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O projeto prevê apresentações do espetáculo Homem Voa?, do grupo Catibrum, em Belo Horizonte. Serão 10 apresentações gratuitas, sendo 8 destinadas a escolas públicas e 2 abertas ao público geral. A proposta inclui tambem a restauração e readequação técnica do espetaculo, que em 2026 completa 20 anos, acessibilidade (Libras e audiodescrição) e encontros com o público. O projeto visa democratizar o acesso à arte e promover a formação de público infantojuvenil.
Homem Voa?O espetáculo aborda a vida e os feitos de Santos Dumont, considerado o pai da aviação. Com linguagem poética e estética inovadora, a montagem utiliza bonecos de manipulação direta, teatro de sombras e trilha sonora original composta por Clayton Barros (banda Cordel do Fogo Encantado). A encenação apresenta desde a infância de Dumont, influenciado por Júlio Verne, até suas conquistas tecnológicas na Paris da Belle Époque.A dramaturgia é inspirada em registros históricos, como o voo do 14-Bis em 1906. O texto resgata o momento em que, diante de uma multidão em Paris, o aeroplano se ergueu no ar, marcando um dos maiores feitos da humanidade e emocionando o mundo. A montagem equilibra fidelidade histórica, sensibilidade estética e acesso para diferentes faixas etárias, com classificação indicativa livre.O espetáculo foi livremente inspirado no livro Santô e os Pais da Aviação, do cartunista João Spacca.Homem Voa? já circulou por diversos estados brasileiros por meio de projetos da Petrobras Distribuidora e da Caixa Cultural. Foi contemplado em editais como Myriam Muniz e Instituto Sérgio Magnani, e recebeu os prêmios de Melhor Espetáculo, Direção e Iluminação no Sinparc Usiminas 2011. Também foi indicado ao Troféu HQ Mix de melhor roteiro adaptado
Objetivo GeralPromover o acesso gratuito à arte e à cultura, especialmente para estudantes da rede pública, por meio da temporada do espetáculo Homem Voa? em Belo Horizonte, incentivando a formação de público infantojuvenil e valorizando a memória cultural brasileira.Objetivos EspecíficosReadequar tecnicamente o espetáculo, com restauração de bonecos, cenografia e iluminação;Realizar 10 apresentações gratuitas, sendo 8 destinadas a escolas públicas e 2 abertas ao público geral, em Belo Horizonte;Garantir a acessibilidade de conteúdo com tradução em Libras e audiodescrição em 3 sessões;Promover bate-papos ao final de cada apresentação, estimulando reflexão e aproximação com o público;Produzir e divulgar materiais de comunicação, incluindo peças gráficas, spot de áudio e vídeo institucional;Registrar o projeto com cobertura fotográfica e audiovisual, resultando em um vídeo final para difusão pública;Valorizar a figura histórica de Santos Dumont, promovendo diálogo entre arte, ciência e identidade nacional.
O projeto Tem Criança no Teatro, justifica-se por sua proposta de democratização do acesso à cultura, com atenção especial à promoção e formação de público infantojuvenil. A iniciativa prevê o transporte gratuito de alunos de escolas públicas até os teatros, ampliando e facilitando o alcance das ações culturais.Além disso, há uma valorização da memória cultural brasileira por meio da figura histórica de Santos Dumont. Ao abordar, de forma criativa, um dos maiores feitos da humanidade — o voo — realizado por um brasileiro nascido em Minas Gerais, o projeto também assume um caráter educativo, ao valorizar a identidade nacional e inspirar jovens espectadores.A proposta reativa uma obra com 20 anos de existência, cujos materiais sofreram danos. A restauração representa um gesto de preservação da memória das artes cênicas brasileiras e presta homenagem à trajetória de seu diretor, Lelo Silva (falecido em 2019), reafirmando o valor simbólico dessa criação no teatro de formas animadas.O espetáculo Homem Voa?, do grupo Catibrum, é inspirado na vida e nos sonhos de Santos Dumont. Com bonecos de manipulação direta, teatro de sombras e trilha sonora original de Clayton Barros (Cordel do Fogo Encantado), a montagem apresenta, de forma sensível, a trajetória do inventor — da infância em Minas à vida adulta em Paris. O espetáculo já circulou por importantes festivais e foi contemplado em editais como Myriam Muniz, Petrobras Distribuidora e Caixa Cultural. Recebeu três prêmios no Sinparc Usiminas e foi indicado ao Troféu HQ Mix.O uso do mecanismo de incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) é fundamental para viabilizar financeiramente o projeto, cuja realização prevê gratuidade total ao público e demanda recursos expressivos para logística, requalificação técnica, transporte escolar, comunicação e acessibilidade. O projeto não possui viabilidade por meio de bilheteria ou financiamento direto.A proposta se enquadra no inciso II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao contribuir para a difusão de bens culturais de valor universal, e também no inciso III, ao apoiar a produção cultural regional.Quanto aos objetivos do Art. 3º da mesma lei, o projeto atende aos incisos:I _ Contribuir para facilitar, a todos, o acesso às fontes da cultura brasileira e às obras culturais;II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira;IV _ Estimular a presença da cultura brasileira nos meios de comunicação de massa;VI _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;VIII _ Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos e nações.Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura é não apenas o instrumento mais adequado para a execução do projeto, como também garante sua aderência legal, cultural e social às diretrizes da política pública nacional para a cultura.
Espetáculo teatral – Homem Voa?Formato: PresencialDuração: Aproximadamente 55 minutosClassificação indicativa: LivreModalidade: Teatro de bonecos e formas animadasTécnicas utilizadas: Manipulação direta de bonecos e teatro de sombrasEquipe envolvida: 8 pessoas (elenco, técnicos e produção)Espaço mínimo necessário: Palco com 7m de largura x 6m de profundidade x 4m de altura livreCenário: Estrutura desmontável de madeira e metalon, cortinas de tecido, ciclorama e elementos cênicos móveisTrilha sonora: Original, composta e gravada por Clayton Barros; executada digitalmenteIluminação: Refletores tipo PC, elipsoidais e PAR LED, fornecidos pelos teatros ou alugados pela produçãoSom: Sistema com caixas ativas, microfones auriculares e mesa compactaTransporte: Veículo tipo van com baú ou caminhão de pequeno porteProjeto pedagógico complementarAção: Bate-papos com o público ao final de todas as apresentações (10 sessões)Objetivo: Estimular reflexões sobre a história, a ciência e a criação artísticaPúblico: Estudantes do ensino fundamental II e médioDuração: 30 minutos por sessãoMediação: Realizada pelos artistas e equipe de produçãoMateriais de apoio: Ficha técnica do espetáculo, materiais visuais e link para conteúdo digitalVisita sensorial: Apresentação tátil de elementos cênicos nas sessões com audiodescriçãoRegistro audiovisualProduto: Vídeo institucional com até 10 minutos de duraçãoConteúdo: Trechos do espetáculo, bastidores, entrevistas com a equipe e o públicoFormato de exibição: Full HD (1080p), com legendas e audiodescriçãoDistribuição: Redes sociais e canal digital do grupo CatibrumTodos os produtos culturais foram desenvolvidos com foco em circulação prática, acessibilidade e impacto formativo, sem comprometer a qualidade técnica e artística.
A inclusão sempre foi uma preocupação do grupo Catibrum. Em 2013, estreou o espetáculo O Som das Cores, com temática voltada à acessibilidade. Durante o processo de montagem, contou com consultoria de uma pessoa com deficiência visual e foi pioneiro, em Belo Horizonte, na utilização de audiodescrição em espetáculos teatrais.O projeto Tem Criança no Teatro pretende adotar medidas de acessibilidade física e de conteúdo, assegurando a participação de públicos diversos e alinhando-se aos princípios de inclusão previstos na política cultural nacional.Acessibilidade Física As apresentações serão realizadas em teatros com estrutura adequada, priorizando espaços que possuam rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização visual e acessos nivelados. A equipe de produção fará vistoria técnica prévia nos locais e organizará o acolhimento de pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade de Conteúdo O projeto prevê:Tradução em Libras em 3 apresentações;Audiodescrição em 3 apresentações;Roteiro específico com sinalização de rubricas cênicas para guiar o trabalho da audiodescrição;Registro audiovisual com legendas descritivas;Espaço sensorial antes das apresentações com audiodescrição, oferecendo a experiência tátil de bonecos e elementos cênicos.Essas medidas asseguram que o conteúdo artístico seja plenamente acessível a pessoas com deficiência auditiva e visual, promovendo a democratização da experiência cultural de forma inclusiva e equitativa.
Todos os produtos do projeto serão oferecidos de forma totalmente gratuita ao público. As apresentações ocorrerão em Belo Horizonte e serão voltadas principalmente para alunos de escolas públicas municipais e estaduais, por meio de articulação com as Secretarias de Educação.Além das apresentações, o projeto oferecerá bate-papos ao final de cada sessão, como atividade formativa e de aproximação com o público. Também estão previstas duas sessões com mediação pedagógica e visita sensorial voltadas ao público com deficiência visual.Para ampliar ainda mais o alcance do projeto, será produzido um vídeo institucional com registros das apresentações, entrevistas e trechos do espetáculo, que será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais e nos canais digitais do grupo Catibrum.Essas ações visam garantir não apenas o acesso físico ao evento, mas também a participação plena, respeitosa e qualificada de públicos diversos, com ênfase no público escolar.
Tim Santos – Proponente e diretor técnico Bonequeiro, cenógrafo, cenotécnico e manipulador, atua na Cia Catibrum desde 2004, com ampla experiência em produção, iluminação e construção de cenários, bonecos e adereços. É diretor técnico de O Som das Cores, premiado com o SINPARC de Melhor Cenário. Construiu cenários para montagens como Homem Voa? e Dom João e a Invenção do Brasil, além de espetáculos de companhias internacionais como Familie Flöz (Alemanha) e Kulunka (Espanha). Em 2024, criou o cenário, os bonecos e um animatrônico para o espetáculo Há, e participou da criação do boneco gigante da comissão de frente da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel. Também integrou o Coletivo Semifusa, desenvolvendo diversos projetos culturais em Ribeirão das Neves.Leandro Vieira Marra – Manipulador Ator, manipulador, bonequeiro e iluminador, com atuação no teatro de bonecos desde 2001. Já trabalhou no Grupo Armatrux e Cia Catibrum, atuando na manipulação e construção de bonecos. Foi premiado pelo Prêmio Shell com a Cia Pequod (RJ). Também atuou como diretor técnico, cenógrafo e participou da série portuguesa Draculinha – O Vampirinho.Daniela Perucci – Manipuladora Mestre em Estudos Teatrais pela Universidade Paris 3 – Sorbonne Nouvelle, Daniela Perucci é atriz, palhaça, manipuladora e professora, com formação pelo CEFART e pela Escola Jacques Lecoq (França). Atua na Cia. Catibrum desde 2009, onde integrou espetáculos premiados como Homem Voa, pelo qual foi indicada a melhor atriz coadjuvante. Dirigiu e ministrou cursos de palhaçaria, teatro físico e jogo com máscara em instituições como Instituto Hahaha e CEFART. Foi professora de interpretação e improvisação, e colaborou com o Galpão Cine Horto em processos de criação cênica.Camilla Borges – Manipuladora Atriz formada pelo Teatro Universitário da UFMG (2008), atua como atriz-manipuladora desde 2010, com destaque na Cia Catibrum desde 2014 em espetáculos como O Som das Cores e O Homem Voa. Participou de festivais como FILO, Palco Giratório e Mirada, com circulação por mais de 40 cidades. Ministrou oficinas de teatro de bonecos em comunidades de MG, RJ e PA. Atuou nos projetos do Galpão Cine Horto e do grupo Parangolé, e formou-se com mestres do Brasil, França, Itália e Reino Unido.Rooney Tareg – Manipulador Atuou nos espetáculos Pétalas da Solidão, Pobre Super Homem e A Casa de Bernarda Alba, com direções de Helvécio Guimarães, Luis Otavio Gonçalves e Fernando Mencarelli. Trabalhou com os grupos Giramundo e Catibrum em importantes montagens de teatro de bonecos, além de manipular bonecos para a TV Cultura e TV Globo. Participou dos musicais Hair e Shrek – O Musical, e integrou festivais nacionais e internacionais, incluindo França e Inglaterra. Foi premiado como Cantor Revelação e Ator Revelação pelo SATED-MG.Adriana Focas – Direção e produção executiva Produtora executiva das quinze edições do Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Belo Horizonte, atua na Catibrum Teatro de Bonecos desde 1991. Com ampla experiência na curadoria de espetáculos internacionais de teatro de formas animadas, colaborou com diversos festivais em todo o Brasil.Vias Acessíveis – Acessibilidade A Vias Acessíveis foi fundada em 2020, em Belo Horizonte, por Gabriel Aquino — pedagogo com deficiência visual e mais de 10 anos de experiência em acessibilidade. A empresa atua em toda Minas Gerais oferecendo serviços como audiodescrição, Libras, Braille e legendagem, promovendo inclusão em eventos, projetos e instituições.Eduardo Santos – Criação gráfica Artista plástico, ilustrador designer gráfico, e criador cênico, é bacharel em Cinema de Animação e em Desenho e Plástica pela UFMG. Atua na criação visual e construção de bonecos, cenários e adereços para o teatro de animação. Desenvolveu projetos autorais como Tia Manô (2020), unindo atuação, direção e edição. Assinou a concepção visual de espetáculos como O Som das Cores, Dom João e a Invenção do Brasil e Que Bicho é Esse?, colaborando com companhias como Catibrum, Parabolé e Ave Lola. Criou, junto à Tato Criação Cênica, o espetáculo Entre Janelas e, em 2024, foi responsável pela criação e construção de um boneco gigante para o Balé do Teatro Guaíra (Curitiba) e para a comissão de frente da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel (RJ).
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 29/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.