Infantil, ele se dedica a transformar cada apresentação em uma experiência única, repleta de encanto, humor e interação com o público. Sua trajetória inclui inúmeras especializações em Mágica e Clown, com formação em renoma das oficinas no Rio de Janeiro/RJ e participação em importantes festivais internacionais de mágica em países como Brasil, Chile, Argentina, México, Espanha, Uruguai, Estados Uni dos, Itália, Venezuela e Colômbia. Seu conhecimento técnico e artístico é aprofundado por uma formação completa nas áreas de Mágica Infantil, Close-Up Magic, Cartomagia, Parlour Magic, Mágica Geral, História da Arte, Clown, Improvisação e Mentalismo, adquirida na prestigiada academia de mágica Fufan Magia, em Buenos Aires/ARG. Além disso, acumulou mais de 100 horas de Masterclass com mágicos mundialmente reconhecidos, por meio das plataformas Vanishing Inc. e Penguin Live, referências globais na arte mágica. Ao longo de sua trajetória, Richard Clown impactou mais de 1M de pessoas, realizando mais de 50.000 intervenções artísticas em ruas, eventos privados e festivais, levando sua arte para públicos diversos e consolidando sua reputação como um dos grandes nomes da mágica infantil e do entretenimento interativo. Odelta Simonetti - diretora artistica e artista: Graduada em Pedagogia e especializada em Educação e Cultura pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, Odelta Simonetti iniciou suas atividades teatrais em uma oficina com o ator Sidney do Carmo, no ano de 1998, na cidade de Garibaldi/RS. No mesmo ano, juntamente com outros colegas de oficina fundou o Grupo Teatral Hora Vaga, companhia no qual atuou até 2011. A trupe viajou por vários estados e países, participando de mostras e festivais. Em 2007 ingressa no projeto de palhaço de hospital Médicos do Sorriso, onde permanece até 2011, exercendo as funções de atriz/palhaça e coordenadora entre 2008 a 2010. Ainda em 2007 inaugura o Centro Cultural Sala de Ensaio, onde entre suas produções destaca-se a produção da vinda do Grupo Galpão (MG), nos anos de 2007 (Pequenos Milagres e Um Homem é Um Homem), 2011 (Tio Vânia) e 2012 (Romeu e Julieta), e do I EEPA – Encontro Estadual de Palhaços. Fundou em 2009 o Trompim Teatro, companhia teatral dedicada à pesquisa de linguagens teatrais. No mesmo ano o grupo é contemplado com o Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo do Ministério da Cultura e estreia “Cinta-Liga/Desliga”. Em 2012, através do Prêmio de Incentivo a Montagem Teatral, o grupo monta o infantil “Marilu”, baseada no texto de Eva Furnari. Em 2016/2017, depois de um intenso processo de pesquisa, monta o espetáculo de máscaras expressivas “Passagem para Dois”, com direção de Tiche Vianna (Barracão Teatro, SP). Em 2014, em parceria com a atriz Ana Fuchs, monta o espetáculo clown “1,2,3 ECHÁ!*”, com direção da argentina Lily Curcio. Em 2016 monta o solo de rua “Circo da Rarley”, com direção de Ana Fuchs. Em 2023 estreia o solo A Espera, criação e direção próprias. No cinema foi contemplada com o prêmio de melhor atriz no I Cinesserra (2014), pela atuação no curta-metragem "Amargor", de Daniel Ongaratto. Em 2025 idealizou e produziu o Le Donne Che Fá Rider- Encontro de Palhaçaria Feminina.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 28/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.