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O projeto celebra o Samba Reggae por meio de atividades culturais inovadoras, como tecnologias de Mapping e Sonorização 3D, nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, abrindo o mês da Consciência Negra. A programação proporcionará uma experiência imersiva ao público na Praça das Artes, no Pelourinho, oficialmente renomeada como Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba em 17 de dezembro de 2025, em homenagem ao criador do ritmo. O projeto inclui shows com blocos afro, cortejo pelas ruas do Pelourinho e oficina de percussão conduzida por mestres e mestras, ressaltando a importância histórica e social do Samba Reggae na cultura baiana e afro-brasileira.
“Um Tributo ao Samba Reggae” é um projeto cultural que celebra a força, a história e a potência do ritmo Samba Reggae como uma das mais marcantes expressões da cultura afro-brasileira e da identidade baiana. Realizado no coração do Centro Histórico de Salvador, no Pelourinho, o projeto propõe uma programação imersiva e multidisciplinar que une tradição e inovação.Ao longo de dois dias, a iniciativa promove experiências sensoriais por meio de tecnologias como Mapping e Sonorização 3D na Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba, proporcionando ao público uma vivência inédita da musicalidade e da narrativa histórica do Samba Reggae. A programação inclui ainda um cortejo com blocos afro pelo Pelourinho Maciel e uma oficina de percussão de percussão, conduzidos por mestres e líderes de blocos afro, incentivando a transmissão de saberes ancestrais e o fortalecimento da formação cultural.Mais do que um evento, “Um Tributo ao Samba Reggae” se consolida como um espaço de valorização da memória, promoção da igualdade racial e fortalecimento das expressões culturais negras, reafirmando o Samba Reggae como símbolo de resistência, identidade e transformação social.
Objetivo GeralO projeto "Um Tributo ao Samba Reggae" tem o objetivo de realizar um evento de dois dias, que visa valorizar e preservar o ritmo Samba Reggae, um gênero musical que transcende o entretenimento e se destaca como um elemento central da cultura baiana e brasileira. O projeto busca reafirmar a importância do Samba Reggae como expressão da identidade afro-brasileira, promovendo sua continuidade como símbolo de resistência e empoderamento, bem como promover a celebração da diversidade cultural e a educação, através da música.Objetivos específicos1) Cortejo em homenagem ao Samba Reggae no Pelourinho: Este evento incluirá um cortejo afro pelas ruas do Pelourinho, realizado por diversos blocos afro do centro histórico. O cortejo celebrará a música, a dança e a cultura afro-brasileira, destacando sua importância histórica e social. Horário: Sábado 31 de outubro das 10h às 13h.2) Oficina de Percussão na Praça das Artes: Esta oficina será conduzida por mestres e mestras do ritmo Samba Reggae e líderes dos blocos afro, oferecendo uma oportunidade única para os participantes aprenderem diretamente com artistas renomados e líderes comunitários. A formação incluirá a introdução de técnicas percussivas, a história dos blocos afro, e discussões sobre a importância do Samba Reggae na promoção da igualdade racial e na resistência cultural. Horário: Sábado 31 de outubro: das 14h às 16h.3) Show Especial na Praça das Artes: Este evento reunirá alguns dos mais emblemáticos grupos do Samba Reggae, proporcionando ao público uma noite inesquecível de música e celebração. Atividades na Praça das Artes: Show com bandas e artistas históricos do Samba Reggae, utilizando Mapping e Sonorização 3D de ritmos emblemáticos do universo Samba Reggae. Essas experiências visuais e sonoras imersivas contarão a história e a importância desse estilo musical, proporcionando ao público uma vivência única e profunda da cultura afro-brasileira. Horário: Dia 1 de novembro de 2026 - Domingo, das 18h às 23h.
O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei 8.313/91 (Lei Rouanet) é essencial para o financiamento do projeto "Um Tributo ao Samba Reggae", pois este atende de forma plena aos objetivos e diretrizes da lei, garantindo a preservação, valorização e promoção de expressões culturais essenciais para a identidade brasileira.Enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91:O projeto atende aos seguintes incisos do Art. 1º da lei:Inciso I: Estímulo à produção, distribuição e acesso aos produtos culturais. A realização de shows, oficina e cortejo democratiza o acesso à música, à cultura afrobrasileira e às inovações aplicadas à arte.Inciso III: Preservação e difusão do patrimônio histórico e cultural. O Pelourinho, como local central do projeto, é um rico patrimônio cultural e histórico que serve de cenário para a valorização do Samba Reggae. A Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba, como parte da programação, reforça a difusão cultural em espaços museológicos de relevância nacional.Inciso IV: Valorização de manifestações culturais afro-brasileiras.O Samba Reggae, como expressão afro-brasileira, é reconhecido pela sua contribuição para a resistência cultural e a formação da identidade nacional.Alinhamento com os Objetivos do Artigo 3º da Lei 8.313/91:O projeto atende também aos seguintes objetivos do Art. 3º:Proteção e valorização do patrimônio histórico e cultural brasileiro: A escolha do Pelourinho Maciel reforça a preservação e promoção desses espaços históricos como centros de atividades culturais, resgatando e perpetuando suas memórias.Estimular a produção e difusão de bens culturais: Os shows, oficina e mapping promovem o Samba Reggae como bem cultural, difundindo-o para novos públicos e fortalecendo sua continuidade.Formação de recursos humanos na área cultural: A oficina conduzida por mestres do Samba reggae capacitam e formam novos talentos, gerando impacto direto na cadeia produtiva da cultura.Facilitar o acesso da população aos bens culturais: A realização gratuita ou acessível das atividades proporciona inclusão cultural, beneficiando diferentes faixas etárias e sociais.Apoiar o intercâmbio cultural: O cortej e oficina da percussão Samba Reggae fomentam trocas de saberes e experiências culturais entre participantes e comunidades locais.Relevância Cultural e Patrimonial:A realização deste projeto no Pelourinho, patrimônio histórico reconhecido mundialmente, e na A Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba, espaço de referência cultural, amplia ainda mais a justificativa do uso da Lei de Incentivo à Cultura. Esses locais são símbolos vivos da herança cultural brasileira e servem como palco ideal para destacar a relevância do Samba reggae, reafirmando a conexão entre tradição, território e identidade cultural.A utilização da Lei de Incentivo à Cultura se justifica plenamente por sua contribuição direta à preservação do Samba Reggae, uma manifestação que dialoga com a história e resistência afro-brasileira, e por promover a ocupação cultural de espaços patrimoniais como o Pelourinho e a Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba. A lei é, portanto, um mecanismo indispensável para viabilizar um projeto de tamanha relevância cultural e social, alinhando-se às diretrizes da política pública de cultura do Brasil.
O projeto “Um Tributo ao Samba Reggae” apresenta relevância cultural, social e formativa ao articular ações que promovem a valorização da cultura afro-brasileira, o fortalecimento da identidade local e o incentivo à participação comunitária. A proposta se destaca por sua capacidade de integrar diferentes linguagens artísticas e metodologias contemporâneas, ampliando o acesso à cultura de forma democrática e inclusiva.A iniciativa prioriza a atuação de artistas, mestres da cultura e profissionais locais, contribuindo diretamente para a geração de trabalho e renda no campo da economia criativa. Além disso, promove o intercâmbio de saberes entre gerações, fortalecendo práticas tradicionais e incentivando sua continuidade.O projeto também prevê ações de acessibilidade e democratização do acesso, com atividades gratuitas e abertas ao público, buscando alcançar diferentes perfis de participantes, incluindo jovens, estudantes e comunidades historicamente marginalizadas. A proposta considera ainda a importância do registro e da difusão das atividades realizadas, possibilitando a ampliação de seu impacto por meio de plataformas digitais e redes de comunicação.Por fim, trata-se de uma iniciativa alinhada às políticas públicas de cultura, que reconhece a arte como instrumento de transformação social, educação e promoção da diversidade, contribuindo para o fortalecimento do patrimônio cultural imaterial e para o desenvolvimento sociocultural do território.
Detalhamento Técnico dos ProdutosO projeto “Um Tributo ao Samba Reggae” contempla um conjunto de produtos culturais estruturados a partir de diferentes linguagens artísticas e formatos, integrando ações formativas, apresentações e experiências imersivas.No que se refere à paginação e organização de conteúdo, os materiais gráficos e pedagógicos (digitais e impressos) serão desenvolvidos com identidade visual própria do projeto, contendo textos institucionais, programação, fichas técnicas, conteúdos educativos sobre o Samba Reggae e registros das atividades. Os materiais seguirão padrões profissionais de diagramação, com organização clara das informações, acessibilidade de leitura e adequação para diferentes formatos de veiculação (redes sociais, relatórios e eventuais publicações).Quanto à duração, o projeto será realizado ao longo de dois dias de programação aberta ao público, com atividades distribuídas entre turnos (manhã, tarde e noite), incluindo experiências imersivas, oficina, apresentações musicais e cortejo cultural. Além disso, o projeto contempla etapas de pré-produção e pós-produção, garantindo planejamento, execução qualificada e sistematização dos resultados.Em relação aos materiais e recursos técnicos, serão utilizados equipamentos de som profissional, iluminação cênica, estruturas de projeção para mapping, sistemas de sonorização 3D, instrumentos percussivos para as atividades formativas, além de infraestrutura de palco, apoio logístico e recursos audiovisuais para registro e documentação. Também serão produzidos materiais de comunicação e apoio pedagógico para as ações formativas.O projeto pedagógico está fundamentado na valorização dos saberes da cultura afro-brasileira, com foco na transmissão de conhecimentos por meio da prática e da vivência. As atividades formativas (workshops e debates) serão conduzidas por mestres do Samba Reggae, artistas e agentes culturais, abordando conteúdos como técnicas de percussão, história dos blocos afro, identidade cultural, resistência e igualdade racial. A metodologia privilegia a participação ativa, o diálogo e a troca de experiências, promovendo aprendizado acessível e inclusivo.De forma integrada, os produtos do projeto articulam dimensão artística, educativa e cultural, assegurando qualidade técnica, relevância social e coerência com os objetivos propostos.
Para garantir que o evento seja acessível a todas as pessoas, tanto fisicamente quanto em termos de conteúdo, é importante implementar diversas opções de acessibilidade. Seguem algumas sugestões:1. Acessibilidade Física:- Banheiros acessíveis: Instalação de banheiros adaptados para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.- Espaços reservados para pessoas com deficiência: Áreas prioritárias no formato de deck para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.- Sinalização e orientação acessíveis: Placas em braile e com texto em alto contraste para pessoas com deficiência visual.-Assistência no local:Equipe treinada para auxiliar pessoas com deficiências em suas necessidades durante o evento.2. Acessibilidade de Conteúdo:- Libras (Língua Brasileira de Sinais): Utilização da plataforma SignumWeb https://www.signumweb.com.br/ para comunicação em Libras em tempo real, durante os shows e a oficina.- Materiais de apoio em formatos acessíveis: Disponibilizar informações sobre o evento (como programação e histórico do Samba Reggae) em formatos acessíveis, como textos em braile, fontes ampliadas e materiais digitais compatíveis com leitores de tela.3. Comunicação e Divulgação Acessíveis:- Material de divulgação em múltiplos formatos: Cartazes, panfletos e posts em redes sociais com descrição de imagens, texto alternativo e conteúdo em Libras.- Informações acessíveis para divulgação: Página do evento com design inclusivo e acessível a leitores de tela, com opção de tradução para Libras e fontes ampliadas.
Para garantir o acesso democrático ao evento, as atividades serão gratuitas e abertas ao público, como o cortejo pelas ruas do Pelourinho e os shows dos blocos afro na Praça das Artes. Para as atividades com limite de público, como oficina e debate na Praça das Artes, os ingressos serão distribuídos de forma antecipada, tanto presencialmente em pontos físicos acessíveis, quanto online, garantindo o acesso a pessoas com dificuldade de locomoção ou que residem em outras regiões. Também serão reservadas cotas de ingressos para públicos vulneráveis, como estudantes da rede pública, pessoas com deficiência e membros de comunidades periféricas.Medidas de Ampliação de Acesso- Transmissão pela Internet: O evento contará com transmissão ao vivo de shows, debates e parte dos workshops por meio de plataformas digitais e redes sociais.Isso garantirá que pessoas de outras cidades, estados e até países possam acompanhar a programação, ampliando o alcance do evento e permitindo o acesso ao conteúdo cultural para públicos distantes. Essas medidas são essenciais para garantir a participação de um público amplo e diverso, democratizando o acesso à cultura e fortalecendo a relevância do Samba Reggae em diferentes contextos sociais.
MICHELI ANGÉLICA DO MONTE COSTA – DIREÇÃO GERALMicheli Angélica do Monte Costa é diretora geral, produtora cultural, produtora de eventos e artesã da costura criativa, formada em Design de Modas. Sua trajetória no artesanato começou ainda na infância, aos oito anos, inspirada por sua avó, quando iniciou suas primeiras criações em tricô e crochê. Em 2012, fundou o Ateliê Arte Muleka, consolidando sua atuação profissional e passando a viver integralmente da produção artesanal. Ao longo dos anos, ampliou sua atuação, tornando-se uma liderança no campo do empreendedorismo feminino, especialmente a partir de 2018, quando passou a desenvolver ações voltadas à valorização das mulheres empreendedoras e artesãs.Participou de feiras nacionais e ministrou oficinas, incluindo a Mega Artesanal, em São Paulo, considerada a maior feira de artesanato do Brasil. Como multiplicadora do Instituto Rede Mulheres Empreendedoras (IRME), capacitou mais de três mil mulheres em 2023. Atuou como apresentadora do programa “Arte da Hora”, exibido pela TV Cidade Oeste, voltado exclusivamente ao artesanato no Nordeste. Durante a pandemia da COVID-19, liderou a produção de mais de cinco mil máscaras de tecido, evidenciando seu compromisso social.Recebeu importantes premiações, como o Prêmio Brasil Protagonista (2021 e 2022) e o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios (2022). É idealizadora da FEMEA – Feira de Mulheres Empreendedoras e Artesãs, do Festival Mulherada, do Festival Gastronômico Sabores Potiguares e do curta-metragem “Divas do Artesanato”. Também é fundadora do Instituto Mulheres e Cia (IMEC), organização sem fins lucrativos voltada à capacitação e apoio de mulheres em situação de vulnerabilidade social, com suporte jurídico, contábil, social e psicológico.ELIZABETH LADEIA BATISTA RAMACCOTTE MIRANDA – PRODUÇÃO MUSICAL E AUDIOVISUALElizabeth Ladeia Batista Ramaccotte Miranda, nascida em Salvador (BA), é musicista, regente, pianista, cantora e educadora musical, com trajetória marcada pela formação contínua e pelo compromisso com a prática coletiva da música. Iniciou sua formação artística em 2013, na Escola de Teatro da Biblioteca Monteiro Lobato, expandindo posteriormente sua atuação para a música. Em 2015, concluiu sua formação em violão erudito pelo CEEP em Música e participou de intercâmbio como aluna ouvinte junto ao Coral Paulistano, em curso conduzido pelo maestro Martinho Lutero.Cursou licenciatura em música e investiu em diversas especializações, como pedagogia musical Willems (2015), formação em regência pelo programa venezuelano CAF (2016), regência coral com base no método Willems (2022) e filosofia da educação musical pela Academia Suzuki (2023). Em 2025, realizou intercâmbio na Haute École de Musique, em Genebra, ampliando sua experiência internacional.Desde 2012, integra o NEOJIBA, onde atua como cantora, pianista, regente e educadora musical. Entre 2018 e 2025, foi instrutora de música, conduzindo atividades de canto coral, iniciação musical e regência de grupos. Também exerceu a coordenação de projetos especiais entre 2022 e 2024, com destaque para iniciativas como “Neojiba nas Escolas” e “Neojiba Sem Fronteiras”, voltadas à democratização do acesso à educação musical. Sua atuação alia excelência técnica, formação pedagógica e compromisso social, além de competências em comunicação digital e produção audiovisual.FRANCISCO DE ASSIS JÚNIOR DE ARAÚJO – GESTÃO, CONTABILIDADE E MARKETING CULTURALFrancisco de Assis Júnior de Araújo é bacharel em Administração de Empresas pela UERN e atua na área de gestão e marketing cultural, com experiência no desenvolvimento estratégico e fortalecimento de projetos da economia criativa. Sua trajetória é marcada pela integração entre planejamento, comunicação e inovação, contribuindo para a consolidação de iniciativas culturais com impacto social.Foi contemplado em editais relevantes, como o Economia Criativa – Sebrae/RN (2023) e a Lei Paulo Gustavo, em âmbito municipal e estadual, além de possuir projetos aprovados pelas leis Câmara Cascudo e Rouanet. Desenvolveu planos de marketing e identidades visuais para projetos como a Feira FEMEA, o Festival Mulherada, o Festival Gastronômico Sabores Potiguares, a Quadrilha Inclusão com Paixão e o Festival Praia para Todos.Sua atuação envolve planejamento estratégico, definição de público-alvo, elaboração de cronogramas de divulgação, produção de conteúdo para mídias digitais e gestão de redes sociais, com foco em visibilidade e engajamento. Também se destaca na criação de conceitos visuais e branding, garantindo consistência na comunicação dos projetos. Como parecerista da Lei Paulo Gustavo no Estado da Bahia, realiza avaliação técnica de propostas culturais, contribuindo para a transparência e a qualidade dos processos seletivos. Sua trajetória evidencia um perfil analítico e criativo, fundamental para o desenvolvimento sustentável da cultura.IGOR JÁCOME – PRODUÇÃO E ASSESSORIA JURÍDICAIgor Jácome é advogado, músico, compositor, multi-instrumentista, arranjador e produtor musical, com mais de dez anos de atuação na cena independente. Natural de Mossoró (RN), iniciou sua trajetória em saraus e espaços formativos como o Conservatório de Música D’alva Stella e o IFRN, ampliando sua presença em festivais e palcos diversos. Bacharel em Direito e estudante de Licenciatura em Música, articula formação acadêmica e prática artística em sua atuação.É guitarrista da banda autoral Acruviana, formada na UERN, com a qual lançou os álbuns “Primavera do Sertão” (2016) e “Zé e a Paz Inquieta” (2018), além de singles e produções audiovisuais. Paralelamente, atua como produtor musical independente, com experiência em gravação, mixagem e masterização, contribuindo para o desenvolvimento de artistas e projetos autorais.Também foi contemplado por editais como a Lei Aldir Blanc e iniciativas da Fundação José Augusto, com projetos voltados à produção artística digital. Sua trajetória evidencia compromisso com a criação, a inovação e o fortalecimento da cena cultural independente, articulando diferentes linguagens e ampliando o alcance da produção musical contemporânea.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 29/04/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.