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O projeto "Raízes de Arembepe: Aldeia Hippie, Arte e Cultura Viva" propõe a realização de um programa de formação cultural e valorização do patrimônio imaterial, com foco na história, identidade e produção artística da Aldeia Hippie de Arembepe, localizada em Camaçari/BA.A iniciativa tem como eixo central a educação cultural, por meio do programa "Aldeiando nas Escolas", que levará oficinas, rodas de conversa e conteúdos educativos a estudantes da rede pública, além da realização de visitas guiadas mediadas à Aldeia Hippie, promovendo vivência prática e conexão com o território.Como ação complementar e de difusão cultural, o projeto realizará um evento aberto ao público com feira de artesanato e gastronomia local, apresentações musicais e atividades culturais, ampliando o acesso à cultura e fortalecendo a economia criativa da comunidade.O projeto busca promover a preservação da memória, formação de público, inclusão social e democratização do acesso à cultura, consolidando a Aldeia Hippie como patrimônio vivo e espaço de aprendizagem, convivência e expressão cultural.O evento cultural está estruturado como culminância das ações formativas desenvolvidas previamente pelo projeto, por meio do programa "Aldeiando nas Escolas" e das visitas guiadas, mantendo seu caráter educativo e de valorização do patrimônio cultural da Aldeia Hippie de Arembepe.
Programa “Aldeiando nas Escolas” (PRODUTO PRINCIPAL)Resumo: Programa de formação cultural realizado em escolas públicas, por meio de oficinas e rodas de conversa sobre a história, identidade e práticas culturais da Aldeia Hippie de Arembepe. Assunto: Educação cultural, patrimônio imaterial e cidadania. Classificação indicativa: 12 a 17 anos.Visitas Guiadas à Aldeia HippieResumo: Experiências educativas mediadas na Aldeia Hippie, promovendo vivência prática da cultura local com abordagem histórica e cultural. Assunto: Patrimônio cultural, turismo cultural e memória. Classificação indicativa: Livre (recomendado a partir de 10 anos).Feira de Artesanato, Gastronomia e Programação CulturalResumo: Espaço de exposição e comercialização de produtos artesanais e gastronômicos, integrado a atividades culturais e apresentações musicais. Assunto: Cultura popular, economia criativa e identidade local. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo GeralPromover a valorização, preservação e difusão da cultura e memória da Aldeia Hippie de Arembepe, por meio de ações estruturadas de formação cultural, educação patrimonial e vivência no território, ampliando o acesso à cultura, fortalecendo a identidade local e incentivando a participação de estudantes, comunidade e visitantes.Objetivos EspecíficosRealizar o programa "Aldeiando nas Escolas", com oficinas e rodas de conversa em pelo menos 4 escolas públicas, promovendo educação cultural e cidadania;Proporcionar visitas guiadas educativas à Aldeia Hippie, conectando teoria e prática e fortalecendo a compreensão do patrimônio cultural;Desenvolver oficinas formativas voltadas à história, cultura, artesanato e modos de vida da Aldeia Hippie;Promover um evento de difusão cultural como culminância do processo formativo, com feira de artesanato e apresentações musicais;Fomentar a valorização do artesanato local e geração de renda direta para a comunidade;Garantir acessibilidade plena em todas as ações (física e de conteúdo);Produzir registro audiovisual acessível, preservando a memória e ampliando o alcance das ações;Estimular a formação de público e o sentimento de pertencimento cultural;Ampliar o acesso gratuito à cultura para públicos diversos, incluindo estudantes, comunidade local e visitantes.
A Aldeia Hippie de Arembepe constitui um importante patrimônio cultural imaterial brasileiro, reconhecida por sua trajetória ligada à contracultura, à liberdade de expressão, à produção artística independente e aos modos de vida sustentáveis.Apesar de sua relevância histórica e simbólica, há uma necessidade crescente de fortalecer a preservação de sua memória e ampliar o acesso das novas gerações a esse patrimônio, especialmente por meio de ações educativas estruturadas.O projeto surge como resposta a essa demanda, propondo um conjunto de ações centradas na educação cultural e na formação de público, promovendo o contato direto de estudantes com a história, os saberes e as práticas culturais da Aldeia Hippie.As oficinas, atividades nas escolas e visitas guiadas possibilitam uma abordagem pedagógica e vivencial, contribuindo para o desenvolvimento da consciência cultural, valorização da identidade local e fortalecimento do vínculo entre comunidade e território.Como desdobramento dessas ações formativas, o projeto realiza um evento cultural aberto, ampliando a difusão da cultura local e fortalecendo a economia criativa por meio da participação direta de artesãos e artistas.O evento cultural proposto não se configura como ação isolada, mas como desdobramento das atividades formativas, consolidando o processo educativo e ampliando o acesso da população ao patrimônio cultural local.Dessa forma, a proposta contribui para:Preservação do patrimônio cultural imaterialFormação cultural de jovensFortalecimento da economia criativaDemocratização do acesso à culturaPromoção da inclusão e acessibilidadeO apoio por meio da Lei nº 8.313/91 é fundamental para garantir a realização gratuita e acessível das atividades, assegurando seu impacto social e cultural.
O projeto “Raízes de Arembepe: Aldeia Hippie, Arte e Cultura Viva” está estruturado a partir de uma abordagem integrada entre formação cultural, vivência no território e difusão, garantindo coerência metodológica e alinhamento com políticas públicas de cultura, educação e inclusão.A proposta apresenta como diferencial o desenvolvimento de ações formativas prévias ao evento principal, por meio do programa “Aldeiando nas Escolas”, seguido da vivência prática na Aldeia Hippie, consolidando um processo contínuo de aprendizagem que articula teoria e experiência.Destaca-se também o fortalecimento da economia criativa local, com participação direta de artesãos e produtores da comunidade, assegurando geração de renda sem intermediação e valorização dos saberes tradicionais.O projeto incorpora princípios de acessibilidade de forma transversal, contemplando medidas físicas e comunicacionais, além de estratégias de mediação inclusiva, garantindo participação efetiva de diferentes públicos.Outro aspecto relevante é o alinhamento com o Dia Mundial do Turismo (27 de setembro), reforçando a proposta de promoção do turismo cultural sustentável e a valorização da Aldeia Hippie como patrimônio cultural vivo.A equipe responsável possui experiência em comunicação estratégica, projetos socioculturais e atuação em territórios, assegurando capacidade de gestão, articulação comunitária e execução qualificada das atividades.Destaca-se que a realização do evento está diretamente vinculada às ações formativas do projeto, funcionando como espaço de integração, vivência e difusão dos conteúdos trabalhados com os estudantes e comunidade.Dessa forma, o projeto se consolida como uma iniciativa estruturada, com impacto social, cultural e educativo, contribuindo para a preservação da memória, formação de público e valorização da identidade local.
1. Programa “Aldeiando nas Escolas”Duração: Oficinas de 1h30 a 2h, realizadas em 4 escolas ao longo de 2 meses. Material: Kits educativos, materiais pedagógicos, recursos visuais e acessíveis. Projeto Pedagógico: Metodologia participativa com foco em educação cultural, identidade local e patrimônio imaterial.2. Visitas GuiadasDuração: 1h a 1h30 por grupo (3 grupos). Material: Roteiros, sinalização e apoio de mediadores. Projeto Pedagógico: Vivência prática no território com abordagem histórica e cultural.3. Feira de Artesanato e GastronomiaDuração: 2 dias. Material: Tendas, mesas, expositores, som, iluminação e infraestrutura geral. Projeto Pedagógico: Valorização da economia criativa e troca de saberes entre comunidade e público.
Acessibilidade FísicaO projeto assegura acessibilidade física em todas as suas etapas, incluindo ações formativas em escolas, visitas guiadas e evento de difusão cultural, garantindo condições adequadas de participação para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.Serão adotadas as seguintes medidas:Adequação de rampas de acesso em todos os espaços de circulação (feira, palco, áreas de oficinas e atividades);Implementação de sinalização acessível, com indicação clara de espaços e fluxos;Organização do layout com áreas de circulação ampliadas, permitindo deslocamento seguro;Apoio de equipe orientada para auxiliar na mobilidade e acolhimento do público.Nas visitas guiadas, os percursos serão previamente planejados, considerando acessibilidade e segurança dos participantes.Essas medidas garantem que pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida possam acessar e participar integralmente das atividades propostas. Acessibilidade de ConteúdoO projeto também assegura acessibilidade comunicacional e de conteúdo, garantindo compreensão, participação e fruição cultural para diferentes públicos.Serão adotadas as seguintes ações:Presença de intérprete de Libras nas oficinas, visitas guiadas e apresentações culturais;Produção de vídeos com legendas descritivas, assegurando acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva;Elaboração de materiais educativos acessíveis, com linguagem simples e recursos visuais;Organização das oficinas com metodologia adaptada, garantindo participação de públicos diversos.Essas estratégias asseguram que o projeto não apenas seja acessível, mas verdadeiramente inclusivo, promovendo participação ativa e equitativa.
O projeto “Raízes de Arembepe: Aldeia Hippie, Arte e Cultura Viva” assegura ampla democratização do acesso, adotando estratégias que garantem participação gratuita, inclusão social e alcance ampliado de diferentes públicos.Todas as atividades serão gratuitas e abertas ao público, incluindo oficinas formativas, visitas guiadas, feira cultural, apresentações musicais e ações educativas, eliminando barreiras econômicas de acesso.No eixo formativo, o projeto realizará o programa “Aldeiando nas Escolas”, levando oficinas e rodas de conversa diretamente a estudantes da rede pública, ampliando o acesso à cultura para jovens que, muitas vezes, não frequentam equipamentos culturais.As visitas guiadas à Aldeia Hippie serão organizadas com foco educativo e inclusivo, possibilitando vivência cultural no território, especialmente para estudantes e comunidade local.Como estratégia de ampliação de acesso e difusão, o projeto prevê:Transmissão adigital de oficinas e apresentações culturais pela internet, ampliando o alcance para públicos remotos;Disponibilização de conteúdos digitais acessíveis (vídeos, registros e materiais educativos);Promoção de momentos de interação direta com artistas e artesãos, favorecendo troca de saberes;Registro audiovisual com posterior difusão gratuita.A Feira de Artesanato e Gastronomia será estruturada como ação de valorização da economia criativa local, permitindo que os expositores comercializem seus produtos de forma direta, sem intermediação, garantindo geração de renda justa para a comunidade.O projeto também prioriza o acesso de públicos diversos, incluindo estudantes, moradores da região, turistas e pessoas com deficiência, com ações integradas de acessibilidade física e de conteúdo.Dessa forma, a proposta promove não apenas o acesso ao consumo cultural, mas também à formação, participação ativa e vivência cultural, ampliando o alcance social e territorial das ações.
Nome: Bárbara Castro Loureiro de Souza SousaFunção no projeto: Diretora Geral e Coordenadora de ComunicaçãoBárbara Loureiro é profissional de Comunicação Corporativa com mais de 10 anos de experiência, atuando de forma estratégica em projetos institucionais, socioculturais e de impacto social, com forte interface com agendas de ESG (Ambiental, Social e Governança), gestão de crises e relacionamento com stakeholders.Ao longo de sua trajetória, desenvolveu e implementou estratégias de comunicação institucional, campanhas, projetos de engajamento e iniciativas voltadas ao fortalecimento da cultura organizacional e do relacionamento com comunidades, especialmente em contextos de alta complexidade social e reputacional.Possui experiência consolidada na gestão de comunicação em projetos com impacto territorial, incluindo atuação em iniciativas socioculturais, eventos, ações educativas e programas de relacionamento comunitário, contribuindo para o fortalecimento do diálogo social e da participação cidadã.Atualmente, atua também como consultora em comunicação estratégica e projetos socioculturais, desenvolvendo iniciativas voltadas à geração de impacto social, posicionamento institucional e valorização de territórios e comunidades.Sua atuação contempla ainda:Planejamento e execução de estratégias de comunicação integrada;Gestão de reputação e comunicação de crises;Produção de conteúdo e campanhas institucionais;Gestão de fornecedores e projetos incentivados;Desenvolvimento de indicadores e avaliação de resultados;Atuação em comitês de ESG, diversidade e inclusão.No projeto, será responsável pela direção geral, estratégia, posicionamento institucional, comunicação, visibilidade e relacionamento com públicos e patrocinadores, assegurando coerência narrativa, alcance e impacto social da iniciativa.----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Nome: Larissa Gila AndradeFunção no projeto: Coordenadora de ProjetoLarissa Gila é profissional com ampla experiência em gestão de projetos socioambientais, relacionamento com comunidades e desenvolvimento de iniciativas com foco em sustentabilidade, ESG e impacto social, com atuação em projetos de grande porte na Bahia.Sua trajetória é marcada pela atuação em programas de educação ambiental, comunicação e interação social, gestão de conflitos e engajamento comunitário, com forte experiência na articulação de stakeholders e implementação de ações em territórios impactados por empreendimentos.Atualmente, atua como Analista de Relacionamento com Comunidades, sendo responsável pela gestão de demandas sociais, desenvolvimento de projetos socioambientais, mediação de conflitos e condução de iniciativas voltadas ao desenvolvimento local, com base em princípios de ESG e direitos humanos.Possui experiência na coordenação e execução de projetos em larga escala, incluindo:Planejamento e gestão de projetos socioambientais;Mapeamento e gestão de stakeholders;Mediação de conflitos e diálogo social;Desenvolvimento e execução de programas de educação ambiental;Gestão de indicadores e relatórios de desempenho;Articulação institucional e comunitária;Gestão de equipes e operações em campo.Participou de projetos estruturantes como a Ferrovia Oeste Leste (FIOL) e Porto Sul, atuando diretamente na implementação de programas sociais, mobilização comunitária e gestão de impactos sociais.No projeto, será responsável pela coordenação geral da execução, articulação com comunidades, gestão de equipe, planejamento operacional e monitoramento das atividades, garantindo a efetividade, organização e impacto social das ações propostas.-------------------------------------------------------------------------------------------------A equipe técnica principal do projeto é composta pela Diretora Geral e Coordenadora de Comunicação, Bárbara Loureiro, e pela Coordenadora de Projeto, Larissa Gila, profissionais com experiência comprovada em comunicação estratégica, gestão de projetos socioculturais, atuação socioambiental e práticas alinhadas aos princípios de ESG.Os demais profissionais necessários para a execução do projeto, incluindo equipe técnica, artística, operacional e de serviços especializados (como produção, assessoria de imprensa, design, audiovisual, entre outros), serão contratados oportunamente, conforme as demandas específicas
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 29/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.