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O 4º Congresso Brasileiro das Academias Estaduais de Letras é um encontro que reúnirá representantes das academias de letras de diferentes estados do Brasil de 23 a 27/09/2026 em Curitiba/PR, com o objetivo de fortalecer a produção literária, promover intercâmbio cultural e discutir os rumos da literatura e da língua portuguesa no país. O evento contará com a presença de representantes das Academias Estaduais de todo o Brasil e terá em sua programação, palestras formativas sobre diferentes temas literários abertas ao público.
Em 2024, a APL passou a integrar o FALE BR, entidade civil sem fins lucrativos que congrega 29 academias estaduais de letras (o Rio de Janeiro é representado pelas academias Carioca e Fluminense), com participação efetiva da Academia Brasileira de Letras.A diretoria do Fórum é composta pelo presidente, Henrique de Medeiros Filho, da Academia Sul-mato-grossense; vice-presidente, Antonio Penteado Mendonça, da Academia Paulista de Letras; primeiro-secretário, Ernani Buchmann, da Academia Paranaense de Letras; e tesoureiro, Airton Ortiz, da Academia Rio-grandense de Letras.Sua posse se deu no Petit Trianon, sede da Academia Brasileira de Letras, em outubro de 2024, concretizando os propósitos estabelecidos a partir do Congresso de Campo Grande, em setembro de 2023, sucedidos na sequência pelos encontros de Belém, em agosto 2024, e João Pessoa, em outubro de 2025.Representada por seu delegado e atual presidente, acadêmico Ernani Buchmann, a Academia Paranaense de Letras participou de todos os eventos, em que também estiveram presentes membros da Academia Brasileira de Letras, acolhendo e incentivando a união nacional da literatura em torno do Fórum.Em razão desse objetivo de incentivar a união nacional das academias e para celebrar os 90 anos de existência da Academia Paranaense de Letras e os 130 anos da Academia Brasileira de Letras, a APL propõe à Lei Rouanet o presente projeto Congresso Brasileiro das Academias Estaduais em Curitiba, do dia 23 ao dia 27 de setembro de 2026, com a participação de um representante de cada uma das 29 Academias Estaduais.
Objetivo Geral- PRODUZIR E REALIZAR o 4º Congresso Brasileiro das Academias Estaduais de Letras em Curitiba/PR de 23 a 27/09/2026; - FORTALECER a integração entre as academias estaduais de letras do Brasil, promovendo o intercâmbio cultural, a valorização da literatura nacional e o debate sobre o papel da língua portuguesa e da produção literária no contexto contemporâneo. Objetivos Específicos - ESTIMULAR o diálogo entre escritores, acadêmicos e instituições culturais de diferentes regiões do país;- PROMOVER a difusão da literatura brasileira, destacando sua diversidade regional Incentivar a preservação, o estudo e o aprimoramento da língua portuguesa;- DEBATER políticas públicas voltadas ao fomento da cultura e da literatura;- COMPARTILHAR experiências e boas práticas entre as academias estaduais de letras - VALORIZAR a memória literária e os patrimônios culturais locais;- INCENTIVAR a formação de novos escritores e leitores Fortalecer o papel das academias como agentes ativos na vida cultural brasileira;- ESTIMULAR parcerias institucionais e redes de colaboração cultural Refletir sobre os desafios contemporâneos da produção literária no Brasil.
A realização do 4º Congresso Brasileiro das Academias Estaduais de Letras justifica-se pela necessidade de fortalecer os vínculos entre as instituições que atuam na preservação, promoção e difusão da literatura e da língua portuguesa no Brasil. Em um país marcado por grande diversidade cultural e regional, torna-se fundamental criar espaços de encontro, escuta e articulação entre academias, escritores e agentes culturais.As academias de letras desempenham papel essencial na valorização da memória literária, no incentivo à produção intelectual e na formação de leitores. No entanto, diante dos desafios contemporâneos, como as transformações digitais, a ampliação dos meios de comunicação e a necessidade de democratização do acesso à cultura, é indispensável promover momentos de reflexão conjunta e construção de estratégias comuns.O congresso se apresenta, portanto, como um ambiente propício para o intercâmbio de experiências, o fortalecimento institucional e o debate sobre políticas públicas voltadas à literatura e à cultura. Além disso, contribui para dar visibilidade à produção literária brasileira em suas múltiplas vozes, reafirmando a importância da língua portuguesa como patrimônio cultural e instrumento de identidade nacional.Ao reunir representantes de diferentes estados, o evento também impulsiona a criação de redes colaborativas, amplia o alcance das ações culturais e reafirma o compromisso das academias com o desenvolvimento cultural do país.Enquadramento do projeto Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Art. 3º IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Seção IVDas Contrapartidas SociaisArt. 44. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária.Dispensa da contrapartida social por ser o projeto totalmente gratuito.
Um dos objetivos do Congresso é promover o intercâmbio entre as culturas dos diversos estados brasileiros. Por essa razão, o Programa do Congresso pretende oferecer aos participantes um panorama da produção cultural paranaense em diferentes épocas. Como se poderá observar, constam do Programa eventos voltados a apresentar formas de expressão artística em que o Paraná mais se distinguiu. Na Literatura, serão rememoradas as obras do poeta Emílio de Menezes e as do historiador Rocha Pombo, paranaenses eleitos para a Academia Brasileira de Letras. O movimento simbolista, que teve no Brasil o protagonismo de poetas paranaenses como Dario Vellozo, Silveira Netto, Júlio Perneta, Antônio Braga e Tasso da Silveira terá sua trajetória exposta e analisada. O período pós-modernista em que se destacou nacionalmente o contista Dalton Trevisan merecerá análise e homenagem. Na Literatura contemporânea, o Paraná revelou nomes que são hoje conhecidos por suas obras em todo o país, como é o caso de Laurentino Gomes, Paulo Leminski, Luci Collin, Giovana Madalosso, Domingos Pellegrini, Alice Ruiz, Valêncio Xavier, Jamil Snege e outros mais: eles serão assunto e presença na programação.Nas artes plásticas, será apresentada a obra de artistas como Alfredo Andersen, considerado o pai da pintura paranaense, bem como dos expoentes do movimento paranista em que se destacaram João Turim, Zaco Paraná, Lange de Morretes e João Ghelfi. Também serão apresentados artistas independentes, com marca própria, como Guido Viaro, Theodoro De Bona, Arthur Nisio, Miguel Bakun, Poty Lazzarotto, entre outros. Na música, será lembrada a obra de Bento Mossurunga e o trabalho de maestros como Waltel Branco e Alceo Bochino.Os participantes do Congresso terão oportunidade de conhecer a Orquestra Sinfônica do Paraná e a Camerata Antiqua de Curitiba, entidades musicais de grande prestígio. A presença do Paraná na Música Popular Brasileira será recordada com a apresentação de perfis e obras de autores como, por exemplo, Paulo Soledade, Lápis, Alice Ruiz, Paulo Leminski, Marinho Gallera, Arrigo Barnabé e Stelinha Egg. Será feita uma especial referência ao Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba que mantém cursos dos mais diversos instrumentos musicais, a Orquestra de Sopros e a Orquestra de Cordas, atualmente um celeiro de músicos de alta performance. No painel sobre o teatro paranaense, serão destacados os trabalhos de instituições como o Teatro Guaíra em dois momentos de sua história, de mestres como Salvador de Ferrante, Glauco Flores de Sá Brito, Claudio Corrêa e Castro, Paulo Goulart e Nicete Bruno, que tiveram grande influência na formação de artistas, dos comediantes do Teatro de Bolso como Ari Fontoura, Odelair Rodrigues, Idelson Santos, Maurício Távora, Sale Wolokita, Danilo Aveleda, Danilo d’ Ávila, entre muitos outros. Também serão enfocados os trabalhos de atores, autores e diretores importantes como Paulo Assumpção, Manoel Carlos Karam, Antônio Carlos Kraide, Oraci Gemba, José Maria Santos, Lala Schneider, Edson Bueno entre outros.
O 4º Congresso Brasileiro das Academias Estaduais de Letras será estruturado com base nos princípios da acessibilidade universal, garantindo a participação plena, autônoma e segura de todas as pessoas, incluindo pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.Acessibilidade FísicaRealização do evento em espaço acessível, com rampas, elevadores e banheiros adaptados;Disponibilização de assentos reservados e espaços adequados para pessoas com deficiência, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;Equipe de apoio treinada para atendimento a pessoas com deficiência;Rotas acessíveis desde a entrada até todos os ambientes do evento;Prioridade de acesso e circulação facilitada.Acessibilidade de Conteúdo e ComunicaçãoPresença de intérpretes de Libras em todas as atividades;Disponibilização de legendas em tempo real em todos os vídeos exibidos no evento;Utilização de linguagem clara e inclusiva em todas as comunicações;Divulgação prévia da programação em formatos acessíveis.Acessibilidade AtitudinalSensibilização da equipe e dos participantes sobre práticas inclusivas;Incentivo ao respeito à diversidade e à inclusão durante todas as atividades;Atendimento humanizado, respeitando as necessidades específicas de cada participante. Essas medidas visam não apenas cumprir requisitos legais, mas promover um ambiente verdadeiramente inclusivo, democrático e acolhedor, ampliando o acesso à cultura e à produção literária.
O 4º Congresso Brasileiro das Academias Estaduais de Letras reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura ao garantir que todas as palestras, painéis e atividades da programação sejam totalmente gratuitos e abertos ao público.A gratuidade das ações busca ampliar o alcance do evento, possibilitando a participação de estudantes, educadores, escritores, pesquisadores e da comunidade em geral, independentemente de sua condição socioeconômica. Dessa forma, o congresso se consolida como um espaço inclusivo de circulação de ideias, formação e fruição cultural. Além disso, a ampla divulgação da programação em diferentes canais e formatos acessíveis contribuirá para atingir públicos diversos, incentivando o contato com a literatura, o pensamento crítico e a valorização da língua portuguesa.Ao eliminar barreiras econômicas, o congresso fortalece seu papel social e cultural, promovendo o acesso democrático ao conhecimento e estimulando a participação ativa da sociedade nas discussões sobre literatura, cultura e identidade nacional.Atendendo ao disposto no Art. 42, em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de:III - disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;
ACADEMIA PARANAENSE DE LETRAS (proponente) - A Academia Paranaense de Letras (APL) foi fundada em Curitiba, em 26 de setembro de 1936, resultado de esforços liderados pelo Professor Doutor Ulysses Falcão Vieira para que o Estado tivesse uma entidade cultural representativa, como se pretendeu que fosse a Academia de Letras do Paraná, criada em 1922 e dissolvida poucos anos depois por divergências filosóficas.Vieira reagrupou intelectuais dispostos a resgatar os valores acadêmicos e, sob sua presidência provisória, foram aclamados associados da APL alguns integrantes da extinta Academia: Dom Alberto José Gonçalves, Andrade Muricy, Azevedo Macedo, Dario Vellozo, Dídio Costa, Francisco Leite, João Cândido, Lacerda Pinto, Leôncio Correia, Leônidas de Loyola, Pamphilo d’Assupção, Romário Martins, Santa Ritta, Sebastião Paraná, Serafim França, Silveira Neto e Tasso da Silveira.As cadeiras restantes, do total de 40, foram destinadas por uma comissão especial, no início de 1937, a: Alceu Chichorro, Angelo Guarinello, Ballão Júnior, Benedito Nicolau dos Santos, Ciro Silva, David Carneiro, Euclides Bandeira, Flávio Guimarães, Francisco Negrão, Heitor Stockler, Helvídio Silva, Hugo Simas, Ildefonso Serro Azul, Laertes Munhoz, Martins Gomes, Pereira de Macedo, Quintiliano Pedroso, Raul Gomes, Rodrigo Júnior, Sá Barreto, Sá Nunes, Ulysses Vieira e Valfrido Pilotto.Desde seu nascimento e contra muitas adversidades, as atividades da Academia Paranaense de Letras nunca foram interrompidas. Passaram pelas suas cadeiras figuras das mais ilustres, e outras, de grande relevo, ainda as ocupam.Ao longo dos tempos, a diretoria teve diferentes composições. Nomes que, eventualmente, se repetem, como em uma dança dos “imortais” em frente ao manche deste tão simbólico barco. Importante é que, em todos os momentos, remam juntos os quarenta, com a responsabilidade de ir sempre adiante, mas sem deixar para trás a história, a arte, a ciência, a imaginação: a cultura paranaense.ERNANI BUCHMANN (palestrante) - advogado, jornalista, escritor. É presidente da Academia Paranaense de Letras, com 23 livros publicados, abrangendo diversos gêneros: crônicas, contos, romances curtos, discursos, ensaios. Entre eles, destacam-se: Os heróis da liberdade (ficção), Quando o futebol andava de trem (ensaio), O homem com dois lados esquerdos (crônicas), Imperadores de Opereta (ensaio), A voz da pelerine (discursos acadêmicos), Pequenas aberrações de um sujeito quase normal (crônicas), Sete ensaios sem concerto (ensaio). Site: academiaparanaensedeletras.com.br. NEY JOSÉ DE FREITAS (palestrante) - É membro efetivo do Centro de Letras do Paraná, do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná e da Academia Nacional de Direito do Trabalho. Foi diretor da Escola Judicial do TRT-PR no biênio 2006/07. Eleito presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 9.ª Região em outubro de 2009. Dois anos depois, foi seu nome foi referendado, por unanimidade, pelo Tribunal Superior do Trabalho, para integrar o Conselho Nacional de Justiça. Aposentado na magistratura, voltou à advocacia. Tomou posse na Academia Paranaense de Letras em 7 de abril de 2011, saudado por Albino Freire, na sede da OAB/PR. (AF) LUIZ FELIPE LEPREVOST (palestrante) - nasceu em Curitiba, em 21 de março de 1979. Diretor da Biblioteca Pública do Paraná. Prosador, poeta, dramaturgo e cancionista. Assina a coluna “Esquetes de Curitiba”, no jornal Diário Indústria & Comércio, em que publica crônicas. Na área jornalística, atua como redator e colabora com periódicos como crítico literário. Formou-se Bacharel em Artes Cênicas pela Casa de Artes de Laranjeiras (CAL), na cidade do Rio de Janeiro. Foi eleito em 11 de abril de 2023 para a Academia Paranaense de Letras, ocupando a cadeira 17. LUCI COLLIN (palestrante) - É membro da Academia Feminina de Letras do Paraná e tem, entre os livros publicados: Querer Falar (poesia, 2014), Nossa Senhora D’Aqui (romance, 2015), A Árvore Todas (contos, 2015) e A Palavra Algo (poesia, 2016). Também já traduziu diversos autores. Conversas de Botequim – 20 Contos Inspirados em Canções de Noel Rosa (2017); Ficcionais 2 (2016); 25 Mulheres que Estão Fazendo a Literatura Brasileira (2004), e Geração 90: Os Transgressores (2003), são algumas antologias de que participou. Em 2017 escreveu, em parceria, o libreto da ópera A Máquina de Pascal em Pernaguá. Foi eleita para a APL em 9 de agosto de 2017. GIOVANA MADALOSSO (palestrante) - nasceu em Curitiba, em 1975. Formou-se em comunicação social pela Universidade Federal do Paraná. Durante dezesseis anos, trabalhou como redatora publicitária em São Paulo, em agências como DPZ, JWT e McCann, tendo suas campanhas premiadas em festivais no Brasil e no exterior. Em 2008, começou a atuar na dramaturgia, assinando séries para o canal Multishow e GNT. Durante todos esses anos, Giovana publicou contos em mais de dez coletâneas, no Brasil e no exterior. E colaborou como colunista para diversos veículos, como jornal Rascunho, revista Piauí, Harper’s Bazaar e Quatro Cinco Um. Atualmente é colunista semanal da Folha de São Paulo. DOMINGOS PELLEGRINI JÚNIOR (palestrante) - nasceu em Londrina, em 23 de julho de 1949. Estudou Letras e Publicidade na Universidade Estadual de Londrina e cursou Teoria Literária na Universidade Estadual Paulista, na cidade de Assis, SP. Entre 1989 e 1992, foi Secretário Municipal de Cultura de Londrina. Suas obras abrangem diferentes gêneros: contos, poesia, romance, teatro e literatura infanto-juvenil. CAETANO WALDRIGUES GALINDO (palestrante) - Curitiba, 5 de outubro de 1973. Escritor, tradutor e professor brasileiro. Galindo é doutor em linguística pela Universidade de São Paulo. Desde 1998 é professor de história da língua portuguesa na Universidade Federal do Paraná. Traduziu para o português brasileiro obras de autores como Thomas Pynchon, David Foster Wallace, Charles Darwin, J. D. Salinger e James Joyce. Publicou semanalmente, de 2019 a 2021, um romance em folhetim chamado Lia, no site www.plural.jor.br; mais tarde, em 2024, foi publicado em livro pela Companhia das Letras. IVAN JUSTEN SANTANA (palestrante) - Nasceu em Curitiba (PR), em 1973. Professor, tradutor, pesquisador e doutor em Letras, publicou os livros de poesia 64 peças (2015), Buquês de limeriques (2018) e Terceiros episódios (2025). DANTE MENDONÇA (palestrante) - Durante as décadas de 70 e 80 esteve ligado ao teatro, no qual foi ator, cenógrafo e diretor premiado do Grupo de Teatro Margem, junto com Manoel Carlos Karam. Na mesma época em que foi um dos primeiros funcionários da Fundação Cultural de Curitiba, onde era diretor de arte. Atuou, ainda, na televisão, fazendo um quadro diário de humor em telejornal. Em 1976 fundou a Banda Polaca, o maior bloco carnavalesco de Curitiba, e em 1981 presidiu a Comissão de Carnaval de Curitiba. Como cartunista, entre diversas exposições individuais e coletivas, participou da mostra especial de cartunistas brasileiros e estrangeiros no Salão Carioca de Humor, no Rio de Janeiro; ganhou página no livro “O Paraná e a Caricatura”, de Newton Carneiro, e consta da “Enciclopédia Brasileira de Humor”. Em 2000 passou a assinar coluna no Estado do Paraná e Tribuna do Paraná.
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