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O Programa Pequena África - Território Criativo fortalece o ecossistema cultural da região portuária do Rio de Janeiro, promovendo memória, formação técnica e economia criativa. Serão realizadas ações formativas, mapeamento cultural, pesquisa aplicada, desenvolvimento de circuitos criativos e adequação de espaço cultural que irá atuar como âncora de atividades. As ações incluem ainda um calendário anual com atividades culturais de referência no território. A iniciativa amplia oportunidades para trabalhadores da cultura e consolida instrumentos permanentes de desenvolvimento territorial.
METODOLOGIA / ETAPAS DE EXECUÇÃOA metodologia do Programa “Pequena África – Território Criativo” articula pesquisa, formação, articulação comunitária, difusão cultural e governança territorial, estruturando uma linha contínua de diagnóstico → criação → articulação → circulação → sistematização, conforme diretrizes da IN 29/2026. A execução está organizada em etapas complementares, distribuídas ao longo de 24 meses.Etapa 1 — Mobilização Territorial e Abertura do ProgramaRealização do Seminário “Nossa Pequena África Criativa”, reunindo artistas, mestres da cultura, pesquisadores, coletivos locais e instituições como MUHCAB, UNIRIO, FDV, INT, SMC e CCPAR. Apresenta-se o Programa, sua metodologia, as ações previstas, a lógica dos Territórios Criativos e os mecanismos de participação comunitária.A etapa estabelece o início da governança participativa e ativa as redes culturais locais.Etapa 2 — Pesquisa, Mapeamento e Observatório de Economia CriativaFormação do Observatório, responsável pela coleta, análise e sistematização de dados socioculturais e econômicos. São realizados mapeamentos de agentes, espaços, patrimônios, cadeias produtivas, práticas culturais e vocações do território.Inclui entrevistas, visitas técnicas, escutas comunitárias, levantamento documental e análise de indicadores.Os resultados alimentam a Plataforma Digital e constituem a base para os roteiros afrocentrados, o Selo Criativo e as formações.Etapa 3 — Desenvolvimento de Territórios Criativos e Selo Criativo da Pequena ÁfricaCom base nos dados do Observatório, as atividades incluem escutas comunitárias, visitas técnicas, levantamento de patrimônios materiais e imateriais, registro das práticas culturais e articulação entre espaços criativos.Nesta etapa também é implantado o Selo Criativo da Pequena África, reconhecendo espaços e agentes culturais que fortalecem o território e sua identidade.Etapa 4 — Cursos Livres e Capacitações em Economia CriativaOferta de formações gratuitas voltadas a artistas, artesãos, produtores, jovens empreendedores e trabalhadores da cultura.Os cursos abrangem: economia criativa, produção cultural, comunicação digital, marketing cultural, turismo cultural afrocentrado, gestão financeira e competências que ampliam autonomia profissional.As formações fortalecem redes produtivas locais e estimulam sustentabilidade cultural e econômica.Etapa 5 — Plataforma Digital e Comunicação IntegradaDesenvolvimento e manutenção da Plataforma Digital da Pequena África, que reúne mapeamentos, indicadores, roteiros afrocentrados, conteúdos audiovisuais, calendário cultural e registros das atividades.A comunicação integrada inclui redes sociais, divulgação do calendário, registro fotográfico e audiovisual das etapas, e estratégias de difusão pública.A plataforma funciona como repositório permanente de memória e articulação do território.Etapa 6 — Infraestrutura Âncora (Armazém Cultural das Artes)Adequações funcionais do Armazém Cultural das Artes, associação sem fins lucrativos instalada em imóvel público, para operar como base de trabalho do Programa.O espaço recebe cursos, oficinas, reuniões da governança, atividades comunitárias e processos formativos.A etapa garante condições estruturais e organizacionais para a execução das ações durante os 24 meses.Etapa 7 — Calendário de Atividades Culturais da Pequena ÁfricaOrganização, registro e divulgação contínua de atividades culturais realizadas ao longo da vigência do Programa.Inclui oficinas, rodas de saberes, apresentações, visitas guiadas afrocentradas, ações de memória e iniciativas dos coletivos e espaços culturais do território.O calendário promove visibilidade, circulação e integração entre diversos agentes culturais da região.Etapa 8 — Sistematização, Devolutivas e EncerramentoProdução dos documentos com resultados, relatório final do Observatório, disponibilização pública de materiais e atualização final dos roteiros afrocentrados e dos dados da Plataforma Digital.A etapa inclui devolutiva comunitária, avaliação participativa e articulação da governança para continuidade das ações após o término do Programa.
APRESENTAÇÃOO Programa "Pequena África - Território Criativo" é uma iniciativa do Polo Região Portuária em parceria com a Elza Ribeiro Produções destinada a fortalecer a memória cultural, a formação técnica, a economia criativa e a articulação comunitária na Pequena África — reconhecida como um celeiro ancestral e cultural fundamental para a história afro-brasileira e para a formação simbólica da cidade do Rio de Janeiro.O Programa será executado nos bairros da Saúde, Gamboa e Morro da Providência, área de atuação direta do Polo, onde se concentram coletivos, espaços culturais, técnicos, artesãos, mestres da cultura e agentes criativos que há décadas mantêm vivas tradições, saberes e práticas de criação. Nesse recorte territorial, a iniciativa articula memória, educação antirracista, afrofuturismo, inovação digital, formação técnica e desenvolvimento econômico, em alinhamento aos eixos estruturantes da IN 23/2025.A metodologia do Programa integra mapeamento, formação, observação de dados, governança territorial e sistematização de práticas culturais, gerando instrumentos pedagógicos e metodológicos replicáveis, que orientam estratégias de desenvolvimento criativo em territórios urbanos.O Programa se estrutura agora em 7 produtos culturais integrados, que refletem necessidades do território e promovem impacto direto na comunidade:- Seminário "Nossa Pequena África Criativa" - encontro de lançamento que reúne artistas, mestres da cultura, pesquisadores e gestores para debater memória, economia criativa e estratégias territoriais.- Pesquisa e Observatório de Economia Criativa - mapeamento, indicadores, metodologia replicável e base de dados pública sobre agentes, cadeias produtivas e vocações da Pequena África.- Desenvolvimento de Territórios Criativos e Selo Criativo - diagnóstico aplicado e fortalecimento de circuitos culturais do território.- Cursos livres e capacitações em economia criativa - formações de curta e média duração para artistas, artesãos, produtores e empreendedores.- Plataforma Digital da Pequena África - Território Criativo - ambiente público que reúne mapeamentos, indicadores, calendário cultural, roteiros e conteúdos formativos.- Infraestrutura Âncora - adequação funcional do Armazém Cultural das Artes, associação sem fins lucrativos em imóvel público, que será a base operacional do Programa.- Calendário de Atividades Culturais - sistematização, articulação e divulgação das ações culturais do território durante 12 meses.O Programa busca consolidar autonomia local, fortalecer agentes culturais, ampliar oportunidades para jovens e trabalhadores da cultura e criar instrumentos permanentes de articulação, memória e gestão para a Pequena África, contribuindo para sua vitalidade criativa, econômica e social.OBJETIVO GERALFortalecer o ecossistema cultural, formativo e criativo da Pequena África por meio da memória, da formação técnica, da economia criativa, da articulação comunitária e da governança territorial, estruturando instrumentos permanentes de pesquisa, gestão, difusão e desenvolvimento cultural nos bairros da Saúde, Gamboa e Morro da Providência.OBJETIVOS ESPECÍFICOSa) Mapear agentes, coletivos, mestres da cultura, espaços, práticas e cadeias produtivas da Pequena África, produzindo indicadores culturais e econômicos em consonância com o eixo de Memória, Pesquisa e Mapeamento da IN vigente, em diálogo com instituições parceiras como MUHCAB (Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira), UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), FDV (Fundação Darcy Vargas) e INT (Instituo Nacional de Tecnologia).b) Implantar o Observatório de Economia Criativa da Pequena África, sistematizando dados socioculturais, territoriais e econômicos em base pública, com apoio técnico de universidades, instituições parceiras e órgãos públicos relevantes.c) Oferecer cursos formativos gratuitos em cenotécnica e economia criativa, incluindo temas como:_ Economia Criativa e Empreendedorismo Cultural_ Produção Cultural e Gestão de Projetos_ Comunicação Digital e Marketing Cultural_ Introdução à Gestão Financeira para Trabalhadores da Culturad) Ampliar competências profissionais e autonomia criativa de jovens, artistas, técnicos, produtores, artesãos e trabalhadores da cultura, fortalecendo sua atuação no território.e) Desenvolver estratégias de Território Criativo, criando circuitos criativos e implantando o Selo Criativo da Pequena África, estimulando turismo cultural, circulação de bens criativos e valorização dos agentes locais.f) Criar e manter a Plataforma Digital da Pequena África - Território Criativo, reunindo mapeamentos, indicadores, roteiros, calendário cultural e conteúdos formativos, garantindo acesso público, transparência e memória permanente.g) Adequar e fortalecer o Armazém Cultural das Artes como Espaço Âncora do Programa, assegurando infraestrutura para oficinas, cursos, reuniões da governança e atividades comunitárias, em articulação institucional com SMC - Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e CCPAR - Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos.h) Realizar e sistematizar o Calendário de Atividades Culturais da Pequena África, articulando coletivos locais, instituições do território e a rede de parceiros, ampliando a difusão das ações culturais.i) Consolidar uma governança territorial participativa, integrando Polo Região Portuária, Armazém Cultural das Artes, MUHCAB, UNIRIO, FDV, INT, SMC, CCPAR, mestres da cultura, coletivos e parceiros comunitários, promovendo articulações contínuas e estratégias conjuntas.j) Promover condições de sustentabilidade e autonomia das ações culturais, garantindo que redes, formações, ferramentas digitais, articulações institucionais e capacidades instaladas permaneçam ativas após os 24 meses de execução do Programa.
O Programa Pequena África - Território Criativo apresenta caráter público, educativo, patrimonial, formativo e de fortalecimento de cadeia produtiva cultural, enquadrando-se de forma direta nos objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Em relação ao Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se alinha especialmente aos incisos:I _ "estimular a produção cultural e artística";II _ "proteger e preservar o patrimônio histórico e cultural brasileiro";III _ "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira";IV _ "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das expressões culturais brasileiras e a pluralidade étnica e regional".A Pequena África é um território simbólico e histórico de relevância nacional, berço de tradições e matrizes culturais afro-brasileiras que resistem há séculos e sustentam grande parte da identidade carioca e brasileira. No entanto, apesar de sua riqueza cultural e de seu protagonismo ancestral, os agentes culturais locais enfrentam dificuldades estruturais de financiamento, ausência de políticas permanentes de apoio produtivo, fragilidade na preservação da memória e poucos mecanismos contínuos de formação técnica.Nesse sentido, os objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 também são plenamente contemplados, destacando-se:I _ democratização do acesso aos bens e serviços culturais;III _ promoção e difusão da cultura brasileira e de seus valores;IV _ incentivo à criação artística e à formação cultural;VII _ apoio a atividades culturais de caráter formador e educativo;VIII _ preservação e valorização da memória cultural.A Lei de Incentivo à Cultura é o instrumento adequado porque permite mobilizar investimento privado direcionado a um projeto de interesse público, possibilitando a realização de um programa contínuo de mapeamento cultural, formação técnica gratuita, valorização de mestres da cultura, difusão artística e consolidação de uma rede sustentável de criação e circulação cultural. Sem esse mecanismo, tais ações — não comerciais e de baixa capacidade de retorno financeiro direto — não encontrariam sustentabilidade no mercado ou em fontes privadas tradicionais.Assim, o uso da Lei de Incentivo se justifica não apenas por viabilizar o financiamento, mas pela própria natureza pública da iniciativa, que visa fortalecer a memória afro-brasileira, ampliar direitos culturais, apoiar trabalhadores da cultura e consolidar instrumentos permanentes de desenvolvimento territorial, garantindo que os impactos culturais e sociais permanecem como legado para a comunidade.
O Programa “Pequena África – Território Criativo” apresenta mecanismos adequados de sustentabilidade, baseados na continuidade institucional do Polo Região Portuária, em parceria com a Elza Ribeiro Produções, e no caráter permanente dos materiais digitais e metodologias produzidas. A governança territorial exercida pelo Polo garante a manutenção das articulações iniciadas com as instituições parceiras (BNDES, MUHCAB, UNIRIO, FDV, INT, SMC, CCPAR), assegurando fluxo contínuo de informações e cooperação interinstitucional sem geração de custos adicionais.A Plataforma Digital do Programa permanecerá acessível como repositório público, reunindo conteúdos formativos, documentos com resultados das coletas de dados, mapas culturais, metodologias, indicadores e registros audiovisuais. Os custos de manutenção da plataforma são reduzidos, permitindo sua continuidade sob gestão do Polo e da Elza Ribeiro Produções. Os canais digitais associados ao Programa — YouTube, Instagram e WhatsApp Comunidade — também são de baixo custo operacional e poderão permanecer ativos como ferramentas de difusão de informações, registro das ações culturais e comunicação com o território.As formações /oficinas fortalecem capacidades locais e estimulam práticas de economia criativa, ampliando a autonomia de agentes culturais, educadores e moradores para desenvolverem novas iniciativas após o término da vigência financiada. O Observatório Cultural deixa estruturados mapas, indicadores e instrumentos metodológicos que continuarão disponíveis na plataforma, possibilitando que instituições públicas, pesquisadores, coletivos e gestores culturais utilizem os dados como referência para planejamento, avaliação e políticas futuras relacionadas ao território.O conjunto de produtos digitais, metodologias replicáveis, redes fortalecidas e conteúdos de acesso público resultantes do Programa configura um legado consistente, de baixo custo de manutenção e alinhado às práticas de sustentabilidade esperadas pelo MinC. A continuidade é garantida pela atuação permanente do Polo Região Portuária, responsável pela articulação territorial e pela preservação dos resultados alcançados.
O Programa “Pequena África – Território Criativo” adota ações de acessibilidade comunicacional, pedagógica e territorial, garantindo participação plena do público nas atividades formativas e culturais. Apresentamos a seguir o detalhamento das ações por produto:1. Produto Bem Imóvel – Obra - Adequação física do espaço âncoraACESSIBILIDADE FÍSICA: As obras de adequação do Armazém Cultural das Artes seguirão as normas de acessibilidade, incluindo rampas, corrimãos, sinalização direcional e áreas de circulação adequadas. Serão considerados percursos acessíveis para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: O espaço contará com textos descritivos dos ambientes, placas em Braille e contraste visual adequado nas superfícies de leitura e indicação.ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVAS: A comunicação institucional referente ao espaço contará com avisos visuais, textos claros e legendas nos conteúdos informativos.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Os ambientes serão organizados com legibilidade espacial, sinalização simples e clara, evitando excesso de estímulos sensoriais. Equipes treinadas oferecerão acolhimento e orientação paciente, respeitando ritmos cognitivos diferenciados.2. Produto Banco de Dados - ObservatórioACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica, por se tratar de produto digital.ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: O banco de dados será a base para apresentação de resultados posteriormente no produto Aplicativo, que conta com medidas de acessibilidade.ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVAS: Os conteúdos audiovisuais incorporados ao banco — entrevistas, depoimentos etc. — contarão com legendagem para compreensão inclusiva.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A arquitetura da informação do banco será intuitiva, organizada, com menus simples e navegação clara. Os conteúdos serão estruturados de forma lógica, reduzindo sobrecarga cognitiva.3. Produto Pesquisa - MapeamentoACESSIBILIDADE FÍSICA: Nas atividades de campo, haverá acompanhamento da equipe de pesquisa, garantindo rotas acessíveis e processos de coleta inclusivos em eventos presenciais.ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: Os instrumentos de pesquisa digital serão compatíveis com leitores de tela e formulários acessíveis. Em entrevistas, será oferecida descrição verbal clara dos materiais utilizados.ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVAS: Quando houver coleta de dados por entrevista oral, será oferecida mediação em LIBRAS ou o registro em formato escrito. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: As ferramentas de pesquisa serão oferecidas em múltiplos formatos (visual, verbal, escrito), permitindo respostas em ritmos diferenciados e não pressionando participantes com prazos reduzidos ou linguagem complexa.4. Produto Aplicativo Cultural – Plataforma Digital da Pequena ÁfricaACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica, por se tratar de ferramenta digital.ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: O aplicativo terá navegação compatível com leitores de tela, hierarquia clara, botões identificáveis, alt-text, descrição sonora opcional e contraste elevado.ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVAS: Conteúdos audiovisuais do aplicativo terão legendas.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A interface do aplicativo terá design simples, sem excesso de estímulos visuais, estrutura previsível e feedbacks claros, reduzindo confusão sensorial e cognitiva.5. Produto Curso / Oficina / CapacitaçãoACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços selecionados para as atividades terão rampas, infraestrutura acessível e assentos reservados.ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: Caso haja alunos cegos ou com baixa visão inscritos, serão disponibilizados materiais didáticos em formato acessível, com possibilidade de impressão ampliada, leitura assistida e descrição verbal dos elementos visuais.ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVAS: Caso haja alunos surdos ou com baixa audição inscritos, haverá intérprete de LIBRAS ou legendagem quando necessário. Explicações orais essenciais serão reforçadas em forma escrita.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Serão adotadas metodologias inclusivas, com suporte individual, maior previsibilidade das atividades e comunicação clara, evitando instruções ambíguas ou alterações abruptas.6. Produto Seminário / Simpósio - Seminário Nossa Pequena África criativaACESSIBILIDADE FÍSICA: O evento acontecerá em espaço adequado, com lugares reservados, rampas e staff de apoio na circulação e acesso.ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: Programação será disponibilizada em braile.ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVAS: O evento contatá com intérprete de LIBRASACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá indicação de espaços tranquilos para pausa, ritmo moderado de atividades e organização clara das etapas do evento.7. Produto Desenvolvimento de Territórios Criativos - Estrutura de gestão e Calendário CulturalACESSIBILIDADE FÍSICA: Roteiros urbanos e visitas guiadas priorizarão percursos acessíveis e apoio presencial para locomoção e orientação espacial.ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: Os roteiros incluirão descrições verbais dos pontos históricos e culturais, com guias capacitados para mediação sensorial.ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVAS: As visitas terão legendagem em materiais digitais e intérprete de LIBRAS quando pertinente. Indicações e sinalizações visuais claras serão priorizadas.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: As atividades serão estruturadas com previsibilidade, antecipação das etapas, comunicação objetiva e liberdade para pausas sensoriais.
O Programa “Pequena África – Território Criativo” assegura acesso público, gratuito e contínuo aos seus produtos culturais e pedagógicos por meio de ações presenciais e digitais. As atividades formativas — cursos livres, oficinas, laboratórios e rodas pedagógicas — serão oferecidas gratuitamente no Espaço Âncora e em instituições parceiras da Região Portuária, com divulgação aberta e reserva de vagas para moradores da Saúde, Gamboa e Morro da Providência.Os conteúdos audiovisuais resultantes das atividades (entrevistas, sínteses, registros e materiais de fortalecimento da memória e da cultura local) serão disponibilizados gratuitamente na Plataforma Digital da Pequena África – Território Criativo, no canal do projeto no YouTube e nas redes sociais institucionais. Além disso, o projeto manterá um WhatsApp Comunidade, canal de acesso público para divulgação de ações, calendário cultural e atualizações do território.A distribuição prioriza o acesso pleno, a circulação ampla do conhecimento e o fortalecimento da rede de agentes da Pequena África, estimulando o uso público dos resultados do projeto e seu impacto contínuo na formação, na memória e na economia criativa local.Todas as ações do projeto são inteiramente gratuitas, atendendo à instrução normativa vigente. Haverá convites direcionados com caráter social, educativo ou de formação artística, atendendo especialmente a ONGs, escolas públicas e demais instituições de reconhecido trabalho social da região.Em atenção ao artigo 42 da IN 29/2026, o projeto atende aos incisos:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;Por ser inteiramente gratuito, o projeto não está no escopo do artigo 44 da referida IN.
1. ELZA RIBEIRO - Sócia da Elza Ribeiro Produções e Presidente do Polo Região PortuáriaFunção no Projeto: Direção GeralGestora cultural, responsável pela direção institucional, articulação com parceiros, supervisão das etapas do Programa, governança e acompanhamento geral. Engenheira civil (UEMA) e pós-graduada em Gestão Cultural, atua há 27 anos à frente da Elza Ribeiro Produções. Empresária da cantora Rita Benneditto e co-criadora do show e do bloco Tecnomacumba, com 22 anos de circulação. Criou o Espaço Aberto de Cultura na Pequena África. Presidenta do Polo Região Portuária, coordena iniciativas como o Festival Gamboa de Portos Abertos (8ª edição), o Mercado Cultural Harmonia, a Feira Literária Eremim e o Festival do Camarão. Desenvolve projetos ligados à memória, território e economia criativa.2. ALESSA FERNANDESFunção no Projeto: Coordenação GeralProdutora cultural com 22 anos de experiência na gestão e execução de projetos artísticos, incluindo elaboração, administração e prestação de contas para editais e leis de incentivo. Formada em Produção Fonográfica pela Estácio (2007), com atuação também nas áreas de Marketing e Audiovisual. Trabalhou em produtoras, casas de shows, estúdios e selos musicais, além de projetos de teatro, música, artes visuais e festivais. Entre seus trabalhos recentes estão a produção para artistas como Jay Vaquer e Rita Benneditto, a Direção de Produção do "Festival Gamboa de Portos Abertos" (2023–2025) e da "Eremim - Feira Literária Infantojuvenil Afro-brasileira da Pequena África"; e Produção de projetos como a exposição "Canto, Cores e Telas - Tecnomacumba de Rita Benneditto pelo traço de Fernando Mendonça", "Re-descobrindo o Brasil em fios: 200 anos de histórias e memórias bordadas", "Mercado Cultural Harmonia", "Paraty em Foco - Festival Internacional de Fotografia" e "FITA - Festa Internacional de Teatro de Angra".3. EMILY PIRMEZ - Vice Presidente do parceiro institucional Polo Região PortuáriaFunção no Projeto: Direção de Produção do projeto, Coordenação Técnico-Pedagógica do Espaço Âncora e do AudiovisualArtista plástica, cenógrafa e diretora de arte, com mais de 40 anos de atuação na Pequena África, no Rio de Janeiro. Estudou Pintura no MAM-RJ e Cinema de Animação na École La Cambre, em Bruxelas. Premiada no Cine PE 2013 por “Vendo ou Alugo”, trabalhou nos filmes “Flores Raras”, “Memórias do Cárcere” e “Tainá – A Origem”. Preside o Armazém Cultural das Artes e ministrou cursos de cenografia e direção de arte no SESC RJ, AIC e ABC Cursos de Cinema. Desde 2011 desenvolve ações formativas no Ponto de Cultura do Armazém Cultural das Artes, onde ministra oficinas e laboratórios práticos. Atua em projetos, laboratórios e capacitações técnicas em cenografia, audiovisual e artes integradas, articulando memória, território e economia criativa.4. LETÍCIA NAPOLE - Diretora Administrativo-Financeira do parceiro institucional Polo Região PortuáriaFunção no Projeto: Controladoria e Prestação de contasGraduada em Jornalismo, com extensão em Marketing Cultural (UERJ) e MBA em Gestão Empresarial (FUNCEFET). Gestora cultural, transita nas áreas de teatro, música e artes visuais, tendo entre suas principais realizações espetáculos, festivais, concertos e exposições. Presta consultoria no campo das leis de incentivo à cultura e prestação de contas, e já foi palestrante no SESI e SESC, ministrando workshops de produção em diversas unidades. Sua empresa, Vianapole Comunicação completou 25 anos em 2025, atendendo a clientes como SESI-ES, produtoras teatrais como Chaim Produções e Galharufa, e festivais de diversos segmentos artísticos como o Foto Rio - Festival Internacional de Fotografia , Paraty em Foco, Rock Horror in Rio Film Festival, Tiradentes em Cena, Cena Brasil Internacional, entre outros. 5. JÚLIO LUZFunção no Projeto: Coordenação de ProduçãoAtua há 22 anos no mercado cultural, com experiência como ator, diretor e produtor. Coordenou a Casa Aguinaldo Silva de Artes (SP). Circulou com o espetáculo Vozes da Floresta, com Lucélia Santos, e integrou produções como Experiência D.P.A – Seja um Detetive, Casa BBB e Arquivos da Cena LGBTQI+ Carioca, com Rodrigo Faour. Trabalhou na produção executiva das cantoras Rita Benneditto e Nana Kozak. Produziu os espetáculos Erê (ganhador do Pulsar Sesc/2023), Grande Sertão Veredas – Riobaldo (dir. Amir Haddad, indicado ao Prêmio Shell) e Clarice e Nelson – Um recorte biográfico a partir de entrevista (CCBB-RJ), além do Festival Gamboa de Portos Abertos.6. WILLIAN DIAS JULIOFunção no Projeto: DesignerDesigner e profissional multidisciplinar atuante em comunicação, cultura e economia solidária. Trabalhou nos setores administrativo, comercial, atendimento, pesquisa e produção cultural. Atuou na PUC-RJ em projetos alinhados aos ODS da ONU, base para iniciativas como Ateliê do Futuro, Grão – A Marca e CultColab. É consultor de projetos no Armazém Cultural das Artes e responsável pela comunicação no Polo Região Portuária.7. MARISA SILVAFunção no Projeto: Coordenação Pedagógica e de Metodologias FormativasBordadeira artivista, pedagoga e Mestra em Educação (UFF), com especializações em Arte Educação, História e Cultura Afro-Brasileira e Literatura Infantil. Atua com metodologias de Educação Popular e Pedagogia Griô, desenvolvendo oficinas, ações formativas e BordAções em escolas e espaços culturais. Desde 2020 conduz o projeto “Fio às Cinco em Pontos”, com mais de 370 conversas sobre saberes do bordado no Brasil e exterior. É Diretora de Educação do Polo Região Portuária e integra a coordenação do Festival Gamboa de Portos Abertos.8. IZAIR RAMUNCH COSTAFunção no Projeto: Assistência de ProduçãoFormada em Gestão de Produção Cultural pela Faculdade Candido Mendes e aposentada do INT. Fundadora e coordenadora do Bloco Escravos da Mauá e ex-presidenta do Polo Região Portuária (2018–2021). Conselheira da CDURP, articula iniciativas culturais, comunitárias e institucionais voltadas à revitalização da Região Portuária. Participou de fóruns e grupos de trabalho envolvendo políticas públicas, cultura, empreendedorismo e cidadania, apoiando ações culturais, eventos e articulações territoriais.9. ALESSANDRA COSTAFunção no Projeto: Assessoria de ImprensaJornalista e assessora de imprensa com 17 anos de atuação em comunicação cultural e ativismo. Atua na Baselab e no Centro AfroCarioca de Cinema, com destaque para projetos ligados à cultura negra, diversidade e combate ao racismo. Atendeu artistas, coletivos e lideranças negras, incluindo o espetáculo “Macacos”. Trabalha em comunicação política, divulgação de projetos culturais e fortalecimento de narrativas afro-brasileiras.10. FERNANDA PORTELLAFunção no Projeto: Gerente de Mídias SociaisJornalista com mais de sete anos de experiência em comunicação digital, redes sociais, produção de conteúdo e edição de vídeo. Atuou em iniciativas como @ocaisdovalongo, @centroafrocariocadecinema, @mostrajoelzito e o Festival Gamboa de Portos Abertos. Participou de equipes audiovisuais no Rio2C e em projetos culturais. Desenvolve trabalho documental em fotografia de candomblé em terreiros do Rio, Vitória, Campinas e São Paulo.11. JORGE ADOLFO FREIRE E SILVAFunção no Projeto: Curador e ConsultorSociólogo pela UFRJ, atua há mais de 15 anos em políticas culturais, gestão pública e articulação territorial. Foi Supervisor de Educação e Territórios no Instituto Moreira Salles (IMS), Coordenador Executivo de Promoção da Igualdade Racial na Prefeitura do Rio, e Coordenador de Ações Territoriais no gabinete do deputado Marcelo Calero. Atuou como Coordenador-Geral de Mobilização na Secretaria da Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, acompanhando Pontos e Pontões de Cultura. Possui experiência em gestão de equipamentos culturais, editais, produção e mobilização comunitária, com atuação na Arena Carioca Fernando Torres, Arena Dicró e projetos de cultura viva.
Proposta transformada em projeto e encaminhado para assinatura.